Notícias Soltas do Dia de Hoje

Há pais de crianças com necessidades educativas especiais a gastar apoios do Estado em férias e tablets

Pais que fiquem com subsídio de educação especial incorrem em crime de negligência – Observador

Um ano presos apenas por Matemática – PÚBLICO

 

A escola é para ensinar | Notícias de Coimbra

Crato sob pressão – JN

PISA: quinze anos depois – PÚBLICO

Uma Agenda de Inovação para Portugal – PÚBLICO

 

Governo envia calendário escolar para publicação em Diário da República > TVI24

Ministério ultima protocolo com instituto chinês sob suspeita noutros países – PÚBLICO

Professores querem regime especial de aposentação > TVI24

Dgae não reconhece erros nos concursos de professores – fenprof – SAPO

Fenprof acusa MEC de financiar “interesses privados com dinheiros públicos”

Sindicato critica atraso na entrada em vigor do Estatuto da Carreira do Docente nos Açores – Açoriano Oriental

Madeira anuncia vinculação de mais 194 professores no próximo ano letivo | Jornal da Madeira

Governo dos Açores nega encerramento de escola na Terceira e na Graciosa – Açoriano Oriental

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Calendário Escolar e Exames 2015/2016

Despacho n.º 7104-A/2015 – Diário da República n.º 123/2015, 3º Suplemento, Série II de 2015-06-26

 

 

Ministério da Educação e Ciência – Gabinetes dos Secretários de Estado do Ensino e da Administração Escolar e do Ensino Básico e Secundário

 

Determina o Calendário Escolar e o Calendário de realização das provas finais do ensino básico, do Preliminary English Test, dos exames finais nacionais do ensino secundário, das provas de equivalência à frequência e de afixação dos respetivos resultados para o ano escolar de 2015-2016

 
calen
 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/06/despacho-7104-a-2015.pdf”]

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Pois…

(…)

No entanto, políticas de intervenção na primeira infância em famílias em situação de pobreza que visam a promover a igualdade de oportunidades nos primeiros anos de vida das crianças, são políticas que promovem a justiça social e ao mesmo a eficiência económica, nomeadamente a criação de capital humano, aumento de produtividade, e, consequentemente, o crescimento económico.

James Heckman, prémio Nobel da Economia e professor da Universidade de Chicago, em cooperação com vários investigadores de universidades norte-americanas e europeias, tem-no demonstrado através de várias experiências sociais que consistem em intervenções na primeira infância, sendo as crianças seguidas depois por várias décadas. Muitos destes programas põem crianças desfavorecidas em pé de igualdade com crianças de uma classe média.

A título de exemplo, intervenções em crianças desfavorecidas nos Estados Unidos com apenas 6 a 8 semanas de vida, que consistem na providência de alimentos, exames médicos, atividades lúdicas com educadores de forma continuada nos primeiros anos de vida, mostraram ter um impacto positivo no quociente de inteligência até aos 21 anos de idade. Uma outra intervenção, em crianças desfavorecidas na Jamaica, mostrou que 1 hora por semana despendida em atividades lúdicas teve maior impacto do que apenas providenciar melhor nutrição, mas sendo preferível a combinação de ambas. Esta experiência em particular, mostrou que as crianças que foram sujeitas à intervenção auferiram, na fase adulta, de um rendimento 25% maior do que crianças que não receberem qualquer ajuda.

Os recursos na economia são limitados, é certo. Mas pagamos impostos e exigimos que quem nos governa decida da melhor forma o que fazer com essas receitas. Ora, já que investir na igualdade de oportunidades na primeira infância tem demonstrado criar valor económico que supera os custos, ao mesmo tempo que promove a justiça social, faz sentido que políticas de promoção da igualdade no início de vida das crianças superem diferenças ideológicas e estejam presentes nos programas de governo da esquerda e da direita. (…)

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Compreendo-te: Quando a Mesma Sai na Farinha Amparo…

“A licenciatura é uma mágoa que eu transporto”

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Simpatia da DGAE

… em ter enviado mail a quem ainda não aceitou a colocação e dando conta de novo prazo até às 23:59.

 

alargamento

 

 

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“Animação, hoje é sexta!” (filmes realizados por crianças e jovens)

Viva! Hoje é sexta!

Continuando o post da semana passada, deixo-vos aqui mais alguns filmes de animação realizados por crianças e jovens, deixando novamente a nota que nos podem fazer chegar os projetos de animação que têm desenvolvido nas escolas. O primeiro caso é disso exemplo. Surgiu no comentário do post da semana passada feito pelo meu amigo Francisco Lança. O Filme, também importante para abordar conceitos da Matemática chama-se “As casas decimais” e foi realizado por crianças de 8 anos, turma do 3.º B da Escola da Lagoa, Ericeira. Com a colaboração da professora Ana Paula e orientação de Joana Imaginário e Francisco Lança.

 

A segunda animação, “Segue sempre por bom caminho” foi orientado pelo professor André Mantas e realizado por crianças do 5.º ano de escolaridade, tendo por base uma deixa do filme Anikibobó de Manoel de Oliveira.

 

 

Finalmente, apresento-vos algumas animações realizadas em diversos contextos (formais, não formais, com crianças, com adultos,…), mas todas elas orientadas pelos meus amigos Tânia e Ícaro (e o seu Bichinho de Animação). A não perder… o resultado do workshop de Cinema de animação TRANSVERSAL, realizado no Mercado Municipal de Espinho, no projecto VAZIO VISÍVEL. E… ainda a animação OLHÓ RESPEITINHO! (e making of)

Até à próxima sexta! Bom fim de semana!

 

 

 

 

 

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Quantos candidatos tenho à minha frente?

 

Ao clicarem na imagem abaixo, poderão aceder a uma ferramenta que vos dá uma visão geral da vossa posição num determinado grupo de recrutamento. Válida apenas no Concurso Externo. Espero que vos seja útil!

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Todos?

Não!

Possivelmente será o primeiro Dr. por prescrição.

 

 

relvas

Correio da Manhã (26-06-2015)

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Até Quando?

Desabafo que me chegou sobre os contratos de 2014/2015 que AINDA NÃO FORAM ASSINADOS.

 

Colegas, mais uma vez aqui deixo a minha profunda indignação pela forma como os professores contratados, ou melhor, pseudo-contratados, pois contratos ainda não assinámos, têm vindo a ser tratados…
– Muitos estão a trabalhar desde o início do ano letivo e ainda não assinaram contratados!! Senhor Ministro??? Ouviu bem??? Ainda não assinámos contratos!! É ilegal!!
– Muitos de nós viram os colegas receberem o subsídio de férias e, no meu caso e penso que não sou caso único, não recebi!! Receberei posteriormente, pois há que fazer acertos (resposta dada na secretaria)!!!

Até quando, os que nos representam, e falo nos sindicatos, nas organizações/associações e queixas já remetidas para o provedor de justiça, irão estar calados e pactuar com esta situação indigna, iníqua, antidemocrática…. e fico-me por aqui!!

Até quando??

 
Mas ao mesmo tempo existem homologações de contratos deste ano publicados em Diário da República, o que não deixa de ser estranho.
 
contratos

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Candidatos que ganharam ou perderam a 1ª prioridade no Concurso Externo

As tabelas seguintes apresentam algumas das alterações da 1ª prioridade relativamente à lista provisória. Houve muito mais alterações (tempo de serviço, graduação, majoração, …), mas a falta de tempo impede-me de estudar os dados com algum rigor.

De qualquer maneira seguem 2 listas: (clicar nos links para obter as listas em pdf)

 

Estas alterações são a prova que as reclamações podem trazer mais alguma justiça a um concurso que se tem tornado, nos últimos anos, cada vez mais injusto.

 

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Tribunal de Viseu condena mãe a indemnizar professora…

Se todos os professores seguirem o exemplo…

 

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L’Atitude nº 6

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/06/L_ATITUDE-Edição-n.º-6.pdf”]

 

 

 

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Só Para Lembrar que a Aceitação Termina Hoje

… às 18 horas.

 

E o recurso Hierárquico.

 

… às 23:59.

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Aposta Para Hoje

… para pagar umas férias de luxo num resort qualquer no meio do Pacífico.

 

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Comunicado da FNE sobre os Concursos

FNE reitera denúncia de injustiças nos concursos de professores

 

 

O MEC não salvaguardou as legítimas expetativas dos candidatos, ao desrespeitar o princípio da graduação profissional para proceder às colocações de professores. Federação considera que devem ser corrigidas as perversões detetadas na lista

Face aos resultados dos concursos tornados públicos, a FNE não pode deixar de manifestar a sua mais veemente oposição e perplexidade, atendendo às injustiças que o mesmo contém, evidenciando o MEC uma insensibilidade total em relação às denúncias que a FNE em devido tempo anunciou como resultado das opções que o MEC estava a promover.

Ignorando uma posição de base fundada na lista de graduação nacional, o MEC não acautelou as diferentes situações concursais e legítimas expectativas dos candidatos. Por um lado, dos docentes que se encontravam providos em Quadros de Escola ou Agrupamento (QE/QA), por outro, dos providos em Quadros de Zona Pedagógica (QZP) e, uma terceira situação, dos docentes contratados que preenchiam os requisitos do artigo 42.º do DL n.º 83-A / 2014, de 23 de maio.

Cada um destes grupos de docentes tinha posições diferentes na carreira, nomeadamente em termos da sua graduação profissional, pelo que deveria ter sido objeto de um tratamento diferenciado.

No entanto, o MEC, ao optar por realizar este concurso em simultaneidade e tendo por base apenas uma listas de vagas diferenciadas para concurso interno (QE/QA) e outra para o concurso externo, criou situações de injustiça com efeitos irreparáveis e inconcebíveis à luz dos mais elementares princípios de justiça e equidade.

Na verdade, por insuficiência de vagas, os docentes dos QE/QA e QZP, com 17, 18, 19, 20 e mais anos de serviço, não puderam beneficiar de mobilidade de quadro escola, quadro de agrupamento ou quadro de zona pedagógica de provimento, onde já se encontram em muitos casos há mais de 13, 14 e 15 anos.

Em contrapartida, docentes contratados que vão completar em 31 de agosto deste ano de 2015, com cinco anos de serviço, viram ser-lhes aberta uma vaga em QZP, para onde os QE/QA, pretendiam mudar.

Esta situação, que é uma completa e incompreensível perversão da lista de graduação, para além de no imediato se traduzir numa injustiça inconcebível, tem efeitos para o futuro, uma vez que impede a mobilidade dos docentes do QE/QA para esse QZP, tendo em conta que as vagas criadas foram ocupadas pelos docentes contratados.

Esta situação tem de ser urgentemente reparada.

Para além disso, nem todas as vagas resultantes da mobilidade entre QZP e entre QZP/QA, foram integralmente recuperadas, o que se traduz também numa situação anómala e injustificada.

A FNE considera imprescindível e da mais elementar justiça que o MEC encontre uma solução para esta enorme iniquidade.

Porto,25 de junho de 2015

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23 Escolas Querem Ensinar Mandarim

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Jornal i (26-06-2015)

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Público (26-06-2015)

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Por Matosinhos

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Parabéns À Telma,

pois conquistou ouro!

 

Parabéns, igualmente, a todos os que irão querer aparecer, nem sei o nome – sequer – do ministro ou obscuro secretário de secretaria dalgum estado, se é que existe qualquer deles!

 

 

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Qual é @ Diretor@ Que Vai Ter Coragem

… de ficar com todos os docentes (incluindo os da “casa”) colocados em lugar de quadro no concurso interno, mesmo não tendo lugar para mais ninguém nesse grupo de recrutamento?

 

…principalmente se não pediram esses lugares.

 

Sindicatos de professores denunciam erros e injustiças nos concursos

 
Há docentes colocados em vagas de quadro inexistentes, casos de “desaparecimento de candidatos” e ultrapassagens injustas, denunciam a Fenprof e a FNE. O MEC lembra que decorre o prazo para recurso e diz que, se for o caso, as anomalias serão corrigidas.
 

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Vá-se Lá Entender

Umas vezes é porque são aulas a mais outras vezes porque são aulas a menos. Mas que seria preferível uma paragem a meio do 1º período, isso seria.

E já agora quem ficar colocado em horário pedido até ao dia 21 de Setembro de 2015 terá a sua colocação retroagida ao dia 1 de Setembro.

 

materiacalendario

 

Jornal de Notícias (25-06-2015)

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Sobre as Renovações

… aconselho a lerem o que diz a nota informativa de 6 de Março de 2015.

 

renovações

 

Também podem ler o que diz sobre a obrigatoriedade dos docentes QZP concorrerem na Mobilidade Interna.
 
QZPcon
 
Porque parece que por esta altura do “campeonato” ainda há muita desinformação a circular.

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Boas e Más Notícias da Madeira

A boa notícia é a vinculação de mais 194 professores na região da Madeira que contrasta com a má notícia da redução de 1500 alunos na região.

E julgo que será apenas possível esta vinculação pelo escape dos docentes dos quadros da madeira para o continente. Segundo as minhas contas saíram das regiões Autónomas para o continente 310 docentes, mas não consigo precisar ao certo quantos saíram da Madeira.

madeira

Jornal i (25-06-2015)

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Língua Estrangeira III – Mandarim

Despacho n.º 7031-A/2015 – Diário da República n.º 121/2015, 1º Suplemento, Série II de 2015-06-24

 

Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Ministro

 
Cria um projeto piloto de oferta do mandarim como língua Estrangeira III no currículo do ensino secundário, no ano letivo de 2015-2016

 

mandarim

 

Deixo também este mail que me chegou e que terá sido enviado também para vários órgãos de comunicação social, com o título “Mandarim nas escolas – 500 alunos à mercê da ideologia do governo chinês“.
 

Boa tarde,
As noticias vindas a público desde da última visita do Ex.mo Sr. Presidente Cavaco Silva à China têm-me levantado algumas preocupações. Junto envio provas documentais do que será referido.
São vários os países que têm travado a proliferação dos Institutos Confúcio (IC), EUA, Suécia, França, Canada,…. entre outros. Alegadamente por estes serem um instrumento de softpower do governo chinês.  Uma tese de mestrado de um aluno de Universidade do Minho, que estagiou no IC da mesma universidade no ano de 2014, também alerta para questões de instrumentalização política dos ICs (a tese encontra-se anexa a este email).  A orientadora da tese (ou relatório), Drª Lin Sun Lam, foi Directora do IC dessa universidade durante 10 anos. Esta acabaria por apresentar a sua demissão do cargo após os problemas diplomáticos surgidos na conferência da EACS de 2014, que teve lugar em Braga e Coimbra. A Dr.a Lin Sun Lam é actualmente a Directora do Departamento de Estudos Asiáticos da Universidade do Minho.
Nessa tese é apresentado um relato da pressão do governo chinês, através do Hanban que tutela os ICs, sobre um organismo independente (EACS), que viria a resvalar num problema diplomático entre a Republica Democrata da China e a Republica Popular da China. Este acontecimento, apesar de noticiado no wall street journal bem como outros jornais internacionais, não teve qualquer atenção da comunicação social portuguesa.
No meu entender é preocupante que seja uma ex- Directora de um IC a reconhecer, indirectamente, o softpower da china aplicado através dos ICs. Não menos importante é a preocupação manifestada na mesma tese com o ensino do mandarim nas escolas, como instrumento da ideologia chinesa. Não podemos esquecer que teremos nas nossas salas de aula professores escolhidos pelo governo chinês (através do Hanban), pagos pelo governo chinês, a ensinar aos nossos alunos disciplinas curriculares cujos conteúdos programáticos serão elaborados pelos ICs, ou seja, serão da responsabilidade do governo chinês.
Não se deverá confundir uma oferta extra curricular, como acontece actualmente, com uma oferta curricular, onde os alunos são avaliados como se de outra qualquer disciplina se tratasse. É evidente que os exames nacionais do secundário serão elaborados e classificados pelos ICs. Poder-se-à comparar esta implementação com a da Suécia, que  elaborou um plano de 11 anos para introdução do mandarim nas escolas públicas, onde não existe qualquer intervenção do governo chinês. Qual o país ocidental que remete para outro país a responsabilidade de redigir os seus currículos através de uma entidade questionável como o IC/Hanban.
No wikipedia são apresentadas outros casos que ilustram de que forma os IC são instrumentos ideológicos do governo chinês.
Existe ainda a questão da relevância da introdução do mandarim. No contexto das relações empresariais entre a china e outros países, o Inglês é e continuará a ser língua em uso. A taxa de empregabilidade dos licenciados/mestres em línguas orientais,  formados pelas universidades portuguesas, é reduzida, sendo estes precários. A dificuldade natural da aprendizagem do mandarim também se revela como um obstáculo à introdução dessa oferta curricular. Os bacharéis da universidade do minho (Licenciatura em Línguas e Culturas Orientais), por exemplo, após 3 anos com uma carga horária semanal de 12 horas, atingem, na melhor das hipóteses um nível B1/B2.
Gostaria de esclarecer que estudei mandarim durante alguns anos, tendo um nível de proficiência da língua  B1/B2. A China e a cultura chinesa não me são estranhas, pelo contrário.
Peço a vossa atenção para o exposto, e espero que vos suscite interesse.
Cordiais cumprimentos,

 
Juntamente com este anexo.

 

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Uma Questão De Estática

ou de Ética ou de Ordem.

Mas, não tendo havido nunca qualquer das cujas, …

 

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A (des)União Docente…

pobrema

De cada vez que surge um “problema” na educação, nova legislação, ou alguma outra luta que os sindicatos entendam enfrentar, a palavra União, vem como bandeira na frente. Mas a união é muito complicada…

Infelizmente, a nossa classe profissional não é unida, mas isto, todos sabemos.

Mas porquê?

Quando ouço apelos à união, geralmente, é mencionada a classe dos médicos, uma “comparação incomparável” com a nossa classe. É que, como um médico uma vez me disse, nós somos muitos, logo, nunca nos uniremos. A nossa “separação” em ciclos de ensino é, por si só, um entrave. Cada um defende o seu quintal com unhas e dentes.

O Pré-escolar reivindica o ano letivo a iniciar e a acabar nas mesmas datas com os outros ciclos. Pelo 1º ciclo fala-se das aposentações, monodocência, horários, entre outros. Os colegas do 2º e 3º ciclos, reclamam turmas com excesso de alunos, burocracia a mais, horários com furos e sem dias ou tardes livres, indisciplina… No secundário contesta-se porque, têm muitas turmas, os horários, o número de alunos por turma, a exigência que têm de ter, os exames e sua consequente correção… Todos têm as suas especificidades dentro das próprias especificidades.

Os exemplos dessa desunião são imensos e alimentados pelos responsáveis governamentais, mas nós, também responsáveis e os primeiros a alimentar essa desunião. “Cada um puxa a brasa à sua sardinha”… são os professores de Português a reclamar mais tempo letivo para a sua disciplina, porque as metas assim o exigem. São os professores de Educação Física a desaprovar que a sua avaliação não tenha o peso que as outras têm, são os professores contratados a ter que realizar a PACC… É o olhar para o lado e apenas encher a boca com a palavra união quando nos convém. Mas não fica por aí. Depois há a crítica que, na maior parte das vezes, nada tem de construtiva. Os professores do 1º ciclo dizem que no pré-escolar a motricidade não foi bem trabalhada. Os professores do 5º ano reclamam, que as matérias do 1º ciclo não foram bem consolidadas. No 7º ano, não entendem como os alunos chegaram “ali”. No 10º ano, porque deviam ter ficado no 9º ano. Entre colegas a crítica fácil, está sempre na ponta da língua. Nós, professores, somos os transmissores de cultura, mas com este tipo de atitude, que cultura se transmite? Estamos prontos a apontar o dedo ao colega do lado, para provar aos outros que somos bons, não, melhores do que eles, mas afinal não somos todos professores? Não temos todos, o mesmo objetivo? Ainda ninguém reparou que, com este tipo de atitude, estamos a dar razão àqueles que fazem do ataque à profissão, um desporto? Acima de tudo, como professores, temos de ser pedagogos, se queremos “criticar” temos de o fazer de forma construtiva, para nos destruir, já temos o MEC.

A nossa desunião resume-se à competição a que nos submetemos entre pares e à defesa do indefensável. Enquanto não respeitarmos as diferenças entre ciclos de ensino, não conseguiremos a dita união. Enquanto não olharmos para o lado para ver um colega e não um professor contratado ou um do quadro, não nos uniremos. Sejamos realistas, só nos unimos quando a causa é transversal a todos. Exemplo disso foi a manifestação dos 100 mil professores mas, até nessa altura, havia quem divergisse da causa.

Não se iludam, a desunião da classe é a força que move a bola de neve que tem descido a encosta. O MEC espera-a e fomenta-a. Aos sindicatos, de certa forma, interessa…

 

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Já Me Chegam Imensos Relatos

… de docentes que se apresentaram na escola de colocação no Concurso Interno e foram informados que a escola não tem componente lectiva para lhe entregar em 2015/2016.

 

Espero que a escola também saiba que não é por estes docentes terem sido os últimos a entrar na escola que terão de concorrer à Mobilidade Interna.

A escola terá de fazer uma lista de graduação interna e no caso de não haver voluntários, serão os menos graduados a ter de concorrer, independentemente de terem entrado agora ou não.

E os QZP colocados na escola não podem ser considerados nessa lista visto que terão obrigatoriamente de ser candidatos à Mobilidade Interna.

 

Acho que neste momento as escola estão a tentar proteger os professores da casa e ainda não se aperceberam que não o podem fazer.

A ver vamos no que isto vai dar.

E se o MEC abriu vagas que as escolas não pediram, nenhum professor da “casa” ou “novo” tem culpa disso.

Por isso façam a vontade ao MEC e arranjem componente lectiva para todos. E se a IGE vier chatear muito atirem as culpas para o próprio MEC.

Ai se fosse comigo.

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As Aulas Começarão

mais tarde uma semana.

Agradeço, já que tenho a colheita das amêndoas agendada para o início de Setembro. Quem é amigo, quem é?
Por outro lado, …

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Fluxo das Colocações no Concurso Interno

O próximo quadro apresenta de que grupo de recrutamento provêm os docentes colocados no concurso interno.

A coluna representa o grupo de colocação e a linha o grupo de recrutamento de provimento.

Como se esperava o grupo de recrutamento com mais colocados provenientes de outro grupo de recrutamento foi o da Educação Especial 1 onde 343 docentes vieram do 1º ciclo e 127 do pré-escolar.

Para abrir o documento em formato pdf clicar na imagem.

fluxo

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Critérios e Parâmetros de Avaliação para as BCE

O processo deste ano para a BCE está bastante mais simplificado, contudo acredito que muitos erros do ano passado vão voltar a repetir-se.

Os erros desta vez não terão a ver com o processo de candidatura, mas sim com o processo de colocações. Não cabe na ideia de ninguém que possam decorrer dois concurso em simultâneo onde um deles pode ser impeditivo de se obter colocação no outro. E se calhar nem na cabeça do MEC cabe essa ideia absurda e o que pode voltar a acontecer são colocações simultâneas que poderão criar alguns problemas no início do mês de Setembro.

Tendo em conta o aproximar das eleições legislativas, a BCE pode de novo vir a ser um problema para o governo se voltarem a acontecer atrasos nas colocações. E se calhar por isso, o atraso numa semana na abertura do ano lectivo 2015/2016.
atraso

 

Da nota informativa de ontem:

 

 

– O(a) diretor(a)/presidente da CAP, deve utilizar os três critérios mencionados no n.º 7 do art.º 39, do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação conferida pelo Decreto-Lei n.º 83-A/2014, de 23 de maio, retificado pela Declaração de Retificação n.º 36/2014, de 22 de julho, podendo repetir parâmetros de avaliação, mas não ultrapassando um máximo de oito.

 

a) Avaliação de desempenho (ao abrigo do Estatuto da Carreira Docente)

  • O parâmetro de avaliação é comum a todos os AE/ENA, sendo apenas necessário o docente indicar a melhor menção qualitativa obtida, nos últimos três anos (2011/2012, 2012/2013 ou 2013/2014).

 

b) Experiência profissional

  • Como projeto de âmbito nacional, o(a) diretor(a)/presidente da CAP pode considerar todos
    aqueles que são reconhecidos pela Direção Geral de Educação (ex.: Projeto TEIP, Turma Mais,
    Projeto Fénix, PIEF, PCA, outros projetos reconhecidos pela DGE);
  • Relativamente à atividade mais relevante, o docente terá de indicar o seu nível de
    envolvimento e o número de dias relativo à atividade, no âmbito do plano anual de atividades,
    que considerar mais relevante;
  • Quanto ao conjunto de disciplinas dos grupos de recrutamento 430 (contabilidade e
    administração, economia, direito, sociologia) e 530 (mecanotecnia, construção civil,
    eletrotecnia, secretariado, artes dos tecidos, construção civil e madeiras, artes gráficas,
    equipamento, têxtil), o(a) diretor(a)/presidente da CAP deve selecionar a que se adequa às
    ofertas educativas disponíveis no AE/ENA;
  • A experiência profissional considerada no ensino de inglês do 1.º ciclo do ensino básico, é a
    adquirida no âmbito da Oferta Complementar e Atividades de Enriquecimento Curricular. A
    experiência de ensino pode ter sido, ainda, adquirida no ensino particular e cooperativo;
  • Quanto às unidades de referência, o(a) diretor(a)/presidente da CAP pode selecionar a que
    melhor se adequa à realidade do AE/ENA (ex.: multideficiência e surdocegueira congénita,
    perturbações do espetro do autismo, educação de alunos cegos e com baixa visão, educação
    bilingue de alunos surdos, intervenção precoce na infância, centros de recursos TIC e/ou
    outra);
  • No que se refere às estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica (de acordo
    com a legislação em vigor), o(a) diretor(a)/presidente da CAP pode selecionar a função que
    considerar mais adequada à necessidade do AE/ENA (ex.: diretor de turma, coordenador de
    diretores de turma, coordenador de estabelecimento, coordenador de grupo disciplinar,
    coordenador de equipas pedagógicas, coordenador de curso, coordenador de CEF, coordenação
    em estabelecimentos prisionais, e/ou outra).

c) Habilitações e formação complementar

  • Quanto às outras formações relevantes para o grupo de recrutamento a que se candidata, o
    docente indica a formação mais relevante, não podendo considerar a formação que conferiu
    habilitação profissional para docência (ex.: doutoramento, mestrado pré-Bolonha, mestrado
    pós-Bolonha, licenciatura pré-Bolonha, curso de especialização, pós-graduação e bacharelato;
  • Na formação acreditada, o(a) diretor(a)/presidente da CAP deve indicar a(s) área(s) de
    formação, de acordo com o art.º 5 do Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, que
    considerar mais importante para o AE/ENA:

a. Área da docência, ou seja, áreas do conhecimento, que constituem matérias curriculares
nos vários níveis de ensino;
b. Prática pedagógica e didática na docência, designadamente a formação no domínio da
organização e gestão da sala de aula;
c. Formação educacional geral e das organizações educativas;
d. Administração escolar e administração educacional;
e. Liderança, coordenação e supervisão pedagógica;
f. Formação ética e deontológica;
g. Tecnologias da informação e comunicação aplicadas a didáticas específicas ou à gestão
escolar.

  • Quanto ao número de horas de formação acreditada em Ensino do Inglês, deve ser considerada
    apenas a formação específica efetuada para Inglês no 1.º Ciclo do Ensino Básico.

Sublinha-se que os mecanismos de seleção e ordenação destinados à constituição da Bolsa de Contratação de Escola, traduzem-se na criação de uma lista ordenada de candidatos que preenchem os requisitos legais de admissão, disponível para o recrutamento imediato dos docentes necessários ao preenchimento de necessidades, que surjam desde o início até ao final do ano letivo 2015/2016.

 

8. Ponderação
Cada AE/ENA atribui aos critérios de avaliação (avaliação de desempenho docente, experiência profissional e habilitações/formação complementar) as ponderações adaptadas à realidade do AE/ENA.

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Desabafo de Quem Desapareceu das Listas

E que a resposta a este recurso seja breve, muito breve.

Porque não se admite brincar assim com a vida das pessoas.

 

Desaparecemos da lista de colocações como que por encanto Na passada sexta feira saíram na internet o concurso de pessoal docente para o continente.

Ao abrir as listas definitivas lá estava eu o meu numero, a minha graduação, a minha validação tempo de serviço, tudo direitinho, qual não é o meu espanto ao abrir as listas de colocações o meu nome desapareceu…. eu era o 290 e nas colocações colocaram o 289 e o 291 o meu simplesmente tinha desaparecido.

Contactando outros colegas verificamos que a situação se passava com mais e mais e mais…. começamos a desaparecer no numero 26, depois 261 depois 290 e por aí adiante, 1000 …..

Somos todos das regiões autónomas dos Açores, queremos voltar à nossa terra Natal e o ministério da Educação faz-nos desaparecer como por encanto.

Claro que sabemos que temos 5 dias para reclamar, situação já efetuada por todos nós, e esperamos agora que seja reposta a legalidade, que quem cometeu o erro o assuma e nos coloque na escola a que temos direito por classificação profissional e tempo de serviço. Somos todos do quando de Escola das Regiões Autónomas e só queríamos mesmo era ficar junto das nossa famílias no continente português.

E agora a quem vão imputar a culpa? Há culpados? Ou simplesmente tratou-se de erro informático?

Precisamos que nos digam, pois a frustração é muita…. ao fim de 28 anos nos Açores querer voltar à minha terá Natal é crime?

Não é fazer–se justiça … só quero isso, que se reponham as listas e nos coloquem o mais breve possível, pois estar nas lhas implica a mudança com uma logística diferente. ,

 

Fernanda Manuela Ferreira Bacalhau

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Lista de Ordenação do Concurso Externo (com candidatos colocados) em EXCEL [Novo post]

Após alguns problemas na conversão do pdf para excel, penso que finalmente esse assunto está resolvido.

Segue abaixo a lista de ordenação com os candidatos colocados “pintados” de verde. Podem usar os filtros para procurarem aquilo que vos interessa. Brevemente mais informações….

Clicar na imagem para descarregar o ficheiro em excel.

loce

 

NOTA: Os candidatos colocados estão identificados a verde se ficaram no mesmo grupo de recrutamento. A laranja estão identificados os candidatos que vincularam noutro grupo.

Em breve será atualizado o ficheiro pintando de uma outra cor a vinculação noutro grupo de recrutamento e a identificação do grupo em que vincularam. Atualizado às 22:05.

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Formação Inicial dos Candidatos ao Concurso Externo

formacao

 

B ‐ Bacharelato

BFC ‐ Bacharelato + Formação Complementar

BFE ‐ Bacharelato + Formação Especializada

L ‐ Licenciatura

LFE ‐ Licenciatura + Formação Especializada

M ‐ Mestrado 2.º Ciclo do Processo de Bolonha

MFE ‐ Mestrado 2.ºciclo do Processo de Bolonha + Formação Especializada

O ‐ Outros

OFC ‐ Outro + Formação Complementar

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Blogosfera – Visto da Província

Ministério da educação impede aos professores que estudem e tem apoio em sentença de tribunais

 

 

Os professores são gente tratada pelo Estado, mesmo entre os funcionários públicos, como inferiores a aviltar.

Enquanto há gente que nem estuda, e com equivalências folclóricas ou turísticas acorda licenciado, os professores, que decidam estudar mais, encontram obstáculos em interpretações restritivas da lei e no seu Ministério (titulado da Educação), confortados por tribunais que aceitam olhar para o lado em relação à Constituição.

A primeira nota prévia sobre o que vem a seguir é que não sou licenciado em Direito (e, como verão, se quisesse, não podia, sendo professor). Logo não tenho realmente nenhum conhecimento técnico que me permita discutir direito com os tribunais. Mas sou povo e os tribunais administram a Justiça em nome do Povo. E como Povo (ignorante) gostava de entender melhor. Porque o Povo tem o direito de querer saber como os Tribunais chegam às suas conclusões e de fazer com que elas sejam discutidas. E já agora como o MEC gasta o seu dinheiro a litigar, supostamente em defesa do interesse público.

Comecemos pelo princípio do caso.

Há uns anos, a referência ao Estatuto do Trabalhador Estudante mudou no Estatuto da Carreira Docente, aplicável aos professores, e passou a constar uma condição para a sua atribuição que, na prática, permite ao patrão “Estado”, representado pelos Diretores de Escola, condicionar a matéria que os trabalhadores, que se candidatem às facilidades de horário para ir a exames e aulas, escolhem estudar.

Com a introdução de alterações, operada por iniciativa da nossa velha e prevaricadora amiga Lurdes e do muito assíduo compagnon Walter Lemos, passou a constar da lei, nos termos do que se dispõe no art.º 101.º/1 do ECD, que o Estatuto de trabalhador-estudante só pode ser atribuído aos docentes que frequentam o ensino superior com vista a obter grau académico ou pós graduação destinada ao desenvolvimento profissional da docência, isto é, “com vista a melhorar o seu desempenho enquanto docente” (na interpretação do Ministério).

 

O texto continua no blogue do Luís Sottomaior Braga com as seguintes abordagens

 

Estatuto de trabalhador estudante: como funciona para os outros trabalhadores?
Como uma coisa que não interessava nada está a dar problemas com apoio judicial….
O significado do caso e a necessidade de mudar a Lei

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Artigo e Sondagem Semanal – ComRegras

Como Reforçar a Autoridade do Professor sem Decretos

 

 

Ginásio 3x por semana, cursos de defesa pessoal, aquisição de equipamento de intervenção, tasers, etc…

A indisciplina terminava, mas também terminava o conceito de escola. Um professor não é um policia, e apesar de ser pau para toda a obra, o professor deve utilizar a sua principal arma ao lidar com as questões disciplinares – a inteligência.

 

Imagem intercalada 1
Resultados e Análise à Sondagem – Quantas participações disciplinares fez ao longo do ano letivo 2014/2015?
Sondagem-número-de-participações-disciplinares-2014_2015

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Créditos Para o Desporto Escolar

Despacho n.º 6984-A/2015 – Diário da República n.º 120/2015, 2º Suplemento, Série II de 2015-06-23

 

Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Ministro

Determina o número de créditos de tempos letivos a atribuir para o Programa de Desporto Escolar no ano letivo 2015-2016

 

 

1 — Para o desenvolvimento das atividades de desporto escolar, no ano letivo 2015-2016, é imputado à componente letiva o número de crédito horário global máximo de 21.800 tempos letivos.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/06/desporto-escolar.pdf”]

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Procuram-se 25 Professores do 910

Nomes de 25 professores desapareceram das listas definitivas

 

 

Os nomes de 25 professores que constavam da lista definitiva de colocação desapareceram. São docentes que concorreram ao concurso no Continente no grupo de educação especial. E que agora pedem explicações. Vão mesmo apresentar um recurso ao ministério da educação.

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Candidaturas ao Concurso Externo por Prioridade

Dos dados que trabalhei existem 46.018 candidaturas ao concurso externo que representam 29.899 docentes em concurso.

O quadro seguinte apresenta o número de candidaturas por grupo de recrutamento e prioridade.

Lembro que para a fase da contratação inicial a lista de ordenação será a mesma do concurso externo e que quem não se candidatou a este concurso apenas poderá concorrer às BCE e às Contratações de Escola.

Em breve apresento a lisa de ordenação ao concurso externo já com os colocados em lugar de quadro pintados de uma outra cor para poderem analisar a vossa posição em cada um dos grupos de recrutamento.

 

ordenacao ce

 

 

 

29899

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BCE – Criação da Oferta

Disponível para as escolas até às 18.00h de dia 06 de Julho de 2015.

Ler a nota informativa em baixo e o manual de utilizador aqui.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/06/Nota-Informativa.pdf”]

 

 

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Alguém Viu Alguma Vaga Recuperada para o CE?

Não, claro que não.

E não havia forma de transformar as vagas QA/QE não preenchidas em lugar de QZP já que a única forma de ingresso na carreira é feita através de lugar de QZP?

Acho que muita água ainda pode correr debaixo desta ponte num futuro próximo.

Artigo 23º do DL 83-A/2014.

recuperação

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Abençoada Vinculação

Não é preciso explicar muito porque a razão para estranhar esta vinculação, pois não?

 

Se a norma travão obriga a 5 contratos anuais em horário completo seguidos é lógico que só poderia entrar nesta prioridade quem em 31/08/2015 tivesse um mínimo de 1825 dias de serviço, certo?

Depois não se admirem que trate casos destes como suspeitos.

 

casos

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