[important]O número de professores portugueses em Timor-Leste vai duplicar a partir deste ano, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal.
Em nota enviada à agência Lusa, a diplomacia portuguesa indica que, em resultado de um novo protocolo, “Portugal duplicará o número de professores portugueses contratados, dos atuais 80 para aproximadamente 170“.
Estes docentes “serão colocados em todos os 13 distritos do território timorense” e a cooperação portuguesa contribuirá ainda “para a formação de 7000 candidatos a professores timorenses, bem como de professores que lecionam atualmente nos níveis básico e secundário, num universo escolar que compreende 300 mil alunos“, acrescenta o comunicado.
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Já tinha dito aqui que fazia bem Nuno Crato na sua visita a Timor aumentar a cooperação com este País, neste caso o anúncio veio da pasta de Paulo Portas. Apesar de ser um reforço pequeno é bom que tenha sido feito.
Espero que a capacidade de negociar novos protocolos, principalmente com os PALOP, possam também acontecer. Não basta dizer para os professores EMIGRAREM.
…bem podem aguardar uma colocação sentados. A não ser que…
Candidata que se terá enganado a preencher formulário ‘ online’ ficou colocada. Caso terá de ser decidido pela direção regional
Candidata argumenta que plataforma trocou vírgula por ponto
Uma professora de Educação Visual e Tecnológica, que se enganou a preencher a candidatura a um lugar de contratação de escola, no agrupamento Aver o Mar, da Póvoa de varzim, acabou por ficar colocada, ultrapassando quase um milhar de colegas melhor classificados. Uma falha que terá de ser resolvida pela Direção Regional de Educação.
O caso foi confirmado ao DN pelo diretor daquele agrupamento, Carlos Sá, segundo o qual a docente em causa “não assinou contrato” com a escola, mas também ainda não foi substituída por outro candidato, devido a insuficiências na plataforma informática que gere as colocações de professores. “Houve um erro [ num dos itens da candidatura online] da parte da candidata que, em vez de colocar os dias de serviço, colocou a classificação profissional”. Carlos Sá acrescentou que a professora atribuiu esse erro à própria plataforma, que terá “substituído uma vírgula por um ponto”, assumindo automaticamente que o valor se referia a um item diferente do indicado. A situação poderia ter sido facilmente resolvida pela escola, já que a aplicação informática da Direção- Geral dos Recursos Humanos da Educação permitia à escola , “mediante uma denúncia [ de irregularidades], suspender automaticamente a colocação e avançar para outra”, podendo depois o professor excluído reclamar.
No entanto, contou o diretor, a nova aplicação informática – que surgiu há cerca de um mês, na sequência das críticas à segunda bolsa de recrutamento de escola, em que terão sido bloqueados horários anuais – “ainda não tem todas as funcionalidades operacionais”, o que obrigou a escola a ter de recorrer à Direção Regional de Educação para que esta desbloqueie a vaga, o que ainda não aconteceu.
Contactado pelo DN, o Ministério da Educação e Ciência disse que não lhe foram reportadas “queixas relativas ao registo das classificações dos cursos”. No entanto, prometeu “verificar” o caso.
Arlindo Ferreira, que tem compilado no seu blogue Arlindovsky as queixas de docentes, garantiu que “há mais casos” como este, alguns “a ser resolvidos”, outros em fase de denúncia. Este professor acusou ainda as escolas de, de forma generalizada, incluírem nas prioridades de escolha –“por vezes logo à cabeça” – o facto de o candidato já ter dado aulas no estabelecimento, o que considera ilegal. “A continuidade pedagógica pode ser invocada nas bolsas de recrutamento (referi-me apenas às renovações de contrato), não na contratação de Escola”, defendeu, acrescentando que o critério pode ser inconstitucional.
Contactado pelo DN, Adalmiro da Fonseca, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentros e Escolas Públicas, defendeu que os critérios de escolha “são definidos pelo conselho pedagógico dos agrupamentos”. E considerou que, “salvo algumas, raras, situações de abuso”, as escolas têm “todo o direito” de dar prioridade a quem lá trabalhou.
Porque faz sentido que E(V)T e TIC, como disciplinas eminentemente práticas, não tenham dentro da sala de aula 28 alunos. O desdobramento das turmas entre si pode ser uma solução interessante sendo dado anualmente cada uma das disciplinas.
Os professores de informática consideram um retrocesso limitar o ensino das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) ao 2.º Ciclo, conforme propõe o Governo no âmbito da revisão curricular intercalar, que está em discussão pública.
A disciplina é actualmente leccionada no 9.º ano (3.º Ciclo) e o Ministério da Educação e Ciência (MEC) pretende transferi-la para o currículo do 5.º e 6.º anos para garantir aos alunos mais novos uma utilização “segura e adequada” dos recursos digitais.
A Associação Nacional de Professores de Informática (ANPRI) afirma, no parecer hoje divulgado, que Portugal até foi pioneiro nesta matéria, mas cita os exemplos de Inglaterra e França no investimento que estão a fazer, mesmo quando adoptam medidas contra a dispersão curricular.
O Reino Unido “considerou as TIC em todos os níveis de ensino (stages 1,2,3 e 4)” e França “aposta na certificação de competências dos alunos em TIC em três níveis”, lê-se no documento.
Os professores concordam com a introdução da disciplina no 2.º Ciclo, mas defendem a manutenção no 3.º Ciclo.
“É com bom grado que vemos a iniciação para as TIC num nível de escolaridade mais baixo”, escrevem os professores, sugerindo que a disciplina seja alternada com Educação Tecnológica, com as turmas divididas por turnos.
O ministro da Educação de Portugal, Nuno Crato, realiza entre terça-feira e sábado uma visita oficial a Timor-Leste para dar “maior força” ao ensino do português neste país da comunidade lusófona.
“É uma visita normal no quadro da cooperação entre os dois países, mas que eu espero que seja uma visita muito produtiva para dar uma maior força a este trabalho“, afirmou Nuno Crato à agência Lusa.
A visita do ministro da Educação a Timor-Leste decorre na sequência da assinatura de dois protocolos com as autoridades timorenses relativos às escolas de referência, com o objetivo de promover a qualificação do sistema educativo no país, e de assistência técnica na área de formação de recursos humanos.
Faz bem Nuno Crato visitar Timor e promover a Língua Portuguesa e a escola portuguesa nesse País. A escola Portuguesa de Dili tem um grande reconhecimento em Timor e bem falta faz alargar-se o mercado de trabalho para os professores portugueses nesta fase tão negativa da vida em Portugal. Timor é um País aliciante, embora com baixas condições de vida, mas tem uma grande potencialidade de crescimento.
Depois das descobertas das jazidas de petróleo e de gás natural, a semana passada foi descoberta ouro no subsolo de Timor.
Que Nuno Crato não regresse de Timor apenas incentivando os professores a emigrar ou a mudar-se da sua zona de conforto, mas que traga bons protocolos de cooperação e incentivos a essa emigração.
Fica aqui disponibilizado o calendário para os vários tipos de candidatos e na barra lateral ficará disponível o link para a área dos concursos dos Açores 2012-2013. Voltarei a este tema no dia que sair o aviso de abertura.
Este blog está orgulhoso de ter passado à 2º Fase da iniciativa levada a cabo pelo Aventar.
Agradeço a todos os votaram neste blog de forma a ocupar este segundo lugar no meio de tantos blogs reconhecidos nacionalmente. Este reconhecimento dos leitores é motivador para o futuro deste blog.
Um grande obrigado a todo(a)s.
Desde a meia noite de hoje até ao dia 28 de Janeiro os 5 blogs mais votados em cada categoria encontra-se novamente em concurso para apuramento do blog do ano por categoria.
Poderão voltar a votar entrando neste link ou clicando na imagem.
Vou já ali procurar um suplemento que anule estes subsídios.
Bem sei que os termos da Lei poderão anular os subsídios, pelo menos até final de 2013, mas por favor, haja vergonha de publicar leis desta natureza sem a respetiva norma no final da Lei, já que a única que pelos vistos se aplica é esta.
E como é dito no artigo 23º
O presente Decreto-Lei entra em vigor na data de entrada em vigor do Orçamento de Estado para 2012.
Promulgado em 3 de Janeiro de 2012 e
Referendado em 5 de Janeiro de 2012.
Como diz João Dias da Silva na sua intervenção; se estamos em audição pública não faz sentido que não se acolha os contributos desse debate e não se faça a reformulação da revisão da estrutura curricular.
E a disciplina de EVT muitos contributos tem tido em sua defesa.
É urgente juntar todos os diplomas de concursos num único documento caso contrário ninguém se entende no emaranhado de legislação que existe. e que depois dão em situações deste género.
Comissão de Educação, Ciência e Cultura Audição Pública (18-01-2012)
12:10 – António Carvalho – Escola Superior de Educação João de Deus
17:25 – João Dias da Silva – FNE
20:40 – Jorge Santos – FNE
25:15 – Sindicato Inspetores de Educação e Ensino
29:25 – David Rodrigues – Associação Nacional de Docentes de Educação Especial
32:45 – Miguel Barros – Associação de Professores de História
33:33 – Emília Lemos – Associação de Professores de Geografia
35:48 – Filipe do Paulo – Presidente da Pró-ordem dos Professores
39:50 – Marques Onofre – Sociedade Portuguesa de Educação Física
43:00 – Maria José Viseu – CNIPE
47:15 – Paula Carqueja – Associação Nacional de Professores
50:45 – João Alvarenga – Presidente AEEP
54:00 – Inês Castro – Agrupamento de Escolas Monte da Caparica
57:40 – Mario Nogueira – FENPROF
1:02:10 – António Simões – Agrupamento de Escolas de Águeda
1:04:24 – Carlos Gomes – APEVT
1:09:35 – João Batista – APEVT Madeira
1:12:25 – Ricardo Reis – APECV
1:16:30 – Clara Guerra – Comissão Nacional de Proteção de Dados
1:20:06 – Graça Gerado – ACAPO
1:23.25 – Mónica Mendes – Ordem dos Biologos
1:26:30 – Margarida Guimarães – Agrupamento de Escolas de Vila de Rei
1:28:48 – Alexandre Abrel – Sociedade Portuguesa de Astronomia
1:31:20 – Carlos Chagas – SINDEP
1:35:27 – Iolanda Felix – Escola Francisco de Arruda
1:37:45 – Miguel da Silva – Juventude Popular
1:40:35 – Adriana Fernandes – APEVT Madeira
1:43:25 – Fátima Lopes – Agrupamento de Escolas de Ansião
1:47:04 – Ana Simões – FENPROF
1:50:17 – António Nabarrete – FENPROF
1:53:25 – Anabela Brás – Escola Secundária da Ramada
1:56:16 – Maria do Rosário Barros – Escola Secundária Virgílio Ferreira
1:59:35 – Maria do Carmo Borges – Agrupamento Miradouro Alfazina
2:02:50 – Luis Filipe Santos – SIPE
2:05:25 – Elsa Barbosa – Sociedade de Professores de Matemática
2:08:16 – Fernanda Ledesma – ANPRI
2:11:30 – António Ramos – ANPRI
2:13:50 – Rui Madeira – Agrupamento de Escolas do Barreiro
2:16:50 – Teresa Cunha – Associação de Professores de Português
2:20:30 – Fátima Viera – Agrupamento de Escolas Mendes da Maia
2:23:20 – Albino Almeida – CONFAP
2:26:20 – É criminoso acabar com a Educação pela ARTE
2:27:21 – Alberto Rodrigues – APEVT
2:30:35 – Francisco Mota – Juventude Popular
2:34:00 – Manuel Fernandes – CONFAP
2:37:35 – Domingues Veles – Agrupamento nº 1 Beja
2:42:05 – Heloísa Apolónia – PEV
2:48:40 – Ana Drago – BE
2:56:50 – Miguel Tiago – PCP
3:04:00 – Michael Seufert – CDS
3:10:00 – Acácio Pinto – PS
3:17:00 – Ester Vargas – PSD
No fim o reles funcionário público será o único a ficar sem os subsídios.
O Paulo mostrou-o aqui.
Isto não é foto-montagem nem o documento é do ano passado. Foi publicado hoje mesmo em Diário da República e foi dado despacho no dia 11 de Janeiro de 2012.
Os pais temem que os filhos venham a ficar em casa sozinhos, caso seja aplicado o novo regime que elimina o sábado como dia de descanso, por falta de estruturas capazes de acolherem as crianças.
Os representantes da Confederação Nacional e Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) estão “preocupados” com a alteração ao Código de Trabalho, que prevê um novo regime de banco de horas. O regime admite um aumento máximo de 150 horas anuais, o que significa que, mediante acordo com o trabalhador, poderá ser possível trabalhar 25 dos 52 sábados do ano.
“O que vai acontecer é que muitos filhos vão ficar sozinhos em casa, porque o mercado vai tentar dar resposta às mudanças, mas neste momento o país não está preparado, não tem estruturas para deixar os alunos”, alertou Rui Martins, secretário da CNIPE.
O representante da CNIPE lembrou à Lusa que esta mudança implica ter os estabelecimentos a funcionar ao fim de semana, mas também ter transportes para as crianças: “Há muito tempo que deixou de haver escola ao sábado e, depois, também não há transportes. É preciso não esquecer que há muitas escolas que são distantes de casa dos alunos, que estão a muitos quilómetros de distância”, lembrou Rui Martins.
Obviamente que na Escola cairão todos estes problemas. A redução dos tempos curriculares dos alunos ao mesmo tempo que se aumenta o tempo de trabalho vai acabar por aumentar o tempo que pais e filhos não se irão encontrar deixando-os mais tempo sozinhos. E isso não será nada bom.
Para o padre Lino Maia, a situação é “preocupante”. O responsável lamenta não ver a família “mais protegida”: “A família são as pessoas que se encontram por afetos, por sonhos, por realizações. Se não há este espaço, este tempo, as pessoas começam a andar à deriva, sem projeto e sem afeto, desencontram-se“, alertou, sublinhando que gostava que “pelo menos o fim de semana fosse o tempo da família”.
A lista que a Tânia Figueiredo elaborou fica aqui disponibilizada.
Se porventura tiverem colocações em Contratação de Escola que não estejam identificadas no documento em Excel identifiquem-nas nos comentários a este post já que a Tânia não tem acesso aos horários da zona sul do pais porque não concorre a essa zona e assim será possível completar este trabalho.
[important]O CDS/PP mostrou-se hoje disponível para estudar uma alternativa à área de Formação Cívica, que o Ministério da Educação pretende eliminar.[/important]
O objectivo será o de garantir que os directores de turma possam ter horas integradas no currículo destinadas à resolução de problemas e conflitos dos seus alunos, indicou o deputado centrista Michael Seufert na recta final da audição pública sobre a revisão da estrutura curricular, que foi promovida pela comissão parlamentar da Educação.
Esta foi uma das propostas apresentadas por professores na sessão onde, com a sala do Senado praticamente lotada, docentes, representantes de sindicatos e associações profissionais e de pais “chumbaram” a proposta apresentada pelo Ministério da Educação e que se encontra em consulta pública até ao final do mês. Identificados com casacos, lenços ou fitas de cor amarela, os professores de Educação Visual e Tecnológica (EVT) compareceram em peso.
A prevista divisão da disciplina de EVT em duas componentes separadas, com menos tempo lectivo total, foi aliás um dos pontos mais contestados durante a manhã de hoje. Também o fim dos desdobramentos de turmas na disciplina de Ciências da Natureza no 2.º ciclo e a extinção de Formação Cívica mereceram a crítica praticamente unânime dos mais de 40 intervenientes na audição.
A área de Formação Cívica, que no ensino básico ocupa um bloco de 45 minutos por semana, tem sido sobretudo utilizada pelos directores de turma para debater e resolver problemas criados pelos alunos ou apontados por estes. No 2.º e 3.º ciclo são estas aulas que contribuem “decisivamente para a melhoria do clima das escolas. É aí que se resolvem muitos problemas disciplinares”, alertou a directora do agrupamento do monte da Caparia, Inês Castro.”É nas aulas de Formação Cívica que resolvemos muitos dos conflitos existentes e que se faz a gestão dos problemas de turma. Por isso não concordamos com a sua extinção”. corroborou Margarida Guimarães, do agrupamento de escolas de Vila de Rei.
Fátima Lopes, do agrupamento de escolas de Ansião, lembrou que os directores de turma não podem retirar tempo às aulas das disciplinas que ministram para resolver estes problemas. Uma solução, segundo ela, poderia passar por mudar a designação de Formação Cívica para espaço de Directores de Turma, com tempos lectivos consignados no currículo e a ser implementado em todos os níveis de ensino.
Praticamente não tenho dúvidas que a formação cívica continuará no currículo do ensino básico e possivelmente no ensino secundário (com este ou com outro nome).
Em EVT também acho possível haver ganhos significativos relativamente à proposta que está em discussão pública. Hoje foi visível o crescer da onda amarela por EVT na Maia, em Coimbra e em Lisboa.
Depois de dia 15 ser possível ver na aplicação a saída das listas de DACL da BR15 eis que finalmente elas são conhecidas. Todas elas têm a data de hoje dia 18 de Janeiro.
Ficarão aqui disponibilizadas mesmo que sem candidatos colocados ou não colocados.
Mas mais uma vez as respostas do Ministro sobre EVT foram zero. Tudo indica que a formação cívica poderá continuar no currículo do ensino básico já que é quase unânime esta opinião por parte dos diretores, quanto aos excedentes criados com o REC as escolas terão autonomia para gerir os seus recursos humanos.
Às 22:15 minutos, já que a esta hora alguém na DGRHE ainda está a submeter horários e quando terminei de as retirar ainda estavam a ser acrescentados novos.
A terminarem hoje: 121
A terminar dia 18: 151
A terminar dia 19: 66
A terminar dia 20: 135
Chegam-me informações de escolas que usando critérios “normais”, tipo: “graduação”; “tempo de serviço” e “classificação profissional” estão a selecionar candidatos com uma diferença de 1000 lugares na lista graduada.
Obviamente que tenho estes comprovativos e verifiquei estas situações na própria aplicação comparando o candidato selecionado com as listas de ordenação de 31 de Agosto.
Estou prestes a iniciar uma medida mais radical para denúncia destas situações. Nunca me passou pela cabeça concorrer a todos os horários de forma a aferir estas situações e denunciá-las aqui no blog publicamente. Não falta muito para que faça isso. Também é do conhecimento que algumas escolas no caso de quererem colocar algum candidato específico usam a estratégia da entrevista porque assim é sempre mais difícil a contestação à escola sobre o candidato colocado.
Ou isto tem um ponto final ou começo a fazer mesmo isso e que se lixem as consequências.
Como amanhã estarei à porta do Fórum da Maia não me custará muito entregar em mão ao próprio ministro a denúncia de alguns destes casos. E tenho alguns de hoje.
… não percebo porque as famílias não poderão pagar as ofertas “extra-curriculares” no sistema de ensino público, salvaguardando as devias excepções no caso das famílias de menores rendimentos.
Os pais vão poder escolher se os filhos frequentam Actividades de Tempos Livres (ATL) ou Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), segundo um protocolo a celebrar hoje entre o Governo e instituições de solidariedade.
É esta a mensagem que aparece quando se tenta extrair as listas de colocações de DACL da BR15.
Que eu tenha conhecimento ainda ninguém conseguiu verificar estas listas que estão disponíveis na área de documentos no site da SIGRHE.
No Internet Explorer
No Google Chrome
No Firefox
Sugestão: Importavam-se de dar um nome mais pequeno aos ficheiros? Se calhar evitavam estes erros desnecessários. 😀
Agora sé falta mesmo o Cavaco e o Seguro anunciarem a sua vitória neste acordo tripartido. Saberemos que foi esta a Troika vitoriosa do acordo: Carvalhas, Cavaco e Seguro.
Afinal Governo, UGT e patrões que estiveram até às 3 da madrugada em negociações serão sempre os maus da fita.
Neste momento as listas parecem estar disponíveis na aplicação mas não é possível fazer o download dos documentos em pdf. Mais um problema por resolver.
O Movimento do Sérgio – os apelidos disponíveis são raros -, Abolição das Corridas de Touros foi criado na terça-feira e já ronda os 2760 apoiantes sendo, destacado, o mais popular. A que se somam os cerca de 190 apoiantes do Movimento de Tojo, Contra as Touradas. Entretanto, esta manhã, foi criado por António Prates, de 13 anos, que mora em Vendas Novas, o movimento A Favor da Tauromaquia: Eu Quero Ser Toureiro, que está em 13º lugar, com 105 apoiantes.
No top 5 das causas com mais seguidores, quatro são de educação: em defesa da Educação Visual e Tecnológica – disciplina que o Governo quer retirar do 2.º ciclo do ensino básico – (tem quase 1620 apoiantes), mas também pelas Tecnologias da Informação e Comunicação (420). O movimento A Escola É para Ensinar. A Família Educa e o Em Defesa dos Guias-intérpretes Nacionais eram os seguintes.
Tem havido alguma flutuação nos prazos finais de candidatura de alguns horários pelo que não tem sido fácil conseguir elaborar uma lista fidedigna dos horários a concurso neste segundo período, para isso tenho de verificar horário a horário. Para compreenderem esta situação apresento um quadro com o número de horários em concurso por dia e verifiquem que o prazo final de candidatura é alterado a meio de concurso. A situação mais flagrante acontece com os horários que terminam amanhã o prazo para candidatura, ao todo são 260 horários, e que durante o dia 13 passaram o prazo final do dia 17 para o dia 16.
Para que se saiba, 10 horários que terminaram o prazo no dia 13 não puderam ter candidatos a partir das 17 horas da tarde visto que a aplicação deixou de permitir submeter candidaturas. Esta situação ainda se verifica hoje.