Protesto de professores sobre a vagas de educação especial
O curioso(?) procedimento de contratação de professores nas escolas profissionais nos Açores
O novo estatuto do ensino particular e cooperativo foi aprovado
Set 05 2013
Protesto de professores sobre a vagas de educação especial
O curioso(?) procedimento de contratação de professores nas escolas profissionais nos Açores
O novo estatuto do ensino particular e cooperativo foi aprovado
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38 comentários
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Sou contratado, solidário com todos os colegas do Público e apelo à revolta de todos QA, QZP e Contratados. As medidas tomadas por este MEC, vão ser ainda piores, hoje foi exemplo disso com as notícias vindas a público do privilégio ao ensino privado. Os colegas das grandes cidades do ensino público mais tarde ou mais cedo vão ter de se deslocar para zonas onde não exista as tais GPS(sobrevivem à custa de professores-escravos/explorados com salários precários) porque estas vão tomar conta do ensino público ficando sem escola para leccionar. A luta também deve ser vossa(Colegas do Quadro)
REVOLTA – Os sindicatos devem tomar medidas imediatas para o início do ano letivo.
UNIDOS por uma qualidade de ensino público e respeito pela nossa classe. Vamos deixar de ser medrosos e vamos à luta.
Piratas! Piratas! Corsários! Bandidos!
Ainda não vi nenhum contratado a ser colocado no 910 e não percebo a da “contingência”…não será “contenção”??? Não percebi…não foram destacados??? Então, porque nâo concorreram ao 910?? Não estou a perceber, desculpem…
Penso que são colegas com especialização mas afectos a outros grupos , pelo que não podem concorrer à Educação Especial… no entanto, se isto de que se fala na notícia acontecia nos anos anteriores, esta ano não. No meu agrupamento aguardávamos 6 horários para a EE e não colocaram ninguém…
Arlindo, já colocaste, ao jurídico da FNE, a questão sobre as consequências da existência de uma “prova de avaliação de professores”, que inicialmente para “contratados” passaria a ser também aplicada aos “quadros”?…
(Sendo que a reprovação nessa prova levaria ao despedimento por justa causa do professor do “quadro”, com base nos estatutos da função pública… logo sem qualquer indemnização?!… Nem subsidio de desemprego… Ou seja a caixa de Pandora seria a “prova de avaliação de professores”)
Pois é…o colega tem razão…mas anda tudo muito calado…não se pensa a longo prazo e depois é o que é.
Como andam as coisas, é já só o que falta!!!!
No entanto, também não vejo com maus olhos a extensão dessa «prova de avaliação» aos docentes de quadro.
Por exemplo, sou QZP, não fiquei colocado nesta fase inicial e, perante a perspectiva de voltar à escola onde tenho leccionado para ocupar um horário temporário, foi-me proposto que, nesse momento, fossem trocados os horários internamente, pois a pessoa a quem foi atribuído o meu antigo serviço, apesar de ter mais alguns anos de serviço e, porque não dizê-lo, um vencimento superior, não revela competência para trabalhar com «este tipo de alunos (PCA)»!!!!
Ora, recapitulando, temos as mesmas habilitações, vencimentos semelhantes(pois!), não deveríamos os dois ter as mesmas capacidades de trabalho?!!???
Logicamente, no final do ano lectivo aquele que ficará novamente na corda bamba serei eu, sendo que a pessoa não apta a realizar o trabalho que eu realizo manterá o seu posto de trabalho!
A meu ver, habilitações iguais e salários iguais para capacidades/competências iguais.
Logo, uma «prova de avaliação» para todos não é uma coisa assim tão má, uma vez que faz com que não nos acomodemos no conforto da nossa graduação profissional!
Agora, o justo seria que essa «prova» fosse realizada após a conclusão do curso, fazendo média com a nota final, todos sabemos que existem muitas universidades e politécnicos por este país fora, cada um com as suas especificidades e grau de exigência, desta forma equilibrar-se-iam as médias com que se vai a concurso e melhorar-se-ia a qualidade das instituições de ensino superior (lembram-se da Piaget de Macedo de Cavaleiros formava indivíduos com notas finais de curso de 18 valores que não se traduziam muito diferentes dos dez atribuidos a alunos da maior parte dos outros institutos de formação de professores, no entanto era o suficiente para fazer a diferença entre ter ou não ter trabalho!)
Quanto aos subsídios ao privado, é pura e simplesmente, um crime!
O Joaquim coloca um problema deveras aflitivo. Vejo em todas as escolas uma espécie de “professores especializados”. Professores que se dizem muito bons com um tipo de alunos mas muito maus com outros. Para mim isso é uma falácia. um bom professor trabalha com quem lhe aparece à frente, e um excelente professor TEM A OBRIGAÇÃO de trabalhar com os alunos mais problemáticos. As nossas escolas públicas estão cheias de professores com a menção de excelente ou muito bom mas alguns nem trabalham com alunos. Uma vergonha. É como se um médico fosse muito bom mas só conseguisse trabalhar com pacientes saudáveis.
Quanto ao ensino provado só tenho a dizer que não tenha medo. Trabalhe o melhor que consegue e sabe e vamos pôr as escolas a competir umas com as outras. Os alunos, os contribuintes e o país só ficam a ganhar.
Cheque ensino necessita de ser debatido entre os vários especialista. Na minha opinião a escola pública ficará mais pobre – com os alunos que os colégios não querem. Quem quer ensino privado deve pagá-lo. O dinheiro do contribuinte não pode servir para pagar a escola dos ricos (escola privadas). Algumas perguntas:
– as boas escola irão escolher os seus alunos e na escola pública fica os alunos que os colégios não querem;
– como irá ser realizado o recrutamento dos professores ?
– a quem vai ser o cheque ensino?
Era importante deixar aqui um post para os colegas do privado contarem “as atrocidades” de que são alvo. Passo a enumerar algumas: salários precários, não existe selecção de docente com base em critérios objectivos; pagamento à hora.
Eu quero ensino privado e não quero pagá-lo. O que pago em impostos chega e sobra para ter ensino privado de excelência. Basta que o estado tire os 5000-6000€ que dá à escola pública por cada aluno e dê aos pais para colocarem os seus filhos onde quiserem.
A ver se nos entendemos de vez. O cheque-ensino é PARA OS PAIS, não para os colégios privados. Tenho que confessar que na minha cidade tenho e continuarei a optar pela escola privada: todas as aulas integralmente dadas, os miúdos não têm substituições, qualquer problema resolvo em 15 min com o reitor, silêncio nas aulas, zero bulling nos recreios, excelente preparação para os exames. Que quero mais? Obviamente estou satisfeita.
Lambe botas do Crato é o que tu és!! Jotinha repugnante! E já agora, medíocre é quem te fez as orelhas! Vai lá chamar medíocre aos da tua laia sua mal educada!
Então Pedrinho? É preciso pôr pimenta na língua? Eu sou mal educado onde?
Continuem a votar nesta gente!!! Ah e isto ainda não é nada, enquanto a atitude dos portugueses em geral continuar pela passividade eles vão fazer ainda mais! O Passos já ameaçou baixar os salários dos FP para metade e acreditem que vai fazê-lo, afinal o que é que eles não têm feito para mal dos portugueses?
Alguém viu os médicos a barafustar contra a medicina privada? E sim, eu continuarei a votar “nesta gente”. Esta medida é excelente. A escola pública precisa de ser apertada, está a trabalhar pouco e mal. Não é por haver muita lamecha e 30 horas de reuniões por semana que isso significa que se está a trabalhar bem, muito pelo contrário, está-se a trabalhar muito mal. Quando se tem 20 alunos numa turma do secundário, e as notas são sistematicamente abaixo da média nacional alguém está a trabalhar pouco e mal.
Quando se fala de barriga cheia e com a mente a extravasar ignorância o disparate sai logo de seguida não é verdade MEDÍOCRE?
Ai tanta prepotência que por aí vai. Com certeza que a sra. professora de esquerda tem toda a razão. Continue a sonhar.
Temos todos que nos mexer!!! Não podemos permitir isto! Unamo-nos!!!
Sim, vamos fazer uma roda.
És uma ave rara, certo?
Errado.
Horário zero?
Professores de Educação Especial?
Mentira!
Tenham vergonha!
Tiraram a especialização em 3 meses, com 18 valores, em instituições dúbias, há poucos meses.
Lamento que não tenham horário nos vossos grupos ao lado de casa.
Há professores possivelmente mais válidos do que vós, que não trabalham há mais de 2 anos, sem direito a subsídio de desemprego.
Rentabilizem a vergonha. Assumam a verdade.
Será que os tais que não trabalham á mais de 2 anos ainda não perceberam que de facto o sistema não precisa de contratar ninguém uma vez que já Há no quadro os docentes mais que necessários para suprir as necessidades?
Será mesmo? Será que esta senhora professora não vai ter que aceitar um colega contratado na escola ao lado da sua casa? Temos pena.
Caro Prof.
Nem sei como lhe diga isto…
“á mais de 2 anos” ??? O que pretende contrair?
Confio que seja favorável à Prova de Admissão para os professores (?) contratados.
Esta não deveria ser expansível a Todos os docentes?
Obviamente que sim. A pouco e pouco vou encontrando cada vez mais pessoal a defender o que eu defendo.
E o modo como se tiram especialização em ensino especial é vergonhoso.
Oi colega cvaz1972.
Eu não conheço nenhum dos colegas que falaram por isso não sei se aquilo que vou dizer é o mais correto.
Na noticia disseram que os colegas estavam no quadro da Educação Especial, acho que está errado. Penso que eles pertencem a outros grupos e estiveram destacados na Educação Especial. Eu entre 2009 e 2011 também estive destacada para a Educação Especial (a cerca de 55km de minha casa, o k era ótimo para mim), só no ano letivo anterior a que não (devido a um erro na plataforma/sistema mas isso é outra história).
Este ano muitos docentes tentaram transitar para a Educação Especial mas devido ao número reduzido de vagas e aos colegas que vieram das ilhas e que concorreram à nossa frente, só um número reduzido é que conseguiu transitar. No meu caso, apesar de concorrer a nível nacional não consegui.
No concurso da Mobilidade Interna só nos foi possível concorrer ao nosso grupo de recrutamento. Não nos foi dada a possibilidade de concorrer a outros grupos para os quais temos profissionalização.
Para mim e apesar de estar em situação semelhante, não concordo com alguns dos argumentos, penso que foram mal apresentados, o que considero injusto é obrigarem-nos a concorrer apenas ao nosso grupo de recrutamento (sou QZP).
Posso dizer-lhe que estou no 1º ciclo a 100km de casa e se me deixassem concorrer aos outros grupos para os quais tenho profissionalização e nomeadamente à educação especial o mais certo seria ficar o máximo a 10km de casa, se fosse tido em conta a graduação. No 2º ciclo para o qual tb tenho habilitação profissional, em anos anteriores vi colegas a serem colocados, com graduação inferior à minha, mais perto da minha residência.
Deveria ser possível, aos colegas dos quadros, a oportunidade concorrer aos grupos para os quais têm profissionalização, tal como acontece com os colegas contratados.
Concordo, com a agravante que é possível na mesma escola existir um QZP com horário 0 e o MEC lega-lhe o direito ao trabalho dentro da instituição na qual ele tem vinculo laboral, para contratar outro docente.
Pois, é interessante como alguns de nós projectam nos outros as suas próprias opções!
A colega concorreu para o 1º ciclo e teve a benesse de aí se tornar efectiva, e pelo que percebo efectivou mais pelo conforto que isso lhe traz do que pela sua vocação!
Não projecte nos outros a sua frustração, é feio! Pense que tem a sua vida mais estável que as pessoas a que se referiu.
No entanto, não posso deixar de concordar que um QZP possa concorrer a todos os grupos para os quais tem habilitações. Deveria poder faze-lo nos mesmos termos dos QA/QE que concorrem à aproximação de residência, ou seja, desde que tivessem horário concorreriam na segunda prioridade da mobilidade interna.
Outra coisa que sempre considerei de atroz injustiça são as colocações plurianuais para contratados, e agora também para os quadros dado o momento que vivemos, com a nuvem da mobilidade a pairar sobre nós. Este tipo de colocação deixa as pessoas à mercê da sorte, independentemente da graduação profissional.
Por exemplo, a pessoa A, mais graduada, fica colocada num determinado horário de acordo com as suas preferências, e a pessoa B do mesmo grupo disciplinar, bastante menos graduada, fica colocada nos mesmos termos, ambas em horários completos e anuais. No final do ano lectivo, o horário da pessoa A não tem condições para dar continuidade uma vez que sofreu grande redução de carga ( ou, e não gosto sequer de falar nisto, porque o director não gostou dela),pelo que terá que concorrer novamente, só que agora, já não estão disponíveis os horários daqueles, menos graduados, que tiveram a sorte das «boas graças» ou da manutenção da componente lectiva!
Este tipo de colocação deveria ser um dos principais «cavalos de batalha» dos sindicatos, é que, nestes casos, a sorte, ou a falta dela, destrói carreiras!
Já devia ter percebido há muito tempo, que o Contratado é quem mais ordena.Ser do quadro é ir para o Gulag….
3 em 1
Crato, Casanova, Grancho = Maria de Lurdes Rodrigues.
Para quando gente com vontade de melhorar o Ensino Público em Portugal?
Mas os colegas ainda não perceberam, o que é que o MEC quer. Não houve aproximações à residência, obrigando muitos professores a voltar às escolas de origem e a muitos km de casa, muitos deles com 50 ou mais anos. Estes são os alvos preferenciais para as rescisões. Mais velhos com a vida estruturada, percebem agora a lógica do MEC. Uma colega minha amiga QZP, bem informada, já me tinha dito em Maio que o Mec estava neste momento mais interessado em QZP…
É incrível o tom com que esta senhora professora fala dos próprios colegas contratados… é impressionante !! Não consigo descrever o sentimento que me surge ao ouvi-la falar…
Esta gentinha depois de anos no sistema ainda é capaz de dizer coisas como estas…
Apesar do país estar em CONTENÇÃO ainda não conseguiram fazer com que um professor do quadro ocupe DOIS lugares. Se esta professora ficasse no lugar de EEspecial como queria deixaria livre o seu lugar noutro grupo de recrutamento. Teriam de contratar alguém de qualquer das formas.
Provavelmente não teriam!
Muitos dos que ocupariam o lugar na Educação Especial têm horário zero no 1º CEB. Como são do quadro, continuarão a receber.
Assim, sem me pronunciar sobre a justiça da hipótese, é fácil concluir que se ficassem na educação especial ficariam a trabalhar e a ocupar a vaga destinada a um contratado. Sem necessidade de serem substituídos, por estarem sem horário.
Justo ou não? Não sei!
Agora, mais barato, claro que era.
Além de justo é a única forma legal. Então será que um professor do quadro poderá correr o risco de perder o vinculo porque tem horário 0,e o MEC prefere contratar alguém para ocupar o lugar para o qual ele tem habilitação?
Realmente Portugal no seu melhor.Os professores de qualquer tipo de quadro (qa ou qzp) ainda não perceberam que os sindicatos não mexem uma palha por eles? Ainda não perceberam que fazem deles burro de carga(com respeito pelas pessoas e animal), os sindicatos recebem a maior fatia de quotizações de quem está no quadro.Mas os professores do quadro ainda não perceberam que os sindicatos, apenas estão prontos parta os entregar aos tubarões? Os contratados que estão fora do sistema tem mais força que eles(vinculados de qualquer tipo de quadro), porque os contratados como não tem muito para fazer, andam por locais políticos a tramar os que já deram o suor ao longo de anos.Ainda ninguém percebeu que os contratados não olham a meios para atingir os fins?
Muitos dos professores de qualquer quadro, ainda chora pelos pobrezinhos dos contratados.Se são estupidozinhos, os professores do quadro vão pagar cara a sua estupidez.Os professores contratados comem-lhe as appinhas na cabeça, cá com um à vontade.
Por vezes esquece-se que os sindicatos não governam, nada influenciam e o PREC já lá vai….
Há uns gajos que mandam nisto e nos (des)governam. Esse é que fazem de nós burros.