Do Reconhecimento

Os Melhores Blogs Educativos em Portugal

 

 

O Blog DeAr Lindo é um blog sobre educação. Teve início em 2008, fundado pelo Professor Arlindo Ferreira, e tem vindo a crescer ao longo dos anos. Trata de assuntos generalistas tendo como tema principal a educação, sendo os concursos de docentes, organização escolar e legislação sobre a educação o seu forte. Informa, esclarece e presta apoio a docentes de todos os níveis de ensino. A equipa de docentes que dinamiza o Blog DeAr Lindo tem especificidades muito próprias dentro da classe para a sua manutenção e alargando os seus conteúdos, de acordo com os interesses dos seus leitores. Tem, também, parcerias estabelecidas com variadas instituições, blogues e pessoas para poder diversificar a informação prestada e apoio aos docentes e restante comunidade escolar portuguesa.

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Julgo que Neste Caso Não Adianta Querer

… porque a situação de pandemia pode agravar-se de um momento para o outro.

Espero que não e que todo o ensino seja presencial para todos os ciclos de ensino e em todo o ano letivo 2020/2021.

 

Confap defende o ensino presencial total até ao 2º ciclo

 

Jorge Ascenção, da Confap, defendeu esta quinta-feira, em declarações ao Porto Canal, “o ensino que esperam que seja presencial, pelo menos até ao 2º ciclo” e indica que para a Confap “as escolas devem fazer tudo para que o ensino possa ser até ao final do ano presencial”, para isso “a comunicação das autoridades de saúde tem de ser mais clara e inequívoca, porque o distanciamento nas condições e espaços que temos não é possível”. Confrontado com a possibilidade de serem estabelecidos turnos nos horários dos alunos, Jorge Ascenção esclarece que “turno da manhã e da tarde para o 1º ciclo não faz sentido”.

Jorge Ascenção deixa ainda o alerta de que relativamente às “crianças da educação especial nem pensar em colocá-las em casa”, uma vez que se está “a fazer mal a essas crianças” porque “precisam de estar com os terapeutas e “sem a escola, sem o convívio, sem o seu desenvolvimento em sociedade, o impacto que terá e está a ter, nas crianças mais pequenas, é um impacto que não sentimos, mas é um impacto emocional e psicológico muito grande e que só se vai sentir mais tarde”.

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FICASC nos Açores Promovido pelo Cinema Sem Conflitos

O CINEMA SEM CONFLITOS estabeleceu parceria com o PRIMEIRO PLANO para trazer o FICASC (Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense) para a ilha de São Miguel nos Açores.

O FICASC promove através do cinema socioambiental uma reflexão na sociedade contemporânea sobre temas ambientais considerados de extrema necessidade e relevância. O festival não se limita meramente a exibir filmes, mas através deles promover uma ampla conversa nos mais variados Setores da sociedade, levando conhecimento e entretenimento à crianças, jovens e adultos.Para saber mais sobre este evento visite o website CINEMASEMCONFLITOS.

 

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

 

 

 

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A Média dará 1 Técnico Especializado por Escola…

…se todas inserirem o projeto até dia 24/08/2020 numa aplicação que ainda não está aberta.

 

Abertos concursos para escolas contratarem 800 técnicos especializados

 

As escolas vão poder contratar mais de 800 novos técnicos especializados, um reforço de recursos humanos “englobado nas medidas excecionais de organização e funcionamento das escolas para o próximo ano letivo”, segundo a tutela.

“As escolas vão poder contratar mais de 800 novos técnicos especializados no âmbito do plano de desenvolvimento pessoal, social e comunitário, lançado recentemente, e tendo como finalidade o próximo ano letivo. As candidaturas já estão abertas para os agrupamentos de escolas/escolas não agrupadas conceberem e apresentarem, na esfera da sua autonomia, planos de desenvolvimento pessoal, social e comunitário para a promoção do sucesso e inclusão educativos”, lê-se num comunicado divulgado, esta quinta-feira, pelo Ministério da Educação.

No final de junho, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, tinha anunciado no parlamento um investimento de 125 milhões de euros em recursos humanos nas escolas para facilitar o trabalho de recuperação letiva do último período escolar, fortemente afetado pela pandemia de covid-19, que colocou todos os alunos do país num modelo de ensino à distância, ao qual foram apontadas dificuldades e falhas, nomeadamente na garantia de igualdade nas condições de acesso.

“Estes psicólogos, educadores sociais, mediadores e outros técnicos de intervenção social vão ajudar à concretização de medidas centradas em dimensões essenciais para o sucesso e inclusão educativos, nomeadamente o aperfeiçoamento de competências sociais, emocionais e de desenvolvimento pessoal, o aprofundamento da relação entre escola e família e o envolvimento da comunidade na parceria para o sucesso”, refere o comunicado sobre os mais de 800 novos técnicos especializados.

Os 125 milhões de euros serão usados também na contratação de professores e funcionários, tendo o ministro precisado, em entrevista ao jornal Expresso, que no caso dos docentes o reforço nas contratações equivale a 2.500 professores em horário completo.

Os números foram criticados pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof), que considerou o reforço anunciado “manifestamente insuficiente”, traduzindo-se apenas em mais três professores por escola.

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Prioridades da Rede de Bibliotecas Escolares 2020/2021

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Afetação (docentes dos quadros de zona pedagógica) Madeira

 

Afetação (docentes dos quadros de zona pedagógica):

– Lista ordenada definitiva de candidatos admitidos

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ME não sabe o que fazer? E novidades?

Para os professores, a resposta do SE aos diretores foi clara, baixa médica. Quanto aos alunos, se não sabem perguntem, eu explico-lhes…

 

Ministério ainda não tem um plano para professores e alunos de risco

Docentes e directores queixam-se de falta de orientações da tutela.

O Ministério da Educação (ME) ainda não tem preparado um plano para professores e alunos com doenças de risco para a covid-19, embora garanta que o vai apresentar a tempo do arranque do ano lectivo, em Setembro.

 

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Opinião de Filinto Lima – Professores contratados e mal pagos!

Professores contratados e mal pagos!

 

 

Apesar dos curtos prazos impostos, o mês de julho, época de intenso labor nas direções executivas face às demandas do Ministério da Educação (ME), foi superado com esforço inexcedível pelos líderes das escolas e suas equipas.

Previsivelmente, em meados de agosto, à semelhança do sucedido no ano transato, serão publicadas as listas definitivas de colocação inicial dos professores. É de saudar esta medida histórica, uma vez que no ano anterior foi a primeira vez atingido esse patamar, ao contrário de sempre, já que os professores só nos últimos dias do mês tomavam conhecimento dos estabelecimentos de ensino onde iriam exercer as suas funções. Em um ou dois dias impunha-se arrendar um quarto ou partilhar uma casa a preços quantas vezes exorbitantes, para além das despesas inerentes à situação vivida. Em alguns casos, o acréscimo do cumprimento do pagamento do crédito à habitação é mais um encargo a considerar.

A perspetiva do anúncio antecipado das listas de colocação inicial é de louvar, pois marca uma atitude de consideração para com os professores. Contudo, é hora de prosseguir, dando continuidade a esta ação valorativa, com a implementação de novas deliberações que evidenciem respeito por quem se entrega à Educação.

Os professores contratados vivem anualmente um período de sentimentos imerecidos, aguardando boas notícias, quantas vezes brindados com horários incompletos, longe de casa e da sua família.

Faz sentido professores com mais de 15/20 anos de experiência correrem o risco de desemprego no dia 1 de setembro? É justo manter estes profissionais na eterna precariedade numa altura em que a escassez de professores é uma preocupante realidade? Há condições para prescindir anualmente dos excelentes serviços de docentes com bastante preparação? É correto colocá-los perante a angústia e a incerteza ano após ano? É deontológico explorar os professores contratados aproveitando a sua condição, acenando-lhes com uma injusta norma travão, criadora de desigualdade, iniquidade e desrespeito? Os políticos estarão efetivamente atentos ao drama anual vivido por quem deveria ser considerado, reconhecido e estimado?

Urge que os gestores do dinheiro público interiorizem esta inquietante realidade e passem à ação com medidas apropriadas e congruentes em prol de um estatuto marcado pela igualdade de oportunidades.

Na verdade, não se pretende (mas caminhamos a passos largos para aí…) regressar ao século passado (anos 80 e 90), altura em que alguns professores apresentavam somente habilitação suficiente ou mínima, isto é, inferior à exigida. Todavia, afere-se no presente que não são tomadas diligências concretas para valorizar e dignificar a profissão e, como referi, conceder estabilidade a docentes muito habilitados (mestrados/doutoramentos), com larga experiência de ensino, enriquecendo o sistema educativo.

É incoerente e inaceitável a contratação, ano após ano, de professores, a troco de um vencimento muito aquém das suas responsabilidades e importância das funções, contrariando a segurança almejada e, quantas vezes, pagando para trabalhar, com a intenção de somar na contagem do tempo de serviço.

Este drama deverá merecer a atenção dos responsáveis e dirigentes governativos!

A Educação de Portugal carece de atuações proativas nas políticas a implementar, muito para além do sabor das marés e de um navegar à vista, próprios de um país que não estima nem estimula os profissionais que, na primeira linha, desenvolvem trabalho de excelência no aumento do sucesso escolar, contribuindo assim para o decréscimo sustentado do abandono escolar.

Os eternos professores contratados são dignos de um lugar de efetividade, principalmente para gáudio das nossas escolas e de um sistema que reclama por justiça.

*Professor; diretor

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Normas de funcionamento do desporto escolar para o ano letivo de 2020-2021

 

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Baixas cairam para metade durante o 3.” Período

Substituições de professores baixam para metade nos meses da pandemia

No ano lectivo passado, entre Abril e o encerramento das actividades escolares, mais de 2300 docentes de baixa médica tiveram de ser substituídos. Este ano, no mesmo período, foram “cerca de metade”, revela o ministério.

Nos meses em que a pandemia virou as escolas do avesso, mandando, pelo menos em parte desse período, professores e alunos para casa, com ensino à distância, o número de docentes que tiveram de ser substituídos, maioritariamente por doença, desceu para metade quando comparado com os mesmos meses do ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação (ME) enviados ao PÚBLICO.

 

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1.º Dia Das Ofertas de Escola (9 Horários Para Técnicos Especializados)

Começaram hoje a aparecer as primeiras ofertas de escola na plataforma SIGRHE e os horários são os seguintes para Técnicos Especializados.

Iremos ao longo do mês fazer esta análise como temos sempre vindo a fazer ao longo dos últimos anos.

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Timings Excelentes – Plano Nacional de Promoção do Sucesso Escolar

Assinado pelo Secretário de Estado Adjunto e da Educação em 31/07/2020, enviado às escolas no dia 04/08/2020 e com data final de projeto no dia 24/08/2020.

Se um plano destes poderia ser discutido entre todos os intervenientes de uma escola isso torna-se impossível em pleno período de férias dos docentes.

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NOTA: Apesar de tudo, hoje dia 5/08/2020 a aplicação para submissão do projeto encontra-se indisponível.

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Constituição de grupos e turmas e o período de funcionamento dos estabelecimentos de educação e ensino no âmbito da escolaridade obrigatória

Para que não restem dúvidas sobre a legislação em vigor.

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40% dos alunos do profissional “chumbam” na prova de acesso ao E. Superior

 

Novo exame chumba mais de 40% dos alunos do profissional que queriam concorrer ao superior

Há 1096 alunos em condições de concorrer ao superior. Quase 60% tiveram positiva nos exames regionais realizados pela primeira vez no mês passado. Colocações do concurso especial conhecidas no final de Setembro.

Quase 60% dos estudantes que fizeram os novos exames de ingresso no ensino superior, pensados para quem termina um curso profissional, tiveram nota positiva. Os politécnicos e universidades que abriram vagas no âmbito deste novo concurso especial de acesso destinado a estes diplomados exigem uma nota mínima de 9,5 valores para aceitarem as suas inscrições. São, por isso, cerca de 1100 os alunos em condições de entrar num curso superior no próximo ano lectivo por esta nova via

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Cartoon do Dia – Exames Covid – Paulo Serra

 

 

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“Para trás mija a burra!” por Santana Castilho

“Para trás mija a burra!”

1. O PSD propôs e o PS aproveitou: precisamente numa conjuntura em que tantas decisões e tão graves devem ser tomadas, o escrutínio do Parlamento sobre os actos do Governo foi deploravelmente amputado. E aparentemente insatisfeitos com o modo como contribuíram para o crescimento do populismo, PSD e PS aproveitaram esta machadada na democracia para enterrar ainda mais o cutelo: o número de assinaturas para validar uma petição cidadã passou de quatro mil para 10 mil. Ou seja, é mais fácil agora criar um novo partido (7500 assinaturas) que levar o Parlamento a discutir uma causa proposta por eleitores.
Que Parlamento vai ficando? O que representa o Povo ou, cada vez mais, o que os representa só a eles, convenientemente imprestável para os fiscalizar e para ser eco das preocupações dos cidadãos? Admiram-se, assim, que André Ventura cresça?
As máquinas partidárias do PSD e do PS fundiram-se na cultura rasca que nos toma por idiotas. Os leitores que me perdoem o plebeísmo, mas, alentejano de gema que sou, sei, desde tenra idade, que para trás só mija a burra.

2. Elogiar a dedicação dos professores para salvar o possível do ano escolar que passou é consolo débil para enfrentar a falta de condições que se adivinham no que ao próximo respeita. Aos baixos salários dos docentes e às suas penosas perspectivas de carreira, acrescem agora as dificuldades dos alunos que, impiedosamente, mais atingirão aqueles que, antes da covid-19, já viviam a pandemia da exclusão e do abandono. A este propósito, o ministro da propaganda educativa tem repetido o feito até à náusea: as escolas do continente irão ter mais 2500 professores com horário completo, para ajudar a recuperar o que se perdeu no ano anterior e para superar as ciclópicas dificuldades do que vai vir. Não fora ele um bom filiado na cultura política que nos toma por parvos e poderia dar a nova de outro modo: para o reforço anunciado, em média, a cada escola caberá meio professor; ou, se preferirem, a cada um destes docentes caberão 617 alunos.

3. O que se viveu desde Março não abriu os olhos aos que governam a Educação. Os ministeriais éditos anunciaram aos indígenas que estão a ser preparados “documentos de apoio para orientar e apoiar as escolas neste trabalho [de recuperação em cinco semanas do que se terá perdido nos seis meses de encerramento das escolas], no qual se explicitam os princípios para a identificação de aprendizagens que, quando não adquiridas, são impeditivas de progressão”. O criador das “bolhas” de alunos avançou agora com “balões” de escolas e “borbulhas” de professores. Como se umas e outros precisassem da orientação de quem ignora. Como se a diversidade de problemas (diferentes consoante os anos de escolaridade, muito diferentes no que respeita a contextos e a recursos de cada escola, abissais se tivermos em conta o aumento exponencial das desigualdades entre os alunos e as suas necessidades específicas) fosse agora solucionável, trocando um qualquer “Catecismo da Flexibilidade Curricular” por um qualquer “Guia Único da Retoma em Cinco Semanas”. Uma política de ensino assente em falácias, que menorizam o conhecimento e a independência profissional e intelectual dos professores, só pode dar nova vaga de mediocridade.

4. Um relatório do Tribunal de Contas (TC) veio dizer que os números usados oficialmente para caracterizar o abandono escolar em Portugal, os mesmos que por extensão figuram depois nas estatísticas da OCDE e da EU, não são fiáveis. O relatório é bem claro quando afirma que “não existem, no sistema educativo nacional, indicadores para medir o abandono. De facto, nem o indicador internacional, o do INE, que incide nos jovens dos 18 aos 24 anos e que resulta do Inquérito ao Emprego, nem a Taxa de Retenção e Desistência, calculada pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência e centrada no desempenho estático de um ano letivo, são adequados para medir o abandono.”
Para quem acompanha de perto a gestão política da educação nacional, não é novo o que o TC disse. Mas ganha relevância por ser dito pelo TC e no momento em que a pandemia agigantou os problemas de fundo do ensino, problemas para cuja solução se mostraram incapazes os dois últimos governos do PS. Quando não se quer ou se é incapaz de sentir e perceber a realidade, martelar as estatísticas ajuda.

In “Público” de 5.8.20

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Calendário Escolar 2020/21 RAM (Descubra as diferenças)

 

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Inserir Habilitações Para a Contratação de Escola

Já se encontra aberta a aplicação para as contratações de escola 2020/2021 na plataforma SIGRHE.

Os docentes para verem as ofertas de escola para o grupo de recrutamento que têm habilitação (Profissional ou Própria) devem inserir essas habilitações na plataforma conforme os passos seguintes:

1 – Entrar no SIGRHE aqui e procurar o separador Horários/Contratação > 2020/2021 > Habilitações

2-Adicionar Nova Habilitação (Pode ser Qualificação Profissional / Habilitações Próprias / N.º 5 do Despacho n.º 6809/2014, de 23 de maio – GR 290 ou Outras Formações)

3 -Inseriro Grupo de Recrutamento, Grau Académico, Curso e Institituição

4 – Gravar e adicionar nova habilitação se for o caso.

 

Todos os docentes conseguem ver as ofertas para Técnicos Especializados quando surgirem, no entanto só conseguirão ver as ofertas de escola se tiverem adicionadas as Habilitações para esse grupo de recrutamento.

As ofertas de Escola para os grupos de recrutamento apenas deverão aparecer no início de setembro.

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Atividades de Enriquecimento Curricular – Ano Letivo 2020/2021

 

Encontra-se disponível, a partir do dia 4 de agosto de 2020, a aplicação para contratação de técnicos que assegurem o desenvolvimento de atividades de enriquecimento curricular.

 

SIGRHE – AECs

 

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Informações aos EE sobre o ano letivo 2020/21 começam a ser disponibilizadas

Informações Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro

De acordo com as contingências da situação pandémica em que nos encontramos, e tendo como princípio o menor número de pessoas no menor tempo na escola, informa-se que no ano letivo 2020/2021 os horários de funcionamento serão:

Pré-escolar – das 9:00 às 15:30

1.º ciclo – das 9:00 às 17:30

5.º, 7.º e 9.º anos – das 8:00 às 13:25

6.º e 8.º anos – das 13:35 às 19:00.

No 2.º e 3.º ciclos os alunos terão blocos de aulas de 100 minutos com um intervalo de 20 minutos no exterior e 5 minutos no interior.

Sendo o princípio o menor número de “cruzamentos” possível, apelamos aos encarregados de educação que os alunos sejam portadores do seu lanche da manhã/ tarde e informa-se que só será permitida a permanência dos alunos na escola de acordo com o turno a que pertencem. Mais se informa que, excecionalmente e devido ao contexto, os clubes de expressões artísticas encontram-se suspensos, aguardando-se orientações, da parte da tutela, para o funcionamento dos clubes de desporto escolar.

Informa-se que na educação pré-escolar e no 1.º ciclo, em caso de ausência do docente titular, os alunos não poderão permanecer nos estabelecimentos, uma vez que não se encontra assegurado o seu acompanhamento por um docente.

O agrupamento tem noção dos eventuais inconvenientes e constrangimentos causados pelos horários a implementar, no entanto, também sabemos que a comunidade escolar entende a importância de todos cumprirmos as regras, evitando assim situações que podem levar a contágios indesejados.

A escola estará, como sempre, presente e atenta para dar a todos a melhor resposta possível a toda a comunidade escolar sabendo de antemão que contaremos com a colaboração de todos.

 

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Abonos Por Cessação de Contrato 2020

… que são exatamente as mesmas de 2019, mas que se encontra assinalado na página do IGeFE como NOVO.

 

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Nada Contra, Até Porque o Salário É Mais Baixo, mas…

…continuam os docentes do ensino público a ter nos últimos 10 anos um aumento de apenas 0,3% que se tem traduzido em redução de vencimento com os sucessivos aumentos de impostos e da ADSE.

 

Professores do privado com aumentos até 1,5% a partir de Setembro

 

Sindicatos afectos à UGT chegaram a acordo com os patrões dos colégios e escolas profissionais. Trabalhadores não docentes também são abrangidos.

Os professores e trabalhadores não docentes dos colégios privados e escolas profissionais vão ter aumentos salariais até 1,5% no próximo ano lectivo. Esta melhoria é resultado da revisão do Contrato Colectivo de Trabalho do ensino particular e cooperativo, que foi acordado entre sindicatos afectos à União Geral dos Trabalhadores (UGT) e os patrões do sector.

O aumento salarial abrange mais de 32 mil trabalhadores do sector e entra em vigor já em Setembro. As novas tabelas de vencimentos estarão, à partida, em vigor nos próximos dois anos. A revisão do Contrato Colectivo de Trabalho foi acordada na sequência de um processo negocial iniciado no ano passado e concluído antes da pandemia. O documento acabou por ter uma adenda, que antecipa os efeitos da crise económica motivada pela covid-19 no sector. Por isso, as duas partes estabeleceram que voltam a sentar-se à mesa negocial no próximo ano caso a taxa de inflação de 2020 se situe acima de 0,95%.

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Carta de solicitação ao IAVE sobre provas de avaliação externa 2020/21

 

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Média dos Exames Nacionais Subiram até 3 Valores

Qualquer dia dizem que o trabalho on-line se torna mais eficaz.

Médias dos exames nacionais subiram até três valores

 

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Os efetos das regras da pandemia nos exames

 

Médias dos exames nacionais subiram até três valores

Só Português escapa a um aumento superior ao habitual das notas da 1.ª fase das provas nacionais. Regras especiais implementadas por causa da pandemia justificam os resultados.

As notas da 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário melhoraram em praticamente todas as matérias. As médias sobem até 3,3 valores em disciplinas como Biologia e Geologia, a prova que teve mais inscritos neste ano, ou Geografia A. Também Física e Química (mais 2,2 valores na média) e Matemática A (mais 1,8) têm resultados bastante superiores ao habitual nos anos anteriores. Apenas a Português a média tem uma variação mais próximo do que é habitual, subindo 0,2 valores

 

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Como vai ser o ano letivo em Espanha?

 

Esta semana se han dado a conocer las directrices que, con carácter excepcional, marcarán el comienzo del curso y el regreso a las aulas de los alumnos valencianos a partir del próximo 7 de septiembre. Para intentar garantizar la presencialidad de los alumnos “al cien por cien”, la Conselleria de Educación invertirá 207 millones de euros que se destinarán, entre otras cuestiones, a mejoras en los centros, adquisición de dispositivos con conexión a internet o la contratación de 4.374 nuevos docentes, lo que supone un incremento del 7% de la actual plantilla de maestros y profesores, tal y como apuntaba el secretario autonómico, Miguel Soler, y que cada uno de los 1.847 centros educativos valencianos cuente, al menos, con un docente más que el curso pasado. Todas estas medidas han sido consensuadas en el Fòrum Valencià Educatiu y se ha realizado una “radiografía” de cada colegio e instituto para poder atender sus necesidades de forma personalizada para garantizar la salud y seguridad de alumnos y docentes.

El próximo curso, en Infantil y Primaria y hasta cuarto se ha definido un modelo de grupos estables de convivencia de hasta 20 alumnos por aula para intentar asegurar la trazabilidad en caso de detectarse algún positivo. Para asegurar que esto sea posible, los centros deberán habilitar nuevos espacios utilizando equipamientos como pueden ser gimnasios, comedores, bibliotecas, laboratorios… En quinto y sexto, con carácter general, los grupos se configurarán siguiendo el modelo de distanciamiento social de un metro y medio.

En Secundaria, cuyas instrucciones se publicaban este jueves en el Diari Oficial de la Comunitat Valenciana, se aplicará el distanciamiento social de metro y medio y está previsto que los alumnos de primero, para facilitar la adaptación a la nueva etapa educativa, asistan todos los días a clase. Para el resto de cursos, si no existe suficiente espacio en el centro para que todo el alumnado mantenga ese metro y medio, los estudiantes acudirán al instituto en días alternos, priorizando la presenciabilidad al cien por cien en segundo de Bachillerato y cuarto de Secundaria al resto de cursos. Es decir, desde segundo se establecerán turnos para prevenir contagios, aunque la formación se plantea “presencial para todo el alumnado” y, por tanto, se intentará garantizarla al máximo. También será cien por cien presencial en Formación Profesional Básica, PAC, PMAR y PR4.

Esta misma semana, la Conselleria de Sanidad Universal y Salud Pública comunicaba el protocolo de protección ante la COVID-19 a los centros educativos, que incluye medidas tanto para el entorno del centro -clases, comedor, extraescolares…- como para las actividades relacionadas con el transporte escolar o el acceso a los edificios.

No obstante, desde el departamento de Educación también se contemplan otros escenarios. En el caso de que se detectara positivos que obligaran al confinamiento de “una aula, un centro o un municipio”, desde la Conselleria tienen elaborada una hoja de ruta -con las correspondientes herramientas digitales a disposición de alumnado y profesorado- para que las clases puedan proseguir de forma telemática manteniendo los mismos horarios instaurados en el comienzo del curso.

Buena acogida de la comunidad educativa

Las decisiones adoptadas por la Conselleria de Educación han sido bien acogidas por la comunidad educativa, que reconoce que se han negociado “intensamente”. Como asegura Marc Candela, de Intersindical Valenciana, las medidas organizativas “no gustan a nadie, pero son las que se han tenido que implementar siguiendo las directrices sanitarias para garantizar las mejores condiciones laborales posibles y la máxima seguridad”. El portavoz sindical reconoce que su capacidad negociadora ha estado muy limitada, pero que aun así el incremento de las plantillas “es muy importante” y, “en general”, se han cumplido las necesidades de los centros. “Los profesores, sobre todo en Secundaria, tendrán más carga de trabajo, y más teniendo en cuenta que el próximo va a ser un curso complicado por la pandemia”.

Candela insiste en que ellos son partidarios de la presencialidad, “pero sin vacuna es imposible garantizarlo”. A partir de septiembre, y ya con la situación real del comienzo de curso, “continuaremos dialogando y negociando con la Conselleria”. Con las directrices marcadas, en principio, se asegura que no sucederá cuando el confinamiento del mes de marzo, “que nos pilló de un día para otro y sin capacidad de reaccionar”.

Por lo que respecta a las familias, Rubén Pacheco, presidente de Fampa Valencia, realiza un análisis “bastante positivo” de las medidas adoptadas desde el departamento de Educación, “se ha hecho un esfuerzo considerable, tanto económico como personal, y más si vemos lo que está sucediendo en otras comunidades autónomas, donde el panorama es dantesco”. “Aquí se nos escucha y se nos tiene en cuenta”, se congratula Pacheco, quien insiste en que evidentemente, el desarrollo del próximo curso “va a distar mucho de lo que sería un panorama ideal”.

Condiciones “lejos de lo deseable”

Desde Fampa destacan que la crisis provocada por la pandemia “deja en evidencia” la situación en la que estaba la educación valenciana antes de la COVID-19, después de años de recortes y con unas condiciones mínimas “muy lejos de lo que sería deseable”, con “centros saturados, que se quedan pequeños recién inaugurados, aulas que superan las ratios que serían deseables…”. Precisamente, considera Pacheco que la crisis del coronavirus ha puesto de manifiesto que es necesario bajar la ratio de alumnos por aula, y lamenta el hecho de que se vayan a perder espacios como gimnasios, comedores, bibliotecas, salones de actos que se van a utilizar para dar clase cuando esa no es su función, “esos lugares no están preparados, además de que quedarán inutilizados servicios que forman parte de la educación de los menores”, y lo mismo con las extraescolares, “no sabemos cómo se van a desarrollar, pero deben ser viables”. “No se puede tener una educación pública y de calidad yendo a mínimos”, sentencia el presidente de Fampa, que lamenta que no se van a tener las mejores condiciones posibles: “Este curso va a estar lastrado, y es una situación que se va a mantener el próximo curso y no sabemos cuánto tiempo la arrastraremos”.

Respecto a la brecha digital, Pacheco cree que van a ser necesarias muchos más de los 29.000 dispositivos electrónicos con conexión a internet de los que dispone actualmente la Conselleria: “Confiamos en que estén realmente trabajando en adquirir más, porque si no, se corre el riesgo de llegar tarde cuando realmente se necesiten”.

 

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Queres ganhar 3.183,47€ (vencimento base) + 585,56€ (despesas) ?

 

Código do Concurso: 1069_CReSAP_15_05/20

Abertura: segunda-feira, 03 agosto 2020

Encerramento: sexta-feira, 14 agosto 2020

Entidade: Direção-Geral da Administração Escolar

Organismo: Ministério da Educação

Cargo: Subdiretor-Geral

Nos termos dos artigos 18.º a 19.º-A do Estatuto do Pessoal Dirigente dos serviços e organismos da administração central, regional e local do Estado (EPD), aprovado pela Lei n.º 2/2004, de 15 de janeiro, alterado e republicado pela Lei n.º 64/2011, de 22 de dezembro e alterado pela Lei n.º 68/2013, de 29 de agosto e pela Lei n.º 128/2015, de 3 de setembro, a Presidente da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP), por iniciativa da Secretária de Estado da Educação, faz saber que se procedeu à abertura do procedimento concursal com vista ao provimento do cargo: Subdiretor-Geral da Direção-Geral da Administração Escolar.

Nos termos dos n.ºs 18 a 20 do artigo 19.º do EPD, o procedimento concursal é urgente, de interesse público, não havendo lugar à audiência de interessados e não havendo efeito suspensivo do recurso administrativo interposto do despacho de designação ou de qualquer outro ato praticado no decurso do procedimento concursal. A propositura de providência cautelar de suspensão de eficácia de um ato administrativo praticado no procedimento concursal não tem por efeito a proibição de execução desse ato.

A prestação de falsas declarações sob compromisso de honra constitui contraordenação punível nos termos da legislação em vigor e implica, por força do disposto no Regulamento de Tramitação dos Procedimentos de Recrutamento e Seleção dos Cargos de Direção Superior na Administração Pública, a exclusão do procedimento concursal.

Em qualquer fase do procedimento concursal pode o júri solicitar junto dos candidatos ou candidatas a entrega dos documentos comprovativos dos factos por si alegados, podendo ser excluídos do procedimento concursal se não os apresentarem, nos termos do mesmo Regulamento.

1 – Características do cargo em concurso

  • – Identificação do cargo de direção a ocupar

Subdiretor-Geral da Direção-Geral da Administração Escolar (cargo de direção superior de 2.º grau).

  • – Organismo

Direção-Geral da Administração Escolar – Ministério da Educação.

  • – Atribuições e competências

As previstas no artigo 6.º e 7.º do EPD, conjugado com as atribuições e competências específicas previstas no Decreto Regulamentar n.º 25/2012, de 17 de fevereiro, alterado pela Lei n.9 266-F/2012, de 31 de dezembro.

  • – Área de formação preferencial ao perfil

Grau de licenciatura quer em áreas que permitem a lecionação em escolas do ensino básico e secundário, quer em áreas relacionadas com a administração e gestão.

  • – Área de especialização preferencial ao perfil
  • Administração escolar;
  • Administração pública.
  •  –  Experiência profissional preferencial
  • Experiência comprovada no desempenho de funções inerentes ao cargo a prover;
  • Experiência no desempenho de cargos de direção na administração pública;
  • Experiência em liderança ou chefia de equipas.
  • – Outros fatores preferenciais
  • Conhecimento em gestão e administração pública, designadamente em carreiras e relação jurídicas de emprego público, bem como em contratação pública;
  • Conhecimentos nas áreas dos modelos de comunicação institucional externa e interna, da liderança, negociação e gestão de conflitos, bem como conhecimentos na área das tecnologias de informação e comunicação.
    • – Relação jurídica de emprego público, duração e respetiva renovação, e exclusividade

Regime de comissão de serviço, por um período de 5 anos, renovável uma vez por igual período, sem necessidade de recurso a procedimento concursal, conforme disposto no n.º 12 do artigo 19.º do EPD, e em regime de exclusividade e incompatibilidade, nos termos dos artigos 16.º e 17.º do mesmo estatuto.

  • – Identificação do local de trabalho

Lisboa.

  • – Remuneração

3.183,47€ (vencimento base) + 585,56€ (despesas de representação).

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Vouchers para Manuais Escolares começam a ser emitidos hoje

Começam hoje a ser emitidos vouchers para um milhão de alunos encomendarem manuais escolares para o próximo ano letivo.

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Oferta de Emprego

Procedimento concursal n.º 1069_CReSAP_15_05/20 de recrutamento e seleção para o cargo de subdiretor-geral da Administração Escolar

 

🙂

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Lá Por Fora

Guide to Reopening Ontarios’s Schools

 

 

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Novas Contradições da DGS

DGS dá ordem para deixar de testar os contactos de alto risco

 

Expresso (01-08-2020)

 

DGS desmente “categoricamente” que os contactos de risco com a covid-19 deixem de ser testados

 

Observador (01-08-2020)

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Quatro Eixos Para a (Des)Valorização dos Trabalhadores

Governo define quatro eixos para modernizar a administração pública

 

Investimento nas pessoas, desenvolvimento da gestão, exploração da tecnologia e reforço da proximidade com os cidadãos são os quatro eixos definidos para modernizar a administração pública.

 

Governo aprovou a Estratégia para a Inovação e Modernização do Estado e da Administração Pública 2020-2023, na qual foram definidos quatro eixos, cada um com vários objetivos estratégicos, publicados esta sexta-feira em Diário da República.

 

Investimento nas pessoas, desenvolvimento da gestão, exploração da tecnologia e reforço da proximidade com os cidadãos são os quatro eixos definidos pelo Executivo, num total de 14 objetivos estratégicos, para modernizar a administração pública nos próximos três anos. Desde a mobilização e capacitação de trabalhadores, passando pelo investimento na simplificação administrativa até ao incentivo à participação informada dos cidadãos, são inúmeras as medidas pensadas pelo Governo.

Investimento nas pessoas: renovar lideranças e capacitar trabalhadores

Para o Governo, um dos principais desafios nos dias de hoje passa pela mobilização e valorização dos trabalhadores, de forma a desenvolver as competências de cada um, motivando-os e criando valor para a sociedade. Um dos objetivos é, por isso, “desenvolver e renovar lideranças” e isso vai ser feito através de quatro medidas:

  • “Desenvolvimento da oferta formativa no Centro de Desenvolvimento de Liderança do INA – Direção Geral da Qualificação dos Trabalhadores em Funções Públicas (INA), com novos modelos de aprendizagem”;
  • “Preparação da sucessão da liderança formando uma nova geração de trabalhadores com competências de liderança através de programas de capacitação avançada, sob a designação ‘Futuros Líderes’”;
  • “Criação de um programa de mobilidade para dirigentes noutros países, com a designação ‘Liderança em Intercâmbio’, para fomentar a aprendizagem através do contacto com outras experiências, no setor público, privado e social”;
  • “Reforço da formação para dirigentes, designadamente em formato online, tornando-o, em algumas áreas temáticas, o formato preferencial”.

Ainda dentro do investimento nas pessoas, o Governo definiu como outro objetivo “mobilizar e capacitar os trabalhadores”, considerando que o envolvimento das pessoas nas empresas exige “não só uma integração acompanhada e uma política salarial adequada”, mas também investimento nas condições de trabalho e no desenvolvimento das competências pessoais e profissionais. Aqui, foram definidas outras quatro medidas:

  • “Execução de planos de atração e retenção de trabalhadores qualificados, promovendo a Administração Pública como empregador de excelência e apostando nos valores do serviço público”;
  • “Aprofundamento das medidas de conciliação da vida pessoal, profissional e familiar, nomeadamente através de formação, teletrabalho e regimes de horário a tempo parcial”;
  • “Dotação dos organismos e serviços públicos de capacidade para acolher e implementar a opção pelo teletrabalho tanto a nível da organização interna como a nível tecnológico”;
  • “Desenvolvimento das competências dos trabalhadores através de formação inicial e contínua”.

Um terceiro e último objetivo definido para este eixo de investimento nas pessoas é o “envolvimento dos trabalhadores na mudança cultural”, algo que o Executivo considera “fundamental para reforçar a participação dos cidadãos e aumentar a abertura da Administração Pública à sociedade”. Aqui, para alcançar este objetivo, foram definidas outras quatro medidas:

  • “Adoção de iniciativas de envolvimento dos trabalhadores na gestão, incluindo um orçamento participativo para a Administração Pública, para que estes decidam sobre parte do orçamento das respetivas entidades”;
  • “Difusão do modelo das oficinas de participação, como forma de intervenção ativa dos trabalhadores na definição de estratégias no setor público”;
  • “Promoção de formas de trabalho interdepartamentais para concretizar projetos de serviço público, através de equipas de trabalho autónomas”;
  • “Criação de programas de responsabilidade social para reforçar o sentido de pertença dos trabalhadores”.

Desenvolvimento da gestão através da melhoria dos serviços públicos

Neste segundo eixo, o Governo considera que os principais desafios são o fortalecimento da capacidade de gestão, de forma a “gerir estrategicamente os trabalhadores e alavancar o desempenho”. E isso será alcançado, refere a resolução, através de “modelos de negócio focados na criação de valor, assentes na inovação, simplificação, participação e colaboração interna e externa”. Neste eixo, um dos objetivos definidos é exatamente esse: “fortalecer a gestão do desempenho para melhorar a qualidade dos serviços públicos”. Para isso, foram criadas seis medidas:

  • “Simplificação dos instrumentos de gestão pública, nas várias fases do ciclo de gestão e promovendo a autonomia, colaboração, avaliação e responsabilização”;
  • “Introdução de um modelo de avaliação 360º dos trabalhadores aos dirigentes e interpares como elemento do modelo de gestão do desempenho das entidades públicas”;
  • “Melhoria dos indicadores de qualidade dos serviços prestados aos cidadãos e às empresas e implementar inquéritos de satisfação destes em relação aos serviços prestados”;
  • “Inclusão no QUAR de cada organismo da Administração Pública indicadores que permitam aferir o cumprimento do seu contributo na execução de medidas de planos transversais e estratégias nacionais em que esteja envolvido”;
  • “Desenvolvimento de sistemas de gestão que garantam resposta rápida”;
  • “Incorporação da dimensão do impacto ambiental nos modelos de gestão pública”.

Outro dos objetivos neste eixo é o “planeamento dos recursos humanos de forma integrada”, planeamento esse que “deve ser plurianual, para evitar perda de capacidade operacional e de conhecimento e garantir dimensões quantitativa e qualitativa das competências individuais necessárias”. Aqui foram definidos duas medidas:

  • “Promoção do planeamento plurianual de admissões, tendo em atenção a evolução das missões e as alterações aos modelos de trabalho”;
  • “Consolidação, ampliação e diversificação dos centros de competências e modelos de trabalho em rede, promovendo a mobilidade dos trabalhadores para acorrer a necessidades prioritárias em cada momento”.

Também o “investimento na simplificação administrativa” — “tem sido a matriz renovadora da cultura da Administração Pública nos últimos anos” — é outro dos objetivos definidos pelo Executivo para modernizar a administração pública. Neste ponto, foram definidas três medidas:

  • “Renovar o programa de simplificação administrativa e legislativa (SIMPLEX), centrando-o no serviço aos cidadãos, às empresas e aos empreendedores, nacionais e internacionais”;
  • “Garantir que as comunicações da Administração Pública são realizadas em linguagem clara e acessível e incluem, sempre que possível, o custo real do serviço”;
  • “Disponibilizar o acesso e acompanhamento dos procedimentos através de balcão único e online, simplificando os trâmites processuais”.

O último objetivo deste terceiro eixo passa por “promover a inovação na gestão pública”, que “deve assumir a inovação como uma alavanca para um melhor serviço público”, através do “desenvolvimento de modelos e ambientes de trabalho que estimulem a inovação”. E isso será alcançado através de quatro medidas:

  • “Renovar o Sistema de Incentivos à Inovação na Gestão Pública (SIIGeP) e o mecanismo do «direito ao desafio», reforçando os apoios à capacitação para a inovação e à experimentação”;
  • “Criar um centro para a inovação no setor público que promova a criação de valor e apoie as organizações na gestão da inovação”;
  • “Recentrar o trabalho do Lab X na resposta às necessidades dos cidadãos e empresas e garantir que os seus projetos-piloto mais relevantes chegam à fase de roll out (colocar em produção o sistema testado)”;
  • “Incorporar a perspetiva de género como dimensão central dos modelos de gestão inovadores”.

Explorar a tecnologia de forma a proporcionar “serviços seguros, acessíveis e sem esforço”

“O principal desafio deste eixo é utilizar a tecnologia digital para proporcionar aos cidadãos e empresas serviços seguros, acessíveis e sem esforço, facilitando e reduzindo interações, disponibilizando e reutilizando dados e promovendo a eficiência, sustentabilidade e simplificação dos processos de funcionamento da administração pública”, refere a resolução. E aqui foram definidos três objetivos, sendo que o primeiro passa pelo “reforço da governação global das tecnologias”, no qual foram estipuladas seis medidas:

  • “Promoção da execução da estratégia para a utilização de serviços (cloud) na Administração Pública, com avaliação dos resultados alcançados”;
  • “Definição de princípios, normas, guias, arquiteturas de referência e tecnologias comuns apoiando a sua adoção transversal à Administração Pública através do Centro de Competências Digitais da Administração Pública (TicAPP)”;
  • “Criação de um espaço de trabalho que proporcione o conhecimento sobre as tendências tecnológicas digitais e promova a transferência desse conhecimento entre as instituições de ensino superior, a indústria e a Administração Pública”;
  • “Reforço dos níveis de cibersegurança dos organismos da Administração Pública, através do Quadro Nacional de Referência para a Cibersegurança”;
  • “Reforço da apropriação e incorporação de conhecimento científico no apoio à decisão e formulação de ações de políticas públicas”;
  • “Utilização da inovação tecnológica como alavanca da eficiência energética e da descarbonização”.

Outro dos objetivos neste campo tecnológico passa por “melhorar a interoperabilidade e a integração de serviços”, que “é também fundamental”, diz o Governo. E, para isso, foram definidas quatro medidas:

  • “Promoção e apoio do uso da plataforma de interoperabilidade da Administração Pública para a integração de serviços e reutilização de dados, incluindo serviços de inteligência artificial, qualidade e análise de dados”;
  • “Incentivo do uso de autenticação de acesso universal através da chave móvel digital, explorando a possibilidade de autenticação biométrica, assegurando o ponto único de acesso através do portal ePortugal”;
  • “Estabelecimento de um modelo de gestão da informação que, tirando partido das soluções tecnológicas, permita identificar vários processos junto de várias entidades da Administração Pública para tratamento da mesma situação com respeito pelas competências de cada entidade e pela proteção dos dados pessoais”;
  • “Fortalecimento e expansão de sistemas de informação colaborativos entre diversas entidades da administração pública, incluindo entre a administração central e local”.

O último objetivo dentro deste eixo tem a ver com a “gestão do ecossistema de dados com segurança e transparência”, dado que o Executivo considera “fundamental promover a confiança ao desenvolver sistemas seguros em cada etapa da transformação digital”. E aqui foram estipuladas três medidas que permitam alcançar este objetivo:

  • “Definir e desenvolver os mecanismos de governação de dados da Administração Pública e manutenção dos respetivos catálogos e sistemas de fonte primária, para partilha interna e com o exterior”;
  • “Criar um mecanismo genérico que permita aos cidadãos ser informados das fontes primárias de dados pessoais na Administração Pública e atualizar e gerir as autorizações de acesso a esses dados”;
  • “Reforçar o serviço Dados.Gov enquanto portal da transparência na Administração Pública e estimular o seu uso com mais oferta, dados ligados, dados em tempo real e publicitação de identificadores persistentes para dados referidos em documentos oficiais”.

Reforçar a proximidade com os cidadãos

Para o Governo, o desafio associado a este eixo é a “promoção da tomada de decisão e de uma atuação mais próxima dos cidadãos, através de processos de desconcentração, de descentralização e de participação, concebendo políticas e concretizando medidas mais eficientes, inclusivas e adequadas às realidades locais e regionais”, refere a resolução. Assim o primeiro objetivo passa por “promover a integração e a inclusão no atendimento”, algo que será alcançado através de seis medidas:

  • “Criar um centro de competências em atendimento que promova a visão integrada e a melhoria da qualidade deste serviço”;
  • “Tornar mais inclusivos os espaços (físicos e virtuais) de atendimento, criando condições de atendimento personalizado para cidadãos seniores, alargando o serviço de tradução telefónico e disponibilizando serviços que garantam o acesso a pessoas com deficiência ou incapacidade”;
  • “Reforçar a utilização de estratégias omnicanal, nomeadamente disponibilizando novos serviços em balcão único, um número de telefone único e aprofundando o princípio digital por omissão”;
  • Abrir novas Lojas de Cidadão e Espaços Cidadão, bem como desenvolver soluções itinerantes em proximidade (multisserviços), mantendo e reforçando a parceria com as autarquias locais, e apostar no modelo de serviços públicos móveis em territórios de baixa densidade”;
  • “Robustecer o portefólio de serviços disponibilizados nas Lojas e Espaços Cidadão, em função das necessidades diferenciadas das populações”;
  • “Contratação de mediadores interculturais em serviços públicos (ou agrupamentos de serviços) de atendimento direto com maior afluência de populações migrantes e ciganas”.

O próximo e 12.º objetivo definido pelo Executivo para modernizar a administração pública passa por “incentivar a participação informada dos cidadãos”, que “proporciona as melhores condições para a obtenção de decisões mais ponderadas e equitativas”. E isto poderá ser alcançado através de cinco medidas:

  • “Lançar um novo modelo de Orçamento Participativo Portugal (OPP), e adaptando o foco do OPP a áreas ou políticas públicas específicas”;
  • “Articular, a título voluntário, os orçamentos participativos regionais e locais com o OPP, com vista ao alinhamento dos processos em benefício da participação dos cidadãos”;
  • “Organizar iniciativas de «Casa Aberta» em organismos da Administração Pública, com vista a permitir aos cidadãos conhecer e compreender como funcionam os serviços públicos”;
  • “Promover a participação eleitoral, reforçando a utilização dos mecanismos digitais”;
  • “Promover a aplicação da Convenção de Aarhus – Convenção da Comissão Económica para a Europa das Nações Unidas sobre o acesso à informação, participação do público nos processos de tomada de decisão e acesso à justiça em matéria de ambiente, pelos organismos e serviços públicos”.

“Aprofundar a descentralização de competências para as autarquias locais” é outro dos objetivos definidos neste quarto e último eixo, algo que poderá ser conseguido através de:

  • “Conclusão do processo de descentralização de competências para as autarquias locais”;
  • “Conclusão da operacionalização da transferência de competências, nas suas várias áreas e dimensões”;
  • “Proporcionar a capacitação das autarquias para apoiar o processo de descentralização de competências, em colaboração com agentes de valorização do território local, designadamente as instituições de ensino superior”.

O último objetivo definido pelo Governo passa por “fortalecer serviços públicos de proximidade, designadamente através da desconcentração de serviços públicos para o nível regional”, permitindo “articular no território um conjunto muito significativo de políticas públicas”. Para alcançar este objetivo foram definidas cinco medidas:

  • “Adotar um modelo de eleição indireta dos presidentes das CCDR por um colégio eleitoral composto pelos membros das câmaras e das assembleias municipais e presidentes de junta de freguesia da respetiva área territorial”;
  • “Promover a desconcentração de serviços públicos, numa lógica de proximidade, determinando a sua integração gradual as CCDR“;
  • “Apoiar a oferta de serviços públicos digitais através da disponibilização de ferramentas comuns”;
  • “Implementar os comandos regionais e sub-regionais de emergência e proteção civil”;
  • “Promover a ocupação de instalações, através do mapeamento conjunto com os municípios de espaços sem ocupação, identificando projetos artísticos, artistas e criadores interessados em instalar-se nesses locais”.

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Sobre o plano de renovação da classe Docente

 

A escola aos novos. Nunca é cedo para ensinar

Os professores portugueses estão envelhecidos e são precisas medidas para a “passagem de testemunho” aos mais novos. o Governo aposta no programa de pré-reforma da função pública: os critérios estão “definidos” e o “projeto-piloto na Educação pronto para avançar”

João Dantas é professor desde os 18 anos. “Comecei em 1978 ou 79. Eram outros tempos. Havia poucos professores com formação universitária.” Ensinou Educação Visual e Tecnológica e aos 22 anos já fazia parte da direção de uma escola. Mais tarde trabalhou na Direção Regional de Educação do Norte, colocou centenas de colegas em concursos, tirou mestrado em Administração Escolar. Hoje, aos 62 anos, tem a seu cargo o Agrupamento de Escolas D. Maria II, em Braga, composto por dez escolas onde ensinam cerca de 350 professores. “Não tenho professores com menos de 30 anos, e um terço tem mais de 60 anos. O ensino está hoje num período de retração, com uma grande parte dos professores em fim de carreira e menos alunos”, explica.

Em fevereiro, o Expresso alertou para dados de um relatório do Conselho Nacional de Educação que concluiu que “52 mil dos 90 mil docentes dos quadros de escola (58%) vão reformar-se até 2030”. Este desequilíbrio geracional traz vários problemas para o ensino nacional. “A idade mais avançada dos professores até pode ser uma vantagem, pela experiência acumulada e maturidade. [Mas] torna-se problemática quando é predominante nas equipas e quando é necessário implementar mudanças e ensaiar novas respostas políticas, como a [recente] política de autonomia e flexibilidade curricular”, sublinha ao Expresso Sandra Mateus, investigadora do ISCTE na área de Sociologia da Educação.

 

 

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17 de Agosto – Data Provável para a Publicação das Listas de Colocações

Apesar da abertura do concurso externo deste ano ter atrasado quase 20 dias em relação ao ano passado, houve uma recuperação de prazos nas fases seguintes que levou a que a manifestação de preferências para a contratação inicial atrasasse apenas 3 dias e a mobilidade interna fosse no mesmo dia que o ano passado.

Assim, a data de 16 de agosto do ano passado poderá ser bastante idêntica este ano para a publicação das listas de colocações.

Sendo o dia 16 de agosto de 2020 um domingo a data mais provável para que as listas sejam publicadas, na minha opinião, será o dia 17 de agosto.

Aguardemos até lá.

Fica neste quadro o calendário das datas da última década das fases mais importantes do concurso de professores.

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A Graça diz: Professores poderão ser prioritários na vacina da gripe, se possível…

 

Professores poderão ser prioritários na vacina da gripe

Os professores poderão ser prioritários para receber a vacina da gripe se tiverem mais de 65 anos ou alguma doença que seja fator de risco para a covid-19, admitiu hoje a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.

 

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Professor de 2º Ciclo – variante Português/História

 

Grupo de Ensino privado em Lisboa procura para integrar equipa docente:
Professor de 2º Ciclo – variante Português/História
Com experiência e trabalho em modelo pedagógico do Movimento Escola Moderna
Horário completo
Enviar CV com fotografia para [email protected]

 

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Concurso Pessoal Docente 2020/2021 – Listas Ordenadas de contratação

 

PROJETO DE LISTA ORDENADA DE GRADUAÇÃO DOS CANDIDATOS À OFERTA DE EMPREGO PARA CONTRATAÇÃO A TERMO RESOLUTIVO PARA O ANO ESCOLAR DE 2020/2021

 

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Não Chegaram as Dispensas Sindicais e o ICL2 fecha dentro de 15 Minutos

Quase a terminar a hora do ICL2 ainda não chegaram as autorizações das dispensas sindicais às escolas.

Será que este ano vamos ver os dirigentes sindicais com turmas atribuídas?

Para alguns seria mesmo o último ano que em poderiam regressar a uma sala de aula.

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Como conseguir distanciar os alunos 1 metro uns dos outros (Exemplos)

Às salas de aula não são grandes e os alunos por turma são muitos. As dificuldades para conseguir distanciar os alunos em 1 metro são muitas e por muitas razões.

Fica um exemplo que posto em prática já demonstrou eficácia na maioria das escolas onde foi tentado.

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Concurso Interno de Afetação Lista ordenada de graduação – Açores

Concurso Interno de Afetação Lista ordenada de graduação:

Lista ordenada de graduação

 

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