Se tal se referir à escola pública é mais do que óbvio!! Se tentarmos mandar todos os alunos para o particular podemos incrementar bastante este número!! LUTEM PELA ESCOLA PÚBLICA!! Este governo está a tentar acabar com o pouco que o nosso país tem de bom e que ainda estabelece a fronteira que nos afasta do 3º mundismo…
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Profa farta de medíocres on 9 de Setembro de 2013 at 22:39
Nós não estamos na Suécia! Estamos em Portugal! Não se pode escolher algumas medidas e negligenciar outras! Se nos querem igualar, que comecem pelo número de alunos por turma, ou pelos salários!! Raio pá.
É vago e medíocre o seu comentário. Veja o PIB da Suécia, as medidas de incentivo à natalidade, a quase inexistência de corrupção política?! E acima de tudo a união das classes profissionais. Em Portugal os políticos e toda a comandita que neles se pendura, mais grande parte dos media são uns autênticos mercenários de destruição maciça por isso não necessitamos de mais brejeirice oriunda de povos bárbaros e dos “vikings”!!!
E as centenas de alunos que são obrigados a frequentar os colégios que têm os acordos de milhares de euros por cada turma (80 mil euros por turma?), como o grupo GPS, porque não se quer investir em escolas públicas com capacidade para todos os jovens do concelho. Só na região Oeste há vários. As minhas filhas no sétimo tiveram de passar para o Colégio de Santo André na Venda do Pinheiro. Só neste colégio há sete turmas de sétimo. Mas eles protegem-se….e a propaganda resulta sempre. Falta divulgar os números dos alunos obrigados a frequentar estes colégios em todo o país. Arlindo, sabes quantos são? Quantos horários completos dariam?
Profa farta de medíocres
Caramba, a Suécia tem cheque ensino mas tb tem responsabilidade social, e tem politicos que vivem em apartamentos funcionais e que andam de transportes públicos, e têm respeito pelos que têm menos e os que têm mais sentem a responsabilidade social da imagem que dão.
A Porfa farta de medíocres acaba por ser vc própria medíocre porque quer um cheque-ensino comprando duas realidades distintas e completamente antagónicas: Portugal, latino, chico-espertista, habituado à pequena corrupção (cunhas) e à grande (pelos menos parece… submarinos… independente… moderna… tecnoforma…); Suécia onde as empresas procuram equilíbrios económicos aliados à sociedade, onde a diferença entre os que ganham mais e os que ganham menos é adequada para que todos possam viver bem.
A Holanda, segundo me parece, tb terá modalidades parecidas, mas quer comparar a mentalidade holandesa à portuguesa?
A Dinamarca também, e até tem a flexi-segurança que liberaliza a possibilidade de despedir, mas a empresa que despede tem de financiar o desemprego do trabalhador, logo, ela própria ajuda a colocar o trabalhador a arranjar trabalho; na Dinamarca respeita-se a regra dos três oitos para uma boa harmonia social: 8 horas de trabalho, 8 horas de lazer e 8 horas de descanso.
Acha que estamos a falar de realidades aplicáveis/exequíveis só porque legislamos de igual maneira em Portugal?
Desculpe que use o seu nick contra si, mas medíocre parece-me a sua capacidade de raciocínio maniqueísta de achar que só porque outros o fazem, também nós podemos fazer.
Acha que não somos terceiro mundistas? Diga-me, a corrupção, burocracia, caciquismo, clientelismo e revanchismo aproxima-nos mais da realidade de alguns países irmãos africanos e de países sul americanos… ou norte-europeus?
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Prof contratada e azeda on 10 de Setembro de 2013 at 11:38
Nada pode servir de desculpa para a redução do pessoal docente.
MAS há uma realidade que todos já vislumbraram há muito tempo: a taxa de natalidade está em declínio vertiginoso. E ALGUÉM faz alguma coisa para contrariar a tendência?! Esses incompetentes que nos governam já deveriam ter feito alguma coisa há muito tempo: INCENTIVOS À NATALIDADE.
As famílias que têm dinheiro não os fazem nascer e os pobres, aka famílias de professores contratados/desempregados, por exemplo, que querem ter mais filhos, não podem porque senão vão à falência.
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Prof contratada e azeda on 10 de Setembro de 2013 at 11:42
Ah e assino por baixo o comentário do Pedro Santos que, pelo que percebo, também conhece a realidade dos países do Norte. Realmente é de “ter inveja” do modo de vida dos nórdicos mas é completamente impossível implementar algo parecido neste pobre (em todos os sentidos) país.
9 comentários
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Pronto! Já começam as justificações para “arrumar” com uns milhares de professores.
Se tal se referir à escola pública é mais do que óbvio!! Se tentarmos mandar todos os alunos para o particular podemos incrementar bastante este número!! LUTEM PELA ESCOLA PÚBLICA!! Este governo está a tentar acabar com o pouco que o nosso país tem de bom e que ainda estabelece a fronteira que nos afasta do 3º mundismo…
A Suécia tem cheque-ensino. É do 3º mundo?
Nós não estamos na Suécia! Estamos em Portugal! Não se pode escolher algumas medidas e negligenciar outras! Se nos querem igualar, que comecem pelo número de alunos por turma, ou pelos salários!! Raio pá.
É vago e medíocre o seu comentário. Veja o PIB da Suécia, as medidas de incentivo à natalidade, a quase inexistência de corrupção política?! E acima de tudo a união das classes profissionais. Em Portugal os políticos e toda a comandita que neles se pendura, mais grande parte dos media são uns autênticos mercenários de destruição maciça por isso não necessitamos de mais brejeirice oriunda de povos bárbaros e dos “vikings”!!!
E as centenas de alunos que são obrigados a frequentar os colégios que têm os acordos de milhares de euros por cada turma (80 mil euros por turma?), como o grupo GPS, porque não se quer investir em escolas públicas com capacidade para todos os jovens do concelho. Só na região Oeste há vários. As minhas filhas no sétimo tiveram de passar para o Colégio de Santo André na Venda do Pinheiro. Só neste colégio há sete turmas de sétimo. Mas eles protegem-se….e a propaganda resulta sempre. Falta divulgar os números dos alunos obrigados a frequentar estes colégios em todo o país. Arlindo, sabes quantos são? Quantos horários completos dariam?
Profa farta de medíocres
Caramba, a Suécia tem cheque ensino mas tb tem responsabilidade social, e tem politicos que vivem em apartamentos funcionais e que andam de transportes públicos, e têm respeito pelos que têm menos e os que têm mais sentem a responsabilidade social da imagem que dão.
A Porfa farta de medíocres acaba por ser vc própria medíocre porque quer um cheque-ensino comprando duas realidades distintas e completamente antagónicas: Portugal, latino, chico-espertista, habituado à pequena corrupção (cunhas) e à grande (pelos menos parece… submarinos… independente… moderna… tecnoforma…); Suécia onde as empresas procuram equilíbrios económicos aliados à sociedade, onde a diferença entre os que ganham mais e os que ganham menos é adequada para que todos possam viver bem.
A Holanda, segundo me parece, tb terá modalidades parecidas, mas quer comparar a mentalidade holandesa à portuguesa?
A Dinamarca também, e até tem a flexi-segurança que liberaliza a possibilidade de despedir, mas a empresa que despede tem de financiar o desemprego do trabalhador, logo, ela própria ajuda a colocar o trabalhador a arranjar trabalho; na Dinamarca respeita-se a regra dos três oitos para uma boa harmonia social: 8 horas de trabalho, 8 horas de lazer e 8 horas de descanso.
Acha que estamos a falar de realidades aplicáveis/exequíveis só porque legislamos de igual maneira em Portugal?
Desculpe que use o seu nick contra si, mas medíocre parece-me a sua capacidade de raciocínio maniqueísta de achar que só porque outros o fazem, também nós podemos fazer.
Acha que não somos terceiro mundistas? Diga-me, a corrupção, burocracia, caciquismo, clientelismo e revanchismo aproxima-nos mais da realidade de alguns países irmãos africanos e de países sul americanos… ou norte-europeus?
Nada pode servir de desculpa para a redução do pessoal docente.
MAS há uma realidade que todos já vislumbraram há muito tempo: a taxa de natalidade está em declínio vertiginoso. E ALGUÉM faz alguma coisa para contrariar a tendência?! Esses incompetentes que nos governam já deveriam ter feito alguma coisa há muito tempo: INCENTIVOS À NATALIDADE.
As famílias que têm dinheiro não os fazem nascer e os pobres, aka famílias de professores contratados/desempregados, por exemplo, que querem ter mais filhos, não podem porque senão vão à falência.
Ah e assino por baixo o comentário do Pedro Santos que, pelo que percebo, também conhece a realidade dos países do Norte. Realmente é de “ter inveja” do modo de vida dos nórdicos mas é completamente impossível implementar algo parecido neste pobre (em todos os sentidos) país.