Pelos sindicatos – Os professores que paguem a crise – SPNL

 

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7 comentários

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    • Professora às vezes on 26 de Outubro de 2017 at 21:33
    • Responder

    O Arlindo está doente ou está apenas ausente? É que são cada vez menos os posts publicados por ele. Nada contra a publicação dos posts pelo Rui, mas dá para notar e estranhar /ou talvez não) o afastamento do “criador” do blogue.

    • anónimo on 26 de Outubro de 2017 at 21:46
    • Responder

    Os professores que ingressaram nos quadros a partir de 2013 é que pagam e continuarão a pagar a crise!

    1. É preciso ter lata… o manifesto do SPNL refere que dentro da administração pública todos os trabalhadores são iguais, só que deixaram passar concursos de VE ilegais desde 2013 que vão contra as normas de vinculação em funções públicas com a alegação de que os professores são uma classe especial dentro da administração pública, É preciso ter lata. Decidam-se. Ou as VE são concursos ilegais ou teremos que aceitar que a classe que vincula sem recursos a escrutínio interno é especial e que as beneces dessas entradas pela porta do cavalo tem um preço que o SPNL, a FENPROF e a FNE já conheciam. É preciso ter lata.

        • anonimo on 27 de Outubro de 2017 at 10:02
        • Responder

        Lata??? lata têm a Sra para falar assim de vinculações mais do que justas de docentes precários que servem a escola pública há mais de 15, 20 anos. Essa é que é uma grande LATA.
        A Sra A queria continuar a ver professores, seus colegas, eternamente precários a fazer o pior serviço nas escolas para poder folgar as costas.Não era? Não vejo nada de ilegal nesses concursos, pelo contrário, já era mais do tempo de resolver uma situação inaceitável de precariedade. Vejo é um grande LATÃO a Sra dizer sistematicamente diz a esse respeito.
        Lamentável.

          • A on 27 de Outubro de 2017 at 12:38

          Lamentável é pensar que a única forma de vinculação que o MEC tinha era de colocar docentes que por opção eram contratados nos quadros sem disponibilizar previamente as vagas em concurso interno, antes das VE já havia docentes contratados a entrar para os quadros, só que dentro das normas fixadas na Lei. A idiotice de alegarem que sem as VE não havia forma de serem colocados, havia, chama-se concurso externo (que passou a ser a coisa extraordinária, por que as VE é o concurso mais ordinário que há desde 2013). Os sindicatos ficaram muito bem calados, colaram-se a esta pouca vergonha e agora andam a pedir greves e manifs em representação de uma maioria de professores que não representam.

          • anonimo on 27 de Outubro de 2017 at 13:44

          Contratados por opção??? É melhor não mostrar tão descaradamente a sua ignorância. Consulte as listas dos últimos 10, 12 anos e, à exceção do ano transato, veja as vagas que abriram para vinculação. Nalguns grupos, nem 2 dezenas de vinculações houve em todo esse tempo. E, caso não saiba ou não quer saber, os professores que agora vincularam estiveram todo esse tempo a servir a escola na maior precariedade.
          Ser contra ao modelo dos concursos, é uma coisa, Agora dizer que a vinculação de precários com mais de 12, 15, 20 anos de serviço é ilegal, é dum um abuso sem limites.
          Fico. por aqui, porque não quero ser mal educado!

    • Jorge on 27 de Outubro de 2017 at 12:13
    • Responder

    O problema é que este País é gerido por lógica de compra de votos. Esta notícia ilustra bem isso mesmo:
    https://www.dn.pt/portugal/interior/psp-so-substituiu-metade-dos-agentes-que-sairam-para-a-reforma-8875472.html

    Quem olhar para o número de generais e outros oficiais que este País tem ficaria a pensar que estávamos em guerra com meio Mundo. Felizmente não estamos, mas esta gente tem um poder absurdo como tinha antes do 25 de Abril. Antes do 25 de Abril uma professora tinha de casar com um oficial para poder comprar uns trapinhos. Estamos quase lá. Fomos completamente desconsiderados face a outras profissões. Eu, que já virei muito frango ainda me lembro de os agora assistentes operacionais nos tratarem como os pais, em educação e estima. Hoje? uma desgraça a todos os níveis. O mal que foi feito para ser reparado implica quase uma revolução. Esta ideia de interesses obscuros de que na educação é tudo ao molho e fé em Deus e de que tudo é grátis é um absurdo. Tudo o que é grátis, ou é mentira, ou é pechisbeque.

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