Tag: educação

A Excelência do Comentário em Educação…Como Sempre

Ontem, Pela RTP3 | O Meu Quintal

 

Ontem, Na Antena 1 | O Meu Quintal

 

PS:

E já agora boas leituras:

6ª Feira | O Meu Quintal

 

Adoro Embirrar Com Minudências | O Meu Quintal

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Grande campanha para a Força-Tasca

 

 

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O Paulo Guinote explicou problemática da falta de professores

O Paulo Guinote ontem na RTP3 a falar sobre a problemática da falta de professores.

 

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NOESIS – Notícias da Educação

Já está disponível o Boletim mensal NOESIS – Notícias da Educação – do mês de novembro.

Com o objetivo de partilhar e valorizar o que acontece na área da educação em Portugal, este Boletim oferece, mensalmente, uma seleção de notícias sobre eventos, iniciativas e projetos, legislação, publicações e estudos do que de mais relevante se faz neste domínio.

Para este 43.º número, a Direção-Geral da Educação teve a honra de poder contar com um artigo do Professor João Costa, Secretário de Estado Adjunto e da Educação.

O boletim poderá ser subscrito através de mensagem de correio eletrónico enviada para [email protected].

 

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A alucinação dos serviços administrativos na questão das férias

Ao longo de mais de 15 anos de serviço docente e praticamente o mesmo número de agrupamentos é óbvio que nos vamos apercebendo de erros dos Serviços Administrativos (SA) das escolas. A maioria por distração e quase nunca com a intenção óbvia de prejudicar os docentes: tempo de serviço incorreto, falhas na contagem das férias, no tempo de serviço para a Segurança Social, no processamento dos vencimentos, dos subsídios, da caducidade, enfim… toda a gente se engana e (admitindo o erro ou não) proceder à sua correção é uma atitude responsável de quem valoriza as funções que desempenha.

Contudo há SA que fazem questão de provar da pior forma que “A imaginação não tem limites e o infinito é só o começo”. Assim, num agrupamento que vou optar (para já) por não identificar, decidiram impedir os professores colocados em substituições temporárias de gozar as férias, cessando o contrato assim que o professor que estavam a substituir se apresenta. Por ignorância ingenuidade, acreditam que pagando as férias, o trabalhador deixa de ter direito à sua contagem para efeitos de antiguidade e concurso. Se a moda pega daqui a nada os professores contratados deixam de ter direito a férias.

Resultado: chega a interrupção letiva, não há reservas de recrutamento até ao dia 18 de Abril e perco 3 semanas de tempo de serviço. Claro que se houvesse reservas nesta altura a incompetência não seria tão grave porque regressaria de imediato à Reserva e provavelmente faria como fizeram outros colegas: aceitaria o pagamento das férias (abdicando dos dias, mesmo que a lei não o permita) estando na semana seguinte colocado e a receber ordenado.

É óbvio que a situação será resolvida (de uma ou outra forma), mas a violação de um dos direitos mais elementares do Código do Trabalho não deveria originar um procedimento inspetivo e disciplinar quando os SA e Direção passam por cima da lei, contrariando até as indicações que receberam do IGeFE e da DGAE?

Quero acreditar que este erro está limitado àquele agrupamento e sei que a maioria dos funcionários são incansáveis e têm brio nas funções que desempenham, mas uma pessoa incompetente nestas funções pode prejudicar grave e irremediavelmente a vida de muita gente.

Para que não haja mais escolas a fazer este tipo de disparates, informo que falei com DGAE, IGeFE, Advogados e Sindicato e todos (todos sem exceção) responderam o mesmo (que está de forma clara no Código do Trabalho):

“O direito a férias é irrenunciável e, fora dos casos previstos na lei, o seu gozo efetivo não pode ser substituído, ainda que com o acordo do trabalhador, por qualquer compensação (económica ou outra). O contrato de trabalho deve ser sempre finalizado com as férias incluídas e mesmo que não possam ser gozadas (casos previstos na lei), elas contam sempre para efeitos de antiguidade.”

Este post serve também para responder a algumas dúvidas que vão chegando sobre a possibilidade de abdicar das férias para regressar à RR. A lei não permite, mas sei que muitas vezes essa proibição é contornada por alguns AE e docentes, ao abrigo do bom senso: tudo bem desde que ambas as partes se entendam. Contudo, o que pode ser visto como uma vantagem acaba por ser prejudicial a longo prazo, uma vez que nunca se sabe de que lado da barricada se estará no próximo contrato. O ideal é todas as escolas fazerem o mesmo e (já agora) que tal optar por cumprir escrupulosamente o que a lei determina?

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Lista Colorida – RR23

Lista Colorida atualizada com colocados, retirados e não colocados da RR23.

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Lista Colorida – RR18

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR18.

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444 Contratados Colocados na RR18

Foram colocados 444 professores contratados na reserva de recrutamento 18, distribuídos de acordo com a seguinte tabela:

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Expresso | Educação: Governo nega o que tinha admitido (11.03.2017)

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Alunos e professores do Montijo criam projeto para ajudar os mais carenciados (31.01.2017)

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É Pedir Esclarecimentos…

Pais de alunos do ensino básico receiam mudança de agrupamento

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Um Pouco Mais do Mesmo

Com o reforço as competências das autarquias locais numa lógica de descentralização e subsidiariedade;

Com o combate ao insucesso escolar e a garantia dos 12 anos de escolaridade;

Com a aposta na educação pré-escolar como chave para o combate ao insucesso escolar;

Com o combate ao insucesso na sua raiz: desenvolver um ensino básico integrado, global e comum a todas as crianças

Com a diversificação da oferta formativa e valorização do ensino profissional;

Com mais Autonomia para as escolas;

Com um Programa de Educação e Formação de Adultos que consolide um sistema de aprendizagem ao longo da vida e a sua acção estratégica para a próxima década.

Ler o Projecto de Programa do PS que está para debate público clicando sobre a imagem.
ps

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Qual é o Doido Que Faz Previsões Para Daqui a 45 Anos?

Despesa Do Estado Com Educação Baixa Para 4% Do PIB Até 2060, Estima Governo

 

 

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A despesa do Estado com Educação, que em 2013 se fixou em 5,2% do PIB, deve diminuir um ponto percentual, para os 4,2%, em 2060, de acordo com estimativas do Governo decorrentes das estimativas de envelhecimento da população.

Os dados constam do Programa de Estabilidade 2015-2019, aprovado na quinta-feira pelo Governo e entregue hoje na Assembleia da República.

Segundo o documento, em 2020 as despesas com Educação deverão representar 4,7% do Produto Interno Bruto (PIB), e em 2030 devem atingir a percentagem mais baixa, representando apenas 4% da riqueza produzida pelo país, estabilizando nesse valor até 2040.

Só em 2050 o Governo estima que o Estado voltar a aumentar a despesa com Educação, mas de forma muito reduzida, para os 4,3% do PIB, voltando a baixar ligeiramente na década seguinte, com uma despesa de 4,2% do PIB prevista para 2060.

Em comparação com as estimativas para a média da União Europeia (UE) e para a média dos países da Zona Euro, as despesas de Portugal com a Educação vão ficar abaixo dos países europeus, uma vez que em Portugal se espera uma redução da despesa de um ponto percentual até 2060, e na UE e Zona Euro a média do decréscimo da despesa não chega a atingir os 0,5% pontos percentuais.

OJE/Lusa

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Concurso Nacional de Professores 2015/2016 – Onde está o 1453? 

Comunicado ANVPC

Concurso Nacional de Professores 2015/2016 – Onde está o 1453?

 http://anvpc.org/comunicado-concurso-nacional-de-professores-20152016-onde-esta-o-1453/

Wembley Legends Join Where’s Wally? For 25th Anniversary

Esta interrogação, relativamente ao número de abertura de vagas de Quadro de Zona Pedagógica (QZP) para o concurso de professores de 2015/2016, pode-se adaptar da saga do livro “Onde se encontra o Wally ?”.

Os (excelentes) estudos publicados pelo Arlindo Ferreira (www.arlindovsky.net), alguns deles realizados em articulação com a Associação Nacional dos Professores Contratados, indicavam que a aplicação da “norma-travão” representaria a abertura de 461 vagas de QZP, não contabilizando alguns dados (por, curiosamente, não serem públicos), nomeadamente os contratos a termo realizados pelos professores nas escolas TEIP e nas com Contrato de Autonomia. Adicionando as 106 vagas que foram abertas no grupo 290 (EMRC) e que também não eram consideradas nos estudos citados, o total de vagas a abrir aplicando o n.º 2 do art.º 42º do D.L. n.º 83-A/2014 de 23 de maio, perfazia o total de 567.

Ora, a Portaria n.º 57-C/2015 de 27 de fevereiro fixou em 1453 o número de vagas de QZP, mais do dobro do que era expectável, o que veio a superar as projeções mais otimistas.

A ANVPC pautou a sua atuação, nas reuniões que teve com a tutela nos passados meses de janeiro e de fevereiro (divulgadas em www.anvpc.org), pelo alerta para os imperativos de equidade e de igualdade de oportunidades entre professores contratados, sem os quais a aplicação do n.º 2 do art.º 42º do D.L. n.º 83-A/2014 de 23 de maio gerará novas injustiças, que perdurarão nos anos seguintes e conduzirão a inevitáveis conflitos judiciais.

Nesse sentido, e para minimizar essas injustiças, esta organização sempre defendeu a necessidade de flexibilização na extensão da aplicação da “norma-travão” a um maior número de professores, já no concurso nacional de 2015/2016.

Resta aguardar pelo aviso de abertura para sabermos qual foi o critério adotado para a contabilização das 1453 vagas, esperando que tenha tido em conta as variadas propostas apresentadas pela ANVPC, no sentido de resolver o problema dos docentes que realizaram contratos anuais e sucessivos com o MEC, assim como o de aqueles que, não o tendo feito, detêm muitos anos de serviço docente prestado nas escolas diretamente tuteladas pelo Ministério da Educação e Ciência.

A direção da ANVPC
01.03.201

 

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Os Sete Saberes

Partilho hoje, convosco, um outro documento, que ainda que com muitos anos de existência, o seu conteúdo é ainda muito atual (talvez uma vez que a “educação do futuro” que perspetiva, seja a “educação de hoje”). Refiro-me ao livro de Edgar Morin “Os Sete Saberes para a Educação do Futuro”, obra em que (por solicitação da UNESCO) o autor apresenta os problemas centrais da Educação e enuncia sete saberes necessários às gerações do século XXI.

Contra as cegueiras do conhecimento (a ilusão e o erro), Morin preconiza o ensino do conhecimento dos conhecimentos e enuncia os princípios de um conhecimento pertinente, onde as partes são solidárias do todo. Exalta em seguida a condição humana, cuja complexidade está desintegrada no ensino e cuja unidade deve ser encontrada na diversidade dos conhecimentos e dos humanos, assim como a identidade terrestre, que deve estar à medida do destino planetário do género humano, fundada sobre a história das comunicações e da comunidade de destino dos humanos: a morte. Para isso, convém ensinar a arte de enfrentar as incertezas (ensino das incertezas) surgidas nas ciências, a estratégia dos acasos, o exame dos acontecimentos e acidentes do século, o carácter inesperado da aventura humana, e a compreensão, penhor de paz, à qual estamos vinculados por fundação e vocação necessária para sair da barbárie (estudo da incompreensão). O objectivo é então o de definir uma ética do género humano, que deve completar a humanidade como comunidade planetária: uma Terra-Pátria e uma cidadania terrestre, reconciliação social do indivíduo e da espécie.

Poderão encontrar este livro facilmente no mercado (em várias edições), ou até mesmo consultar uma tradução brasileira diretamente AQUI.
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Destaco ainda, paralelamente, nesta rubrica semanal, a obra do fotógrafo americano Gregory Crewdson.
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Aconselho, antes de mais, a visualização do documentário “BRIEF ENCOUNTERS”, realizado acerca da metodologia de trabalho do artista.

A obra de Crewdson poderá ser encontrada em vários livros editados, assim como em vários websites (nomeadamente em algumas galerias que o representam).

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Um Tesouro a Descobrir

Partilho hoje, convosco, provavelmente um dos documentos que mais vezes li nos últimos anos: “EDUCAÇÃO UM TESOURO A DESCOBRIR – Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI”.

Ainda que já publicado no ano de 1996, os seus propósitos continuam muito atuais, sendo um elemento de leitura obrigatória para Professores, Alunos, Pais e Encarregados de Educação (entre os mais diversos elementos das comunidades educativas pelo país fora).

Poderão consultar as duas versões (ING e PT):

– “Learning the Treasure Within”;

– “Educação um Tesouro a Descobrir”.

Destaco ainda, paralelamente, nesta rubrica semanal, a obra do artista americano James Lee Byars (1932 – 1997).

Em 1997, foi dedicada a este artista uma excelente exposição na Fundação de Serralves (Porto), denominada “THE PALACE OF PERFECT” (que tive o prazer de visitar), tendo sido elaborado um catálogo que considero um autêntico objeto de culto.

Algumas publicações de referência, podem ser vistas AQUI.

Vale a pena conhecer profundamente a obra absolutamente aurática de James Lee Byars, uma das que certamente mais me marcou na minha formação artística e filosófica.

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Educação para o Desenvolvimento Sustentável

Partilho hoje, convosco, o documento “United Nations Decade of Education for Sustainnable Development”.  

Apesar deste estruturante elemento para a Educação para o Desenvolvimento Sustentável, ter o seu período de ação delimitado no tempo (2005-2014), considero que o seu “conteúdo” terá ainda validade durante vários anos, tendo em conta que os objetivos estabelecidos pela UNESCO ainda se encontram (e muito) por atingir.

[Poderão ainda encontrar informação adicional (entre outros locais no espaço DESD da UNESCO) AQUI e AQUI ]

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/01/unescoDecadaEDS.pdf”]

 

Destaco ainda, paralelamente, nesta rubrica semanal, a obra do fotógrafo canadiano Edward Burtynsky

[WEBSITE OFICIAL DO ARTISTA em http://www.edwardburtynsky.com/ ]

"Manufacturing #17", Deda Chicken Processing Plant, Dehui City,

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Novo Ano, Novo Ciclo de um dos maiores blogues portugueses da atualidade

dannybuu

dannybuu

A partir do dia de hoje serei um dos novos autores do blogue do Arlindo Ferreira. Este post inicial serve apenas para enquadrar os limites da minha participação neste espaço digital, já visitado, ao longo dos anos, por milhões de utilizadores.

Sou um leitor atento do arlindovsky.net desde o seu nascimento, e considero-o uma referência nacional no campo da Educação. O desafio de escrever num dos blogues mais visitados de todo o país, é, sem dúvida, enorme. Nessa medida, desde o momento que o convite me foi endereçado, tenho pensado de que modo a minha participação poderia contribuir quer para a manutenção dos atuais leitores deste espaço, quer para a convergência, para o mesmo, de novos interessados. Assim sendo, ainda que possa, durante a semana, vir a colocar alguns posts informativos de relevância para os professores portugueses (em conformidade com o meu cargo de presidente da Associação Nacional dos Professores Contratados, e, acima de tudo, tendo em conta o exercício da minha profissão enquanto docente), assumirei, antes de mais, a assinatura de um post semanal, que cruzará a área da Educação, com a área das Artes Visuais/Artes Plásticas (o meu “território” de formação inicial, e de especialização).

Considero que em Portugal, nos últimos anos, o debate em torno da Educação se tem centrado excessivamente no âmbito da Administração Educativa, pelo que nesse espaço semanal trarei sempre para discussão um texto (ou um livro, ou um website, …) considerado de interesse para os docentes portugueses, na perspetiva de refletirmos, mais concretamente, acerca do processo de ensino-aprendizagem e do papel da Escola (e do Professor) no século XXI. Alguns desses elementos para debate serão documentos de relevo internacional, nomeadamente da UNESCO, OCDE, WISE, etc. “Ilustrarei” essa disponibilização com a publicação semanal de um trabalho de um Artista Plástico, divulgando a obra de autores já “consagrados” ou de jovens artistas que se têm destacado no panorama artístico nacional ou internacional.

Aproveito o momento para desejar a todos os leitores um excelente ano de 2015, cheio de vitórias pessoais e profissionais, esperando que continuemos a contribuir para que este blogue continue a ser um dos de maior relevância na Educação portuguesa, e, acima de tudo, para que possamos promover, diariamente, um debate fundamental que potencie o aumento da qualidade do sistema educativo português.

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