Se Fosse uma Escola do 1º Ciclo

… estava há muito encerrada.

 

um terço

Mas neste caso admite-se…

 

repensar casos de cursos sem candidaturas

 

E não há a mesma coragem para decidir?

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18 comentários

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    • Soraia on 9 de Setembro de 2013 at 19:59
    • Responder

    Não podem acabar com os “tachos” nas universidades. Lá são todos “investigadores”, se tem o horário zero, ficam a “investigar”, a passear, desculpem, a participar em congressos pelo mundo fora para encher currículo…Estas viagens (passeios), muitas vezes pagas pelas universidades….
    Muitos políticos, familiares de políticos e amigos de políticos, lá estão dão aulas nas universidades….

    • Joana on 9 de Setembro de 2013 at 20:09
    • Responder

    No ensino superior politécnico reina a verdadeira anarquia. Um engenheiro tem formação para leccionar quase tudo, já uma pessoa de matemática está verdadeiramente limitada.
    A multiplicidade dos artigos e o plágio convivem muito de perto, mas ninguém actua verdadeiramente
    Este Sr. ministro nunca me criou grandes expectativas. Desde querer afirmar-se como matemático não o sendo até às suas crónicas superficiais que até ganham prémios internacionais.

    • zeca on 9 de Setembro de 2013 at 20:13
    • Responder

    Pois….
    Mas há escolas do 1º ciclo que deveriam estar fechadas e nada.
    Neste momento ainda há escolas (pelo menos conheço uma), de lugar único, 3 anos de escolaridade e, claro está, só um professor.
    Convém realçar que “esta” escola apenas tem 1º, 3º e 4º anos.
    Enfim….ano de eleições e ….não se encerra.

    • zeca on 9 de Setembro de 2013 at 20:17
    • Responder

    Já agora. Como recuperar password para utilizar o chat

    1. Mudares o nick ou enviar-me mail para eu eliminar esse nick e criares o mesmo com nova password.

    • manuel on 9 de Setembro de 2013 at 20:48
    • Responder

    Sim, já decidiram. Há muito. Vão tirar os cursos Efas, Cefs, Vocacionais, Profissionais e Afins e passa-los para os politécnicos. Depois dizem que há menos criancinhas e que é preciso reduzir professores no básico e secundário. Como sempre, a corda rebenta para o lado mais fraco.Mais fecho de escolas, mais agrupamentos, mais horários zero. E os sindicatos a ajudar caravana a passar….

      • Eu e Tu on 9 de Setembro de 2013 at 21:39
      • Responder

      Vá lá…
      Já não me sinto sozinho a repetir o plano que se avizinha a breve trecho.
      Só é pena que muitos teimem em olhar para canto, fazendo de conta que esta luta não é deles.

      • Profa farta de medíocres on 9 de Setembro de 2013 at 22:34
      • Responder

      Falso. Está previsto os alunos do 12º ano via profissional entrarem em cursos técnicos superiores nos politécnicos, com a duração de 2 anos. Não inventem. Vão ler umas coisinhas primeiro, ok?

    • sandra s. on 9 de Setembro de 2013 at 20:50
    • Responder

    Para o nosso ministro, não há razão para fechar estes cursos. Sabem porquê? porque muitos destes cursos vão receber professores contratados à procura de mais formação e de competências para lecionar…
    Já pensaram por que é as Universidades ainda não tomaram uma posição firme contra a Prova de Competências? Porque com a diminuição de alunos, preparar os contratados para a Prova será a única salvação de muitas universidades.

      • Eu e Tu on 9 de Setembro de 2013 at 21:54
      • Responder

      Preparar contratados para a prova? Que coisa mais absurda.
      Quanto à procura de mais formação, sempre aconteceu, acontece, irá acontecer. Aliás, parece-me, que haverá é menos candidatos a… Com os cortes efetuados e os que ainda falta efetuar, só com certeza absoluta de colocação é que alguém no seu perfeito juízo gasta tempo e dinheiro em formação extra.
      Quanto à prova, as Uni não se insurgiram contra a mesma porque não os afecta minimamente.
      Continuam a ter os cursos via ensino com gente.
      E da mesma forma que não os afecta, também o MEC não os quis afectar. Caso contrário teria ordenado que os cursos via ensino fechassem durante x tempo.

      Optou por querer ficar bem na foto. E a opção foi criar a aberração da prova, que não impede de forma direta os candidatos a ingressarem nos cursos via ensino (e com isso não causa celeuma com as instituições superiores) e consegue que ao fim de x anos a estudarem, criar um filtro e decidir quem pode exercer e quem andou a desperdiçar tempo e dinheiro.

      Portanto, quem te de se insurgir somos nós.
      Quem espera que seja o contrário, está definitivamente a mais no sistema de ensino.

      • Profa farta de medíocres on 9 de Setembro de 2013 at 22:36
      • Responder

      Preparar aquilo que já devia estar bem preparado. Só caí nesse embuste os imbecis que afinal fizeram cursos de modo muito esquisito.

  1. Ponham o politécnicos sem alunos a fazer exames anuais aos professores do básico e secundário. Assim fica o problema resolvido, certo?

      • Solução rápida. on 9 de Setembro de 2013 at 21:38
      • Responder

      Parece sarcasmo mas essa é exatamente a intenção!

    • Profa farta de medíocres on 9 de Setembro de 2013 at 22:37
    • Responder

    Grandes politécnicos. É só cólidadi!!!

    • Maria on 9 de Setembro de 2013 at 22:41
    • Responder

    Se Fosse uma Escola do 1º Ciclo

    virava OUTLET……..é mais pratico…….

    • Feliz on 9 de Setembro de 2013 at 23:41
    • Responder

    http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1625594
    Porque rever é preciso…

  2. Já viram o número de alunos que entrou em cursos de ensino este ano. Em algumas universidades encheram as vagas…
    Escreve-se nos blogs (verdade ou não) que existem cerca de 15 mil alunos em cursos via ensino!!

    • mp on 10 de Setembro de 2013 at 10:34
    • Responder

    O Ministro conseguiu resolver assim dois problemas. Com um exame de matemática que “arrumou” com muitos alunos conseguiu com que se dispense muitos professores do ensino superior e mais… que vão agora fazer os alunos que não passaram no exame e por isso não puderam concorrer às engenharias? Fácil…vão para as universidades privadas que estão sem alunos e a precisar que o estado lhes arranje uns cheques…

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