A diferença entre as notas internas e externas nas disciplinas sujeitas a exame nacional é, de certa forma, uma false flag. O verdadeiro crime está a ser cometido nas disciplinas não sujeitas a exame.
Falta de controlo? Descobriram agora isso?
Então… onde estava o Ministério na abertura de turmas?
Onde estava o Ministério nos horários ilegais dos docentes?
Onde estava o Ministério na “taxa de matrícula” cobrada aos pais?
Onde estava o Ministério quando obrigaram os docentes a devolver o subsídio de férias e o subsídio de Natal?
Onde estava o Ministério quando construíram os colégios?
Onde estava o Ministério quando denegriram a imagem da Escola Pública e cativaram com isso os melhores alunos?
Onde estava o Ministério na demora do envio dos processos dos alunos para outras escolas?
Onde estava o Ministério quando professores da Escola Pública ficaram com horário-zero, enquanto nos colégios era autorizada a abertura de mais e mais turmas?
Onde estava o Ministério nas “negociatas” com o poder local?
Onde estava o Ministério quando permite que um colégio funcione sem pavilhão desportivo?
Onde estava o Ministério quando muitos docentes denunciaram a chantagem, a pressão e as ilegalidades?
Onde estava o Ministério quando se falou de um “polvo de ilegalidades e terror”?
Ora… Tretas!
Ano de eleições: “vamos ver se mostramos que estamos a fazer alguma coisa”.
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A diferença entre as notas internas e externas nas disciplinas sujeitas a exame nacional é, de certa forma, uma false flag. O verdadeiro crime está a ser cometido nas disciplinas não sujeitas a exame.
Falta de controlo? Descobriram agora isso?
Então… onde estava o Ministério na abertura de turmas?
Onde estava o Ministério nos horários ilegais dos docentes?
Onde estava o Ministério na “taxa de matrícula” cobrada aos pais?
Onde estava o Ministério quando obrigaram os docentes a devolver o subsídio de férias e o subsídio de Natal?
Onde estava o Ministério quando construíram os colégios?
Onde estava o Ministério quando denegriram a imagem da Escola Pública e cativaram com isso os melhores alunos?
Onde estava o Ministério na demora do envio dos processos dos alunos para outras escolas?
Onde estava o Ministério quando professores da Escola Pública ficaram com horário-zero, enquanto nos colégios era autorizada a abertura de mais e mais turmas?
Onde estava o Ministério nas “negociatas” com o poder local?
Onde estava o Ministério quando permite que um colégio funcione sem pavilhão desportivo?
Onde estava o Ministério quando muitos docentes denunciaram a chantagem, a pressão e as ilegalidades?
Onde estava o Ministério quando se falou de um “polvo de ilegalidades e terror”?
Ora… Tretas!
Ano de eleições: “vamos ver se mostramos que estamos a fazer alguma coisa”.