Dezembro 2015 archive

Existem 8754 Candidatos à Contratação Ainda Sem Colocação

Após a publicação da Reserva de Recrutamento 14 existem 8754 candidatos à contratação que se encontram nas listas de não colocados.

Estes 8754 candidatos apresentam 12594 candidaturas a vários grupos de recrutamento conforme a distribuição do quadro seguinte.

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O grupo de recrutamento com mais candidatos por colocar é o grupo 100 – Educação Pré-Escolar com mais de 50% dos candidatos iniciais ainda por colocar nesta altura.

Existem grupos de recrutamento que neste momento têm menos de 10% de candidatos por colocar, são eles:

  • 290 – Educação Moral e Religiosa Católica;
  • 430 – Geografia;
  • 540 – Electrotecnia;
  • 560 – Ciências Agro-Pecuárias.

Nestes 4 grupos de recrutamento verifica-se que o Grupo 420 – Geografia que tinha 802 candidatos por colocar em 31 de Agosto de 2015 tem neste momento apenas 53 candidatos por colocar, sendo o grupo de recrutamento que mais docentes conseguiu contratar em percentagem do número de candidatos inicial.

Em tons de verde encontram-se os grupos de recrutamento com menos de 40% de candidatos por colocar e em tons de vermelho os grupos com mais de 40% dos candidatos por colocar na reserva de recrutamento 14.

Chamo a atenção que este quadro não indica que os docentes foram colocados no grupo onde estão identificados e podem ter obtido colocação noutro grupo de recrutamento para o qual tenha habilitação profissional. Também existem algumas centenas de candidatos que saíram das listas da reserva de recrutamento pela penalização prevista no artigo 18º do DL 83-A/2014 e não se encontram este ano lectivo a trabalhar para o MEC.

Apesar da Educação Especial ser um grupo onde já existem muitos candidatos ainda é um grupo que consegue absorver a maioria dos candidatos.

Mas quem quiser mesmo a garantia de emprego no ensino pode começar a pensar em tirar uma profissionalização para Educação Moral e Religiosa Católica.

 

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3 Artigos de Opinião Sobre os Rankings das Escolas, no Jornal Público

Artigos de opinião pela mesma ordem sequencial das imagens em baixo.

 

publico opinião

 

Mais informação, melhor informação

 

Uma questão de liberdade e de equidade

 

A ilusão dos rankings das escolas

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Rankings

Por aqui.

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Pelos sindicatos… SIPE reunirá com Ministro da educação…

… será para discutirem a tal petição sobre os concursos?

Esperemos que sim. E que tragam boas noticias… (se trouxerem novas propostas já me dou por satisfeito)

Fica aqui o comunicado do SIPE a dar conta da reunião e dos seus objetivos para ela…

(clicar na imagem)

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Mais um…

 

Proc. n.º 899/15.6BEVIS – Concurso de docentes 2015/2016

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Ranking das Escolas 2015

Consulte clicando na imagem

Ranking

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“Animação, hoje é sexta!” (Se eu fosse Deus)

… e “Se eu fosse Deus”?

Pois é, hoje é sexta, dia de animação aqui no blog e trago-vos uma entrevista a Cordell Barker, realizador do filme If I was God (Se eu fosse Deus). Já anteriormente falámos aqui deste filme de animação. Agora, fica a entrevista para perceberem um pouco o bastidores e questões técnicas desta animação que agora se sabe é uma das 10 que integra a shortlist dos Oscars para a melhor curta metragem de animação. Mais uma produção do NFB – National Film Board (Canadá). A não perder… A entrevista e o trailer do filme. Ah, todo o enredo e cenas da animação passam-se numa sala de aula!

Boa sexta e bom fim de semana!

 

 

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Cantinas com produtos biológicos…

Hoje, no parlamento, também foram aprovados os projetos do PCP, BE e PAN sobre alimentação em cantinas públicas.

Estes projetos reclamavam que as cantinas públicas tivessem acesso a produtos agrícolas de produção local e promovessem uma alimentação mais saudável.

Só espero que considerem as cantinas escolares como cantinas públicas… principalmente algumas do 1º ciclo, onde eu já pratiquei o ato de tentar comer, mas só consegui engolir com os olhos e o nariz fechados…

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Acabaram… PACC e Requalificação

Custou, mas foi… a PACC, discutida na semana passada, acabou, levando como companhia a Requalificação docente…

Hoje, no Parlamento a maioria parlamentar aprovou projetos de lei de BE e PCP que revogaram a Prova de Avaliação de Conhecimentos e Competências (PACC) dos professores e o regime de requalificação dos docentes.

O s deputados do PS, BE, PCP, PEV e PAN aprovaram as iniciativas do BE e do PCP, enquanto PSD e CDS-PP votaram contra O PS contou com uma abstenção no projeto do BE sobre o fim da PACC.

acabou

 

 

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Alguém viu as Votações da PACC e da Requalificação?

Hoje não tive oportunidade de ver o debate e as votações no parlamento mas estou curioso quanto ao resultado final.

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Aposta Para Hoje

… nos requalificarmos.

Euromilhões 11 dezembro

 

 

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Mais Uma Prevaricadora

…do tempo da outra.

 

 

€8.085,90 – Tribunal de Contas – Transitada em julgado em 15/09/2015

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Evolução da Mobilidade Interna

Após a Reserva de Recrutamento 14 existem 71 docentes sem componente lectiva atribuída.

 

Dos Colocados

 

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Dos Não Colocados

 

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Próxima Reserva de Recrutamento a 30 de Dezembro

E ambas as reservas de Dezembro saem nas datas que já tinha previsto.

 

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108 Contratados Colocados na RR14

De acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do horário e número de horas.

 

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57 Retirados na Reserva de Recrutamento 14

De acordo com os seguintes motivos.

Todos eles são docentes candidatos ao concurso externo.

 

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Reserva de Recrutamento 14

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira – 14ª Reserva de Recrutamento 2015/2016

 

Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016

Contratação – ano escolar de 2015/2016

Lista definitiva de retirados – Consulte

 

Documentação

 

 

 

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Que Se Contem Rápido os Dias

Porque o regime de requalificação docente é das coisas mais absurdas que existem, porque se num determinado momento pode não haver componente lectiva para um docente, no mês seguinte ou passado meio ano já poderá haver.
E o que é necessário é manter activo esse docente com outras funções até que ele seja necessário ao sistema para atribuição de componente lectiva.

Bolsa de requalificação de professores com os dias contados

 

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A urgência é justificada pela nova tranche de professores que se arriscam a entrar no regime de requalificação de docentes já a 1 de Fevereiro, pelo que o PCP e o Bloco de Esquerda já entregaram no Parlamento propostas idênticas para a eliminação da bolsa de requalificação, dando resposta a uma petição da Fenprof (que assistiu nas galerias) que vem já da anterior legislatura e que foi entregue na Assembleia da República em Abril.

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Ainda Muitas Dúvidas Existem Sobre as Dispensas do Período Probatório

E há escolas que têm entendimentos diferentes para situações semelhantes.

Há quem numa determinada escola tenha de fazer o período probatório enquanto um docente exactamente nas mesmas condições noutra escola é dispensado.

 

E foi pedido esclarecimento sobre isso.

 

 

Ministério da Educação deve eliminar dúvidas sobre critérios de dispensa do período probatório

 

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À FNE têm chegado várias queixas de docentes oriundos do ensino particular e cooperativo, que prestaram funções docentes em estabelecimentos de ensino particular e cooperativo e que preenchem os requisitos cumulativos, previstos no ponto 10 do Despacho n.º 9488/2015, de 20 de agosto, devendo estar em virtude disso dispensados da realização do período probatório, e que, não obstante tal facto, constataram, após a publicitação das listas, que teriam de cumprir o referido período probatório, alegadamente por não terem o requisito da “Avaliação do Desempenho” cumprido.

Do próprio artigo 133.º do Estatuto da Carreira Docente (ECD) depreende-se que o docente oriundo do ensino particular e cooperativo tem tratamento igualitário aos docentes da rede pública, razão por que não se pode nem deve ter um tratamento diferenciado no que à avaliação de desempenho diz respeito, para efeitos de período probatório.

Ora, é entendimento da FNE que esses docentes deveriam estar dispensados dessa obrigatoriedade, já que detêm experiência num período que se considera ao abrigo da lei, desejável para a confirmação das competências técnicas, profissionais e relacionais necessárias ao cumprimento dos elevados padrões de qualidade no exercício docente.

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Intervalos 1º ciclo… revogam-se? Ou não…

Revogado

Ainda não ouvi ideias ministeriais. Ainda não sei que rumo irá tomar a educação nesta legislatura. Ainda tudo corre como se o antigo ministro estivesse à frente do ministério… bem, nem tudo. O Parlamento tem-se desdobrado em Projetos-lei e retificações, eliminando algumas das medidas tomadas. Mas onde param as novas ideias? Será que o Ministério da Educação se mudou para a Assembleia da Republica? Isso, não me cabe a mim saber…

O que eu gostava de saber, já que estamos num momento de revogações, é se a alteração de pormenor introduzida pelo despacho normativo nº 7/2013 quanto ao tempo de trabalho dos docentes do 1º ciclo  que remete para a componente não letiva destes docentes o acompanhamento dos alunos nos intervalos vai ser, ou não, revogada no próximo ano letivo (já que para este não dá muito jeito). É que esse acompanhamento continua a ser feito, mas agora sob a designação de “Tempo de Estabelecimento”.

Todos sabemos que a carga horária dos alunos do 1º ciclo é das mais elevadas na Europa. Todos sabemos que esta medida teve em conta, única e exclusivamente, a contenção de custos com as AEC. Agora que este governo quer introduzir as AEC no 2º e 3º ciclo, será que ainda se põe a mesma máxima?

Com o retorno das 35 horas semanais, certas contas vão ficar difíceis de fazer, isto se ainda se mantiverem intenções. Imaginemos que esse retorno acontece antes do final do ano letivo… Como seria?

Aguardemos… mas o LAL de 2016/2017 vai ser difícil de organizar… e que não dê origem a outro post, de má memória, como este, https://www.arlindovsky.net/2013/06/tempo-de-trabalho-no-1o-ciclo/

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Divulgação: Federação Portuguesa de Professores – FPP

 

Federação Portuguesa de Professores recebida na Assembleia da República

 

I

         A Federação Portuguesa de Professores – FPP da qual fazem parte o Sindicato dos Professores do Ensino Superior – SPES, a Associação Nacional dos Professores do Ensino Secundário – ANPES e a Pró-Ordem, Associação Sindical dos Professores Pró-Ordem, foi recebida hoje, dia 9 de Dezembro, às 11 horas pela Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República de modo a representar os interesses dos seus associados e dos professores em geral.

A nossa Federação foi a primeira organização representativa de Pessoal Docente a ser recebida pela Comissão de Educação e Ciência nesta nova Legislatura. A Comissão recebeu-nos em Plenário, do qual fazem parte Deputados de todos os Grupos Parlamentares.

Deste modo – e de uma só vez – apresentámos a todos os Grupos Parlamentares as principais reivindicações dos nossos associados e dos Professores em geral, as quais são as seguintes:

– Reposição dos índices remuneratórios e descongelamento das carreiras.

– Revisão da legislação sobre concursos com respeito pela graduação profissional de modo a torná-los mais justos. Extinção da BCE – Bolsa de Contratação de Escola, no caso das Escolas TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária) e com contrato de autonomia.

– Reformulação dos horários de trabalho, art. 79º do ECD, componente letiva e não letiva.

– Redução do número de alunos por turma.

– Redução dos programas curriculares demasiado extensos.

– Alívio da burocracia e instabilidade profissional, e das condições laborais que provocam stress, bournaut, com revisão do regime jurídico das doenças profissionais.

– Regime Especial de Aposentação aos 36 anos completos de serviço, independentemente da idade.

 

II

         Na primeira parte desta Audiência Parlamentar demos destaque à questão da constituição de uma Ordem dos Professores e tentámos sensibilizar os senhores Deputados para a necessidade da sua iniciativa legislativa com base nos seguintes fundamentos:

– A Profissão Docente é uma profissão que – pela sua própria natureza – tem enorme relevância social.

– A Profissão Docente – que foi sendo construída socialmente ao longo dos séculos – tem saberes próprios, exige um determinado grau de especialização.

– A Profissão Docente – hoje em dia – não pode ser concebida como uma mera vocação. Há muito que – felizmente – se ultrapassou a conceção do Professor-Missionário.

– A Profissão Docente hodiernamente tem que dar resposta aos desafios da Escola de Massas, tem que atender todos os públicos que a procuram e que usufruem do direito constitucional à Educação e ao Ensino.

– À Profissão Docente cabe garantir não só o acesso, mas também o sucesso escolar e cívico dos alunos.

Em síntese, a Profissão Docente é uma profissão que se reveste de um caráter eminentemente Ético e Deontológico.

É esta a ordem de razões pelas quais a nossa Federação defende a constituição de uma Ordem dos Professores.

A exemplo do que, nos últimos anos, tem vindo a acontecer com outras profissões de caráter mais especializado, justifica-se a criação urgente de uma Ordem dos Professores para zelar pela função social e a dignidade da função docente.

Mais se informa que no próprio dia da respetiva tomada de posse, a Federação Portuguesa de Professores – FPP solicitou reuniões ao novo Ministro da Educação, bem como ao novo Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Aguardamos ser recebidos brevemente de modo a representarmos os interesses dos nossos associados e dos professores em geral.

 

 

Lisboa, 9 de dezembro de 2015

 

Link para documento

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“Deslocações entre escolas têm de ser contabilizadas como tempo de trabalho efetivo” FNE

Deslocações FNE

(link na imagem)

 

Com a criação de agrupamentos de escolas com dimensão excessiva os docentes começaram a sentir os efeitos negativos decorrentes das constantes deslocações entre escolas que integram cada agrupamento. Em muitos casos estamos a falar de dezenas de quilómetros percorridos com um tempo de viagem elevado, principalmente em zonas afastadas dos grandes centros urbanos.

Efetivamente existem agrupamentos em que a distância entre escolas obriga a que os docentes tenham que utilizar muito do seu tempo nessas deslocações. A não consideração como tempo de trabalho do tempo que os docentes despendem na deslocação entre escolas onde têm que exercer a sua atividade profissional ou funções é, na opinião da FNE, contrária à Diretiva 2003/88/CE do Parlamento Europeu e do Conselho de 4 de Novembro de 2003, que estipula que “qualquer período durante o qual o trabalhador está a trabalhar ou se encontra à disposição da entidade patronal e no exercício da sua actividade ou das suas funções, de acordo com a legislação e/ou a prática nacional”. Estes profissionais estão precisamente a efetuar as referidas deslocações entre os locais de trabalho que lhe foram atribuídos e apenas devido a isso.

O Tribunal de Justiça da União Europeia, em Acórdão de 10 de setembro de 2015 esclareceu igualmente que, «para poder efetivamente descansar, o trabalhador deve beneficiar da possibilidade de se retirar do seu ambiente de trabalho durante um determinado número de horas que devem não só ser consecutivas mas também imediatamente subsequentes a um período de trabalho, a fim de permitir ao interessado descontrair se e eliminar a fadiga inerente ao exercício das suas funções»

Também o direito nacional é claro no que toca a esta matéria.

Efetivamente nos termos do n.º 1 do artigo 197.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro:

“Considera-se tempo de trabalho qualquer período durante o qual o trabalhador está a desempenhar a actividade ou permanece adstrito à realização da prestação, bem como as interrupções e os intervalos”…

Assim, para a FNE não restam dúvidas que as deslocações entre escolas do agrupamento no qual os docentes estão colocados são parte integrante da atividade dos referidos trabalhadores.

É nesse sentido, e tendo em conta as diferentes interpretações que têm sido feitas sobre esta matéria, que a FNE considera imprescindível que o Ministério da Educação dê instruções à Direção Geral da Administração Escolar (DGAE) para a emissão de uma circular, com caráter de urgência, que determine claramente que o tempo que os professores despendem na deslocação entre escolas do agrupamento no qual foram colocados seja contabilizado para efeitos de prestação de horário de trabalho, sendo contabilizados na componente não letiva de estabelecimento, e que, nos casos em que esta não seja suficiente, esse tempo seja contabilizado e pago como trabalho suplementar.

A FNE defende também a abertura de um processo negocial sobre esta matéria, isto apesar de já existir legislação publicada e aplicável genericamente aos trabalhadores da Administração Pública, já que a FNE entende que as especificidades inerentes ao sistema educativo e as constantes deslocações a que os docentes são obrigados exigem a criação de legislação específica ao setor da Educação que defina o regime jurídico específico relativo à compensação por deslocações a que os docentes deverão ter direito, bem como o enquadramento legal do tempo dispendido com as referidas deslocações no seu tempo de trabalho.

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Projeto de Lei N.º 70/XIII/1.ª (BE) – Elimina a Requalificação de Docentes

aqui tinha dado conta do Projeto de Lei do PCP que visa a eliminação da requalificação de docentes, hoje deixo o documento do Bloco de Esquerda que também irá a discussão amanhã à tarde na Assembleia da República.

Na próxima sexta-feira serão votados ambos os Projetos de Lei.

Clicar na imagem para ver o Projeto de Lei do Bloco de Esquerda.

 

 

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Feriado

 

620 páginas depois. E ainda não acabei.

Por Júpiter, a pilha continua a olhar para mim.

E, como se não bastasse ler pérolas enervantes, como “o Gil foi o rei do teatro português porque escreve boas peças” ou “modificador do compelemento direto”, tenho aqui ao lado o meu filho a estudar.

E é feriado.

É feriado e eu tento desesperadamente acabar de corrigir estes impossíveis testes e o meu filho era suposto estar a estudar porque vai, ele próprio, ser avaliado.

Mas, em vez disso, a cada suspiro meu, coloca uma questão, já se levantou trinta vezes para fazer xixi, mais trinta vezes teve comichão no rabo, outras trinta deixou cair a caneta e, tudo isto, enquanto eu folheio e risco umas trinta páginas de disparates que me deixam sobremaneira tão irritada que, a dado momento, começo a sentir uma urticária raivosa crescer-me no corpo.

A cada folha que roubo da pilha, o miúdo lá prossegue o desvario de evitar os próprios livros, beliscando distrações disparatadas onde parecem ser impossíveis de encontrar.

E sinto, portanto, a urticária a subir-me das pernas ao pescoço a cada mexida dele na cadeira, enquanto continuo a ler, a riscar as palavras tão pouco sábias dos outros, a Barca do Inferno a querer entornar-se na mesa, e a pilha de folhas que parece não diminuir e, então, observo-o, aqui ao meu lado da secretária. E o que está ele a fazer? A observar o estojo muito atentamente.

Mordo os lábios, antevendo um rubor eletrizante e, muito pausadamente, pergunto:

–  O que é que foi agora?

–  O estojo tem um buraco, mãe. Vês? Aqui.

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Eu vejo. Vejo, sim, que não está lá nada e, de repente, sinto um coice cerebral tão forte que me ergo repentinamente e lhe agarro o estojo, contorço-o com requintes de exacerbada malvadez, estico-o e encolho-o rapidamente até assumir o formato inesperado de uma concertina, atiro-o repetidas vezes contra o tampo da secretária como se derrubasse o meu pior inimigo no tapete da luta livre e, finalmente, atiro-o para cima da mesa com desmedido desprezo.

Suspiro.

–  Ah! Agora sim, tem um buraco, vês?

E estico o dedo indicador, apontando o defunto estojo, enquanto ajeito o meu cabelo ligeiramente desgrenhado.

O meu filho observa o objeto inerte, incrédulo e responde, sucintamente:

–  Mãe, acho que acabaste de matar as minhas canetas, o lápis, o transferidor e o compasso que estavam lá dentro.

Encaro-o, incrédula comigo própria.

Meu deus!, 620 páginas depois, transformei-me numa inesperada assassina…

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O Que Vai Voltar a Mudar na Educação

No site da Visão com link na imagem.

 

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DE NOVO AS NOVAS OPORTUNIDADES

No rescaldo de uma das reuniões com o PSD-CDS, com vista à formação de governo, António Costa disse não haver entendimento com a coligação de direita em várias matérias, nomeadamente em relação ao ensino dos adultos. O fantasma dessa referência era o Programa Novas Oportunidades, ao abrigo do qual cerca de 700 mil pessoas conseguiram um diploma do ensino básico ou secundário. Com a chegada ao poder do governo de Passos Coelho, o programa Novas Oportunidades foi “trucidado”. Acabaria por morrer em 2013. Os dados sobre a formação de adultos em O Estado da Educação 2014 mostram uma evolução muito negativa. Oitenta e quatro mil adultos, no ano letivo de 2008/09, haviam obtido um diploma; em 2013/14, foram menos de cinco mil. No secundário, a situação é semelhante: 69 mil em 2009/10 e apenas 13 mil em 2013/14. O programa de Governo do PS afirma que 62% dos portugueses entre os 25 e os 64 anos não completaram o ensino secundário. E avança com a criação de um programa de educação e formação de adultos que consagrará percursos específicos para desempregados de longa duração, precários e também programas vocacionais pós- -secundários.

PROFESSORES À PROVA

Este pode ser o ano em que os professores não vão sair à rua – uma prática repetida e apoiada pela Fenprof, e do seu secretário-geral, Mário Nogueira, desde que, em 2008, reuniu 120 mil pessoas na maior manifestação de docentes realizada em Portugal. Durante a campanha, o PS prometeu fazer as pazes com os professores – mas a verdade é que a avaliação da carreira docente, medida aprovada pela ministra Maria de Lurdes Rodrigues, na anterior governação socialista, não tem, de facto, um fim anunciado de vez. Para já, eliminou-se a Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades, conhecida como PACC, exclusivamente dedicada aos professores contratados e com menos de 5 anos de experiência – e que foi realizada por mais de dez mil candidatos. O processo de avaliação em si, assumiu várias vezes António Costa, poderá apenas ser revisto – para, de novo, avançar.

EXAMES: QUE DESCANSEM EM PAZ

Morreram na sexta-feira, 27, e o toque de finados escutou-se em todo as escolas do País. Neste ano letivo já não haverá o exame do primeiro ciclo. A decisão coube ao PCP e ao Bloco de Esquerda, que apresentaram projetos de lei aprovados pela maioria parlamentar. Segundo dados do Conselho Nacional de Educação, taxa de retenção e de desistência no primeiro ciclo passou de 3,3% (2010/11) para 5% (2013/14). Este foi o nível de ensino em que mais aumentou o insucesso e coincide temporalmente com a introdução dos exames. O PS tinha inscrito no seu programa de governo o fim das provas mas nem foi preciso Tiago Brandão Rodrigues (na foto), o novo ministro, tomar posse para que estes acabassem por via parlamentar.

ENSINO VOCACIONAL: QUE FUTURO?

São duas faces muito diferentes da mesma moeda. O ensino profissional, dedicado aos alunos do secundário que procuram uma via mais profissionalizante para acabar a escolaridade obrigatória, deverá manter a mesma linha – mas com mais qualidade, combatendo a ideia de que se trata do parente pobre da educação. Já a via vocacional, uma das joias da coroa do mandato de Crato – e que se destinava aos alunos que, a partir dos 12 anos, acumulavam insucessos no seu percurso escolar – nunca foi vista com bons olhos pelos socialistas. Instituída como projeto piloto em 2012/13, abrangendo 280 alunos em 13 escolas, conheceu um imenso alargamento, incluindo perto de 25 mil alunos no passado ano letivo (foi estendida a todas as escolas). Tinha também como objetivo proporcionar estágios em empresas mas era maioritariamente feito nas escolas, nunca cumprindo esse papel. Na conferência 25 anos de Ensino Profissional, Joaquim Azevedo, da Católica do Porto, sublinhou que insistir no vocacional é “areia na engrenagem que não serve para nada.”

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Aposta Para Hoje

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As Finanças Fizeram-me um Inquérito

E eu respondi.

No Portal das finanças parece que cabe tudo e quando precisamos de encontrar alguma coisa temos de fazer mil e uma tentativas para encontrar aquilo que queremos.

No meu ponto de vista, este portal que era simples e acessível, tornou-se num mostro pior que uma repartição de finanças num dia de greve.

Nem imaginam a quantidade de vezes que quase desisti de pagar o IMI e o IUC tamanhas as voltas que tinha de dar no portal.

O mesmo também vos deve acontecer.

 

 

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Muita tinta ainda vai correr…

“O CDS-PP questionou hoje o Ministério da Educação sobre a eventual reintrodução das provas de aferição no quarto ano e em que moldes, bem como a altura em que as famílias serão informadas das alterações.”

 

(clicar na imagem) in Diário Digital

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Pelos sindicatos… “O SIPPEB – Sindicato dos Educadores e Professores do Ensino Básico enviou ao Governo e a todos os Grupos Parlamentares da Assembleia da República uma petição no sentido de se fazer justiça em relação aos horários de trabalho e à Aposentação dos Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico e dos Educadores de Infância.”

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O SIPPEB – Sindicato dos Educadores e Professores do Ensino Básico enviou ao Governo e a todos os Grupos Parlamentares da Assembleia da República uma petição no sentido de se fazer justiça em relação aos horários de trabalho e à Aposentação dos Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico e dos Educadores de Infância.

Na última década, este grupo de docentes foi escolhido para alvo de todas as tropelias, experimentalismos e abusos. Massacrados com a revogação do regime especial de aposentação, com uma brutal carga letiva que deixou de incluir o intervalo – que agora á obrigatório vigiar! – e com a crescente menorização nas orgânicas decisórias dos Agrupamentos de Escolas, usualmente potenciadas pelas Direções, este grupo profissional exige medidas urgentes que os coloquem em pé de igualdade com os docentes dos outros níveis de ensino.

É urgente que se faça justiça aos Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico e aos Educadores de Infância.

 

É urgente que se conceda a aposentação completa para todos estes profissionais aos 57 anos de idade e aos 34 anos de serviço.

Porquê? Porque têm ao longo de toda a carreira um horário sobrecarregado diferente de todos os outros docentes e que neste momento muitos estão exaustos e doentes, o que não é recomendável para estes profissionais e para o ensino.

Neste sentido, urge que se uniformizem todos os horários de serviço docente, igualando os horários dos Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico e Educadores de Infância ao dos outros Docentes do Ensino não Superior, incluindo as reduções ao longo da carreira (Artº 79 do ECD).

Se isto acontecer, o problema dos intervalos, que foram subtraídos injustamente aos Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico, ficará sanado.

Assim, uma vez resolvida a situação dos horários e da aposentação, acima referenciados, abrir-se-ão portas à entrada de novos jovens docentes há muito tempo desempregados.

Por outro lado, a redução de alunos por turma é condição indispensável ao ensino de melhor qualidade, no que concerne a um atendimento mais personalizado, por parte do professor em relação a alguns alunos.

Com os respeitosos cumprimentos.

Lisboa, 30 11 015

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Resumo da Semana 12 e Antevisão da Semana 13 (CE)

Quase em modo pausa lectiva.

SEMANA12

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Só Quem Não Conhece a Realidade Actual do Ensino Poderá Estranhar Esta Exigência

E quando se chega ao ponto de exigir que um docente faça vigilância a um recreio repleto de “berraria” após o dia inteiro numa sala com uma turma é porque não compreende que determinadas pausas são necessárias para o professor libertar-se um pouco desse stress causado dentro da sala de aula.

 

 

Federação Nacional de Educação quer stress na lista de doenças profissionais

 

 

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Campanha Nacional da Saúde serviu para lançar inquérito segundo o qual quase um quarto dos professores já passou por situações de stress.

 

 

A Campanha da Saúde, que terminou este sábado, revelou situações de stress agudo nas escolas. A Federação Nacional de Educação (FNE) diz que quase um quarto dos professores já passou por situações de stress e quer que o stress seja incluído na lista de doenças profissionais.

Em comunicado, a plataforma sindical anuncia que no decorrer da campanha lançou um inquérito a professores. Recolheu 223 questionários validados: “Cerca de um quarto (23,3%) revelou que no seu percurso profissional já experienciou situações agudas de stress profissional”.

Apesar de 17,4% dizer que desconhece os factores de risco, a FNE aponta para as turmas grandes, a elevada carga horária, as alterações permanentes na organização do sistema educativo, a incerteza profissional, a indisciplina, a burocracia, a competição, o mau relacionamento profissional e a excessiva extensão dos programas.

De acordo com a FNE, metade dos inquiridos revelou já ter faltado ao serviço por causa de lesões musculo-esqueléticas e quase todos (95%) afirmaram que os respectivos problemas de saúde estão frequentemente relacionados com as condições de trabalho.

A partir destes dados, a FNE exige ao actual Governo que a lista nacional de doenças profissionais seja actualizada e passe a incluir o stress, que haja prevenção centrada nas doenças profissionais e que todos os trabalhadores tenham direito a uma entrevista médica gratuita por ano.

No entender da FNE, todas as escolas deveriam ter delegados de saúde e segurança no trabalho. Deveria haver uma estreita colaboração entre escolas, centros de saúde e hospitais deveria ser criada uma base de dados confidencial de trabalhadores da educação, com historial de lesões ou doenças profissionais.

A Campanha Nacional da Saúde decorreu durante sete meses com a realização de sessões temáticas por todo o país e ilhas autónomas com o objectivo de sensibilizar os professores para algumas das questões “críticas” para estes profissionais, entre o stress, as perturbações músculo-esqueléticas e a voz.

 

 

Mais informações no site da FNE:

 

Sete meses depois a FNE está em condições de apresentar um caderno reivindicativo que permita uma evolução positiva nos atuais mecanismos de proteção na saúde para os trabalhadores da Educação a saber:

  • Um novo paradigma de prevenção, que impeça que os profissionais da educação atinjam níveis graves das doenças profissionais.
  • A atualização da lista nacional de doenças profissionais, tendo em conta a realidade nacional atual e nomeadamente incluindo o stress;
  • Inclusão no setor público do regime de Medicina do Trabalho já existente no setor privado (consulta médica periódica anual).
  • A eleição de representantes de Saúde e Segurança no Trabalho em cada agrupamento ou escola não agrupada.
  • O direito a uma formação contínua em Saúde e Segurança no Trabalho para todos os profissionais da educação.
  • A inclusão de pais e alunos na promoção de uma verdadeira cultura de Saúde e Segurança na comunidade escolar.
  • A necessidade de uma estreita colaboração entre as escolas, os Centros de Saúde e os hospitais.
  • A criação de uma base de dados não nominal de lesões e doenças profissionais de trabalhadores da educação, para efeitos estatísticos e de prevenção.
  • A prestação de consultoria jurídica e técnica aos profissionais da educação e às lideranças escolares sobre a execução da avaliação de risco nas escolas.
  • A inclusão da Saúde e Segurança no Trabalho na formação inicial dos professores.
  • O fortalecimento dos programas nacionais de saúde e segurança nas escolas.
  • A promoção do intercâmbio de boas práticas à escala nacional e internacional.

 

 

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Federação Nacional de Educação quer stress na lista de doenças profissionais – PÚBLICO

FNE exije admissão a concurso dos professores excluídos na Bolsa de Contratação de Escola | Sociedade | Diário Digital

Ministério de Educação anulou concursos mas manteve delegados regionais nos cargos – PÚBLICO

Cerca de oitocentos alunos do Agrupamento de Escolas Lima de Freitas participaram em marcha pela igualdade | Distrito Online

Mealhada: Teatro esgotado para ver 600 crianças a representar REGIÃO BAIRRADINA – Quinzenário de Informação Regional

ÉVORA TRAVA COMBATE AO INSUCESSO ESCOLAR | Tribuna Alentejo

Câmara ofereceu acesso à Escola Virtual aos alunos do 4.º ano – Local.PT

Correio do Minho – V. N. Cerveira: Agrupamento de Escolas reconhecido como Microsoft Showcase School

Professor inventa jogo que é alternativa ao desporto em dias chuvosos – Renascença

Noticias ao Minuto – Professores do ensino artístico sem ordenados, alguns há meio ano

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Para Breve Também o Fim dos Cursos Vocacionais

PS arrasa aposta educativa do anterior governo

 

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Vai acabar o ensino vocacional do 5.º ao 9.º ano. O básico volta a ser “integrado, global e comum a todas as crianças”

 

As 27 mil crianças que atualmente frequentam o ensino vocacional no básico (do 5.º ao 9.º anos) vão ser as últimas a frequentar esta via de ensino que prepara os alunos para uma profissão. O PS vai acabar com a grande bandeira de Nuno Crato, por considerar que os alunos são desviados muito cedo para um percurso alternativo. De acordo com o programa do governo socialista, os primeiros nove anos de escolaridade devem ser comuns a todas as crianças. Mais uma mudança na área da educação, na qual em poucas semanas de legislatura se acabou com as provas do 4.º ano e se introduziram alterações na prova dos professores contratados.

Ainda sem datas para o fim desta oferta nas escolas, pais e diretores antecipam que os alunos que estão nesta via vão poder terminar o seu plano de estudos (mesmo que implique ficarem até ao final do 3.º ciclo) antes de regressarem ao ensino regular ou profissional. Mas, se no próximo ano letivo já não existir vocacional, um estudante pode também fazer aí o 2.º ciclo (5.º e 6.º anos) e ser depois integrado do 7.º ao 9.º anos no ensino regular. Nestes casos, a maior dificuldade pode estar no facto de ter feito o ciclo anterior em apenas um ano e, logo, com menos horas e matéria dada a disciplinas como Ciências História ou Geografia.

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A Música em Estreia do Blog

Coldplay – Up And Up

 

Coldplay – Adventure Of A Lifetime (Official video)

 

 

E parece que Portugal anda na segunda ou terceira linha a nível de grandes concertos. 🙁

A ver vamos.

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“Animação, hoje é sexta!” (Balance e L’homme aux bras ballants)

Viva!

Hoje é sexta, noite de animação aqui pelo blog!

Para hoje deixo-vos duas excelentes propostas de animações: da Alemanha, uma que em 1989 ganhou o Oscar para a melhor curta metragem de animação – Balance e foi realizada por Wolfgang e Christoph Lauenstein. A segunda é L’homme aux bras ballants e foi realizada em 1997 por Laurent Gorgiard.

As mesmas, por esta ordem!

Bom fim de semana e até à próxima sexta!

 

 

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Projeto de Lei n.º 59/XIII/1.ª (PCP) – Revoga o Regime de Requalificação Docente

O PS continua a ser ultrapassado pelos partidos mais à esquerda na apresentação dos Projectos de Lei mais benéficos para os trabalhadores.

E quem vai acabar por ficar com o ónus das benfeitorias não será o PS, mas sim BE, PCP e PEV.

 

 
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Houve Rescisões Amigáveis em 2015 e Ninguém deu por Isso?

É que já em 2014 se tinha anunciado que o programa de rescisões amigáveis tinha parado para a administração pública.

E isso não era imprevisto para 2015.

E agora culpa-se os professores desse derrape orçamental por uma coisa que até queriam (rescisão amigável) e na qual não existiu qualquer programa em 2015 para isso.

 

PSD: Meta do défice ameaçada por fraca adesão de professores a programa de rescisões

 

Segundo explicou o social-democrata Duarte Pacheco, na dotação provisional “estava inicialmente previsto que houvesse um conjunto de professores que poderiam beneficiar do programa de rescisões amigáveis”, o que diminuiria a despesa com pessoal. Porém, “não foram muitos os que recorreram”, o que significa que se mantiveram no activo a ganhar os salários por inteiro, afirmou.

Assim, “essa verba tem de ser reforçada para fazer o pagamento desses salários”, acrescentou Duarte Pacheco.

 

 

 

 

Anterior Governo gastou em novembro 30% da almofada financeira

 

 

Dinheiro foi afeto a “despesas com pessoal do Ministério da Educação e do Ministério da Justiça”

O anterior Governo gastou em novembro pelo menos 278,3 milhões de euros da almofada financeira de 945,4 milhões de euros prevista no Orçamento do Estado para 2015 (OE2015), o equivalente a 30% daquele montante, segundo a UTAO.

 

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Aposta Para Hoje

Desta vez para um prémio mais tentador, 42 milhões.

 

euromilhoes 4 dezembro

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Opiniões… “O Tiago é um gajo porreiro”

Não gosto de falar de quem não conheço, de quem não tenho referências. Mas uma coisa é certa, estou na expectativa. Quais as ideias para a educação? O que se vai defender? O que reserva o futuro à educação em Portugal? Espero que as expectativas não saiam “furadas” como da ultima vez… e para fazer melhor não é necessário fazer muito… mas há muito que fazer.

 

(clicar na imagem) in P3 by João André

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Minuta a Solicitar a Isenção do Pagamento do Registo Criminal

Parece que todos largaram a toalha e o mínimo que se exige no momento é a gratuitidade do pagamento do registo criminal.

Discordo por completo dessa submissão à obrigatoriedade da entrega anual do registo criminal para TODOS os trabalhadores que lidem com menores.

Se por um lado compreendo a preocupação do estado (acrescida por uma orientação europeia sobre a protecção de menores contra a pedofilia), não posso concordar que todos os cidadãos que lidam com menores sejam considerados suspeitos de actos pedófilos.

Ao estado devia caber a denúncia dos pedófilos condenados à sua entidade patronal e não que todos sejam considerados suspeitos de um acto que é minoritário na nossa sociedade.

Não parece que esta formalidade absurda para 99,9% dos trabalhadores seja necessária, quando ao estado e aos tribunais devia caber a responsabilidade de denúncia desses casos. Não ~de forma pública, mas apenas para a entidade patronal do condenado.

No caso desta minuta do SINAPE chamo a atenção para a alínea que suporta o pedido da Declaração: “Declaração apenas necessária para quem integrou a carreira apenas depois de 2009“.

Podem perguntar a razão, mas no meu entendimento quem ingressou na carreira até 2009 não foi recrutado, mas sim nomeado. E disso já dei conta.

 

 

Mail que me chegou para divulgação.

 

 

O SINAPE disponibiliza esta minuta para o pessoal docente e não docente entregar no respetivo agrupamento a declaração que autoriza o pedido do registo criminal. Isto permite isentar o trabalhador das taxas de emissão daquele certificado. Basta copiar o conteúdo desta minuta, preencher e entregar na secretaria do agrupamento.

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