Dos dados que recebi no formulário deste post e na qual retirei meia dúzia de escolas por não conseguir fazer a proporcionalidade entre o número de exames previstos e os que ocorreram, deu-me o seguinte quadro provisório:
Em 695 exames previstos para os cerca de 80 Agrupamentos que recebi dados apenas se realizaram 383, o que dá uma percentagem de 55,1% de exames realizados.
Podem continuar a preencher os dados pedidos no post para confrontar com os 70% de exames realizados que Nuno Crato afirmou terem acontecido.





21 comentários
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é certo que o número de alunos por sala pode interferir nos resultados… mas é uma estimativa a considerar…
É óbvio que os números estão TROIKADOS!
estes dados não estão corretos… pelo menos em Bragança.
Desculpe, mas estão incluídas nesta tabela as escolas com contrato de associação e privadas? Acho que aí estão cerca de 15000 alunos.
Exatamente.
A diferença está nos “privados” geridos com dinheiro publico.
Preciso ajuda. Na minha escola começamos hoje a organizar o fundo de greve. Já li por aqui que que há escolas em que está tudo organizado. Quem me dá dicas? Obrigada. Se for necessário mando mail.
SE faltar é-lhe descontado o dia todo no vencimento
Como é possível em Bragança só estar a decorreu uma sala se havia nove (só num agrupamento) e funcionaram todas?
Os bragantinos são o orgulho da nação. De facto o isolamento é directamente proporcional à estupidez e parolice.
Vem a Bragança, identifica-te como o autor desse teu comentário, e depois discutiremos a estupidez e parolice seu mal educado. Deves ser mais um que gosta de estar à sombra do estado. Vai mas é trabalhar por conta própria seu palh….
Em Bragança (concelho) existem 3 agrupamentos e em dois, tenho a certeza) que funcionaram todas as salas. Como é possível o quadro mencionar só uma sala?
Author
As escolas identificadas como Bragança referem-se ao distrito de Bragança. Se quiseres ver quais são entra aqui.
https://docs.google.com/spreadsheet/pub?key=0AsmS71YTYMZ1dGNxSEhVM2EzamFrQW9idnFEOGFKekE&single=true&gid=0&output=html
O quadro está errado. É melhor não ligar. Confunde salas com concelhos e a maior parte dos concelhos nem consta.
Author
É o problema de pedirmos para colocar distrito e depois colocarem concelho no lugar de distrito.
E pelos vistos este quadro fica por aqui porque já não se consegue fazer a introdução de dados no formulário. 🙁
NOTA: Já funciona de novo o formulário.
É óbvio que estes números não nos dão a visão da percentagem de adesão à greve… é óbvio que uma coisa é a percentagem de salas em que se realizaram exames e outra é a percentagem de professores em greve… estatísticas valem o que valem e esta não vale… a prova provada da manipulação de dados!!!
Arlindo,
Não te esqueças que o Crato considerou os alunos do privado!
Sou do Distrito de Bragança (Mogadouro) trabalho no setor privado. Fico triste, mas tenho de concordar com o comentário anterior… Estamos cada vez mais isolados, retiram-nos cada vez mais serviços, que acabam por retirar tb população ao interior, e nesta greve não aderem… É triste muito triste…
agrupamento de escolas de Alcochete: 14 salas, realizados exames em todas 🙁
A AEEP (Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo) está neste momento a negociar um novo Contrao Coletivo de Trabalho que muda drasticamente as regras comummnente aceites: Horário de trabalho alargado para 40h; Componente letiva entre as 30 e as 33h; Uma hora letiva corresponderá a um período de 60 m; Criação de um Banco de Horas (200 horas a funcionar durante um ano letivo); Alteração das tabelas salariais; A componente não letiva abrange a realização de trabalho a nível individual e a prestação de trabalho a nível do estabelecimento de ensino (Atividades de apoio educativo; Acompanhamento e apoio aos alunos em espaços não letivos.).
Não serão somente os docentes do ensino privado e cooperativo a sofrer com este Contrato Coletivo de Trabalho, mas também todos os professores que desempenham funções no setor público.
Recentemente, um dos argumentos do ministro Nuno Crato para querer aumentar o número de horas da componente letiva nas escolas de ensino público é o facto dos privados já praticarem esse horário. Se não defendermos o ensino privado e não negarmos esta proposta, brevemente veremos estas propostas serem aplicadas igualmente no ensino público, como a convergências das tabelas salariais e aplicação das demais condições.
É por estes números que o meu sonho era dar aulas em BEJA, abram os olhos colegas.