Links do Concurso Externo

Publicitação das listas definitivas do Concurso Externo 2015/2016

 

Listas definitivas de Ordenação, Exclusão, Colocação, Não Colocação

100 – Educação Pré-Escolar Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
110 – 1º Ciclo do Ensino Básico Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
120- Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico) Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
200 – Português e Estudos Sociais-História Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
210 – Português e Francês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
220 – Português e Inglês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
230 – Matemática e Ciências da Natureza Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
240 – Educação Visual Tecnológica Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
250 – Educação Musical Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
260 – Educação Física Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
290 – Educação Moral e Religiosa Católica Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
300 – Português Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
310 – Latim e Grego Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
320 – Francês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
330 – Inglês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
340 – Alemão Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
350 – Espanhol Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
400 – História Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
410 – Filosofia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
420 – Geografia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
430 – Economia e Contabilidade Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
500 – Matemática Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
510 – Física e Química Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
520 – Biologia e Geologia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
530 – Educação Tecnológica Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
540 – Eletrotecnia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
550 – Informática Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
560 – Ciências Agropecuárias Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
600 – Artes Visuais Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
620 – Educação Física Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
910 – Educação Especial Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
920 – Educação Especial Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
930 – Educação Especial Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação

 

Lista definitiva de Desistências – Consulte

Lista definitiva de Retirados – Consulte

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Links do Concurso Interno

Publicitação das listas definitivas do Concurso Interno 2015/2016

 

Listas definitivas de Ordenação, Exclusão, Colocação, Não Colocação

100 – Educação Pré-Escolar Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
110 – 1º Ciclo do Ensino Básico Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
120- Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico) Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
200 – Português e Estudos Sociais-História Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
210 – Português e Francês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
220 – Português e Inglês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
230 – Matemática e Ciências da Natureza Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
240 – Educação Visual Tecnológica Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
250 – Educação Musical Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
260 – Educação Física Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
290 – Educação Moral e Religiosa Católica Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
300 – Português Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
310 – Latim e Grego Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
320 – Francês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
330 – Inglês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
340 – Alemão Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
350 – Espanhol Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
400 – História Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
410 – Filosofia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
420 – Geografia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
430 – Economia e Contabilidade Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
500 – Matemática Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
510 – Física e Química Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
520 – Biologia e Geologia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
530 – Educação Tecnológica Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
540 – Eletrotecnia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
550 – Informática Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
560 – Ciências Agropecuárias Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
600 – Artes Visuais Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
620 – Educação Física Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
910 – Educação Especial Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
920 – Educação Especial Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
930 – Educação Especial Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação

 

Lista definitiva de Desistências – Consulte

Lista definitiva de Retirados – Consulte

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Listas de Colocações no Concurso Interno/Externo

Publicitação das listas definitivas de Ordenação, Exclusão, Colocação, Não Colocação, Desistências e Retirados do Concurso Interno e Externo 2015/2016

 

Concurso Interno – ano escolar de 2015/2016

Concurso Externo – ano escolar de 2015/2016

 

Em tratamento de dados.

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33% dos Docentes do Quadro Conseguiram Ser Colocados

Em 32914 candidaturas existiram 11212 docentes que conseguiram colocação.

Como previa o número de vagas positivas permitiu um elevado número de docentes colocados.

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Ficam Para Já os Números do Concurso Interno/Externo

Em antecipação às listas.

números

NOTA: O somatório das vagas preenchidas por docentes em primeira prioridade e nas prioridades seguintes é superior ao número de vagas a concurso, devido à necessidade de criação de 18 vagas adicionais no âmbito da norma travão por motivo de deferimento de recursos hierárquicos interpostos previamente à abertura de vagas sobre processos com implicação no concurso.

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Podem sair

Porque consegui uma folguinha.

 

…mas rápido, ok?

 

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Hoje Não Me Dava Muito Jeito

… que as listas saíssem.

Reuniões ao longo do dia e uma saída à noite…

Mas que não impedem de recebermos os 25 milhões de hoje.

 

euromilhoes 19 junho

 

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O Inseguro PS

…começa a cair a pique.

 

Em oito meses, o PS de Costa é apanhado pela coligação

 

 

sondagem ps queda
Fica aqui nova sondagem para ver se a evolução na tendência de voto na classe docente é idêntica, ou não.

Estes foram os resultados da sondagem anterior.

 

 

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Autorização de Despesa Até 2020 para os Contratos de Associação

Se a evolução da autorização de despesa for de facto a que se encontra nesta resolução do Conselho de Ministros isso quer dizer que serão muito poucos os apoios financeiros do estado para estas escolas em 2020?

Estarão condenadas as escolas com contrato de associação? Ou será que para as mesmas se manterem terão de procurar receitas noutros locais, nomeadamente nas famílias?

2020 é já ali ao virar da esquina.

 

apoios economicos

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Uma Nação…

… segundo o PR.

Um país, segundo o Governo.

Dar tudo à costa, segundo o ps, dar nome ao coco.

Um sebastião soviético em atalaia, segundo o pcp.

Um teríamos podido, não tropeçássemos num pau de vassoura.

Um livre de penal-te!

E um machimbombo duo da cmtv.

 

 

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Das Promessas de Treta…

Crónicas do Cão: Como desvalorizar uma “promessa” que não o é

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Descobri A Causa!

 

Turmas e ministérios demasiado gregos!

 

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Do Despacho – Resta Saber se Armadilhado…

(…)

O Ministério da Educação enviou hoje para publicação em Diário da República o despacho de organização do próximo ano letivo, que a tutela afirma ser um documento de continuidade, face aos normativos anteriores, dando ênfase à autonomia das escolas.

“Tendo em vista as melhorias do desempenho escolar e a redução do abandono escolar, este diploma contribui para as escolas implementarem com maior agilidade medidas que se adaptam aos seus alunos e gerirem de forma mais flexível e eficiente os seus recursos. O despacho surge na continuidade dos normativos equivalentes dos anos anteriores, prosseguindo a política de autonomia das escolas e de incentivo à melhoria dos seus resultados”, lê-se numa nota enviada à imprensa pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC).

Já na terça-feira o documento tinha sido apresentado aos sindicatos, com as duas principais federações da educação a apontarem como principais novidades o facto de os agrupamentos cujas escolas ficam muito distantes terem mais horas para gestão dos estabelecimentos e os professores responsáveis pela classificação de exames terem direito a mais tempo.

“Estabelece-se que, na distribuição do serviço docente, letivo e não letivo, seja tido em conta o tempo necessário para tarefas inerentes à execução do trabalho de classificação de provas de avaliação externa dos alunos, podendo a escola, por exemplo, reservar tempos semanais para utilizar nesses momentos”, refere hoje o comunicado do MEC.

Mas à saída da reunião com a tutela, as duas federações sindicais tinham interpretações diferentes sobre esta novidade: a Federação Nacional de Educação (FNE) dizia que se dirige aos docentes que venham a ser corretores da prova de inglês do Cambridge, enquanto a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) afirmava que se refere aos avaliadores dos exames e provas nacionais.

“Com este despacho, cada escola continuará a decidir a duração dos tempos letivos, a gestão das cargas curriculares de cada disciplina, as opções nas ofertas curriculares obrigatórias ou complementares, a gestão dos seus recursos humanos e as atividades que considera necessárias para os seus alunos. Continuará, também, a receber créditos horários que permitem aplicar as medidas necessárias e as adequadas ao desenvolvimento integral dos seus alunos”, afirma ainda a tutela na nota enviada.

O despacho dá ênfase à obtenção de resultados por parte das escolas, com a tutela a dar mais horas àquelas que mais progridem.

“Os progressos obtidos por cada escola são indicativos da sua correta orientação estratégica, boa gestão pedagógica e judiciosa utilização de recursos. Pretende-se, assim, continuar a dar mais créditos horários às escolas em função das suas características e a incentivá-las a que se tornem progressivamente mais livres nas opções a tomar”.

O ministério acrescenta ainda que se continua “a incentivar as escolas que melhoram, ano após ano, os seus resultados, mesmo que estes ainda sejam globalmente negativos, prosseguindo-se com a atribuição, para estas, de um crédito horário adicional em que são tidas em conta características próprias de cada escola”.

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Da Manif de Professores No Sábado – Dia 20 – em Lisboa…

(…)

Os professores tencionam exigir a aposentação ao fim de 36 anos de serviço, defendendo tratar-se de uma profissão de grande desgaste ao nível físico e psicológico, agravada nos últimos anos com a saída de dezenas de docentes do sistema, devido às aposentações e rescisões.

“O desgaste é brutal, dizer que há mais 4.000 professores nos quadros é uma farsa. Nestes quatro anos saíram 24.000 professores, essencialmente por aposentação, e reduziram 20.000 professores contratados”, disse à agência Lusa o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (FENPROF), a organização mais representativa da plataforma, integrada por outras sete organizações sindicais.

A municipalização da educação será o outro grande ponto de contestação nesta iniciativa, com os sindicatos a exigirem a suspensão do processo de transferência de competências para as autarquias neste setor.

“Não somos contra a descentralização e a autonomia das escolas, mas entendemos que em fim de legislatura, o governo não tem legitimidade para determinar um processo de quatro anos”, afirmou o dirigente da FENPROF.

Os professores vão concentrar-se na rotunda do Marquês de Pombal e descer a avenida da Liberdade até aos Restauradores, encurtando o percurso inicialmente pensado, devido a outras atividades programadas para o Rossio, no âmbito das festas de Lisboa.

Outras reivindicações estarão presentes no protesto, ao nível dos horários e condições de trabalho, o direito ao emprego e a carreira.

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Do Desmantelamento do Ensino Público e a Táctica do Maior Dano que For Possível Infligir ao Mesmo Antes de Sairmos de Cena…

(…)A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) acusou hoje o Governo de criar “uma parceria público-privada” na Educação, ao abrir concurso para contratualizar turmas com os colégios privados sem certezas de que sejam necessárias por inexistência de oferta pública. 

Em causa está o aviso de abertura de concurso para as escolas e colégios privados se candidatarem à celebração de contratos de associação para os anos letivos 2015-2016, 2016-2017 e 2017-2018, com a respetiva atribuição de financiamento por parte do Estado, fixado em 80.500 euros por turma, para o próximo ano letivo. 

Serão selecionadas as escolas e colégios que reúnam os requisitos e condições exigidos para abrir as 656 turmas que o Ministério da Educação e Ciência quer contratualizar com os privados, um número já definido, no aviso de abertura do concurso, que discrimina por localidade o número de turmas a abrir e financiar nos colégios para cada início de ciclo escolar, ou seja, para turmas do 5.º, 7.º e 10.º anos de escolaridade.

“Isto deixa de ser uma resposta privada complementar para se transformar numa parceria público-privada em que o Estado, tendo recursos públicos para dar resposta, vai contratar privados para dar essa resposta, desperdiçando recursos”, disse à Lusa o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira.

Para o sindicalista não faz sentido definir ‘a priori’ um número de turmas a financiar sem saber quantos alunos vão existir para frequentar estes níveis de ensino, e, também por isso, sem garantias de que não haja na rede pública de ensino resposta que assegurem as necessidades educativas das localidades onde o Estado vai financiar turmas no setor privado. 

Mário Nogueira referiu que o único critério para a definição do número de turmas foi manter aquelas que já existem.

“Se mantêm o número de turmas, e se hoje é sabido que há uma redução do número de alunos no sistema, isso quer dizer que quem está a absorver essa redução é só o público, uma vez que o privado mantém as mesmas turmas. E se houver uma zona em que não haja o número de alunos suficiente para as turmas contratualizadas? Como agora é por contrato, eles têm que obrigar os pais a pôr lá os filhos, mesmo que eles não queiram”, criticou o líder da Fenprof.

Para Mário Nogueira o Estado está a impor a frequência do ensino privado, desaproveitando os recursos das escolas públicas, levando a que professores e funcionários sejam dispensáveis, e a que as escolas se possam encerrar. 

Segundo contas da Fenprof, esta contratualização abre portas a que nos próximos três anos (período que vão vigorar os contratos das escolas que ganhem o concurso) o Estado financie os colégios, “através do orçamento do Estado, com mais de 140 milhões de euros”. 

A Fenprof questiona se vão obrigar pais, que queiram que os seus alunos frequentem o ensino público, a transferi-los para o privado, para dar cumprimento ao contratualizado, e se, num eventual cenário de transferência de competências para as autarquias, estas vão poder, por exemplo, definir o ensino privado como prioridade.

“Neste quadro, a Fenprof admite recorrer aos tribunais para impedir a celebração de novos contratos de associação, sejam eles a ampliação dos existentes ou novos contratos com outras entidades privadas”, adianta a federação sindical num comunicado hoje enviado.

A Fenprof pretende ainda dirigir-se ao Provedor de Justiça, “apresentando queixa contra o Governo português” e vai enviar “uma exposição aos partidos políticos com representação parlamentar para que, no quadro das suas atribuições, intervenham no sentido da reposição daquilo que a Fenprof considera ser o interesse nacional e o respeito pela Constituição”.

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Fake Aliens

TVI24, agora mesmo.

 

http://www.tvi24.iol.pt/live

 

Adenda: não dormirei enquanto não indicar aqui o “bídio”  dos não leccionantes.

 

Adenda 2: afinal, aquilo era só para isqueteques, bolinha e coiso, um perigo, todos aos seus dormires!

 

 

 

 

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Sobre a Avaliação dos Docentes Contratados

Fica aqui este mail de hoje da DGAE, em resposta a uma dúvida de uma professora que esteve ausente 100 dias do serviço por serviço equiparado, tendo prestado apenas 140 dias de efectiva prestação de serviço.

 

DSGRHF – DIREÇÃO SERVIÇOS GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS E FORMAÇÃO <[email protected]> wrote:

 

Exma. Senhora Professora
XXXXXXXX

 

Na sequência do V/ e-mail de 17.06.2015, registado na Direção-Geral da Administração Escolar com a referência XXXXXXXXXX, a 17.05.2015, cumpre informar:

 

Os docentes em regime de contrato a termo resolutivo, em situação de ausência ao serviço equiparada a prestação efetiva de trabalho que inviabilize a verificação do tempo mínimo para a avaliação do desempenho, estabelecido pelo n.º 6 do art.º 42.º do ECD e pelo n.º 5 do art.º 5.º do Decreto Regulamentar n.º 26/2012, de 21 de fevereiro, são avaliados pela menção qualitativa que lhes tiver sido atribuída na última avaliação do desempenho, desde que não inferior a Bom.

 

Recorda-se que, de acordo com o disposto na alínea c) do n.º 1 do art.º 65.º do Código do Trabalho, aplicável por remissão da alínea d) do n.º 1 do art.º 4.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, aprovada pela Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, são ainda consideradas como prestação efetiva de serviço as ausências ao trabalho resultantes de licença parental, em qualquer das suas modalidades.

 

Acrescenta-se que, de acordo com o n.º 3 do art.º 19.º do Decreto Regulamentar n.º 26/2012, de 21 de fevereiro, o relatório de autoavaliação é anual e reporta-se ao trabalho efetuado nesse período, pelo que, no caso em apreço, a docente não deverá entregá-lo.

 

Com os melhores cumprimentos,

 

SL

Relembro também que os 180 dias de serviço não tem a ver com o tempo de serviço, mas sim com a duração do contrato.

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Os Exames de Hoje

Física e Química A-715

11.º Ano / 1.ª Fase

18.06.2015, 09:30

Geografia A-719

11.º Ano / 1.ª Fase

18.06.2015, 09:30

História da Cultura e das Artes-724

11.º Ano / 1.ª Fase

18.06.2015, 09:30

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Mais Um Caso Surreal de Exclusão das Listas

Neste caso de uma docente que concorre ao grupo 120 e não necessitava de pedir a acreditação.
Como a pediu e um documento estava não conforme, foi excluída das listas do grupo 120 (segundo a notificação na aplicação).

 

O meu nome é XXXXXXXXX e constava das listas provisórias do grupo 120, visto que sou detentora do Curso de Professores do Ensino Básico, variante de Português e Inglês e estive um ano vinculada no 1º ciclo, requisito necessário para leccionar ao 120. No dia 25 de Maio, saiu uma Nota Informativa a determinar que quem já tinha automaticamente habilitação para o 120, não necessitaria de a pedir, mas se o fizesse não seria prejudicada. Eu, como todo este processo foi muito confuso, pedi a certificação, que ficou não conforme, por erro na declaração passada pela Escola onde dei esta AEC.
No entanto, como preenchia os requisitos previstos acima descritos, dirigi-me à Dgae, onde me disseram que o meu curso está de acordo com a portaria e para não me preocupar.
À noite, alertada pelo seu blog, fui verificar e tinha nos meus documentos, uma notificação a excluir-me das listas do 120. Então remeti este email para todas as páginas da Dgae que conheço. Hoje em conversa com o CAT, a Senhora disse-me que apenas posso reclamar quando for notificada via postal, ou por recurso hierárquico, indo contra ao que afirma a Nota Informativa de 25 de maio e que serei retirada das listas do 120.

 

Voltei à Dgae e resposta foi a mesma.
Quem me induziu em erro, foram eles com a nota informativa de 25 de maio. Se não estivessem sempre a alterar regras a meio dos concursos, não me tinha colocado nesta situação.

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Pessoas Primárias Dizem Coisas Primárias

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60 Dias Após a Publicação das Listas Provisórias

Ainda não há qualquer sinal para a publicação das listas de colocações.

 

Em 2009 passaram-se 46 dias.

Em 2013 passaram-se 50 dias.

 

Este ano já vamos com 60 dias.

Este é o quadro que tenho vindo a publicar desde Março e que se mantém com as interrogações nas datas das listas provisórias e definitivas.

Para quem queria antecipar tudo….

… ainda vão a tempo, porque em 2009 as listas saíram no dia 6 de Julho e em 2013 no dia 22 de Julho.

 

Mas os professores começam a ficar fartos de tanta espera.

 

datas

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SIGA

Mas pelo que conheço das escolas, o trabalho burocrático com esta plataforma em vez de reduzir irá aumentar.
Porque as escolas irão manter os seus grelhados e papeis e a plataforma será mais uma tarefa que não irá substituir os papelitos que as escolas inventam a cada ano.
A não ser que se ponha um travão nos papeis.

 

SIGA

Correio da Manhã (18-06-2015)

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Para Juntar à Lista

dos … pais “No” 1º Ciclo… Neste caso “No” 2º Ciclo.

 

mae viseu

 

Jornal de Notícias (18-06-2015)

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Podes Repetir?

(…)“De forma alguma. São os alunos que estão a começar a adaptar-se melhor a este sistema”(…)”

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Mail da DGAE sobre os Contratos de Substituição Temporária

Bastou um simples artigo no dia de ontem para a DGAE esclarecer definitivamente a situação sobre a cessação dos contratos a termo incerto quando o titular do lugar não regressa.

Quem é amigo, quem é?

 

31 agosto

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Bastava Estar Presente Numa Reunião de Avaliação

… como a que estive hoje, para saber onde reduzir a carga burocrática.

onde se leu, releu, umas sei lá quantas páginas de acta, se fez relatórios analíticos (ainda não percebi para o que aquilo serve), preencheu-se uma dúzia de grelhados, com conteúdos não leccionados, relatórios de apoio de alunos que passaram e também dos que não passaram, ponto de situação dos alunos NEE e dos novos que vão entrar (sem grandes motivos aparentes) de planos de apoio para o próximo ano, das apreciações globais e individuais de cerca de 150 alunos, das avaliações de EMRC, das Actividades de Enriquecimento Curricular, dos Apoios Educativos, e mais coisas que já nem me lembro.

Claro que ao fim de 2 horas e meia disse que não estava disponível para estar mais tempo na reunião e que a mesma tivesse continuação amanhã.

Acabei por ceder aos apelos para que a reunião ainda acabasse hoje.

Mas durou 4 horas.

 

Passos promete estudar redução da carga burocrática dos professores

 

Passos promete estudar redução da carga burocrática dos professores

 

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, considerou hoje que é difícil saber como se pode reduzir a carga burocrática dos professores portugueses, mas prometeu estudar mais o assunto para ver em que medida é possível ir mais longe.

 

Neste contexto, Passos Coelho concluiu: “Nós temos a obrigação de clarificar um bocadinho melhor esta questão e ver em que medida podemos ir mais longe e melhorar – com isso ajudaremos também a melhorar a média da OCDE – para colocar os nossos professores, tanto quanto possível, naquilo que é a disponibilidade da sua missão principal, que é organizar os tempos letivos, dar as aulas, evidentemente, e ao mesmo tempo preparar as suas lições”.

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… pais “No” 1º Ciclo…

images1ZFNQF2VAté hoje, tenho evitado falar da relação professor de 1º ciclo/encarregados de educação e/ou pais. Entenda-se, desde já, que também sou pai e o que aqui escrevo, com certeza, não “servirá” a todos.

Como professor “primário”, cada vez mais, me sinto professor das crianças e educador dos encarregados de educação. Já me vi em todo o tipo de situações e tive de as resolver conforme soube e pude.

Deparamo-nos com várias “espécies” de pais, na nossa profissão e nos tempos que correm… Há, os interessados, os desinteressados, os protetores e os que não querem saber, os progenitores e os “outros”, aqueles que “criam” e os que são “criadores”, e muitos mais espécimes…nós, professores, temos que lidar com todos eles.

Como já “disse”, nesta profissão, já vi um pouco de tudo. Vi a criança que almoçava uma fatia de piza, a meias com a irmã. A mãe que, no supermercado, confundia os pacotes de leite para a filha com os de vinho ou seja, lá em casa, leite não entrava. A mãe que deixava a filha ir passar o fim de semana a casa das funcionárias da escola, onde a mesma, era devidamente alimentada e higienicamente tratada. A que, no dia 26 de dezembro, deixou 3 filhos à porta dos avós, com as roupas embrulhadas nuns lençóis e foi viver a vida. A criança a quem o professor, de segunda a sexta, providenciava o jantar, uma vez que, em casa, essa refeição era coisa rara. O pai que, se esqueceu do filho na escola e só se lembrou do rebento quando as autoridades lhe bateram à porta acompanhando o mesmo (telefones não se atendem). Mas, no dia seguinte foi à escola acusar as professoras de lhe quererem estragar a vida. A mãe que telefonou ao professor a pedir opinião se levava a filha, com 38 graus de febre, à escola ou ao hospital”. A outra, que quando deparava com a informação telefónica, por parte do professor, de que o filho tinha partido um braço, enquanto brincava no recreio, informou o mesmo que não iria com ele ao hospital, “se ele tinha partido o braço na escola, a escola que fosse ao hospital com o rapaz”. Os pais que que não se apercebiam que o filho, ao almoço, “bebia bebidas alcoólicas”, mas estavam todos juntos ao almoço. Aquele pai que, às 14h30m, apareceu na escola para levar o filho com ele porque… “preciso dele para ir às vacas”. A criança que quando questionada se tinha andado a lutar com gatos respondeu… “foi a minha avó que me arranhou a cara toda…”. A mãe que me dizia que a filha não lhe tinha mostrado os recados que o Sr. Professor escrevia na caderneta, desconhecendo completamente o que se passava com a filha. A que, não lê os avisos e acusa sem ver se andavam perdidos na mochila da mesma. As muitas coisas que já me disseram… O pai que, se dirige à escola para saber o porquê do filho, que frequentava o 1º ano não ter direito ao cheque dentista, e a quem tinha sido explicado que só no ano seguinte, o aluno, teria direito a tal. Mesmo assim, deixou no ar que a professora os guardava para os seus próprios filhos. A mãe que, queria casas de banho aquecidas, para que o filho não se constipasse quando lá se deslocasse para fazer o seu “chichi”. A que, quando confrontada pela birra do seu petiz para ficar na escola, lhe promete um “tablet” para a hora do intervalo, desse mesmo dia. O pai que, não concorda com as interrupções letivas, porque não tem onde, nem a quem, deixar o seu filho. A mãe que diz à filha, depois de uma conversa com o professor, “quando o teu pai chegar a casa vai falar contigo. Já te tinha avisado que não tens de mexer no que é dos outros” (quando, infelizmente, o exemplo vinha dele por estar preso por furto). Os pais que, em setembro, aparecem na escola sem saber que os filhos tinham sido retidos no ano anterior, ficando muito revoltados, porque até já tinham comprado os livros (atender telefones, ler cartas da escola e aparecer às reuniões para “conhecimento” da performance académica dos filhos, não é muito a “onda” em que “surfam”). E os que me tiram do sério são os que me dizem, “Sr. Professor, já não sei que lhe faça”, (queres ver que eu tenho, mesmo, de lhes dizer o que fazer)… Podia escrever um livro se continuasse a enumerar os tantos exemplos que vi e vivenciei…

Durante os anos de exercício na minha profissão, cheguei à conclusão que, há pais e pais… há até aqueles que, se pudessem, iriam à escola dar um “beijinho” no rebento ao domingo, depois da missa, e, lhes telefonariam um dia, a meio da semana, se tivessem tempo!…

Pelo 1º ciclo é assim… há que ser professor, há que ser “pai”, “avô”, conselheiro… de alguns encarregados de educação!…

 

 

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Os Exames de Hoje

Português-239
12.º Ano / 1.ª Fase

17.06.2015, 09:30

Português-639
12.º Ano / 1.ª Fase

17.06.2015, 09:30

PLNM intermédio-839
12.º Ano / 1.ª Fase

17.06.2015, 09:30

Latim A-732
11.º Ano / 1.ª Fase

17.06.2015, 14:00

PLNM-93
9.º Ano / 1.ª Fase

17.06.2015, 09:30

PLNM-94
9.º Ano / 1.ª Fase

17.06.2015, 09:30

 

 

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A Ler

As duas troikas e a comunicação social – Santana Castilho

Faz queixa ao sargento – Pedro Ivo Carvalho

Educação: pilar da democracia ou negócio? – Elvira Tristão

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Acho Bem

… porque essa lista de doenças incapacitantes já se encontra ultrapassada.

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A Notícia do Óbvio

Ou não fosse este ano, ano de eleições.

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Correio da Manhã (17-06-2015)

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O Despacho da Organização do Ano Escolar na Comunicação Social

Agrupamentos terão mais horas para gerir escolas

 

 

Sugestão foi apresentada hoje à FNE e à Fenprof. Governo também quer dar mais tempo aos avaliadores

 
 

Os agrupamentos cujas escolas ficam muito distantes vão ter mais horas para gestão dos estabelecimentos e os professores responsáveis pela classificação de exames terão direito a mais tempo, segundo uma proposta do Ministério da Educação.

Estas são duas das quatro propostas de Despacho de Organização do Ano Letivo de 2015/2016 apresentadas hoje aos representantes da Federação Nacional da Educação (FNE) e da Federação Nacional de Professores (Fenprof) pelo secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário.

No final das reuniões para discutir a proposta, as duas estruturas sindicais voltaram a criticar o que consideram ser um atraso na divulgação do diploma que define regras de funcionamento das escolas e acusaram o Ministério da Educação e Ciência (MEC) de “desrespeitar os professores” (Fenprof).

No ano passado, o diploma foi publicado a 26 de maio e “este ano ainda não existe sequer um documento definitivo”, afirmou o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, em declarações à Lusa, voltando a lamentar o facto de todos os anos serem publicados despachos em vez de existir um “quadro legal estável”.

Lucinda Dâmaso, da FNE, acrescentou o facto de “terem sido apenas apresentados alguns pressupostos do que irá estar no despacho”.

De acordo com as duas estruturas sindicais, as linhas principais hoje apresentadas não trazem grandes mudanças em relação ao ano passado, tal como vinha sendo prometido pelo MEC.

No entanto, as escolas vão ter mais horas para apoio às TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação), os professores poderão ter menos horas de trabalho em sala de aula e será “tido em conta o tempo necessário para tarefas inerentes à execução do trabalho de classificação de avaliação externa dos alunos”, lê-se no documento do MEC entregue hoje aos sindicados.

No que toca ao crédito horário dado às escolas para as TIC, Mário Nogueira diz que “será apenas uma hora para cada oito turmas, ou seja, não terá qualquer impacto”.

Já sobre o tempo extra que será dado aos docentes que fiquem responsáveis por avaliar as provas, as duas estruturas sindicais têm opiniões diferentes sobre os destinatários da medida: a FNE diz que se dirige aos docentes que venham a ser corretores da prova de inglês do Cambridge enquanto a Fenprof acha que se refere aos avaliadores dos exames e provas nacionais.

Sobre a possibilidade dada agora pelo ministério de os professores poderem ter mais de metade do seu horário para atividade pedagógica, a Fenprof entende que a medida será de difícil aplicação, já que as escolas têm autonomia para gerir os créditos horários mas não lhes são atribuídas mais horas.

Para Mário Nogueira, “o Ministério da Educação dá mais autonomia às escolas mas é para fazer a gestão de escassez das horas de crédito que atribui”.

À saída da reunião, Lucinda Dâmaso sublinhou que ficaram questões por responder, como o pedido que tinha sido feito de ser considerado no horário dos professores as deslocações que alguns têm de fazer dentro das escolas do seu agrupamento.

“Há agrupamentos em que as escolas distam muitos quilómetros e os professores têm de fazer essas viagens para dar aulas. Defendemos que esse tempo deveria ser considerado, mas só haverá aumento de crédito horário para os órgãos de gestão”, disse à Lusa.

No documento entregue hoje aos sindicatos, o MEC refere precisamente que no próximo ano letivo será atribuído crédito adicional para gestão de agrupamentos com um grande nível de dispersão dos seus estabelecimentos.

 
DOAL

Jornal de Notícias (17-06-2015)
 
CMCorreio da Manhã (17-06-2015)

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Comunicado da FNE ao Despacho de Organização do Ano Escolar

Despacho de Organização do Ano Letivo – Propostas do MEC não resolvem questões importantes

 

 

Em reunião realizada esta manhã ontem no Ministério da Educação e Ciência, a FNE ficou a conhecer um conjunto de princípios orientadores que a tutela pretende ver consagrados no Despacho de Organização do Ano Letivo 2015-2016.

Apesar de considerarmos como positivas algumas alterações que o MEC quer ver introduzidas, e que vêem ao encontro das nossas propostas, a FNE considera que são insuficientes face às necessidades efetivas das escolas, tendo em vista o bom funcionamento do próximo ano escolar e a garantia de uma resposta educativa de qualidade e com equidade.

Ainda sem conhecer o conteúdo integral do documento, sublinhamos como negativo o facto de ficarem por resolver, entre outras, as seguintes questões:

  • A da equidade do tempo de trabalho entre professores, nomeadamente, o tempo de trabalho dos professores do 1.o ciclo que continuam a não ver uniformizado o conceito de hora de trabalho e o número de horas de trabalho semanal dentro dos estabelecimentos de ensino;
  • A consideração do tempo de trabalho gasto na deslocação entre escolas do mesmo agrupamento, como tempo letivo;
  • A não consideração do tempo destinado à vigilância dos alunos nos intervalos, como tempo letivo de trabalho;
  • A diminuição do número de alunos por turma, que não devia ultrapassar os 24 alunos;
  • A limitação do número de turmas e de níveis a atribuir a cada professor;
  • A regulação do número de horas semanais destinadas a reuniões dentro da escola;
  • A atribuição de mais horas de redução aos professores que desempenham cargos de coordenação e gestão intermédia das escolas;
  • Limitação do número de horas da componente não letiva de estabelecimento aos professores que tenham mais do que 100 alunos.

De qualquer modo, nesta reunião foi ainda possível obter junto do MEC a garantia de introdução de alguns ajustamentos importantes, entre eles:

  • Aumento do crédito de horas de apoio à gestão para agrupamentos com um grande nível de dispersão dos seus estabelecimentos;
  • Introdução de mais horas adicionais de crédito para a área do apoio às TIC a incluir na componente de apoio à gestão e na componente para atividade pedagógica;
  • Mais do que 50% do horário docente pode ter horas para atividade pedagógica do crédito horário.
  • É tido em conta o tempo necessário para tarefas inerentes à execução do trabalho de classificação de provas de avaliação externa dos alunos.

Finalmente, ficaremos a aguardar pela publicação do Despacho, altura em que teremos a oportunidade de verificar se o Ministério da Educação e Ciência terá em consideração as propostas remetidas pela FNE.

Lisboa, 16 de junho de 2015

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O Powerpoint de Apresentação do DOAL

Clicar na imagem.

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Artigo e Sondagem da Semana – ComRegras

Tem _______ para ser professor? Faça o teste

 

parque infantil

 

“Coragem… capacidade… vontade… paciência… eis algumas das palavras que podiam completar a frase. Se pensaram noutras fica à vossa inteira responsabilidade… 😉
Durante as interrupções escolares, ou até mesmo nos fins de semana, é frequente levarmos os nossos filhos aos parques infantis. Numa próxima oportunidade, proponho-vos que em vez de ficarem a jogar “candy crush” ou a pensar no episódio da novela, façam um simples teste de introspeção.

Nota: no parque têm de estar umas 20, 25 crianças para validar o exercício.”

 

Resultados da Sondagem da semana anterior e Análise

 

Equipas-disciplinares

 

Sondagem da Semana:

 

Quantas participações disciplinares fez ao longo do ano letivo 2014/2015?

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Há Quem Deseje a Norma Travão

E vá seguir com uma queixa contra o estado.

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Diário Económico

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A Ler

lançamento do ano lectivo por despachar – Correntes
 

PROFESSORES LUSOS: São propostas, senhor… São propostas…

 

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Interessante: Portal Infocursos

Portal Infocursos já tem dados atualizados para candidatos ao ensino superior

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Uma política de educação para a próxima legislatura – PÚBLICO

Professores da Mealhada protestam contra a municipalização do ensino | Notícias de Coimbra

 

Professores de Matemática duvidam da eficácia dos exames na aprendizagem dos alunos – RTP

Professores de Português vêem alunos no bom caminho – RTP

Os pontos fracos dos alunos do 4.º e 6.º anos a português e matemática – Observador

Percentagem de negativas a Matemática é ainda muito elevada e preocupa – PÚBLICO

Médias do 4.º e do 6.º ano com inédito “pleno” de positivas – Portugal – DN

Médias dos alunos do básico pela primeira vez positivas em todas as provas

Avelino Meneses manifestou agrado com resultados nos exames do 4.º e 6.º anos

 

Ensino artístico vai ser financiado na totalidade pelo Orçamento do Estado – TSF

Educação pelas Artes na Madeira é aposta ganha e para continuar, garante secretário Jorge Carvalho | DNOTICIAS.PT

Sindicato da PSP critica vigilância nas escolas por militares – Sábado

Constitucionalista: Ter militares nas escolas é “ideia estapafúrdia” – DN

Alunos que saem para fazer investigação tornam-se agentes económicos | Económico

Mais de 4000 alunos abandonam licenciaturas em 2014 – Correio da Manhã

Há menos estudantes a abandonarem a universidade no 1.º ano – Observador

Braga TV – Município atribui Bolsas de Estudo para aulas de Dança e Música

Secretaria da Educação recebe audiência de trabalho | DNOTICIAS.PT

 

Fortaleza de Sagres acolheu grande festa da leitura no Dia de Portugal | Sul Informação

Exposição de gravuras “A Divina Comédia” de Salvador Dalí é inaugurada em Lisboa – RTP

Teatro Experimental do Porto leva ao palco o “injustamente” esquecido Ödön Horváth – RTP

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É Ver Miúdos de 12-14 Anos Em Roda Livre À Noite – Pais Mas Pouco…

O que faz o álcool ao cérebro dos jovens – Observador

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