Decidam-se

…se a mobilidade será forçada ou com pagamento de rescisões por mútuo acordo, porque até 31 de dezembro muita gente quer se por a andar e fica assim meio indecisa.

 

Fundos europeus não servirão para rescisões ou despedimentos

 

Depois de ter defendido que os fundos europeus devem ser usados na reforma do Estado, Passos garante que esses apoios não vão servir para despedimentos ou rescisões amigáveis

 

Porque depois também se vai falando no aumento do horário de trabalho e na eliminação do artigo 79º e estas indefinições todas não ajudam a tomar decisões num curto espaço de tempo para quem pode ir-se embora.

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Da Vinculação

… ou do bom senso, visto que as expectativas de abertura de vagas foram goradas ao longo dos últimos meses e porque o documento final da referida vinculação praticamente se enquadra nas regras do Decreto-Lei 132/2012.

 

FNE propõe anulação do Concurso Extraordinário de Vinculação de Professores

 

A Federação Nacional de Educação propôs ao Ministério da Educação e Ciência a anulação do anunciado Concurso Externo Extraordinário de Docentes, relativamente ao qual as negociações respeitantes ao diploma legal de suporte terminaram no passado dia 15 de novembro, sem que a FNE chegasse a acordo com o MEC.

É entendimento da FNE que, tendo em atenção as datas previsíveis da sua realização, nas vésperas do concurso ordinário previsto para 2013, o concurso extraordinário não revela vantagens para os docentes até aqui contratados, não implicando mais hipóteses de colocação do que o concurso externo ordinário.

Com efeito, e tendo em conta o calendário a que tem de obedecer o estabelecimento da norma legal resultante da negociação realizada, e o calendário a que terá de obedecer a sua operacionalização, para além dos custos que uma operação deste tipo comporta, não se vislumbram efeitos positivos para esta antecipação.

Foi por estas razões que a FNE propôs que se deixasse para o concurso ordinário previsto para 2013 a vinculação de docentes que têm sido sucessivamente contratados.

Na proposta que enviou ao MEC, a FNE deu conta de que participou empenhadamente no respetivo processo negocial, o que aliás foi reconhecido pela tutela, o que resultou na introdução de alterações significativas ao documento inicial, que tiveram em linha de conta as contrapropostas que as organizações sindicais apresentaram, nomeadamente a FNE.

No entanto, a declaração final do processo negocial sublinhou as razões pelas quais a FNE não podia subscrever a solução do MEC, uma vez que ela se revelava insuficiente para o universo de problemas que caracterizam o elevado nível de precariedade docente em Portugal.

Por outro lado, e apesar de insistentemente solicitado, nunca o MEC definiu com clareza o número de vagas que estão identificadas para esse concurso.

Foi neste contexto que a FNE considerou que deveria apresentar ao MEC uma proposta que, sem pôr em causa os pressupostos da iniciativa legislativa, mas tendo em conta as possibilidades da sua efetiva operacionalização, definisse a sua não concretização, em termos de concurso extraordinário, deixando para o concurso ordinário a obtenção dos efeitos pretendidos.

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Da Caducidade

É uma das maiores vergonhas a que se vai assistindo por parte do MEC.

 

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Listas dos Resultados (TIMOR)

Dá que pensar quando o menos graduado neste concurso para o grupo 100 tem 38,79 e para o grupo 110 a média de graduação está muito acima dos 40.

 

Clicar na imagem para ver os resultados.

 

 

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Algumas Datas de Reuniões na DREN

… com vista à agregação de escolas/agrupamentos.

Podem ajudar a completar na caixa de comentários os concelhos e os dias que faltam no quadro.

 

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Para Corrigir Ilegalidades

…também era necessário que o parlamento aprovasse alguma medida para colocar os docentes do índice 245 com mais de 5 anos nesse índice, pelo menos no índice 272, para não estarem ultrapassados há já dois anos por quem com menos tempo de serviço subiu a esse índice. É que o provedor de Justiça considerou inconstitucional essa ultrapassagem e não vi ninguém no parlamento defender esta ilegalidade que já dura há quase dois anos e parece ter ficado esquecida.

 

Maioria viabiliza proposta d’Os Verdes para subir salário de alguns professores universitários

 

Docentes universitários assistentes que entraram, desde este ano, na carreira de professor auxiliar não viram o seu salário actualizado à nova carreira. Proposta d’Os Verdes quer que estes docentes possam ver o seu salário adequado à categoria, corrigindo uma ilegalidade identificada pelo Provedor de Justiça.

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Os Novos Megas por Braga

Para os restantes concelhos, que já foram convocados para reuniões na DREN, perceberem ao que vão.

 

Agregação de escolas no concelho de Braga

 

Em junho último, o Ministério da Educação anunciava que estava concluída a segunda fase da agregação de escolas com a criação de novas unidades orgânicas. O concelho de Braga tinha escapado a esta fase de agregações.

No dia 15 de novembro, a senhora diretora regional de Educação do Norte, Dra. Isabel Cruz, convocou via e-mail os diretores e os presidentes dos conselhos gerais dos agrupamentos e das escolas não agrupadas do concelho de Braga, para uma reunião sobre reorganização/agregação de agrupamentos de escolas. Com esta convocatória encetou-se a terceira e última fase de criação de novas unidades orgânicas.

Na Direção Regional de Educação do Norte (DREN), em 19 de novembro, a Dra. Isabel Cruz informou que nesta data concluiria, definitivamente, o processo de agregações do concelho de Braga para o submeter a despacho do senhor Secretário de Estado Ensino Básico e Secundário, Dr. João Grancho.

Vincou que «o processo negocial tinha chegado ao fim» e argumentou que as escolas não tinham apresentado propostas alternativas à proposta da DREN. Por isso, face ao silêncio e à ausência de contrapropostas manteria a geometria territorial do concelho de Braga apresentada em maio último. Salientou, ainda, que as atas dos concelhos gerais se tinham limitado a repudiar e a rejeitar a política de agregações. Como não acrescentaram nada de novo, o prazo negociável dado às escolas tinha-se esgotado definitivamente.

De acordo dom o Despacho n.º 5634-F/2012 de 26 de abril de 2012, beneficiavam do regime de exceção o Agrupamento de Maximinos e o Agrupamento Dr. Francisco Sanches por serem escolas integradas nos territórios educativos de intervenção prioritária (escolas TEIP). Beneficiavam, ainda, do regime de exceção o Agrupamento André Soares pela prestação de serviços educativos permanentes no estabelecimento prisional de Braga e o Agrupamento de Escolas Braga Oeste (Cabreiros) por ser de âmbito intermunicipal. Por depender da livre iniciativa destes agrupamentos a sua agregação, a senhora diretora regional perguntou aos seus representantes se queriam prescindir da prerrogativa da exceção. Obviamente que a resposta foi negativa. Nenhum deles quis abrir mão da suaidentidade!

Assim, ficaram estabelecidas as seguintes novas agregações: Escola Secundária D. Maira II com o Agrupamento de Escolas de Lamaçães; Escola Secundária Carlos Amarante com o Agrupamento de Escolas de Gualtar; Escola Secundária Alberto Sampaio com o Agrupamento de Escolas de Nogueira; Escola Secundária Sá de Miranda com o Agrupamento de Escolas de Palmeira; Agrupamento de Escolas de Real com o Agrupamento de Escolas do Cávado; Agrupamento de Escolas de Celeirós com o Agrupamento de Escolas de Trigal Santa Maria.

Oportunamente, saber-se-á onde se localizará a sede de cada nova agregação bem como a constituição da respetiva Comissão Administrativa Provisória (CAP).
De acordo com a Tutela, agrega-se para ‘garantir e reforçar a coerência do projeto educativo e a qualidade pedagógica das escolas e estabelecimentos de educação pré-escolar que o integram, numa lógica de articulação vertical dos diferentes níveis e ciclos de escolaridade’.

De facto, as novas unidades orgânicas de gestão passam a integrar todos os níveis de Educação e Ensino o que permitirá a um aluno completar a escolaridade obrigatória no mesmo agrupamento de escolas. Para tal, foi prometida a criação do ensino secundário no território educativo do Agrupamento de Escolas de Real e do Cávado e, ainda, no território educativo do Agrupamento de Escolas de Celeirós e Trigal Santa Maria. Com esta medida, a DREN também pretende evitar o fluxo dos alunos para os concelhos circunvizinhos.

Entretanto, contra a vontade dos conselhos gerais o Agrupamento de Escolas de Palmeira (com 1436 alunos) e a Escola Secundária Sá de Miranda (com 1345 alunos) formarão um mega agrupamento e, no ano letivo 2013-2014, devido aos fortes constrangimentos económicos, surgirá esta «superestrutura» que em nome de um projeto educativo único obrigará à perda de duas identidades.

Com uma realidade organizacional mega, esta nova unidade orgânica encontrará, certamente, formas de sobrevivência. E neste novo modelo será inevitável perder-se, entre outras, a atmosfera de proximidade. De facto, é este o preço que todos nós teremos pagar pelos desvarios de quem nos tem (des)governado nos últimos anos.

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As Novas Agregações a Norte

… estão a ser preparadas a ritmo acelerado.

Também dizem que estão a ser convidados bastantes agrupamentos para os novos TEIP 3.

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Sempre É Melhor do que uma Mobilidade Forçada

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E Porque Falta Apenas Um Mês

… não vale a pena andar muito preocupado com o orçamento para 2013 e os cortes para 2014.

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Retirados na RR11 Com Pergunta

A pergunta que faço é a seguinte:
Algum docente dos quadros está com componente letiva no seu agrupamento, no seu grupo ou noutro grupo de recrutamento e ainda não foi retirado da lista de não colocados em mobilidade interna?

É que ainda hoje soube que será resolvido apenas na RR12 um destes casos em que a docente já tinha componente letiva desde o início do ano letivo e ainda se encontra na lista de não colocados na mobilidade interna da reserva de recrutamento 11.

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A Pisar o Risco

… ou simplesmente em processo de vingança.

Será fácil perceber se foram apenas convocados os 5 mais bem graduados para esta entrevista ou se foram convocados todos os candidatos, mas por enquanto não é possível confirmar por não existir qualquer lista de ordenação dos candidatos que concorreram a esta oferta de escola na Damaia.

Talvez os comentários neste post confirmem a minha suspeita.

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Opiniões Generalizadas

No Correio da Manhã

 

No Público

 

No Jornal de Negócios

 

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Não martelem os dados

 

Não martelem os dados

 

 

Santana Castilho 

 

Escrevo este artigo na manhã de terça-feira, 20 de Novembro. À tarde haverá uma conferência de imprensa para divulgar os resultados a que chegou o grupo de trabalho, constituído no fim de 2011, ao qual foi pedido que apurasse o custo do ensino público por aluno e por ano de escolaridade. Tenho o documento á minha frente e, embora o artigo que ora escrevo só saia amanhã, respeito o compromisso que assumi de nada referir antes da respectiva apresentação pública. Posso, todavia, relembrar factos para a tinta que vai correr.

 

A Assembleia da República, que aprova o Orçamento de Estado, por natureza o documento onde são detalhadas todas as despesas da Administração Pública, e tem comissões especializadas permanentes, entre elas uma de Orçamento, Finanças e Administração Pública e outra de Educação, Ciência e Cultura, pediu ao Tribunal de Contas (Resolução 95/2011, de 6 de Abril) que apurasse o custo médio por aluno do sistema de ensino. Precisava de o ter feito? Desconhecia os dados? Não! Visava um efeito político. Recorde-se que a iniciativa pertenceu ao PSD, após o corte ao financiamento dos colégios privados com contratos de associação, decidido pelo anterior executivo socialista. Com efeito, a Portaria nº 1324-A/2010, de 29 de Dezembro, fixou o valor do financiamento em 80.080 euros por turma, quando antes andava por volta dos 114.000, porque, afirmou a ministra Isabel Alçada no parlamento, o custo médio por aluno do ensino público se cifrava nos 3.735 euros. Logo após a posse do actual Governo, Nuno Crato, generoso e à revelia rara da receita da troika, aumentou o financiamento para 85.288 euros por turma. E, embora pendesse o trabalho encomendado ao Tribunal de Contas, foi incumbido um novo grupo de “efectuar os estudos necessários para o apuramento do custo real dos alunos do ensino público por ano de escolaridade, tendo em vista a alteração do modelo de financiamento público aos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo em regime de contrato de associação” (sublinhado meu). Mais claro, só amanhã! Mas a conversa promete. Várias fontes já a iniciaram, incensando os cálculos do Tribunal de Contas que, preto no branco, diz o próprio tribunal, não têm validade, por datados (os sucessivos pacotes de austeridade derrogaram-nos, sem apelo nem agravo). Corrijo. Há quem apele e com agravo.

 

José Manuel Fernandes, citando o estudo e mais tribunício que o próprio tribunal, disse que a recomendável privatização da Educação é agora imperiosa. Falou de monopólio por parte do Estado, ignorando que Portugal ocupa os lugares cimeiros das tabelas que medem a presença do ensino privado nos sistemas nacionais de ensino. Cita a Holanda como exemplo, mas não esclarece os indígenas que no modelo holandês o Estado não permite que as escolas geridas por privados tenham lucro. Perguntava e respondia em artigo deste jornal, de nove deste mês: “Por onde é que se começam a cortar quatro mil milhões? Talvez por onde o Estado é ineficiente, como no quase monopólio da Educação”. Criticando Marcelo Rebelo de Sousa, que usou o vocábulo “vazio” para adjectivar a proposta de Passos Coelho sobre a redefinição das funções do Estado, convidava-nos a trocar “umas ideias mais sérias e menos vazias sobre o assunto”. Mas cingiu-se, afinal, a insinuar a necessidade de privatizar a Educação, usando argumentos financeiros e estatísticos imprecisos ou datados. Com efeito, disse que entre 2009 e 2011 o sistema público de ensino perdeu 100 mil alunos no ensino básico, outros 100 mil no secundário regular e ganhou 8.500 no superior. Tudo para afirmar que o custo por aluno aumentou. Mas as estatísticas oficiais (GEPE/ME e GPEARI/MCTES, citados por PORDATA) mostram que se perderam 52.884 alunos no básico e não 100 mil, 34.640 no secundário e não 100 mil e se ganharam 25.540 no superior e não 8500. O número total de alunos do sistema público de ensino, considerando a educação pré-escolar e os cursos de especialização tecnológica, que José Manuel Fernandes ignora, era 1.902.774 em 2009 e 1.844.317 em 2011. O que dá uma perda de 58.457 alunos e não os 191.500 sugeridos.

 

Repensar as funções do Estado sob a “chantagem” de reduzir 4 mil milhões de euros é a pior forma de o fazer. Mas, acima de tudo, não martelem os dados. Trocar umas ideias sérias sobre o assunto é uma boa proposta. Adianto algumas: nos termos da Constituição, o serviço público de ensino é obrigação do Estado; nos termos da Constituição, os portugueses têm a liberdade privada de criar escolas privadas; dinheiros públicos não devem pagar serviços privados de Educação senão quando o Estado não estiver em condições de os prover, termos em que urge garantir que não se financiam escolas privadas sempre que existam escolas públicas para acolher os alunos. Como recomendou a troika e o Tribunal de Contas.

In “Público” de 21.11.12

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A Virgindade, o Burro e a Vaca

só mesmo notícias deste género para alegrar um pouco o dia.

 

Michael Jackson morreu virgem aos 50 anos

 

Papa reafirma virgindade de Maria e diz que o burro e a vaca não estavam no presépio

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Há Quem Goste de Calcar a Linha

E insista em determinados critérios que podem ir contra a Circular B12029396X, nomeadamente o conhecimento do PE, RI e PAA do agrupamento que procede à contratação.

Enfim.

 

 

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Blogosfera – Assistente Técnico

Concurso 1000 Lugares – Finanças tem Dinheiro!!!

 

É muito normal que os serviços de inspeção tributária possam crescer com as medidas que estão a ser aplicadas porque a vontade de fugir aos impostos aumenta a cada dia que passa.

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Apesar dos Estudos

FMI diz que a despesa por aluno é elevada

 

Outra das áreas especificamente referidas pelo chefe de missão da troika, a propósito do pacote de poupança de quatro mil milhões de euros em 2013 e em 2014, é a da Educação.

“Outro exemplo que continua a aparecer é a educação pública. Aqui, o dinheiro gasto e o número de professores por aluno tendem a ser muito elevados, mas nos resultados obtidos vocês estão na média ou até abaixo relativamente aos países de referência”, afirmou.

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À Atenção de Quem Usufrui da Lei 77/2009

Para quem se encontra abrangido pela Lei 77/2009 ler este post e verificar uma proposta de alteração neste link a que se junta imagem neste post.

E como a iniciativa parte de deputados do PSD e do CDS é muito provável que seja acolhida pela maioria.

 

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ANAPET – Balanço do Encontro de Coimbra

Informação retirada do site da ANAPET

 

Balanço do Encontro de Coimbra

 

O Encontro de ontem em Coimbra foi muito positivo, tendo estado presente algumas dezenas de professores de diversas regiões do país. Os presentes partilharam algumas das situações vividas nas suas escolas e analisaram as consequências da recente revisão curricular, nomeadamente o empobrecimento do currículo dos alunos, a disparidade de oferta da disciplina de Educação Tecnológica, bem como a situação dos professores nos agrupamentos escolares envolvendo o 2º e o 3º Ciclo.

Foram delineadas estratégias de acção futura e a necessidade de valorizar a educação técnica desde o 2º Ciclo até ao Secundário, bem como a necessidade de envolver outros intervenientes educativos e outras entidades / personalidades que nos ajudem a atingir o objectivo de voltarmos ter uma Educação Tecnológica no currículo. Analisou-se também as consequências do deficiente currículo técnico no actual momento do país em que se clama a necessidade de uma forte aposta na formação profissional.

   

Debateu-se a necessidade do reforço associativo e mobilização dos professores para que possamos fazer frente a todos os problemas que vivemos, e que podemos ultrapassar, desde que haja unidade e empenho dos presentes e, necessariamente, dos professores que ainda não pertencem a este movimento associativo.

A ANAPET irá desenvolver em breve uma nova vaga de contactos e iniciativas para dar corpo às estratégias delineadas.

Todos seremos poucos para que valorizem o nosso trabalho e consigamos ter um ensino técnico digno, que seja um valor acrescentado para os nossos alunos e para o nosso país.

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Evolução dos Não Colocados na Mobilidade Interna

Fechou a reserva de recrutamento 11 com 801 docentes dos quadros por colocar.

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Número de Colocações na RR11 (CONTRATAÇÃO)

Na reserva de recrutamento 11 foram colocados apenas 180 docentes contratados, sendo que apenas 5 tiver colocação anual em horário completo.

 

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Afinal

Alunos do básico custam menos ao Estado no público do que no privado

 

O custo médio por turma dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico é actualmente menor nas escolas públicas do que nos colégios que têm um contrato de associação com o Estado. Segundo dados divulgados esta terça-feira pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), o Estado paga em média 70.256 euros pelas turmas dos 2.º e 3.º ciclos das escolas públicas. A verba acordada para este ano com os colégios com contratos de associação é de 85.200 euros por turma.

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O Relatório com o Custo Por Aluno

Mostra-se bastante completo e apresenta uma metodologia interessante que retira os custos com as despesas de investimento e o plano tecnológico bem como outros custos com o pessoal docente em mobilidade e afetos a programas especiais.
No total o custo com o pessoal docente em mobilidade no ano letivo 2011/2012 representou 55.487.091€ considerados 12 meses de vencimento e 64.734.939€ considerados os 14 meses.
Em 2011/2012 o pessoal docente alocado a programas especiais gastaram 82.271.348€ considerando 12 meses e 95.983.240 se fossem considerados 14 meses.

Curioso o recado no final do relatório que aponta a DREC como tendo o custo mais elevado no sistema de ensino e indicia o relatório que deve haver um problema na concepção da rede de escolas que pode encarecer desnecessariamente o custo com o ensino em Portugal.
E não é a zona centro a que mais usufrui dos contratos de associação?

Considerando este aspeto do relatório com o recado do tribunal de contas para a revisão dos contratos de associação parece-me que alguns contratos na zona centro deverão ser revistos muito em breve.

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Muito em Breve Saberemos o Custo Médio do Aluno por Turma

… ou o custo médio de uma turma por escola.

A esta hora está a ser apresentado o relatório sobre o custo por aluno no ensino público e logo que termine a apresentação será disponibilizado o referido relatório para análise.

Aconselho no entanto que a primeira análise seja vista aqui.

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Reserva de Recrutamento 11

Publicitação das listas definitivas de colocação e não colocação da Reserva de Recrutamento 11

 

Contratação

Docentes de Carreira

 

Só ao final da noite ou amanhã posso fazer o tratamento da Reserva de Recrutamento 11.

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Campanha “POR OUTRAS POLÍTICAS”

Professores do Norte avançam com recolha de assinaturas contra aprovação do OE 2013

 

O Sindicato dos Professores da Zona Norte realiza,  até 27 de novembro, 50 plenários nas escolas da região com a ambição de  recolher assinaturas para evitar a aprovação do Orçamento do Estado tal  como está. 

 

Lista de plenários a realizar

Link para o evento no FB

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Avaliação de Desempenho – Observação de Aulas

Não estou com muita paciência para abordar este tema e além disso já tem sido falado em diversos blogues.

A questão principal neste momento tem a ver com a obrigatoriedade do pedido de aulas assistidas até final do 1º período para os docentes que se encontram no 2º e 4º escalão, mesmo que não progridam ao escalão seguinte nos próximos anos, conjugado com o nº 2 do artigo 30º que permite ao docente recuperar a classificação atribuída na observação de aulas de acordo com modelos de avaliação anteriores à data de entrada em vigor do Decreto Regulamentar 26/2012, de 21 de Fevereiro. O número 2 do artigo 30º também permite recuperar a classificação de avaliações anteriores para efeitos de atribuição da menção de excelente.

Em ambos os casos a recuperação destas classificações só podem ocorrer desde que não tenham sido usadas para progressão.

A maior dúvida tem a ver com a obrigatoriedade ou não de o docente pedir novamente a observação de aulas ou se pode já pedir que a classificação da observação de aulas seja recuperada para 2013.

No meu entendimento não há dúvidas que havendo já uma classificação na observação de aulas em que o docente considera ser suficiente para a sua avaliação no índice em que se encontra não necessita novamente de pedir essa observação bastando para isto solicitar antecipadamente a recuperação da classificação anterior.

E se porventura alguma escola obrigar a que entreguem novamente esse pedido, lembrem-se que mesmo com uma classificação de insuficiente nesse parâmetro podem recuperar a classificação anterior. Ou seja, não liguem muito a isso e preocupem-se com outras coisa mais importantes.

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Diz Vitor Gaspar

A Lei da Mobilidade Especial Será Revista

 

 

…com o propósito de agilizar e simplificar os processos de reafectação de pessoal.

 

Vitor Gaspar, 19 de Novembro de 2012

 

Certamente que não será para beneficiar quem trabalha ou quem sofre de ausência de trabalho, pois não?

E na mesma altura falou na alteração dos tempos de trabalho. Será que a função pública terá alguma convergência com o setor privado em breve?

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Das Finanças

…chegam-me diversos mails, um dos últimos pediam-me para pagar multa pela ausência de pagamento do IUC de 2008 de um veículo abatido há mais de 20 anos e que nessa data estaria isento do imposto de selo mesmo que não fosse abatido e nesta semana chegaram-me mais dois. Será que também vão enviar-me mail a dizer-me quanto vou pagar a mais no IRS?

 

A semana passada:

 

Assunto: Incentivo à exigência de fatura

A partir de 1 de janeiro de 2013 será obrigatória a emissão de fatura por todas as vendas de bens e serviços mesmo quando os particulares não a exijam.

Quando é emitida fatura, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) garante o controlo e a cobrança do IVA correspondente. Se a fatura não for emitida esse controlo é impossível.

Se todos exigirmos fatura em todas as aquisições que efetuamos conseguiremos:

• Aumentar a riqueza conhecida que Portugal produz (PIB);

• Aumentar as receitas fiscais, sem pagarmos mais impostos;

• Aumentar a equidade e justiça entre todos os contribuintes portugueses;

• Diminuir o défice orçamental e criar condições para uma redução futura da carga fiscal;

• Criar melhores condições para que o nosso país possa ultrapassar com rapidez a fase díficil em que se encontra.

Quando não exigimos fatura contribuímos para:

• Aumentar a evasão fiscal e enriquecer ilicitamente aqueles que não pagam impostos;

• Diminuir a receita fiscal, que é uma riqueza de todos os portugueses;

• Prejudicar com mais impostos os contribuintes cumpridores.

O seu papel é decisivo. Exigir fatura não tem custos. É um direito e um dever de todos. E todos ganhamos. Portugal e cada um de nós.

Em breve receberá mais informação acerca dos benefícios fiscais (até 250 euros) que serão proporcionados a quem exige fatura.

Com os melhores cumprimentos.
O Diretor-Geral,
José António de Azevedo Pereira

 

 Hoje:

 

A partir de 1 de janeiro próximo, pode beneficiar de uma dedução à coleta do IRS no montante correspondente a 5% do IVA pago em cada fatura, por qualquer membro do agregado familiar, com o limite global máximo de 250 Euros.

Para usufruir desse benefício, basta que exija a inclusão do seu número de identificação fiscal (NIF) nas faturas relativas às aquisições que efetuar. Os comerciantes são sempre obrigados a emitir faturas, mesmo nos casos em que o adquirente não as exija (com exceção dos comerciantes isentos de IVA).

Numa primeira fase encontram-se abrangidas apenas as prestações de serviços enquadradas nos seguintes setores de atividade:

i) Manutenção e reparação de veículos automóveis;
ii) Manutenção e reparação de motociclos, de peças e acessórios;
iii) Alojamento e similares;
iv) Restauração e similares;
v) Atividades de salões de cabeleireiro e institutos de beleza.

O sistema funciona de forma muito simples. Se exigir a colocação do seu NIF nas faturas, a AT atribui automaticamente o benefício.

Quando exige fatura, a AT garante o controlo e a segurança de que o IVA que nela pagou será entregue ao Estado.

Caso necessite de informação adicional, não hesite em contactar o nosso Centro de Atendimento Telefónico da AT (707 206 707), nos dias úteis das 08H30 às 19H30.

Com os melhores cumprimentos,

O Diretor-Geral,

José A. de Azevedo Pereira

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Para Ouvir Devagarinho

Vítor Gaspar divulga resultados da nova avaliação da troika às 18.30 horas

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Afinal Alguém Assinou?

Depois de ter anunciado neste post que 3 sindicatos não assinaram qualquer acordo sobre a vinculação extraordinária, de acordo com a notícia avançada pelo jornal de notícias, chegou-me informação que além da FNE, FENPROF, SEPLEU, SINAPE/FEPECI , ASPL a Pró-Ordem também não subscreveu qualquer acordo com o MEC. Assim, cai por terra o anúncio do MEC para a comunicação social que 10 organizações sindicais deram o seu aval a este concurso.
A pergunta que agora deixo é: Afinal alguém assinou este acordo?

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Variações Entre 2004/2005 e 2010/2011

… relativamente ao número de alunos, docentes e estabelecimentos de ensino no continente.

Se o número de estabelecimentos no ensino público tem reduzido muito por culpa do encerramento de escolas do primeiro ciclo é notório que o ensino privado tem vindo a crescer nestes últimos 7 anos letivos, embora de forma lenta.

Principal observação no número de alunos no sistema de ensino:

O pré-escolar tem vindo a crescer não pelo aumento da natalidade, mas sim pelo aumento da oferta;

O 1º ciclo tem vindo a perder alunos todos os anos, havendo menos 34499 em 2010/2011 do que em 2004/2005.

Contrariando a tendência de descida de alunos no 1º ciclo, no 2º ciclo o número de alunos tem crescido nos últimos 4 anos.

No 3º ciclo e no ensino secundário existiu um crescimento de cerca de 80 mil e 50 mil alunos respetivamente entre o ano letivo 2004/2005 e 2010/2011, havendo um enorme pico de alunos em 2008/2009 muito por culpa dos processos RVCC e dos cursos EFA em especial.

 

Quadros gerais do continente retirados do relatório Regiões em Números 2010/2011 que se encontra neste post.

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Blogosfera – Ensino Básico

Clubes e Cursos do Projeto Ensino Básico

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A Música de Domingo à Noite

A antecipar o lançamento do álbum “Rui e Amigos”

 

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E Será Que Encontra Alguma Coisa?

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FNE Pretende Impedir a Entrada de Novos Alunos

… nos cursos via ensino já em 2013/2014.

 

A FNE aprovou ontem no seu Conselho Geral uma resolução contras as medidas de austeridade na qual dá especial destaque às medidas na área da educação e na qual destaco uma:

definição de uma orientação que impeça a entrada de novos alunos para os cursos de formação inicial de educadores e professores no ano letivo de 2013/2014.

De facto, com as medidas que se avizinham e com um elevado número de docentes formados no ramo educacional pouco sentido faz que se mantenha a formação de professores nas escolas públicas, bem como nas instituições privadas, para novos candidatos a professor.

O sistema educativo apenas vai precisar nos próximos anos de atualizar e reconverter para novos grupos disciplinares os docentes que já foram formados nestas instituições.

Na resolução aprovada a FNE também entende que deve haver uma determinação de mecanismos de informação e eventualmente de reorientação de formação para os atuais alunos dos cursos de formação de professores.

 

Com milhares de docentes a aguardar colocação não faz qualquer sentido que neste momento se invista na formação de novos desempregados nesta área. 

 

E continuo a aguardar pelos índices de empregabilidade que este governo prometeu disponibilizar por curso, quando da abertura das vagas ao ensino superior.

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Dívida Pública

Chegou-me por mail este quadro com texto enquadrador, que me escuso a publicar, com a dívida pública em função do PIB desde 1850.

 

Mas havia quem dissesse que as dívidas geriam-se e pelos vistos continuam a gerir-se já quem em 2012 vão para além dos 120% do PIB.

 

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Registo Biográfico Eletrónico

Estou em condições de assegurar que dentro em breve  finalmente será disponibilizado pela DGAE o registo biográfico eletrónico do docente.

Já falei nesta necessidade em mais do que um post e desta forma será eliminado mais um processo burocrático das escolas onde todos os anos é sempre necessário proceder à inserção dos mesmos dados para efeitos de concurso.

Havendo este registo biográfico eletrónico espero que a gestão da carreira e das progressões possa também ser feita de acordo com os dados introduzidos e  que de uma vez por todas cada docente tenha a perfeita noção do lugar onde se encontra na carreira e do tempo necessário para uma próxima progressão.

 

O que deve ser assegurado na passagem para um registo biográfico eletrónico?

– A confidencialidade do registo biográfico;

– Um espaço de tempo de 30 ou 60 dias para a introdução dos dados pelas escolas;

– Um espaço de 10 dias para aceitação e/ou reclamação por parte dos docentes dos dados introduzidos pelas escolas;

– Um espaço de tempo de 10 dias para validação dos dados por parte das escolas;

– Um período de 5 dias para recurso por parte dos docentes.

 

Na minha opinião o que deve incluir o registo biográfico eletrónico?

– O tempo de serviço para efeitos de concurso, carreira e aposentação.

– Os períodos de faltas dos docentes;

– A formação inicial e todas as formações que conferiram efeitos na carreira;

– Formações complementares e ações de formação desenvolvidas;

– Cargos ocupados;

– Avaliações de desempenho;

– Datas de progressão;

 

Que possibilidades deviam existir no registo biográfico eletrónico?

– Possibilidade de articular o tempo de serviço para efeitos de aposentação com a caixa geral de aposentações ou segurança social de forma a confirmar rapidamente o tempo de serviço introduzido com o tempo de serviço existente na CGA e na SS.

– Simulação das datas de progressão de acordo com os dados introduzidos;

– utilização dos dados validados para todos concursos de docentes ou para futuros questionários da administração central;

– Cálculo automático da graduação profissional de cada docente.

 

E que tudo esteja pronto antes do próximo concurso de forma a que seja bastante claro quem terá de concorrer por ausência de horário e que tudo fique bem claro neste processo.

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Comparações

Em 2001 Júlio Pedrosa, ministro da Educação de Guterres, negociou a vinculação de professores contratados e o governo demitiu-se em Dezembro quando os concursos geralmente eram em Janeiro.

Em 2012 Nuno Crato, ministro da educação e ciência de Passos Coelho, negoceia o vinculação concurso externo extraordinário em Novembro para um concurso a decorrer previsivelmente em Março, por altura da 7ª avaliação da Troika e da 1ª avaliação do trimestre do orçamento de estado de 2013.

E ainda haverá governo em Março?

Agora começo a compreender as declarações do secretario de estado a pedir para não haver muito ruído sobre este assunto (01:57).

 

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