adplus-dvertising

O Professor funcionário público… e a greve.

 

Será o professor funcionário público?

Tudo aponta para que não o seja. Analisemos o que se tem passado e o que se passará.

Os funcionários públicos viram as suas carreiras congeladas, os professores também. Mas depois tudo muda. Aos funcionários públicos é garantida a acumulação de pontos para uma futura progressão, mesmo durante o tempo de congelamento.

Os militares, os polícias e até os médicos, assemelham-se aos professores, uma vez que, as suas carreiras também dependem do fator tempo. Até aqui tudo bem, ou mal… Estes profissionais viram as suas promoções “descongeladas” nos últimos anos. Até houve quem conseguisse negociar uma idade de reforma inferior aos demais. E os professores? O que têm eles para mostrar?

NADA…

Somos função pública para o que interessa e não somos para o que lhes interessa. Os professores só são função pública quando interessa e não quando lhes interessa.

Estou FARTO de servir e defender os interesses dos outros (que às vezes até me custa a entender quais são).

BASTA!

 

Vou fazer greve? Sim, farei greve. Quando a greve a mim disser respeito, farei greve. Quando os meus interesses estiverem a ser defendidos, farei greve.

Pelos professores, farei greve o tempo que for necessário. Por mim, farei greve os dias que forem necessários.

Recuso-me a ser fantoche e a fazer greves como prova de vida.

Está na hora de lutar. De lutar com garra e afinco. Para lutar porque sim, não contem comigo.

(Nada tenho nada contra qualquer outro funcionário público. Os professores têm especificidades, tal como todos os outros, pelas quais tenho e devo lutar.)

 

5 dias de greve, AGORA

 

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2017/10/o-professor-funcionario-publico/

45 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • Mário (o Lutador) on 22 de Outubro de 2017 at 18:09
    • Responder

    .
    Ó pá!…. Não vês que temos que fazer uma greve parcial e agora um dia (uma sexta-feira) de greve para fazer de conta que estamos em LUTA.

    Vamos brincar ás grevezinhas….tão fofinhas….

    Vamos lá ajudar o Costa com um dia de greve (digo, um dia de salário) para consolidar o orçamento….
    .
    http://2.bp.blogspot.com/_grSyOiusGZQ/SA0bhOMmoVI/AAAAAAAAAlo/AVBfRaiuKNg/s1600/fenprof_mario_nogueira_zorate.jpg


    1. Era giro eu ir fazer greve quando o que é pedido é irrealista, seria melhor pedirem desde já que devolvessem o dinheiro que foi indevidamente cortado na época da troica, os subsídios de férias e natal roubados e que serviram para haver folgas do orçamento. Se já serviram devolvam-nos, ainda não percebi o motivo de não os terem exigido.

      • Bruno on 23 de Outubro de 2017 at 12:44
      • Responder

      Não alinho em greves de sindicatos que apoiaram e apoiam as VE, um sistema de colocações ilegal dentro da função pública e que depois alegam que somos uma classe que em nada difere da restante função pública.

        • Mateus on 23 de Outubro de 2017 at 12:46
        • Responder

        Era só o que faltava, ir fazer número para que os “defensores da classe” continuem a mudar as regras ano após ano. Comigo não contam.

    • Ana Valerio on 22 de Outubro de 2017 at 19:12
    • Responder

    Já não estou tão só quanto pensava … NÃO VOU FAZER GREVE A FINGIR .. quando os palhaços dos sindicalistas deixarem de decidir pela classe, por interesses prórpios, deixarem de dar desculpas esfarrapadas para a não organização de uma luta da CLASSE, respeitarem as suas opiniões, que foi, nas várias reuniões, a de se partir para uma luta decidida e dura, e deixarem de andar a reboque de interesses polítivos de quem está à frente das centrais a que “prestam” vassalagem … EU FAREI GREVE, DE UM MÊS, se necessário … nem que tenha que ficar sem receber vencimento nesse mês … a não ser assim … NÃO ESTOU DISPONÍVEL para palhaçadas!!!

    • Nelson Sousa on 22 de Outubro de 2017 at 19:35
    • Responder

    Isto está a acontecer porque os professores são uns totós e têm a mania (as novas gerações que já não são assim tão novas) que para se ser professor têm de ser missionários de uma ordem franciscana qualquer… Então tomem, porque é disto que precisam.

    • Nelson Sousa on 22 de Outubro de 2017 at 19:37
    • Responder

    A minha proposta é esta deixem de trabalhar e cumpram apenas o horário.

    • Mário Nojeira on 22 de Outubro de 2017 at 21:00
    • Responder

    .
    Eu MÁRIO NOJEIRA declaro aberta uma nova época de luta (a favor do meu amigo e kamarada Costa da Geringonça)
    .
    https://wehavekaosinthegarden.files.wordpress.com/2013/06/mario-nogueira-de-volta-a-luta.jpg

      • Contra os Cagões..cagar, cagar on 22 de Outubro de 2017 at 21:04
      • Responder

      .
      Ó NOJEIRA tu e os teus comparsas SINDICALISTAS DE MEIA TIGELA vão mas é dar aulas que prestam melhor serviço meu grandes FDP.

      Ide RONCAR para outro sitio da pocilga.
      .

    • Silva on 22 de Outubro de 2017 at 21:06
    • Responder

    O Mário que vá catar piolhos para o raio que o parta.

    • Basta! on 22 de Outubro de 2017 at 21:37
    • Responder

    Pois eu faço esta greve, que até ver é a única que está marcada para manifestar a minha indignação contra este roubo que nos fizeram. Quero lá saber se foi o Mário Nogueira que a marcou! O que eu quero é que alguém me dê a possibilidade de me manifestar. Faço esta, faço outras, de 5 dias, de 10 dias… marcadas por este ou outro sindicato qualquer. Ponham os olhos nos enfermeiros! Sempre unidos na mesma causa. Afinal o que é importante? A manifestação da nossa revolta ou o resto, seja lá o que for o resto?

      • Ana on 22 de Outubro de 2017 at 22:16
      • Responder

      Fazer greve às avaliações, os professores podem ganhar a luta, caso contrário, não vale a pena fazer grevezitas.

      • anonimo on 22 de Outubro de 2017 at 22:28
      • Responder

      Concordo. Eu também vou fazer esta greve. apesar de, nesse dia, só ter cursos profissionais e, portanto, ter de repor as aulas na mesma e não receber o vencimento desse dia. Mas, como vejo as coisas tão “mornas” em termos de reivindicações para os professores, esta é uma oportunidade de manifestar o meu desagrado relativamente às políticas do ensino.
      Devia haver outras greves para além desta, claro. Mas não havendo, DEVEMOS todos fazer esta greve por respeito por nós mesmos. É que não vejo os nossos sindicatos com grande vontade de marcar outras greves. é “o deixa andar e logo se vê”.
      Se querem manifestar o vosso descontentamento, mostrem-no agora e exijam dos vossos sindicatos outras greves ou outras formas de luta.

        • Paulo Pereira on 22 de Outubro de 2017 at 23:19
        • Responder

        Que é que a greve tem a ver com as políticas do Ensino?
        Desde quando é que os sindicatos interferem directamente nas políticas de ensino?

        No entanto eu digo-lhe:
        Indirectamente, a clique ideológica agora também marcou presença no Conselho Nacional de Educação e há muito que já tomou de assalto algumas reitorias de algumas Universidades do nosso país.
        Até certo ponto a influência de certos grupos ideologicamente bem identificados tem grande influência e faz lobby junto das políticas educativas em Portugal.
        Com este Governo isso é notório e é ingénuo quem não nota isso.

    • Rufino on 22 de Outubro de 2017 at 22:49
    • Responder

    Eu não vou fazer greve (ponto final parágrafo)
    Mas tenho um grande respeito por todos os lutadores que se coloquem ao lado do camarada Nogueira nessa grande jornada de luta.

      • Virgulino Cangaceiro Lampião on 22 de Outubro de 2017 at 23:11
      • Responder

      Claro, é só mais um que está à espera de ganhar algum com o sacrifício dos outros.

        • Rufino on 23 de Outubro de 2017 at 14:43
        • Responder

        .
        Não!…. ………..é só mais um que não faz parte do EFEITO MANADA para que o Mário NOJEIRA (esse grande FDP) ganhe a vida a entreter a carneirada.
        .

          • anonimo on 23 de Outubro de 2017 at 15:15

          O que tu queres, sei eu…

          • Rufino on 23 de Outubro de 2017 at 17:44

          .
          Eu também sei o que tu queres……e eu satisfazia-te pois tenho um bom malho tesudo ::::—————————
          .

    • Paulo Pereira on 22 de Outubro de 2017 at 23:08
    • Responder

    Uma grevezita para repor umas horitas nos Profissionais?
    E se fosse uma greve a sério para inviabilizar os Cursos Profissionais?
    Ou será que somos suficientemente hipócritas para ignorarmos genericamente o que é o perfil dos alunos dos Cursos Profissionais e a sua Excelência?

    Ao longo destes anos de congelamento os sindicatos e muitos “acomodados”, professores e directores (principalmente estes últimos), não acautelaram uma capitalização estratégica que agora fazia TODA a diferença e que eram as avaliações anuais efectivas dos docentes, por comissões pedagógicas de Escola/Agrupamento.
    Obviamente que não havia a “progressão”, como dizem as galinhas, mas havia a Capitalização, como dizem os previdentes. Seria uma progressão virtual que os Sindicatos, feitos Monos, nunca se preocuparam em acautelar.

    Tal progressão “Virtual”, não obstante, na realidade operar-se num regime de congelamento de progressão, serviria para continuar a manter o mecanismo de valorização profissional, quanto mais não fosse, na bonificação em cargos e/ou outras tarefas e facilidades horárias que a Escola/Agrupamento poderia, numa política de gestão de recursos, implementar.

    Mas não.
    Ficou tudo parado, à espera que o esqueleto saltasse.
    E saltou.
    E ninguém gostou do pinote.
    Agora falam em greves?
    Pois sim…
    Ide beber vinho!

      • Virgulino Cangaceiro Lampião on 24 de Outubro de 2017 at 2:05
      • Responder

      “E se fosse uma greve a sério para inviabilizar os Cursos Profissionais?”
      Conseguiu fazer-me rir!
      Ele há disparates que não lembram ao diabo!

        • Paulo Pereira on 25 de Outubro de 2017 at 20:03
        • Responder

        Consegui tocar-lhe na sua corda sensível. Mas não acredito que ria, pois não é capaz disso. Deve ter dado um esgar, isso sim.

        Mas confesso que me expliquei mal.
        Em vez de fazer greve aos exames, como se fala por aí, outra opção é fazer greve aos Cursos Profissionais.
        Aposto que desconhece o que são Cursos Profissionais e as consequências para as escolas de greves cirúrgicas para esses cursos.
        Os problemas eram semelhantes aos criados pelas greves dos enfermeiros, além de que toda a calendarização desses cursos, tão espartilhada, seria impossível de cumprir até ao final do ano letivo sem sérios constrangimentos para os alunos e encarregados de educação.

    • Virgulino Cangaceiro Lampião on 22 de Outubro de 2017 at 23:14
    • Responder

    Nem um dia de greve fazem, quanto mais uma semana! Lérias. Os outros que lutem por nós, ora essa! Tanto falam mal dos sindicatos, porque não criam um do vosso agrado? Força aí…afinal já há mais de 20, é só mais um…

    • Virgulino Cangaceiro Lampião on 22 de Outubro de 2017 at 23:18
    • Responder

    Não precisam de arranjar mil desculpas para não fazer greve. Não fazem, ponto. É porque estão bem assim. Sejam felizes.

    • Virgulino Cangaceiro Lampião on 22 de Outubro de 2017 at 23:23
    • Responder

    Para quê fazer greve se outros a fazem por nós? Uns estão à espera de chegar à escola e ver os portões fechados, ganhando o dia sem fazer nada; outros estão à espera que haja algum ganho com a greve mas não estão dispostos a contribuir para isso. No fundo não passam de chicos-espertos. Afinal, estamos no país deles, dos chicos.

      • anonimo on 23 de Outubro de 2017 at 15:38
      • Responder

      Concordo com tudo o que diz, Virgulino.
      É esta a classe profissional que temos, infelizmente. Uma classe deliciada com o o facto de haver colegas em pior situação, que reclama de tudo, mas é subservientes ao poder. Acomodada no “eu já passei por isso e por aquilo”, no “se fossem 3 dias de greve eu fazia” no “se fosse noutro dia da semana, coiso e tal…” enfim tudo serve. Essas pessoas NÃO QUEREM FAZER GREVE, NEM NUNCA O FARÃO, porque não gostam da profissão, dos colegas e não querem perder dinheiro. E agora sou eu que ponho o PONTO FINAL.

        • Paulo Pereira on 24 de Outubro de 2017 at 0:09
        • Responder

        Quais são os colegas em pior situação, jovem?
        Quem está em pior situação nos congelamentos são os professores mais antigos!

        Quer-me parecer que vossemecê é daqueles agitadores que tanto se lhe dá que aos outros percam ou ganhem dinheiro, conquanto façam número para as estatísticas do sindicato. A esses relembro o típico movimento de braços imortalizado bonecos de loiça criados por Bordalo Pinheiro.
        Certos sindicatos em Portugal são uma refinada FRAUDE!
        Tem-se constatado ultimamente que quem se tem acomodado ao PODER têm sido certos sindicatos!
        Que, não por acaso, são os que debitam protagonismo na praça pública. Onde está a isenção?

        Esqueça essa estória da greve por um momento e concentre-se num detalhe:
        Os sindicatos dos professores há algum tempo que estão desacreditados. Muito por culpa de uma personagem que toma para si o protagonismo e a ribalta de falar por todos os outros sindicatos de professores, e essa persona é Mário Nogueira mais toda a clique partidária que o apoia e que faz monopólio mediático. E basta perguntar a um cidadão comum para confirmar o que digo.

        Quanto à greve em si, é fazer greve porquê?
        Muito se tem falado aqui em favor de uma greve, mas os motivos em si mesmos, onde estão explicados?

      • Paulo Pereira on 24 de Outubro de 2017 at 0:24
      • Responder

      Fazer greve?
      Explique lá porque hei-de fazer greve?
      Quais os motivos?

      Em vez de Vossa Excelência fazer figura de imbecil e chamar os outros de chico-espertos, podia, ao menos, mostrar um pouco da sua superioridade moral e explicar os motivos do porquê da necessidade de se fazer esta greve, não acha?

      Quanto a mim, o que me parece é que o argumento que oiço é o de um retumbante tiro no pé!
      A greve acaba por tentar legitimar um procedimento viciado e bafiento de décadas de progressão automática, sem avaliação profissional minimamente credível.
      A progressão foi congelada, é um facto. Contudo, a avaliação não o foi.
      Mas em muitas cabecinhas limitadas, há quem considere que não é necessário fazer avaliação quando não há progressão, o que é um ERRO! Pois uma coisa não tem nada a ver com outra!
      Neste pressuposto, qual é o sentido de fazer greve?

        • Virgulino Cangaceiro Lampião on 24 de Outubro de 2017 at 1:59
        • Responder

        Olha mais um chico-esperto!

        • Virgulino Cangaceiro Lampião on 24 de Outubro de 2017 at 2:07
        • Responder

        Ah, imbecil deve ser a senhora sua mãe, caso contrário não o tinha parido…

    • Helena Goulão on 23 de Outubro de 2017 at 8:06
    • Responder

    Bom dia.
    Pura opinião e nada mais.
    A nossa sobrevivência, enquanto profissionais está em cheque…Não foi só a brincadeira de mau gosto destes últimos concursos de Mob Int. É no dia a dia, em que o desrespeito pelo professor passa impune.São as decisões abusivas do ME que, nos irão dar cheque mate, se não houver uma atitude de força… São os sindicatos que, amorfos e/ou coniventes com as cúpulas do governo, não actuam em conformidade com os seus estatutos.
    A conjuntura é de amorti…e não será 1 dia de greve, em minha opinião, repito, que fará ceder seja quem for.
    Greve?…se for por mais que um dia. Talvez ainda não se tenha bem a noção o quão cansada esta classe está…ou então sou eu que ando a ver filmes (de mau gosto).
    Já se falou em dinheiro…
    Recebemos misérias de ordenado!…subsídios de refeição ridículos e, como agora apraz divulgar, não beneficiamos de qualquer tipo de ajudas de custo.
    Já se falou em adesão…
    Há sempre os que fazem, os que não fazem, os que estão à espera que outros façam,…, como dizia um colega acima.
    Falemos do sonambulismo profissional…da negação de que o que estão a fazer connosco é só questão de alguns. Enquanto não houver CONSCIÊNCIA real do que se passa, enquanto se continuar a considerar que “ao menos temos emprego” e afins, e não se pensar seriamente no degredo que a profissão é neste momento, nada mudará.
    Por isso reitero, não acredito que greve de 1 dia, nos leve a algum lado…e isso não significa que não participarei.

    • Ab Sinto on 23 de Outubro de 2017 at 12:45
    • Responder

    Fazer greve pela agenda barbuda e imberbe? Lembram-se de 2008? Aprendi que os maiores inimigos são os da segunda mais antiga profissão, a de idiotas medrosos coloridos: que não existem sem cunhas sindicais!

    • Cat Pinoquio on 23 de Outubro de 2017 at 16:11
    • Responder

    Toda Vida fui “Pastor”

    Toda Vida guardei “gado”

    Tenho uma COVA no Peto

    AI AI

    De nunca mais ser “aumentado” …

    • antonio on 23 de Outubro de 2017 at 16:13
    • Responder

    Mais uma vez os sindicatos estão a querer meter dinheiro no mealheiro do Governo. Um dia para quê? Na minha opinião, se formos prejudicados relativamente aos outros setores da função pública (o ministro disse hoje que não), será GREVE POR TEMPO INDETERMINADO. 10 anos é um quarto da vida profissional. Se não os quiserem contar, os professores estão dispostos a lutar, mesmo havendo prejuízo próprio e familiar.

    • Professor Lúcido on 23 de Outubro de 2017 at 17:39
    • Responder

    .
    Eu vou fazer GREVE À GREVE

    Não tenho nada a ver com as reivindicações das restantes classes profissionais. Quando os Sindicatos de Professores decidirem lutar pelos interesses da nossa classe, tudo bem. Caso contrário, comigo não contam.

    O Mário que faça a greve em conjunto com os acríticos seus seguidores.
    .

      • Rufino on 23 de Outubro de 2017 at 17:46
      • Responder

      .
      Amigo….é o EFEITO MANADA…..vai tudo a reboque do Mário (o lutador)….
      .

      • Fernanda Lima on 23 de Outubro de 2017 at 17:49
      • Responder

      Para a greve ter algum efeito tem de ser às avaliações, como já aconteceu em anos anteriores. um professor em greve inviabiliza a reunião e vamos rodando todos…Assim, estava correto.
      Se agora não fizermos qualquer coisa por todos nós professores… nunca mais vamos chega lado nenhum!

        • Greves on 23 de Outubro de 2017 at 19:03
        • Responder

        Só há um pequeno pormenor que lhe escapou desde que fez essa greve em 2013.

        Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas (Lei n.º 35/2014, de 20 de junho )

        Artigo 397.º
        Obrigações de prestação de serviços durante a greve
        1 – Nos órgãos ou serviços que se destinem à satisfação de necessidades sociais impreteríveis, a associação que declare a greve, ou a comissão de greve, e os trabalhadores aderentes devem assegurar, durante a greve, a prestação dos serviços mínimos indispensáveis à satisfação daquelas necessidades.
        2 – Para efeitos do disposto no número anterior, consideram-se órgãos ou serviços que se destinam à satisfação de necessidades sociais impreteríveis, os que se integram, nomeadamente, em alguns dos seguintes setores:
        (…)
        d) Educação, no que concerne à realização de avaliações finais, de exames ou provas de caráter nacional que tenham de se realizar na mesma data em todo o território nacional;

    • Ercilia on 24 de Outubro de 2017 at 15:54
    • Responder

    .
    Greve para quê se o PCP e BE apoiam este governo? Expliquem-me como se eu fosse loura!

    Se acham que esta greve é apenas uma prova de vida destes sindicatos incompetentes NÃO FAÇAM GREVE
    .

    • Cat Pinoquio on 24 de Outubro de 2017 at 16:26
    • Responder

    Toda Vida fui “Pastor”

    Toda Vida guardei “gado”

    Tenho uma COVA no Peto

    AI AI AIAIAIAIAIAIAIAIAIAIAIAI

    POURRA nunca mais ser “aumentado”! …

    • Carlos Marques on 24 de Outubro de 2017 at 20:57
    • Responder

    GREVE DE 5 DIAS? NÃO. EU SÓ FAÇO SE FOREM 6 DIAS. NEM MENOS UM!

      • Paulo Pereira on 25 de Outubro de 2017 at 19:45
      • Responder

      Essa lista é demagógica e apenas vai validar o argumento das progressões automáticas sem o factor da avaliação que, como se sabe, tem quotas de progressão.

      Melhor seria dizer que os professores não querem ser avaliados.
      Efectivamente, durante o período do congelamento, os únicos que o foram, foram os professores contratados, se não me engano.

      Os outros, numa análise simplista, fizeram uma associação directa à progressão congelada e consideraram inútil a avaliação. Ora isso é um ERRO DE GESTÃO de recursos humanos!

      É com este argumento que me baseio para considerar que os professores, mais uma vez, estão a ser instrumentalizados e a ser tomados por palermas!
      A reposição nos escalões devidos nunca irá ser feita sem avaliações! E não é preciso ser-se muito inteligente para se tirar essa conclusão.

      A greve funcionará tão-somente como uma catarse para o Governo amealhar uns dividendos. A versão Fenprof da Festa do Avante!

        • Cat Pinoquio on 25 de Outubro de 2017 at 20:44
        • Responder

        Se andou a colecionar todas as suas “evidencias” avaliativas e complementou-as com formações progressivas – deve ter reparado que foi isso que nos venderam a troco de nada a que subtraem agora 9 anos e 4 meses. Talvez acredite no Pai Natal!

    • Fernanda Costa on 24 de Outubro de 2017 at 23:04
    • Responder

    SUBSCREVO. Estou cansada de ser palhaço de circo!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores: