Anos de Serviço dos 461 Docentes Que Considerei Poderem Vincular

… este ano pela norma travão.

 

A moda por grupo de recrutamento encontra-se assinalada a amarelo.

Os grupos com ocorrências de idade mais levadas são os grupos 320 – Francês, 430 – Economia e Contabilidade e 560 – Ciências Agro-Pecuárias.

O inverso ocorre no grupo 350 – Espanhol.

Como estes dados apenas retratam as colocações pela DGAE é possível que as médias dos anos de serviço baixem quando forem identificados os docentes que em pelo menos um dos cinco anos ficaram colocados em escolas TEIP e/ou com Autonomia.

Dizem-me que existem colegas que o único serviço que prestaram até hoje foi em escolas TEIP e tiveram renovações sucessivas, estando atualmente em condições de vincular este ano com apenas 5 anos de serviço.

 

anos dos 461

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12 comentários

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    • Luis Carlos on 4 de Fevereiro de 2015 at 22:26
    • Responder

    Vincular por ter estado 5 anos em escolas TEIP, sabendo as vigarices que foram feitas na selecção desses professores é simplesmente criminoso. Há professores com dezenas de anos de serviço que não conseguem vincular porque tiveram o azar de ter estado parte do ano sem colocação. Repito mais uma vez: é criminoso!!!

      • jorge on 4 de Fevereiro de 2015 at 23:25
      • Responder

      Concordo 200%!! É vergonhoso o que estou a assistir na minha escola. Os professores novatos nem sabiam que estão a beira de entrar para os quadros, com 5, 6 anos de serviço!! Inacreditável

      • Croissants on 4 de Fevereiro de 2015 at 23:43
      • Responder

      Alguns deles com contratos anulados pelo MEC e que só continuaram a lecionar por uma providência cautelar (mas viram esses mesmos contratos renovados).
      Até se pode dizer de onde vão sair esses professores: Manuel da Maia, Pintor Almada Negreiros, Vialonga, Damaia, Prof. Agostinho da Silva ou Azevedo Neves.Isto só na Grande Lisboa.

        • magda on 4 de Fevereiro de 2015 at 23:50
        • Responder

        E renovaram 5 anos? Impossível. Parece-me que são histórias inventadas para terminar com a única coisa positiva que este governo colocou na legislação ainda que peque por ser muito exigente… numa empresa vincula-se com 3 anos.

          • sandra s. on 5 de Fevereiro de 2015 at 0:07

          magda, é verdade que numa empresa se vincula com 3 anos… mas sabe que, se essa norma fosse aplicada na década anterior, há muito que os que aqui andam a contrato estariam vinculados e nem se falaria em norma travão nenhuma. Sabe porquê??? PORQUE OS LUGARES JÁ ESTARIAM OCUPADOS HÁ MUITO…. foi porque se explorou e continua a explorar os professores contratados mais antigos que agora é permitido que alguns entrem para os quadros e esses continuem na precariedade.
          É isto que tem de ser denunciado.

          • desalinhada on 5 de Fevereiro de 2015 at 9:39

          concordo. É vergonhoso. Nesta primeira fase, a norma travão devia ser a graduação/anos de serviços e depois a partir de x data, por exemplo, poderiam criar essa norma travão. Enfim, sem comentários… é revoltante, Madga. Vou no 18 ano letivo, já andei a 400 km de casa, a trabalhar sempre para o MEC! E se fosse no privado!???…. Não acredita, pensa que são histórias inventadas.!! Não sabe do que fala, veja o quadro do Arlindo e confirme as pessoas com mais de 3 contratos renovados sucessivos….

    • desalinhada on 5 de Fevereiro de 2015 at 9:33
    • Responder

    Arlindo, é realmente vergonhoso o que se passa. No meu caso particular (Port./Francês) nem vou ser ultrapassada por ninguém. Infelizmente, não há colegas do 300 nessa situação e do 320, os colegas (8) têm mais tempo de serviço! Eu tenho quase 15, a trabalhar há 18 anos. Mais injusto ainda, esses colegas com apenas 1465 dias (salvo erro- decreto-lei 81 A de 23 de maio de 2014), contratos completos e sucessivos, passam a receber pelo índice 188. Onde está a justiça? Quem trabalha há 15 recebe menos do que quem tem 5 anos de serviço! Tantas injustiças…

    • Ana Saraiva on 5 de Fevereiro de 2015 at 12:16
    • Responder

    A norma travão é muito injusta. Tenho quase 18 anos no ensino (grupo 410) e não vou efetivar porque não tive, nos últimos 2 anos letivos, o início da colocação a 1 de setembro. Outros colegas, com menos tempo de serviço e colocados em Teip, podem ter a sorte de o conseguir. A vinculação de professores sucessivamente contratados
    não deveria ser um jogo de sorte ou azar.

    • Catarina on 5 de Fevereiro de 2015 at 12:43
    • Responder

    Boa tarde…não estaremos todos a interpretar mal a lei?? essa tal norma-travão que se fala tanto não será apenas para cálculo do número de vagas a abrir em cada grupo de recrutamento em determinado qzp, que irão para concurso por lista de graduação?? Existe alguma lei que diga que a pessoa que abre essa vaga (com as tais 4 renovações ou 5 anos consecutivos no grupo) fica com o lugar, vinculando??!! Não sei…acho que é tanta injustiça que devemos estar a interpretar mal a lei….lol….

    1. Os que abrem a vaga concorrem na 1 a prioridade os outros na segunda. Por isso a vaga em principio será deles.

    • Nanda on 5 de Fevereiro de 2015 at 15:41
    • Responder

    Às vezes saber o que outros passaram ajuda…

    Tenho 21 anos de serviço e trabalho a 480 Km de casa. Percorri o país de norte a sul.
    Houve um ano que fiquei tão longe de casa, que saía de casa às 10.00 horas de
    domingo para chegar à localidade onde trabalhava por volta das 21.30H (automóvel
    – autocarro – comboio A – comboio B – táxi- autocarro- automóvel de uma
    colega). Fazia este percurso de 15 em 15 dias. No ano a seguir, tive a sorte de
    ficar numa localidade, para onde tinha de apanhar apenas dois autocarros. Mas como tinha aulas sexta à tarde, o primeiro autocarro deixava-me à meia noite noutra localidade (às vezes na estrada) à espera que passasse o segundo (expresso de LX). Este, por sua vez, só
    passava nessa localidade quando trazia passageiros. Houve muitas vezes que,
    apesar do tempo de espera, o autocarro não passou. Nessa altura ainda não se
    vendiam telemóveis, por isso eu tinha procurar um café aberto para telefonar a
    alguém da família para me ir buscar (fazer 60 Km à uma hora da manhã).
    Num outro ano letivo, fiquei colocada numa escola C+S (atual EB2,3) de uma pequena
    vila. A idosa com quem eu morava não tinha televisão…ao fim de semana não havia
    transporte, nem biblioteca aberta….Restava-me preparar aulas, ler e dormir.
    Houve um dia que tive de telefonar para casa a perguntar: “que dia é hoje: domingo
    ou segunda?” Sentia-me triste? Não. Tinha esperança de, mais tarde ou mais cedo,
    ficar no quadro e posteriormente aproximar-me da minha residência. Estou no
    quadro? Sim. E, isso é bom? Não sei, não consigo ter esse sentimento, houve
    muitas coisas que perdi! Consegui aproximar-me? Não (o suficiente). Tentei?
    Sim, muitas vezes. Tenho esperança? Já tive, hoje não! Perdi muito? Sim, mas
    não perdi a vida nem a dignidade. Atestados? Nos dias em que dei à luz (felizmente) e licença de maternidade.
    Parece muito…mas é apenas uma pequena parte. A redação não está boa…é o pouco
    tempo que tenho. Perguntam: “E o carro”? Não, ainda não tinha…mas mesmo que tivesse não o poderia usar…portagens, gasolina,…. Hoje posso, felizmente!

    • Carlos Matos on 6 de Fevereiro de 2015 at 0:28
    • Responder

    Para quem diz que não é possível terem 5 anos de renovações em TEIP, que consultem as listas de renovação ou de ordenação, onde consta o código da escola onde se encontravam colocados no ano anterior, e vejam se mais de 75% não são das cunhas das TEIP, então das escolas da grande Lisboa principalmente a Prof Agostinho da Silva onde quase todos os docentes de 1º ciclo, se fossem a concurso pela sua graduação, não teriam trabalhado um mês nos anos 12/13 e 13/14.
    Para além de a grande maioria ir vincular, ainda foram reunindo ao longo destes anos de cunhas tempo de serviço que agora é hiper valorizado na bosta da BCE, enquanto centenas, senão mesmo milhares de colegas com mais experiência e graduação ficam a ver uma vaga de QZP ocupada por um alpinista….

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