6000 professores no topo da carreira – Maurício Brito

A notícia parece realçar o “enorme feito” do governo de ter permitido que 6.000 docentes tivessem chegado ao topo da carreira em 2019, quando todos estes professores já o deveriam ter alcançado desde 2011. Curiosamente, o que seria interessante enfatizar – que devido à não contabilização de todo o tempo de serviço congelado, cerca de 60.000 docentes nunca chegarão ao topo, por melhores profissionais que sejam ou tentem ser. O Público que perdoe, até porque é dos poucos jornais que ainda consigo seguir, mas isto parece pura propaganda. Principalmente quando vemos a cara de um dos piores ministros da Educação da nossa história na capa a aparentar fazer “publicidade” ao “enorme” feito.

Aliás, e já agora, quando quiserem ver-me numa nova manifestação, que seja, tendo em conta o actual momento, por apenas um – um único – motivo: juntarmo-nos todos para pedir a demissão de um indivíduo que se tornou num “pau-mandado”, num compêndio de tristes figuras, numa nulidade tão grande que não há (aparentes) simpatias ou discursos eloquentes que diafarcem a sua insignificância. Marquem a hora e o lugar, e, com todo o gosto, lá estarei.

Mais de 6000 professores chegaram ao topo da carreira no último ano

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/01/6000-professores-no-topo-da-carreira-mauricio-brito/

4 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • maria on 17 de Janeiro de 2020 at 9:39
    • Responder

    Na sua maioria, quem chega ao topo da carreira são aqueles que ali pelos 18/ 20 aninhos abandonaram os livros e foram “dar aulas” . Os outros, com a mesma idade, como tiveram a “infeliz” ideia de prosseguir até à Universidade ficam para trás, pois têm menos tempo de serviço. Virtudes da carreira única !
    “Não estudasses , pá “

    • maria on 17 de Janeiro de 2020 at 9:59
    • Responder

    O maior número dos que chegam ao topo da carreira são aqueles que, ali pelos 18/20 aninhos , abandonaram os livros e foram “dar aulas” . Os outros, com a mesma idade, que tiveram a “infeliz” ideia de prosseguir até à Universidade ficam para trás , pois têm menos tempo de serviço.
    ” Não estudasses ,pá” !!!

    • Alexandra Maria on 17 de Janeiro de 2020 at 21:02
    • Responder

    Está a dar uma indirecta aos antigos professores primários que com 18 anos já estavam a dar aulas (antigo 5.º ano mais 2 anos de magistério primário) É isso?

    • Teresa Sousa on 24 de Janeiro de 2020 at 18:29
    • Responder

    E é mesmo um feito deste governo. Com o anterior governo ficaríamos congelados e caladinhos!!!!

Deixe um comentário

Your email address will not be published.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Discover more from Blog DeAr Lindo

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading