Carta de um Grupo de Professore​s Profissionalizados em Espanhol

… que vai bater num problema antigo que já foi abordado aqui no blog. A existência de mestrados que formam para um grupo de recrutamento exclusivamente para o ensino básico e haver grupos de recrutamento que tanto podem lecionar o 3º ciclo do ensino básico como o ensino secundário em que os que possuem esses mestrados não podem concorrer.

 

 

 

Somos um grupo de professores de espanhol e vimos por este meio denunciar várias situações que estão a afectar o nosso grupo e consequentemente deixar milhares de colegas sem colocação.

Como é do conhecimento do colega, este ano verificamos  situações caricatas, quer nas ofertas de escola, quer a nível das habilitações dos colegas.

Começando pelas ofertas de escola é incrível o que alguns colegas fazem para conseguir um lugar, desde inventarem altíssimas graduações, desde não terem terminado o curso ou o mestrado e concorrerem com habilitação profissional quando na realidade detêm habilitação própria, e com isto a maioria das vezes ficam à frente de colegas que já detêm a habilitação profissional há bastante tempo. Além destes casos de aldrabices, há também os colegas que concorrerem de 1º ciclo ou de outros grupos/áreas sem formação na área do espanhol deixando assim de fora milhares de colegas qualificados para o grupo. Como é que isto é possível?.  Já para não falar dos colegas que se candidatam a várias ofertas de escolas e que posteriormente são seleccionados, mas rejeitam essa selecção deixando pessoas que realmente querem e podem trabalhar de fora.

Há que parar com esta dança das cadeiras e sobretudo com as mentiras que alguns colegas utilizam nas ofertas de escola. Como é que é possível às escolas aceitarem pessoas que estão a mentir em coisas tão importantes? Acredite colega que já fizemos bastantes reclamações de listas de oferta de escola e até agora não obtivemos resposta.

Outra situação que está também a afectar o espanhol e dai gerar um número crescente de candidatos de ano para ano, deve-se à profissionalização que alguns colegas fazem nas Escolas Superiores de Educação.

Ora então vejamos o problema das Escolas Superiores de Educação. O nosso grupo 350 é denominado de Ensino Básico e Secundário segundo o decreto-lei º 27/2006 de 10 de Fevereiro até aqui tudo correcto. Mas se a designação do grupo é a que consta no decreto-lei 27/2006, como é que é possível que os colegas que não são profissionalizados em espanhol possam efectuar mestrados nas Escolas Superiores de Educação, que lhes confere habilitação para a docência do espanhol no 2º e 3 Ciclo, e que consequentemente permita que estes colegas possam candidatar-se a nível nacional com habilitação profissional no 350 de Ensino Básico e Secundário? Além disso, como é que é permitido às escolas validarem as candidaturas destes profissionais no nosso grupo, se não tem habilitação para o próprio? Ou melhor habilitação tem, mas será a própria e não profissional. Logo, se a habilitação que é dada pelas Escolas Superiores de Educação a estes colegas é própria para o 3ºCiclo e Secundário, estes só podem concorrer a Oferta de Escola e não a nível nacional, já que não existe outro grupo de recrutamento de espanhol. Afirmamos isto, porque após a leitura do decreto-lei nº 43/2007 de 22 de fevereiro e analisando o anexo que corresponde aos domínios de habilitação para a docência, níveis de ciclo abrangidos, especialidades do grau de mestre e créditos mínimos de formação na área da docência, com mais certezas ficamos que estes colgas que fazem mestrado nas Escolas Superiores de Educação não podem concorrer a este 350. No entanto, nós não culpamos os colegas por concorrerem, culpamos sim as Escolas Superiores de Educação que só tem em consideração o dinheiro e não explicam aos seus alunos que este mestrado é em vão. Culpamos também o Ministério de Educação, que deveria abrir um grupo próprio para que estes colegas pudessem concorrer. Agora enquanto isso não acontece, temos direito de revindicar já que estamos a ser prejudicados por algo que não temos culpa. Além disso, este caso já foi exposto à DRGHE, por um colega que tirou o mestrado na Escola Superior de Educação. A resposta é clara, esses colegas não podem concorrer. Alerto o colega para estas situações que constantemente atingem o 350, e que se não forem travadas o mais rapidamente possível irá destruir o nosso grupo. Pedimos-lhe que nós ajude a travar estas situações, porque acredite que nos custa imenso não poder trabalhar no nosso grupo e ver pessoas que não podem concorrer estarem a ocupar um lugar indevidamente. Antes de terminar, queremos dizer-lhe que nós não estamos contra existirem colegas a fazem formação em espanhol, estamos sim é contra a maneira como eles concorrem quando não o podem fazer. Esperamos sinceramente que se faça justiça e que se devolva a dignidade a este grupo disciplinar.

Obrigada pela sua atenção, Um grupo de professores de Espanhol Profissionalizados

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20 comentários

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    • Maria on 29 de Setembro de 2013 at 16:56
    • Responder

    Carta confusa e que necessitava de ter sido apurada ao nível de texto. Fala de vários problemas. Não entendo como isso se pode estar a passar sem ter sido devidamente “demonstrado”/denunciado aqui no blog do Arlindo. Sempre que exista alguém que aldraba a graduação, ordem ,dados deve-se dar conhecimento à comunidade escolar. Por exemplo era muito simpático moralizar esse procedimento através da denuncia aqui no blog. Os colegas lesados devem deixar aqui o nº de candidato, graduação e escola que o seleccionou. Só através da denúncia dos chico espertismo é que alteramos o comportamento dessas pessoas. No Ano anterior houve denuncia e intervenção por parte da Inspecção.

      • Salvador on 29 de Setembro de 2013 at 20:45
      • Responder

      não tem confusão nenhuma, é bastante claro o problema apresentado.

        • pin on 30 de Setembro de 2013 at 19:34
        • Responder

        Também achei confuso para quem não estiver bem dentro do assunto.

        De qualquer modo, declarar habilitações falsas é crime.

    • Ana Martins on 29 de Setembro de 2013 at 19:40
    • Responder

    Caras (os) colegas. Segundo o que parece, é a frequência do mestrado que confere a habilitação profissional no grupo. Por exemplo, um professor licenciado em “línguas… inglês e alemão..”, com habilitação profissional para o grupo 220 – 2º ciclo do ensino básico, poderá aceder a um mestrado em ensino de espanhol, e quando concluir o mestrado ficará com habilitação profissional também para o grupo 350. Podendo, no futuro, concorrer aos grupos 220 e 350, no 2º ciclo e no 3º ciclo e secundário (visto que em Portugal não existem grupos de recrutamento só para o 3º ciclo). Se assim for não vejo qualquer incongruência nisso. Até conheço vários colegas que têm habilitação profissional para vários grupos, pois ultimamente muita gente decidiu fazer mestrado em ensino em áreas diferentes daquelas para a qual já possuíam habilitação profissional, ou para ficar com hab. profissional em ciclos de ensino diferente. No caso das línguas, mts vezes em espanhol, mas também em ed. física (licenciados em ensino de e.f. 2º ciclo fazem o mestrado para terem hab. profissional para o 3º ciclo e secundário) ou em evt (licenciados em ensino de evt 2º ciclo, fazem o mestrado para terem habilit. profissional para informática/TIC/ET ou outras disciplinas do 3º ciclo e secundário). Agora, se as pessoas estão a concorrer ao grupo 350 sem terem um certificado a dizer que tem habilitação profissional para o grupo 350… isso é crime!!

    1. «Por exemplo, um professor licenciado em “línguas… inglês e alemão..”, com habilitação profissional para o grupo 220 – 2º ciclo do ensino básico, poderá aceder a um mestrado em ensino de espanhol, e quando concluir o mestrado ficará com habilitação profissional também para o grupo 350. »

      não, não pode. para aceder a um mestrado de espanhol, o candidato tem que ter créditos de língua espanhola. não sei exactamente quantos, mas será qq coisa como o equivalente a 6 semestres de língua espanhola (+/- entre 60 a 72 créditos).

      o problema é que há realmente universidades (e escolas sup e afins) que aceitam alunos (à condição, dizem eles…) sem estes requisitos…

      quanto ao descrito na carta, é uma evidência. como alguém referiu, o texto apresentado é bastante confuso, contudo, aquilo que expõe é muito grave. há realmente diversas falcatruas nas OE do grupo 350. sei de casos concretos de pessoas já com algum TS, matriculadas em cursos de espanhol (sem qq cadeira feita) que se aproveitam desses dois factos para concorrerem a horários… uma colega de braga, no ano passado, com 3 disciplinas de espanhol feitas, repito três disciplinas, com cerca de 1500 dias de TS nos grupos 200 e 300, passou à frente de profissionalizados no 350 sem TS e de colegas com Hab. própria com e sem TS em diversas listas de OE para o grupo 350…

      e lá vamos nós…

    • Lisete on 29 de Setembro de 2013 at 19:40
    • Responder

    Maria, os casos relatados têm sido devidamente denunciados às várias entidades, não passam a ser mais oficiais pela boa vontade do Arlindo os publicar no seu blog. São problemas sobre os quais falamos (profissionalizados do 350) diariamente em dois grupos do facebook, No entanto, cansados de ver os mesmos problemas a cada dia que passa, a cada lista que sai e a cada tranche selecionada, alguns colegas resolveram tornar pública a situação, pedindo ajuda ao Arlindo e enviando a referida carta a outras entidades.
    Não são os lesados que devem apontar aqui os seus nomes ou números de candidato, Na minha opinião, quem deveria fazer parte de uma lista eram aqueles, que nos lesavam, prestando falsas declarações, e tal, deveria constituir crime. Enquanto o ato de prestar falsas declarações não for punido, estas aldrabices, que os colegas mencionaram na carta, continuarão a existir…

    • Luis Aguiar on 29 de Setembro de 2013 at 21:21
    • Responder

    Os tipos que vêm das ESEs não deviam ensinar nem no Burkina Fasso … E tenho razão.

      • Busybee on 29 de Setembro de 2013 at 21:50
      • Responder

      Que comentário tão feio e mesquinho! Considera-se melhor que os seus colegas? Pela sua atitude demonstra que é BEM PIOR!

    • Ana on 29 de Setembro de 2013 at 22:13
    • Responder

    Texto confuso, com erros ortográficos e gramaticais. Fico espantada como estas pessoas se intitulam professores.

    • Denunciante on 29 de Setembro de 2013 at 22:28
    • Responder

    Eu também já denunciei uma situação de um candidato que é profissionalizado no 2º ciclo / 1º ciclo, mas conseguiu (não sei como) ver a sua candidatura, ao concurso nacional, validada por uma escola, mas ainda não obtive resposta da DGRHE. Este candidato tem os créditos de Espanhol e está a frequentar o Mestrado de Ensino, ou seja, ainda não poderia concorrer ao nível nacional, mas sim às OE. Ao ver a sua candidatura validada ficou colocado na primeira RR com um horário bastante bom e relativamente perto da sua área de residência, passando à frente de candidatos que já são profissionalizados. Sei que esta situação já foi detetada neste blog porque este candidato voltou a constar nas listas dos não colocados do 1º e 2º ciclo. No entanto, isto não significa que deixou de ocupar o lugar na escola.
    Concordo plenamente com os colegas que dizem que se trata de uma fraude e que deveria ser de alguma forma punido, pois o candidato está a declarar possuir uma habilitação que não tem. Como todos nós sabemos, infelizmente não é caso único. Basta ver as listas ordenadas – candidatos que aparecem no topo da uma lista e depois no fim de outra; candidatos que referem que ainda faltam 2 meses para defender a tese, mas já estão a concorrer como profissionalizados; candidatos que acham que o DELE (seja de que nível for) serve para concorrer…enfim as variantes são muitas. Por causa de “brincadeiras” como estas há escolas a reduzir cada vez mais a oferta de Espanhol, pois estão semanas para conseguirem apurar um candidato válido. Isto não só prejudica os candidatos, mas também os alunos e principalmente o grupo de Espanhol. Estou a reunir vários documentos para entretanto enviar toda a informação à APPELE. Se conhecerem outras situações semelhantes, deveriam fazer o mesmo.

    • Carlos Plágio on 30 de Setembro de 2013 at 9:33
    • Responder

    Em primeiro lugar, concordo plenamente com a Maria e com a Ana, no que diz respeito à qualidade do texto. Inicialmente até pensei que tinha sido redigido por professores profissionalizados de línguas…
    Em segundo lugar, acho muita graça a estas queixinhas dos professores de espanhol! Gostava de saber quantos têm formação de base nessa língua. A grande, grande maioria é a dos frustrados noutros grupos de recrutamento que decidiu tentar a (boa) sorte num grupo em que as graduações profissionais são de rir, porque não conseguia obter colocação em inglês, francês e muito menos português. A forma e os sítios onde se processa a alquimia que origina graduações capazes de garantir lugares à porta de casa não conheço. Mas sei que, depois de entrarem numa escola, valem-se das formações noutras línguas para completarem horários e garantirem lugares. É tão chato quanto nos fazem a nós o que nós andamos a fazer há tantos anos aos outros colegas, não é? A sorte é que os alunos e os pais já começam a perceber que, afinal, o espanhol não serve para nada… O francês parece estar de volta, felizmente. Preocupem-se com o que realmente interessa (por exemplo, umas regras de sintaxe…).

      • curiosa on 30 de Setembro de 2013 at 13:14
      • Responder

      Desculpe que lhe diga, mas o seu texto revela falta de respeito (pelos colegas) e bom senso. Em 1º lugar não entendi o ataque à disciplina de espanhol. O francês está de volta? O colega em que ano está? Não viu o ranking das línguas mais faladas no mundo (que foi publicado há pouco tempo)? Já para não falar que é língua oficial em quase todos os países de América do sul e central (excetuando o Brasil) e 1ª língua não oficial nos Estados Unidos. Em 2º lugar, se há uma língua emergente no ensino é o mandarim (vulgo chinês). Todos os colégios privados estão a investir nesta língua e câmaras municipais, como a de S.João da Madeira, já implementou a sua lecionação nas AEC’s do 1º ciclo (3ª e 4ª classes). Tente moderar os seus comentários, seja educado e respeitador. Pelo que relatou, penso que se deve ter sentido vítima de alguma injustiça numa escola onde houve alguém com uma de uma qualificação profissional. Tenho pena. Todos nos sacrificamos, mas não se esqueça que quem investe noutra formação/grupo carenciado (dinheiro, tempo, família, etc..) é porque tem coragem e deve ser louvado, e não criticado por quem não o faz… É o caso de quem investiu no espanhol, na educação especial, etc.. Desejo-lhe o melhor a nível profissional.

        • Carlos Plágio on 30 de Setembro de 2013 at 18:09
        • Responder

        Eu desculpo que me diga.

    • Ricardo Moreira on 30 de Setembro de 2013 at 11:12
    • Responder

    Infelizmente, as ESES aproveitaram-se para criar estes mestrados para ajudar os professores de 2ºciclo e do 1º a terem mais opções de trabalho… Acontecerá a este grupo 350 o mesmo que aconteceu ao grupo 910…

      • Carlos Plágio on 30 de Setembro de 2013 at 11:22
      • Responder

      Espero bem que sim, que rebente pelas costuras.

    • Ricardo Moreira on 30 de Setembro de 2013 at 11:29
    • Responder

    O espanhol não serve para nada? Desse ponto de vista, o francês também não… A língua que é utilizada para a comunicação é o inglês. Para além disso, os mercados em expansão são da América Latina e há muitos países onde o castelhano prolifera. O espanhol é útil para os alunos que querem estudar medicina noutros países, porque em Portugal não têm vaga. Assim, temos que ver do ponto de vista da utilidade e não da questão de moda.

    • esp on 30 de Setembro de 2013 at 13:15
    • Responder

    Carlos,
    sou licenciada em Estudos Línguas, Literaturas e Culturas: português, espanhol (Universidade de Aveiro) e fiz o mestrado na Universidade de Coimbra. Tem alguma dúvida?????

      • Carlos Plágio on 30 de Setembro de 2013 at 18:11
      • Responder

      Pareceu-lhe que tinha alguma dúvida? Estou perfeitamente esclarecido quanto a este assunto.

    • andreia on 30 de Setembro de 2013 at 15:55
    • Responder

    “A profissão docente é certificada por uma qualificação profissional.

    A qualificação profissional para a docência, num determinado grupo de recrutamento, é condição indispensável para ser candidato ao concurso (Decreto-Lei nº 20/2006, de 31 de janeiro, na redação dada pelo Decreto-Lei nº 51/2009, de 27 de fevereiro).

    A habilitação profissional é obtida através de um curso de formação inicial de professores, ministrado em escolas superiores ou em universidades, e organizado segundo os perfis de qualificação para a docência. Estes cursos qualificam, profissionalmente, para o grupo de docência / de recrutamento no qual foi realizado o estágio/prática pedagógica ou na especialidade do grau de mestre, nos termos fixados pelo Decreto-Lei n.º 43/2007, de 22 de fevereiro.”

    Leiam com mais atenção os decretos: Todos os Mestrados das ESE’s estão habilitados profissionalmente para a docência! O ÚNICO, MAS MESMO ÚNICO PROBLEMA DEVE-SE AO FACTO DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NÃO SEPARAR OS GRUPOS. Como só existe o grupo 350, não há separação para estes mestres se candidatarem. NESTE SENTIDO, A PARTIR DO MOMENTO QUE UM PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO, DAS ESE’S, SE CANDIDATA PARA AS ESCOLAS BÁSICAS (2º E 3º CICLO) ESTÁ HABILITADO PROFISSIONALMENTE PARA O FAZER…PARA QUEM DESCONHECE…SUBLINHO QUE, EXISTE UM DECRETO PARA AS NECESSIDADES TEMPORÁRIAS QUE PERMITE QUE UM MESTRE, DAS ESE’S, PODE LECCIONAR NUMA SECUNDÁRIA, EM NÍVEIS DE SECUNDÁRIO…ISTO, CASO O DIRETOR DA ESCOLA ENTENDA QUE NÃO HÁ NECESSIDADE DE COLOCAR EM CONCURSO UMA VAGA PARA POUCAS HORAS…SIM…CASO O DIRETOR ENTENDA (como numa empresa particular, ele é o diretor, tem um decreto que lhe permite fazer e ele decide)…se está correcto ou não? Com o nosso Ministério, que queres que te diga????

    MAIS UMA: SABIAM QUE HÁ ESCOLAS QUE INICIARAM O ESPANHOL NO 2º CICLO? POIS E AGORA????JÁ TÊM A RESPOSTA???
    COLEGAS…este problema não é novo, já acontece há muitos anos mas noutros grupos…PREOCUPEM-SE MAS É COM O GRANDE PROBLEMA: PROFESSORES DE ESPANHOL COM 36 CRÉDITOS OU 10 CADEIRAS…ISSO SIM…É UM ATALHO PARA O DESEMPREGO!

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