Nisso tem razão. A disponibilização do total de horários não tem nada a ver com o que aconteceu…
Será que depois destas declarações poderemos esperar mudanças no Diploma de Concursos (daqui a uns anos). Ou será mais uma daquelas declarações de circunstância. Lembram-se das declarações, do PM, sobre o Regime Especial de Aposentação para os professores? É esperar para ver…
“Nenhum professor ficou colocado em locais que não tenha escolhido”
Costa diz que não é possível “uma solução administrativa” e considera que é preciso repensar o sistema.
António Costa citou o exemplo de uma professora que vive em São João da Madeira e ficou colocada em Almeida, o local que tinha escolhido em 77.º lugar.
O primeiro-ministro sublinhou, durante o debate quinzenal, que os problemas relatados pelos professores “não resultam de alteração de regras do concurso”.
António Costa defende também que “algum dia” se terá que pensar na “questão de fundo”. “Como é possível haver uma carreira profissional onde de três em três anos ou de quatro em quatro estão sujeitos a concurso profissional?”, questionou o primeiro-ministro.
Costa sublinha, no entanto, que existem cerca de 100 pessoas “que não estão satisfeitas com o resultado do concurso, num universo de milhares”.




16 comentários
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Há quem acredite que ele é mais manhoso que Sócrates. Se é não sei, mas que tem muito jeito, lá isso tem.
Isso resolve-se facilmente.
Como é o caso deste TESOURINHO DEPRIMENTE:
Publicado em DR:
https://dre.pt/application/file/1178125
(desculpem os colegas visados, mas o “crime” já prescreveu, por isso não lhes irá acontecer mal algum).
Simplesmente contactar o Exmo Diretor Regional e pedir uma nomeação por conveniência de serviço (leia-se conveniência pessoal) por proposta (leia-se amizade/cunha).
Francamente tem mais piada libertar um tesourinho deprimente de cada vez …
Fiquem bem, que quando me chatear ou chatearem-me envio outro “deprimente”.
–> 188
Costa sublinha, no entanto, que existem cerca de 100 pessoas “que não estão satisfeitas com o resultado do concurso, num universo de milhares”.
Cerca de 100 pessoas???
ISTO É O CÚMULO. Depois de provocar tamanha injustiça, ainda gozam.
Só na Educação Especial são bem mais do que 100 ultrapassados.
No meu grupo (e é um grupo relativamente pequeno) são mais de 40 os QZP desterrados enquanto outros menos graduados ficaram nas suas preferências.
É só demagogia barata.
Revoltante.
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FENPROF convoca greve parcial a partir de 2 de novembro se não obtiver respostas
Pré-aviso de greve deve ser entregue a 12 de outubro.
A Fenprof vai convocar uma greve parcial de professores a partir de 02 de novembro, se até 20 de outubro não obtiver resposta da tutela às reivindicações hoje entregues no Ministério da Educação numa resolução aprovada em plenário.
Segundo fonte da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), o pré-aviso deve ser entregue a 12 de outubro.
A greve, a concretizar-se, vai incidir sobre a parte do horário dos professores denominada componente não letiva, que os docentes não querem que continue a ser usada para trabalho direto com os alunos.
http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/fenprof-convoca-greve-parcial-a-partir-de-2-de-novembro-se-nao-obtiver-respostas-217016
–
Primeiro foi a secretária de estado da educação Alexandra
Leitão a afirmar que “nenhum professor ficou colocado sem ser por opção
própria”.
Agora é o próprio primeiro-ministro a afirmar que “Nenhum
professor ficou colocado em locais que não tenha escolhido”.
Nenhum deles fala verdade.
Muitos professores ingressaram nos quadros de zona antes do
aumento brutal da sua extensão, definida unilateralmente pelo Ministério da
Educação através da portaria n.º 156-B/2013.
Por exemplo, um professor que ingressou no antigo quadro de
zona de Viseu fez a sua opção apenas pelas escolas de Viseu. Mas esta zona de
Viseu foi englobada com a de Aveiro e a de Entre Douro e Vouga criando o QZP 3,
ao qual o professor é obrigado a concorrer na sua totalidade.
Nunca foi intenção do professor concorrer às escolas de Aveiro
ou Entre Douro e Vouga trata-se de uma obrigação imposta pelo próprio Ministério
da Educação.
O professor não escolhe estes locais, é obrigado a concorrer
a eles.
Nota: Foi durante o período de Nuno Crato que foi publicada a portaria que
criou o aumento brutal da área dos QZP e este governo, em dois anos, nada fez
para revogar esta e outras normas perfeitamente aberrantes.
Sim, tiveram um bom resultado nas eleições autárquicas, mas
este pode ser o princípio do fim.
Já são demasiadas asneiradas, demasiados assessores/boys e
já se vislumbram laivos de prepotência.
Os únicos que têm razão são os professores que concorrem apenas ao seu qzp. Na minha opinião têm razões fortes para se sentirem injustiçados: são ultrapassados por quem vem de fora do qzp de provimento e como muitos são do tempo em que vincularam a um qzp pequeno e, agora, os qzp’s são áreas gigantes, sujeitam-se a ficar longe e em escolas para onde não concorreram ou a nem sequer obter colocação a 01 de setembro. A definição de prioridades para quem concorre fora do seu qzp de provimento e a revogação do tamanho dos qzp’s devia ser reivindicação prioritária. Isso interessa à maioria dos reclamantes? NÃO! A maioria é gente sabida! São esses espertos que foram vincular em Almeida, Lisboa… sem intenção de lá por os pés que criam ruído e abafam o reconhecimento de culpa por parte do ME, a solidariedade da restante classe e inviabilizam um apoio franco e honesto por parte de partidos como PCP ou BE e sindicatos, os ratos de esgoto PSD, os que aumentaram o tamanho dos qzp’s, esses não contam, claro que não perderiam a oportunidade de se juntar aos sabidos porque quanto mais ruído houver a esta governação, tanto melhor.
Por causa da reclamação de espertos como essa tal Rosário, António Costa e outros vão sempre arranjar argumentação válida. Falta vergonha na cara de muito professor. O sistema enquanto serviu para vincular em qzp’s longe e ficar na mobilidade perto, com pouco mais de meia dúzia de horas letivas, era perfeito. Acontece que um dia as coisas poderiam mudar. E esse dia chegou.
Esse dia chegou? Chegou sem aviso prévio. Cada vez tenho menos dúvidas que esse “dia chegou” para safar alguns. Com que então o “coleguinha” considera justo que os mais graduados tenham sido, na sua maioria, desterrados logo a 25 de agosto e os menos graduados recém vinculados (muitos até só vincularam PORQUE houve imensos excluídos – outro assunto ainda mal explicado) tenham ficado ao pé da porta, nas preferências dos mais graduados?
Pense mais antes de tanta verborreia, sim?
Essa história dos Qzp’s mais graduados terem ficado pior, já cheira mal. Os Qzp’s mais graduados ficaram onde quiseram, podiam ser do QZP de Lisboa e ficar em Braga, nem que para tal um professor provido no QZP 1 ficasse sem colocação, eu vi isso a acontecer. As vagas para o QZP 1 e 2 que são os mais procurados não chegou foi para todos os chicos espertos de Rosários e Maneis que andaram a vincular por esse país fora sem intenção de ir para lá dar aulas. TENHAM VERGONHA NA CARA!
QZP 1 e 2, não! Corrijo, QZP 1 e 3!
O colega é que devia ter vergonha de fazer esse tipo de comentários. Vá às listas da 1ª reserva e faça uma comparação com as colocações de 25 de agosto. E veja quem ficou realmente beneficiado. Os colegas que ficaram colocados a 25 de agosto ficaram ONDE HAVIA HORÁRIO COMPLETO. Dizem que foi uma questão de gestão de recursos económicos, no entanto, o mesmo não se verificou com as colocações da 1ª RR (uma semana depois). Os menos graduados ficaram NAS SUAS PREFERÊNCIAS independentemente do nº de horas do seu horário. De repente, a gestão de recursos evaporou-se. Isso sim foi justo segundo o seu ponto de vista, não foi?
Nunca me vou entender com estes sabidos… Então parte do pressuposto que ficar em horário completo é ficar prejudicado? Se ter um horário reduzido ou uma não colocação a 01 de setembro significasse ser mandado para a requalificação mudavam rapidamente de discurso. Tal como disse, os únicos a quem reconheço razão para reclamar são os que concorreram apenas ao seu qzp, os outros são uns sabidos a quem a jogada correu mal. Você deve estar no grupo destes últimos, portanto estamos conversados.
Ser onesto traz prublemas.
Quem é corrupto é que se safa. Abaixo os profe. EU NÃO PAGO MAIS IMPOSTOS!!!!
VIVA EU!!!!!
Esta afirmação do PM, nem é falaciosa é falsa, é MENTIRA. Só são obrigados a concorrer os contratados. Se acha mal, sr PM, crie condições para que possam vincular. A responsabilidade é sua.
Naturalmente a afirmação é “os professores estão sujeitos a concurso de três em três ou quatro em quatro anos”.
Esqueceu-se dos QZP, que são os principais intervenientes de toda esta questão.
eis um bom exemplo para usar nas aulas de Filosofia para os alunos aprenderem o que é uma falácia…