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22 de Outubro de 2017 archive

O Professor funcionário público… e a greve.

 

Será o professor funcionário público?

Tudo aponta para que não o seja. Analisemos o que se tem passado e o que se passará.

Os funcionários públicos viram as suas carreiras congeladas, os professores também. Mas depois tudo muda. Aos funcionários públicos é garantida a acumulação de pontos para uma futura progressão, mesmo durante o tempo de congelamento.

Os militares, os polícias e até os médicos, assemelham-se aos professores, uma vez que, as suas carreiras também dependem do fator tempo. Até aqui tudo bem, ou mal… Estes profissionais viram as suas promoções “descongeladas” nos últimos anos. Até houve quem conseguisse negociar uma idade de reforma inferior aos demais. E os professores? O que têm eles para mostrar?

NADA…

Somos função pública para o que interessa e não somos para o que lhes interessa. Os professores só são função pública quando interessa e não quando lhes interessa.

Estou FARTO de servir e defender os interesses dos outros (que às vezes até me custa a entender quais são).

BASTA!

 

Vou fazer greve? Sim, farei greve. Quando a greve a mim disser respeito, farei greve. Quando os meus interesses estiverem a ser defendidos, farei greve.

Pelos professores, farei greve o tempo que for necessário. Por mim, farei greve os dias que forem necessários.

Recuso-me a ser fantoche e a fazer greves como prova de vida.

Está na hora de lutar. De lutar com garra e afinco. Para lutar porque sim, não contem comigo.

(Nada tenho nada contra qualquer outro funcionário público. Os professores têm especificidades, tal como todos os outros, pelas quais tenho e devo lutar.)

 

5 dias de greve, AGORA

 

 

 

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