Deixar de dar aulas com mais de 60 anos só no pré-escolar e 1.º ciclo

Foi isto que o Costa anunciou por três vezes? Era a esta compensação a que ele se referia?

Ó Costa esta medida não é tua, é do Socrates e da sua MLR. Aquando da publicação do DL 15/2007 foi uma das novidades. Mas tu conseguiste fazer pior, só o permites a um determinado grupo de docentes que deveriam poder-se reformar com essa idade. Isso sim, seria uma compensação. Deixa-te de “copy/paste” e negoceia um regime especial de aposentação para todos os docentes.

A secretária de Estado da Educação, Susana Amador, esclareceu que esta medida será estudada e que no âmbito da valorização da classe docente existe a possibilidade de os professores em regime de monodocência  desempenharem outras atividades que garantam o aproveitamento pleno das suas capacidades profissionais.

O que se pretende é explorar cenários possíveis para encontrar a potenciação das capacidades para que estes professores da monodocência que quando chegam aos 60 anos tem uma redução de cinco horas da sua componente letiva.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/01/deixar-de-dar-aulas-com-mais-de-60-anos-so-no-pre-escolar-e-1-o-ciclo/

12 comentários

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    • lia on 17 de Janeiro de 2020 at 19:49
    • Responder

    Maravilha. Andaram a igualar todos os ciclos de ensino para isto??? Ter nos outros ciclos de ensino,150 a 200 alunos por ano não cansa nadinha…

      • Carlos on 17 de Janeiro de 2020 at 22:54
      • Responder

      150 alunos colega?
      O ano letivo passado, lecionei a 22 turmas com uma média de 650 alunos.
      Isto é absurdo, porque os professores em regime de monodocência apenas têm uma turma e lecionam meio dia.
      Deve haver algum equívoco nesta notícia.

        • Nelson Ribeiro on 18 de Janeiro de 2020 at 0:35
        • Responder

        O sr. Carlos, com tantas turmas e tantos alunos, não tem tempo para se informar da realidade do 1° Ciclo. Não fale do que não sabe. Não seja mais um aqui a alimentar uma guerra entre professores. Não queira ser mais da maior doença da Humanidade: IGNORÂNCIA.

    1. Se tivessem um pingo de seriedade não existiriam colegas com estes comentários. Já lecionei no 1º e no 2º ciclo e sei bem o que é mais fácil! Não é o 1º ciclo de certeza…

    • João Alves on 17 de Janeiro de 2020 at 20:43
    • Responder

    Censura

    • José Silva on 17 de Janeiro de 2020 at 20:57
    • Responder

    Sim.

    • margarida on 18 de Janeiro de 2020 at 0:20
    • Responder

    Só queria perguntar ao colega Carlos onde se leciona só meio dia. Quero mudar-me para lá, pois eu entro na escola TODOS os dias às 8:45 e saio às 15:15.
    E é todos os dias, ao contrário dos meus colegas do 2.º e 3.º ciclos que têm tardes livres.
    Não quero entrar na discussão do quem trabalha mais ou menos, acho que trabalhamos todos bastante.

      • maria on 18 de Janeiro de 2020 at 10:09
      • Responder

      Margarida, e outros:
      Quem “trabalha” mais , ou quem “trabalha menos” , é uma questão que envolve uma forte carga subjectiva extensível a toda e qualquer profissão. Qual o critério ? Quantidade, qualidade, nível de qualificação?
      Pergunta: quem trabalha “mais “, um cientista ou um auxiliar da sua escola?

      A questão que se coloca relativamente ao pessoal docente em geral não é quem trabalha “mais” ou trabalha “menos” é, sim, o respectivo conteúdo funcional. Por essa razão, o estatuto remuneratório, e não só, de um professor universitário é diferente do politécnico ou do secundário. Ou seria melhor aplicar o mesmo estatuto a todos os níveis : do pré- escolar ao universitário?
      Portugal é praticamente o único país da OCDE onde o estatuto docente não superior iguala níveis diferentes e conteúdos funcionais gritantemente diferentes. Aberrações!

        • maria on 18 de Janeiro de 2020 at 11:47
        • Responder

        Alguns (escusados) exemplos :
        Um médico recebe mais do que um enfermeiro; um ministro mais do que um Secretário de Estado; na empresa, o engenheiro mais do que o encarregado; o economista mais do que o técnico de contas,e chega.
        Razões para tamanha “injustiça” : conteúdos funcionais diferentes , com tudo o que isso implica.
        Já no ensino , é tudo muito “democrático”. Ou seja, faz-se tábua rasa do dito conteúdo funcional, ignorando-se o conhecimento , responsabilidade , etc, factores que variam grandemente conforme cada nível ou disciplina curricular (sem menosprezo para o que quer que seja).

        Será razoável que quem ensina a fazer um tapete de Arraiolos (sem desprimor), tenha um vencimento igual – ou superior!!! – a quem ensina álgebra a um nível elevado (ou não) ?

        Para quando a revisão do ECD?

    • Rui Filipe on 18 de Janeiro de 2020 at 12:18
    • Responder

    Dividir para reinar, ditado antigo e sempre atual.

    • Maria Alves on 20 de Janeiro de 2020 at 0:05
    • Responder

    Com amigos destes quem precisa de inimigos…

    • Rosa Maria Marques on 21 de Janeiro de 2020 at 20:02
    • Responder

    É por estas e por outras que os professores nunca chegarão lá
    Que tal deixar de olhar para o umbigo e unirmo-nos?!!!

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