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4 de Outubro de 2017 archive

Nota Informativa Período Probatório 2017-2018

O Arlindo já abordou este tema aqui. Mas agora já há Nota Informativa.

 

Download do documento (PDF, 111KB)

 


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Resultados Nacionais das Provas de Aferição, 2017 – ComRegras

 

O Alexandre Henriques publicou, em primeira mão, os resultados das provas de aferição realizadas no ano letivo 2016/2017. Fica aqui o Link para o relatório…

 

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“Nenhum professor ficou colocado em locais que não tenha escolhido”

Nisso tem razão. A disponibilização do total de horários não tem nada a ver com o que aconteceu…

Será que depois destas declarações poderemos esperar mudanças no Diploma de Concursos (daqui a uns anos). Ou será mais uma daquelas declarações de circunstância. Lembram-se das declarações, do PM, sobre o Regime Especial de Aposentação para os professores? É esperar para ver…

 

“Nenhum professor ficou colocado em locais que não tenha escolhido”

Costa diz que não é possível “uma solução administrativa” e considera que é preciso repensar o sistema.

António Costa citou o exemplo de uma professora que vive em São João da Madeira e ficou colocada em Almeida, o local que tinha escolhido em 77.º lugar.

O primeiro-ministro sublinhou, durante o debate quinzenal, que os problemas relatados pelos professores “não resultam de alteração de regras do concurso”.

António Costa defende também que “algum dia” se terá que pensar na “questão de fundo”. “Como é possível haver uma carreira profissional onde de três em três anos ou de quatro em quatro estão sujeitos a concurso profissional?”, questionou o primeiro-ministro.

Costa sublinha, no entanto, que existem cerca de 100 pessoas “que não estão satisfeitas com o resultado do concurso, num universo de milhares”.

 

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Uma CE com observações pertinentes.

 

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Para quando un nuobo grupo? (Mirandés)

 

I porque nó? Afinal de cuntas, nun ye la nuossa segunda léngua oufecial?

“L mirandés fai-se caminhando”. Professores de mirandês vão ver competências reconhecidas

 

Hai porsores de mirandés qu’ansinan hai muitos anhos, mas que nunca biran reconhecidas las sues cumpeténcias.

 

 

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Opinião – A cívica ilegalidade catalã e a inútil legalidade portuguesa – Santana Castilho

 

A cívica ilegalidade catalã e a inútil legalidade portuguesa

1. Polícias a espancarem barbaramente civis que cometiam o “crime” de votar, que ensanguentaram cabeleiras brancas de mulheres que protegiam urnas de voto e que, a uma delas partiram, um a um, todos os dedos de uma mão, são coisas do foro “interno do Estado espanhol”? Nove centenas de cidadãos europeus feridos pelas forças que existem para os proteger são coisa interna de um estado membro ou, antes, matéria civilizacional que a todos importa?
O hibridismo do discurso diplomático e a contenção expressiva que o exercício politicamente correcto de determinados cargos recomenda podem obrigar a silêncios cobardes. Mas não justificam que se remeta para o remanso doméstico o comportamento protofascista de Mariano Rajoy. Murcham os afectos quando as mãos que os distribuem mergulham na pia de Pilatos!
2. Por falar em Pilatos, o provedor de Justiça considerou que o concurso que os professores contestam foi injusto e originou o “desrespeito pela ordenação concursal assente na graduação”. Mas proclamou, do mesmo passo, que uma eventual repetição complicaria o arranque lectivo e que a solução congeminada pelo Governo “traduz o reconhecimento da inadequação dos resultados concursais”. Afinal, a que solução se refere o provedor? A 10 de Setembro, António Costa disse que o problema teria uma solução a encontrar pelo ministério. Mas o ministério respondeu manhosamente. Sem reconhecer o erro que cometeu, acenou com mais um concurso extraordinário para, magnanimamente, permitir que os professores “corrijam” preferências. Como se fossem estes que erraram e não ele. Como se, em 2018, os lugares, que agora pertenceriam aos lesados, estivessem à espera deles. O compromisso do ministério foi a ausência de qualquer compromisso razoável para corrigir o dano que produziu. A sua desrazão foi servida à opinião pública como razão e iludiu valores maiores a troco de valores menores.
Nesta patusca Europa, os catalães, que não veneraram uma discutível vaca sagrada legal, pagaram com as cabeças rachadas. Mas os governantes portugueses, que mandaram às malvas a justiça e a transparência de um concurso público, foram comtemplados com a “amnistia” a que o “juridiquês” chama “da inutilidade superveniente do acto administrativo”.
3. O PS teve uma expressiva vitória eleitoral e amanhã celebra-se o Dia do Professor. Duas efemérides que não festejo. Porque na Educação, a acção governativa do PS só não é um flop porque é a consequência natural de um programa sem conteúdo (digo-o desde o início) e de uma equipa de incapazes. Porque o apregoado bom início do ano escolar se limitou a visitas oficiais às escolas que os prosélitos controlam, para celebrar uma cultura pedagógica de substituição do valor intrínseco do conhecimento pelo valor efémero da flexibilidade curricular. Porque a asneira comprovada é firmemente defendida no tecido político educacional actual, como se a qualquer Governo, por mais legitimo que seja, se possa permitir o emburrecimento de uma geração a golpes de lixo digital e programas definidos por aqueles que menos sabem do que falam. Exemplo recente? A intenção de facilitar a transumância dos alunos para os cursos profissionais, já que os resultados dos exames nacionais destes cursos (e só desses) poderão deixar de contar para a média final do ensino secundário. Ora os valores culturais centrais que contribuem para a compreensão fundamental do mundo e, por essa via, para a educação dos nossos jovens, não podem ceder o passo ao simples treino para conseguir emprego, por mais importante que o ensino profissional seja.
Porque o Governo não reconhece os esforços que os professores fazem em nome das crianças e, mesmo assim, é servido por uma elite de seguidores de teorias pedagógicas triviais e inconsequentes, onde a mentalidade de rebanho é dominante, o pensamento oposto liminarmente considerado inimigo e demasiados professores aceitam isto sem questionar, com uma complacência intelectual preocupante. Porque há uma tendência perturbadora para aceitar o crescimento do servilismo, do conformismo e da cobardia.
In Público de 4.10.17

 

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Marcação da data das eleições do Conselho de Escolas

 

Ainda ontem alguém chamou a atenção para a manutenção da equipa do Conselho de Escolas. O mandato terminou faz tempo e ninguém marcou eleições.

Hoje é publicado em D.R. o seguinte Despacho:

Despacho n.º 8770-A/2017

O Conselho de Escolas é um órgão consultivo da área governativa da Educação, que tem por missão representar junto do Ministro da Educação os estabelecimentos de educação da rede pública no tocante à definição das políticas pertinentes para a educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário.

Nos termos do Decreto Regulamentar n.º 5/2013, de 29 de agosto, o Conselho de Escolas é um órgão composto por um máximo de 30 conselheiros eleitos, por um mandato de três anos.

Tendo o mandato dos atuais conselheiros daquele órgão consultivo terminado, importa agora proceder à realização da eleição dos conselheiros do Conselho de Escolas para o próximo triénio.

Assim, ao abrigo n.º 5 do artigo 6.º do Decreto Regulamentar n.º 5/2013, de 29 de agosto, determino:

1 – A marcação da data das eleições do Conselho de Escolas para o dia 5 de dezembro de 2017.

2 – A designação, por um mandato de três anos, da comissão eleitoral, composta pelas seguintes personalidades de reconhecido mérito:

a) Armandina Soares;

b) Eulália Alexandre;

c) Fátima Diniz;

d) José Verdasca;

e) Raúl Capaz Coelho.

3 – A divulgação do mapa da distribuição do número de mandatos por cada círculo eleitoral, de acordo com o mapa em anexo.

2 de outubro de 2017. – O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

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