…publicado nos “blogues” e que foi o 1º documento enviado pelo MEC, com o que se encontra no site do Ministério.
[important]- maior rigor na avaliação, através, nomeadamente, da introdução de provas finais no 6.º ano e do estabelecimento de um regime de precedências entre o Ensino Básico e o Ensino Secundário.[/important]
O regime de precedências desapareceu no documento final.
O que poderia implicar um regime de precedências?
Poderia obrigar o prosseguimento de estudos no ensino secundário em função das notas atribuídas no final do 9º ano, ou seja, um aluno com negativa a Matemática não poderia seguir uma via científica e um aluno com negativa a Português não poderia seguir para Humanidades.
Fica aqui a retificação com o documento no site do Ministério.




3 comentários
Sócrates em tribunal
Mais de 31 mil pessoas já assinaram uma petição que tem como objectivo levar José Sócrates a tribunal, para ser julgado por gestão danosa dos dinheiros públicos. A identidade do autor desta petição pública não é conhecida, mas os objectivos da iniciativa são bem claros. “Para que se apure onde foram gastos os dinheiros públicos, e quais as suas motivações, durante os governos do engenheiro José Sócrates, que duplicou a dívida pública de Portugal e nos conduziu à bancarrota”, lê-se na petição.
Com mais de 31 mil signatários, esta petição já ultrapassou, há muito, as quatro mil assinaturas exigidas, por lei, para dar entrada na Assembleia da República e ser apreciada pelos deputados em Plenário. A iniciativa criada e disponibilizada na Internet pode, por isso, ser entregue no Parlamento a qualquer momento.
Esta petição surge numa altura em que têm vindo a público várias vozes em defesa da prestação de contas pelos decisores políticos, bem como a responsabilização criminal dos antigos governantes, pela forma como geriram o dinheiro dos contribuintes.
O texto está em http://peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N9288.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/politica/socrates-em-tribunal
“estabelecimento de um regime de precedências entre o Ensino Básico e o Ensino Secundário”. Fazia todo o sentido.
Na revisão curricular encontro duas questões fundamentais:
– Eliminação da 2 opção no 12º Ano limita o leque de possibilidades dos discentes, que muitas vezes ainda não tem um horizonte de sentido definido;
– A Eliminação de Formação Cívica é contraprucedente se pretendemos uma sociedade mais solidária, cooperativa e em que impera a cidadania e o dever democrático.