Foram publicados ontem no site da APEVT uma série de documentos que assumem a posição dos professores de Educação Visual e Tecnológica na defesa da disciplina de EVT.
Para ler, clicar nos respetivos documentos.
Entretanto e que me perdoe a bicharada, o movimento da APEVT em defesa da EVT passou para 2º lugar em detrimento de um movimento que defende o fim das corridas de touros. É importante todos os professores apoiarem a causa da APEVT.
O que transparece até ao dia de hoje é que tudo ficará conforme o apresentado e a formação cívica terá grande possibilidade de se manter no currículo dos alunos. A central de compras e as receitas privadas sobrepõe-se a tudo o resto, quanto à essência do currículo nem mais uma palavra. Enganem-se os que poderão pensar que a EVT e o ensino artístico será uma das prioridades dos diretores das escolas, tanto mais que com estas disciplinas as receitas privadas esgotam-se mais facilmente.
Manuel Esperança considerou ainda que é preciso pensar bem se é útil extinguir a Formação Cívica.
“Chamem-lhe Formação Cívica ou outra coisa qualquer, mas aquele espaço que o diretor de turma tinha é fundamental para não estar a roubar tempo à sua disciplina com assuntos relacionados com a turma” que dirige: “Penso que aí ainda pode haver uma mexidela”.
Em declarações posteriores à agência Lusa, por telefone, o ministro manifestou-se sensível a este argumento.
“Isto é uma proposta aberta, estamos sensíveis a esse problema”, afirmou Nuno Crato, sublinhando que a consulta pública decorre num clima de diálogo e não numa perspetiva de cedências ou imposições.
O ministro acrescentou que, no essencial, os diretores se manifestaram de acordo com a proposta do Governo para reduzir a dispersão curricular.
Tem surgido algumas dúvidas sobre a graduação dos candidatos quando num dos critérios é pedida a graduação ao abrigo do Decreto Lei 20/2006 alterado pelo Decreto Lei 51/2009. Para dissipar essas dúvidas trancrevo de seguida todo o artigo 14º
Artigo 14.º
Graduação dos candidatos
1 — A graduação dos candidatos detentores de qualificação profissional para a docência é determinada pelo resultado da soma dos valores obtidos, nos termos das alíneas seguintes:
a) Pelo resultado da soma, com arredondamento às milésimas, da classificação profissional, obtida de acordo com a legislação em vigor à data da sua obtenção, expressa na escala de 0 a 20, e com o número de casas decimais igual ao constante no documento comprovativo;
b) Com o quociente da divisão por 365, com arredondamento às milésimas, do resultado da soma:
i) Do número de dias de serviço docente ou equiparado avaliado com a menção qualitativa mínima de Bom, nos termos do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, contado a partir do dia 1 de Setembro do ano civil em que o docente obteve qualificação profissional para o grupo de recrutamento a que é opositor até ao dia 31 de Agosto do ano imediatamente anterior ao da data de abertura do concurso;
ii) Com o número de dias de serviço docente ou equiparado prestado anteriormente à obtenção da qualificação profissional, ponderado pelo factor 0,5, com arredondamento à milésima;
c) A última avaliação de desempenho realizada nos termos do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário e dos Decretos Regulamentares n.os 2/2008, de 10 de Janeiro, 11/2008, de 23 de Maio, e 1 -A/2009, de 5 de Janeiro, nos termos seguintes:
i) Excelente — 2 valores;
ii) Muito bom — 1 valor;
d) Os candidatos dos quadros com formação inicial conferente do grau académico de bacharelato que, complementarmente à formação profissional inicial, tenham concluído um dos cursos identificados nos despachos referidos nos n.os 2 e 3 do artigo 55.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos
Básico e Secundário, até à entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro, podem optar, para efeitos de graduação profissional, entre a classificação profissional relativa à formação inicial ou a classificação conjunta da formação inicial e daquele curso;
e) Para efeitos do disposto na parte final da alínea anterior e sempre que não tenha sido atribuída classificação final ponderada, esta é determinada através da fórmula seguinte, cujo quociente é arredondado à milésima mais próxima: (3CP + 2C)/5 em que CP corresponde à classificação profissional obtida na formação inicial e C corresponde à classificação obtida no curso a que a mesma alínea se refere.
2 — Para efeitos do disposto no presente artigo, considera-se tempo de serviço o prestado como educador de infância ou professor dos ensinos básico e secundário, sem prejuízo do disposto no artigo 39.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, independentemente do ciclo ou nível de ensino a que se pretenda aceder.
3 — A graduação dos candidatos para a leccionação na educação especial detentores de qualificação profissional para a docência é determinada de acordo com o disposto nas alíneas a), b) e c) do n.º 1 e no n.º 2.
Não havendo referências em contrário, o tempo de serviço só pode ser considerado até 31/08/2011 e a última avaliação de desempenho (2010/2011) pode ser considerada para efeitos de graduação.
O número de horas em concurso no 1º período para os diversos grupos de recrutamento foram de 115850. Nesta horas não estão incluídos possíveis aditamentos que possam depois terem ser feito nas escolas.
Fazendo a divisão do número de horas pelos horários em concurso verifica-se que a média de horas por contratado situa-se nas 15,90 horas. Tendo em conta o horário completo no 1º ciclo e no pré-escolar são 25 horas e nos restantes grupos de recrutamento 22, a média de vencimento dos professores contratados em oferta de escola anda na ordem dos 700 euros. Obviamente que este valor é uma média.
Os grupos com melhor indíce de aproveitamento de horários são os grupos 100, 110, 930, 910, 210 e 920. Com os piores indíces estão os grupos 340, 610 e 410.
Os QZP com melhor aproveitamento de horários são os de Lisboa Ocidental, Cidade de Lisboa e Zona Norte de Lisboa e Peninsula de Setúbal. Com os piores indíces estão os QZP de Guarda e Bragança.
Clicar na imagem para aceder ao ficheiro em pdf e mesmo assim fazer zoom.
Porque entre a abolição das corridas de touros que acabou de ultrapassar o movimento em defesa da Educação Visual e Tecnológica sei muito bem o que escolher, que me perdoem os touros.
Entre 2009 e 2011, o ensino público perdeu quase 13 mil professores, por terem passado à condição de reforma, o que representa cerca de 9 por cento dos 144 mil docentes existentes no ano lectivo 2008/2009. Só no ano passado, a Caixa Geral de Aposentações registou quase 4 mil docentes reformados, que se juntam aos 3944 de 2010 e aos 4985 de 2009. Com a reforma média de cada professor a rondar os dois mil euros, os quase 13 mil docentes aposentados representam um total de 26 milhões de euros.
Segundo João Dias da Silva, presidente da Federação Nacional de Educação (FNE), os números confirmam o aumento da precariedade na profissão. “É um número significativo de aposentados que não tem a mínima correspondência na abertura de lugares de quadro na Educação“, afirmou o dirigente sindical ao Correio da Manhã, argumentando que “o rácio é claramente desfavorável aos professores e faz aumentar a precariedade, porque os docentes que entraram no sistema educativo fazem-no por via de contrato a prazo“.
A situação agrava-se ainda mais porque a última entrada de professores nos quadros do Ministério da Educação e Ciência aconteceu em 2009. “Nessa altura entraram cerca de 400 professores. Desde então não houve mais ninguém a conseguir um lugar no quadro“, referiu o responsável da FNE.
Vou tentar perceber a justificação para este critério que a DGRHE coloca automáticamento como primeiro critério para horários superiores a 11 horas e até 18 horas em pedidos destinados à lecionação numa única disciplina da área de formação.
Pois não entendo como essa acumulação pode ser feita se geralmente o “mercado de trabalho” já tem um horário semanal entre as 35 e as 40 horas de trabalho (por enquanto).
…publicado nos “blogues” e que foi o 1º documento enviado pelo MEC, com o que se encontra no site do Ministério.
[important]- maior rigor na avaliação, através, nomeadamente, da introdução de provas finais no 6.º ano e do estabelecimento de um regime de precedências entre o Ensino Básico e o Ensino Secundário.[/important]
O regime de precedências desapareceu no documento final.
O que poderia implicar um regime de precedências?
Poderia obrigar o prosseguimento de estudos no ensino secundário em função das notas atribuídas no final do 9º ano, ou seja, um aluno com negativa a Matemática não poderia seguir uma via científica e um aluno com negativa a Português não poderia seguir para Humanidades.
Fica aqui a retificação com o documento no site do Ministério.
Obviamente que não fazia sentido outra coisa. E também não fará sentido ser alterado o currículo do 6º ano em 2012/2013 para quem está já a frequentar o 5º ano.
São estas pequenas coisas que Nuno Crato começa só agora a aperceber-se.
Venho por este meio solicitar ajuda para o meu projeto de investigação no âmbito da Especialização em Educação Especial – Domínio Cognitivo Motor: Burnout e Autoeficácia em Professores.
[important]
Investigação Científica – Auto-Eficácia e do Stress Profissional na Classe Docente
Caro (a) Professor (a),
Neste momento está a ser desenvolvida uma investigação científica no âmbito da Auto-Eficácia e do Stress Profissional na classe docente. Deste modo, solicitamos a sua colaboração neste projeto de investigação através do preenchimento dos questionários que se encontram divididos em 3 PARTES, demorando em média 5 a 10 minutos para o seu total preenchimento. Não existem respostas certas ou erradas, pelo que agradecemos o seu preenchimento da forma mais SINCERA e HONESTA possível, que reflita o seu estado no momento atual. Este questionário é completamente ANÓNIMO (não terá que se identificar em parte alguma do questionário) e CONFIDENCIAL (só a equipa de investigação terá acesso a ele).
Deverão participar docentes que estejam a lecionar e que pertençam a qualquer nível de ensino: Pré-Escolar, 1.º, 2.º e 3.º Ciclos, Ensino Secundário e Educação Especial.
Segundo informação que me chegou há candidatos a DACL que deviam estar numa das listas e não aparecem em nenhum delas. Não se admirem, ainda na BR13 conheci um DACL que já tinha ficado colocado excepcionalmente por DCE e voltou a ser colocado por DACL.
Realmente isto é mesmo fazer o que ainda não foi feito.
Na imagem em baixo tem o link para o movimento criado pela APEVT que tem como objetivo dar expressão à defesa da Educação Visual e Tecnológica e pretende obter audiência com Pedro Passos Coelho, mas para isso tem de ser o movimento mais popular. Só podem votar depois do registo no site.
É a vida meus caros. E quem de EVT não votar vai a DACL.
[warning]
INSTRUÇÕES PARA VOTAR NO MOVIMENTO “EM DEFESA DA EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA”
Para PARTILHAR a TODOS e divulguem com estas instruções para ser mais fácil e cuidado, estamos em primeiro mas a perder muita vantagem. URGENTE, nas Escolas dizer a todos os colegas de EVT, e de todas as disciplinas para APOIAR. Ajudem os colegas no processo de registo e apoio ao movimento.
1. Aceder a este endereço: http://www.portugal.gov.pt/pt/perfil.aspx e depois fazer o REGISTO no Portal ou então, MAIS SIMPLES AINDA, entrar com os dados de utilizador da conta que cada um tiver no Facebook carregando no botão que diz “Ligue-se ao Facebook”;
2. Depois iniciar sessão no Facebook na nova janela que se abre (ou criar registo e validar no email);
3. Depois, como já fizeram login ou estão ligados via Facebook, basta aceder à página do movimento “EM DEFESA DA EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA” e no final do texto carregar em APOIAR. A página do nosso movimento é esta: http://www.portugal.gov.pt/pt/o-meu-movimento/ver-movimentos.aspx?m=107
Mas penso que só os candidatos a DACL terão possibilidade de ver estas colocações. Desta vez na aplicação das bolsas não está disponível esta lista para os contratados.
Irá abrir o Windows Media Player com o debate no Canal Parlamento.
Nota: Já retirei o link automático do canal parlamento
E Nuno Crato terminou assim a uma pergunta de Ana Drago:
“Só respondemos pelos documentos que se encontram no site do Ministério e não pelos documentos que se encontram nos Blogues.“
Se Nuno Crato soubesse o que realmente se passa no seu Ministério podia saber que alguns “documentos” que se encontram em blogues, nomeadamente as listas de colocações de DACL neste Blogue (que os candidatos não têm acesso) serviram para que alguém ficasse a saber que tinha sido colocado numa escola.
São apenas 66 os horários que encontram a concurso na aplicação às 20 horas do dia 9 de Janeiro. E às 23 horas ainda não tenho conhecimento de nenhuma bolsa que tenha saído para DACL. Aguardemos para amanhã.
COLEGAS! MOBILIZEM-SE E PASSEM PALAVRA! APONTEM NAS VOSSAS AGENDAS: DE DIA 7 AO DIA 31 DE JANEIRO SÃO TODOS DIAS DA EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA – EVT. JANEIRO DE 2012 É O MÊS DA EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA. O MÊS DA APEVT. OU GANHAMOS OU O MUNDO NÃO ACABA A 21/12/2012 MAS A 1 DE FEVEREIRO DE 2012. TODOS NA LUTA. (Ainda hoje divulgaremos calendário) APEVT (jar & cg) – (até por telemóvel o par pedagógico APEVT organiza a sua ação)
CALENDÁRIO DE LUTA DE TODOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA
1. Amanhã, 9/1/2012 a APEVT terá audiência no MEC; 2. Dia 10/1/2012 o Ministro Nuno Crato estará em audição na AR e devemos estar atentos às interpelações dos vários grupos parlamentares nas questões referentes à nossa disciplina; 3. Quinta-feira, 12/1/2012 será publicado o manifesto da APEVT; 4. Dia 18/1/2012, uma quarta-feira, vai decorrer na AR na Comissão de Educação, Ciência e Cultura a audição pública. IMPORTANTE: todos na concentração em frente à AR em AMARELO EVT; 5. De 20 a 31 de janeiro será a altura para remetermos as nossas posições para quem de direito.
Para todos os inscritos será enviada newsletter com toda a informação e documentação. Aliás, seguirá uma newsletter ao fim do dia 12/1 e outras duas na semana seguinte, antes e depois da audição pública de 18/2.
Ainda antes de terminar o mês de janeiro haverá uma última newsletter a que devem dar MÁXIMA IMPORTÂNCIA.
INFORMAÇÃO APEVT
AUDIÊNCIA da APEVT no MEC
9 de janeiro de 2012
Tal como foi comunicado, a APEVT esteve esta tarde reunida no Ministério da Educação e Ciência – MEC. A APEVT foi representada por José Alberto Rodrigues e Carlos Gomes.
A audiência teve início às 16 horas e terminou pelas 18 horas. Fomos recebidos por 3 assessoras e não pela Srª. SEEBS – Isabel Leite (que supostamente estaria a preparar a audição de amanhã na AR e não queria que a nossa audiência fosse novamente adiada).
Como devem estar a imaginar, foram duas horas em que os representantes da APEVT falaram, falaram, falaram… E elas escreveram, escreveram, escreveram… (porque certamente não deveriam estar preparadas e mandatadas para tal).
Fundamentalmente, apresentamos todas as nossas posições de princípio em defesa da EVT, da ausência absoluta de fundamentação da proposta de revisão da estrutura curricular pelo MEC, do absurdo das medidas com exemplos concretos daquilo que a medida implicaria em termos educativos. Como devem imaginar, foram quase duas horas a expor as argumentações que escusamos de referir pois foram amplamente discutidos e suscitados no nosso encontro.
No final, a APEVT solicitou um compromisso do MEC para nos voltar a receber muito brevemente em audiência e para, de forma clara e inequívoca, sejam plasmadas no relatório a realizar pelas assessoras que nos receberam as PREOCUPAÇÕES E A POSIÇÃO DETERMINADA DE TODOS OS PROFESSORES DE EVT.
APEVT
9 DE JANEIRO 2012
20:20 HORAS
JAR & CG
[/notice]
Amanhã pelas 15 horas Nuno Crato estará presente na audição parlamentar pedida por PSD e CDS sobre a alteração curricular.
Desta vez não colocarei um iframe para o canal parlamento pois esta audição não será transmitida em direto mas sim pelas 19 horas aqui.
De acordo com comunicado no site do SPZN e depois da FNE ter reunido com o Secretario de Estado João Casanova de Almeida o MEC prepara-se para fundir num único documento toda a legislação dispersa sobre concursos e que em breve será iniciado um encontro de trabalho para discutir as alterações previstas.
Segundo João Dias da Silva:
Este é de resto um tema que tem merecido a nossa atenção, os concursos de docentes estão subordinados a regras que merecem da parte da FNE/SPZN uma forte discordância, fundamentalmente porque ferem princípios básicos que a FNE/SPZN defende, como sejam a equidade e a transparência em todas as fases do desenvolvimento dos mesmos. Esta discordância resulta do facto do modelo em vigor dar espaço ao desrespeito pela lista nacional de graduação dos candidatos, permitindo escolhas feitas com base em critérios subjectivos discutíveis. A FNE/SPZN defende também que a contratação ao nível de escola deve obedecer a critérios definidos na legislação, de forma a impedir a utilização de critérios pouco objetivos e de eficácia duvidosa.
O Ministério das Finanças vai divulgar as despesas em telemóveis e cartões de crédito do Governo de José Sócrates, assim como as autorizações para a sua utilização e nomes dos beneficiários. A decisão foi tomada pelo Supremo Tribunal Administrativo e já não é passível de recurso para o mesmo tribunal, revela o Diário de Notícias de hoje.
O gabinete do ex-ministro foi ainda assim mais comedido na alimentação do que o seu secretário de Estado. Alberto Martins terá gasto quase seis mil euros em almoços e jantares entre Janeiro e Junho de 2011.
Se ao menos a investigação destes casos servisse para alguma coisa.
Com esta aplicação da DGRHE tenho algumas dificuldades a copiar os horários que se encontram disponíveis. Se um dos objetivos com esta nova aplicação também era esse quase conseguem fazer com que acabe por desistir, mas enquanto conseguir ultrapassar as proteções desta aplicação irei disponibilizar estes horários e continuar a construir a minha base de dados.
Às 16 horas de hoje encontram-se 46 horários a concurso.
Tenho pena de ter ficado sem bateria antes da intervenção de Carlos Gomes da APEVT, sem dúvida a intervenção com mais chama e mais alma de todo o dia do encontro. Mas como a FNE fez a recolha de imagens e videos de todo o encontro será possível no início da semana recordar esse momento.
Tentem-se a ver a intervenção de Albino Almeida irão ficar surpreendidos com este novo Albino. A onda de EVT começa a abrir corações . 😀
Adenda: Neste post serão colocadas todas as intervenções que for conseguindo do encontro da APEVT
Discurso de Carlos Gomes no final do 2º painel da manhã.
Um único reparo. Os números que analisei tendo por base as Estatísticas relativas ao ano letivo 2009/2010 havia 6890 docentes incluindo contratados a lecionar o grupo 240. Nesse ano ainda existia Área Projeto dada por dois docentes e na maioria das escolas com pelo menos 1 de EVT nesta área disciplinar. É possível que em exercício de funções em 2011/2012 existam pouco mais de 6000 docentes e não os 7000 que JAR fala.
Os professores de Educação Visual e Tecnológica recusam que a reforma curricular acabe com a disciplina no 2.º ciclo do Básico e afirmam que é uma medida sem justificação.
No rescaldo do encontro anual da Associação Nacional de Professores de Educação Visual e Tecnológica, que decorreu, sábado, em Aveiro, José António Rodrigues, presidente da associação, garantiu que os professores “vão continuar a defender a disciplina” e serão “pro-activos” na discussão pública da reforma.
A proposta de revisão de currículos do ensino básico e secundário lançada pelo Governo supõe o fim da disciplina no 9.º ano, que deixe de ser leccionada por dois professores e a sua divisão em duas disciplinas semestrais.
“Esta mudança não tem sentido porque não foi calculada nem justificada“, afirmou o docente, argumentando que, com as mudanças propostas, “perde-se tudo o que é a essência da disciplina, que existiu durante 20 anos“.
José António Rodrigues indicou que “não há estudo nenhum em que a disciplina não seja uma disciplina de sucesso ou que traga consigo grandes problemas de organização do sistema educativo ou no currículo do segundo ciclo do ensino básico“.
Os professores temem que aumente o desemprego uma vez que, a concretizar-se, a mudança implica a redução, em alguns casos a 50% – quando as escolas optem pelo modelo semestral -, das horas actualmente consagradas a Educação Visual e Tecnológica.
Em termos pedagógicos, “não faz sentido nenhum crianças com 9, 10 ou 11 anos estarem a frequentar disciplinas semestrais”, referiu.
Manhã
Tarde
Os 6 partidos com assento parlamentar estiveram presentes no painel da tarde, foi confrangedor ver algumas intervenções dos deputados que sustentam a maioria parlamentar. Estranha a reviravolta do PS que acabou por vir em defesa da EVT. Ele há coisas do diabo.
A utilização de critérios que usem a continuidade pedagógica no agrupamento, ou num conjunto de agrupamentos de um mesmo Concelho ou na experiência adquirida em Escola de um determinado Estatuto Pedagógico, refiro-me neste caso às Escolas TEIP, violam os princípios de Igualdade e Não Discriminação para a Contratação de Escola, tanto mais que estes critérios quando são usados não são para bonificar com os restantes critérios mas sim paraexcluir os restantes candidatos em detrimento dos candidatos que sejam detentores desse critério.
Como temos uma Constituição que não se sabe se está em vigor e uma Inspeção que raramente atua nestes casos, resta continuar a denunciar estas situações a ver se os Conselhos Pedagógicos deixam de dar cobertura às direções para estas escolhas duvidosas ou até mesmo ilegais.
Ficam qui disponíveis para análise. Pode o visual ter mudado mas o conteúdo e os critérios das Ofertas mantêm-se idênticos. Verifiquem todos os horários para Desenvolvimento de Projetos e Técnicos Especializados que encontrarão alguns horários que continuam a esconder uma necessidade para um determinado grupo de recrutamento. Até dia 10 apenas devem encontrar horários para grupo de recrutamento inferiores a 8 horas.
Estão a ser acrescidas novas funcionalidades na aplicação de concursos. Uma das que detetei hoje tem a ver com a possibilidade de serem analisadas as bolsas de recrutamento na consulta de documentos. Esta funcionalidade, em princípio, deve permitir ver em formato pdf as colocações e não colocações das bolsas.
Os recuros hierárquicos serão também visto nesta área e passa a existir um comprovativo de visualização de documentos.
Não serei crítico desta aplicação se a mesma servir como base de dados de cada candidato e que permita que de ano para ano os dados possam permanecer nessa base sem necessidade de a cada ano que passe ser necessário voltar a identificar para efeitos de candidatura os dados do costume (habilitações, nome do curso, …) com a respetiva perda de tempo na validação dos mesmos dados.
Fica aqui o exemplo da imagem que retirei hoje da aplicação.
Só é pena que tudo isto não tenha sido testado numa máquina virtual de forma a de uma só vez ter sido feita a migração. Evitavam-se críticas desnecessárias.