Petição Por um Concurso Interno Extraordinário em 2014

Disseram-me que havia a circular uma petição a exigir a revisão de prioridades no Concurso de Mobilidade Interna. Compreendo as razões de desagrado a que levam os docentes que pretendem mudar de escola por sua livre iniciativa e são ultrapassados por docentes QZP ou docentes sem componente letiva com menos graduação.

Exigir a mudança de prioridade, como disse há algum tempo, faz com que todos percam.

 

Também disse há já algum tempo que o que devia ser exigido quem em 2014 fosse efetuado um concurso interno extraordinário com a real abertura de vagas para que todos os QZP e os docentes que pretendessem mudar de escola pudessem ficar colocados em função da sua graduação.

 

E lembrei-me de fazer esta petição.

 

Por um concurso interno extraordinário de professores e educadores do ensino básico e secundário em 2014

 
Nota: estou receptivo a alterações ao texto que coloquei na petição.

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58 comentários

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    • Adriana Costa on 4 de Setembro de 2013 at 0:07
    • Responder

    Sou a favor de um concurso interno justo mas com vagas positivas!

      • Henrique on 4 de Setembro de 2013 at 13:02
      • Responder

      Não há mais petições para serem assinadas?
      É ver quem mais “puxa a brasa à sua sardinha”.Uns contra os outros.
      Quantas mais petições, todas subscritas pela mesma classe profissional, mais força dá ao MEC para não ouvir ninguém. E tem razão, afinal todos os argumentos são igualmente válidos.

      Uma questão para os “DAR”: algum está colocado em escola para a qual não concorreram?Não sabiam que era grande a probabilidade de ocuparem o vosso lugar? Queriam garantir dois poisos e os outros que fiquem com os restos.

      Que possibilidade tem um QZP de escolher uma escola? E um contratado que,sem qualquer vínculo, é obrigado a concorrer a duas zonas?

        • Maria on 4 de Setembro de 2013 at 15:07
        • Responder

        Não diria melhor, Henrique.
        Os DAR ainda não perceberam que, para eles passarem à frente dos QZP (ou, como eles dizem, serem justamente posicionados), estes teriam que ser obrigados a concorrer ao país todo para irem tapar as “vagas” que os DAR libertam. Não faltava mais nada, pois não?

          • Alexandra on 5 de Setembro de 2013 at 15:25

          Cara Maria, eu sou QA, e a única razão porque não sou QZP é que quando era QZP, havia uma lei que nos OBRIGAVA a concorrer a pelo menos uma zona geográfica (na altura o país estava dividido em 4) sob pena de perder o vínculo. No ÚLTIMO ano em que isso foi obrigatório, eu efectivei a 200km de casa. Era a PRIMEIRA na lista do QZP do Porto no meu grupo. Quem ficou no QZP foram os que estavam atrás de mim na graduação. Entretanto, por ter sido possível durante alguns anos passar de QE/QA para QZP (o que eu nunca consegui), há QZPs com mais graduação do que eu, mas não são muitos. Acabei por me aproximar para 60km de casa, mas acredite que me custa ver os que não saÍram, porque tinham menos graduação do que eu, sistematicamente em escolas pertíssimo de minha casa, e eu sempre longe. Já lá vão dez anos. Não foi escolha. Fui obrigada. Se pudesse escolher, nunca teria deixado o QZP.

        1. Olhe, eu fiz concursos a mais do que a uma zona geográfica e nunca deixei de ser QZP, e não era dos últimos da lista. Cada caso é um caso. Não é, portanto, isso que retira o facto de que o mais justo seria que as colocações fossem por graduação.

        • Ana on 5 de Setembro de 2013 at 0:07
        • Responder

        Muitos professores de QA foram obrigados a efetivarem em escolas muito distantes das suas residências. Não foi uma escolha.

  1. Arlindo
    Desculpa vir dizer o mesmo, mas parece que te esqueceste dos professores contratados. então we que tal exigir dois concursos extraordinários. Um externo extraordinário para vincular colegas contratados, muitos há 15, 20 anos no sistema, e posteriormente o concurso interno extraordinário para fixar nas escolas todos os docentes sem exceção, contratadeos recém vinculados e os do quadro. Não será mais justo?! Ou a FNE vai passar a questão da vinculação extraordinária de professores contratados em 2014 a frente?

    1. Jorge, se tens lido a comunicação social sabes que a FNE tem vindo constantemente a falar na necessidade de haver novo concurso em 2014 para ingresso na carreira de professores contratados (além de referir-se por várias vezes aos processos em tribunal para a vinculação de professores contratados). No JN de dia 3 saiu mais uma vez essa posição (se quiseres posso enviar-te esses recortes).
      Mas não escondo-te, da mesma maneira que sempre defendi o concurso externo extraordinário, que a haver ingressos na carreira eles só são possíveis de acontecer com os concursos interno e externo separados.
      A diferença nas nossas opiniões é que achas que o concurso externo devia acontecer antes do interno e eu acho que devia ser o contrário.
      E por isso esta minha petição pelo interno.
      Abrindo caminho a um, quem sabe abre caminho ao outro.

      1. Arlindo
        Sabes perfeitamente que se o concurso interno ocorrer antes do concurso externo, a entrada de professores contratados é zero ou muito residual por via das vagas negativas, a extinguir aquando das transições de quadro. Isto acontece há vinte anos. Ou seja, defender um concurso interno antes do externo é o mesmo que dizer aos contratados não queremos que vocês entrem nos quadros porque nos sentimos ameaçados.Entendo que é necessário fazer exigências claras em prol da entrada nos quadros de docentes com muitos anos de serviço. Estes colegas, muitos há vinte anos a contratado precário, não achas que mereciam mais do que um concurso que os vai continuar a pôr de fora. Por isso, continuo a Convidar-te a reformulares o texto da tua petição no sentido de incluíres a exigência de dois concursos extraordinários, mas pela ordem crescente no tempo em termos de vínculo dos candidatos.

      • Henrique on 4 de Setembro de 2013 at 13:11
      • Responder

      Tal como todos os outros, o Arlindo puxa a brasa à sua sardinha.

      1. Então porquê?
        Sou QA à porta de casa e nas piores das hipóteses QA sem componente letiva.

  2. Esta petição é leal !
    A outra,é uma vergonha!!!!Professores contra professores …e não vejo o sentido pois ambos são do quadro e concorrem em primeira prioridade por ausência de componente letiva.

      • Didocas on 4 de Setembro de 2013 at 8:21
      • Responder

      Não poderia estar mais de acordo! Horários zero e QZP não tem componente letiva atribuída, pelo que faz todo sentido a 1ª prioridade.

        • Henrique on 4 de Setembro de 2013 at 13:13
        • Responder

        Nem mais!

  3. Só uma pergunta: é sempre possível a um QZP ou a um QE/A colocado concorrer no próximo ano para outra escola? Embora assim perca o vínculo por quatro anos àquela em que foi colocado? Agradecia resposta. Obrigado.

      • Daniel on 4 de Setembro de 2013 at 1:27
      • Responder

      Os QZP não podem concorrer, só se tiveram Horário Zero. Os QE/A podem.

      1. Eu sei que isto não é muito importante para a maioria dos colegas. Parece-me que é o Daniel quem está certo. No Aviso do concurso de mobilidade interna 2012-2013 vem escrito em IV – Requisitos de admissão ao concurso de mobilidade interna. 1.1 – Docente de carreira a quem não é possível atribuir pelo menos seis horas de componente lectiva; 1.2 – Docente de carreira do quadro dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas que pretenda exercer transitoriamente funções noutro agrupamento de escolas ou escola não agrupada. A regra deve manter-se no próximo ano. Infelizmente para mim, vou ter que ficar na escola em que fui colocado quatro anos. Será que li bem?

      • Rosa on 4 de Setembro de 2013 at 12:30
      • Responder

      Claro Pedro perde o vinculo.Só concordaria com este concurso se abrissem todas as vagas.Para acontecer o q se passou com o conc extraordinário dos prof contratados?? Não concordo!!

    • Mário on 4 de Setembro de 2013 at 0:37
    • Responder

    Podes concorrer, Pedro Mota, e permaneces os restantes três anos na escola em que obtiveres colocação. Se entretanto tiveres horário-zero só poderás regressar à Escola de origem se no teu lugar não estiver alguém do quadro. Caso contrário tens de concorrer obrigatoriamente à mobilidade interna e, se não fores colocado, permaneces na escola onde estás em actividades várias (não lectivas). Isto no quadro legal actual sem mobilidade especial…

      • Alex7 on 4 de Setembro de 2013 at 9:01
      • Responder

      Tem a certeza de que pode permanecer os restantes três anos na escola em que obtiver colocação? Não é só por um ano?

    1. Tem a certeza Mário? Dá-me a ideia de que o Daniel é que tem razão. Será?

    • Estrelinha on 4 de Setembro de 2013 at 0:46
    • Responder

    E para quando uma petição a exigir a anulação das novas zonas geograficas ?
    Nao foi o meu caso, gracas a deus, mas essa nova invenção provocou graves dramas familiares por este pais fora. Uma colega minha esta desesperada …

      • Daniel on 4 de Setembro de 2013 at 1:29
      • Responder

      Chama-se gestão racional dos recursos, na linguagem do MEC.

      Cá para nós, fará sentido o estado estar a pagar a professores sem turma, para no concelho ao lado estar a pagar a professores a contrato?

        • Estrelinha on 4 de Setembro de 2013 at 1:46
        • Responder

        Colega, falando nesta minha conhecida particularmente, fique a saber que ainda ha muitas vagas na sua zona de residência que por qualquer motivo não foram atempadamente pedidos. Muitas vezes bastava um pouco mais de organização por parte de mec. Qualquer trabalhador só poderá dar o melhor de si, se se sentir minimamente feliz. Para mim o estar-se junto da sua família e uma necessidade básica.

          • jota on 4 de Setembro de 2013 at 9:47

          Tem toda a razão Estrelinha.
          Mas não é apenas falta de organização do MEC.
          É também as escolas que estão a guardar horários nas gavetas para colocar lá os amigos.
          Sei que por esta altura há sempre ajustes…. mas vai ver se agora não vão surgir vários horários completos para escolas que não tinham enviado anteriormente nenhum….
          Se esses horários tivessem sido contabilizados provavelmente mais colegas teriam tido aproximação.
          Tem tudo a ver com a ética Direções.
          Por isso não é um concurso extraordinário que vai salvar nada….

    • Maria on 4 de Setembro de 2013 at 1:36
    • Responder

    Anulação das novas zonas geográficas.
    As regras devem estar estáveis. Todos os Ministros fazem alterações. Esta alteração deixa em pânico centenas de pessoas, separa famílias, separa as crianças das suas escolas, dos seus amigos, dos seus vizinhos. Era interessante os professores contaram aqui as suas histórias – as deslocações diárias residência/casa em Km, com quem fica os filhos; a dificuldade em arranjar casa/quartos…. Esta medidas complicaram imenso a vida das pessoa e, fica poa avaliar as repercussões no ensino. Este Ministério deveria de pensar antes de agir… muito se fala de Qualidade … será isto a qualidade ? Obrigar pessoas a deslocarem-se centenas de quilómetros diários ?

    • Daniel on 4 de Setembro de 2013 at 1:51
    • Responder

    Um concurso interno, com todas as vagas reais, é urgente.

    Exemplos extermos da falta de professores do quadro de agrupamento:
    Pré-escolar
    Agrupamento Eugénio de Andrade (Porto), ZERO educadores no quadro, 9 colocações na MI.
    Agrupamento Garcia de Orta (Porto), 4 educadores no quadro, 7 colocações na MI.

    1.º ciclo
    Agrupamento Manoel Oliveira (Porto), 16 professores do quadro, 13 colocados na MI.

    2.º/3.º ciclos e Secundário

    Agrupamento Clara de Resende, 3 professores de matemática (grupo 500) do quadro, 6 colocados na MI.
    ES Filipa de Vilhena, 6 professores de Biologia e Geologia, 5 colocados na MI.
    AE Garcia de Orta, 8 professores do 300 colocados em MI.

    Isto faz sentido?

    • Daniel on 4 de Setembro de 2013 at 1:53
    • Responder

    “extremos”

    • Estrelinha on 4 de Setembro de 2013 at 1:59
    • Responder

    No meu caso encontro-me colocada a 70 km de casa. Eu e o meu marido. Os nossos 3 filhos ficam sozinhos e entregues a si próprios um dia inteiro, sem terem mais ninguém a quem recorrer e nos os pais, nos melhores dias, nunca chegamos a casa antes das 18h, o que equivale a passar 10 horas por dia fora de casa. Mas isso não e importante pois pelo menos regressamos todos os dias a nossa casa, mesmo que o tempo de qualidade passado com as nossas criancas seja quase inexistente.
    E nao, nao me estou a queixar. É apenas uma constatacao. Quando a minha volta vejo tantos dramas vividos por colegas nao me acho sequer no direito de me queixar e ate acho que tive imensa sorte mesmo com 17 anos de servico.
    Ah e sou QZP, portanto nao estou melhor que nenhum dos meus colegas Qa como tanto se diz agora por ai.

    • Rita Gentil on 4 de Setembro de 2013 at 3:19
    • Responder

    Na petição acrescentaria também os docentes que pretendessem transitar de grupo de recrutamento.

  4. Não concordo. Os docentes de carreira (QA e QZP) devem estar ao mesmo nível, mas colocados segundo as respectivas graduações. Para isso é que existem listas graduadas.

    • Chuk on 4 de Setembro de 2013 at 9:48
    • Responder

    Estas petições e estes apelos deixam muito a desejar. Se não estão contentes com os lugares onde estão rescindam e saiam de vez. Quando concorreram para essas escolas elas eram à porta das vossas casas e com o passar dos anos, vai-se saber lá como, afastaram-se. 🙂

      • Henrique on 4 de Setembro de 2013 at 13:07
      • Responder

      Tem toda a razão.
      Qualquer DAR, sabe onde é a sua escola e pode reorganizar aí a sua vida pessoal. Sabe com o que conta. E um QZP? E um contratado? Sabe onde irá parar?

    • Fernando Machado on 4 de Setembro de 2013 at 9:57
    • Responder

    Concordo. Há escolas que abriram há cerca de 4 anos e no último concurso o MEC não efetivou lá ninguém – Boa Água – Qt. do Conde – Sesimbra. Não há ninguem nos quadros desta escola!

  5. Arlindo, e os contratados? Lixo? Como dizia mestre Gil “Quem és tu? Samicas alguém.”

    • MM on 4 de Setembro de 2013 at 10:12
    • Responder

    Como é possível isso, Fernando Machado?!

      • Fernando Machado on 5 de Setembro de 2013 at 10:06
      • Responder

      Terá de perguntar ao MEC!
      A direção da escola solicitou professores!

  6. Os QE que não tinham escola não concorreram na 1@ prioridade?! Concorreram ….juridicamente A petição morre aí…

    • sus on 4 de Setembro de 2013 at 10:33
    • Responder

    oi Arlindo.

    Na petição colocaria, no caso da transição de grupo de recrutamento, deveriam ser os docentes a escolher, ou seja, no meu caso e de centenas de colegas de QZP fomos obrigados a concorrer em 1º lugar ao nosso grupo de recrutamento e em 2º lugar ao grupo para o qual pretendíamos transitar.
    Essa decisão deveria ser exclusiva do docente.
    Há colegas que o seu grupo de recrutamento piorou (como o 100, 110, 240… ) poderiam conseguir uma colocação, com mais estabilidade e mais próxima, se lhe fosse dada a possibilidade de mudar de grupo.

    Outra situação, relacionada com a transição de grupo de recrutamento, foi o facto de ser apenas permitido transitar para 1 grupo de recrutamento. Sabemos que há colegas que possuem habilitações para 2 ou 3 grupos de recrutamento diferentes. Porque razão não podem concorrer para todos esses grupos, tal como acontece com os colegas contratados?

    Outro aspeto está relacionado com a mobilidade interna, os prof do QE/QA e QZP, apesar de terem habitações para outros grupos são OBRIGADOS, a concorrerem apenas e só apenas ao seu grupo. Qual a razão de não lhe ser tb permitido concorrer para outros grupo que tem habilitações?

      • Alex7 on 4 de Setembro de 2013 at 10:42
      • Responder

      E a parte mais engraçada é que não podemos concorrer aos grupos para que temos profissionalização (no meu caso, sou QA, do grupo 330, mas tenho habilitação para dar aulas de Inglês e de Português), mas podemos dar aulas dessas disciplinas. Ainda este ano preparei uma turma do 9ºano para o Exame de Português e dei português ao 7º ano. E no anterior também. Mas se quiser fazer formação ou concorrer para Português ao mesmo tempo que para Inglês não posso. É de risos. É o país patético que temos… Políticos patéticos e sindicalistas que desprezam questões que não são de todo menos importantes do que outras.

    • DuarteF on 4 de Setembro de 2013 at 12:15
    • Responder

    Sou contra a revisão das prioridades no concurso MI. Na prática quem o promove, QA, visa o que se chamava DAR. Se quiserem fazer uma petição tendo como base a graduação, lista única para Quadros (nada de QZP/QA) e respetivo concurso nacional, podem contar comigo. Agora alterar a prioridade porque são QA e ainda por cima já têm horário assegurado, parece-me uma soberba da parte deles e ainda referem na mesma”desprestígio”…

      • Cecilia on 4 de Setembro de 2013 at 12:41
      • Responder

      Muito Bem Duarte estou completamente de acordo consigo! Não pensam em fazer uma petição para acabar com a vergonha da distância dos QZP. Pois aí os QE já não se preocupam só são obrigados a concorrer a 60km. Não concordo com esta petição!!

    • maria on 4 de Setembro de 2013 at 12:27
    • Responder

    Atingiu-se ao longo de sucessivos “erros” (onde é difícil distinguir a ingenuidade do dolo) um ponto em que é impossível realizar uma opção sem prejudicar alguém no estrito sentido equitativo…

    E mesmo a graduação… que parece ser a mais equitativa, já enferma das disparidades do sistema vulgo instituições…

    Formação nas Universidades públicas ou privadas?

    E que ano? 13 valores nos anos oitenta é a mesma coisa que no sec. XXI?

    E o estágio profissional da universidade aberta, tirado nos anos 90 com 18 valores, tem equivalência com o estágio profissional integrado, com professores universitários a assistir?

    E os professores que têm horário- zero como são escolhidos? Pelo escalão? Alguém pode estar no 6.º escalão ou 7.º e estar atrás em graduação de quem está no 4.º escalão… mas foi este último que teve de ir a concurso (basta o do 6.º 7.º ter feito mestrado nos anos 90 ou mesmo 2000 tem 4 anos de progressão, e o do 4.º ter apanhado o congelamento…)

    Só se vai lá pelo n.º real de anos de serviço. E “alguém” tem interesse nisso??

    O “alguém” que conta são os bem instalados com salários que nunca os que estão atrás irão atingir…e, como em tudo, são esses que “mandam”…

    Qualquer petição sobre prioridades, situação profissional… incorrerá em atropelos em que é pior a emenda que o soneto… por isso sou contra.

    Distinguir as pessoas pelo n.º real de anos de serviço na docência… porque ou são professores ou não são… não interessa se é Contratado ou QE… essa seria a minha opção.

    (quem esteve fora do sistema destacado para outras funções não “apanhou” os congelamentos anteriores… e subiu na carreira… logo estará contra… e.g)

    uma vez hierarquizados há igualmente pontos de distinção… como os cargos ocupados e a ocupar…
    e as formações contínuas que se fazem e as que não se fazem, e os que se empenham em tudo e os que não o fazem… e aqui entramos na avaliação… que é outro mundo “sem consenso”.

    • Ricardo on 4 de Setembro de 2013 at 12:33
    • Responder

    Bom dia, gostava de fazer algumas considerações, em relação a alguns comentários:

    A situação da efetivação dos contratados deve ser vista tendo em consideração cada grupo de recrutamento.
    No meu caso efetivei há 8 anos porque sensivelmente 150 colegas simplesmente não quiseram efetivar, porque ficavam mais perto de casa sendo contratados.
    Para meu espanto este ano fez-se um concurso extraorinário em que colegas efetivaram a 30 km da minha residência – e eu nem tive a oportunidade de concorrer; depois um concurso interno, onde ainda fecharam vagas, o que impossibilitou a aproximação à minha residência e a efetivação num QA/QE e finalmente na mobilidade interna estes colegas passaram-me à frente.

    Os colegas não se podem e não devem esquecer que enquanto uns andaram a fazer “férias” durante anos pelos pais, outros preferiram ficar no conforto dos seus lares… e é legitimo que tenham tomado esta decisão… agora que isto está realmente mau, toca a exigir a abertura de vagas!!! coerente?!

    Em relação aos QA e QZP, quem é que está mais “seguro”?! é obvio que os QZP são os primeiros a ser dispensados mesmo que tenham maior graduação que QA/QE.

    Então mais justo seria um concurso nacional, com a abertura de vagas reais, onde todos os QA/QE e QZP seriam ordenados pela sua graduação e seriam colocados em QA/QE e em simultâneo realizava-se um concurso externo, para os contratados poderem efetivar.

    Pelos factos expostos não defendo concursos extraordinários, mas sim concursos nacionais em que todos os professores podem concorrer, independentemente da sua situação profissional…. QA/QE, QZP – com ou sem componente letiva e contratados, respeitando as opções passadas e presentes de todos…

    Cumprimentos.

      • Estrelinha on 4 de Setembro de 2013 at 13:05
      • Responder

      Concordo plenamente!!!

    • Prof- Sem colocação on 4 de Setembro de 2013 at 12:40
    • Responder

    Eu acho que realmente as prioridades do concurso deviam ser alteradas. sobretudo no concurso por ausência de componente letiva onde a graduação é que conta. Na minha opinião devia ser a graduação e por qzp, a prioridade devia ser sempre o qzp de origem e depois concorrer para onde quiser. Passo explicar com o meu exemplo. Eu sou do qzp 1(porto e arredores) já lá vão oito anos. Este ano sou dos professores não colocados. Mas não porque não haja lugares no meu qzp, mas porque os qzp de Lisboa (q têm vaga lá) podem concorrer em ultimo lugar para o seu qzp e muitos que estão lá qurem vir para o norte tiraram as vagas aos professores do qzp do porto. Qual é a justiça disto, são do qzp de lisboa, alentejo, algarve, mas nunca lá põem os pés. Eu quando vinculei fiquei quatro anos no meu qzp de origem e acreditem que fiquei muito longe de casa. Agora q estou mais perto vem os qzps de outros lugares tirar-me o lugar…. e agora quem ocupa os lugares de lisboa???? vou ser eu do qzp do porto????? qual é a justiça disto? Acharia mesmo melhor a prioridade ser a graduação e por qzp. No qzp1 a prioridade deveria ser para os do qzp1 e ponto final, tal como nos outros qzps. Este concurso é uma injustiça tendo em conta as prioridades.

      • Maria F on 5 de Setembro de 2013 at 0:52
      • Responder

      Colega se as colegas de outro QZP lhe tiram o lugar é porque têm mais graduação que a colega. Se as pessoas se sujeitam a sair do seu QZP e ficam longe da sua casa e da sua família é porque no QZP de origem não têm colocação. Já antes quando havia concursos para QZP se podia mudar e se respeitava a graduação.

  7. E está muito bem…cá em casa já assinamos…mas também concordo que outras petições deviam existir já que muita coisa é injusta neste sistema de colocação quer sejamos docentes de QA, QZP ou Contratados.

    • Alex7 on 4 de Setembro de 2013 at 14:29
    • Responder

    Mobilidade interna com respeito pela graduação, sim!
    Sou QA, concorri em 2ª prioridade, e fiquei na “minha” escola, a 210km de distância, com estradas fantásticas de acesso, a pagar 350 euros de casa sem recibo, com um bebé às costas, sou a 915 do meu grupo e colegas minhas/meus bem abaixo na lista ficaram em horários ao pé da minha casa.
    Eu, como sou especial, só posso ter direito a horários de 22h, nunca de 20, 18 ou 10, e, como tal, não consigo aproximar-me nunca.
    E na terra da “minha” escola existem duas profs QZP do meu grupo, que são daquela terra e que querem ficar na “minha” escola. Dar-lhes-ia o meu vínculo de bom grado. Proponho até essa alteração na lei, que se abra essa possibilidade. Tenho a certeza de que muitos privilegiados QA gostariam de trocar o seu vínculo com profs de QZP que o desejassem.
    Nota importante: em 2009 fiquei QA porque fui OBRIGADA a concorrer ao meu QZP e como estava bem classificada tive essa maravilhosa sorte.
    Adoro isto, adoro este respeito pela graduação. Adoro ver a lista de graduação ser assim venerada. É um prodígio!

    1. Estou exactamente na mesma situação. Concordo em absoluto, Alex7.

    • FÁTIMA on 4 de Setembro de 2013 at 15:17
    • Responder

    SIM CONCORDO! …MOBILIDADE INTERNA TAMBÉM ENTRE ILHAS E CONTINENTE, QUE FOI O QUE NOS TIRARAM ESTE ANO! UMA INJUSTIÇA!!

      • 520 on 5 de Setembro de 2013 at 11:38
      • Responder

      Exatamente! Um concurso interno em que todos os professores quer do continente quer das ilhas possam concorrer e serem colocados de acordo com a sua graduação!!!!

    • contratada2014 on 4 de Setembro de 2013 at 20:25
    • Responder

    Boa tarde. Eu faria uma grande revisão no texto da petição pois parece excluir os contratados. O concurso extraordinário deve ser feito porque as escolas não colocaram as reais necessidades, é um facto que já foi admitido para todos. Não concordo com a vontade em extinguir os Qzps (essa legislação deve ser alterada). Eu acho que os 10 QZPs deviam ser abertos pois era a oportunidade de vincular mais professores contratados e promover a estabilidade do corpo docente sem vir a contribuir para mais horários zero (pois estes professores não se importariam para ir para qualquer escola dessa área… e os que se importavam não concorriam à vinculação). Ou então é apenas uma repetição do concurso deste ano, uma treta.

    • Maria on 4 de Setembro de 2013 at 21:25
    • Responder

    Alguém aqui ainda não se lembrou do “cheque Ensino”? O M.E. quer desvincular professores e não vincular e na impossibilidade de recorrer aos contratados, que ficaria muito mais barato vão usando os QZP, como bolsa de recrutamento para preencherem as vagas existentes, daí o poderem concorrer a mais do que uma Zona, para reduzir ao máximo os horários zero. Não acredtito que as petições vão alterar alguma coisa, mas não custa tentar

    • Maria F on 5 de Setembro de 2013 at 0:41
    • Responder

    Surgiu-me uma dúvida, sou QZP do grupo 100 com 24 anos de serviço. No concurso da mobilidade interna fiquei num agrupamento o qual tem 2 horários zero.
    Imagina que uma colega de horário zero tem menos graduação que eu, na distribuição de serviço qual vai ser o critério do diretor? Eu ou a colega? Na mobilidade eu ultrapassava a colega e nesta situação? Se calhar estes horários zero concorreram apenas ao seu agrupamento. A quem será atribuído o 1º lugar? Agradecia resposta.

    1. Mas como é possível ter aberto uma vaga com dois docentes em horário zero? Alguma coisa está mal contada, ou então esses dois docentes que não ficaram colocados são QZP e como tal têm de ficar a aguardar colocação na última escola.

    • Maria F on 5 de Setembro de 2013 at 12:18
    • Responder

    É possível sim Arlindo. Elas pertenciam a este agrupamento. O “seu” JI fechou existem 6 lugares que nunca foram a efetivação. No total são 6 vagas, 2 vão ser ocupadas por elas e 4 por 4 colegas de QZP.
    Não sei agora o que se vai passar, no meu último agrupamento era o diretor que distribuía o serviço como ele muito bem entendia. Num outro aqui ao lado o diretor levantou todas as colegas efetivas do seu lugar ordenou por graduação e depois as colegas escolheram o lugar de acordo com a mesma. Isto na altura foi polémico mas para mim achei ser justo.
    Agora nesta minha nova situação não sei como será. Concordo com uma lista única de graduação para o quadro (QE QA e QZP). Afinal todas andamos corremos e saltamos e assim acabava-se os malabarismos e existia equidade e transparência. Obrigada

    • Patrícia on 5 de Setembro de 2013 at 17:30
    • Responder

    Pois eu sou QA e os colegas em QZP com menor graduação passaram-me à frente. E eu fiquei na mesma zona desses colegas só que a muitos quilómetros de casa, ou seja , na minha ultima opção.
    Não acho justo. Se eu esperei estes anos todos para poder ter uma vida profissional e familiar relativamente estável, acho , que por direito, os que estão à minha frente na graduação tem o direito de serem os primeiros a ser colocados, depois serei eu, e finalmente os que estão atrás de mim.
    Para mim não se trata de estarmos uns contra os outros, trata-se de JUSTIÇA!

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