E a carga horária para a disciplina de Inglês vai sofrer alterações? Ou são com os 90m semanais que se preparam os alunos para exame e que se ensina inglês?
O estado de ansiedade manifestado por muitos dos professores em dia de abertura oficial do ano letivo é lícito mostram de forma clara que o Neoliberalismo usado como política principal, da qual só se vêm e sentem os seus efeitos mais negros corrompem a sociedade e tudo o que nela de bom existe. Parece-me um abuso e, se não for exagero da minha parte, parece-me haver aqui má fé e uma espécie de vingança que procura responder a um passado recente…Ou seja, neste contexto, os professores que abusivamente trabalham a título gratuito para o ministério da educação, para além de serem autênticos mendigos, têm de se sujeitar às maldades neoliberais da nossa classe política.
Esta valorização deveria passar por repor os 45m retirados à língua estrangeira no 3º ciclo. É impraticável ensinar em 90m todas as vertentes da disciplina.
Não só repor como, ainda, aumentar a carga semanal em 45m. Criar o Plano de Ação do Inglês; assessorias; etc… como fizeram com a matemática e o português para obter melhores resultados nos exames. Se a razão é a valorização, criem-se, então, as condições de ensino e aprendizagem. E, já agora, revejam as (estúpidas) metas e tornem os programas realistas! Está tudo louco… a começar pelos doutores técnicos das línguas que parasitam pelo MEC. Regresso à sanidade precisa-se!
A valorização do inglês irá consistir num exame nacional encomendado à U. de Cambridge! Imagine-se! Muito chique, muito à frente mesmo! Já se estão a vislumbrar os maravilhosos resultados de um exame preparado por uma instituição que não está minimamente a par dos currículos nacionais e dos que os nossos docentes lecionam nas suas aulas. Mas estes que não se sintam postos de lado, pois serão sobre eles que irão recair todas as culpas do descalabro de tais classificações, pois, segundo o Ministério, serão eles que não sabem ensinar aquilo que alguém da U. de Cambridge irá colocar no exame, quando acordar num belo dia de sol (ups em Inglaterra não há sol).
Já agora, quem é que paga a elaboração de tal exame à referida instituição?
9 comentários
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Umas valorizam-se com provas e outras desvalorizam-se com a sua ausência!
E a carga horária para a disciplina de Inglês vai sofrer alterações? Ou são com os 90m semanais que se preparam os alunos para exame e que se ensina inglês?
O estado de ansiedade manifestado por muitos dos professores em dia de abertura oficial do ano letivo é lícito mostram de forma clara que o Neoliberalismo usado como política principal, da qual só se vêm e sentem os seus efeitos mais negros corrompem a sociedade e tudo o que nela de bom existe. Parece-me um abuso e, se não for exagero da minha parte, parece-me haver aqui má fé e uma espécie de vingança que procura responder a um passado recente…Ou seja, neste contexto, os professores que abusivamente trabalham a título gratuito para o ministério da educação, para além de serem autênticos mendigos, têm de se sujeitar às maldades neoliberais da nossa classe política.
Esta valorização deveria passar por repor os 45m retirados à língua estrangeira no 3º ciclo. É impraticável ensinar em 90m todas as vertentes da disciplina.
Não só repor como, ainda, aumentar a carga semanal em 45m. Criar o Plano de Ação do Inglês; assessorias; etc… como fizeram com a matemática e o português para obter melhores resultados nos exames. Se a razão é a valorização, criem-se, então, as condições de ensino e aprendizagem. E, já agora, revejam as (estúpidas) metas e tornem os programas realistas! Está tudo louco… a começar pelos doutores técnicos das línguas que parasitam pelo MEC. Regresso à sanidade precisa-se!
Gostava de saber quem e o que está por detrás desta decisão, já que o texto do despacho é miserável nos seus propósitos!
O senhor ministro está a preparar os nossos filhos para sairem do País.
“Gande amigalhaço”
Também me parece que este ministro está a preparar os nossos alunos para emigrarem.O inglês é o passaporte!Que esperteza saloia !
A valorização do inglês irá consistir num exame nacional encomendado à U. de Cambridge! Imagine-se! Muito chique, muito à frente mesmo! Já se estão a vislumbrar os maravilhosos resultados de um exame preparado por uma instituição que não está minimamente a par dos currículos nacionais e dos que os nossos docentes lecionam nas suas aulas. Mas estes que não se sintam postos de lado, pois serão sobre eles que irão recair todas as culpas do descalabro de tais classificações, pois, segundo o Ministério, serão eles que não sabem ensinar aquilo que alguém da U. de Cambridge irá colocar no exame, quando acordar num belo dia de sol (ups em Inglaterra não há sol).
Já agora, quem é que paga a elaboração de tal exame à referida instituição?