A notícia parece realçar o “enorme feito” do governo de ter permitido que 6.000 docentes tivessem chegado ao topo da carreira em 2019, quando todos estes professores já o deveriam ter alcançado desde 2011. Curiosamente, o que seria interessante enfatizar – que devido à não contabilização de todo o tempo de serviço congelado, cerca de 60.000 docentes nunca chegarão ao topo, por melhores profissionais que sejam ou tentem ser. O Público que perdoe, até porque é dos poucos jornais que ainda consigo seguir, mas isto parece pura propaganda. Principalmente quando vemos a cara de um dos piores ministros da Educação da nossa história na capa a aparentar fazer “publicidade” ao “enorme” feito.
Aliás, e já agora, quando quiserem ver-me numa nova manifestação, que seja, tendo em conta o actual momento, por apenas um – um único – motivo: juntarmo-nos todos para pedir a demissão de um indivíduo que se tornou num “pau-mandado”, num compêndio de tristes figuras, numa nulidade tão grande que não há (aparentes) simpatias ou discursos eloquentes que diafarcem a sua insignificância. Marquem a hora e o lugar, e, com todo o gosto, lá estarei.




4 comentários
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Na sua maioria, quem chega ao topo da carreira são aqueles que ali pelos 18/ 20 aninhos abandonaram os livros e foram “dar aulas” . Os outros, com a mesma idade, como tiveram a “infeliz” ideia de prosseguir até à Universidade ficam para trás, pois têm menos tempo de serviço. Virtudes da carreira única !
“Não estudasses , pá “
O maior número dos que chegam ao topo da carreira são aqueles que, ali pelos 18/20 aninhos , abandonaram os livros e foram “dar aulas” . Os outros, com a mesma idade, que tiveram a “infeliz” ideia de prosseguir até à Universidade ficam para trás , pois têm menos tempo de serviço.
” Não estudasses ,pá” !!!
Está a dar uma indirecta aos antigos professores primários que com 18 anos já estavam a dar aulas (antigo 5.º ano mais 2 anos de magistério primário) É isso?
E é mesmo um feito deste governo. Com o anterior governo ficaríamos congelados e caladinhos!!!!