Este ano, o primeiro dia de escola é algo diferente de todos os outros, é cansativo. Percorridos 180 Km por estradas, autoestradas, filas de trânsito, uns quantos concelhos e algumas paisagens, chega-se à escola, já cansado.
Ainda antes de a viagem começar, deu-se o momento do ensacar de roupas e enfiar na arca congeladora uns quantos alimentos para a semana. As despedidas são feitas em silêncio, com o olhar, não vão os membros mais novos da família acordar tão matutinamente. Por vezes os olhos enchem-se de humidades que se controlam com um respirar mais intenso e, devagar, lá se sai de casa.
O carro está parado na garagem, depósito cheio no dia anterior. O domingo é sempre um dia de sentimentos controversos, tudo está bem enquanto não se é assolado pelo pensamento do que se passará no dia seguinte. Arrumam-se as bagagens, posiciona-se o banco, para que o desconforto das próximas duas horas, ao volante, seja minimizado. Liga-se o automóvel e começa a viagem. Depressa surgem uma e outra estrada, ainda iluminadas pelo luar, e num ziguezaguear constante passa-se de uma para outra. O amanhecer vai surgindo, devagar, tão devagar que nem se dá conta, não por falta de sensibilidade à sua beleza, mas porque os pensamentos ficaram lá atrás, em casa.
De um momento para o outro é-se obrigado a estar mais atento, o trânsito foi aumentado e agora é intenso. As ultrapassagens sucedem-se, o receio de não se chegar antes do primeiro toque é agora persistente. Aqui há uns anos, o tempo de viagem viu-se subitamente prolongado em mais um par de anos, por causa de um corte de estrada; as árvores, por vezes, não resistem ao vento. Depois de trinta minutos de um para, arranca constante, volta-se à velocidade de cruzeiro. A viagem está prestes a acabar. A escola está cada vez mais perto.
Estaciona-se, sai-se do carro, sobe-se a escada até ao quarto com serventia de cozinha onde se deposita, atabalhoadamente, a bagagem e volta-se a sair às pressas. Entra-se novamente no carro e, em cinco minutos, está-se em frente à escola. Entra-se já cansado… os níveis de stress estão elevados… tem que se mostrar um sorriso às crianças… a segunda-feira é um suplício e custa a passar… terça-feira será melhor.




33 comentários
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Que me desculpe o Colega Gualdino, autor da Crónica, mas…
Estes desabafos são cada vez mais um suplício e um apelo à atitude depressiva de uma Classe.
Como se não houvessem profissões, que as há, que têm precisamente as mesmas rotinas!
O mais irritante nem são propriamente estes lamentos internos.
Bem mais irritante são os “achistas” que se aproveitam do direito de antena que os Meios de Comunicação Social lhes colocam à disposição para fazer de “coaching” aos professores da Pátria em início de aulas, dando conselhos, mais para “inglês ver”, ou talvez para fazer crer ao mais incauto encarregado de educação que há qualquer coisa que deve ser feita neste “ano lectivo” e que tais iluminados “Opinion makers” (do jornal “Público”, da “Visão”, etc…) devem ter descoberto a fórmula da pólvora com cheiro a cravo, quando em 43 anos de Democracia o Ensino em Portugal tem sido uma deriva de experimentações, para usar um eufemismo muito simpático (se é que é um eufemismo).
Por mim, confesso que me fartei dos lamentos dos coitadinhos dos colegas que, na penumbra do fim do dia de trabalho, em vão de escada, se lamentam da sua desdita, mas que se ficam por aí, no seu comodismo e resignação.
Há muitos que têm a vã esperança de que são os sindicatos que irão resolver os seus problemas. Porventura uma vã esperança, pois o que se constata é o contrário e por mim falo: são certos sindicatos que se aproveitam dos professores para atingir determinados interesses.
Finalmente este ano um grupo de docentes se assumiu à revelia dos Sindicatos e levou a sua causa a Tribunal. É certo que em nome de uma causa perdida (e os Sindicatos sabiam-no!).
E sobre a atitude sindical, não deixa de ser interessante observar a postura destes quando estão em sintonia com um Governo de Esquerda.
Obviamente que vivemos em Democracia e quem é docente há anos constata que a maioria dos docentes não se identifica com ideários extremistas de esquerda. Há uma maioria difusa de docentes de centro-esquerda e de esquerda moderada.
Isto para constatar o óbvio: os interesses de sindicatos mais expostos mediaticamente têm andado “colados” aos interesses do Governo e isso não serve, de maneira nenhuma, os interesses da Classe Docente. E isso é, no meu léxico, uma forma de traição.
E se esse professor não tivesse concorrido para esse lugar? Talvez tivesse sido ocupado por outro docente que vivesse a poucos metros da escola. Assim o mundo ficava livre de dois desabafos dispensáveis de uma vez só.
Diga-me porque terei pena de ter um emprego no lugar para onde concorreu?
Quem está mal no lugar que lhe calhou que se dedique a outra profissão. Ou então, muito melhor, quando estiverem a escolher os códigos para os concursos, coloquem só os que vos interessam. Se depois ficarem desempregados, melhor ainda, ficamos nós livres de ter de aturar estes textos e comentários desinteressantes.
Pior ainda são os que dão tempo de antena a esta palhaçada deprimente.
Como?!…
“Comentários desinteressantes” que o Farto das Tretas comenta. Mas, coitadinho…. Não sabe o que diz. Tristes comentários. Vêm do nome. Só tretas!
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Ainda bem que aparecem por aqui CONTRIBUINTES INDIGNADOS. Eu pretenso a esse grupo.
Isto aqui não é o Muro das Lamentações.
Quem está mal, muda-se.
Se os Senhores Professores não querem dar aulas longe de casa, mudem para outras profissões. O sector privado espera por este conjunto de LAMECHAS.
Façam-se à vida.
Venham para o Sector Privado criar riqueza e pagar Impostos para pagar aos Funcionários Públicos.
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Eu pertenço, tu pertences, ele pertence…um burro é e será sempre um burro…desonestidade intelectual!
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Se não fosses um ASNO que gostarias de ser quando fores grande?
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Cont. Muito indignado… O Setor Privado cria riqueza mas não paga Impostos. Coloca os Lucros em paraísos fiscais. Tem que ouvir o “Avô” Gerónimo de Sousa…..
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Basta de Lamentações.
Não sejas Piegas! ….Faz-te à vida….vai trabalhar no duro para saberes o que custa.
Quem está mal, muda-se.
Vão trabalhar no Sector Privado (Sim….esse mesmo….aquele que cria riqueza e paga impostos para sustentar uma Função Pública Ineficiente, Incapaz, Negligente. Calaceira…..).
Ser Professor é uma maravilha….salivar + salivar + dizer umas larachas……. = ordenado certo ao dia 23 de cada mês.
Porreiro Pá!…….
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Pois eu estou farto de gente abjeta, néscia, desprezível, como o palerma que você é! Um autêntico e rematado palerma! Fosse você, seu desgraçado, filho de um professor destes, talvez tivesse outra opinião. Vá despejar a sua diarreia mental no raio que o parta, seu palerma! E quem lhe escreve é um professor efetivo há muitos anos, que nunca passou por estes problemas, que nunca sentiu na pele esta miserável condição de viver em quartos alugados, de ver a família quando calha, de nunca saber o que vai ser o futuro! Tenha respeito por estes professores que têm de guardar um sorriso para os filhos dos outros, quando sabem que os seus próprios filhos choram pela ausência do pai! Repito: você é um ser humano desprezível!
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Seu grandessimo ASNO……Então Vª. Exa. desconhece que existem multiplas profissões em que o seu exercicio implica passar a semana fora de casa??????
Sua grandessima ANEDOTA….Eu dou-lhe exemplos para ver se consegue ensinar alguma coisa aos seus alunos.
Profissões em que o seu exercicio implica passar a semana fora de casa: – Militares, Policias, GNR, Pessoal de linha aérea, vendedores, caixeiros viajantes…….Quer mais????? ou será que chega???????
Vá catar piolhos com o choradinho dos professores.
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O facto de estar muito calor pode justificar o que diz….Mas atenção que não desculpa tudo…
O grande desconhecimento e ódio por uma das profissões mais altruístas não pode ser justificada pelo calor.
ANEDOTA é comparar profissões como as que indica, é curioso que fale das forças de segurança, reconhecidas como profissões de risco e como tal, com direitos e regime laboral que os professores certamente não têm. Quanto ao pessoal da linha aérea, é mesmo ANEDOTA, troco já o meu salário pelo deles e o mesmo para todas as regalias que eles têm e nós não!
ASNO não sou seguramente, dei provas disso e elas estão certificadas por instituições de ensino superior prestigiadas, ASNO e profundamente NÉSCIO é seguramente Vossa Excelência, para além de ter um problema de cegueira social e diarreia mental bastante graves e bem evidentes em toda a verborreia inqualificável que vai bolçando nas caixas de comentários. Vá-se tratar e depressa, se é que ainda vai a tempo!
Farto de tretas, permita-me que lhe diga: estou farto de gente abjeta, néscia, desprezível, como o palerma que você é! Um autêntico e rematado palerma! Fosse você, seu desgraçado, filho de um professor destes, talvez tivesse outra opinião. Vá despejar a sua diarreia mental no raio que o parta, seu palerma! E quem lhe escreve é um professor efetivo há muitos anos, que nunca passou por estes problemas, que nunca sentiu na pele esta miserável condição de viver em quartos alugados, de ver a família quando calha, de nunca saber o que vai ser o futuro! Tenha respeito por estes professores que têm de guardar um sorriso para os filhos dos outros, quando sabem que os seus próprios filhos choram pela ausência do pai! Repito: você é um ser humano desprezível!
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E dizes tu ser Professor Efectivo!….A escola pública está entregue à bicharada….
Vai contar histórias da carochinha aos teus alunos.
Os professores do Ensino Público são pagos pelos CONTRIBUINTES para trabalharem. Se não estão bem, mudam-se.
Vir para aqui fazer o choradinho do desgraçadinho não pega.
Os professores ganham no mínimo 1.300 ILÍQUIDOS + SUBSIDIO DE ALIMENTAÇÃO. Sim!….isto é o inicio de carreira.
Querem o quê???????????
querem que lhes leve o salário a casa????
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O facto de estar muito calor pode justificar o que diz….
Mas atenção que não desculpa tudo…
O facto de estar muito calor pode justificar o que diz….Mas atenção que não desculpa tudo…
O grande desconhecimento e ódio por uma das profissões mais altruístas não pode ser justificada pelo calor. Pois…
Mais uma vez só vem provar que não passa de um rematado ESTÚPIDO!!! Então Vossa Senhoria desconhece que os professores são das classes profissionais que MAIS IMPOSTOS PAGAM neste país???? Tenha respeito por quem o ensinou a escrever! Ao menos isso!
E vá lá lavar essa boca imunda, sarjeta nauseabunda e autêntica cloaca fétida!
Vai doer para alguns… mas desisti de andar com a casa às costas. É preciso pensar em mudar de profissão ou dar AEc’s, explicações. Sejamos sinceros.. Não há lugar para todos! Eu já desisti e vou apanhando uns horários temporários e faço uns biscates..
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Andou bem Pedro.
É óbvio que os professores dos quadros são mais que suficientes para as necessidades de um sistema em contracção devido ao decréscimo de natalidade.
O problema é que a maioria dos professores não sabe fazer mais nada para além de leccionar….ou “dão aulas” ou caem na “indigência”. É triste mas é a realidade……
Os milhares de pessoas com cursos para o ensino deviam ser rapidamente reconvertidos através de um programa ambicioso de Formação Profissional para lhes permitir encarar o mercado de trabalho de outra forma.
Cursos de formação profissional e empreendedorismo precisam-se para estes exercito de “professores” que andam aos caídos….
O sector privado tem capacidade para absorver este contingente. Haja vontade politica.
Como?!…
Quando os Professores em idade de reforma se reformarem não haverá Professores suficientes para os substituírem. Informe-se. A sua cassete está desatualizada cerca de 15 anos.
Carlos, nem mais!!! Mas estes palermas que vêm para aqui despejar o seu ódio pelos professores nem querem saber, só interessa mesmo é destilar ódio e ressentimento social. Nojo de gente!!!!
É preciso não esquecer que, em 1978,de acordo com a OIT (Organização Internacional do Trabalho) da qual Portugal é um dos Países fundadores, a profissão de Professor também é designada por “Profissão de desgaste rápido”. Assim a idade de reforma não pode continuar a ser a idade de reforma geral…
Os professores mais velhos são os mais experientes e aqueles que emprestam alguma solidez ao sistema.
Esta malta nova saída ou parida à bolonhesa não sei se dá conta do recado. Não me parece que o sistema se mantenha com gente fraquinha.
É um facto que a “Bolonhesa” teve como objetivo reduzir (para níveis próximos da média europeia) a formação superior Portuguesa, que, antes da “Bolonhesa” se impunha como superior a qualquer país europeu….
No entanto, apesar desse grande recuo na qualidade da formação superior em Portugal, inventando canudos com nomes sonantes, como “Mestrado em Ensino de…”, à custa do “Tratado de Bolonha”, ainda há e haverá Professores, formados por esse sistema redutor, que mesmo pelos padrões do nosso anterior sistema de ensino superior serão bons profissionais…
Claro que se não houver Professores mais experientes o Sistema de Ensino em Portugal vai desmoronar…. Assim, quando os Professores contratados com muitos, muitos anos de experiência, nalguns casos com 20 e 30 anos no ensino, com formação sólida à antiga Portuguesa e muitos mais Cursos Superiores além da formação de base, são ultrapassados através de esquemas, como está a acontecer em TODOS os últimos “concursos” de Professores, o sistema obviamente irá ruir…
Estou contigo Pedro. Bati com a porta há meia dúzia de anos.Já só dou AEC bem perto de casa com horário de 12h + um part time num escritório e estou feliz da vida. Tenho metade das dores de cabeça do que tinha sem toda aquela papelada, preparação, correções, atas e reuniões. Hoje só me preocupo apenas em atividades lúdicas que os putos adoram. De manhã sou administrativo e não morri por me ter convertido noutra área: adoro o que faço: 550 paus nas AEC + 390 como secretário. Ao fim do mês levo pouco menos do que 1000 eur para casa sem metade do transtorno que tinha há uns anos, estando eu perto da minha filhota e a fazer duas atividades que adoro. É preciso é ter tomates para apostar em coisas novas e se conseguirem ter um pé no ensino: melhor. O pessoal das AEC, maioritariamente vive todo assim. Não têm outra opção com horários de 5h, 10h ou 12h no máximo , uns com contratos de 9 meses , outros a recibos verdes …..e não passam a vida a queixar-se como a maior parte de vós.
Estou contigo Pedro. Bati com a porta há meia dúzia de anos.Já só dou AEC bem perto de casa com horário de 12h + um part time num escritório e estou feliz da vida. Tenho metade das dores de cabeça do que tinha sem toda aquela papelada, preparação, correções, atas e reuniões. Hoje só me preocupo apenas em atividades lúdicas que os putos adoram. De manhã sou administrativo e não morri por me ter convertido noutra área: adoro o que faço: 550 paus nas AEC + 390 como secretário. Ao fim do mês levo pouco menos do que 1000 eur para casa sem metade do transtorno que tinha há uns anos, estando eu perto da minha filhota e a fazer duas atividades que adoro. É preciso é ter tomates para apostar em coisas novas e se conseguirem ter um pé no ensino: melhor. O pessoal das AEC, maioritariamente vivem todos assim. Não têm outra opção com horários de 5h, 10h ou 12h no máximo , uns com contratos de 9 meses , outros a recibos verdes …..e não passam a vida a queixar-se como a maior parte de vós.
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Isto sim!…..A isto chama-se Ter Atitude.
A maioria dos Senhores Professores são uns coitadinhos (formados à bolonhesa) e se os tirarem de dar aulinhas não sabem fazer mais nada na vida. Triste….Muito Triste…..
Parabéns para todos aqueles que sabem meter mãos ao caminho e arregaçar as mangas.
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O facto de estar muito calor pode justificar o que diz….Mas atenção que não desculpa tudo…
Pois…
O grande desconhecimento e ódio por uma das profissões mais altruístas não pode ser justificada pelo calor.
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Há professores a mais em Portugal
Se a Natalidade diminui drasticamente, logo menos necessidade de Escolas e de Professores. É este o caminho que o Fundo Monetário Internacional (FMI) recomenda para a educação em Portugal na sua última análise sobre o estado da economia.
https://www.imf.org/external/pubs/ft/scr/2015/cr15127.pdf
Em Portugal há, de facto, excesso de professores. Dá-se um pontapé numa pedra e sai um professor.
A “Lei da Oferta e da Procura” estão em total desequilíbrio, não se justificando qualquer tipo de aumento salarial e muito menos de mudanças de escalão.
Quantos bebés nascem em Portugal?
1960 – 213.895
1970 – 180.690
1980 – 158.309
1990 – 116.321
2000 – 120.008
2001 – 112.774
2002 – 114.383
2003 – 112.515
2004 – 109.298
2005 – 109.399
2006 – 105.449
2007 – 102.492
2008 – 104.594
2009 – 99.491
2010 – 101.381
2011 – 96.856
2012 – 89.841
2013 – 82.787
2014 – 82.367
2015 – 85.058
2016 – 87.577
2017 – ?????????
Aqui está um gráfico com a Evolução da Taxa de Natalidade em Portugal e a respectiva projecção da PORDATA.
http://static.wixstatic.com/media/22a236_7684ff06554f47f3870de725bc8bbe4e.png/v1/fill/w_620,h_283/22a236_7684ff06554f47f3870de725bc8bbe4e.png
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Continuem com as Vinculações Extraordinárias…..Qualquer dia está tudo no Olho da Rua (digo, QUADRO DE DISPONÍVEIS da Função Pública)
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A função da do nosso Sistema de Ensino não é formar escravos para o FMI…
Com mais ou menos nascimentos, Portugal tem o direito e o dever de formar os seus cidadãos.
Não somos escravos!!!
A Educação NÂO É uma despesa. A Educação É um investimento. Logo o seu retorno até pode ser mais nascimentos. Os “números” não são pessoas. O Homem não é um objeto, logo não é uma pseudoestatística económica.
O Homem serve-se da Economia, não é a Economia que se serve do Homem.Como vê, está absolutamente errado o pseudoestudo que tenta há tanto tempo impor neste Blogue.
Se tem inveja de quem tanto trabalha, e por tão pouco, trabalhe também e, acima de tudo pense no seu País, não na Alemanha. Essa já nos roeu muito… Um dos nossos grandes erros foi a entrada no Euro, mas a sua saída não é impossível. A ver vamos… Por isso cresça e torne-se um Cidadão melhor.
Solução : agilizar o processo de permutas na aplicação. Seria uma medida boa para todos.