Vencimentos 2020 – Carreira Docente

Com a quase certa esmola de 0,3% de aumento proposta em OE2020 e as novas tabelas de IRS.

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    • maria on 25 de Janeiro de 2020 at 9:22

    Um engenheiro ou informático ( de faculdade ) , arquitecto, jurista ou economista , se estiver no ensino , no 1º escalão , recebe (recebe) 1130 euros; os mesmos, se estivessem no sector privado , em regra receberiam metade daquele valor .

      • Pardal on 25 de Janeiro de 2020 at 12:14


      Muito bem assinalado.

      Neste momento, no setor privado, temos Licenciados, Mestres e, mesmo, Doutorados a auferirem de salário 650, 700, 800…Euros Ilíquidos.
      É, por esta razão, que não falta mão-de-obra disponível para o Ensino. Neste momento, temos Excesso de Professores, porque os salários praticados na Função Pública são claramente superiores aos praticados no Sector Privado.

      É, por esta mesma razão, que olhamos para a mão-de-obra disponivel constante das Listas de Reservas de Recrutamento vemos os Milhares de candidatos a lecionarem umas horinhas na Escola Pública.

        • Vitor on 25 de Janeiro de 2020 at 20:12

        Pardal, ainda não vi aqui um comentário a justificar a falta de professores em alguns grupos disciplinares. Não tens coragem para isso, ou falta de conhecimentos?

        • Piriquito on 26 de Janeiro de 2020 at 1:41

        E cá está mais uma vez o “irritante” Pardal a botar faladura! Grande labrego.

        • Mondego on 26 de Janeiro de 2020 at 8:39

        Voltaste pardalito. O teu padrinho Costa ofereceu – te algum tacho?

        • José Silva on 27 de Janeiro de 2020 at 16:19

        Cá está o cara de cu.mais conhecido por Pardal a defecar!

        • Abreu on 16 de Maio de 2020 at 14:51

        Tu és um anormal se calhar tens dor de couto,se estivesses a trabalhar na função pública estavas calado.

        • JMD on 24 de Junho de 2020 at 18:54

        “Neste momento, no setor privado, temos Licenciados, Mestres e, mesmo, Doutorados a auferirem de salário 650, 700, 800…Euros Ilíquidos”. Entre esses licenciados, mestres e doutores há professores que não conseguiram ficar no ensino, muitos chegaram a exercer e foram colocados no desemprego. Mas também neste momento há licenciados, mestres e doutorados a trabalhar na privada a auferir ordenados líquidos muito superiores aos dos professores. Por exemplo, um familiar meu muito próximo, licenciado em engenharia, ganha muito mais do que eu na ex-PT, na Pharol, com cerca metade da minha idade e menos de metade do meu tempo de serviço. Mas não é ele que ganha mal. Agora, se ele, com as mesmas habilitações, estivesse a trabalhar como caixa num hipermercado, claro que auferia o ordenado mínimo.

      • profinfo on 25 de Janeiro de 2020 at 18:45

      Então porque é que há falta de profs no 550 (Informática)?

      Um “informático de Faculdade” ao fim de 10, 15, 20 anos, continua a receber 1000 e poucos euros no privado? Só se fôr muito burro.

        • Xuxu on 26 de Janeiro de 2020 at 3:12

        No Norte não faltam. Se faltassem no Norte não estariam muitos colegas nossos, bastante graduados e nada jovens, em horários temporários e incompletos.
        Muitos no Norte desistiram da profissão por causa dos descontos para a SS e da instabilidade (horários incompletos, horários temporários, falta de horários, centenas de alunos, número de reuniões infindável, horários ocupados pelos colegas que deviam estar nos QZPs deficitários e nunca lá trabalharam ).

        • Xuxu on 28 de Janeiro de 2020 at 10:09

        Um engenheiro informático tem muitas mais opções de carreira se optar por viver na região de Lisboa, ou até no Porto (mas mais em Lisboa). As opções no resto do pais não são as mesmas, nem os salários praticados. Há muitos engenheiros informáticos a ganhar menos do que um professor contratado com horário completo. Não é apenas por gosto aos alunos e à escola que existem tantos professores de informática no Norte do país.

        Tal como existem muitos professores que não querem trabalhar no qzp7 os engenheiros também têm o direito de fazer essa opção. Há uma diferença, no privado não pode efectivar em Lisboa e depois, mesmo sendo lá necessário, mudar-se para Viana, graças à mobilidade.

      • Maria on 26 de Janeiro de 2020 at 18:57

      Maria, não posso falar de todas as profissões que enunciou mas posso garantir-lhe que um eng informático não ganha isso. Cá em casa tenho um e o vencimento que aufere, assim como os seus colegas, inclusive os mais novos, é bem superior ao que ganhariam se trabalhassem no público, nem que tivesse no topo da carreira docente (já para não falar em todas as regalias que têm).

    • maria on 25 de Janeiro de 2020 at 9:32

    Um engenheiro, nosso conhecido, com licenciatura universitária pré-bolonha: ordenado ilíquido – 900 euros ; a mãe, “professora” reformada , com o antigo 5º ano : ganha 3 vezes mais que o filho.

      • maria on 25 de Janeiro de 2020 at 11:52

      E, já agora , que tal comparar o vencimento “daquele” professor (digamos assim) com escassa escolaridade e vida flauteada, com o vencimento de um professor da mesma idade , licenciado de “verdade” e assoberbado de trabalho e responsabilidades? Quem aufere mais ao fim do mês? Adivinhem. ( deixo uma dica – “não estudasses , pá”

        • José e Maria on 26 de Janeiro de 2020 at 2:38

        “Invejosa”! A dor de corno é fod.da!

        • Mondego on 26 de Janeiro de 2020 at 8:41

        A Maria é paga para andar a destabilizar

      • Manuel on 25 de Janeiro de 2020 at 14:31

      Oh Maria, não compares o incomparável.
      Se recuarmos no tempo, todas as profissões socialmente “apreciadas” ( ie. médicos ) que nem a antiga 4ª classe tinham e ,no entanto, exerceram dignamente as suas funções.
      A fazer lembrar o outro quando diz ao seu amigo: ” tens muita sorte pois, só és órfão de mãe. Já eu… sou de pai e mãe”

        • Maria Isabel Dias Correia Eugénio on 25 de Janeiro de 2020 at 19:19

        Não costumo comentar, porque tenho a noção que é pura perda de tempo e energia. Como sou mãe de dois filhos que emigraram para não ficarem a ganhar os tais 650 euros, porque consideraram que mereciam mais e melhor, pois esforçaram-se . É devido a esta mentalidade miserabilista que os meus filhos emigraram, assim como milhares de outros jovens, Enquanto se pensar que é aceitável que alguém altamente qualificado possa ter um vencimento miserável, os corajosos vão continuar a sair e a dar cartas no estrangeiro, E, já agora. bem pagos. Reconhece-se o talento, o empenho e a dedicação. É lamentável, afirmar-se que alguma vez médicos tinham a 4ª classe. Temos o pais que muitos merecem.

    • Eusébio on 25 de Janeiro de 2020 at 9:58

    Chamo a atenção para um ERRO na tabela de Casado/ 2 Tit. / 1 Depend no 8º Escalão.

      • Helena on 25 de Janeiro de 2020 at 10:14

      Exatamente! Acabo de me dar conta do mesmo! Era bom era!

        • Helena on 25 de Janeiro de 2020 at 15:22

        Obrigada, Arlindo, pela retificação do ERRO assinalado pelo Eusébio.

        Ab

        Helena

        1. De nada

    1. Corrigido

    • MONDEGUINHO on 25 de Janeiro de 2020 at 12:21

    E quando professores licenciados e mesmo mestres para entrarem para o quadro de uma câmara têm que entregar o certificado de habilitações do 12° ano. Adivinhem para quê? Em vez de entrarem como técnico superiores entram como assistentes operacionais. Roubo

      • Paulo on 25 de Janeiro de 2020 at 20:16

      Dessas situações e de outras não fala o pardal.

      • Xuxu on 26 de Janeiro de 2020 at 3:01

      Há falta de professores ou não?!

    • Jm on 25 de Janeiro de 2020 at 23:26

    Tudo neste país está mal em termos salariais no sector privado. Não serve de comparação. A exploração é de tal ordem que a debandada para o estrangeiro é geral. O meu filho é um deles, também. O pais vai pagar caro esta sangria. Chegará o tempo que nem engenheiros, nem enfermeiros nem médicos…

    • Celina on 26 de Janeiro de 2020 at 15:11

    Creio, muito seriamente, que a considerada “nata”, dos jovens profissionais que o país e as famílias tanto se empenham a apoiar, a todos os níveis, com tanto sacrifício, vai ser aproveitada para fazer crescer outros países que nada mais fazem que acolhê-los, valorizando o seu potencial! Triste realidade esta, quando “os nossos” não conseguem discernir o certo do errado e se concentram apenas em “arrecadar impostos” e em “espremer” a classe média que sempre foi o motor de qualquer sociedade…

    • IMarques on 21 de Março de 2020 at 19:40

    Boa tarde, Rui Cardoso.
    Após verificação aleatória de alguns vencimentos (não efetuei uma verificação exaustiva), acho que os valores dos descontos referentes às contribuições para a CGA/Segurança Social e dos descontos para a ADSE não foram atualizados de acordo com o aumento de 0,3% dos vencimentos base, ou seja, os valores dos descontos que mencionei reportam-se aos vencimentos base antes do aumento.

    Se assim acontece, os valores do total de descontos e, consequentemente, dos ordenados líquidos não estão corretos.

    Cpts,
    IMarques

    1. IMarques a tabela está preparada para efetuar esses cálculos automaticamente. Se comparar com as tabelas de 2019 e 2018 verificará a diferença.

        • IMarques on 26 de Março de 2020 at 12:35

        Bom dia.

        Relativamente à sua resposta não duvido do conteúdo da mesma, por duas razões: em primeiro lugar, se assim não fosse, o Rui Cardoso, ou quem construiu estas tabelas, teria muito mais trabalho a alterá-las; em segundo, logicamente, se as remunerações base alteram, mantendo-se as taxas de desconto, também o produto da sua multiplicação altera.

        Se se gastar menos de 1 minuto a analisar as tabelas, chega-se logo à conclusão que, tendo em conta que as taxas da CGA/Segurança Social (11%) e ADSE (3,5%) são taxas fixas, então os respetivos valores de descontos deveriam ser iguais em todas as tabelas para as mesmas remunerações base, o que não acontece; as únicas taxas que alteram são as referentes à retenção de IRS e aí, é normal que os valores correspondentes a este desconto sejam diferentes de tabela para tabela.

        A título de exemplo, em nenhuma das tabelas os valores referentes à CGA correspondem à aplicação de 3,5% sobre a Remuneração Base (basta pegar em 2 ou 3 escalões e fazer as contas), bem como os valores correspondentes à ADSE que apenas estão atualizados até à categoria “Não Casado/4 Dependentes”. A partir daí, todas as outras revelam valores baseados nas remunerações do ano passado.

        Por fim, referir apenas que as diferenças no final das contas não são significativas mas num blog como este que se revela grande importância para a classe docente e que, quanto a mim, se pauta pelo rigor da informação que transmite, é compreensível que algumas coisas possam escapar e com tanta informação para publicar e comentários para responder, até compreendo a resposta que deu: a mais fácil de dar. 🙂

        Cpts,
        IMarques

    • Maria on 1 de Maio de 2020 at 10:16

    1º Não basta ter um ” canudo” , principalmente nos dias de hoje… que até pode ser comprado nessas instituições ditas de ensino “superior” , tipo faculdade da farinha amparo. Muitos desses cursos resultam em empregos tipo caixa de supermercado( a propósito, o meu sincero agradecimento a estes profissionais, que pelo menos nesta altura de fácil contágio, deviam ganhar muito mais!)

    2º Por acaso, o meu marido. que até nem tem curso superior nenhum, (não teve paciência nem força de vontade), sempre ganhou muito mais do que eu no setor privado ( mas mesmo muito mais, e era empregado, não era patrão…); mais do que eu, licenciada pela Universidade do Porto ( curso suado, e não comprado…) que sou docente por vocação no ensino público há quase 40 anos. Aliás, a reforma dele ( antecipada) é tanto como o meu salário no ativo, em quase fim de carreira e com muitos cursos e formações suadas, muitas delas à minha custa , material pago por mim ( aliás, encontro-me agora a lecionar via internet, com todas as despesas por minha conta ( material informático e internet 24 horas incluída…); nem sequer posso descontar a compra desse material que uso para lecionar, em benefício da escola PÚBLICA, nos impostos, como fazem certas profissões liberais e PRIVADAS, como advogados, por exemplo…

    3º Muita gente licenciada opta pelo privado, pois não quer ir viver para cascos de rolha, ficar longe da família, andar de malas aviadas, mudando de residência de cada vez que é colocado… para aturar ( é mesmo este o termo) muitas vezes alunos e pais sem qualquer noção de educação ou civismo, ser insultado por “ganapos” dos 10 aos 18 anos, e pelos respetivos pais, levar desaforos para casa sem ter qualquer tipo de apoio ou defesa por parte das instituições… É que nem toda a gente tem estofo para aguentar esta profissão…

    4º Pelo menos das minhas relações familiares , de amizade, profissionais ou de vizinhança, eu que sou docente do ensino público em fim de carreira tenho menos rendimentos do que grande parte dos engenheiros, advogados, médicos, construtores civis, comerciantes, feirantes… etc, etc do privado, alguns em início de carreira, e os meus rendimentos não fogem ao fisco…

    Portanto, se faz favor, não generalize o que é particular, porque como vê, se vamos a particularizar, apresento-lhe muitos exemplos de que no privado se ganha melhor do que no público. Aliás, se o público é tão bom, se a carreira docente é tão aliciante, informo que os concursos são públicos e com critérios, entram os mais classificados, que por acaso têm de fazer MESTRADO em ensino ( pelo menos 5 anos de estudos superiores…).
    Até começa a haver falta de docentes em alguns grupos disciplinares , e principalmente em certas escolas e áreas do país… por isso, força, toca a concorrer para o ensino público!

    • Abreu on 16 de Maio de 2020 at 14:58

    Tu és um anormal se calhar tens dor de couto,se estivesses a trabalhar na função pública estavas calado.

    • João on 9 de Junho de 2020 at 0:11

    Boa noite
    Aconselho-o a ler as notícias que não passam na comunicação social televisiva. Talvez se surpreenda com a falta de docentes que existe.
    Quando se compara salários no início das carreiras, de facto a função pública recebe mais. O que não vejo é os engenheiros com 10 ou mais anos de serviço no privado divulgarem os seus vencimentos e compararem-nos com os salários da função pública. Talvez aí o seu discurso (anti funcionário público) tivesse que arranjar outra argumentação.

    • Professora on 12 de Agosto de 2020 at 17:55

    Se os professores ganham mais na função publica, qual é o problema? Que tal igualar os ordenados? Não será melhor. todos lutarem por um ordenado digno? Não embirrem com os professores da função publica. Embirrem com os salários dos políticos que não vos defendem .

    • professora on 12 de Agosto de 2020 at 18:00

    Esqueci-me de dizer aos que estão preocupados com os ordenados dos professores da função publica que saibam quanto ganha um enfermeiro com 20 anos de serviço. É um ordenado vergonhoso.

    • Inês on 5 de Outubro de 2020 at 10:21

    O que me impressiona aqui é a quantidade de pessoas que falam em docência e nem sabem escrever.

    • Paulo on 19 de Outubro de 2020 at 1:15

    E eu estou impressionado, não esperava ver aqui pessoas a ofenderem-se… Aliás, acho que esses utilizadores deviam ser excluídos…

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