Resposta da FNE à Proposta da AEEP

… sobre a revisão do contrato coletivo de trabalho.

Cabe agora aos docentes do ensino particular também se fazerem ouvir. Que sirva de exemplo o entendimento entre MEC e organizações sindicais para também a AEEP recuar na sua proposta inicial.

 

Recuo de mais de duas décadas nas condições de exercício profissional dos docentes do EPC

 

Proposta de revisão da AEEP é um recuo de mais de duas décadas nas condições de exercício profissional dos docentes do Ensino Particular e Cooperativo

A AEEP denunciou o Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) em vigor e apresentou à FNE uma nova proposta para negociação cujas alterações fazem recuar as condições do exercício profissional dos docentes e pessoal não docente em mais de duas décadas.

 

Documentos em anexo:

 

Resposta da FNE para a AEEP 11 junho 2013

Boletim informativo do Ensino Particular e Cooperativo do mês de junho 2013

Projeto de Decreto-Lei sobre o Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo

Proposta Negocial Global da AEEP para a revisão do contrato coletivo de trabalho

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2013/07/resposta-da-fne-a-proposta-da-aeep/

11 comentários

1 ping

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • João Pestana on 2 de Julho de 2013 at 7:48
    • Responder

    CHEGA!
    Os Sindicatos não podem pactuar mais com esta CORJA de exploradores.
    Chega!
    Já não basta o ensino particular e colaborativo andar a receber dinheiro do estado PORTAS MEIAS com escolas Públicas.
    Já não basta as trafulhices TODAS E A EXPLORAÇÃO?

    • pretor on 2 de Julho de 2013 at 11:51
    • Responder

    Vamos ver o pessoal do privado a mais cada vez mais as calcinhas.
    QQ dia pagam para trabalhar e acham exagerado um salario de 600€ sim pq não há dinheiro e vivemos acima das nossas possibilidades.

    Ou será que ….

    • josé lourenço on 2 de Julho de 2013 at 13:30
    • Responder

    A AEEP tem-se preparado para fazer exatamente o que os grupos económicos ligados à Educação desejam para a Escola.
    O governo já anunciou que iria aumentar os subsídios para as escolas privadas:
    http://economico.sapo.pt/noticias/governo-aumenta-subsidio-as-escolas-privadas_128934.html

    E os professores,onde ficam no meio de tudo isto? Será possível que a AEEP queira diminuir os direitos dos docentes, aumentando a precariedade na função docente? O Governo Português anuncia o aumento dos subsídios e as escolas diminuem os direitos e os salários dos professores. Alguma coisa está mal conduzida no meio de tudo isto.

    É do conhecimento geral que inúmeros agentes políticos, do PS, PSD e CDS, ex-secretários de estado e assessores de ministros vão migrando dos seus gabinetes no setor público para gabinetes de grandes grupos económicos ligados à Educação (GPS, Didáxis, Ribadouro…).

    Quando é que esta promiscuidade dos políticos e os grupos económicos acaba? É a democracia diminuída e o erário público a ser desviado para engordar grupos económicos privados.

    1. concordo consigo mas até agora queixas só do movimento da escola publica do Oeste, façam queixas
      . façam greve, manifestações pena é que o não tenham feito quando da greve aos exames e avaliações da escola publica, o medo não explica tudo e sem luta não conseguimos espero que os professores do privado aprendam alguma coisa com o publico, ou pensam que podem passar entre os pingos da chuva não se molhando e deixando as ações de luta para outros, ACORDEM.

    • AEEP = ESCRAVATURA E OPRESSÃO on 2 de Julho de 2013 at 13:33
    • Responder

    Neste momento a AEEP é na sua grande maioria composta por elementos com ligações ao partido político CDS-PP.

    Como esta proposta é um grave atentado aos direitos dos professores a desempenhar funções em estabelecimentos de ensino particular e cooperativo, não é claro qual o grau de participação deste partido político (que quando está na oposição defende tanto os professores e quando está no governo esquece-se deles) e qual as suas reais intenções para a sua apresentação e aprovação, uma vez que se afasta das regras vigentes e dos direitos dos docentes que desempenham funções nas escolas de ensino público.

    Se estas regras forem aplicadas no público, então é que teremos motivos para fazermos greves e manifestações.

    1. Está deveras enganado não é se as regras forem aplicadas ao publico que terão motivos para fazer greve, já deviam ter feito quando os professores do publico fizeram mas… talvez seja tarde
      Quem muito se abaixa o cu lhe aparece.

  1. O problema dos docentes do ensino privado é o medo… e têm razão. Se reclamarem… mostram-lhe a saída e nesta altura, como estão as coisas, as pessoas não se podem dar ao luxo de perder o seu trabalho e, por isso, sujeitam-se às condições de trabalho mais inacreditáveis.

    • Professora e prima do Crato on 2 de Julho de 2013 at 14:57
    • Responder

    Ó José Lourenço, apesar de concordar com quase tudo, a noticia referida data de 2011. Entretanto já foram mantidas as verbas. E, pelo contrário, o que se verifica agora é o aumento da carga letiva docente no privado, por forma a manter as margens de lucro de 2011. Por outro lado, essa medida servirá como argumento futuro para se aplicar também à escola pública. Aliás, o recente entendimento entre os sindicatos e o MEC, tal como tantos outros, é temporário sem se saber por quanto tempo.

    É preciso estar atento a todas as atrocidades que estão a ser levadas a cabo por mercenários sem rosto que se escondem atrás de um memorando que assinaram.
    Estão a servir-se dele para porem em marcha anos de raiva contida e ideologia cretina.

  2. Sou professor no ensino privado e fiz greve quer às avaliações quer ao exame de português,bem tentei junto dos colegas ter mais alguns aliados mas o clima de intimidação é de tal forma que a maioria continua a ter medo 🙁

    1. saudações caro colega! mas o medo só, não pode explicar a atitude dos seus colegas até parece que estão bem, essa apatia e espera que outros lhes resolvam o problema demonstra a apatia que graça na população, ACORDEM

    • Maria on 3 de Julho de 2013 at 20:15
    • Responder

    Sou professora do privado e nunca poderia fazer greve, precisamente pelo factor medo. Qualquer professor na minha situação sabe perfeitamente que, se perder o emprego, bem pode mudar de profissão, porque a quase extinção dos contratados no público implica que nós só quando estivermos com os pés para a cova é que conseguiremos colocação lá.
    Se formos muito “rebeldes” seremos os primeiros a ver a porta da rua, isso é óbvio, e um mau emprego é melhor do que emprego nenhum, ainda por cima sem perspectivas de qualquer colocação. Sabiam que muitos de nós não recebem subsídio de refeição e que este foi trocado por refeições na cantina?
    Nunca me revi nos sindicatos que temos, que não apenas defendem sobretudo os professores com vínculo e esquecem os contratados, mas também são totalmente indiferentes à sorte dos milhares de docentes do privado. Há uns anos, quando foi revista a tabela de progressão na carreira do privado, nem um “piu” se lhes ouviu.
    Agora, o que está previsto na proposta da AEEP é pura e simples escravatura, e vai acabar por passar, claro está: os professores estão totalmente impossibilitados de se defenderem e nada pára a voragem…

  1. […] Resposta da FNE à Proposta da AEEP […]

Deixe um comentário

Your email address will not be published.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Discover more from Blog DeAr Lindo

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading