3 Artigos de Opinião Sobre os Rankings das Escolas, no Jornal Público

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Uma questão de liberdade e de equidade

 

A ilusão dos rankings das escolas

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8 comentários

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    • Sílvio Miguel on 12 de Dezembro de 2015 at 20:48
    • Responder

    crato, só te queria dizer que ontem foi um dos dias mais importantes da minha vida com a revogação do Regime de Requalificação Docente que tu implementaste por 11 meses e no qual pretendias incluir-me aquando da saída da Lista Provisória de Requalificação. Não o conseguiste. As irregularidades foram muitas como apresentei no Recurso Hierárquico enviado.

    Foste-te embora e não me explicaste porque é que uma colega colocada na Lista de Mobilidade Interna do ano letivo 2014/2015 posicionada 80 lugares abaixo de mim entrou à minha frente num Agrupamento de Escolas perto da minha área de residência e para o qual concorri.

    O que eu considero por honestidade e profissionalismo foi, após ter que enfrentar todos estes condicionalismos da Requalificação e perante as alternativas preconizadas pela DGAE e DGesTe para a minha colocação, ter optado por não prejudicar os meus alunos das AEC do 1º e 2º Anos de Escolaridade sacrificando assim a minha vida pessoal em termos de família e economicamente.

      • rui on 13 de Dezembro de 2015 at 20:36
      • Responder

      O Sílvio já deu ao país e ainda dará muito do seu profissionalismo ao país.Tem todo o direito a ser-lhe dado uma oportunidade dentro do sistema em vez de ficar atrás dos contratados que entram para o quadro com 365 dias de ensino público depois de terem estado muito bem instalados no privado.Sou pelo fim dos horários zero .Nada mais admissões enquanto houver professores do quadro sem alunos.Já chega de concursos extraordinários para os contrtados

        • Sílvio Miguel on 14 de Dezembro de 2015 at 0:23
        • Responder

        Rui, no meu caso só fui parar à Lista Provisória de Requalificação porque acabaram com o Par Pedagógico no grupo 240 o que me levou a entrar em horário zero no meu Agrupamento e porque em jan. 2015 o MEC/DGAE e DGesTe cometeram várias irregularidades e ilegalidades na colocação de professores em RR e nas colocações arbitrárias, por telefone, em Equipas Multidisciplinares, PIEF, Fundação contra a SIDA.
        Muitos dos colegas aí colocados ficaram caladinhos que em ratos com receio de ainda poderem ir parar à Requalificação por denuncia. Uma verdadeira vergonha. Eu não os denunciei publicamente para não perderem o seu lugar. Eu dei a cara por essa causa. Corri muitos riscos, mas valeu a pena. Quem tem a razão do seu lado não tem receios, venha quem vier.

        É bom que Portugal saiba do que essa gentinha era capaz de fazer.

    • Maria Silva on 13 de Dezembro de 2015 at 9:54
    • Responder

    Caro colega, Sílvio compreendo-o e sou solidária para com a sua indignação, em relação a todas as injustiças de que foi vítima daquela “escumalha”.
    Não deixe de lutar por aquilo a que tem direito!..
    Mas infelizmente somos uma classe sem classe, cada um a olhar para o seu umbigo…

      • Sílvio Miguel on 13 de Dezembro de 2015 at 12:54
      • Responder

      Obrigado Maria Silva pelo apoio demonstrado.
      Temos que reverter esta situação da classe estar dividida. Houve tempos em que era bem diferente havia união, solidariedade e cooperação. Tínhamos orgulho de ser professores.
      Existiam outros Ministérios e Instituições Públicas que nunca conseguiram ter esta união e força. Por isso, alguma desta gentinha oportunista do governo aproveitou essa situação para nos afundar a todos. Mas se quisermos eles nem imaginam o poder reivindicativo que a classe dos professores pode ter.
      No meu tempo, se nos tivessem dado a força necessária, só os professores “Contratados” chegavam para colocar o país em estado de choque com
      o recurso a uma greve às avaliações.
      Foi triste ver os nossos colegas humilhados com a PACC.
      Alguma dessa gentinha que entra para a Assembleia da República é que
      necessitava de uma PACC para avaliar a sua situação mental.

    • João Trindade on 13 de Dezembro de 2015 at 10:29
    • Responder

    O problema não foi solucionado, só chanatado, o que se vão fazer aos muitos professores sem horário? vão continuar a ser um peso morto para o país? não podemos estar a pagar para quem está parado. Vamos inventar coadjovâncias ? engraçado há uns anos atrás, antes a morte que aulas assistidas, mas agora tudo bem, lol.

    • benvinda branquinho on 13 de Dezembro de 2015 at 13:55
    • Responder

    Julgo que se não deve brincar com a Educação dos Portugueses.
    O facilitismo e o ” deixa passar” são o caminho mais rápido para acentuar as desigualdades sociais que interessam que existam a muito boa gente que se diz preocupada com o próximo e com a Educação.
    Não se presta um bom serviço ao País , nem aos Portugueses , quando se abolem exames e se reduz na exigência aos alunos, bem pelo contrário .
    Para haver IGUALDADE , LIBERDADE E DEMOCRACIA a Educação tem e deve ( no meu entender) ser exigente para todos porque só assim os mais pobres conseguirão ” um lugar ao sol”.
    Interessa que haja analfabetos com diplomas, a muita gente, INFELIZMENTE.
    Aproveito para desejar um Santo e Feliz Natal a todos os Portugueses em ESPECIAL AOS PROFESSORES.

  1. Sobre a equidade à moda do Crato, que é como quem diz: queremos que os filhos dos pobres tenham oportunidades, mas não demasiadas nem que os façam chegar longe demais…
    https://escolapt.wordpress.com/2015/12/13/nuno-crato-e-a-equidade/

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