Usem Como Bem Entenderem

O que gostaria de perguntar ao ministro da Educação?

 
 

Em dia de regresso às aulas, o ministro da Educação vem à SIC responder às perguntas que preocupam pais, alunos e professores. Clara de Sousa entrevista Nuno Crato, esta quinta-feira, no Jornal da Noite. O que gostaria de perguntar ao ministro? Deixe-nos as suas sugestões na área de comentários, mais abaixo nesta página.

 
As perguntas têm de ser colocadas na caixa de comentários do link da Sic, ok?
Já sabem que o ministro não lê blogs.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2013/09/usem-como-bem-entenderem/

69 comentários

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    • José on 11 de Setembro de 2013 at 14:39
    • Responder

    Se não fosse um mau Ministro, o que gostaria de ser?

    • Alt on 11 de Setembro de 2013 at 14:42
    • Responder

    Quando é que se demite?

    Como estão as negociações para o lugar de avanço nos CTT?

    Acredita mesmo nas inverdades que não para de emitir para enganar o pagode?

    • Mário Pavao on 11 de Setembro de 2013 at 14:43
    • Responder

    Vai continuar a destruir a Escola Pública?

    • Maria on 11 de Setembro de 2013 at 14:46
    • Responder

    Não colocar, na devida altura, os professores necessários ao normal arranque do ano letivo, contribui para o ensino de qualidade que o senhor tanto apregoa?

    • Maria on 11 de Setembro de 2013 at 14:46
    • Responder

    Por que razão os professores do quadro podiam permutar até 19 de agosto – ANTES de conhecerem o resultado do concurso- e agora não o podem fazer?
    ou
    A escola pública vai perder milhares de alunos nos próximos anos. E as privadas?

  1. Done. Resta saber se alguma das questões será colocada.

    • hbccosta79 on 11 de Setembro de 2013 at 14:48
    • Responder

    Qual o estudo que sustenta a revisão curricular? Se este ano letivo há mais rigor porque razão nao houve o ano passado?

    • Joaquim Bastinhas on 11 de Setembro de 2013 at 14:49
    • Responder

    Goasta mais de passear, ou de levar no c*?

    • Teresa Gomes on 11 de Setembro de 2013 at 14:50
    • Responder

    Se fosse professor contratado, obrigado a concorrer a dois qzp’s e tivesse filhos que frequentavam o pré-escolar/1ºciclo, como se sentiria neste momento sem saber a sua colocação e a escola que os filhos iam frequentar?

    • Augusto Moura on 11 de Setembro de 2013 at 14:50
    • Responder

    A pergunta poderá ter algo de misterioso, mas ficará para memória futura: O que irá fazer o Senhor Ministro da Educação, Prof. Nuno Crato, daqui a pouco mais de quinze dias, depois de sair do Governo? Fica o registo.

    • Isa on 11 de Setembro de 2013 at 14:51
    • Responder

    Como se sente, sabendo que em dois anos destruiu o que levou décadas a construir ?

  2. Tem família?
    Tem dois filhos que neste momento não sabem para que escola vão, porque a mãe simplesmente não sabe para onde vai e se vai?
    Não precisa do seu ordenado para se governar?
    Os professores não merecem ser respeitados?
    Os alunos não merecem ter uma escola com qualidade?

    Senhor ministro comente a seguinte afirmação: “Deduzo que foi um péssimo professor, uma vez que põe em causa a qualidade do ensino que formou todos os professores deste país.”

    • MBH on 11 de Setembro de 2013 at 14:53
    • Responder

    Porque exige aos professores contratados uma prova de ingresso na carreira e permite que professores do quadro leccionem disciplinas para grupos disciplinares nos quais não são profissionalizados, nem nunca as leccionaram?

      • FarinhaDoMesmoSaco on 11 de Setembro de 2013 at 15:06
      • Responder

      É uma excelente questão. Tem que ser na caixa de comentários da Sic!!!

        • Susana on 11 de Setembro de 2013 at 16:03
        • Responder

        Muito Boa essa questão. Também concordo plenamente que esteja na caixa de comentários da SIC!

      • Profa farta de medíocres on 11 de Setembro de 2013 at 22:32
      • Responder

      Excelente questão.

      • PL on 12 de Setembro de 2013 at 10:51
      • Responder

      De salientar que:

      Diário da República, 2.ª série — N.º 111 — 11 de junho de 2013; Despacho normativo n.º 7/2013; Artigo 1.º, ponto 3: “Os docentes dos ensinos público, PARTICULAR E COOPERATIVO” [NOVIDADE ESTE ANO!!!] “podem, independentemente do grupo pelo qual foram recrutados, lecionar outra disciplina ou unidade de formação do mesmo ou de diferente ciclo ou nível de ensino, desde que sejam titulares da adequada formação científica e certificação de idoneidade nos casos em que esta é requerida.”

      Em vez de se atender aos Grupos de Recrutamento, podem verificar-se as seguintes situações na distribuição de serviço docente: p. ex., um docente do 2.º ciclo que não tendo horário no respetivo grupo de recrutamento poderá lecionar no ensino secundário, pois o ponto 3 do referido artigo, assim o permite, ou seja, o dito professor poderá, então, lecionar disciplinas sujeitas a Exames Nacionais, não possuindo qualquer Habilitação Profissional ou Própria! (basta ter adequada formação científica!?).
      Em consequência disso, os docentes com habilitação profissional ficam com horário “zero” e, no caso dos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo são despedidos.
      Com esta prática, os alunos e Encarregados de Educação poderão questionar a competência dos professores. Na prática, geram-se situações perversas e de certeza que não abona a qualidade do ensino!
      Até porque a não aplicação da qualificação profissional na distribuição de serviço docente, em detrimento da habilitação “adequada”, poderá ser considerada de legalidade duvidosa, pois segundo a lei, “a profissão docente é certificada por uma qualificação profissional.”

      PS: Não consigo colocar esta informação no site da SIC, quem pretender fazê-lo tem a minha permissão.
      http://sicnoticias.sapo.pt/programas/2013/09/11/o-que-gostaria-de-perguntar-ao-ministro-da-educacao

    • Paula on 11 de Setembro de 2013 at 14:53
    • Responder

    Porque razão destrói a escola pública diminuindo o seu orçamento e ao mesmo tempo dá dinheiro aos colégios privados? Quais são os interesses que daí advêm?

      • 420geo on 11 de Setembro de 2013 at 15:25
      • Responder

      Também merece ir para a caixa de comentários da sic…a ver vamos se irão confrontar o Sr Ministro da (des)educação

      • maria on 11 de Setembro de 2013 at 16:21
      • Responder

      Muito boa. Coloca na caixa da sic

      • Profa farta de medíocres on 11 de Setembro de 2013 at 22:34
      • Responder

      Pergunta colocada por alguém que não lê, o que é normal entre professores. O ensino privado desceu o financiamento de 300 milhões para 200 milhões nos últimos 2 anos.

    • Sara on 11 de Setembro de 2013 at 14:57
    • Responder

    Tenho três filhos, um dito “normal”, um autista e outro com paralisia cerebral. Quero colocá-los a todos no mesmo colégio par questões de organização familiar, financeira e de me sentir mais segura sabendo que estão todos juntos. O Srº Ministro garante que ficam todos no mesmo colégio?

      • Profa farta de medíocres on 11 de Setembro de 2013 at 22:36
      • Responder

      Não mete na escola pública porquê? Não tem confiança nos directores imbecis e nos professores esquerdistas?

    • José on 11 de Setembro de 2013 at 14:59
    • Responder

    Pessoal, estas questões têm de ser colocadas na “caixa” da SIC.

    • Alberto on 11 de Setembro de 2013 at 15:06
    • Responder

    Apenas colocaria a seguinte pergunta, muito ingénua:
    Por que odeia tanto Portugal?

    • claudia alves on 11 de Setembro de 2013 at 15:09
    • Responder

    Como é possível as aulas iniciarem com normalidade sem professorescolocados?

    • Maria on 11 de Setembro de 2013 at 15:10
    • Responder

    Quanto ….cai dentro dos seus bolsos?

    • Ana on 11 de Setembro de 2013 at 15:10
    • Responder

    Tenho duas perguntas essenciais: 1ª – Qual o fundamento lógico, racional, para a obrigatoriedade de contratados concorrerem a 2 qzp? Por exemplo, eu encontro um fundamento para o alargamento dos qzp, embora não concorde com ele como é óbvio e tenha sido golpe muito baixo, pois quando os colegas concorreram para um determinado qzp, ele correspondia a uma área específica, caso contrário, poderiam até nem ter concorrido mas, no entanto, encontro uma lógica – reduzir os horários 0. Agora por mais que me esforce, não encontro qualquer argumento válido que sustente a obrigatoriedade de contratados serem obrigados a concorrer a 2. Gostaria imenso que ele me esclarecesse. É que se não fica lá um contratado, fica outro, pagam o mesmo, gastam o mesmo,…
    2ª – Sem discutir a legitimidade da prova a que querem submeter os contratados, que afirmo já ser contra, não com medo dela mas por não lhe reconhecer qualquer valor e legitimidade, mas, assumindo um estado momentâneo de loucura e até concordando com o S. Ministro de que essa prova visa promover um maior rigor e profissionalismo em todo o processo de ensino aprendizagem, a minha pergunta é a seguinte: se o ministro considera que para esse rigor é necessário que um professor (a) licenciado no seu grupo de recrutamento; (b) profissionalizado no seu grupo de recrutamento; (c) com experiência no seu grupo de recrutamento; (d) avaliado anualmente no seu grupo de recrutamento, precisa de se sujeitar a um exame para se avaliar se ele está científica e pedagogicamente preparado para lecionar no SEU grupo de recrutamento; COMO É QUE ENTÃO É POSSÍVEL QUE O MESMO MINISTRO tenha dado instruções aos diretores para que pudessem pôr professores do quadro a lecionar (a) num grupo em que não são licenciados; (b) num grupo em que não são profissionalizados; (c) num grupo em que nunca tiveram qualquer tipo de experiência não estando por exemplo a par do programa, quanto mais dos conteúdos; (d) nunca tenham sido avaliados nesse grupo e neste caso. Parece-me aqui haver uma grande contradição, mas isso sou eu a pensar…. É o mesmo que dizer: tu que és cozinheiro, vai fazer um exame que mo prove, tu que nunca puseste os pés na cozinha, vai fazer-me o almoço!!!!!!

      • 420geo on 11 de Setembro de 2013 at 15:27
      • Responder

      excelente colega

      • tecas on 11 de Setembro de 2013 at 16:48
      • Responder

      Ana,
      excelente argumentação!
      Falta perguntar ao sr. crato, se este “rigor” inclui as turmas com 30 alunos, a redução do número de psicólogos escolares, etc.

    • Marta on 11 de Setembro de 2013 at 15:18
    • Responder

    se, para dar o exemplo não gostaria também de fazer um exame de competências, ou será que tem receio de não conseguir sequer preencher o cabeçalho?? Não agora a sério!! Se se sente bem e se está contente por ficar conhecido na história como o carrasco da educação!

    • Maria Santos on 11 de Setembro de 2013 at 15:21
    • Responder

    Como pode assumir um concurso de professores tão fraudulento?
    Porque razão não alargaram o prazo para as escolas indicarem os horários disponíveis e, de uma só vez, colocarem os respetivos docentes mediante a respetiva graduação? Porquê esta total falta de transparência nas Escolas TEiP e de Autonomia?! Como se pode autorizar renovações de contratos a professores contratados se há tanto professor do quadro por colocar?
    Garantidamente, há escolas que não enviaram os horários disponíveis por falta de tempo e outros casos, mais grave, por total má fé, em que se constatam já determinados malabarismos para guardar horários para o “amiguismo”. Isto é inadmissível num verdadeiro estado de direito democrático!
    Como pode, ainda, sr. Ministro advogar uma maior autonomia nas escolas se ao concentrar todo o exercício do poder numa só pessoa – o diretor – dá azo a que se promova a total falta de equidade e transparência?!
    Sou uma mera professora do Quadro de Zona Pedagógica com quase 20 anos de serviço, prestes a ser recambiada para uma escola a 200kms da minha área de residência, simplesmente porque nas escolas que prioritariamente selecionei vão ficar colegas contratados já com o horário devidamente guardadinho na gaveta… claro, denunciem-se estes casos, contudo com os malabarismos do sr diretor tudo se justifica.
    Acredite, é este o verdadeiro estado em que a maioria dos senhores diretores tornaram a escola pública.

    • Rita Sousa on 11 de Setembro de 2013 at 15:21
    • Responder

    Que tipo de escola pública está a construir? Uma que ensina, estimula e cria igualdade de oportunidades? ou uma que serve simplesmente para afirmar perante a União Europeia que Portugal não tem analfabetos?
    Que qualidade têm ou terão as nossas escolas?

    • Isa on 11 de Setembro de 2013 at 15:22
    • Responder

    Quanto tempo acha ainda que vai demorar para conseguir encontrar a fórmula para o seguinte problema ? ” Como manter as escolas a funcionar sem professores?”

    • Isabel Marques on 11 de Setembro de 2013 at 15:24
    • Responder

    Se gosta dos Professores, porque é que até à data não saíram as listas de colocação para os professores contratados?
    Sabe o drama pelo qual muitos dos professores estão a passar?

    • manuela on 11 de Setembro de 2013 at 15:36
    • Responder

    Se alguém quiser colocar por mim agradeço, não tendo nenhuma das páginas deles ( face; yahoo etc etc..) não o consigo fazer:

    Duas perguntas para o Sr Ministro:

    1) O professor contratado não tem qualquer vínculo; não há falta de professores no país, antes pelo contrário… então porquê a obrigatoriedade de concorrer a Duas Zonas pedagógicas ( que são imensas em termos de distancia ..muitas de 300 km ou mais…) …qualquer trabalhador sem vínculo, sem contrato, tem o direito de escolher o seu local de trabalho. Porque não nós, professores contratados? A opção deveria ser nossa, se não ficarmos colocados, assumimos a responsabilidade. Curioso que só nós, contratados, a quem o Estado não deve nada no final do contrato é que somos obrigados a fazê-lo. Não entendo.

    2)
    Como se já não bastasse toda a má fé à volta do trabalho dos Professores contratados (má remuneração; isenção de indemnizações comuns a qualquer trabalhador deste país; instabilidade profissional e familiar com a obrigatoriedade de concurso a duas zonas intermináveis etc, etc…) querem agora que todo o Professor contratado realize obrigatoriamente uma Prova de acesso à carreira….esperem lá! Mas eu não estava já na carreira há praticamente 19 anos?

    O que passa para a opinião pública… é o seguinte:

    a) Todo o Professor contratado é uma nulidade sem habilitações profissionais;
    b) A culpa do insucesso é exclusivamente do Professor contratado;
    c) O Professor contratado não serve para nada visto que o seu trabalho não é reconhecido.

    Acreditem, o Professor contratado continua assim não por falta de habilitações profissionais, que são exactamente as mesmas dos outros, mas sim por falta de vontade do Ministério da Educação em vincular mais pessoas à função pública, e todos sabemos porquê; para além disso, o Professor contratado tem mais experiência visto que salta de escola em escola, do Básico ao Secundário, acumulando diversos graus de ensino e de funções ao longo da sua carreira; até a sua capacidade de adaptação é maior originada pela constante mudança a que é sujeito.

    A existir uma Prova de acesso à carreira, que esta seja para os recém licenciados que ainda não iniciaram a sua actividade profissional. Mas… se o Professor contratado tiver de a realizar então quea realizem também os Professores vinculados…TODOS!

    Não entendo esta medida. Para mim não tem lógica nenhuma…

    • Susana on 11 de Setembro de 2013 at 15:37
    • Responder

    Porque é que estão a invalidar os pedidos de professores de educação especial? Visto os alunos necessitarem deste apoio diariamente.

    • Nuno Augusto Silva on 11 de Setembro de 2013 at 15:48
    • Responder

    Exmo. Sr. Ministro,
    Os professores terão que realizar até ao final deste ano uma prova que permitirá o acesso ao concurso para poderem lecionar na escola pública. Certo?
    Desta forma, e sendo eu pai, explique-me como é que posso optar pelo cheque ensino para colocar o meu filho numa escola privada, sendo que nessas escolas os professores que lá lecionam não têm competências para tal, uma vez que não precisam de realizar a prova.

    • Susana on 11 de Setembro de 2013 at 15:49
    • Responder

    Todos os alunos têm DIREITO à escola Pública. Se o país está “mergulhado” numa crise profunda porque é que o Senhor dá ordem de financiamento ao ensino Privado?

  3. Sr ministro não faço uma pergunta, pois muitas mais lhe teria de colocar e sinceramente com o trabalho que tenho em mãos neste momento, na escola onde tantos professores faltam por colocar, Grupo 910, não me sobeja tempo algum. Neste agrupamento de escolas existem duas unidades de ensino estruturados com o número limite de alunos, cerca de 20 alunos com CEI, com características muito diversas e problemáticas complicadas e de 60 alunos com alíneas a) b) e d) e somos 4 professores do QE. O ano escolar arranca na 6º feira e estamos confusos e perplexos com o significado da escola/educação Inclusiva….com a equidade educativa…com o respeito por nós, enquanto professores, com encarregados de educação e com os próprios alunos. Tendo em conta toda a situação que o Sr Ministro e respetivo governo nos está a fazer viver a cada minuto, não lhe faço uma pergunta mas sim uma proposta. Convido o sr Ministro a comparecer na minha escola e cumprir o meu horário durante, pelo menos, 2 dias.
    C.C.F.

    • André on 11 de Setembro de 2013 at 16:10
    • Responder

    Sr, Ministro.
    Os professores contratados serviram a escola pública durante décadas. O que tem a dizer a estes milhares de profissionais que investiram nas suas habilitações, sujeitaram-se a andar com a casa às costas pelo país, formaram família, pediram créditos para comprar casa e carro na esperança de um dia poder ingressar na carreira e agora, de repente, lhes dizem que já não há lugar para eles na escola?

    • Antero on 11 de Setembro de 2013 at 16:12
    • Responder

    Sendo Portugal um País da União Europeia, de pleno direito, e subsidio dependente, porque não alargar o cheque ensino… à frequência do ensino superior privado, à lecionação por parte dos professores no ensino privado; à mobilidade do pessoal não docente para o privado, isto no contexto europeu; afinal o MEC usa e abusa dos fundos comunitários ou não?!; então que os empregue corretamente, enviando os recursos humanos para a União Europeia e fazendo juz dessa plenitude direitos na igualdade e oportunidade ao trabalho!!!??? Já agora era curioso criar a mobilidade política por despacho: Artigo 1.º e único: Todos deportados para as Selvagens.

      • Antero on 11 de Setembro de 2013 at 16:14
      • Responder

      na linha 5 do comentário queria dizer: …plenitude de direitos…

    • João Pereira on 11 de Setembro de 2013 at 16:17
    • Responder

    Pergunto ao senhor ministro da Educação se é intenção do Ministério continuar a celebrar contratos de associação com grupos económicos que têm vindo a ser notícia pelas ilegalidades praticadas, em prejuízo das escolas públicas que se situam nas proximidades. Também quero perguntar ao senhor ministro qual será a resposta do ministério e do governo se forem descobertas mais ilegalidades nesses colégios, fruto das conclusões dos inquéritos e das investigações levadas a cabo pela Inspecção Geral de Educação, pela Autoridade para as Condições do Trabalho, pelo DCIAP e pela Polícia Judiciária. Quero, também, dizer ao senhor ministro que há muitos professores do ensino público que, não sendo sindicalizados nem politizados, estão muito decepcionados e desencantados com as medidas tomadas por este governo e por este ministério no que à Educação diz respeito. Precisamos, todos, de estabilidade, de confiança e que o nosso mérito seja reconhecido. Temos a única profissão em Portugal em que o tempo de trabalho é contado, rigorosamente, ao minuto. Urge dar autonomia às escolas para poderem distribuir o serviço docente de forma a rentabilizar os meios disponíveis. Os alunos e os encarregados de educação ficariam a ganhar muitíssimo. Dispensamos tanta mudança, tanta experiência… Somos bem formados, deixem-nos formar bem.

    • Carlos on 11 de Setembro de 2013 at 16:24
    • Responder

    Sente-se confortável na pasta que lidera: MEC?

    • azevedo on 11 de Setembro de 2013 at 16:27
    • Responder

    porquê a obrigatoriedade dos Contratados concorrer a Duas Zonas pedagógicas – qual a razão de não podermos escolher o local onde trabalhar? Não existe nenhum vínculo com o estado logo qual a razão dessa obrigatoriedade ?

    • António Ribeiro on 11 de Setembro de 2013 at 16:31
    • Responder

    Quando se tratam as pessoas somente como números, não admira que se comentam as maiores atrocidades em nome do beneficio do aluno. o Sr. Ministro Crato antes de tomar posse afirmava que era necessário implodir o ministério da educação, mas o que revela a sua actuação é que os seus propósitos eram mais amplos e o que ela pretendia era simplesmente detonar a escola pública para abrir caminho ao ensino privado e se havia dúvidas ai está o cheque- ensino para o confirmar.
    A pergunta que se impõe ao Sr. Ministro crato é a seguinte:

    • Silva on 11 de Setembro de 2013 at 16:31
    • Responder

    Quais os dividendo do MEC em abrir vagas em grupos onde não há componentes letiva para os lugares existentes? Enganando os docentes, fazendo-os deslocar para mais de 250 Km da residência e QA/QE

    • maria on 11 de Setembro de 2013 at 16:32
    • Responder

    qual o motivo dos filhos dos professores contratados serem discriminados todos os anos pro andarem de escola em escola, sem estabilidade, ie., perdem os seus professores, os seus amigos de escola… todos os anos milhares de professores mudam de escola arrastando consigo os seus filhos e afastando-se do seu companheiro(a)… que política é esta senhor Ministro ? o que falhou ? Onde falhou ?

      • Paulo Cantão on 11 de Setembro de 2013 at 17:01
      • Responder

      E não só! Os filhos dos professores do quadro estão no mesmo caminho. É uma pouca vergonha.

    • HELDER ALFREDO SILVA on 11 de Setembro de 2013 at 16:34
    • Responder

    Sou professor profissionalizado do 1º e 2ºs ciclos e Mestrado em Ensino da Educação para os 3º Ciclos e Secundário, da melhor faculdade da Europa na minha área – Universidade Técnica de Lisboa – Faculdade de Motricidade Humana – será que o meu pais não me dá a oportunidade de ensinar os filhos de Portugal, sendo valorizado pela sociedade civil e ajudar Portugal a sair da futura Iliteracia que se avizinha?

      • Rita C. on 12 de Setembro de 2013 at 0:16
      • Responder

      Nem pensar Helder, isso não chega… primeiro tem de se submeter a uma provazeca de meia tijela se quiser ter a POSSIBILIDADE de vir a ensinar… no entanto nada está garantido… viva o crato.

    • Isa on 11 de Setembro de 2013 at 16:38
    • Responder

    Por vezes não se esquece que está no ministério da educação?

  4. Como são enganados os professores? Professores com componente letiva há 30 anos e professores sem componente letiva há dois anos. Abrem-se vagas. Por insistência da DGAE em agrupamentos escola, foram obrigados a não atribuir componente letiva a docentes do quadro com mais de 20 anos de serviço e atribuir horário mesmo que reduzido a docentes que em outros agrupamentos, no ano anterior não tiveram componente letiva

    • Célia Campelo on 11 de Setembro de 2013 at 16:40
    • Responder

    Conhecidas as irregularidades nas contratações de escola no ano letivo anterior, designadamente ao nível de escolas TEIP, nas quais foram colocados professores (na sua maioria) com menor graduação do que os colegas que obtiveram colocação na contratação inicial ou que renovaram contrato, gostaria que me explicasse por que razão apenas estes contratos (Oferta de Escola) são os únicos que podem ser renovados no corrente ano letivo. Acha justo que professores com 15 e 20 anos de serviço possam ficar sem lecionar (por não obterem colocação) enquanto outros com menos experiência possam continuar a fazê-lo por terem obtido renovação de contrato numa escola TEIP?

  5. A actividade bandidesca desse cRato contra a escola pública chegou a tal ponto que só apetece ver um jornalista perguntar-lhe insistentemente, pelo menos umas 10 vezes seguidas:

    “mas você tem alguma vergonha nessa cara?”

    “mas você tem alguma vergonha nessa cara?”

    “mas você tem alguma vergonha nessa cara?”

    • Antonio Cruz on 11 de Setembro de 2013 at 16:43
    • Responder

    Sr. Ministro da Educação,

    Todo o esforço do seu trabalho desde que está no governo, tem sido no sentido de minimizar os custos associados ao MEC. O seu sucesso tem sido efectuado à custa da “degradação” da escola pública, e consequentemente no meu entender com prejuízo para o futuro. Toda e qualquer poupança conseguida no MEC, será eventualmente canalizada para o pagamento de Juros da Dívida Pública (este ano cerca de 7.000 milhões de euros).

    Qual é a sua opinião sobre este assunto?

    P.S. – Por favor responda sem demagogia.

    • Pedro Loja on 11 de Setembro de 2013 at 16:50
    • Responder

    Como é possível afirmar que o Cheque-Ensino não põe em causa a escola pública?
    Porque não são honestos e dizem de uma vez que a intenção deste governo é privatizar o ensino e passar a pagar uma miséria a quem trabalha mais que as 40 horas?
    Quantos mais alunos quer colocar por turma… 31, 32 ou mais?
    Tem noção de que a partir dos 22, 23 alunos a qualidade do ensino e partilha de conhecimentos, que tanto o preocupa, estará em causa?
    Acha mesmo que a Educação é uma despesa?
    Acredita mesmo no que diz quando afirma tamanhas barbaridades sobre a escola?

    • filotnip on 11 de Setembro de 2013 at 17:20
    • Responder

    O senhor e fascista?

    • Elisabete on 11 de Setembro de 2013 at 17:47
    • Responder

    Os seus filhos frequentam/frequentaram a escola pública portuguesa? Porquê?
    E os seus netos vão frequentar?

    • maria on 11 de Setembro de 2013 at 17:53
    • Responder

    como é possivel continuar a destruir a saude de tanta gente?

    • Joaquim Simões on 11 de Setembro de 2013 at 17:57
    • Responder

    Boa tarde.
    Sabendo o Sr. Ministro da Educação que muitos dos professores que efetivaram, nos últimos 20 anos, em Quadro agrupamento foram obrigados a isso, pois em concursos internos anteriores e depois de serem quadros de Zona, tinham de concorrer a todas as escolas do quadro e a mais uma de um quadro vizinho.
    Muitos professores entraram nos quadros sem hipótese de escolha entre o ficar QZ ou QA.
    Depois de serem contratados passavam a QZ e depois para QA.
    Pelas regras do concurso tinham depois de serem QZ, de concorre obrigatoriamente a QA.
    No último concurso o ministério criou duas prioridades, no concurso de Mobilidade interna:
    Primeira para professores dos QZ.e uma segunda para os QA ou seja professores com o dobro do tempo de serviço a serem colocados em segundo plano.

    1. O Sr, Ministro da Educação, que pouco sai do seu gabinete deveria saber que ser QA não é sinónimo de estar perto de casa, discriminou todos estes professores, que são milhares pelas listas de não colocados, com o critério de duas prioridades na mobilidade internaO porquê destas prioridades que atirou professores com mais de vinte anos de serviço para longe da sua área de residência?
    2.Porque razão os professores de QA não tiveram a hipótese, no concurso interno, poderem passar a QZ para poderem decidir se queriam entrar na 1ª ou na 2ª prioridade.

    3. A lógica dos concursos seria que professores com a maior graduação profissional ficassem perto da sua casa. Com as prioridades tudo foi invertido.Porque existe uma graduação profissional se o ME dá prioridade a um grupo de profissionais (QZ), discriminando um outro, com mais anos de serviço?

    3. Para que se apercebam da raiva de morte aos professores de QA, está a decorrer uma fase de permutas para que os professores possam aproximar-se da sua residência, mas não permite a professores de QA permutarem com QZ
    Não se compreende porque dois professores um QA e outro de QZ, do mesmo grupo, ambos longe de casa não podem permutar, quando ambos fazem o mesmo serviço nas escolas. Só os quadro de zona é que podem permutar entre si.
    Qual o intuito desta regras que não têm lógica nenhuma e discriminam muito dos QA?

    4. O que tenciona fazer quando o tribunal europeu der razão a estes professores? Eu respondo:
    NADA, pois nessa altura já não será ministro e nunca será responsabilizado, mais uma vez das politicas discriminatórios que criou. Mas não o esqueceremos.

    Vou ficar por aqui, senão ainda tenho um ataque…

    Professor de QA, com 22 anos de serviço,que faz duas horas todos dias para ir e voltar da escola e com família. Com professores com metade do tempo de serviço ao lado de casa. Não há respeito nem vergonha.

    Com os melhores cumprimentos

      • filotnip on 11 de Setembro de 2013 at 22:02
      • Responder

      Joaquim como o entendo estou na mesma situação. Qa com 25 anos de serviço 220 km diários…

    • O Cão Danado on 11 de Setembro de 2013 at 19:09
    • Responder

    As minhas questões aqui:

    http://cronicasdocao.blogspot.pt/2013/09/perguntas-ao-sr-ministro-da-educacao-em.html

    • CM on 11 de Setembro de 2013 at 19:11
    • Responder

    Quando é que morres de vergonha pelo que tens andado a fazer?

    • Fernandovsky on 11 de Setembro de 2013 at 19:48
    • Responder

    Qual é a diferença entre o curso/licenciatura de um professor (profissionalizado) contratado e o curso/licenciatura de um professor QE/QZP ?

    • Maria Mendes on 11 de Setembro de 2013 at 20:19
    • Responder

    Sr Ministro, porque razão está a empobrecer cada vez mais a educação e os alunos do nosso país, dando-lhes menos recursos e condições de ensino?

    • emg on 11 de Setembro de 2013 at 23:01
    • Responder

    E se o sr. ministro informasse o país quanto vai gastar com a realização das ditas provas , e os respetivos juris de avaliação? E já agora quais as competências que detem os “fazedores” e os avaliadores das referidas provas?
    Como já todos percebemos não se pretende fomentar a qualidade do ensino maso para eliminar umas centenas (milhares) de professores contratados, esta é pois mais uma medida de redução de despesas tal como o cheque-ensino em que vamos pagar mais para encher os bolsos de uns quantos eleitos com o pretexto de pouparmos!!
    Haja honestidade.

    • Alex on 12 de Setembro de 2013 at 1:46
    • Responder

    Parece-lhe razoável que professores contratados com mais (ou muito mais) tempo de serviço do que muitos de carreira tenham de ser sujeitos a uma prova só porque os sucessivos governos não os vincularam? Então e a famigerada equidade?

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