Este seria um grande feito do novo Ministro da Educação.
Mas para isso vai ser preciso lutar contra o poder de muitas escolas que pretendem manter e até aumentar o seu poder de decisão nas contratações de escola.
Dez 22 2015
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Dez 22 2015
Pela primeira vez desde a intervenção externa em Portugal, o ano civil vai terminar com mais professores contratados pelas escolas, num tímido aumento de cerca de dois mil
A queda abrupta do número de professores, com mais de 25 mil saídas em quatro anos (entre quadros e contratados), parece ter terminado – pelo menos no imediato -, com o ano civil a fechar, pela primeira vez desde a intervenção externa em Portugal, com um aumento global nas contratações.
O último indicador a confirmar esta tendência é o das contratações de escola (CE), mini-concursos em que os estabelecimentos preenchem vagas menos procuradas, como horários incompletos. De acordo com uma contabilidade do blogue Arlindovsky, especializado em temas de contratação, no primeiro período de aulas as escolas recrutaram por esta via 1142 docentes, mais 120 do que há um ano.
Somados aos indicadores das Bolsas de Contratação de Escolas – reservadas a escolas com contrato de autonomia ou estatuto de território educativo de intervenção prioritária – e aos 562 ingressos adicionais nos concursos nacionais, num total de 3782, os dados já permitem falar numa tímida retoma.
“Há um aumento, nas várias fases, de mais cerca de duas mil necessidades de contratação este ano”, confirma Arlindo Ferreira, professor e autor do blogue Arlindovsky. “Desde a Páscoa deste ano que a tendência tem sido de crescer. Pouco, mas têm havido mais contratações”. Arlindo Ferreira recorda ainda que esta evolução se dá num ano em que “entraram para os quadros 1500 professores que no último ano letivo eram contratados” sem que isso reduzisse – antes pelo contrário – as necessidades de contratação das escolas.
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Dez 21 2015
O próximo quadro apresenta as colocações em Contratação Inicial/Renovações e Reserva de Recrutamento de 2014/2015 e 2015/2016 até à data de hoje (ou seja, a última reserva de recrutamento não está considerada nos números de 2014/2015 para ser mais fiável a comparação destes dois anos).
Na segunda coluna de cada ano estão os horários pedidos em contratação de escola que já fiz análise aqui.
A terceira coluna de cada um dos anos lectivos tem o número de docentes retirados das listas das reservas de recrutamento por aceitação de uma BCE. Apenas se apresenta o número total de retirados porque a lista de retirados não diz em que grupo foram colocados em BCE.
Não sendo este um quadro muito fiável relativamente ao número de contratados a trabalhar, pois muitos deles podem ter sido colocados numa Reserva de Recrutamento e depois terem denunciado o contrato para serem colocados numa BCE, serve mais para se fazer uma comparação com o ano lectivo passado, pois o problema deste ano é exactamente igual ao do ano passado.
Mais uma vez se verifica um aumento de necessidades de contratados.
Apenas a BCE aparenta ter uma menor necessidade este ano do que no ano passado, mas tendo em conta que muitas das colocações de 2014/2015 foram anuladas por anulação da BCE é muito provável que também este ano existam mais docentes contratados a trabalhar do que no ano passado.
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Dez 21 2015
Basta inserirem a situação do agregado familiar, o número de dependentes e o rendimento bruto anual para saberem quanto vão pagar a menos em 2016 de sobretaxa do IRS.
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Dez 20 2015
O próximo quadro apresenta o número de ofertas em contratação de escola na aplicação SIGRHE durante o primeiro período desde o ano lectivo 2011/2012.
Desde o ano lectivo 2014/2015 as escolas TEIP e/ou com Autonomia passaram a fazer a contratação por Bolsa de Contratação de Escola e passou a ser praticamente impossível saber o número de necessidades e colocações nessas escolas.
Também não é fácil saber-se o número de necessidades em contratação de escola visto que estas ofertas apenas estão disponíveis para os candidatos a cada um dos grupos de recrutamento para os quais adicionaram uma habilitação.
Por isso, como imaginam, ter estes dados dos últimos 5 anos não foi uma tarefa fácil.
Ficam aqui os dados que disponho para se perceber alguma evolução por grupo de recrutamento.
Este quadro mais uma vez prova que as necessidades nas escolas estão a aumentar e já existem mais pedidos de horários em 2015/2016 do que em 2014/2015.
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Dez 20 2015
E quando acharem normal que qualquer meio serve para justificar o fim não estranhem se um dia for normal gravar-se as aulas para avaliar o comportamento de um professor.
Professora incentivava dança de kizomba nas aulas de inglês. Os rapazes dançavam com as mãos nas zonas íntimas das meninas.
Uma gravação áudio mostra o momento em que uma professora da EB23 da Cruz de Pau, no Seixal, dá uma reprimenda aos alunos durante uma aula. A professora já sabia que os pais tinham apresentado queixa no Ministério da Educação.
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Dez 19 2015
Simplesmente vergonhoso.
E os tipos que compram cartas de condução falsas?
Actuam de boa-fé?
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Dez 18 2015
Menos problemas nos concursos e perspetivas de valorização da escola pública são os aspetos mais positivos destacados pela comunidade educativa quando compara 2015 com o que sucedeu no início do ano letivo de 2014
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Dez 18 2015
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Dez 18 2015
E mais dois dias sem subsídio de refeição?
É preciso não esquecer que a tolerância de ponto não incide sobre a componente de trabalho individual, ok?
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Dez 17 2015
Desta vez tem a ver com as listas do 1º ciclo…
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/12/Proc.-n.º-3446_15.6BEBRG-–-Concurso-Interno-de-docentes-2015_2016.tiff”]
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Dez 17 2015
Sinopse dos assuntos apresentados pela Federação Portuguesa de Professores ao novo Ministro da Educação
I
Após termos sido a primeira organização representativa de Pessoal Docente a ser recebida pela Comissão de Educação e Ciência da A. R., nesta nova Legislatura, representámos hoje os seguintes tópicos nesta primeira reunião com a nova equipa governativa da pasta da Educação:
– Reposição dos índices remuneratórios e descongelamento das carreiras.
– Revisão da legislação sobre concursos com respeito pela graduação profissional de modo a torná-los mais justos. Extinção da BCE – Bolsa de Contratação de Escola, no caso das Escolas TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária) e com contrato de autonomia.
– Abandono da deriva da chamada municipalização da educação que poderia dar lugar a centralismos locais perversos.
– Reformulação dos horários de trabalho, art. 79º do ECD, componente letiva e não letiva.
– Pagamento das deslocações entre estabelecimentos de ensino do mesmo Agrupamento de Escolas.
– Redução do número de alunos por turma, que foi aumentado a pretexto da era da Troika.
– Redução dos programas curriculares demasiado extensos.
– Reflexão mais aprofundada e mais abrangente sobre os modelos de avaliação dos alunos dos 1º e 2º Ciclos.
– Alívio da burocracia e instabilidade profissional, e das condições laborais que provocam stress, bournaut, com revisão do regime jurídico das doenças profissionais.
– Regime Especial de Aposentação aos 36 anos completos de serviço, independentemente da idade.
II
Expusemos à equipa governativa o porquê de uma Ordem dos Professores:
– A Profissão Docente é uma profissão que – pela sua própria natureza – tem enorme relevância social.
– A Profissão Docente – que foi sendo construída socialmente ao longo dos séculos – tem saberes próprios, exige um determinado grau de especialização.
– A Profissão Docente – hoje em dia – não pode ser concebida como uma mera vocação. Há muito que – felizmente – se ultrapassou a conceção do Professor-Missionário.
– A Profissão Docente hodiernamente tem que dar resposta aos desafios da Escola de Massas, tem que atender todos os públicos que a procuram e que usufruem do direito constitucional à Educação e ao Ensino.
– À Profissão Docente cabe garantir não só o acesso, mas também o sucesso escolar e cívico dos alunos.
Em síntese, a Profissão Docente é uma profissão que se reveste de um caráter eminentemente Ético e Deontológico.
É esta a ordem de razões pelas quais a nossa Federação defende a constituição de uma Ordem dos Professores.
A exemplo do que, nos últimos anos, tem vindo a acontecer com outras profissões de caráter mais especializado, tentámos sensibilizar a tutela para a necessidade de se vir a criar uma Ordem dos Professores, para zelar pela função social e a dignidade da função docente.
Embora não se tendo reportado especificamente a cada uma das reivindicações expostas pela FPP e pela Pró-Ordem (com vista à constituição de Mesas Negociais sobre matérias específicas), o Senhor Ministro afirmou, genericamente, que existe abertura negocial e que, das questões apresentadas pelos sindicatos, surgirão muitas soluções e um diálogo frutífero. Assim o esperamos…
Lisboa, 17 de dezembro de 2015
P’la Direção Nacional
Filipe do Paulo
P.S. – As matérias específicas do Ensino Superior Politécnico e Universitário, público e privado, serão representados na audiência que iremos ter com o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
Também pode ser consultada em:
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2015/12/pedido-de-divulgacao-sinopse-dos-assuntos-apresentados-pela-federacao-portuguesa-de-professores-ao-novo-ministro-da-educacao/
Dez 17 2015

Pela manhã, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, reiterou que não tomaria decisões isoladas sobre os exames e que tencionava auscultar a comunidade educativa sobre o modelo de avaliação dos alunos e do sistema; à tarde, o primeiro-ministro, António Costa, deu como certo, no Parlamento, que as provas nacionais do 6.º ano e do 9.º são para manter. Uma aparente contradição que o PCP e o Bloco de Esquerda não valorizam. Defendem o fim das provas e não dão a discussão como encerrada.
A questão partiu da bancada do CDS-PP, no Parlamento. Durante o primeiro debate quinzenal de António Costa como primeiro-ministro, Paulo Portas quis saber se o socialista iria ceder aos seus “sócios” e aprovar o fim dos exames do 6.º e do 9.º anos, já proposto pela bancada comunista e defendido pelo Bloco de Esquerda (que anunciou a apresentação de um projecto de lei no mesmo sentido). Costa respondeu recomendando “a leitura do programa de Governo” que, disse, “é muito claro quanto às provas que serão mantidas” e do qual “não consta a eliminação das provas a que se referiu” Portas.
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Dez 16 2015
E facilmente sou capaz de encontrar alguns estudos que fiz que apontam para os mesmos números.
Este, este, este e em especial este são alguns exemplos, mas muitos mais poderia encontrar se fizesse uma pesquisa mais apurada.

Escolas perderam 30 mil docentes neste período, a maioria contratados, contabiliza um relatório do Tribunal de Contas que avalia o impacto da presença da troika no sector da Educação
Numa das áreas que mais teve de cortar durante a presença da troika em Portugal, os professores acabaram por ser os mais sacrificados. Cerca de 75% da redução da despesa do Ministério da Educação no ensino pré-escolar, básico e secundário foi conseguida graças aos cortes nos gastos com pessoal: menos 911 milhões de euros entre os anos de 2010 e 2014, contabiliza o Tribunal de Contas num relatório divulgado esta terça-feira.
O documento faz as contas ao impacto das medidas tomadas na área da Educação determinadas pelo programa de assistência financeira a Portugal e os números são reveladores. Entre os anos letivos de 2010/11 e 2014/15, o sistema viu o número de professores contratados cair para mais de metade (de 33.413 para 14.496) e o número de docentes dos quadros passar de quase 108 mil para 97 mil. Ou seja, menos cerca de 30 mil professores, sendo que o número de alunos apenas caiu 7,4%
O relatório do Tribunal de Contas encontra-se neste artigo.
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Dez 16 2015
O país ainda está em contenção financeira. Com o fim do exame do 4º ano cheguei a pensar que o estado ia ensacar uns milhões, pois os tais não se faziam de graça.
Esta semana cai a “bomba”, já esperada e antevista, voltam as provas de aferição. “A ideia é avaliar apenas o sistema educativo, se os programas curriculares estão a ser aplicados e apreendidos, sem que as notas sirvam apenas para passar ou chumbar os alunos.” Ora, se a ideia é mesmo essa, pode-se-lhe juntar a de poupar uns trocos?
Que fique claro que reconheço a necessidade de algum processo que nos permita aferir os percursos que a escola deve seguir. Mas daí a gastar o que faz falta às escolas e pode ser utilizado de forma bem mais útil, por exemplo, no combate ao insucesso, é que não reconheço necessidade. E por isso, porque não abordar o tema de outra forma?
Sou do tempo em que as provas de aferição não eram obrigatórias. Porque não faze-las pelo método de amostra? Selecionam-se 10% das escolas, aleatoriamente, e aplica-se as provas a essas escolas. Também considero que não há necessidade de serem feitas todos os anos, os programas não mudam todos os anos (quase, mas não mudam). Poder-se-ia, perfeitamente, proceder-se a esse levantamento de dados de 2 em 2 anos. Julgo que seria o necessário para avaliar o sistema educativo.
Com uma medida destas a aferição do estado do sistema educativo não sairia prejudicada e tiraria o peso da obrigação e dos Rankings de cima das escolas e dos seus “frequentadores”. E é claro, o déficit agradecia.
Já agora, ainda falta ser discutida e votada a proposta do PCP, Projeto de Lei n.º 45/XIII/1ª do PCP que elimina os exames de 2.º e 3.º ciclo do Ensino Básico, e pelo que percebi, tem a anuência de Pais e Encarregados de educação e professores. Mais uma forma de se poupar uns trocos e investi-los em medidas que realmente produzam bons resultados.
PS: Estou admirado por ainda ninguém se ter prenunciado sobre o fim do PET… mais uns trocos!
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Dez 16 2015
Foi publicado, hoje, o Parecer n.º 23/2015, da Procuradoria – Geral da República sobre o poder disciplinar da Inspeção-Geral da Educação e Ciência sobre os docentes do ensino particular e cooperativo.
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Dez 16 2015
A FNE que acordou esta quarta-feira com o novo ministro, Tiago Brandão Rodrigues, um método de consulta regular para rever temas importantes para os professores, como o regime de concursos e a composição das turmas.
E a FENPROF que também acordou reuniões este mês sobre os concursos e as condições de trabalho dos docentes.
Uma coisa são as expectativas criadas outra será o que realmente vai ser negociado com o MEC e por enquanto não vejo grandes motivos para que haja um contentamento assim tão grande.
Aguardemos para ver o que o novo Ministro da Educação irá propor nestas matérias em negociação.
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Dez 16 2015
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Dez 16 2015
Mais de metade dos professores quiseram rescindir, mas o pedido foi rejeitado por falta de verbas. Os salários dos 2.264 professores, que ficaram, representam 80 milhões.
A fraca adesão de professores ao programa de rescisões por mútuo acordo foi apontada, pelo PSD, como uma das principais razões para o uso de 278 milhões de euros, ou 30% da almofada financeira, em Novembro. Mas o Diário Económico sabe que a saída de professores, ao abrigo deste programa, só não foi maior pelo travão das Finanças.
(clicar na imagem) in Económico By Ana Petronilho
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Dez 16 2015
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Dez 16 2015
A presente auditoria foi prevista no Programa de Fiscalização da 2.ª Secção para 2015 como integrante da ação plurianual ao “Acompanhamento dos mecanismos de assistência financeira a Portugal” que teve início em 2012 com o objetivo de apreciar a implementação do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF), tal como expresso no Memorando de Entendimento sobre as Condicionalidades de Política Económica (MoU)
(clicar na Imagem)
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Dez 15 2015
… que se eliminem estes obstáculos à progressão dos alunos do ensino básico e que se trabalhe, segundo Catarina Martins, para a Felicidade.
Depois os pais que não se queixem das facilidades do sistema de ensino.
Começando por sublinhar que concordam com a decisão de eliminar os exames do 4º ano, os órgãos sociais da CNIPE entendem que o mesmo deverá acontecer com as provas nacionais de Matemática e Português do 2.º e 3.º ciclo.
“Promover o sucesso escolar deve ter por base um real investimento na escola pública (condições, número de alunos por turma, número de professores, objetivos, técnicos especializados…) e não a realização de exames que põem em causa a valorização de todo o trabalho e de todas as aprendizagens realizadas ao longo do ano letivo”, lê-se no comunicado divulgado pela presidente da CNIPE no final da reunião dos Órgãos Sociais, que decorreu em Viseu.
No entanto, caso o Ministério da Educação decida manter os exames do 6.º e 9.º anos, os encarregados de educação sugerem que sejam realizados fora do período letivo, para não perturbar o normal funcionamento das aulas.
A CNIPE critica também o Preliminar English Teste (PET), o novo exame de inglês obrigatório para todos os alunos do 9.º ano, considerando que “a escola pública não deve estar ao serviço de uma instituição privada” e que aquela prova “continua a criar desigualdades de acesso à certificação pela Cambridge já que é paga pelos pais”.
“Consideramos, também, que o facto de a certificação ser feita por uma entidade exterior ao Ministério e Educação é um completo desrespeito pela formação dos professores e professoras de Inglês e a todo o sistema público de ensino”, conclui a CNIPE.
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Dez 15 2015
A grande maioria dos docentes está enquadrada no 3º escalão da sobretaxa, pelo que em 2016 irão apenas pagar metade do imposto aplicado desde 2011.
Parece-me uma medida adequada esta reposição gradual da sobretaxa.
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Dez 15 2015
… embora neste país, todos sabemos, que as negociações valem o que valem!!!
Como já tinha referido, aqui e aqui, os exames iriam ser substituídos por algo semelhante, fosse o regresso das provas de aferição ou algo diferente, mas do género.
Parece que o novo Ministério vai optar pelo regresso das Provas de Aferição… A máquina necessita de números ou então como se continuaria “A farsa (e a afronta) dos rankings escolares” (por Mário Cordeiro)…
Amanhã, o novo Ministério da Educação de Tiago Brandão Rodrigues começa a ouvir os sindicados para, entre outros temas, discutir o regresso das provas de aferição.
Ministério da Educação discute regresso das provas de aferição com sindicatos
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Dez 14 2015
Exmos deputados da Assembleia da República Portuguesa e exmo Ministro da Educação
Nos últimos anos a Escola Pública, e quem lá trabalha, tem sido alvo de severos desinvestimentos e retrocessos. O aumento do número de alunos por turma, a diminuição de professores, psicólogos e funcionários, as revisões curriculares injustas e o fim da gestão democrática nas escolas são apenas alguns exemplos. Os mais prejudicados foram as crianças e jovens do nosso país porque foram impedidos de desenvolver todas as suas potencialidades, algo imprescindível para construir uma sociedade que se pretende cada vez mais justa e democrática.Em novembro de 2015 entrámos num novo ciclo político, em que pela primeira vez partidos que votaram contra muitas destas medidas constituem uma maioria absoluta na Assembleia da República e suportam o governo atual.
Os professores e os cidadãos abaixo-assinados solicitam que se concretize desde já um tempo novo na Escola Pública nas seguintes áreas:
– redução do número máximo de alunos por turma;
– aumento do número de técnicos superiores especializados (psicólogos escolares, terapeutas, assistentes sociais, etc.) e assistentes operacionais;
– fim da Bolsa de Contratação de Escola. Ordenação apenas por graduação profissional em todos os concursos, tornando-os mais céleres e
transparentes;– dotar o sistema de ensino de estabilidade ao nível das políticas educativas e dos currículos. Repor disciplinas e pares pedagógicos extintos;
– devolução da democracia às Escolas, repondo um órgão colegial na direção, eleito por quem está nas escolas, declinando o poder unilateral do diretor.
Algumas destas medidas não representariam custos acrescidos para o Estado. Mas, mesmo que assim fosse, está provado que a produtividade relaciona-se, também, com a qualidade da formação dos seus cidadãos. Sem educação um país não tem futuro!
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Dez 14 2015
24 de novembro de 2015
Bem sei que no dia 24 de Novembro de 2015 ainda não era oficial a eliminação do exame do 4º ano, mas tudo se perspectivava já nessa altura.
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Dez 13 2015
… por utilizar a sua filha menor para gravar as conversas dentro de uma sala de aula?
Insultos, palavrões e muitos gritos. Uma pressão constante exercida pela professora Maria do Céu Almeida sobre os 23 alunos, do 2º ano, da EB1 da Ortigueira, em Palmeira, Braga, e que foi descoberta pelo pai de uma das crianças: colocou um gravador na mochila da filha e ficou horrorizado com o ambiente vivido na sala de aula.
Vai fazer uma queixa contra a docente no Ministério Público e a filha, de sete anos, só volta às aulas quando a professora – e diretora da EB1 – for substituída.
Burros, estúpidos, parvalhões e patetas são alguns dos nomes que se ouve a docente chamar aos alunos que, amedrontados, tentam ler algumas palavras, entre os berros da professora. Chega mesmo a gritar: “Já não sabe a m… da letra”, e a fazer ameaças: “é bom que tu leias […], nem sei o que vou fazer contigo”, ouve-se.
“A minha filha estava estranha, sobretudo no início do ano. Não aprendia, não queria falar da escola e ficava violenta. Chegava a casa com as cuecas sujas. Mas só à semana”, recorda o pai. “Não consegui ouvir tudo de uma vez. É horrível o que ela faz à minha filha e aos coleguinhas. Eu sei defender-me, eles não”, diz. Exige a mudança de professora e comunicou o caso à Comissão de Proteção de Crianças e Jovens.
O CM tentou, este sábado, sem sucesso, ouvir a professora e o agrupamento de escolas.
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