Algum QZP que tenha ficado a mais de 200 KM de casa?Algum QA que tenha ficado a mais de 60 KM de casa?
Respostas neste post com exemplos em concreto.
Set 05 2013
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Eu sou QA e fiquei a 70 km de casa. Sou de Águas Santas e o meu quadro é Ancede (Baião).
Sou QZP fiquei a 135 km de casa
Olá a todos. Sou QA, efectiva há 11 anos, e continuo na escola de provimento, a 180 kms de casa. Claro está que a subversão na colocação da Mobilidade Interna, que colca colegas QZP, com MUITO MENOS tempo de serviço e MENOR GRADUAÇÃO na lista nacional da primeira fase do concurso para isto contribui. NÃO endendo porque não se colocam as pessoas de acordo com a sua graduação, independentemente da fase do concurso. É que quem é mais graduado não consegue sair do buraco onde se encontra porque há anos atrás, qdo era QZP, o país estava dividido em QUATRO zones e não as 10 atuais, e era OBRIGADO a concorrer a pelo menos 1 (o meu caso). Eu nem sequer sabia onde ficava a terra, perto de Espanha, onde fiquei “desterrada”. JUSTIÇA, POR FAVOR!!!
Cara colega, finalmente encontro alguém como eu. Esta situação vai seguir para o Provedor de Justiça. Tenho consulta com um advogado em Faro na próxima 3ª-feira. Já chega de brincarem com a vida das pessoas! Os meus 4 filhos não podem pagar mais o preço da falta de bom senso e sentido de justiça do Ministério de Educação.
Concordo temos mesmo que fazer algo e rapidamente.
Não concordo com as colegas, pois se estão efetivas nessa escola é porque concorreram para ela, agora só tem de aguentar. A classe dos professores é mesmo muito baixa, tratar QZP abaixo de cão não é bom de se ver.
Força!
Contacte-me por aqui para o que for necessário. Temos que unir-nos.
Caro colega José,
eu não estou num QA por opção, tal como referi no discurso, Além do mais, oponho-me a qualquer desrespeito pela classificação profissional de todos os professores, pelo que aposto numa única prioridade em que todos possam tentar as suas mudanças, sujeitando-se embora a algumas imposições por parte do ministério.
Maria Rita, se necessitar de testemunhas, enumerar situações como a nossa, não hesite em pedir.
Cara colega, penso que o sindicato terá todo o interesse em tratar do assunto de forma global. Sou da opinião de que todas as pessoas nesta situação deveriam, como eu, apresentá-la no seu sindicato, caso sejam sindicalizadas, e/ou seguir individualmente o meu exemplo, ou seja, o envio de uma exposição ao provedor de justiça, para a qual facultarei as directrizes que o advogado me der.
Caso o sindicato mostre interesse em apresentar uma queixa conjunta, seria pertinente a realização de uma lista para o que conto com a ajuda de todos vós.
Maria Rita e outros colegas,
Parece-me que teremos que nos juntar e formar um movimento que tente negociar com o Ministério, ou que se faça notar na sociedade, já que os sindicatos nada fazem para alterar esta situação. Há uns oito anos atrás surgiu o movimento dos Quadros de Escola desterrados. Proponho que se ressuscite o dito. Podemos começar já a angariar membros. Quem quiser que se “aliste” por aqui ou por outro lado. Posso criar um blogue para isso.
eu alinho.
Sou QA e estou a 180km de casa, faço 360km diários.
Não consegui aproximar à residência, continuo a 300 km de casa.
Sou QA e não consegui mobilidade, estou a 75km de casa.
Sou QA não consegui aproximar-me de casa, fico a 300km de casa
QA a 80 km de casa…
QA e não consegui aproximação. 80 km por mais sei lá quantos anos…
Sou QA, vivo em Vagos e passei a ter de me deslocar diariamente 68km até Oliveira de Frades, que é o agrupamento a que pertenço.
Seis colegas QZP com graduação significativamente inferior à minha ficaram na escola onde estive nos últimos 4 anos (secundária José Estêvão, em Aveiro) ou na secundária Mário Sacramento, que se situa ao lado da anteriormente referida. Estas escolas distam 10km de minha casa…
Resposta a estes chorões todos… Sou QZP e tenho dezenas de QA com graduação inferior à minha frente. Proponho que todos concorramos igualmente para as vagas das escolas, independentemente de já estarem preenchidas ou não. Isso sim, seria justiça.
É incrível como o Filipe se dirige aos colegas. Chorões?? Colegas com famíla e tudo sempre às costas?? Com mais que uma casa para pagar? Tenho conhecimento que alguns até têm que pedir dinheiro emprestado para lecionarem a km e km de casa. Porque são QA? Porque há uns anos as coisas não se processavam assim, e podia-se conseguir ficar mais próximo de casa. Podia dizer simplesmente, que concorda que todos concorressem igualmente para as vagas de escola, na mesma prioridade. Sou QA e também concordo que deveria de ser assim. Ainda mais, que todos os QZP passassem a QA. Aí seria tudo igual e deixaria de existir QZP.
Olhe Paula, esse problema da distancia não é apenas dos QA. É também um problema dos QZP (que na sua maioria tem um vencimento inferior aos QA) e dos contratados. E grande parte destes colegas também tem filhos e despesas mensais…
Mas o colega vive em Vagos! Por que razão se está a queixar e a denunciar o número de docentes ( falta de respeito pelos colegas) que ficaram colocados nas duas escolas referidas e não se refere aos docentes que ficaram noutras escolas da sua área de residência? Não terá também sido já beneficiado em anos anteriores?
1º -> Não estou a denunciar ninguém, visto que as listas de colocação são públicas, qualquer pessoa pode inteirar-se daquilo que afirmei e nem tenho nada contra esses colegas, muito pelo contrário…
2º -> Não me refiro a outros docentes da minha área de residência, porque mais de um terço dos horários dessa área eram daquelas escolas e eu pretendia apresentar, apenas, o meu exemplo…
3º -> Não me estou a queixar. Estou, aqui sim, a denunciar as regras de um concurso que considero terem sido particularmente injustas…
4º -> Em anos anteriores terei sido beneficiado, enquanto QZP, mas os concursos eram anuais e as restantes regras eram bem diferentes; por exemplo, um QE podia concorrer para QZP (e existiam vagas para isso…), para além do prejuízo dos colegas de QE ser muito reduzido (já o disse, o concurso era anual, havia muito mais horários e os QZP não eram assim tantos); não será por acaso que nunca vimos QE’s a manifestarem-se abertamente como a partir de há 4 anos, mas sobretudo este ano…
5º -> Felizmente tenho o gosto e prazer de conhecer alguns QZP’s de vários pontos do país que reconhecem a injustiça que esta regra tem para com os QE’s; logo após a saída dos resultados um colega amigo, QZP de Lisboa, disse-me “Este concurso foi uma farsa” (ao referir-se à falta de vagas no Concurso Interno) e depois “Nós ainda ficámos melhor. Eu ainda fiquei mais próximo do que há 4 anos…” ao que eu retorqui, dizendo que “Talvez tenha sido assim em Lisboa ou no teu grupo, mas não o foi para todos. Conheço muitos colegas QZP que ficaram mais longe do que estavam…”); entretanto, ontem estive com vários colegas amigos, dos quais alguns daqueles QZP’s, e uma delas (QZP da zona 2, colocada na zona 1) disse-me “É verdade que é uma injustiça. Eu estou bem e saí beneficiada, mas é verdade…”, enquanto outra colega QZP acenava positivamente com a cabeça, enquanto colocava os olhos fitos no chão…
Disse e fui…
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http://movimentodeprofessoresdesterrados.wordpress.com/
http://movimentodeprofessoresdesterrados.wordpress.com/
QA, 200 Km por estradas de m…
Peço desculpa, mas não é exatamente a resposta às perguntas colocadas. Sou QZP e fiquei na 1ª preferência manifestada (com sorte porque houve um colega que conseguiu destacamento). No entanto, continua a “velha” oposição entre QA e QZP. Devo dizer que, no concurso para afetação vi MAIS DE MIL QA e QZP concorrerem à minha frente, em virtude da prioridade, com GRADUAÇÃO INFERIOR À MINHA. O que é que eu pensei?! Devia ter concorrido para afetação, arriscando, há mais tempo e, no meu grupo, estaria melhor. O problema que aqui se coloca é que nem sempre as nossas opções são as melhores, no sentido de nos vermos recompensados (no caso dos colegas acima, provavelmente, mais valia serem QZP do que QA). Eu sou a favor de concorrermos por graduação e sem prioridades, à exceção dos colegas sem horário, pelos motivos óbvios. Termino, manifestando a minha solidariedade para com os colegas que estão tão longe de casa, da família (também tenho a minha), sofrendo danos patrimoniais e emocionais… incalculáveis. Um bom ano.
Olá Sílvia. Convém saber a história toda. Muitos QA são-no, não por opção, mas por obrigação, como é o meu caso. Fui QA durante uns anos e fartei-me de ver QZP’s a passar-me à frente na 2ª parte dos concurso, na altura anuais. Mas não havia vaga para QZP onde queria (QZP 19). Quando finalmente abriram vagas, passei de QA para QZP e estava muito bem. Na afetação era sempre um dos primeiros e ficava perto de casa, até quererem acabar com os QZP e ser obrigatório concorrer pelo menos a todas as escolas do seu QZP para efetivar. Efetivei em 2006 a 28 km de casa em QE, o que até não é mau. 7 anos depois de estar perto de casa. Este ano a escola agrupou, e como não tive destacamento (mobilidade interna), os meus colegas QZP que não conseguem efetivar em QE/QA ficam à porta de casa. Felizmente estou relativamente perto de casa na escola de provimento, mas como pode ver, não é verdade para todos os colegas. Se eu estivesse na mesma prioridade ficava perto de casa e libertava o meu lugar na escola de provimento para um colega menos graduado. Parece-me que seria mais justo, Mas algum filho de alguém importante é provavelmente QZP…
Bom dia M.C. Um exemplo de uma história toda, contada na 1ª pessoa, é a do Luís Paulo Gonçalves (muitos comentários após este). Explica uma opção tomada numa determinada altura e que lhe pareceu a melhor com vista a garantir um futuro que acreditava ser mais positivo. Conclusão: correu menos bem. A história é feita desta e de outras situações. Acredito que, em alguns casos não houvesse tão pouco opção. O meu comentário, que reli, não pretende defender estas situações aqui relatadas de colegas colocados a centenas de KM de casa. No entanto, também é certo que numa determinada altura ser QA, mesmo muito longe, era fantástico porque “facilmente” se conseguia colocação perto de casa, assim funcionava o sistema. Quem andava sempre de malas e bagagens eram todos os outros. O sistema mudou, infelizmente, para pior. Concluindo e repetindo o que já disse noutro comentário: haja uma concurso onde se coloquem os professores, mediante as reais necessidades das escolas, e sem prioridades, apenas tendo em conta a graduação. Bom ano letivo para si e ainda bem que ficou perto de casa.
E isso incluiria os contratados, certo? É que há contratados (como eu) com graduações (decorrentes, note-se, de classificações profissionais obtidas em licenciaturas em universidades públicas e pré-Bolonha) que deixam muitos quadros de escola e de zona envergonhados. Claro que, para quem já tem um lugar, esta injustiça cronológica (porque só decorre de termos nascido alguns anos mais tarde) é perfeitamente natural… E querem novos concursos baseados apenas na graduação, para ser justo… Justo para quem? Nunca teremos uma Ordem, porque somos todos tão egocêntricos…
Boa tarde Carlos. Confesso que não sei se percebi muito bem o seu comentário. Quando me refiro a um concurso baseado na graduação, refiro-me a um concurso interno, onde estarão contemplados os QA e os QZP. A questão dos contratados, NÃO MENOS IMPORTANTE!, não pode, com todo o respeito por opinião contrária, ser tratada simultâneamente. Quanto ao facto da sua classificação profissional (a que obteve no final da sua licenciatura) ser superior a muitos outros docentes, é perfeitamente natural. Tenho 3 filhos, duas delas, uma no 7º e outra no 8º, (o mais novo ainda não está na escola) que obtiveram 5 a todas as disciplinas. Ora, a classificação delas, de acordo com o seu raciocínio envergonha muitos dos seus colegas e de outros tantos que por lá passaram… vai ser sempre assim. A questão da injustiça cronológica provocada, segundo diz, por ter nascido uns anos mais tarde, não faz sentido para esta discussão, mas sabe que me preocupa muito, enquanto mãe. A minha mãe, quando eu tinha a idade dos meus filhos não estava tão preocupada com o meu futuro como eu estou com o deles. Desejo-lhe O MELHOR, agora que devem estar para sair as listas e pense positivo, como nasceu uns anos mais tarde: tem menos rugas do que a maior parte de nós. Discordo, ainda, de si, quando diz que somos todos egocêntricos. Nem todos, alguns sim. Repare. a pergunta, neste caso, referia-se aos QA e aos QZP…
Lá está, a “questão dos contratados” é completamente diferente, mesmo considerando um novo concurso nacional baseado nas vagas reais e na graduação, que deveria ser para todos, mas que, oportunamente, não deve “ser tratada simultâneamente”. É bem mais favorável continuarmos a fazer um concurso interno, para quem apenas chegou primeiro. Fecha-se a porta a quem não conseguiu chegar antes. Claro, percebe-se porquê. E não percebi as considerações sobre cincos no ensino básico e vergonhas associadas, o que também “não faz sentido para esta discussão”. Entraríamos em reflexões demasiado filosóficas e subjetivas. Cada um terá a sua razão. De qualquer modo, também lhe desejo o melhor.
Tenho a minha irmã, que é QA (que este ano megaagrupou). Concorreu à mobilidade para se aproximar à residência e não conseguiu (tem estado sempre destacada). Está em Monção e tem residência oficial em Vila Nova de Gaia, pode-se dizer que é QA e está a mais de 60 Km de casa.
QZP a 60km, mas vivo num distrito pequeno e penso não ter nenhum QA aborrecido comigo.
Tive a sorte de me manter no meu distrito, apesar do alargamento das zonas. Mas tenho colegas qzp do mesmo grupo a 100 e a 150 km de casa.
Moro Em Arruda dos Vinhos e sou Q.A. num Agrupamento em Amora (Seixal). Lecionei no meu Agrupamento 3 anos, e no ano anterior através da Mobilidade Interna consegui lecionar em Arruda dos Vinhos. Este ano tinha a esperança de continuar em Arruda, mas devido às prioridades do concurso fui “ultrapassado” por colegas com menos graduação que conseguiram as vagas existentes!
Sou QA sem nunca o desejar ter sido. Pertencia, há 10 anos , ao QZP de Portalegre e fui obrigada a colocar no boletim de concurso uma cruz numa das 4 zonas em que o país estava dividido. Coloquei a cruz na zona 4, pois a ela pertencia o concelho de Setúbal no qual se situa a minha casa e no qual até então tinha sido sempre colocada, por destacamento, mesmo pertencendo a Portalegre. Na sequência desse concurso, fui parar ao quadro de uma escola no Algarve, a cerca de 250km da minha casa, tendo levado comigo os meus 4 filhos. Só no ano passado, ao fim de 9 anos de lá ter chegado, vi concedido o meu pedido de destacamento para a minha zona de residência, tendo ficado a 10 minutos de casa a pé. Foi maravilhoso pois a minha filha mais velha entrou na universidade e a minha terceira filha, então doente, pôde ser devidamente acompanhada no hospital de Santa Maria. Este ano o 30 de Agosto foi o oposto do 31 de Agosto do ano passado. Imaginem o que me aconteceu… É isso mesmo, voltei para a minha escola de colocação forçada, por não me encontrar na primeira prioridade do concurso. Não podem imaginar o que me custa ser sistematicamente informada de que às escolas em redor da minha casa chegaram, para ficar durante 4 anos, professores do meu grupo (300) com graduações inferiores à minha. Sinto-me uma verdadeira carta fora do baralho. Por mais que tivesse revelado, aquando das reuniões sindicais a que fui, o medo de continuar a ser ultrapassada por QZPs com menos graduação, nunca ninguém compreendeu a minha angústia, dizendo que era uma sortuda por pertencer a um quadro de agrupamento e não ter um horário 0. Vou fazer chegar ao provedor de justiça, depois de orientada por um advogado, toda esta aberrante situação em que tenho vindo a cumprir as minhas funções de professora: vítima de uma obrigatoriedade que vigorou à 10 anos atrás, tendo pouco depois deixado de vigorar.
Maria Rita Reis
Faz muito bem, Maria Rita. Se precisar de alguma coisa, disponha.
*vítima de uma obrigatoriedade que vigorou há 10 anos atrás.
Temos que lutar por uma só prioridade pois a mobilidade já nem se deveria chamar Interna mas Eterna. É ou não é verdade que já ninguém está seguro até à reforma?
Maria Rita, sou QA também do 300 e desterrada. Compreendo-a perfeitamente e, para os outros nos compreenderem, basta olhar para as listas de (não) colocação do nosso grupo.Os colocados em segunda prioridade contam-se pelos dedos. Somos duplamente injustiçados. 🙁
http://movimentodeprofessoresdesterrados.wordpress.com/
Maria Rita todos os professores em situação idêntica devem fazer o mesmo. Entupir o provedor com esta situação que é mais do que aberrante. Injustiça.
É que não vejo outra hipótese perante a frieza do M.E.. Temo, no entanto, que nos obriguem a esperar mais 4 anos para nos vermos justamente posicionados na lista. Só com o fim da condição QE/QA, que já de si não é confortável, pois há muitos horários 0, é que a tão sonhada lista justa poderá surgir.
Estou plenamente de acordo consigo. Há que respeitar a graduação. Já assinei a petição, mas temo que não seja suficiente. Não sei se conhece o faceprof. Este assunto tem sido muito debatido por lá. S puder, partilhe lá a sua situação e vá dando novidades. De certeza que lá muita gente a acompanharia em tudo o que fosse necessário, incluindo eu.
Vou postar a minha situação nesse facebook. Obrigada pelo conselho.
Boa noite Arlindo
respeito imenso o seu trabalho e agradeço a sua dedicação, mas confesso não compreender a diferença de Km que indica para QZP e QA/QE, quando me parece que foram os QA/QE que ficaram mais longe de casa. Fiquei 150km de casa e podia ter ficado a 50km, caso a graduação fosse respeitada.
Sou QZP e fiquei colocada a 170 km de casa, mas penso que é um mal menor, porque no meu grupo faltam colocar 90 QZP e QA na Zona 2 (área de residência) e o meu QZP de origem também não tinha colocação, na qual poderia na 1ª RR estar a 300/400km
Sou QA e fiquei colocada a 100 kms da minha área de residência.
Sou QA colocado a 110 Km de casa, dentro do distrito (Bragança).
Sou QZP e fiquei a 330 km de minha casa. Sou de Ovar e estou colocada em S.Joao do Estoril- Cascais.Tenho uma filha de 13 anos que trouxe comigo e vou tentar que fique por cá mas as coisas não estão fáceis.
Lamento Virginia … É muito Km. A minha escola de QA é a mais de 500KM de casa.E na altura era obrigatório o primeiro ano de afetação a ficarmos na escola. nem imagina o que foi 🙁 Felizmente desde aí tenho conseguido mobilidade, agora mais Mob. por doença. Quando temos filhos torna-se tudo muitoooo mais difícil.
QZP a 350 km de casa
Lamento Gorete… Pelo que me estou a aperceber, a cada ano que passa os professores ficam mais longe de casa. Dos QA que pedem mobilidade, poucos a conseguem. Os QZP, com esta redução das zonas pedagógicas e a terem que concorrer para fora da sua zona pedagógica, ficaram a km e km de distância da sua zona de residência. Não é nada fácil para uma mãe ou um pai andar quase todos os anos de escola em escola, afazer km e km de distância, com os filhos às costas, a mudar sempre de escola ou a ter que deixá-los aos avós, ou só com o pai ou com a mãe. São casas para pagar, etc etc e ter que alugar casa. MEU DEUS, deviamos de ter ajudas de deslocamento e alojamento como muitod da função pública têm, para terem que ir trabalhar para aqui ou ali. Somos mesmo os pobres, os bastardos. nem Ordem temos.
Isto é mais um desabafo… Partilho a mesma “dor” e raiva de muitos, sou QA (infelizmente) e não consegui destacamento estou a 107 Km de casa. Duas longas viagens diárias e entregar o vencimento às gasolineiras e pórticos. Não é justo o que fizeram este ano.
QA colocada a 300 km de casa. Sou do Porto e estou efetiva em Lisboa Ocidental. Não consegui aproximação. O ano passado consegui ficar no Porto por DAR, era o nº 1000 e qq coisa, este ano fiquei no nº 49… Enfim é desesperante.
QA,vinte anos de serviço, a 80 Km de casa …
Injustiças há muitas. Cada um com as suas razões! No entanto não podem defender a graduação apenas quando dá jeito, como neste concurso relativo à Mobilidade Interna(petição dos QA). Se realmente se poderão aproximar posições e haver alguma equidade, no meu entendimento, só com um concurso nacional sem distinção entre QA e QZP (todos a concurso), tendo por base a GRADUAÇÃO. No entanto haverá muitos que nunca quererão deixar o seu lugar de QA…
Concordo inteiramente consigo, Duarte. Quando falo em graduação, sem prioridades, é isso mesmo. Exatamente como diz, no concurso anterior para afetação as prioridades foram diferentes deste, da mobilidade. Num e noutro, os prejudicados/beneficiados foram diferentes, por isso. Defendo a graduação, independentemente de se ser QA ou QZP, caso contrário lá voltaria a história da prioridade. E tem razão, no meu caso, passaria à frente de muitos QA.
também é o que defendo. Isso sim seria um concurso justo. Sou qzp, mas ha imensos qa a nível nacional com menos graduação que a minha.
Ate porque neste mmomento as diferencas entre ser-se qzp ou qa são cada vez menores. E ser qa, hoje em dia, nao é garantia de nada. Acabava-se com essas designacoes e concorriamos em pé de igualdade, apenas pela graduação.
Quanta injustiça entre os quadros… Mas se incluirmos na mesma frase “justiça de graduações” e “contratados” certamente considerarão que se trata de alguma gralha… A ‘justiça’ destes concursos tem sido a não colocação de contratados com graduações (bem) elevadas, porque, enfim, no caso deles, uma graduação alta não é sinónimo de competência e merecedora de um lugar, isso é só para os quadros!
Mas estes casos devem ir escrutinar muito bem as listas das ofertas de escola.Muitos /as verão com amargura que a 10 minutos do local onde vivem está lá um senhor/a contratado/a com 2 ou 3 anos de serviço.Provavelmente a pavonear-se que tem um mestrado pós-Bolonha e a chamar antiguidades ou velharias aos colegas com vínculo.Por 4 anos o senhor ou a senhora contratado/a vai estar bem colocado na vida, com 15º mês (12 salários,+ 2 subsídios+pagamento da caducidade.Os sortudos vinculados, pagam para trabalhar, e ainda por cima serem insultados por gentinha que nada sabe da vida.
Minha cara colega,
tal como você, faço parte das “velharias”. Sou QA, há 15 anos colocada a menos de 1km de minha casa, na zona litoral do país e sem risco de vir a ser DACL. No entanto, não posso entender o azedume, a inveja, o desrespeito e sobretudo a falta de nível e de educação que utiliza ao referir-se aos nossos colegas contratados. Tal como eu, tem visto que a maior parte deles são dos que mais trabalham e mais dinamizam as escolas por onde vão passando.Muitos dos ilustres ex-titulares, não evoluíram e recusam fazê-lo porque se consideram instalados num lugar que se arrogam pertencer-lhes.Mais grave ainda, muitos QA aproveitam-se do trabalho dos contratados a quem descaradamente pedem material, etc.
Gentinha que nada sabe da vida deve ser a ilustre colega, pois é a única que aqui está a insultar.
(Y)
Pensei que ficasse o bonequito… apreciei o seu comentário, era o que queria dizer, com um desenho!
Colega Ermelinda, depois de ler o seu comentário, não pude deixar de responder!
Em primeiro lugar, enquanto professora contratada, não me parece que alguns dos meus “senhores” colegas de categoria se pavoneiem pela escola! Trabalham e muito! Alegria de trabalhar? Sim, temos, pois damos graças por ter um lugar numa escola e de ter um salário no final do mês para pagarmos contas (família, casa, deslocações…)
Em segundo lugar, gostaria de saber se não quer trocar de lugar com um professor contratado. Se acha que temos assim tantas regalias, porque não considera desvincular-se e voltar a ser contratada?
Bom trabalho para si e mais respeito por aqueles que trabalham ao seu lado (muitas vezes bem longe de casa, longe das famílias, a contar os tostões para chegar ao final do mês, mas que ainda assim se sentem felizes por ter TRABALHO)!
deves ser de outro planeta ò ermelinda!!!
Colega Ermelinda, permita-me que a trate assim, também sou professora (há 12 anos), apesar de contratada. Fiquei chocada com o que acabou de escrever: é a primeira vez que sinto de facto a indiferença e/ou a concorrência que um professor contratado faz/provoca num professor qa/qzp!
Tem noção do que escreveu:
” …está lá um senhor/a contratado/a com 2 ou 3 anos de serviço.Provavelmente a pavonear-se que tem um mestrado pós-Bolonha e a chamar antiguidades ou velharias aos colegas com vínculo.Por 4 anos o senhor ou a senhora contratado/a vai estar bem colocado na vida, com 15º mês (12 salários,+ 2 subsídios+pagamento da caducidade.Os sortudos vinculados, pagam para trabalhar, e ainda por cima serem insultados por gentinha que nada sabe da vida.”
A colega deve ter sido muito mal tratada por algum colega contratado, só pode! Ou então a sua autoestima está debilitada! Tratar por senhor/a alguém é revelador da sua mesquinhez, inveja e indiferença perante qualquer indivíduo!!! Acredite, que muitos de nós trocaríamos os nossos 15 vencimentos por 10 do seus, e no final ainda ficávamos com mais dinheiro do que os nossos 15, felizes e realizados por ter trabalho. E de facto, permita-me dizer a Ermelinda é uma sortuda, tem trabalho, logo tem salário! E muito mais haveria para dizer, mas o choque de ler o que a colega escreveu deixou-me paralisada!
Desejo-lhe tudo de bom. Abra o seu coração amargurado e seja feliz.
Exato! É respostas destas que se deseja de uma sabedora professora do quadro!!! Nós, os que estamos desempregados, é que estamos mesmo bem… Afinal nunca sabemos onde vamos estar, se vamos estar em algum lado e com que horários, turmas e condições…
Generalizações nunca levam a lado nenhum!!! E nós contratados somos, sem dúvida, o elo mais fraco…
Ermelinda, desculpe deve tratar-se, porque só qdo estamos mal com a vida é que agimos assim.
Cara “sortuda vinculada”, “pavoneio-me” por ser um “senhor contratado” há 13 anos, por ter apenas uma licenciatura pré-Bolonha terminada numa das mais conceituadas universidades nacionais e internacionais com classificação profissional de 16 valores, uma pós-graduação e de estar a fazer doutoramento na minha área de formação (ainda não me rendi aos “espanhóis” nem às “educações especiais”). Por outro lado, e veja a justiça desta realidade, tão coincidente com a sua visão, “pavoneio-me” por esperar todos os anos por uma colocação e por nem sempre conseguir grandes horários, o que me faz inchar de orgulho por só receber mensalmente meio salário! Nós, contratados, somos realmente uns privilegiados! Não caibo em mim de vaidade, sobretudo por pensar quão merecedor de inveja sou! Pensar que há quadros que gostariam de ser contratados eleva sobremaneira a minha autoestima! Se a colega não é uma “antiguidade ou velharia” de estatuto, sê-lo-á certamente de espírito e de mentalidade!
QA a 80 km de casa e esposa com 18 anos de serviço desempregada…2 filhas…
Desde 1974 que podemos escolher, chegamos a esta situação por vontade própria! E “somos” mais de 80% a preferir assim… No final do mês mostrem já o vosso desagrado!
Ermelinda: eu sou uma PROFESSORA CONTRATADA, com 20 anos de serviço e não uma “senhora” contratada. haja respeito pela classe.
A Ermelinda foi um pouco infeliz no seu comentario ao Carlos Plágio. Mas sejamos mais construtivos. Provavelmente a Ermelinda pensou que o Carlos fosse um recente licenciado que se pavoneia com licenciatura pré-bolonha, etc etc e só por isso e com menos tempo de serviço quisesse passar à frente de muitos colegas com mais anos de serviço. Mas esqueceu-se, que conforme os grupos existem professores contratados com bastantes anos de serviço.
Sou Professora há 20 anos.
Sou QA há 4 anos.
Concorri na 2ª prioridade e não consegui aproximação à residência.
Estou a 110kms de casa e vou ter que alugar casa e levar toda a minha família.
Sou QA e fiquei a 70 km de casa… quadro de cabeceiras de basto (claro que isso aconteceu porque se dividiram docentes em 1º e 2ª prioridade e não se seguiu a lista de graduação)
Sou QA e fiquei a 370km de casa 🙁
Colega Ermelinda, permita-me que a trate assim, também sou professora (há 12 anos), apesar de contratada. Fiquei chocada com o que acabou de escrever: é a primeira vez que sinto de facto a indiferença e/ou a concorrência que um professor contratado faz/provoca num professor qa/qzp!
Tem noção do que escreveu:
” …está lá um senhor/a contratado/a com 2 ou 3 anos de serviço.Provavelmente a pavonear-se que tem um mestrado pós-Bolonha e a chamar antiguidades ou velharias aos colegas com vínculo.Por 4 anos o senhor ou a senhora contratado/a vai estar bem colocado na vida, com 15º mês (12 salários,+ 2 subsídios+pagamento da caducidade.Os sortudos vinculados, pagam para trabalhar, e ainda por cima serem insultados por gentinha que nada sabe da vida.”
A colega deve ter sido muito mal tratada por algum colega contratado, só pode! Ou então a sua autoestima está debilitada! Tratar por senhor/a alguém é revelador da sua mesquinhez, inveja e indiferença perante qualquer indivíduo!!! Acredite, que muitos de nós trocaríamos os nossos 15 vencimentos por 10 do seus, e no final ainda ficávamos com mais dinheiro do que os nossos 15, felizes e realizados por ter trabalho. E de facto, permita-me dizer a Ermelinda é uma sortuda, tem trabalho, logo tem salário! E muito mais haveria para dizer, mas o choque de ler o que a colega escreveu deixou-me paralisada!
Desejo-lhe tudo de bom. Abra o seu coração amargurado e seja feliz.
Arlindo… peço desculpa mas… Este pedido de comentários não beneficia a nossa classe… Apenas estimulou a desunião… Até porque, este valores não são lineares… Haverá exemplos de QA longe e QZP perto… Haverá QZPs longe e QA perto…
Este ano fiquei feliz de estar a 100Kms de casa… E é isso que me preocupa… Ficar feliz a esta distância de casa passando 4horas do meu dia dentro de um comboio…. A realidade é, neste momento, difícil para todos: QA, QZP e, principalmente, contratados…
A luta deverá ser pela classe e não pelo tipo de vínculo, distâncias, família ou graduação…
Bruno, também lhe peço desculpa, mas discordo do que diz. As perguntas do Arlindo visam obter respostas objetivas, para dar a conhecer dados concretos, presumo eu (desculpe, Arlindo por inferir o que pretende…). Se nós não somos capazes de discutir serenamente e educadamente sobre situações que inevitavelmente nos preocupam, e que estão subjacentes, digo eu, às perguntas do Arlindo, que pobreza de espírito e de consciência nos assolam. O problema não é discutir estas discrepâncias/frustrações e desabafar; alarmante é ler comentários depreciativos sobre a classe docente que é a nossa, feitos pela própria classe, como se não bastassem todos os outros, que comentam sem fazerem a mais pequena ideia do que dizem. Ao lutarmos pela classe, e ao contrário do que diz, estamos a lutar pelo vínculo, pela distância e pela família, conceitos indissociáveis ao exercício pleno da nossa profissão. Bom ano para si e, de facto, tudo é relativo, como já li num comentário anterior. Daí ter ficado satisfeito, mesmo a 100Km de casa.
QA – 5 pontes, 11 rotundas e 60km depois, chego à escola. em 26 anos de serviço consegui bater o recorde pessoal!
É pelo facto de existirem várias “ermelindas” no ensino que eu acho que somos um bando, ao invés de uma classe…precisamos de mais “Marias anas”!!! Esta sim, tem classe e é digna de uma classe!!!
QA,31 anos de serviço, a 60 Km de casa …
Sou Qzp, grupo 300, colocada a 205 kms dos filhos e marido.
Sou QZP grupo 300 e colocada a 300Km.
Sou QA do grupo 300, professora há 20 anos, QA há 17 anos e colocada a 60km de casa há 10 anos.
QA a 32 km de casa; considero uma injustiça ser ultrapassada por QZP com menos graduação. Sei que apesar de tudo não é nada comparado com o que li e conheço, mas não é justa a colocação de docentes que não respeite a graduação, independentemente do quadro, pois não fora QZP que fizeram a legislação. Já fui contratada e QZP.
QZP 100km de casa 25 anos de serviço 52 de idade.
Acabo de ler as várias situações descritas pelos professores … Isto é inaceitável, degradante. Os professores andarem com a casa ás costas não é bom para o sistema de ensino. Peço aos colegas lesados para reagirem e coloquem as vossas situações ao provedor de justiça, procurem ajuda nos sindicatos … não é aceitável esta instabilidade laboral… e depois de tudo isto o Ministro favorece o ensino privado com o Cheque ensino… A escola pública ficará sem alunos e, apenas com os muito maus….
qzp a 80km de casa (160 km) diários, QA a 125 km de casa (250 km diários)
Qa a 70 km a percorrer nacionais, senão ainda havia portagens para pagar.
Delfina
QA 115 Km de distância, 54 de idade, problemas graves de saúde
A minha prima ficou colocada em Faro, a 525km de casa :/
QZP 17 anos de serviço 600 km
QA com 16 anos de serviço a 166Km de casa com 3 QZPs menos graduados a 5Km da minha residência.
QA 220km diários ( concurso interno, mobilidade interna, tentativas de permutar, nada me valeu) 🙁
Sou QA a 50Km de casa com 22 anos de seviço e com DCE(doença crónica) que agora me foi vedado ,são duas injustiças ,ser ultrapassada por colegas com menor graduação(QZP´s) e deixar de beneficiar do destacamento .
Há quatro anos, depois de ter sido “compulsivamente” afeta a um QA que dista a 160 km da minha residência, vi centenas de colegas QZP sem horário ficarem colocados em escolas por QUATRO ANOS em escolas que distavam a 10 ou 20 minutos da minha casa. Nem me vou alongar no que tudo isso implicou, financeira e emocionalmente, mas fiz de imediato uma exposição a todos os representantes das bancadas parlamentares (só um me respondeu, e não foi o BE que se destacava na altura com as “calorosas” intervenções de uma deputada que ganhou notoriedade com discursos pró-professores), DGRHE (que nem se dignou a responder), Ministro da Educação e Secretário de Estado (aguardo resposta até hoje), DRE (que chutou para canto), Procuradoria Geral (não foi cometido nenhum crime, responderam eles), sindicato (sim, desvinculei-me dele) e Provedor de Justiça. Relativamente a este último, não posso deixar de mencionar a amabilidade e prontidão com que trataram o meu caso. No entanto, a conclusão da resposta que me foi enviada foi “(…)tendo o concurso visado a colocação dos docentes oriundos dos QZP, não é de prever a repetição, nos próximos concursos anuais, de resultados similares aos verificados.” Pois, foi o que se viu!!!
Questiono-me quantos colegas se queixaram ou fizeram alguma coisa… Mas é preciso pôr cobro a esta enorme injustiça. A graduação de cada um tem de ser respeitada, assim como o esforço daqueles que já foram contratados e QZP, mas que agora têm o direito de estar perto das suas casas e famílias.
Já agora, assinem: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=P2013N70714
Sou QA e fiquei a 80 km de casa…e colegas com menos graduação ficaram à porta de casa!!!! E assim vão as coisas no sistema educativo!!!
Pois é, agora imagine o sentimento dos contratados com mais graduação que centenas de quadros e que nem a 80 km de casa da prima que mora a 220 km ficaram…
Sou QA e não fiquei colocado em DAR. Depois de 15 anos de serviço continuo a 150Kms de casa…
Olá. Sou QZP, sou de Viseu e estou em Lisboa. Estou a 300km de casa.
Olá. Tal como o Nuno, sou QZP, sou de Viseu e estou em Lisboa. Estou a 300km de casa.
QA,vinte anos de serviço, a 85 Km de casa … MI sem colocação.
(Ainda não contei as pontes, nem as rotundas nem os pórticos…)
Sou contratado e apelo à revolta de todos QA, QZP e Contratados. As medidas tomadas por este MEC, vão ser ainda piores, hoje foi exemplo disso com as notícias vindas a público do privilégio ao ensino privado. Os colegas das grandes cidades do ensino público mais tarde ou mais cedo vão ter de se deslocar para zonas onde não exista as tais GPS(sobrevivem à custa de professores-escravos/explorados com salários precários) porque estas vão tomar conta do ensino público ficando sem escola para leccionar. A luta também deve ser vossa(Colegas do Quadro)
REVOLTA – Os sindicatos devem tomar medidas imediatas para o início do ano letivo.
UNIDOS por uma qualidade de ensino público e respeito pela nossa classe. Vamos deixar de ser medrosos e vamos à luta.
Eu sou QA e não consegui destacamento, logo, volto para a escola onde sou efetiva que fica 1 190Km de casa, toda a gente pode ter vida própria e organizada, mas nós os professores acho que não temos esse direito, estou muito revoltada, mas para conseguir ficar com o meu marido e a minha filha vou sujeitar-me a fazer 380km diários.
Sou Qa e fiquei a 72 km de casa. Tenho colega qzp 600 lugares atras de mim que ficou a 1km de casa.
QA a 400 quilómetros de Casa, não consegui destacamento! 🙁
É por estas e por outras que sou obrigado a aceitar que a classe dos professores é muito parecida a uma fábrica de têxteis, onde não se pode confiar em ninguém (entre funcionários), são todas falsos e quando te distrais já tens uma faca nas costas.
É triste ver estes professores efetivos chorarem por estar longe de casa 🙁 . Durante anos trataram os vossos colegas QZP abaixo de cão e quando estes eram colocados nas escolas só apanhavam sobras (ainda hoje é assim), os restos que os efetivos não queriam, em inúmeras escolas a maioria dos efectivos tinha um ou dois níveis (vida de lord) e o desgraçado do QZP três, quatro, cinco… . Se estão efectivos é porque querem e se estão efectivos longe de casa é porque concorreram para essa escola. Muitos nem sequer sabiam onde era a escola, mas isso era no tempo das vacas gordas. Só tem de aguentar e calar, se os QZP estão onde estão é porque merecem e porque são EFECTIVOS e volto a REPETIR EFECTIVOS de uma zona.
Não me alongo mais pois não quero ser mal educado.
Cumprimentos
Sou QA e não tive a sorte de me aproximar de casa, devido ás injustiças por todos comentadas e conhecidas. Estou a 150 Km… 300 diários, pagar para trabalhar… Enfim, revoltado e de acordo com o “Conta”.
Sou QE, desde 2009, e estou a 40 Km de casa, sou professor há 16 anos. Não concorri à mobilidade interna e até conseguia colocação no meu concelho, simplesmente não me apetece ficar com os restos.
E sou dos acho que nem concurso de aproximação devia existir. Mas sim quadros das escolas realmente dimensionados às suas necessidades. Tivessem estas vagas sido disponibilizadas no concurso interna e hoje era QE ou QA numa escola da minha cidade.
Bom… aqui vai a minha situação familiar que engloba o bom e o (muito) mau deste tipo de concurso.
Aliás, antes de começar a explicar, gostava de referir que este tipo de situações se agravou (e muito) desde que os concursos passaram a ser plurianuais.
Há 4 anos mudei do QZP do 110 para QA do 230 (onde já tinha lecionado nos primeiros 3 anos da minha carreira). Moro em C. Branco e para garantir a entrada no meu grupo, concorri até Lisboa. Como estava numa prioridade abaixo do resto do pessoal do meu grupo (concordo que seja assim) e o DAR não permitia mudanças na lista, fiquei 4 anos a fazer 190 Kms diários. A ideia era que passados 4 anos, a coisa melhorava. Sem vagas no concurso interno deste ano, apesar de já estar reposicionado na lista, fiquei em Alverca. Na MI, desapareceram duas vagas em Castelo Branco porque duas colegas QZP do concurso externo extraordinário as ocuparam (não têm culpa nenhuma e estavam na 1ª prioridade). Agora vou para Alverca e pelo menos um ano lá ficarei. Lado bom deste tipo de concurso absurdo: a minha mulher é QZP do 110 e ficou pertíssimo de Castelo Branco, ao contrário de colegas com mais de 30 anos de serviço que estão a mais de 70 Kms de casa.
Faz sentido!? Não. Faz sentido voltarmos costas uns aos outros? Não. Continuo a achar que os sucessivos governos/ME sempre aproveitaram a nossa eterna divisão. Sinceramente, acho que até os sindicatos aproveitam esse facto…
Solução: voltemos aos concursos anuais e se quiserem estabilidade, abram vagas de quadro.
Isso vai acontecer? Claro que não! Somos fracos como classe e facilmente nos viramos uns contra os outros. Já os sindicatos… ajudam pouco.
Bom ano (letivo) para todos!
É isso mesmo!
A culpa é deste (des)governo que nos quer exterminar independentemente de sermos QA, QZP ou Contratados. Não abriram vagas (que existem) e insistem em concursos plurianuais que mais parecem penas de prisão. E tudo para engordar os amigos pançudos GPS e companhia, que nos exploram quer enquanto profissionais, quer enquanto contribuintes.
É uma vergonha!
E a sociedade parece adormecida ou vencida… uma tristeza…
Sou QA e fiquei a mais de 60 Km de casa. Aliás, par o meu lugar do ano anterior foi um colega QZP, menos graduado que eu.
Luís estou exactamente na mesma situação, estou muito revoltado com tudo isto mas já comecei a reclamar com os sindicatos e com o ministério. Vamos unir-nos.
QA que não conseguiu aproximação. 210km de distância. QA por obrigação há 4 anos, atenção a isto. Quero trocar de vínculo com profs QZP da terra onde fiquei colocada, elas estão sem colocação. Quero muito isso, elas também.
Quero respeito integral pela graduação, QZPs, QA ou contratados. Não interessa, somos todos profs, não admito é este desrespeito pela lista de graduação. Para que é que ela existe, então?
E os sindicatos são uma treta pegada. Querem lá eles saber deste pormenor! Sentadinhos no seu púlpito em vez de andarem a bulir nas salas de aula. Querem lá saber do drama de profs e famílias! Estou na luta, faço o que for preciso.
QA a mais de 90 km de casa. As injustiças continuam… até quando?????
Sou professora há 18 anos e no meu currículo já constam 16 escolas. Fiquei no QA em 2009 e como foi a 200 Km de casa tenho concorrido a aproximação a residência, ficando com os restos como todos sabem. O ano passado tive de concorrer a DACl e a DGAE colocou-me na minha escola de provimento sem horário. Meti recurso, sendo este deferido a 9 de Janeiro, mas tinha de continuar na minha escola de provimento e aguardar que por escrito me fosse atribuído uma escola. Esperei … até 22 de Março, altura em que fui colocada na última escola que constava da minha candidatura sem horário, claro. Fui depois no último mês substituir uma colega que se aposentou. Este ano consegui aproximação à residência e estou a 45 Km de casa ,depois de um mês de Agosto infernal como todos vocês sem saber onde iria ficar. Agora sei que vou ficar com os restos que sobrarem depois de os colegas que estão na escola terem escolhido o seu horário (foi esta a resposta que me deram quando me apresentei na escola) .
Estou cansada, exausta mesmo de anos após ano viver a mesma situação, tendencialmente a agravar-se. Mereço, merecemos todos que estamos nesta situação mais respeito. Eu só quero que não me maltratem e desrespeitem e acima de tudo não me tirem a minha dignidade (pouco falta para isso acontecer). Chega, Basta! façamos por ser respeitados enquanto profissionais e enquanto pessoas.
Tenho colegas com cerca de 400 lugares depois de mim nas listas colocados na escola que eu coloco em 1º lugar nos concursos enquanto eu estou a 60km de casa.
Conclusão: deveria ter sido muito mais “baldas” na faculdade que agora estava melhor.
Vamos terminar com esta injustiça.
Vamos todos reclamar com os sindicatos e com o ME… eu já enviei hoje várias cartas (esqueçam o email – é muito fácil de apagar e esquecer.)
Mas os colegas ainda não perceberam, o que é que o MEC quer. Não houve aproximações à residência, obrigando muitos professores a voltar às escolas de origem e a muitos km de casa, muitos deles com 50 ou mais anos. Estes são os alvos preferenciais para as rescisões. Mais velhos com a vida estruturada, percebem agora a lógica do MEC. Uma colega minha amiga QZP, já me tinha dito em Maio que o Mec estava neste momento mais interessado em QZP…
Concordo completamente com o que disse. Basta andar a “passear” por blogs e facebook que verificamos que só os contratados e os QZP é que têm direito a estar indignados. Os QA/E desterrados há anos, muitos obrigados a concorrer este ano por ACL que em muitos casos não era real mas fruto de mais umas manobras muito estranhas do MEC, não têm direito à revolta pois somos logo criticados. Eu até tive direito a uma resposta que dizia que se não estou bem que rescinda o meu contrato. Ou seja, aqueles que andam nisto há anos, que se viram descaradamente ultrapassados por menos graduados, têm é simplesmente de rescindir contratos para deixar vagas para os contratados… Sinceramente esta situação tornou-se vergonhosa e humiliante para quem como eu se sacrificou, concorreu há mais de 20 anos para todo o país para poder efectivar, andou na estrada, abandonando a família porque procurava uma situação mais estável a longo prazo e agora se vê enganado e traído. A conclusão é que deviamos ter concorrido apenas a escolas perto de casa, ficavamos contratados mas não gastávamos dinheiro, não abandonávamos a família . Para muitos, os QA não se podem queixar porque têm um trabalho, pois temos mas quantos gastam mais de metade do seu ordenado para ir trabalhar, será que somos assim tão favorecidos. Conheço muitos contratados e QZPs que no fim do mês recebem bem mais do que eu porque não gastam nem metade do que gasto (há 20 anos!) para ir trabalhar.
Vamos todos protestar e exigir uma lista única que respeite a graduação independentemente de ser QA ou QZP. Só esse tipo de lista é que é transparente e correcta!
Sou de Cepões, em Viseu, e já estou colocada em Tabuaço há quatro anos. Ainda não consegui aproximação à residência… Também não foi desta, ainda… Faço diariamente 126 km sem qualquer ajuda de custo… enfim… agora vejo colegas muito menos graduados a ficar quase ao pé de casa. Mais do mesmo que vejo todos os anos…afinal de que serve a graduação? Mas a culpa não é dos colegas, mas sim de um sistema de concursos que continua a permitir que isto volte a acontecer…Estou desiludida com as injustiças que se vêem todos os dias.
Não é bem assim. Estou na casa dos 30. E há muitos como eu ou pouco mais velhos, com filhos pequenos às costas, sem qualquer estabilidade.
Arlindo, estas questões têm qual intuito? Será que vai apresentar o resultado da amostra a alguém que se possa mexer pela defesa da lista de graduação?
Author
Pode servir para muitas coisas inclusive a fundamentação desta petição que iniciei. http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=Arlindovsky
Acho que os sindicatos deveriam parar de fazer de conta que tudo está normal com inúmeros profs QA.
Eu assinarei essa petição se concorrer em igualdade de circunstâncias, quaisquer que sejam, com os profs de QZP (e, por mim, até se podia incluir os contratados no rol, sem qualquer problema). O respeito pela graduação é que é fundamental. Sublinho que me tornei QA em 2009 por obrigação. Preferiria mil vezes ser QZP. E até queria trocar de vínculo com uma colega da terra onde fiquei efetiva, permitir-lhe ser QA lá e tornar-me eu QZP. Acharia muito estapafúrdio acrescentar isso na sua petição?
Para lerem se quiserem. É um texto com o qual concordo plenamente.
http://profslusos.blogspot.pt/2013/09/para-discutir-e-refletir-qa-qena-versus.html
Sou QA desterradíssima, desde 2009, por obrigação, e concordo com a de lista graduação e concorrer pelos mesmos critérios que os QZPs. Venha já o concurso!
Depois de ler alguns comentários fiquei muito incomodada por pertencer a uma classe que revela poucos valores e que se queixa de barriga cheia.. Queria referir que sou professora contratada há 15 e tal como eu milhares de colegas na mesma situação e dispostos a percorrer o país. Nós contratados tb temos família, rendas de casa para pagar e somos obrigados a andar anualmente com os filhos atrás, ie, retirar-los do conforto deles. Isto, sim, é mto complicado. Ah, e por vezes o vencimento que recebemos não dá para as despesas.
Não me venham com tretas! Eu também já passei por todas as fases!! Já fui contratada. já fui qzp, fui, enquanto qzp, obrigada a concorrer a QE para uma zona, e sou QA a concorrer em 2ª prioridade. Mas não me queixo! Foram sempre opções que eu tomei Se sou QA neste local é porque concorri para cá. Se fui obrigada a concorrer a QE a todas as escolas de uma zona do país… isso aconteceu porque era qzp e os qzps a isso eram obrigados… e eu aceitei o lugar de qzp porque quis… podia ter optado por ficar contratada mais uns anos… poderia ter sido vantajoso ter ficado contratada mais uns anos, é que o obrigatoriedade dos qzps concorrerem a qe para todas as escolas de uma zona, depois desapareceu!! São sempre opções que cada um toma. Também concorri para os Açores e fiquei lá efectiva. Optei por não aceitar o lugar e ficar mais um ou dois anos contratada no continente… são opções que cada um toma. Mas também concordo com a ideia de uma única prioridade onde a graduação seja respeitada. Já que somos todos professores dos quadros, e o patrão (MEC) terá “sempre” que pagar o vencimento, não se entende bem porque não existe uma lista única com todas as pessoas que estão a concorrer e colocá-las seguindo a graduação.
!!!!!!!!!!!!!!!!!
Sou QA grp 550, fiquei a 400 km de casa, porque o MEC decidiu de acabar com a informática nas escolas, suavemente vai acabar com o meu grupo.
Segundo o Google Maps estou a 299 Km (percurso mais curto) de casa (mais de 30 euros de portagens, 60 ida e volta). Também sou de QA do 550 e quanto ao “suavemente” vamos ver… os novos cursos de formação vocacional (que progressivamente vão substituindo os CEF e Cursos Profissionais) nem sequer têm TIC no currículo… e as partes técnicas serão lecionadas por formadores técnicos externos… Depois dos colegas de EVT penso que nós seremos os próximos 🙁
ola,Arlindo. Sou professora do qzp3 e este ano fiquei em Aveiro (agrupamento de escolas José Estêvão), que fica a 80km da minha área de residência (Tondela). A minha preocupação tem sido encontrar colegas que tenham ficado em Aveiro e que sejam dos lados de Viseu para trocar boleia e assim reduzir os custos da viagem. Seria interessante que o Arlindo pudesse, tal como nas permutas, dar-nos um espaço em que pudéssemos contactar entre colegas nos sentido de facilitar a divulgação e deixar contacto para possíveis interessados. Já que o Ministério não tem em consideração estas questões então devemos ser nós professores a unirmo-nos e minimizarmos os danos.obrigada.
Sou QA colocada a 90 km de casa em MI 2ª prioridade. A escola de provimento dista 300 km. Conjugo a minha colocação com a do meu marido também professor QA na zona onde residimos. Para mantermos a família unida, um de nós tem sempre de ir a “jogo”. Como tradicionalmente há mais vagas para o meu grupo e há 7 anos que consigo aproximações simpáticas fixámos residência nesta zona da qual nenhum de nós é natural. Este ano, não tendo conseguido colocação no CI (como era de esperar com tão reduzidas vagas!) fui novamente a MI mas, desta feita, obtive a minha pior aproximação. Escusado será dizer que dezenas de QZP menos graduados obtiveram graduação em escolas da minha preferência. Não tem culpa, apenas cumprem a lei e certamente “já penaram” um pouco como todos nós que antes de sermos QA fomos QZP!! Porém considero injustas as regras nestas prioridades. Colegas com horário zero devem ter prioridade mas nos restantes casos a colocação deveria respeitar a graduação.
Sou Q.A., dou aulas à 16 anos e fiquei a 200 km de minha casa.
Maria Rita, talvez o Arlindo, colega a quem muito agradeço o empenho, dedicação e ajuda, talvez pudesse fazer aqui no blog um local onde pessoas como nós, QA “ultrapassados” ano após anos por colegas com menor graduação e tempo de serviço e que, por isso, gostariam que se fizesse justiça, tivessem possibilidade de dar o seu testemunho. Talvez o seu advogado (infelizmente neste momento não tenho possibilidades económicas para também contratar um, visto sermos dois professores cá em casa a fazer Kms e Kms diários, gasóleo, portagens, desgaste de carro, desgaste psicológico, físico e familiar) consiga compila-los e provar que a Maria Rita não está sozinha. Conte comigo para o que for necessário.
E conte comigo também.
Arlindo, seria interessante fazeres um “apanhado” ou um Top de distâncias… ainda estou de olhos esbugalhados com os comentários de colegas que estão a 350Kms e a 600Kms…
Eu que estou a 110Kms de casa já me sinto “quase ao virar da esquina”!!
😉
Quando forem as autarquias ou os diretores (lá chegaremos) a contratarem diretamente os professores, todos estes problemas e injustiças desaparecerão.
Olá a todos
Sou QA em Matosinhos e sou de Ponte de Lima, faço 75 km para cada lado. Permutas, nem vê-las.:(
sou QA, grupo 330, colocada a 90km d casa num distrito com acessibilidades muito difíceis, quer geográfica, quer meteorologicamente (bragança)
Eu sou QA (grupo 500) e estou a 200km, pois não consegui MI.
Como é que não falam de nós por aí?? Cada um olha por si, olhando para o seu umbigo. Acho que isto devia de dar uma volta e sair tudo do lugar. Iniciei em 89, vinculei com zero dias de serviço no meio do oceano, nunca consegui chegar a QA e concorri não para o país todo mas numa área alargada. Este ano pela 1ª vez não consegui ser colocada no meu antigo QZP, incrível, Estou longe de casa mas podia ser pior. Existe muita coisa instalada. Devia de haver uma lista de graduação com todos os pertencentes ao quadro com a sua graduação e outra lista com todas as vagas , só assim havia justiça. Podem dizer e os contratados? Respeito-os mas para todos os efeitos ainda não pertencem ao quadro.
15 anos de serviço, 7 anos de quadro, estou a 220 km de casa…. 🙁
RECTIFICAÇÃO: Sou QA com 15 anos de serviço, 7 anos de quadro, estou a 220 km de casa ….. 🙁
Contínuo a opinar que tem havido pouca vontade por parte dos sindicatos em resolver esta questão e que esta mais que na hora de
Tomar medidas .
QA, 12 anos de serviço, a 100km de casa, mesmo em mobilidade….foi o mais perto que consegui.
brincam com a nossa vida……. e tenho dois filhos (um 4 anos e outra 7 meses)…agora que precisam de mim.
[…] No Arlindo, claro. […]