Tag: educação

Cristina Mota (MEP) na CNN

 

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Reposicionamento na carreira docente 2023 – Fase 2 – reclamação

 

Encontra-se disponível de 18 e até às 18h (Portugal Continental) de 22 de março na plataforma SIGRHE>Reposicionamento 2023, o módulo reclamação – fase 2.

Relembra-se que a referida fase 2 destina-se, exclusivamente, aos docentes que, à luz do n.º 17 do artigo 31.º do ECD, na redação dada pelo artigo 25.º do Decreto-Lei n.º 139-B/2023, de 29 de dezembro, cumprem o exigido no n.º 1 do artigo 2.º da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio.

 

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Sessões com os Conselhos Gerais

Porque pode interessar a alguém…

Tendo em conta o papel fundamental que o Conselho Geral desempenha na condução dos procedimentos concursais para o cargo de diretor a DGAE dinamizou, entre os dias 4 e 11 de março, quatro sessões de esclarecimento, com a duração de três horas, que estiveram a cargo das formadoras Célia Garcia e Cristina Coutinho da DSGRHF.

A formação teve a participação de 491 presidentes dos conselhos gerais, sendo a avaliação com Satisfeito/Muito satisfeito, de 96%.

 

Clicar na imagem para aceder à apresentação

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Os 4 do PCP Disseram…

Não queria ser muito maldoso, mas alguém hoje em dia acompanha as ideologias do PCP?

 

“não há mínima tolerância ao projeto da direita”

 

 

O secretário-geral do PCP defendeu este domingo que com o seu partido “não há a mínima tolerância ao projeto da direita”, reafirmando a intenção de avançar com uma moção de rejeição caso a Aliança Democrática (AD) forme Governo.

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Professores dão 60 dias ao próximo Governo e ameaçam fazer greve aos exames

 

“Missão Escola Pública” apresenta lista de 11 medidas. Entre as reivindicações está a recuperação de todo o tempo de serviço dos professores e o fim das provas em formato digital, já este ano letivo.

Professores dão 60 dias ao próximo Governo e ameaçam fazer greve aos exames

Os professores estão disponíveis para avançar para a greve na época de exames, se o próximo Governo não responder a algumas das principais reivindicações nos primeiros 60 dias de executivo.

O aviso é feito pelo movimento “Missão Escola Pública”, que este sábado enviou uma carta com 11 pontos ao líder da AD, Luís Montenegro, e ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Entre as reivindicações está a recuperação de todo o tempo de serviço dos professores e o fim das provas em formato digital, já este ano letivo.

Lista de 11 reivindicações da “Missão Escola Pública”

– Agendamento da recuperação de todo o tempo de serviço;

– Alteração ao atual modelo de Avaliação Docente;

– Eliminação das quotas de acesso aos 5.º e 7.º escalões;

– Alteração ao modelo de gestão, tornando-o democrático;

– Definição de ajudas de custo para os docentes deslocados;

– Anulação da possibilidade de recrutamento de professores por parte dos diretores, anulando esta ideia de reforço dos seus poderes autocráticos;

– Decretamento do fim das provas em formato digital;

– Implementação de medidas que visem combater o facilitismo e a indisciplina;

– Revisão do decreto que define a habilitação própria para a docência;

– Implementação de medidas que promovam uma verdadeira inclusão, quer de alunos com necessidades educativas especiais, quer de alunos estrangeiros;

– Agendamento de reuniões de trabalho cujo objetivo seja a substituição das aprendizagens essenciais por programas mais exigentes, bem como a redefinição da carga horária das diferentes disciplinas.

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Ensacamento de Provas Finais do 9.º Ano???

Está para publicação em Diário da República o seguinte Despacho de Delegação de poderes.

 

Despacho – Delegação de poderes no Diretor-Geral da Educação, mestre Pedro Tiago Dantas Machado da Cunha, no âmbito da aquisição de serviços de controlo de requisição de provas, trabalho de execução gráfica, ensacamento e distribuição das provas de aferição, das provas finais do 3.º ciclo do ensino básico e dos exames finais nacionais do ensino secundário, referentes ao ano letivo 2023/2024.

 

Ora. Se as provas finais do 9.º ano são em Formato Digital para que precisam de ser ensacadas?

Será que foi preparado um Plano B para a realização das provas em formato papel?

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Uma Escola Pública em apneia…

A Escola Pública suspendeu a respiração, sucedem-se os episódios apneicos na Escola Pública…

A Escola Pública não respira naturalmente, a Escola Pública luta pela sobrevivência…

A maldade vai tomando conta da Escola Pública:

– Agressões bárbaras de Alunos e Pais a Professores;

– Agressões bárbaras entre Alunos…

– Professores que maltratam outros Professores… Cala-se, frequentemente, a revolta, não vá o “diabo tecê-las”, que quem “não joga com determinado baralho de cartas pode ficar fora no próximo jogo”…

O “cinzentismo” e a falta de “ar fresco” tomaram conta da Escola Pública:

– Como nunca, faltam Professores, há Turmas e Turmas sem aulas a várias Disciplinas;

– Há Professores aparentemente condenados à obediência, à resignação, às “vitórias morais” ou aos “prémios de consolação”: barafusta-se muito, mas depois, e invariavelmente, acabam por aceitar-se todas as imposições;

– Há Professores aparentemente dispostos a remendar os erros concebidos pela Tutela, contribuindo para os desagravar, acabando por assumir o papel de legitimadores dos desvarios e da insensatez “made in” Ministério da Educação;

– Há exaustão física e mental, há desesperança, há frustração, há desumanização;

– Há muito trabalho insano, há muitas lutas contra “moinhos de vento”, há muitas “corridas sem meta à vista”, há muitos “caminhos que se percorrem sem saber para onde”, há muitas “rodas de hamster”, há muitas “gaiolas” de censura;

– Há Alunos a serem enganados pela ilusão do facilitismo, pelo sucesso artificial e pelo encobrimento da realidade;

– Há Alunos remetidos ao silêncio, prisioneiros da solidão, vulneráveis e “invisíveis”, que fogem da realidade, muitas vezes sentida por si como insuportável;

– Há Alunos que vivem alienados, desligados do mundo real, “presos” em mundos digitais, dependentes de aparelhos tecnológicos e de vivências meramente virtuais;

– Há Alunos remetidos a “zonas de conforto” sem calor humano, ausentes de vinculações afectivas, onde as interacções sociais e as vivências quotidianas verdadeiramente não existem…

Cada vez mais, a Escola Pública se constitui como um lugar onde verdadeiramente não se respira, onde apenas se deambula, à espera que o tempo passe depressa… Desejando arduamente que o tempo passe depressa…

Cada vez mais, a Escola Pública definha, como um moribundo em agonia…

Asfixiada que está, a Escola Pública precisa de ser rapidamente assistida…

Não há saúde mental nem física que resista à actual Escola Pública…

Para onde vai uma Escola Pública que promove a alienação, fomenta a desumanização e inibe a reflexão crítica?

 

(Roubado da Internet, de autor desconhecido).

 

A Escola Pública “vai andando”, sem saber para onde…

A Escola Pública encontra-se em apneia, garroteada…

Preditores dos males que assolam a Escola Pública há muitos, mas poucos os querem ver e assumir… É muito menos doloroso “fechar os olhos” e fingir-se de cego…

E tudo seria muito pior sem a Escola Pública, onde todos os dias se operam verdadeiros “milagres” e onde também acontecem coisas boas, ainda que esses sejam cada vez menos reconhecíveis…

Paula Dias

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O Tal da UTAO Parece Que Não Queria Ter Trabalho, Pois…

Novo governo terá “capacidade financeira” para iniciar devolução aos professores

 

No PSD cresce a convicção de que não será preciso um orçamento rectificativo para avançar com bandeiras da AD, como iniciar a devolução do tempo de serviço das carreiras docentes.

O vice-presidente do PSD Miguel Pinto Luz disse que, “do ponto de vista teórico”, seria possível a um futuro governo da Aliança Democrática (AD) começar a devolver aos professores o tempo de serviço que esteve congelado, mesmo sem a aprovação de um orçamento rectificativo. Mas também será possível do ponto de vista prático executar essa medida, ou outras, dependendo das prioridades políticas em causa, e sem ser necessário aprovar um orçamento rectificativo.

 

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Novo governo terá “capacidade financeira para iniciar devolução aos professores

Vamos lá dar corda aos sapatos!

E sem cotas pelo meio que é para não se perder a recuperação em listas de espera.

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Lista Colorida – RR26

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR26.

lista colorida

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Professores de informática chamados para arranjar computadores avariados

A ser verdade, os professores de TIC devem recusar-se cumprir a ordem, pedi-la por escrito e fazerem queixa na ACT.


Segundo Mário Nogueira, o último concurso lançado pelo ministério da Educação para selecionar as empresas que iriam fazer a manutenção dos equipamentos tinha valores tão baixos que ficou deserto e os diretores escolares têm pedido ajuda aos professores de informática.

Professores de informática chamados para arranjar computadores avariados

Os professores de informática queixam-se de estarem a ser chamados para arranjar computadores avariados dos alunos e, por isso, vão reunir-se com a Federação Nacional de Professores (Fenprof) para estudar possíveis ações de luta.

 

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Professores de informática chamados para arranjar computadores avariados

E o novo governo não podia entretanto suspender as provas de aferição do 2.º, 5.º e 8.º ano?

 

Professores de informática chamados para arranjar computadores avariados

 

Segundo Mário Nogueira, o último concurso lançado pelo ministério da Educação para selecionar as empresas que iriam fazer a manutenção dos equipamentos tinha valores tão baixos que ficou deserto e os diretores escolares têm pedido ajuda aos professores de informática.

 

Os professores de informática queixam-se de estarem a ser chamados para arranjar computadores avariados dos alunos e, por isso, vão reunir-se com a Federação Nacional de Professores (Fenprof) para estudar possíveis ações de luta.

A menos de três meses do início das provas nacionais em formato digital, “há um grande número de computadores que se vão avariando, um pouco por todo o lado”, alerto esta sexta-feira o secretário-geral da Fenprof.

Mário Nogueira disse que o último concurso lançado pelo ministério da Educação para selecionar as empresas que iriam fazer a manutenção dos equipamentos tinha valores tão baixos que ficou deserto e, por isso, os diretores escolares têm pedido ajuda aos professores de informática.

“Querem que sejam os professores a ser os técnicos que vão desaparafusar aquilo, ver o que se passa e arranjar”, criticou o secretário-geral, sublinhando que esta não é uma função dos professores de informática que, “se quiserem e se souberem, até a podem fazer”, mas nunca poderão ser obrigados.

“A sua função nas escolas não é serem técnicos daquilo que avaria. Mas estão a ser obrigados a fazê-lo e fora do seu horário”, criticou Mário Nogueira, garantindo que esta será também uma causa que a federação irá apoiar.

A Fenprof vai reunir-se, na próxima segunda-feira, com a Associação Nacional de Professores de Informática (ANPRI): “Vamos analisar a possibilidade de nos juntarmos aos colegas que nos pediram apoio para alguma ação de luta”.

O governo decidiu avançar com a desmaterialização gradual das provas e exames nacionais, tendo começado pelas provas de aferição, que são dirigidas aos alunos do 2.º, 5.º e 8.º anos.

Estas provas não contam para a nota final, mas sim para perceber o nível de conhecimentos dos estudantes, identificar as falhas e poder adaptar as aulas para melhorar as aprendizagens.

A substituição das provas em papel por digital foi alargada também aos alunos do 9.º ano e este ano deveria começar a ser implementado no ensino secundário, onde as notas nos exames nacionais têm peso na média de acesso ao ensino superior.

O ministro da Educação, João Costa, revelou entretanto que os exames do secundário deste ano iriam continuar a ser feitos em papel, garantindo que não desistia do projeto desmaterialização das provas nacionais até porque conta com financiamento europeu através do Plano de Recuperação e Resiliência.

Este ano, as provas de aferição, dirigidas aos alunos do 2.º, 5.º e 8.º anos, estão previstas para começar entre os dias 2 e 13 de maio, com os mais pequenos a dar provas dos seus conhecimentos a Educação Artísticas e Educação Física.

A 3 de junho realizam-se as provas de 5.º ano de Matemática e do 8.º ano de Português, testes que já obrigam a ter um computador.

A 12 de junho arrancam as provas finais do 9.º ano com a prova de Matemática e dois dias depois começam também os alunos do ensino secundário com as provas de Português e de Mandarim.

A direção da Fenprof deu esta sexta-feira uma conferência de imprensa para apresentar a sua avaliação dos resultados eleitorais do último domingo, avisando que existem linhas vermelhas que poderão levar milhares de professores novamente para a rua, nomeadamente o reforço dos contratos de associação com as escolas privadas ou a possibilidade de implementar um modelo de cheque-ensino.

A contagem integral do tempo de serviço realizado durante a ‘troika’ continuará a ser outra das principais lutas da Fenprof, que espera que sejam cumpridas as promessas feitas durante a campanha eleitoral, quando os partidos garantiram uma recuperação gradual dos seis anos, seis meses e 23 dias trabalhados e até agora não contabilizados para efeitos de progressão da carreira e aposentação.

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A Música do Blog Em Estreia

Para ouvir ao vivo no dia 27 de outubro, no Meo Arena, em Lisboa, e quem sabe em mais uma ou outra cidade da Europa.

 

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FENPROF apresenta apreciação dos resultados eleitorais e anuncia ações a desenvolver

FENPROF apresenta apreciação dos resultados eleitorais e anuncia ações a desenvolver

 

Após a reunião do Secretariado Nacional, a FENPROF divulgou aos jornalistas a apreciação que faz dos resultados eleitorais, tornou pública a sua posição em relação ao futuro próximo e anunciou as primeiras ações a desenvolver nesta nova conjuntura política.

O Secretário-geral declarou que a valorização da profissão e a defesa da Escola Pública continuarão a ser linhas mestras da ação a desenvolver, com propostas concretas para os problemas, tal como foi reiterado na iniciativa “Professores na Campanha”, que ocupou todos os dias úteis da campanha eleitoral, percorrendo o país.

Mário Nogueira lembrou que, ainda antes da constituição do governo, irão tomar posse os deputados eleitos para a Assembleia da República e, nesse sentido, a primeira ação a desenvolver será a entrega das quatro petições que a FENPROF está a promover desde a demissão de António Costa. A saber:

Quando for constituído o governo, a FENPROF apresentará à nova equipa ministerial um protocolo negocial, onde constarão três pontos fundamentais:

  • a determinação clara da FENPROF na defesa da Escola Pública;
  • propostas para a valorização da profissão docente, pois esta “é a única via para travar a crescente falta de professores”; e
  • propostas concretas para reforçar a Escola Pública e que “procurarão travar o que de mais preocupante existe nos programas eleitorais dos partidos de direita” agora eleitos para a Assembleia da República.

 

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Após a Notificação da Reclamação…

Relembro artigo de 2021 com os prazos que decorreram após a notificação da reclamação até à publicação das listas definitivas de colocações.

O mais certo é que o concurso Interno/Externo decorra na pausa da Páscoa.

 

Após a Notificação da Reclamação…

 

…nos últimos anos as listas definitivas foram publicadas entre os 7 e os 16 dias após esta notificação.

 

Em 2020 a notificação foi publicada em 23 de junho e as listas foram publicadas no dia 7 de julho (decorreram 14 dias).

Em 2019 a notificação foi publicada dia 22 de maio e as listas foram publicadas no dia 6 de junho (decorreram 16 dias).

EM 2018, no dia 13 de julho com as as listas a serem publicadas no dia 23 de julho (10 dias).

Em 2017, no dia 6 de julho, com as listas a serem publicadas no dia 18 de julho (13 dias).

Em 2016, no dia 23 de junho, com as listas a serem publicadas no dia 30 de junho (7 dias).

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Perfil Escolar de Alunos Filhos de Pais com Nacionalidade Estrangeira 2021/22

Perfil Escolar de Alunos Filhos de Pais com Nacionalidade Estrangeira 2021/22

 

 

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157 Colocados na RR26

Foram colocados 157 Contratados na Reserva de Recrutamento 26, distribuídos de acordo com a seguinte tabela:

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Rixa com facas e armas de fogo leva ao fecho da Escola Secundária na Amadora

Portões foram fechados pela escola no decorrer da rixa entre os jovens.

Rixa com facas e armas de fogo leva ao fecho da Escola Secundária na Amadora

Uma rixa junto à Escola Secundária Seomara da Costa Primo (Amadora) levou, esta quinta-feira, ao fecho temporário dos portões e à identificação de pelo menos quatro intervenientes. A PSP foi chamada pelas 14h. Pelo menos uma dezena de jovens, com facas e armas de fogo, agrediram-se mutuamente. A rápida intervenção policial levou o grupo a dispersar. Vários pais acorreram à escola assim que os relatos da desordem surgiram. “As funcionárias fecharam os portões e tudo ocorreu no exterior”, disse ao CM Rute Lopes, mãe de um aluno. Os quatro participantes na desordem foram levados para a esquadra da PSP. Poderão ser presentes a um juiz pelo crime de participação em rixa. A escola regista um histórico de violência: em 2013 morreu um aluno esfaqueado.

 

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Nota Informativa Reposicionamento dos docentes 2023– FASE 2

 

Encontra-se publicada a Nota Informativa com o calendário dos procedimentos relativos ao reposicionamento na carreira docente 2023, Fase 2.

Relembra-se que a referida fase 2 destina-se, exclusivamente, aos docentes que, à luz do n.º 17 do artigo 31.º do ECD, na redação dada pelo artigo 25.º do Decreto-Lei n.º 139-B/2023, de 29 de dezembro, cumprem o exigido no n.º 1 do artigo 2.º da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio.

Consulte a nota informativa:

Nota Informativa Reposicionamento dos docentes, nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio – FASE 2

 

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Notificação da decisão da reclamação ao concurso de Transição de QZP – 2023

 

Encontra-se disponível para consulta a notificação da decisão da reclamação ao Concurso de Transição de QZP – 2023.

SIGRHE – Notificação da decisão da reclamação ao Concurso de Transição de QZP – 2023

Nota informativa – Notificação da decisão da reclamação ao Concurso de Transição de QZP –  2023

 

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Reserva de recrutamento 2023/2024 n.º 26

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 26.ª Reserva de Recrutamento 2023/2024.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 18 de março, até às 23:59 horas de terça-feira dia 19 de março de 2024 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 26

Listas – Reserva de recrutamento n.º 26

 

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Adoção de manuais escolares com efeitos no ano letivo de 2024/2025

Circular Conjunta N.º 11255/2024 (DGE/ANQEP), de 13 de março de 2024

 

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Condenado a pena suspensa aluno que agrediu professor com ferro em Felgueiras

Docente sofreu ferimentos graves na cabeça e nas pernas. Continuou a ser agredido após ficar prostrado no chão.

Condenado a pena suspensa aluno que agrediu professor com ferro em Felgueiras

O Tribunal de Penafiel condenou esta quinta-feira a dois anos e nove meses de prisão, com pena suspensa, um aluno que agrediu com um ferro um professor de uma turma com necessidades especiais, numa escola de Felgueiras em junho do ano passado.

Em causa está o crime de homicídio qualificado na forma tentada, aplicando-se o regime especial para jovens delinquentes.  A pena é suspensa por um período de cinco anos. Com a condenação, cessa a aplicação da medida de coação de prisão domiciliária.

O aluno tinha baixado as calças a um colega com autismo e foi chamado à atenção pelo docente, de 46 anos, que lhe terá indicado que o caso seria reportado e o estudante alvo de processo disciplinar. O adolescente saiu da sala, foi buscar um ferro de dimensão considerável e, após o toque para o intervalo, voltou à sala. Agrediu o professor nas pernas e na cabeça. Mesmo com o docente prostrado no chão, continuou a atacá-lo. Depois, fugiu da escola.

A vítima sofreu ferimentos graves em diversas partes do corpo. Foi socorrido primeiro por colegas e funcionários da escola e, logo depois, pelos Bombeiros de Felgueiras, que o estabilizaram e transportaram para o Hospital Padre Américo, em Penafiel.

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As Conclusões no Tempo Esperado no 2.º e 3.º Ciclos

Os alunos da zona Norte do Pais são aqueles que concluem em maior percentagem os dois últimos ciclos do Ensino Básico no tempo esperado (2 e 3 anos, com 97% e 95% respetivamente).

Poderia dizer que o facto destes alunos até 2021/2022 não terem tido falta de professores terá ajudado nessa média.

Já as zonas onde se assiste agora a uma maior falta de professores (Lisboa e Algarve) são as zonas com uma média mais baixa de conclusões no tempo esperado, 93% no 2.º Ciclo e 89% no 3.º Ciclo.

Só por aqui se vê o quanto caro fica a falta de aposta na classe docente e na sua valorização profissional.

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Estudos DGEEC – 3.º Ciclo

Situação 3 anos após o ano de ingresso dos alunos no 3.º Ciclo do Ensino Básico, 2021/22

 

 

 

 

 

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Estudos DGEEC – 2.º Ciclo

Situação 2 anos após o ano de ingresso dos alunos no 2.º Ciclo do Ensino Básico, 2021/22

 

 

 

 

 

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Tutores chegam a quase 15 mil alunos, mas nem todas as escolas garantem apoio a quem precisa

Tutores chegam a quase 15 mil alunos, mas nem todas as escolas garantem apoio a quem precisa

 

Alunos com histórico de retenções podem ter professores tutores. Maioria das escolas mobiliza este apoio, mas 22% das que tinham estudantes elegíveis não o disponibilizaram.

 

A maioria (78%) das escolas de 2.º e 3.º ciclos e ensino secundário com alunos elegíveis para receberem apoio tutorial disponibilizaram-no. Esta ajuda foi assegurada por mais de dois mil professores. E chegou, no ano lectivo passado, a 14.657 estudantes com um passado de retenções, de 530 escolas e agrupamentos de escolas. Já um em cada cinco estabelecimentos (22%) com estudantes elegíveis para este apoio não o ofereceram.

https://www.publico.pt/2024/03/14/sociedade/noticia/tutores-chegam-quase-15-mil-alunos-escolas-garantem-apoio-precisa-2083636

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Pai de aluno invade escola, interrompe aula e espanca professor

Pai de aluno invade escola, interrompe aula e espanca professor

 

Direção do estabelecimento em Lisboa foi informada da agressão, mas nada fez no momento.

O pai de um aluno invadiu esta quarta-feira a Escola Básica do Lumiar, em Lisboa, interrompeu uma aula de Português e espancou o professor do filho. De acordo com encarregados de educação de outros alunos, a direção do estabelecimento foi informada da agressão, mas nada fez no momento, acabando por ser a vítima a contactar a PSP e a efetuar a respetiva queixa-crime.

CM tentou obter esclarecimentos junto da direção, mas não obteve qualquer resposta por a mesma “estar em reunião”.

Segundo o CM apurou, a vítima sofreu ferimentos ligeiros e o agressor está identificado, tendo o expediente sido remetido ao Ministério Público.

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Por quem os sinos dobram?

Por quem os sinos dobram?

– Os sinos dobram pelos Portugueses…

Apesar de não estarem ainda apurados os resultados finais do acto eleitoral do passado dia 10 de Março, talvez seja possível, desde logo, concluir isto:

– Nenhum Partido Político, verdadeiramente, ganhou, mas quem perdeu foram, indubitavelmente, os Portugueses…

Sem vencedores claros, mas com perdedores inequívocos, assim parecem ser os resultados eleitorais do passado dia 10 de Março…

Independentemente de os cidadãos portugueses terem, ou não, votado conscientes das suas escolhas, estaremos, neste momento, numa encruzilhada, num beco de difícil saída…

Os cidadãos que votaram no Chega subscreveram, naturalmente, uma matriz ideológica assente nos princípios “Deus, Pátria, Família e Trabalho”, conforme consta no Programa Eleitoral Legislativas 2022 desse Partido Político, o que não pode deixar de se constituir como um paradoxo, precisamente no ano que se celebram os 50 anos do 25 de Abril de 1974…

Com uma identidade muito próxima do salazarismo e do fascismo, a simpatia do Chega pelo ideário do Estado Novo parece indisfarçável… A partilha dos principais princípios parece indesmentível…

Os eleitores do Chega serão maioritariamente homens jovens, com o Ensino Secundário (Pedro Magalhães, Bases Sociais das Intenções de Voto em 2023)…

– Esses eleitores conhecerão os Programas Eleitorais do Chega e terão consciência do seu significado político?

– Saberão que Portugal viveu durante 40 anos sob um regime ditatorial, autoritário, conservador e nacionalista e terão consciência das respectivas consequências para os cidadãos?

Se tiverem essa consciência, não poderá deixar de se considerar que a Democracia, alcançada pelo 25 de Abril de 1974, poderá estar a caminho do precipício…

Se não tiverem essa consciência, o mínimo que se poderá afirmar é que votaram desconhecendo o significado político do seu próprio voto, o que também será incompreensível em adultos, supostamente esclarecidos…

De uma forma ou de outra:

– “…não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. (John Donne)…

– Os sinos dobram pelos Portugueses…

E nenhum Partido Político poderá cair na tentação de se deixar fazer refém do Chega, a bem da Democracia e das conquistas alcançadas pela mesma…

A propósito do anterior, lembrei-me de Bella Ciao, a canção que se tornou um símbolo e um hino da Resistência Italiana Anti-Fascista, durante a Segunda Guerra Mundial, a partir daí muitas vezes entoada em várias ocasiões pelo Mundo fora, sempre a favor da Democracia…

Aqui fica a primeira estrofe de Bella Ciao:

“Una mattina mi sono svegliato

O bella, ciao! Bella, ciao! Bella, ciao, ciao, ciao!

Una mattina mi sono svegliato

E ho trovato l’invasor”

“Uma manhã, eu acordei

Querida, adeus! Querida, adeus! Querida, adeus, adeus, adeus!
Uma manhã, eu acordei

E encontrei um invasor

Paula Dias

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PSD admite Rectificativo para devolver tempo de serviço a professores

PSD admite Rectificativo para devolver tempo de serviço a professores

 

Em entrevista ao PÚBLICO-Renascença, o vice-presidente do PSD admite que o diploma para devolução do tempo de serviço congelado aos professores possa ser apresentado na Assembleia da República antes do Orçamento do Estado para 2025. Não explica, porém, se será necessário fazer um Orçamento Rectificativo para acomodar mais despesa, lembrando que o PS tem dificultado sempre a informação sobre as contas públicas.

 

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Ministro da Educação admite entendimentos entre PS e AD no caso dos professores

João Costa afirmou que a recuperação do tempo de serviço dos professores pode ser um ponto de entendimento entre PS e AD, pois é “um ponto comum”.

Ministro da Educação admite entendimentos entre PS e AD no caso dos professores

 

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A escola em rota de desastre – Santana Castilho

 

Quem acompanhou a expressão e a evolução do pouco que foi dito pelos putativos responsáveis pela definição das políticas educativas para a legislatura que agora começa, quem seguiu, ao longo da campanha eleitoral, a sua crescente relutância para assumir compromissos com os princípios básicos de uma reestruturação séria do nosso sistema educativo, só pode antever para a escola pública um futuro sombrio, sem réstia de esperança. Não esperem reformas de fundo, sobretudo reformas que coloquem no centro das políticas educativas as pessoas.
Não esperem que se opere um apoio efectivo aos alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem, que se altere rapidamente o sistema de gestão das escolas, que se extinga o anacrónico instrumento de avaliação do desempenho dos docentes e todo o inerente cortejo de intervenções administrativas, que lhe retiram qualquer eficácia e credibilidade, muito menos que o concurso de recrutamento e colocação de professores ganhe decência e rigor técnico.
Esperem uma continuada gestão de crises, um plano de recuperação e resiliência circunscrito a infraestruturas e falaciosas panaceias tecnológicas, um definitivo afastamento do currículo da visão personalista que o devia caracterizar, numa palavra, preparem-se para mais do mesmo. Preparem-se para assistir a algumas mexidas no que resta da estabilidade das escolas, onde não faria falta mexer, introduzindo desentendimento onde é requerida harmonia e disputa onde só a cooperação interessaria. Preparem-se para a prevalência de exercícios populistas de conquista da opinião pública, que confundirão opiniões com factos e meras interpretações com evidências incontestáveis. Preparem-se para ver crescer o cansaço dos professores com greves inconsequentes e protestos sem resultados, de que resultará o aumento do número de docentes descrentes e radicalizados. E preparem-se, sobretudo, para ver os nossos alunos orientados por pedagogias erradas, de que colheremos desastres como resultados.
O primeiro desses desastres, de gravidade assinalável, a que a nova governação não porá cobro, imagino, respeita às provas de aferição (2º, 5º e 8º anos de escolaridade), assim como às provas finais de ciclo (9º ano de escolaridade, disciplinas de Português e Matemática), que serão, todas, realizadas em formato digital.
Como será possível persistir em tal desatino, quando no ano passado foram mais que evidentes as limitações, limitações que persistem no presente, a saber: redes de acesso à Internet, caricatamente ineficazes, que em muitas circunstâncias impediram o acesso à respectiva Plataforma e obrigaram ao adiamento da realização de várias provas; computadores inoperacionais ou em número insuficiente e sucessão de problemas técnicos impeditivos da conclusão das provas no tempo previsto. Recorde-se, a propósito, que o concurso lançado pelo Ministério da Educação para contratualizar externamente o serviço de manutenção de cada vez mais computadores avariados nas escolas e demais equipamentos informáticos ficou deserto. E estamos a cerca de três meses dos alunos começarem a fazer provas digitais.
Entendamo-nos: as provas de aferição do último ano, realizadas em formato digital, resultaram num monumental fiasco. Retomando o que já referi, o programa que serviu de suporte para realizar as provas apresentou incompatibilidades de requisitos com vários dispositivos, gerando bloqueios em grande número de computadores, que impediram a realização das provas por parte dos alunos. Por exemplo, a prova de aferição do 8º ano de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), realizada a 100% em formato digital, foi um desastre. Com efeito, segundo um parecer da Associação Nacional de Professores de Informática (ANPRI), apenas 27% dos alunos a concluíram no tempo regulamentar e metade dos alunos (49%) não a concluiu de todo.
Não se tendo removido as causas que para tal contribuíram, é simplesmente insano e desumano persistir no erro, sujeitando crianças, particularmente as do 2º e 5º anos, à prestação de provas com recurso a instrumentos digitais que requerem competências informáticas que não lhes foram suficientemente ensinadas e, portanto, não dominam.

In “Público” de 13.3.24

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Para Quando a Recuperação dos 6A6M23D?

De acordo com declarações de Luís Montenegro e com o programa eleitoral da AD está prevista a recuperação dos 6A6M23D em 5 anos, sendo que já em 2024 será recuperado 20% desse tempo de serviço.

Se o processo negocial ficar fechado nos 60 dias anunciados por Luís Montenegro, então lá para Junho, quem sabe com efeitos ao dia 1 de junho, sejam já recuperados esses 20%, cerca de 479 dias.

E para quem com esse tempo poderá progredir ao escalão seguinte, aconselho desde já a terem o requisito da formação mais ou menos adiantado.

 

O PSD tem inscrita no programa eleitoral a recuperação integral do tempo de serviço congelado dos professores, de forma faseada nos próximos cinco anos (à razão de 20% ao ano), e quer fechar esse processo negocial igualmente nos primeiros dois meses de um executivo que lidere.

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Procedimento concursal para o cargo de delegado regional de Educação do Algarve

 

Aviso n.º 5273/2024/2

Procedimento concursal para o cargo de Delegado Regional de Educação do Algarve

Nos termos do disposto no n.º 2 do artigo 21.º da Lei n.º 2/2004, de 15 de janeiro, na sua redação atual, faz-se público que se encontra aberto, pelo prazo de 10 dias úteis, a contar do 1.º dia de publicitação da vaga na Bolsa de Emprego Público (BEP), procedimento concursal para o provimento do cargo de Delegado Regional da Educação da Região Algarve da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares.

A indicação dos requisitos formais de provimento, do perfil exigido, dos métodos de seleção e da composição do júri, será publicitada na BEP, conforme o disposto no n.º 1 e 2 do artigo 21.º da referida Lei n.º 2/2004, de 15 de janeiro, no prazo de 3 dias úteis a contar da publicação do presente aviso.

6 de março de 2024. – O Diretor-Geral dos Estabelecimentos Escolares, João Miguel dos Santos Gonçalves.

 

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Marcelo promulga alterações às habilitações profissionais para se ser professor

Marcelo promulga alterações às habilitações profissionais para se ser professor

 

O Governo tinha aprovado em Conselho de Ministros o alargamento do prazo dado às instituições de ensino superior para adaptar ou corrigir as novas regras exigidas para quem pretenda ser professor.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou esta segunda-feira o decreto-lei que altera o regime jurídico da habilitação profissional para a docência na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário. A promulgação deste diploma foi divulgada no site da Presidência.

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Nota Informativa n.º 6/IGeFE/2024

No dia 6 de Dezembro tinha dado conta aqui que o IGEFE teria dado orientações às escolas para não pagarem a caducidade dos contratos dos docentes que vincularam na Vinculação Dinâmica se o seu contrato tivesse terminado após o dia 25 de Julho e até ao dia 30 de agosto. Dei como título a esse artigo “Informação (Absurda) da IGEFE sobre a Caducidade“.

Ao fim de quase 3 meses o IGEFE lá corrigiu a informação na sua Nota Informativa n.º 6 onde termina a dizer:

 

2.3 No caso dos docentes a quem não foi paga a compensação por caducidade, deve a mesma ser processada e paga.

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Falta de AO fecha escola de tarde

 

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“Ajuste de contas” planeado entre alunos de escola de Lisboa: jovem de 17 anos detido e outro de 14 identificado

Um jovem de 17 anos foi detido e um de 14 foi identificado, ambos na posse de facas, numa escola da freguesia lisboeta de São Domingos de Benfica, após a polícia ter conhecimento de possíveis confrontos planeados entre alunos.

“Ajuste de contas” planeado entre alunos de escola de Lisboa: jovem de 17 anos detido e outro de 14 identificado

De acordo com a Polícia de Segurança Pública (PSP), a identificação dos dois jovens ocorreu na terça-feira, através de uma equipa do Programa Escola Segura que realizava policiamento de visibilidade junto do estabelecimento de ensino e visualizou um grupo de jovens concentrados à sua entrada e, “quando abordados, confirmou-se que se tratava de um ‘ajuste de contas’, planeado entre alunos”.

O jovem de 17 anos tinha na sua posse “uma faca de cozinha, com cerca de 33,5 centímetros de comprimento total e 20 de lâmina”, que, pelas suas características, se classifica como arma branca proibida, indicou a PSP, referindo que o mesmo confessou que “a tinha com o objetivo de a utilizar para agressão”, tendo sido detido por suspeitas do crime de detenção de arma proibida, mas foi posteriormente libertado e notificado para comparecer perante o tribunal.

Nesse grupo de jovens, a PSP identificou ainda um outro aluno de 14 anos, na posse de “uma pequena faca, com cerca de 20 centímetros de comprimento total e 9 centímetros de lâmina”, e um lenço para a ocultação da face, objetos que foram apreendidos, e foi comunicada a situação deste jovem ao Tribunal de Família e Menores da sua área de residência.

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Falta de professores de Português agravou-se 250% no último ano

Português e Matemática estão entre os grupos onde a escassez de professores é maior. A três meses das provas, ainda há alunos sem professores nas disciplinas sujeitas a exame. 60% das escolas tiveram de recorrer a docentes de Português sem habilitação profissional.

 

Falta de professores de Português agravou-se 250% no último ano

 

A formação de novos docentes caiu a pique nos últimos 15 anos. Numa altura em que faltam cerca de três meses para os exames de 9º ano, ainda há alunos sem professor às disciplinas sujeitas a avaliação final. Segundo dados da  Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), entre 2003 e 2007, diplomaram-se 357 professores de Português e 256 de Matemática. De 2018 a 2022, o número de novos professores diminuiu significativamente, com apenas  45 diplomados para a disciplina de Português e 26 para Matemática.

Apesar de ainda não terem sido divulgados os números referentes a 2023, a tendência de escassez mantém-se. Joaquim Pinto, presidente da Associação de Professores de Matemática (APM), garante que o número de docentes do grupo 500 (Matemática, 3.º ciclo e Ensino Secundário) não é suficiente para garantir as necessidades. “Enquanto professor orientador de estagiários, há quatro anos tive um estagiário e, no total, a Universidade de Aveiro tinha quatro. Há três anos só havia uma estagiária. Há dois anos, foram três. Neste momento, temos dez e, tendencialmente, a Universidade de Aveiro é aquela que tem mais alunos nos cursos de ensino de Matemática. Com a entrada de 1 ou 2 alunos nos cursos, não é possível fazer face às necessidades”, explica.

O grupo 300 (Português, 3.º ciclo e Ensino Secundário) sofre com a mesma carência. “De facto, os números parecem ser, de ano para ano, mais elevados. Em relação ao ano letivo anterior, faltam quase três vezes mais professores de Português para lecionar o 3.º ciclo e o secundário. Na semana antes do início do ano letivo, em 2023/24, faltavam 129 professores de Português nas escolas públicas para dar 2.240 horas semanais – no ano de 2022/23, havia 48 professores por colocar, para um total de 559 horas. Ou seja, o problema agravou-se cerca de 400% em termos de horas semanais e cerca de 250% em termos de número de professores”, alerta João Pedro Aido, vice-presidente da direção da Associação Nacional de Professores de Português (APP).

O responsável admite uma ligeira melhoria desde o início do ano no que se refere à falta de professores da disciplina, mas com recurso a uma solução que considera preocupante. “A situação melhorou, mas a que preço? O grupo 300 continua a ser um dos que tem mais carência de docentes, sendo o terceiro, depois de Informática e Inglês, e cerca de 60% das escolas tiveram de recorrer a docentes sem habilitação profissional”, sublinha.

João Pedro Aido avança ainda com  a existência de um crescendo de docentes oriundos de outras nacionalidades (brasileiros, angolanos, são-tomenses, entre outros) o que, afirma, “cria um problema específico relativo à característica pluricêntrica da língua portuguesa”. “Estes dois factos, por si só, além de outras consequências que afetam a qualidade do ensino e da aprendizagem, como turmas cada vez maiores e professores com um número crescente de turmas, com recurso a horas extraordinárias, podem pôr em causa a qualidade do sistema educativo, nomeadamente quando as escolas precisam de recorrer a professores menos qualificados. Essa menor qualificação quer dizer que são professores que têm habilitação académica, que não têm formação pedagógica, e que, nalguns casos, têm uma formação científica que não é robusta”, alerta. Segundo o vice-presidente da APP, o “problema acabará por se refletir em resultados de aprendizagem mais baixos e com indicadores mais fracos na qualidade do sucesso”.

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Ministério da Educação obrigado a pagar a docentes compensação por fim de contrato

 


O Ministério da Educação, após intervenção da Provedoria de Justiça, vai ter de restituir a cerca de 50 professores compensações por caducidade de contrato de trabalho que tinham sido obrigados a devolver por terem entretanto vinculado aos quadros.

Em causa estão cerca de 50 queixas de professores associados do Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE), que viram os seus contratos de trabalho terminar no final do ano letivo 2022-2023 e que no arranque do ano letivo em curso, de 2023-2024, vincularam aos quadros do Ministério da Educação.
O SIPE queixou-se à Provedoria de Justiça, ação que levou o Instituto de Gestão Financeira da Educação (IGEFE) a reconhecer que a devolução de verbas a que os professores tinham sido obrigados pelas escolas era ilegal e que o pagamento pelo fim dos contratos de trabalho lhes era devido, mesmo tendo vinculado imediatamente a seguir.
Em declarações à Lusa, a presidente do SIPE, Júlia Azevedo, acusou o Ministério da Educação (ME) de “ter tentado dar a volta à lei para economizar alguns tostões” e considerou a decisão do IGEFE após intervenção da Provedoria de Justiça “uma pequena vitória que dá alento” aos sindicatos.
A dirigente sindical explicou que o valor de cada compensação depende do tempo de serviço prestado por cada docente, sendo que há casos em que os professores trabalham praticamente o ano letivo inteiro, outros que são contratados para substituições quase no final do ano, mas em média, cada professor terá direito a ver restituído entre 900 e mil euros.
Júlia Azevedo explicou que o sindicato está agora a ajudar os associados afetados com os processos de reclamação para reaver os montantes a que têm direito.

Ministério da Educação obrigado a pagar a docentes compensação por fim de contrato

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