Category: Rui Cardoso

SIMPLEX nas Escolas – 20 medidas de desburocratização interna das escolas

20 medidas para desburocratizar

 

Com o objetivo de simplificar metodologias, processos administrativos, expedientes e eliminação de redundâncias, no âmbito do Simplex, o Ministério da Educação avança já no próximo ano letivo com um primeiro conjunto de medidas de desburocratização interna das escolas, uma decisão que corresponde a um compromisso assumido com as escolas e os professores, inscrito no Programa de Governo.

Este primeiro passo, que consiste em duas dezenas de iniciativas teve por base as sugestões apresentadas por várias direções dos estabelecimentos de educação e ensino de todo o país e por listas entregues por algumas organizações sindicais, construindo-se, em primeira instância, a partir da experiência das próprias escolas.

Em concreto:

  1. Reduzir ao essencial os aspetos que devem ser monitorizados/avaliados em todos os planos e projetos determinados pela tutela.
  2. Limitar o texto das atas aos assuntos tratados, decisões e declarações de caráter pedagógico, sendo eliminados os documentos passíveis de serem consultadas em fontes digitais ou que fazem parte do trabalho corrente de Direção de Turma.
  3. Eliminar das atas as listas de evidências e prestação de contas do trabalho dos Diretores de Turmas e dos professores.
  4. Dispensar a avaliação das aprendizagens dos alunos nas AEC – _Atividades de Enriquecimento Curricular.
  5. Substituir o Programa de Apoio Educativo pela revisão anual dos Planos de Ação Estratégica.
  6. Tornar facultativas as reuniões intercalares, deixando a sua realização aos casos em que se justifiquem, determinando que todos os professores submetam as descrições qualitativas, relativas ao desempenho dos alunos, nas plataformas digitais em uso nas escolas para informação aos encarregados de educação.
  7. Elaborar planos de recuperação simplificados dispensando-os da qualidade de instrumentos administrativos/ prestação.
  8. Reduzir os procedimentos para a realização de visitas de estudo simplificando os requisitos administrativos.
  9. Delegar nos diretores as decisões sobre as visitas de estudo internacionais com reporte da sua realização aos serviços.
  10. Elaborar modelos simplificados de planos-relatórios.
  11. Autorizar a realização de reuniões online.
  12. Implementar o trabalho remoto opcional/ facultativo para as reuniões com Encarregados de Educação.
  13. No caso das escolas TEIP, centralizar e limitar os documentos empregues para a sua monitorização.
  14. Condensar normas legais e regulamentares de funcionamento nas escolas num único site.
  15. Eliminar a descoordenação de normas de nível diferente.
  16. Assumir o princípio de que o que for desmaterializado não carece de duplicação ou de assinatura em papel.
  17. Eliminar relatórios de execução de medidas com alunos que repitam dados que se deduzem da avaliação atribuída.
  18. Eliminar a necessidade de tramitação de papéis para justificação de faltas de professores que se encontram em visitas de estudo.
  19. Alargar a realização de formação contínua, nos Centros de Formação de Associação de Escolas, do pessoal docente e não docente, na modalidade e-learning.
  20. Criar o Prémio Simplex para as Escolas, distinguindo as instituições mais pró-ativas na eliminação de burocracia na gestão pedagógica e partilha e boas práticas.

Para além das propostas de desburocratização apresentadas pelas Direções de Escolas, o Ministério da Educação, tal como já anunciado, continua em parceria com a Agência para a Modernização Administrativa a fazer o levantamento de procedimento burocráticos a eliminar.

Está ainda determinada a constituição de um grupo em cada Agrupamento de Escola com vista à simplificação de procedimentos internos administrativos e a elaborar de um manual de simplificação de práticas administrativas dos docentes.

Lisboa, 21 de julho de 2023

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Notificações da Mobilidade por Doença chegaram…

 

Verifiquem, porque nos colocados em Mobilidade por Doença já começaram a ser notificados.

 

Exmo./a Sr./a Diretor/a/Presidente da CAP,

Tendo sido hoje divulgados os resultados do procedimento de mobilidade de docentes por motivo de doença 2023/2024 regulada pelo Despacho n.º 7716-A/2022, de 21 de junho, informa-se V. Exa. que poderá consultar os dados relativos aos docentes que saíram ou foram colocados no AE/ENA que V. Ex.ª dirige, através desta forma de mobilidade, na plataforma SIGRHE – Situação Profissional > Movimentação de docentes.

Com os melhores cumprimentos,

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Plano 23|24 Escola+,

Resolução do Conselho de Ministros n.o 80-B/2023

 

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Escolas pedem reforço de professores para garantir condições no próximo ano lectivo

Conselho das Escolas considera “fundamental” que haja um “reforço extraordinário de docentes”. Redução nos créditos horários e envelhecimento preocupam.

Escolas pedem reforço de professores para garantir condições no próximo ano lectivo

Escolas pedem reforço de professores para garantir condições no próximo ano lectivo
O Conselho das Escolas (CE) mostra-se “preocupado” com a perspectiva de os estabelecimentos de ensino “não disporem das condições mínimas” para trabalhar no próximo ano lectivo. Em causa está a possibilidade de desaparecerem os reforços de créditos horários, que vigoraram nos últimos anos em resposta à pandemia de covid-19 e permitiram um reforço dos professores ao serviço das escolas, conjugados com os efeitos do envelhecimento dos docentes.

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Notificação da decisão da reclamação

 

Encontra-se disponível para consulta, a notificação da reclamação.

SIGRHE

Nota informativa – Notificação da decisão da reclamação

 

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Meia Jornada

 

NOTA INFORMATIVA MJ/N.º 1/2023
MODALIDADE DE HORÁRIO DE TRABALHO – MEIA JORNADA

 

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Pela alteração das regras da Mobilidade por Doença – FNE

FNE promove concentração em frente ao Ministério da Educação, no próximo dia 21 de julho, às 15h, exigindo alteração das regras da Mobilidade por Doença.

 

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Datas de acesso aos manuais escolares

 

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Jovem que agrediu colega de escola em Oliveira de Azeméis condenado a quatro anos de prisão suspensa

O Tribunal de Santa Maria da Feira condenou a quatro anos de prisão suspensa um jovem de 22 anos por ter agredido violentamente um colega da escola, em Oliveira de Azeméis, no distrito de Aveiro, em 2018.

Segundo o acórdão, consultado esta sexta-feira pela Lusa, o jovem foi absolvido do crime de omissão de auxílio, mas foi condenado por um crime de ofensa à integridade física grave, na pena de quatro anos de prisão, suspensa por igual período.

A suspensão da pena ficou condicionada a regime de prova e à obrigação de o arguido entregar ao ofendido 100 euros por mês, por conta da indemnização concedida.

Jovem que agrediu colega de escola em Oliveira de Azeméis condenado a quatro anos de prisão suspensa

 

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A ESCOLA É “HOMO NATURALIS” “HOMO SAPIENS” NÃO QUER MORRER Into / In INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL – Carlos Calixto

“Burrice Natural ou Inteligência Artificial, eis a questão? Prefiro mesmo a Inteligência Natural”. (Rubens de Camargo Vianna Filho)

A Escola é inata e conatural ao “homo sapiens”. “Ipsum verum sit factum”.

A IA, pode passar de acto-feito de criação humana, a “finis exitus terminus”.

Ao escrevermos este Ensaio introdutório” sobre a IA, é nossa intenção lançar e problematizar, questionar o problema e colocar a dúvida-certeza no debate público, político, de política educativa, no Professorado e na comunidade educativa, alertando para o magno e notável Erro e perigosde misturar a “ homo naturalidade” da Escolaclassicamente moderna, contemporânea e intemporal, versus o “artificialismo” contra  natura e   anti-natural da Inteligência Artificial (IA), nos meândros do/no sistema educativo, no processo de ensino aprendizagem e no actoeducativo.                   A Escola é dos e para os “homines”.    

Ao usarmos as proposições into e in no título textual, fazêmo-lo no sentido de poder indicar uma tendência, um movimento para dentro, no sentido de e em direcção a (…); uma asserção/afirmação verdadeira, de conteúdo controverso e polémico, filosoficamente falando, que propomos a exame e/ou deliberação docente e pública. Pergunta: Será que vale a pena o risco e o perigo de ir tão longe, até ao ponto de não retorno?!(…)                                                                

Resumindo, umas influências e tendências pedagógicas                             muito perigosas”, para a alegada adopção escolar futura da IA.                            Já começou com o ChatGPT e o deslumbramento de “mentes anãs”. Porquê?! Porque é anti-natural ao exercício do pensamento humano e ao exercitar dos neurónios e das sinapses. Exercitar o raciocínio, a lógica, a criatividade, a crítica, a abstracção, memorização, etc., recomenda-se naturalmente “naturalis“.  Nunca a aliene alienação pensante acrítica.                Sim, a IA e a sua Tecnologia pensante supera de longe o Google e outros motores de busca. E só estamos no princípio que pode ser o fim. Pandora.

Tentaremos justificada e amplamente, ao longo de todo o texto,                       alcançar este desiderato e demonstrar cabalmente que a defesa da Inteligência Artificial (IA) É mais um desvario na/da Escola / Escola Pública.                                                  Reconhecemos econstatamos a potencial e eminente perigosidade da IA para a desvalorização e extinção da profissão docente. Mantemos a mente aberta e combatemos o preconceito.Segue-se prova testemunhal.

Ficam algumas citações sobre a Inteligência Artificial (IA), para reflexão humana – apelando ao pensamento “profundus”:

– “A maior qualidade da Inteligência Artificial é que ela erra com convicção”. (Pensador – 1.ª Escola do Pensamento fora do Padrão)

– “A Inteligência Artificial não precisa ter emoção para exterminar a raça humana, só de razão!!! Esse é o real problema”. (Sidharta Costa Pinto)

– “A Inteligência Artificial é extremamente perigosa”. (Matheus O. Santos)

– “A Inteligência Artificial não vai tirar o seu emprego agora. Uma pessoa utilizando IA sim”. (Pensador, Marcos Lenine)

– “A Inteligência Artificial provavelmente irá causar o fim do mundo, mas enquanto isso não acontece, existirão grandes empresas. (Revista Forbes)

– “A Inteligência Artificial será extremamente benéfica e já é no campo da cibersegurança. Também será benéfica aos criminosos”. (idem)

– “Devemos utilizar a Inteligência Artificial como uma ferramenta de aprendizagem e não como um método de copiar e colar”. (Eleno Carvalho)

– “A Inteligência Artificial poderá ser a melhor coisa para a humanidade ou será a nossa ruína”. (Pensador)

– “A longo prazo, Inteligência Artificial e automação tomarão muito do que dá aos humanos um sentimento de propósito”. (Forbes, Matt Bellamy)

– “A criação bem-sucedida de Inteligência Artificial seria o maior evento na história da humanidade. Infelizmente, pode também ser o último, a menos que aprendamos a evitar os riscos”. (Forbes, Stephen Hawking)

– “Acredito que o desenvolvimento pleno da Inteligência Artificial poderia significar o fim da raça humana”. (Pensador, Stephen Hawking)

– “A Inteligência Artificial será a invasão alienígena que procuramos há anos”. (Pensador, Delany Clinton)

– “«Inteligência». A Inteligência Artificial não é páreo (vem do latim par) para a estupidez natural”. (Frases Desmotivacionais)

– “A estupidez real sempre vence a Inteligência Artificial”. (Terry Pratchett)

– “O «ponto cego» da Inteligência Artificial é que a consciência não emerge do pensamento; é a fonte dele”. (Pensador, George Gilder)

– “Inteligência não é ter as respostas, mas sim as perguntas”. (C. H. Daher)

Jamais os Professores poderão ser substituídos pelo ChatGPT ou por uma qualquer “Inteligência Artificial” (IA) pensante – por muito matemática e algorítmica que seja; simplesmente porque apenas e só, somente os humanos têm Alma, Sentimentos, Emoções, Sensibilidade, Paixão e Amor.

A Subjectividade e o Livre Arbítrio. CONSCIÊNCIA do BEM e do MAL!!!

Os Professores estão cansados de tanta(s)experiência(s), mudança(s) e “viradeira”. Os Professores estão exaustos e a colapsar. Tem avondo de desconsiderações e afrontas políticas e de Luta / Revolta Docente.                      Os Professores estão feridos e magoados na sua Honra, Dignidade humana e deontologia profissional, por um Governo e Ministério da Educação (ME), sem Gratidão, sem Memória e sem Respeito. Os Professores estão fartos de «inovar», de instabilidade e de medo. De um ridículo abastardamento e degenerescênciatornado ridiculum”, chamado de “inovação pedagógica” e de PIP (Projectos de Inovação Pedagógica), e que vai “matando a EscolaPública”. E que chega e vem, vem chegando, sempre e sempre, mais e mais, pela Tutelapolítica da mão do punho fechado e da rosa espinhosa.

Carlos Calixto

Guião – Cenário de Pesadelo: aberrantes e anormais criações intelectuais humanóides; robotização e automação com capacidade criativa de pensamento muito avançadas e a evoluir e aprender rapidamente, e com toda a certeza lá chegará o momento em que o humanóide pensante deixará de obedecer ao criador humano, por mais que sejam os protocolos de segurança haverá falhas e, perdido o controle, advirá o nosso fim. Mas enfim, faz parte da lerdice e falta de discernimento humano, a estupidamente estupidificante atracção pelo abismo que é desastre e fim da humanidade. De facto, é preciso muita doideira humana para nos estarmos a armar em deuses, mais parecendo crianças irresponsáveis que brincando e caminhando, caminham para o desastre final. Quiçá, a iniquidade do “Armagedom”, sendo a IA a malignidade do futuro cérebro universal em detrimento e prejuízo do Homem. IA a criatura, criação do criador Homem. Da ficção cinematográfica deSkynet e Terminator                      Exterminador Implacável”, à realidade em aceleração da Inteligência Artificial (IA). Que dá que pensar dá.

Errare humanum est”!!!

Estamos a esgotar o nosso tempo na ampulheta, quadrante solar e clepsidra universal da temporalidade e dominância da humanidade.

O nosso tempo e o espaço-vital humanos, estão em vias de irreversível substituição por uma (quase) omnipotente, omnipresente e omnisciente Inteligência Artificial (IA).

Vamos abrir as “hostilidades à positividade, (in)sucesso e felicidade escolar reinantes e pra frentex” – leia-se contraditório, e a talhe de foice, na reflexão preparatória sobre a IA, usando a ferramenta da massa cinzenta chamada cérebrohumano. Falemos agora, propriamente dito, da “assombração” e espectro da Inteligência Artificial (IA) na Escola. A precaução, o tempo, o bom senso, a reflexão e o juízo sempre foram bons conselheiros. Inovação ajuizada e tecnologia q.b. ok. Não é embirração. Mas penso! Os Professores pensam! Experiencietas nada ajuizadas”, “projectosembrutecedores” e de atavio e dormência, inércia e entorpecimento intelectual humano nunca. Abolir a Escola da inteligência humana, provada e comprovada, é que NÃO! NUNCA!

Nas leituras que tenho feito, na abordagem à Inteligência Artificial (IA), como disse acima, tenho feito um esforço para manter a mente aberta e combater o preconceito. No entanto, em abono da verdade, seja dito que é difícil e mesmo impossívelnão reconhecer os perigos da IA, pesando os prós e contras, vantagens e desvantagens, factorespositivos e negativos. O Homem está a desbravar caminhos que podem levar à subordinação dos seres humanos às máquinas, num futuro já ao virar da esquina. Caminho que ao entrar na Escola, a vai matar porque vai alienar do pensamento, do raciocínio, da crítica, da reflexão. Donde, a regressão do “homo sapiens sapiens, acrítico e menorizado pelo facilitismo, acriticidadecomportamental e ausência de treinamento neuronal. “Cabecinhas doutrinadas são cabecinhas anestesiadas e alinhadas”.

Este futuro próximo não é de todo recomendávelpara a instituição Escola/EscolaPública. Significa a viciação, o corrompimento, a degeneração, a adulteração, a contrafacção, a deturpação, a falsificação, a perversão, o envilecimento, a bastardia e a regressão da Escola. Da Escola humana, de humanos e para humanos. Pessoas a falar com pessoas e professores a ensinar os alunos.

Os gigantes mundiais EUA, China e Rússia estão em competição e empenhados pela liderança da IA. A China acaba agora de alcançar um marco notável, ao conseguir o primeiro processador feito por IA e que é 4 mil vezes superior ao ChatGPT. “(…) Conseguiu criar o primeiro processador totalmente construído com uma Inteligência Artificial que é quatro mil vezes mais rápido do que o ChatGPT 4, sem qualquer ajuda humana. Estamos a falar do «Quimeng N.º 1», cujo desempenho é comparável ao do Intel 486.

(…) Prevê-se que estes processadores criados por IA poderão igualar ou até superar o nível de projectos concebidos por especialistas humanos nos próximos 5 a 10 anos”.

(https://www.magazine-hd.com/apps, Tomás Cascão, 03 de julho de 2023)

Perante esta realidade, mais se exige a ponderação humana e respostas à pergunta sobre a justificação ou não da IA na Escola.“Acreditamos que a pergunta mais importante, sobre a Inteligência Artificial na Educação, é identificar os Pontos Negativos e Positivos e encontrar um Ponto de Intersecção que possa adaptar educando e algoritmo, e implementar as melhorias conjuntamente”.

(https://pt.linkedin.com, Factores Positivos e Negativos da IA na Educação – Formação Educacional dos Estudantes, Elenito Dias e Levy da Costa, Publicado em 04 de maio de 2023)

Os factores positivos da IA na Educação e Ensino passam por:

– Personalizar a aprendizagem para cada aluno, adaptando o ritmo, o conteúdo e a abordagem de ensino de acordo com as necessidades e habilidades individuais.

Melhoria da eficiência do Ensino e automatização de tarefas repetitivas.

– Aprimoramento e ajustamento da avaliação, ajudando a IA com mais precisão, objectividade e feedback personalizado na/sobre a progressão decada estudante.

– A IA pode ajudar no acesso à Educação, reduzindo as diferenças sócio-económicas e as desigualdades educacionais.

– A IA também pode ajudar a criar experiências de aprendizagem com melhoria da retenção do conhecimento”. (idem)

Nos factores negativos da IA na Educação e Ensino, há que ter em conta:

– A dependência excessiva da tecnologia, o que levará inevitavelmente ao prejuízo da capacidade dos alunos de/em aprender por eles mesmos; será o fim da aprendizagem do educando por conta própria e o esbatimento e irrelevância do papel do professor.

Outro factor deveras negativo, negativíssimo mesmo, é o «viés algorítmico»; os algoritmos da Inteligência Artificial podem ter preconceitos embutidos, levando a resultados enviesados, injustos e discriminatórios na avaliação e/ou processo de tomada de decisão. No fundo, a prática da leitura da mentira, por deturpação informática digital-artificial da verdade e realidade.

Outro grave, gravíssimo problema, prende-se com a segurança dos dados pessoais dos alunos; a IA pode colocar em sério risco a privacidade e segurança informacional, per si, de cada caso, de cada aluno.

– Mais, de extrema gravidade, a falta de conexão humana. É facto indesmentível que o uso excessivo da IA na Educação, categórica e inequivocamente, reduz as interacções humanas entre alunos e professores; o que vai afectar negativamente o bemestar emocional dos educandos e inquestionavelmente a qualidade geral da Educação.

Negatividade grave ainda da IA, pela falta de controle humano. Usar a Inteligência Artificial na Educação, implica e leva obrigatoriamente a uma perda de controle humano sobre o processo de ensino e aprendizagem, levando a resultados previsivelmente indesejados. É o perder do actuspedagogus/ paidagogus humanus. (idem)

Há o risco visível e assumido de quebra e ruptura do paradigma escolar.

A simbiose da Inteligência Artificial e a Biológica, mesmo sabendo dos riscos, efeitos e danos colaterais, é o caminho que está a ser apontado para a Escola/Escola Pública, no/num futuro próximo; deveras preocupante, duvidoso e perigoso desconhecido. Ainda sobre o WEBCHATGPT– 4PLUS, e o entendimento dos Experts da actualidade em IA e a sua utilização na Educação e Ensino nas Escolas, a resposta à pergunta é:

Kay Fu Lee e Yuval Noah Harari têm visões diferentes sobre como a Inteligência Artificial (IA) está impactando a Educação actualmente.

Kay Fu Lee, um renomado especialista em IA, acredita que a tecnologia está transformando a Educação e criando novas oportunidades de aprendizagem. Em seu livro «Al Superpowers: China, Silicon Valley, and the New World Worder», ele argumenta que a IA pode ajudar a personalizar o Ensino, fornecendo aos alunos um aprendizado adaptativo e individualizado; (aprendizagem fitness no sentido da boa forma física e mental; da resiliência, aptidão e eficiência evolutiva do aprendiz). Ele também acredita que a IA pode ajudar a melhorar a eficiência do Ensino, permitindo que os Professores se concentrem em actividadeshumanas, como liderança e conexão emocional com os alunos.

Por outro lado, Yuval Noah Harari, autor de Sapiens: Uma Breve História da Humanidade”, tem uma visão mais crítica em relação à IA na Educação. Ele argumenta que a tecnologia pode levar a uma perda de empregos para Professores e a uma «padronização do Ensino» (impensável, inaceitável e intolerável, digo eu), que pode prejudicar a criatividade e o pensamento crítico dos alunos. Harari também alerta sobre a possibilidade de as empresas de tecnologia usarem a IA para influenciar o comportamento dos alunos, moldando as suas crenças e valores.

Em suma, enquanto Kay Fu Lee vê a IA como uma ferramenta que pode melhorar a Educação, Yuval Noah Harari adverte para os riscos e desafios que a tecnologia pode apresentar.Ambos concordam que a IA está mudando a Educação, e é importante que educadores, alunos e governos entendam os benefícios e desafios dessa tecnologia emergente”. (idem)

Os recursos tecnológicos podem alterar o processo de aprendizagem e formação axiológica humana dos alunos durante o período de vida escolar. Os cuidados a ter com o uso da Inteligência Artificial (IA) na Educação:

As tecnologias que a IA proporciona permitem simular comportamentos humanos relacionados com a inteligência, tais como o raciocínio, solução de problemas, percepção e, até mesmo, a tomada de decisões, mesclando o conhecimento humano com o artificial; explica o professor de Química e influenciador Michel Arthaud, da Plataforma Ferretto.

(https://www.sinesp.org.br/noticias, 5 cuidados com o uso da Inteligência Artificial na Educação, RedacçãoEdiCase, Publicado no Portal Recreio, em    22/02/2023, às 18:00 horas e Actualizado em 23/02/2023, às 11:10 horas)

Uma influencer(s)” e nada convencional a escanifobética salganhada digital IA, digo eu, à «molhada» com humano, tech e artificial IA.

“É inegável que a tecnologia deve ser aproveitada no aprendizado (aprendizagem), mas alguns cuidados são necessários para que o método tradicional não seja 100% colocado de lado”.(idem)

Listando, que atentar muito bem nos seguintes 5pontos, aquando do uso e utilização da IA na Educação e implementação na(s) sala(s) de aula(s) por constituírem perigos para os alunos:

Reprodução de desigualdades; o hiato-lacuna entre as condições do Ensino Privado e o Ensino Público. Haver igualdade de acesso e oportunidades não discriminar nenhum aluno (impossível de alcançar, dada a situação e realidade sócio-económica de cada família e de cada aluno).Citando Michel Arthaud: “Actualmente, grande parte das tecnologias educacionais são utilizadas no sector privado, e o que não queremos que aconteça, é a exclusão do sector público em mais uma camada. O uso da IA na Educação é, sim, importante, mas é preciso garantir que todos os alunos tenham as mesmas oportunidades de acesso”, destaca o professor. Perigo de perpétuar a exclusão educacional. (idem)

Dificuldade e impossibilidade em identificar o plágio na tecnologia IA      tornando e transformando a cópia em autoria. A máquina a fazer pelo aluno e a mentira de mentir ao(s) professor(es); inaceitável de todo. Segundo Arthaud:                O ChatGPT, ferramenta baseada em IA, é um dificultordesse processo. Existem softwares anti-plágio que verificam as semelhanças entre os textos localizados na internet e os ditos autorais, se o material foi criado a partir da tecnologia mencionada, muito provavelmente não será identificado”, explica. A cópia autoral em forma de, tornada plágio. (idem)

Deficiências no desenvolvimento de habilidades essenciais. O terrível dificultar e anti-desenvolvimento de habilidades essenciais dos estudantes. Com o avanço da IA, os alunos vão ter cada vez mais dificuldades e deficiências no desenvolvimento da leitura, interpretação de textos, escrita e compreensão. Reprovável! Nas palavras de Arthaud: “A IA pode impactar directamente na absorção de conhecimento e competências dos alunos. Isso acontece, pois, o   sistema gera automaticamente um plano de estudos, facilitando o modo de pesquisa de campo. É importante haver um equilíbrio entre o estudo tradicional e tecnológico, para que todas as capacidades sejam desenvolvidas de forma correcta”, recomenda. (idem)

Falta de contacto humano. Mesmo sendo a IA uma revolução na Educação, afecta o(s) plano(s) de Ensino. Com o uso da IA na Escola, a interacçãohumana entre alunos e professores diminui. Para Arthaud: “A tecnologia reduz o tempo de planejamento (planeamento) para a criação de uma aula, assim como pode reduzir o período de aprendizado (aprendizagem) dos alunos”. (idem)

Mais ainda, e de extrema gravidade, a perda acentuada do contacto humano e da «humanitas», pedagógico, científico e didáctico entre o(s)professor(es) e o(s) (aluno(s), reforço eu. Perde-se irremediavelmente o pulsar do sentir e do estar doaluno no momento; qual o seu estado de espírito. De acordo com Arthaud: “Quando as aulas são leccionadas de forma presencial, os professores têm um contacto directo com os seus alunos, conseguindo sanar dúvidas e questionamento que surgem durante as explicações. Com o uso da IA essa interacção diminui. Ou seja, os professores e alunos ganham por um lado, mas acabam perdendo por outro”. (idem)

Diria mesmo, digo eu, perdendo o essencial – a relação pedagógica professor-aluno.

 

Simulado inteligente; uma ferramenta de ajustamento às necessidades diárias do aluno.Ouvindo Arthaud: “Buscando contribuir com o processo de aprendizagem dos estudantes, principalmente daqueles que já prestaram ou irão prestar vestibular (do latim «vestibulum», um tipo de exame), a Plataforma Professor Ferretto inaugurou o «Simulado Inteligente», uma ferramenta que ajusta simulados de provas diariamente conforme a necessidade do aluno”. (idem)

A abordagem ao impacto do ChatGPT e da Inteligência Artificial (IA) na Educação.

Ao longo da nossa reflexão sobre os impactos da Inteligência Artificial na Educação, Ensino e Aprendizagem, e acerca do ChatGPT e da IA, é interessante a resposta dada pelo próprio ChatGPT:

“É importante que sejam tomadas medidas para garantir que a IA seja usada de maneira responsável e ética na Educação”.

(https://www.ifsc.edu.br/web, Instituto Federal, Santa Catarina, Inovação, Data de Publicação: 28 de fevereiro de 2023, às 19:49 horas, Data de Actualização: 01 de março de 2023, às 13;26 horas)

Outra resposta muito interessante do próprio ChatGPT, uma ferramenta TECH (tecnológica)educacional, fruto da Inteligência Artificial (IA) é:

“É importante lembrar que a IA é uma ferramenta e como tal, pode ser usada para melhorar ou simplificar o trabalho humano, mas também para substituí-lo”. (idem)

ASSUSTADOR!!!

“O facto do ChatGPT gerar textos parecidos com os humanos vem do processo de treino (…) sendo capaz de gerar textos com muita similaridade aos que foram utilizados em seu processo de treinamento”. (ibidem, Professor Mário de Noronha Neto, do Campus São José)

A utilização de uma ferramenta que «pensa» pelo aluno assusta com a ideia de que não será mais possível observar no dia a dia a evolução da aprendizagem dos nossos estudantes”. (ibidem, Michele Alda Rosso Guizzo, Professora do CampusCriciúma)

“É preciso valorizar os momentos de estudo e de avaliação colectivos e presenciais, que estimulam o desenvolvimento cognitivo, a criticidade e a elaboração própria dos estudantes”. (ibidem, Adriano Larentes da Silva, Pró-Reitor de Ensino)

 

 Breves referências à Inteligência Artificial na Educação (IA) – Vantagens                      e mais-valia para o Ensino e contras, Desvantagens. Eficiência versus negatividade – (recapitulando e súmula – sinopse).

Vantagens da IA na Educação:

Personalização algorítmica; conteúdo e ritmo de Ensino adaptativo; desempenho e feedback personalizado; utilização e interactividade de chatbots educacionais (chatboat é um programa de computador que tenta simular um ser humano na conversação com as pessoas); criação de ambientes de aprendizagem virtuais, possibilitando àqueles alunos privados de, sem acesso a uma educação tradicional, aprender de forma autónoma. (idem)

https://alexsandrosunaga.com.br, Formação de Professores, Inteligência Artificial na Educação: Vantagens e Desvantagens, Publicado em 12 de janeiro de 2023)

Automatização de tarefas administrativas, como a correcção de provas. Libertando tempo para os Professores se concentrarem no Ensino (idem)

Acessibilidade para alunos com necessidades educativas especiais ou que vivam em zonas/áreas remotas. (idem)

Desvantagens da IA na Educação:

Custos de implementação da IA são caros.(idem)

Falta de interacção humana. O uso da IA diminui a interacção humana e a personalização da Educação. Perda de habilidades humanas. (idem)

Riscos de privacidade. A IA, ao armazenar, controlar e compartilhar dados pessoais dos alunos,pode criar graves riscos de quebra de sigilo e privacidade. (idem)

Sumariando: “Em resumo, a IA tem o potencial de melhorar significativamente a Educação, mas é importante considerar cuidadosamente os custos e riscos potenciais antes de implementar essa tecnologia. É importante que os Professores, administradores e outros profissionais da Educação trabalhem juntos para garantir que a IA seja usada de forma ética e eficaz para beneficiar os estudantes”. (idem)

NOTA: E agora muita, mas mesmo muita Atençãosff. Obrigado. Fomos todos muito bem Enganados!Todo o artigo de ALEXSANDRO SUNAGA foi gerado e criação de IA. No final do artigo vem aseguinte referência“OBS: Este artigo e as imagens foram criados por Inteligências Artificiais (IA)”. (idem)

Verdadeiramente Assustador!!! Nada e em nada destoando de uma normal criação literária humana.Roçando a simbiose na perfeição. Mete Medo!

E só estamos no início. Para aonde caminha o Homem?!(…) Em que direcção e Qual o Destino?!(…) Somos “Homo Sapiens Sapiens. É Tempo do Homem Pensar O Pensamento. PENSEMOS!!!

“O crime perfeito: A Inteligência Artificial na Educação – É o jogo do gato e do rato. Estão ambos entregues às feras em plena arena da Inteligência Artificial. Não têm por onde fugir. Estudante e Professor. Se não mudam e não se esforçam por perceber o que lhes está a acontecer, um e outro estão encurralados”.

(https://sicnotícias.pt/pais, O Crime Perfeito: A Inteligência Artificial na Educação, Opinião de Rui Correia, em 11/02/2023, às 11:04 horas)

O artigo é longo e versa sobre a moda da Inteligência Artificial (IA). Mas vale a pena citar alguns excertos:

– “Fazem-se canções ao estilo dos Beatles e PinkFloyd sem intervenção humana, realizam-se filmes escritos e editados sem mão humana, produz-se arte significante sem intervenção humana, escreve-se poesia e literatura sem mão humana. De qualidade cada vez mais apurada. Como não andar ávido com isto? Impossível. Há coisas que não se pedem a ninguém”. (idem)

(…) A Educação. Como estão e vão as escolas acolher esta tecnologia?

Temos testemunhado a resposta que várias Universidades têm assumido perante o advento, ou melhor, a democratização, ou melhor ainda, a popularidade do ChatGPT (Generative Pre-TrainingTransformer Chat), uma modesta janela do que a IA é e será”. (idem)

Aquilo que mais nos importa reter desta intromissão da Inteligência Artificial no espaço escolar é a ideia pela qual os sistemas tradicionais de «Ensino», meramente transmissivo e unidireccional, caem pela raiz, nomeadamente na sua docimologia (palavra do grego dokimé – teste; trata-se do estudo sistemático dos exames, com especial particularidade do sistema de atribuição de notas e dos comportamentos dos examinadores e dos examinados). O espaço (dos Professores) para «carisma» e «dinâmica» conserva-se intacto”. (idem)

O autor também fala que o Professor deve conhecer muito bem os seus estudantes (a propósito do novo problema de excelência e perfeccionismo, pertença e plágio de textos e trabalhos que a IA com naturalidade comporta e encerra) e que deve haver uma postura de recusa do “Pânico Ludita, nomeadamente no Ensino Superior. (idem)

(Ludita ou neoludita, é hoje aquele que se opõe às novas tecnologias; ludismo, tom depreciativo de oposição às Tech, nomeadamente à tecnologia da pensante tecnologia da Inteligência Artificial (IA).

“A afirmação da escola digital a escola via zoomnão é apenas terrível, é também desigual e injustano uso dos recursos digitais e no acesso à conectividade”.

(https://www.publico.pt, Ímpar, Notícia, Educação, A Afirmação da Escola Digital, José Augusto Pacheco, em 27 de fevereiro de 2023, às 10:12 horas)

Se há algo que ficará nas escolas dos ensinos básico e secundário, no período pós-pandemia, é a componente digital e a dimensão humana da relação pedagógica”. (idem)

É recomendável a Supervisão Humana a tempo inteiro e em todos os momentos, no uso da Inteligência Artificial (IA) na Escola.

“Sem supervisão, ChatGPT poderá atrapalhar pensamento crítico dos alunos – Professor@souvid@s pelo «Metrópoles» alertam sobre os riscos do uso não supervisionado da Inteligência ArtificialChatGPT por estudantes”.

(https://www.metropoles.com/brasil, Metrópoles, Sem Supervisão, ChatGPT poderá atrapalharPensamento Crítico dos Alunos, Maria Eduarda Portela, em 20/03/2023, às 02:00 horas)

Ainda sobre a tecnologia “ciborgue” como o ChatGPT, ao “Metrópoles”, a Professora Ana Carolina de Castro, docente de Língua Portuguesado Distrito Federal, acredita que esta tecnologia pode atrapalhar mais que ajudar na aprendizagem dos alunos, caso seja utilizada como plataforma de apoio e não apenas como uma mera ferramenta complementar.

“Isso acaba causando um grande déficit, não estamos potencializando o raciocínio lógico, a criatividade, porque a Inteligência Artificial não possui as ferramentas necessárias para a instrução dos alunos – explica a docente”. (idem)

A Professora da Universidade de Brasília (UnB) e Doutura em Educação Catarina de Almeida, explica que é impossível a não inserção do ChatGPT dentro da sala de aula, mas é necessário que a ferramenta seja utilizada de forma crítica e com apoio de Educadores; (…) apesar de ser um facilitador, o uso sistemático da Inteligência Artificial poderá tirar a capacidade crítica e de raciocínio dos alunos, defende; (…) o currículo não são (estão) voltadospara formação crítica, mas cada vez mais por (para) questões técnicas, afirma”. (idem)

Outro estudo de caso, é o da escola “Lumiar”, em São Paulo, com o Projecto AI (Inteligência Artificial)Boost, pensado para acelerar projectos criativos com o uso da IA. Nas palavras da Directora Geral das unidades da escola “Lumiar”, Graziela M Peres Lopes:

– “A proibição não é a melhor estratégia para lidar com novas ferramentas tecnológicas, temos que entender como a ferramenta deve ser utilizada e quais (as) habilidades necessárias para usá-la da melhor maneira, de forma positiva”. (idem)

O que dizem os “EXPERTS” em Inteligência Artificial – (IA).

Especialistas afirmam que o ChatGPT não substituirá todo o trabalho humano, mas os profissionais terão de actuar em parceria comrobôs”.

(in Metrópoles, Negócios, Profissional “Ciborgue”: Como o ChatGPT Vai Mudar o Mundo do Trabalho, Fábio Matos, em 11/03/2023, às 05:30 horas, actualizado em 18/04/2023, às 12:30 horas)

Mais, são horribilis” e causam pânico e terror, as declarações do criador do ChatGPT, Sam Altman – Citação:

“Em manifesto, CEO da empresa criadora do ChatGPT diz acreditar que serviços médicos e Professores serão substituídos por robôs”.

(in Metrópoles, Ciência & Tecnolgia, Robôs Substituirão Médicos e Professores, Bernardo Lima, em 09/03/2023, às 20:03 horas, actualizado em 09/03/2023, às 20:49 horas)

O CEO da OpenAI, Sam Altman, Director-Executivoda StarUp por trás do ChatGPT, no manifesto “Moore’s Law for Everything (Lei de Moore para Tudo, em tradução livre – Teoria que prevê futuro da informática e computação), mais afirma que:

– “(…) A Inteligência Artificial poderá substituir médicos e Professores; (…) robôs serão capazes de realizar o trabalho de profissionais da Educação e da Saúde, além de baratear seus serviços; (…) na saúde, médicos automatizadosgerariam economia nas consultas, enquanto na Educação robôs inteligentes substituiriam Professores universitários com salários altos”. (idem)

Novidade mesmo, depois de uma onda de euforia, são os sinais que apontam para o fim do “encantamento do ChatGPT. Parece haver cada vez menos interessados em interagir com a IA e a sua TECH (Tecnologia).

“Desde novembro de 2022 que a ferramenta de Inteligência Artificial (IA) da OpenAI – o ChatGPT – é a grande sensação da internet, mas aparentemente, o fascínio do público parece que tem vindo a esmorecer.

Como conta, noticia a Reuters, de maio para junho verificou-se uma queda de 9,7% no tráfego (em desktop – designa o ambiente principal do computador – e mobile) do ChatGPT, com o número de visitantes único da plataforma a também ter verificado uma queda de 5,7%.

Os dados também mostram que o tempo passado no ChatGPT pelos utilizadores também teve uma queda, com os visitantes a passarem menos 8,5% do tempo que passavam a interagir com a IA”.

(https://www.noticiasaominuto.com/tech, Sinais Apontam Para o Fim do “Encantamento” do ChatGPT, TECH CHATGPT, por Miguel Dias, em 06/07/23, às 11:35 horas)

Em conclusão, a Inteligência Artificial (IA) e osProfessores. Em que ficamos (…)

Por último, notícia da CNN Portugal: “Stuart Russelldiz que tem más notícias para os Professores, boas para os alunos e assustadoras para quem teme Estados ditatoriais”.

(https://cnnportugal.iol.pt/smartphones, CNN Portugal, Inteligência Artificial, FG, 07 de julho de 2023, às 21:07 horas)

Está em causa a forma e maneira como a Inteligência Artificial (IA) pode beneficiar ou NÃO! o futuro da Educação e do Ensino. Perigos Eminentes!

Smartphones e Inteligência Artificial podem tornar-se a combinação «mais eficaz» para um Ensino de qualidade e até podem vir a substituir as salas de aula tradicionais – pelo menos isso é o que defende um dos mais reconhecidos especialistas da Inteligência Artificial (IA) do mundo, Stuart Russell, Professor na Universidade da Califórnia, nos EUA. Mas Stuart Russell deixa também um alerta (um forte e muito sério Aviso): esta poderosa tecnologia pode vir a facilitar a doutrinação dos alunos, podendo ser até usado por Estados ditatoriais para incrementar as suas ideologias, escreve o «TheGuardian».

(…) Esta possível mudança (IA) pode suscitar«receios razoáveis» entre os Professores e Sindicatos desta profissão, visto que «menos Professores vão ter emprego – possivelmente mesmo nenhum», disse Russell, citado pelo«The Guardian»”. (idem)

Além dos riscos para os Docentes, este software pode ser utilizado por regimes políticos autoritários e ditatoriais: “Estou certo de que o governo chinês espera que (a tecnologia) seja mais eficaz na inculcação de lealdade ao Estado”, afirma Russell.(idem)

Mais diz Russell, que mostra também receio que o sistema possa vir a ensinar uma criança a “fabricar uma arma biológica”. (idem)

Respirando fundo, para tentar assimilar tudo isto, todo este manancial de informação e actualizaçãoinformacional de informantes, fica a certeza de dúvidas, interrogações, conclusões e muitas reticências; o potencial e enorme exponenciaLaprendente da Inteligência Artificial (IA) para o bem e para o mal; e no que que concerne à Educação e ao Ensino diz respeito, a demonstração cabal de que os PERIGOS(!) existem, são REAIS(!), e que NÃO(!) justificam nem os meios investidos nem os ganhos e pseudo benefícios. E sempre, sempre com vigilância humana em cima e muito apertada.

Percorrido o caminho reflexivo, cogitativo, meditativo, e no limite da atitude de questionamentohumano, afirmo ser frontalmente contra e que sou de todo contra o uso incoerente, desleixado, retro-anacrónico, leviano, de modalidade e existência modal absurda, repugnante à razão, incorrecto, imoral, violador da ética e sem código de conduta,da Inteligência Artificial (IA) na Escola / Escola Pública.

O uso e utilização massiva e massificada da IA em contexto escolar, está destinada ao fracasso e a contribuir decisivamente para a “fraude intelectual, a alienação da verdade escolar e a conspurcação objectiva da essência escolar do elemento humano – único e irrenunciável. Terá a resisreacção dos Docentes.

No limite céptico da noção, ideia e representação de“Ser homo sapiens,                       a IA na Educação Não é upgrade”, Não trás melhoria substantiva humana, Não significa aprimoramento do Ensino.Considerado e considerando o positivo por oposição ao negativo que trás e transporta para a EscolaHumana.

Este tempo intelectual foi desafiante e de reflexão, de comunhão da investigação, de estudo e decrítica, de informação reunida ao longo do tempo e de tempos, das ideias, das palavras e do sentido das palavras. Desiderato proposto e objectivo alcançado, realizado.

Por que consideramos pertinente, e em jeito dehomenagem,memorium e ultimatum, deixamos aqui memórias-excertos de escritos sobre a Escola“velhinha”, ancestral e intemporal, a Escola Tradicional; em justaposição e aposição à nova escola emergente e que alguns alegam de Escolafuturista, a Escola Digital, cada vez mais tomada,imbuída e impregnada de Inteligência Artificial a Escola IA. SIM à Escola Humana! NÃO à Escola Máquina! Expus!

Cedemos à exigência-imposição de tendência, de digitalização da Escola/Escola Pública, ou resistimos, lutamos e rejeitamos. Afinal de contas, Nós Escola, Educadores, Professores e Alunos, Pais e Encarregados de Educação, Comunidade Educativa, não somos IA; Somos Todos Natureza Humana.

Segue-se o ponto de intersecção, vínculo e simbiosedo “varius” que é “unum A Pessoa Humana.Cogito ergo sum” “Penso, portanto sou; (trad.correcta).

Abordagem ao enquadramento histórico ultra conciso – do presente para o passado, do agora para as origens – “mutatis mutandis (mudando o que tem de ser mudado) e “modus operandi”(modo de operação, agir e execução).

Chamem-me “Velho do Restelo”, chamem-me professor-dinossauro, digam que estou “démodé”, em desuso e ultrapassado, desactualizado eobsoleto,                                  a precisar de reciclagem e capacitação digital e bla, bla; anti digitalização fundamentalista e “Burrocrática da Escola/Escola Pública e anti robotização e automação da Educação e do processo de ensino-aprendizagem. Estático no “actus pedagogus” de ensinar. Que me preocupo bastante com a Escola (perdida) dos conteúdos, objectivos gerais e específicos, cognição (aquisição, compreensão/entendimento, aplicação de conhecimentos), adapto-estratégias adequadas,taxonomia de Bloom; e nem tanto com a “escolinha das competências”. Obrigado! Eu é que agradeço esses epítetos/antonomásias de Ser, Estar e Vivenciar a profissionalidade e desempenho docente à “antiga e antigamente” e sem jeito nem disponibilidade para modernices ultra modernaças, de modas e modinhas pseudo pedagógicas “tolinhas e de chaladice mental adiantada”. Orgudesvaneçodos agnomes da diferenciação diferenciadora que faz a diferença no ensino para aprender a aprendizagem real. Ficar lá “alguma/qualquer coisa” de mais valia, valência e valimento para o(s) educando(s). A humana e natural partilha e assimilação do “cognitio humanus”.

A “Paideia”, a Educação na Grécia Antiga; o clássico não passou de validade. Paideia deriva da palavra grega “paidos” (criança) e significa algo como                           “a educação das crianças”. Sendo único o lugar dos gregos na História da Educação Humana. O termo Pedagogia nasceu, surgiu na Grécia, como a origem da problemática pedagógica, com origem nos sofistas – sábios, do grego “sophistes”, e do grego “sophia” (sabedoria); (Werner Jaeger, 1986).                        Roma incorporou a ambas.

Sofistas, séculos V e IV a.C., eram mestres da retórica e da oratória. De grande erudição e eloquência no discurso. Protágoras de Abdera (de acordo com os relatos de Platão, um filósofo grego do séc. V a.C.) foi um dos maiores sofistas. É conhecido pela famosíssima máxima: “O homem é a medida de todas as coisas”. Outros sofistas que se destacaram foram: Górgias, Hípias e Pródico. Os sofistas inventaram “uma espécie específica de professor/intelectual itinerante”, profissão que quer na Grécia Antiga quer no império romano, ensinava a “aretê”, palavra grega que traduz o conceito de “excelência” ou “virtude”; ligado à noção de cumprimento do propósito ou da função a que o indivíduo se destina. No sentido de alcançar o sucesso e a perfeição da/na pessoa humana. Pensamento grego que evoluiu no ideal cristão para a                    auto-suficiência da contemplação e da sabedoria.

Amós Comenius, um dos maiores Educadores do séc. XVII, foi o criador da Diáctica moderna.  A arte ou técnica de ensinar; vem do grego “technédidaktiké”.  Ocupa-se dos métodos e técnicas de ensino.

Johann Friedrich Herbart (sécs. XVIII/XIX), filósofo alemão, formulou a Pedagogia como ciência, abrangente e sistemática. Sistémico, com um conjunto de critérios meticulosamente organizados.

A Pedagogia é a ciência que estuda a Educação, o processo de Ensino e a Aprendizagem. É a abordagem ao educando da aprendizagem teórico-prática e como esse processo influencia e é influenciado pelo desenvolvimento social, político e psicológico do(s) aprendizante(s) – o(s) aluno(s).

Jean Piaget, pai da pedagogia moderna, na sua teoria sobre a aprendizagem cognitiva infantil, descobriu que os princípios da nossa lógica se começam a instalar, acomodar e formar antes da aquisição da linguagem, através da actividadesensorial e motora em interacção com o meio, em especial e nomeadamente com o meio sócio-cultural.

É, sempre e sempre no centro, tendo a centralidade em Educação está o Homem e não a máquina. Está a Inteligência Humana e não a Inteligência Artificial. O acto educativo é humano. É de eminência e exclusividade humana. É “homo humanus”. De exercício, função, ensinamento, missão e avaliação humana. Ponto final.

Concretizamos com alguns exemplos-excertos:

– Afirmação de Nuno Crato: “Há uma desvalorização da avaliação e está a perder-se a visão de que a escola tem a missão de ensinar”.                                        (Voz Prof, em 18 de junho de 2023)  

Citando excerto (um pouco longo, mas que se justifica pela incisão e pertinência para o caso) de um texto de Paulo Guinote, assertivo, com o qual nos identificamos, intitulado: “E ensinar algo aos alunos?”:

– “Sei que é um conceito que há quem apresente como fora de moda: “ensinar”. A relativização cultural e do conhecimento científico disciplinar fez com que algumas correntes pedagógicas considerem que o acto pedagógico de “ensinar”, no seu sentido tradicional de transmissão de conhecimentos entre alguém que sabe algo sobre determinada matéria e alguém que ainda não sabe, seja encarado como uma espécie de exercício abusivo de poder, de dominação ou de desvarios ainda mais extremados.

Talvez por deformação pessoal e académica, continuo a achar que existem pessoas que têm algo para ensinar a outras, dentro ou fora das salas de aula convencionais, ao longo de toda a vida, desta ou daquela forma, presencialmente ou à distância. Por maioria de razão, continuo a achar que o “ensino” e a “aprendizagem” são funções nucleares na Educação e no quotidiano das Escolas, quiçá as que lhes dão o sentido primeiro de existência, por muitas outras funções que lhes tenham sido apensas com o passar dos tempos. Sei que esta é uma concepção criticada por quem acha que tem uma visão “moderna” ou mesmo “pós-moderna” da Educação, mesmo se essa visão apenas recicla conceitos e propostas com mais de um século.

Continuo a achar que o tempo dos professores nas escolas deve ser passado em prol do trabalho com os alunos, a “ensinar” aquilo que os alunos deverão “aprender”, numa perspectiva que alguns considerarão por certo imobilista, se não perceberem que esses actos (de ensinar e aprender) já mudaram muito desde que comecei a leccionar e, por maioria de razão, desde que foi aluno.

Infelizmente, o avanço da tal ideologia relativizadoraestendeu-se ao papel do professor, considerando-o não como “mestre” (como se isso fosse uma espécie de entidade repressora), mas como mero “facilitador” das aprendizagens. E essa relativização, por via de uma desvalorização dos saberes disciplinares, levou a que a autoridade académica dos docentes fosse colocada em causa, considerando-se que o eventual insucesso de qualquer aprendizagem deriva de uma falha na “ensinagem”. E passou a exigir-se uma monitorização administrativa e burocrática desse processo de “ensinagem”, que mais não faz do que desconfiar do trabalho dos professores e tem sido maquilhado sob a designação de “inovação pedagógica”, retomando teses com décadas que já antes demonstraram a sua inconsequência, mas agora foram retomadas e reapresentadas como se fossem novidade.

(…) Esta subordinação da função docente ligada ao “ensino”, agora apresentada como uma espécie de anacronia, em sala de aula ou fora dela, relativamente a tarefas de tipo administrativo e burocrático explica muito do desânimo e a desistência de muit@s docentes, que não hesitam em antecipar a aposentação, para não continuarem perdidos num labirinto que não para de crescer. E ajuda a compreender que a docência tenha passado a ser encarada como uma profissão mais próxima do funcionalismo administrativo do que da transmissão intelectual e cultural, tornando-a desinteressante e afastando potenciais candidatos”.

(https://guinote.wordpress.com, Paulo Guinote, Pelo JL/Educação, em 28 de junho de 2023)

O supracitado é a naturalmente natural natureza humana, ancestralmente falando, passando o conhecimento de geração em geração, de pessoas para pessoas, sem maquinetas pensantes e o cérebro humano a minguar e a regredir.

(…) Mesmo dentro de uma escola, há cada vez mais uma ruptura completa entre quem ensina e quem teoriza/ordena, o que equivale a dizer que não há diálogo possível. A gramática do Poder tornou-se frequentemente ininteligível, irracional e inconcretizável.

(…) Quanto mais se conhecem os bastidores da Educação em Portugal mais receio se tem em imaginar o que ainda nos falta ver dentro de cada um dos intermináveis subterrâneos gabinetes do Poder …

Embrenhar-se nesse inferno ajuda a vislumbrar com maior nitidez o dramático futuro que agora se inicia, ao leme daquele que, apenas ao fim de alguns meses, já conseguiu ficar na História como sendo um dos mais perigosos ministros da Educação do pós-25 de Abril, em Portugal …

A distopia já parece ter começado. Estaremos ainda dispostos a combatê-la?”

(https://guinote.guinote.wordpress.com, Inbox, «Resistir – Crónicas De Uma Tragédia Educativa», Fernando Alva, Artelogy, 04 de julho de 2023)

A distopia, cacotopia ou antiutopia é o inverso e avesso da utopia. É um estado de representação hipotética, conjectural, de negação e veto, de antítese e oposição da utopia (ficção, sonho, ilusão, quimera). É a “utopia negativa” da promoção e vivência “axia” (do grego «valor», valorativa) da realidade social, organizacional, etc.; de um “imaginarium” onde se insere, entra e tem efeito de controle, por exemplo, a tecnologia como ferramenta de opressão por parte do Estado, de instituições ou corporações, por ter escapado ao controle humano. Descambando e degenerando no totalitarismo, autoritarismo e anarquia/acracia/desgoverno apocalíptico ininteligível e enigmático. Cenários políticos e de política educativa ambíguos, distópticos, que hoje já são mais realidade concreta do que ficção científica; projectos empresariais, universidades, experiências e tecnologia de ponta, de automação, robotização, super, hiper, megacomputadores, cyber tecnologia, nanotecnologia, de Inteligência Artificial no seu “maximum maximus”.

“Os nossos filhos não nasceram viciados em ecrãs e telemóveis. Fomos nós que os expusemos a um comportamento compulsivo que coloniza toda a sua vida e desenvolvimento. Por isso, somos nós que os temos de livrar de um fardo que lhes tira o direito de brincar, conviver, crescer”. (Perguntar Não Ofende)

“(…) Nos últimos dias foi notícia uma decisão que nos devia fazer reflectir: o governo sueco, que há 15 anos iniciou um processo de digitalização da Educação, vai regressar ao ensino baseado em livros de papel. Os meios tradicionais de Ensino vão substituir os ecrãs e os quadros digitais. Motivo?                   A acentuada diminuição das capacidades de leitura, escrita e expressão das crianças suecas, que o contacto demasiado precoce com a digitalização provocou. (E por maioria de razão, a IA na Escola é precoce e nefasta, digo eu).

A introdução das tecnologias informáticas nas escolas deve ser progressiva e nunca alheia à produção científica das neurociências, quanto às suas influências no desenvolvimento neuronal dos alunos dos primeiros anos de escolaridade.

Entre nós, a imbecilização das práticas pedagógicas, com destaque para a digitalização da Educação, feita à bruta e precipitadamente, está a transformar os nossos jovens em seres cada vez menos pensantes e reflexivos, em simples sorvedores passivos e acríticos de tudo aquilo que os ecrãs lhes apresentam. Claro que o fenómeno tem responsáveis adultos: pais e professores   comodistas, manipulados por uma legião de promotores de ideologias perniciosas, apresentadas como pedagogias modernas. Vamos continuar assim?” (in Público, Santana Castilho, 05/07/23, às 05:04 horas)

É claro e claro está, que o ChatGPT e a Inteligência Artificial (IA), agravam no presente e agravarão muito mais no futuro próximo (pelo facilitismo e padrão, com respostas standardizadas, padronizadas, uniformizadas e em evolução adaptativa, e por “ausência e preguicite de pensamento e irradicação de treinamento neuronal”, estudantil e professoral), e vão afectar a capacidade intelectual humana básica de pensamento, reflexão e crítica. Tudo aquilo que é missão, função e essencialidade da Escola, ontem, hoje e amanhã, depois de amanhã e no dia seguinte a depois de amanhã.

A medida certa e virtuosa está no uso parcimonioso do analógico e do digital. O equilíbrio sem rupturasnem cortes, numa continuidade descontinuada intermitente. Humanum sapiensmesclado/intercalado com “artificialis – IA. Com recomendação de uso muito moderado, circunscritoe limitado.

Com a invenção criadora da Inteligência Artificial (IA), o Homem ascendeu ao “olimpo de pequeno deus criador do primigénio e adâmico cerebrumpensante da Inteligência Artificial (IA).

Encerramos o fecho com uma citação, também ela da Criação:

“Vede, isto tão somente achei: que Deus fez ao homem recto, mas eles buscaram muitas invenções”.

(Bíblia Sagrada, Versão de João Ferreira de Almeida, Edição revista e corrigida, Antigo Testamento, Livro de Eclesiastes (em hebraico Kohelet – palavra que significa O Pregador ou Prelector – aquele que explica), Capítulo 07, Versículo/Verso 29; escrito pelo rei Salomão, homem de excelsa, magnificente, sublime Sabedoria).

 

Disse.

Nota: professor que escreve de acordo com a antiga ortografia.

CCX.

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Novos requisitos para ser “professor”

Para Informática, qualquer engenheiro serve…

Projeto de Decreto Lei

 

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Quais as consequências da ilegalidade dos serviços mínimos?

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Governo alarga prazo para matrículas dos alunos do 5.º ano

A inscrição dos alunos que terminaram o 4.º ano começou na quinta-feira, mas vários encarregados de educação queixaram-se que o portal das matrículas bloqueia a meio do processo.

Governo alarga prazo para matrículas dos alunos do 5.º ano

 

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Como está a correr a descentralização na educação?

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Necessidades educativas e a escola aberta o ano inteiro – João André Costa

 

Diz-se dos britânicos saberem a chegada do Verão quando a chuva está quente. Quanto ao resto, e o resto é o mundo, a realidade em redor, o resto continua dia após dia e indiferente à mudança das estações.
O mesmo se diz em relação às necessidades educativas, indiferentes aos ritmos sazonais, ainda para mais quando a chegada do Verão equivale à chegada das férias escolares e a hiperactividade não tira férias, o autismo não tira férias, a labilidade emocional também não e as dificuldades de expressão e/ou compreensão igualmente, só para enumerar alguns exemplos do dia-a-dia.
Os professores vão de férias, a escola, sim, vai de férias durante 6 semanas por inteiro e durante 6 semanas os portões fechados, o ensino ausente, a certeza incerta, a insegurança e o inesperado à espreita.
E se num passado não muito distante eram abundantes as actividades recreativas estivais de foro gratuito para as crianças desta terra, os cortes orçamentais acrescidos de desavenças políticas com os países da União entre pandemias e guerras levou à perda do supérfluo e o supérfluo são as crianças à deriva sem pais para acudir, exaustos e/ou ausentes, e um Verão inteiro por preencher.
Sistematicamente, em Setembro cabe aos professores do ensino especial apanhar os cacos que um dia foram crianças entre consumo de estupefacientes, criminalidade juvenil, abusos físicos, emocionais e sexuais, abandono parental, a perda da habitação, fome e desnutrição e todo o trabalho de um ano por água abaixo.
As crianças já não confiam, temem, perdem a pouca inocência ainda presente ou então regridem para estadios desenvolvimentais infantis e à chegada à escola metem dó.
Conclusão: num futuro não muito distante, as escolas de ensino especial não poderão encerrar para férias. Virtualmente já não encerram, estando a escola em contacto regular com a polícia e os serviços sociais nos casos mais urgentes onde a partilha de informações é vital para o bem-estar das crianças.
Resta saber qual o modelo e o financiamento capazes de sustentar a abertura física da escola para o desporto, jogos, cinema, voluntariado, salas de estudo, entre outros. Na ausência de fundos públicos, terão as escolas de recorrer a patrocínios de privados? Já é comum o aluguer de espaços escolares para desporto ou conferências durante os fins-de-semana e períodos de férias num incremento ao orçamento. Daqui para as seis semanas estivais é um passo sob o emblema de uma popular marca de refrigerantes.
E os professores? Terão os professores descanso ou direito ao mesmo? Será esta realidade distópica uma realidade em breve? E porque não os apoios aos pais e famílias igualmente patrocinados por uma popular marca de refrigerantes? E o mesmo em relação às actividades de Verão? Porquê o ónus da educação sempre na escola e nos professores? Qual a motivação política?
A desculpa é a mesma de sempre: depois dos pais, são os professores quem melhor conhecem as crianças.
E caso não aceitem, a chantagem é imediata sob pena de responsabilidade legal caso o bem-estar da criança esteja em causa.
Com o Verão à porta, são estas as conversas à porta ou às portas, nos corredores, nas salas de reuniões das instâncias hierárquicas superiores.
Mas com as mesmas instâncias destituídas da capacidade de uma planificação à distância, ou não tivesse a mesma custos políticos, para já e até prova em contrário esta é uma não notícia, típica da “silly season” que se aproxima.
A realidade, infelizmente e aqui estamos todos de acordo, tem o tamanho do Verão e a escola fechada sem ninguém para acudir.
Até que algo aconteça. Quando esse dia chegar, aí sim, os custos políticos, as parangonas e as decisões governamentais em nome das crianças e as crianças acima de tudo.
É uma questão de tempo.

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Inclusão é pôr as vacas a comer carne – José Afonso Baptista

 

Eu sou um pobre professor de entendimento fraco. Tão fraco que não consigo entender os “sábios” do ministério da educação quando falam que inclusão é educar todos juntos.

Eu penso que inclusão é educar todos bem, mesmo todos, ainda que sejam burrinhos, alguma coisa hão-de aprender, o que é importante é educar com grande qualidade o que cada um é capaz de aprender. Quando puder ser juntos, melhor, se tiver de ser separados, paciência.

Fui à minha aldeia, lá prós lados de Castelo Branco, e finalmente percebi o que era inclusão, segundo o ministério da educação, que não é o que eu acho, mas eu sou fraco de entendimento. Fui à quinta do Ti Manuel do Canto, onde tem os animais do costume, cabras, borregos, cães, gatos, e até tem uma vaca leiteira, que não há muitas lá para aqueles lados.

E fiquei espantado quando o homem teimava em dar a todos palha seca, misturada com umas ervas também secas que lá chamam feno, gente esquisita, e não é que os cães e os gatos não quiseram comer?!

Eu disse-lhe a rir, mas ele não gostou, que experimentasse dar carne a todos, talvez a vaca se deleitasse a comer um bom bife e as cabras e os borregos talvez ficassem contentes com umas iscas de porco.

O Ti Manuel do Canto é um homem bom e pacífico, mas não gostou da piada e quando se zanga é terrível e deu pontapés nos cães e nos gatos por não quererem comer palha e feno juntos com as cabras e os borregos, nem mesmo com a vaca leiteira. Bichos esquisitos e teimosos.

O Ti Manuel do Canto fez-me lembrar os sábios do ministério. Ele não entende que não pode dar aos herbívoros a mesma comida que dá aos carnívoros, que são gostos diferentes, e que tem de respeitar a natureza e a diferença. A igualdade é importante, tratar todos igualmente bem, mas a diferença também. Tratar como iguais os que são diferentes só pode dar asneira. E eu pra mim entendi que inclusão é alimentar todos bem, dar carne aos cachorrinhos e erva aos cabritos. Dar a todos a mesma coisa não resulta.

É isto que os sábios do ministério não entendem, penso eu, com o meu fraco entendimento. Ensinar os surdos como se ouvissem, ou ensinar os cegos como se vissem e pôr todos a ver o mesmo filme sem legendas, os surdos a reclamar porque não ouvem as falas e os cegos a gritar por que não veem as imagens, a professora a gritar em altos berros para ver se todos entendem, uma confusão, mas pró ministério o importante não é educar bem, é educar juntos.

Não foi isso que disseram os senhores lá em Salamanca nem é o que diz a UNESCO. Todos juntos sempre que possível, mas muitas vezes não é possível. O problema é que os sábios do ministério são como o Ti Manuel do Canto: querem dar carne às vacas.

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(sem título)

Presidente mandou carta, esperou duas semanas e vai analisar a resposta. Não está fácil

Marcelo insiste na recuperação de mais tempo de serviço, Governo já respondeu

A carta que o Presidente da República escreveu ao Governo há quase duas semanas a pedir esclarecimentos e a sugerir avanços no que toca à progressão na carreira dos professores só obteve resposta esta quinta-feira. “A resposta chegou e agora vamos analisá-la”, afirmou ao Expresso fonte da Presidência, confirmando que a interlocução em curso entre Belém e o Executivo ainda não permite antever qual o desfecho do diploma que Marcelo Rebelo de Sousa admitiu vetar se não se chegasse a uma “solução equilibrada”.

A carta de Marcelo deu entrada no Ministério na segunda-feira da semana passada, dia 26 de junho. Nas quase duas semanas em que ficou a aguardar a resposta à sua carta, o Presidente viu os ministros da Educação (numa entrevista ao Expresso) e das Finanças insistirem que o dossier da recuperação do tempo de serviço congelado aos professores está fechado. Mas mesmo sem dar pormenores do teor das mensagens trocadas entre Belém e o Executivo, fontes da Presidência lembram que Marcelo há muito defendeu que, pelo menos, “se dê uma perspetiva de recuperação gradual” de mais algum tempo. Em linha de pelo menos alguma coerência com o que foi feito nos Açores e da Madeira.

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Reconhecimento de diplomas estrangeiros permitirá responder a carências

Na educação vai acontecer… de certeza. Já tinha falado disso por aqui.

A ministra da Presidência considerou hoje que as alterações ao reconhecimento de graus académicos e diplomas estrangeiros permitirão ajudar a responder à carência de profissionais em alguns setores, como a saúde.

Reconhecimento de diplomas estrangeiros permitirá responder a carências

 

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Reclamações contra o Ministério da Educação disparam 113% no 1.º semestre

Falta de vagas escolares e problemas com matrículas somam mais de 63% das queixas contra o ministério tutelado por João Costa.

Reclamações contra o Ministério da Educação disparam 113% no 1.º semestre

O número de reclamações dirigidas ao Ministério da Educação aumentou 113% no primeiro semestre, face ao ano passado, indicou o Portal da Queixa.

Em comunicado enviado ao NOVO, segundo os dados analisados, de 1 de Janeiro a 4 de Julho, o Ministério da Educação recebeu um total de 187 reclamações, o equivalente a um crescimento de 113% do número de queixas, em comparação com o período homólogo, onde foram registadas 88 reclamações.

A falta de vagas escolares, sobretudo para alunos do pré-escolar, e os problemas com as matrículas destacam-se entre as queixas contra o ministério tutelado por João Costa. “Estes motivos somam mais de 63% das queixas registadas pelos pais e encarregados de educação desde o início do ano”, salienta o portal.

O portal faz sobressair que estes motivos foram dois dos temas mais reclamados no 1.º semestre, acolhendo 32,74% das queixas. O motivo regista um aumento de 61,5% em relação ao mesmo período de 2022.

Por sua vez, a gerar perto de 31% das ocorrências, estão as dificuldades em utilizar o Portal de Matrículas, um motivo que também sobe 48,6% em comparação com o ano passado.

Ainda assim, “o principal problema apontado pelos pais e encarregado de educação estará na 4.ª etapa do formulário online, em que os utilizadores se queixam de dar “erro na validação”, vinca o Portal da Queixa.

Os problemas com o pagamento de subsídios e bolsas de mérito absorvem 12,11% das reclamações dirigidas à tutela da Educação. O tema apresentou crescimento de 383.3% face mesmo período de 2022.

Segundo a análise efectuada, a motivar 4,71% das queixas dirigidas ao Ministério da Educação está a falta de professores. As disciplinas sem docentes mais mencionadas nas reclamações dos pais são: Português, Matemática e Inglês.

Violência e bullying motivam quase 8% das queixas
Entre as reclamações, destacam-se ainda os casos relacionados com a violência e bullying nas escolas.

“O tema não evoluiu de um ano para o outro, porém, foi um dos cinco principais motivos denunciados ao longo do primeiro semestre, a recolher 7,62% das queixas”, finaliza o portal.

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A luta morreu?

Neste momento, que balanço se poderá fazer do movimento de contestação às políticas educativas, iniciado em Dezembro de 2022?

Que ganhos foram obtidos por essa contestação?

Em termos objectivos, nada de relevante foi ganho. Nenhuma das principais reivindicações foi atendida pelo Ministério da Educação que, passados sete meses desde o início da pretensa luta, parece continuar a fazer “gato-sapato” da Classe Docente…

Continuam vigentes a injustiça, a iniquidade e as atitudes, cada vez mais, revanchistas por parte da Tutela…

Apelos ou incentivos a formas de luta efectivamente desobedientes e concludentes? De nada adiantaram, raramente se concretizaram, muito poucos aderiram às mesmas…

Como compreender que 171.528 docentes em exercício de funções no Ensino Público (DGEEC, dados relativos ao ano de 2021/2022) não se consigam unir e opor a tantas maldades engendradas pela Tutela?

Como compreender que 171.528 docentes continuem reféns da má-fé e da discricionariedade da Tutela?

Como compreender que 171.528 docentes estejam, neste momento, dependentes de um eventual veto presidencial?

Como compreender que 171.528 docentes continuem a ser vilipendiados e desrespeitados por uma Tutela que não se tem mostrado merecedora de confiança?

Como compreender a ineficácia e a incompetência dos Sindicatos que supostamente representam 171.528 docentes?

A luta morreu?

E o Ministro da Educação bem poderá continuar a gabar-se de, logo a seguir a uma Manifestação, ter confraternizado com Professores, passando a ideia de que é um tipo porreiro, com quem até se pode beber umas cervejas…

Na realidade, nada parece ter mudado em cada escola…

Venceu o Ministro da Educação? Venceu o conformismo?

E, já agora, detesto cerveja…

(Paula Dias)

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ABONOS POR CESSAÇÃO DE CONTRATO

NOTA INFORMATIVA No 10 / IGeFE / 2023

 

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Vamos continuar assim? – Santana Castilho

 

O ano lectivo que terminou foi tudo menos normal no que toca às aprendizagens que ficaram para trás. Os alunos mais penalizados pela turbulência que o caracterizou são os mesmos que pouco ou nada aprenderam durante os anos de pandemia, aqueles cujo futuro depende em exclusivo do que a escola pública lhes possa dar. E sem pôr fim ao conflito entre os professores e o ministro da Educação não haverá paz no próximo ano letivo, muito menos educação para todos.
A pandemia, a perda de aulas por falta de professores e a irregularidade de funcionamento trazida à escola pelos conflitos laborais, face mais visível das desastrosas políticas de Educação em curso, fizeram crescer o mercado das explicações, de que resultou um acentuado aumento das persistentes desigualdades de oportunidades entre alunos. Segundo disse à Renascença o presidente do Conselho Nacional de Educação, cerca de 200 mil estudantes, isto é, metade dos alunos do ensino secundário em Portugal, têm explicações, cujos custos, naturalmente, são suportados pelas famílias. Vamos continuar assim?
Nos últimos dias foi notícia uma decisão que nos deveria fazer reflectir: o governo sueco, que há 15 anos iniciou um processo de digitalização da educação, vai regressar ao ensino baseado em livros de papel. Os meios tradicionais de ensino vão substituir os ecrãs e os quadros digitais. Motivo? A acentuada diminuição das capacidades de leitura, escrita e expressão das crianças suecas, que o contacto demasiado precoce com a digitalização provocou.
A introdução das tecnologias informáticas nas escolas deve ser progressiva e nunca alheia à produção científica das neurociências, quanto às suas influências no desenvolvimento neuronal dos alunos dos primeiros anos de escolaridade.
Entre nós, a imbecilização das práticas pedagógicas, com destaque para a digitalização da educação, feita à bruta e precipitadamente, está a transformar os nossos jovens em seres cada vez menos pensantes e reflexivos, em simples sorvedores passivos e acríticos de tudo aquilo que os ecrãs lhes apresentam. Claro que o fenómeno tem responsáveis adultos: pais e professores comodistas, manipulados por uma legião de promotores de ideologias perniciosas, apresentadas como pedagogias modernas. Vamos continuar assim?
É urgente que a denominada sociedade civil desperte para o sombrio que mancha a paisagem humana das nossas escolas: preocupantes sinais de violência na relação entre alunos e no seu relacionamento com professores e funcionários; esgotamento físico e psíquico do corpo docente, vergado pelo grotesco burocrático de tarefas inúteis; êxodo precoce dos professores mais experientes; clima de luta insana por uma carreira sem futuro, donde se esvaíram a cooperação e a confiança que cimentavam a comunidade humana dos docentes; uma organização curricular que confunde um quadro de formação global, pacificamente aceite pelo senso pedagógico comum como determinante para as restantes aprendizagens, com as chamadas “aprendizagens essenciais”, que querem equiparar o que não é equiparável, em sede de currículo. Vamos continuar assim?

Desde Dezembro que o S.TO.P. não faz outra coisa que não seja convocar greves por tempo indeterminado, com resultados praticamente nulos e nenhuma mobilização crescente visível, que apenas contribuíram para vulgarizar, banalizar e descaracterizar um instrumento sério de luta dos trabalhadores. Agora, decretou mais uma greve às avaliações, até 15 de Julho. No quadro político que todos conhecemos, designadamente o impacto dos serviços mínimos vigentes, espera o S.TO.P., realisticamente, que a sua iniciativa tenha algum resultado prático? Aliás, por que razão nunca o S.TO.P. apresentou à opinião pública o número dos grevistas que conseguiu mobilizar, referidos a termos circunstanciais precisos?
De uma relevância inicial, galvanizadora de vontades e disponibilidades, o S.TO.P. rapidamente passou a alinhar com as mesmas rotinas que sempre criticou nas outras organizações sindicais, a denegar na actuação o que propalou na retórica promocional, numa palavra, a deixar que a seriedade (se alguma vez a teve) desse lugar ao habitual folclore protestativo, que não dignifica a classe. A desilusão a que o S.TO.P. me conduziu teve o tamanho da ilusão que inicialmente me provocou. Vamos continuar assim?
In “Público” de 5.7.23

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Vagas em mobilidade para o Colégio Militar


Encontram-se por preencher as vagas para docentes que pretendam concorrer para o Colégio Militar em 2023/2024.

Grupos de Recrutamento
320
240
300
620

 

CONDIÇÕES:

  • Pertencer aos quadros do ME (QE, QENA, QZP)



CONTACTEM-NOS: 

  • [email protected]
  • Telem.: 916 139 516 (chamada p/rede móvel nacional)
  • Largo da Luz, 1600-498, LISBOA

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VETO PRESIDENCIAL. Momento chave da luta. – Luís Sottomaior Braga

A perspetiva de alguém que está no quarto Escalão à espera de vaga
Tive bom na última avaliação de desempenho docente.
Podia ter tido mais. Tinha obrigatoriamente de ter aulas observadas, pois estou (e estarei) no 4o escalão.
Tive excelente nas aulas observadas. Com os itens participação na vida da escola, etc, tinha muito bom e excelente limpinho….(os que duvidam têm preconceito contra mim, mas, mesmo inimigos que me conheçam sabem que falo a verdade).
.
Mas escolhi ser avaliado pelo sistema dos detentores de cargos (era subdirector). Não podia ter mais que Bom porque essa é a regra. (mesmo com aulas cuja nota não contou para nada). E foi isso que tive. BOM.
Para os que andam a mentir sobre isso. Fica a nota. Escolhi essa situação.
A ADD COMO SISTEMA IMORAL
E porquê? Porque ninguém poderá dizer nunca que o meu “tacho” de subdirector me trouxe alguma vantagem na avaliação. Eu que nunca fui medíocre em qualquer processo avaliativo, tive bom. Vou para as vagas e não adiantei nem 6 meses nem 1 ano.
Podem dizer muito mal de mim, mas não de que fui aproveitador da proximidade do diretor para uma avaliação melhor.
A minha carreira vai até aos 70 anos. Faltam 19.
Ser dirigente para mim é servir e não ser servido.
Por isso, o meu mau feitio, que corresponde à recusa do deixa andar e do ‘isto não tem remédio’ me faz acreditar em liderança transformacional e não situacionista.
Desafio alguém a provar que isto que digo sobre a minha ADD é mentira.
Para mim é orgulho que andem a mentir sobre isso.
Se em vez de se esgadarem pelo excelente ou muito bom (em alguns casos, batalhas caricatas entre medíocres históricos, cuja notação só dá vontade de rir) todos fizessemos desobediência civil à avaliação, o carrasco não podia torturar.
E, por isso, o veto presidencial é tão importante.
A IMPORTÂNCIA DO VETO PRESIDENCIAL
O decreto que está em discussão nada tem a ver com vagas (com um simples despacho o governo pode dar vagas a todos os que esperam e não precisa do decreto para nada).
As vagas são o golpe, como a vinculação dinãmica, para condicionar a ação pública do presidente e para a central de comunicação do governo arranjar um defeito numa decisão boa para quem realmente não perdeu 6 anos mas, em alguns casos, 10 e 12…….
O que o governo quer é, com o engodo da “bondade” nas vagas e dos que podem safar-se delas, no imediato, matar a discussão iqualitária dos 6 anos 6 meses e 23 dias. É consagrar o roubo para sempre das nossas carreiras em parte substancial.
E, para isso, usa a ambiçãozinha imediata e os que se pelam pelos excelentes e muito bons.
Por isso, é importante apoiar Marcelo no veto e apelar a que vete porque é essencial.
E é bom ver que os sindicatos estão atentos.
E a não deixar o ministro e o governo desdobrar a sua campanha mediática dos “prejudicados do veto”.
Espero que o Senhor Delegado Regional do Norte leia isto que escrevo aqui e perceba que, faça o que fizer em conjunto com o seu novo amigo e meu ex-diretor, não me vai calar.
Já vou no segundo processo disciplinar e ainda que me consiga condenar, eu não desisti nem desistirei.
O veto de Marcelo é a diferença entre uma derrota coletiva e uma mera vitória de alguns às costas da derrota do coletivo da classe.
PS: agradeço os apoios que tenho recebido estes dias. Tenho levado as coisas com calma, mas fico sensibilizado com as mensagens. Não consigo agradecer a todos.

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A PROPÓSITO DE “CONGELADOS”E ET CETERA AS (IN)CONGRUÊNCIAS DE A. COSTA

 

“O que o rebanho mais odeia é aquele que pensa de forma diferente, não é tanto a própria opinião, mas a audácia de querer pensar por si mesmo, algo que eles não sabem fazer”. (ArthurSchopenhauer)

A vida ensinou-me a interpretar as pessoas não pelas palavras,                                        mas pelalinguagem comportamental. As palavras enganam, porém, os comportamentos e atitudessão reveladores.

Descobrir a diferença entre o significado,significação e valor duradouro das pessoas e não a utilidade e uso passageiro e efémero das pessoas.

O exercício de “burrificação” dos Educadores e Professores portugueses é um acto político falhado porque o Professorado não escuta palavras e, ao contrário, prestamos atenção às atitudes e observamos os comportamentos. Guardamos no coração quem nos deu a mão e não esquecemos quem nos largou a mão. Consubstancia um exercício intelectual do poder político perturbado, de propaganda, infame e substancialmente diminuído.Uma visão horripilante de injustiça e sonsice de mal-mandar”. Agravada pela política covarde que                                             É aguilhão recalcitrante.      

Vimos do povo, sentimos o povo e vibramos com o pulsar do povo. Continuamos de pé depois de todos os vilipêndios e ataques soezes do “rebanho da política salamurda e dissimulada”.Temos coluna/espinha, temos dignidade humana. Temos as marcas das mágoas, mas também temos um respeito e amor próprio infinitos. Não esquecemos a afronta, o desprezo e o ostracismo a que fomos abandonados.

Faz parte da essência de Ser Professor, Serintelectual. Somos seres pensantes; não aberrantesnem descartáveis. Somos humanistas solidários, sofredores e altruístas. Temos pensamento próprio e somos/temos massa crítica. Coisa que é um problema para a política travestida de nobreza fingida, de menoridade intelectual. É subversão.Os revoltosos professores são pacíficos, mas não toleramos mais injustiças, castigos, discriminações e Exigimos Respeito. Chega de cretinices, imbecilidades e indignidades. Decretamos o fim do conformismo e dos “alinhadinhos pró-medo”.

É a nossa vida e é a nossa profissionalidade. E sobretudo é a nossa Escola Pública. Dos nossos alunos/estudantes/pessoas humanas. Jamais os Professores poderão ser substituídos pelo ChatGPTou por uma qualquer “Inteligência Artificial”, (IA) – por muito quântica, matemática e algorítmica que seja; simplesmente porque apenas e só, somente os humanos têm Alma, Sentimentos e Emoções. É Sr.Primeiro-ministro A. Costa, a Educação e o Ensinoexigem a conditio sine qua non da condição humana com Alma.                                                                                 Somos determinantes/decisoresdo nosso destino no uso do livre arbítrio.                                     Basta de aberrantes idiotices e “girôndolasmaquinetas de córtex bafiento, metamorfoseadas em “Santo Graal” pedagógico, político, tutelar, ministerial e governativo. Abaixo o estafado “congelamento”, e nada de dossiê “fechado”.Não!

É tempo de Juízo! É tempo de Justiça! É tempo de reversão de políticas educativas absurdas, enviesadas, de “delirius tremendus”.                        Confusite estrábica do acto político de bemmal governar, (des)motivar e (des)valorizar a ensinança, a educança e o aprendizato/aprendizado.                   É tempo de parar com o “terribilis e tóxico mal-estar docente.

É tempo de políticas e de políticos com sentido de Estado! Com estaleca.

Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana”. (Carl G. Jung)

Obrigado a todos os políticos que nos decepcionaram. Vocês tornaram-nos mais fortes,mais unidos, mais determinados e maisvencedores.

As políticas educativas aberrantes e de aberração em execução, jamais nos dobrarão, ajoelharão ou levarão à rendição. Semperfidelis à causa docente.

Não é de minha autoria; colegas fizeram-me chegar, com pertinácia, a seguinte citação:

“Aula de Física – Lei de Costoisier: Na Educação, nada se paga, nada se ganha, tudo se congela”.

 

Carlos Calixto

 

Feito o intróito, vamos “à coisa”; fogo à peça (…)

Ano fiscal de 2022. Receitas fiscais. O valor que o Estado português arrecadou em receitas fiscais e contribuições sociais das Administrações Públicas em % do Produto Interno Bruto (PIB), isto é, quanto é arrecadado em Imposto(s) sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS); Impostode Valor Acrescentado, pago pela aquisição/compra de um produto ou prestação de um serviço, dedutível ou não abatido ao imposto a entregar ao Estado; excepções (IVA); descontos para a Segurança Social (SS); Caixa Geral de Aposentações (CGA); demais impostos e contribuições sociais, em percentagem do PIB, é o valor mais alto dos últimos 27 anos em impostos cobrados. De acordo com o indicador do total de receitas fiscais, o valor em 1995 foi de 31,2% do PIB; sendo que em 2022 o valor foi de 38,2% do PIB.

O valor arrecadado pelo Estado em IRS, IVA, descontos para a Segurança Social e demais impostos e contribuições sociais, foi o mais altodesde 1995 – 38,2% do PIB”.

(Fontes/Entidades: Instituto Nacional de Estatística(INE), Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS)/PORDATA; última actualização: 2023-04-13).

Nota: Tweet; PORDATA Tweetou, às 9:00 AM(abreviação do latim, ante meridiem, antes do meio dia; 9:00 da manhã), sexta, 02 de junho de 2023.

Donde, impor-se a pergunta quasetranscendental/metafísica para o executivo de António Costa: “Há problemas de dinheiroapenas e só para o professorado e a docência?!

O governo de A. Costa não tem dinheiro para osprofissionais da Educação e Ensino. Melhor dito, para uns tem qualquer coisita e para os outros nada de nada. Falamos de tempo de serviço roubado /dossier fechado” / anúncio de J.Costa de corte-redução das vagas de acesso ao 5º e 7º escalões da carreira docente. Vá-se lá entender tão rebuscado critério. de um lado e tira do outro lado. Mas não houve problemas orçamentais para aumentos aos senhores juízes. Mas não houve problema actual nem a desculpa futura para alegadamente ir aumentar agora os médicos em 30%, cobrindo amplamente as perdas de poder de compra da última década; e faz bem. Apenas e só no caso dos Educadores e Professores portugueses o dilema e impasse subsiste.                             Até parece provocação de “Provocatore”.

Mas afinal, havendo tamanho e tremendo aumento das receitas fiscais, nem assim é alargado o garrote-cernelha tremendista que asfixia a totalidade de todaa classe sócioprofissional docente. Não estamos a pedir nada. Apenas estamos a exigir o que é legalmente nosso por direito. É obrigação do Estado português comportar-se como pessoa de bem. A credibilidade do Estado passa por ser um cumpridor legal exímio, insigne e exemplar, emérito e sublime,um modelo, cânone e paradigma a seguir pelos cidadãos. Actuar com um “modus operandi de referência e a aplaudir. Senhores membros do XXIII Governo Constitucional; Senhor Primeiro-Ministro Dr. António Luís Santos da Costa, o seu Governo tomou posse, foi empossado a 30 de março de 2022 e vigora para a legislatura de 2022 a 2026. Não pode ser um Governo fora da lei”.

É o direito à greve posto em causa e perdas sucessivas em tribunal. Com perda de causa e razão dada aos professores. É o atamancado das medidas concursais “tapa buracos”. É a produção de legislação “ad hoc”. E a novidade é “mestrados à la carte ou à la minute”. É sorrir e acenar, sempre a aviar.                           É o permanente, imprudente,desgastante, “leviano/estouvado e inanarrávelinarrazoado do Ministério da Educação (ME), em forma de mobbing / bullying com os profissionais que tutela. É o total desrespeito pelas famílias portuguesas que com sacrifício investem em Educação e na formação dos seus filhos.                      É a degradação inexorável da Escola Pública. É a normalização da mentira compulsiva. É apropaganda e manipulação recorrente da opinião pública. Etc.

Segundo publicação do relatório anual da Fundação José Neves (FJN), Estado da Nação – Educação, Emprego e Competências em Portugal 2023:                         Veio levantar questões muito importantes sobre o retorno do enorme investimento que as famílias portuguesas têm feito em Educação.                                  O relatório da FJN mostra que a diferença entre o salário médio de um jovem adulto com um curso superior e com o ensino secundário diminuiu de 50% em 2011 para 27% em 2022. Este resultado é em parte esperado e explicado pelo enorme aumento do número de diplomados que chegaram ao mercado, o que reduz o seu valor relativo. No entanto, há um dado mais preocupante naquele relatório: entre 2011 e 2022, o salário real dos trabalhadores com ensino superior diminuiu 13%.

(…) O relatório da FJN confirma os resultados de outros estudos em relação à existência de um desajustamento entre as qualificações oferecidas e a procura de qualificações pelas empresas, indicando que mais de 20% dos jovens trabalhadores têm qualificações superiores às exigidas pela sua ocupação. Este dado mostra mais uma vez a necessidade de alinhar a oferta formativa com as necessidades da economia. (Relatório também fala em ter pelo menos uma competência digital, em 66% das ofertas de emprego em 2022).

(…) Concluindo, o investimento em Educação pode ter um retorno muito baixo quando as competências adquiridas estão desligadas da procura do mercado. É fundamental ir alinhando a oferta com a procura e melhorar a comunicação entre instituições de ensino, famílias e empresas”.

“(…) Como com os rankings, é fundamental promover a transparência sobre as competências e a futura empregabilidade dos cursos. Essa informação é ainda mais importante para as famílias de rendimentos baixos”.

(in Observador, Fernando Alexandre, 26 de junho,2023, às 00:20 horas; VozProf.com, 26 de junho,2023)

Nunca eu fui apreciador de congelados. Nem mesmo os da “Iglo”. E claro está, não gosto mesmo nada, nadinha dosultra-congelados do ME”. Vem a logomaquia, a propósito da afirmação de A.Costa, que diz que a carreira dos professores “nunca teve tantos anos sucessivos de descongelamento”.

Recorremos ao Polígrafo, que desmente, contradiz e nega tal afirmação;      confirma a mentira, ao dizer que tal afirmação é falsa. É pena e é feio porque são palavras do Chefe do Governo de Portugal, António Costa.                                         O Polígrafo esmiuçou e desmontou a afirmação em causa, e vale a pena citar:

– “À margem das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, a 10 de junho, no Peso da Régua, dirigindo-se a um grupo de professores que protestava ruidosamente contra o Governo, o Primeiro-ministro António Costa disse que estavam a ser «muito injustos», ao protestar contra um Governo que pôs fim ao congelamento da carreira, que pela primeira vez estão com a carreira descongelada desde 2018, uma carreira que nunca teve tantos anos sucessivos de descongelamento”.

(Polígrafo, Gustavo Sampaio, 12 de junho de 2023, às 19:00 horas)

A. Costa esqueceu-se que era o número dois do Governo Sócrates e Maria de Lurdes Rodrigues (MLR), que foi precisamente quem abriu as hostilidades, “Congelados & Companhia Lda, estando na origem do problema de criação socialista espinhosa e que parece ser insanável pelos criadores ab origine”.

No calor da refrega Primeiro versus Profs., “A hostilidade do ambiente era audível (gritos exigindo «respeito») e visível (cartazes com a palavra de ordem «demissão») sob uma caricatura de António Costa (…)”. (idem)

Bem, Costa arriscou e ousou enfrentar a dignidade de pessoas humanas feridas e atormentadas; foi aumentando a tensão e a discussão subiu de tom. Até entrou em debate com uma colega, pediu respeito, considerou que os manifestantes “zecos” estavam a ser “muito injustos”, e teve a desfaçatez, insolência e despudor de acusar o Professorado de não reconhecimento pela                                    bondade da sua acção política”. Atentemos nas palavras de António Costa:

“(…) Os senhores estiveram muitos anos com a carreira congelada. Estão a protestar contra um Governo que pôs fim ao congelamento da carreira, que pela primeira vez estão com a carreira descongelada desde 2018, uma carreira que nunca teve tantos anos sucessivos de descongelamento e tem estado descongelada e com a garantia de que não volta a congelar”. (idem)

Impõem-se as perguntas:

Estará António Costa a ser injustiçado pelos malagradecidos Professores?

É verdade que a carreira dos Professores“nunca teve tantos anos sucessivos de descongelamento”, como invocou António Costa?

– Onde pára a mentira versus maldade?

Esclarecendo o equívoco”, (…) o que nos diz o rigoroso exame do Polígrafo:

“O Polígrafo já tinha verificado esta alegação em janeiro deste ano, quando foi proferida por outro Costa, o ministro da Educação. E apesar de já terem passado cerca de seis meses desde então, o facto é que continua a ser falsa – seja dita por António Costa ou por João Costa”.(idem)

Então, como é; a conclusão é que A. Costa & J. Costa mentem descaradamente e sem vergonha.E assim sendo, a mentira não tem o respeito nem dos professores nem dos portugueses. Lamentável e lamentavelmente.

Mais: “O actual sistema remuneratório dos Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário assenta em dois diplomas estruturais,             aprovados ainda pelo primeiro Governo de maioria absoluta chefiado por Aníbal Cavaco Silva: o respectivo estatuto remuneratório(Decreto-Lei n.º 409/89) e o Estatuto da Carreira Docente ECD, (Decreto-Lei n.º 139-A/90)”. (idem)

Mais ainda: “Assim, é a partir do ano lectivo de 1990/91 (ou de 01 de janeiro de 1991, quando o critério a aplicar é o ano civil) que vigora a era actual, na qual podem ser distinguidos os períodos em que o tempo de serviço contou (vulgo, descongeladas) e aqueles em que «não» foicontabilizado para a progressão na carreira (vulgo, congeladas)”. (idem)

Donde, ser pertinente a resposta à pergunta do Polígrafo:Nestes cerca de 32 anos, qual foi então o maior período consecutivo em que o tempo de serviço dos Professores esteve «descongelado»? (idem)

Polígrafo, respondendo, acrescenta mais informação:

“Durante toda a década de 1990 e primeira metade da seguinte, não houve qualquer suspensão da contagem temporal de trabalho dos docentes. São mais de 14 anos e seis Governos (dois de Cavaco Silva, dois de António Guterres, um de Durão Barroso e um de Pedro Santana Lopes) sem alterações, mesmo que temporárias, às regras aprovadas”. (idem)

O descambar e o caos da coisa começa precisamente com a (des)governança educativa do triunvirato J. Sócrates & A. Costa & MLR.

E mais diz o Polígrafo: “No verão de 2005, para a redução do défice, a Assembleia da República (onde o PS detinha a maioria absoluta dos deputados) aprovou a lei que determinava «a não contagem do tempo de serviço para efeitos de progressão nas carreiras e o congelamento do montante de todos os suplementos remuneratórios de todos os funcionários, agentes e demais servidores do Estadoaté 31 de dezembro de 2006», cuja entrada em vigor ocorreu a 30 de agosto”. (idem)

E mais acrescenta: “O Governo liderado por José Sócrates prosseguiu o esforço para emagrecimento das despesas do Estado e o Parlamento, em consonância, renovou essa inibição de contagem do tempo de serviço por mais um ano”. (idem)

A excepção a este ultra-congelamento, foram os anos de 2008 a 2010, em que o tempo de serviço foi contabilizado para a progressão em carreira. Atentemos:

Nos anos de 2008, 2009 e 2010, os dias de trabalho dos docentes «não foram anulados» para a progressão na carreira, constituindo três anos de alívio”. (idem)

Em 2011 há um voltar à carga do desvario socialista, sendo os professores invariavelmente castigados e obrigados a pagar a crise do muito mau desempenho governativo socialista SocraCostiniano.Citando o Polígrafo:

“Mas no ano de 2011 em plena crise de sobreendividamento e sob a ameaça da bancarrota, com o país a viver sob as várias versões do Programa de Estabilidade e Crescimento – o segundo Governo de José Sócrates, através do Orçamento do Estado (OE) para 2011, «voltou a congelar as carreiras»”. (idem)

E assim se mantiveram as carreiras aprisionadas em icebergs até 2018.

Citação: E assim se mantiveram, sob o mesmo instrumento (Lei do OE),           até 01 de janeiro de 2018, atravessando integralmente a legislatura do Executivo de Pedro Passos Coelho (em que três dos quatro anos foram sob o Programa de Assistência Económica e Financeira da Troika no valor de 78mil milhões de euros – FMI) e o primeiro ano do Governo liderado por António Costa”. (idem)

A ajuda financeira externa a Portugal; as condições e termos foram negociados pelo Governo Sócrates & Costa. Literalmente.

Donde, a acção governativa irresponsável e deirreflexão socialista a condicionar e comprometer vários executivos. Diferentes Governos. E o Professorado sempre a apanhar por tabela. Sendo que o descongelamento e regulação da normalidadesó aconteceria/aconteceu com: “O segundo OE do Governo suportado ao nível parlamentar pela “geringonça” (que) descongelaria, finalmente, a contagem do tempo. À data, os professores já levam «cinco anos e seis meses» com a carreira não congelada”. (idem)

E eis-nos chegados finalmente ao busílis da questão central: António Costa mente ou fala verdade? António Costa tem ou não tem razão?

“Deste modo, verifica-se que, actualmente, sob a vigência dos Governos de Costa, este «é o segundo maior período» em que os professores têm a sua carreira descongelada, mas ainda assim «muito distante do período de 14 anos e quase oito meses», entre janeiro de 1991 e 29 de agosto de 2005”. (idem)

A mediocridade das escolhas dos Governos que integrou e Governos liderados por António Costa, de “perseguição e demanda persecutória aos Educadores e Professores portugueses, um dia a consciência acusará e a História julgará.

NÃO DESISTIMOS!!!

António Costa não pode sacudir a água do capote. Ajuizando a “agressão”:

A avaliação e veredicto do POLÍGRAFO, acerca da afirmação de António Costa É: “FALSO”.(idem)

 

Disse.

 

Nota: professor que escreve de acordo com a antiga ortografia.

 

CCX.

 

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O “ dossiê” sobre a recuperação do tempo de serviço NÃO “está fechado”

A afirmação que vem a ser repetida há já alguns anos de que o dossiê” sobre a recuperação do tempo de serviço “está fechado”, não é, nem nunca será definitiva.

A prova é que aquando da recuperação de quase 3 anos de serviço também foi proferida e, hoje estamos à espera do resultado do acelerador.

Mas mesmo isso ainda não está fechado. Falta a decisão do PR. Se o Marcelo vetar a “coisa” voltamos à estaca zero e à mesa das negociações. O ME não quer, o governo não quer, mas terá de voltar. E é bom que o faça rápido para que o próximo ano letivo não comece em protesto.

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O admirável mundo da mediocridade – Carlos Santos

 

Numa casa – como em tantas outras –, após a publicação das avaliações escolares, assoma a indignação e a revolta.

Como consequência, numa escola – como em tantas outras –, convocam-se reuniões depois das reuniões. Tal como noutra agregação de docentes na sala ao lado, também aqui se reúnem conselhos de turma para debater uma possível subida de nota de um menino, para evitar que venha a carregar consigo um trauma que o acompanharia até ao fim dos seus dias. Numa escola muito moderna, que consegue rivalizar com qualquer ilustre padaria que deixa levedar a massa antes de ir ao forno, é coagida a dar igual tratamento às notas de alguns meninos, atiradas novamente para diante dos olhos dos professores por progenitores altamente malformados que, do alto da sua pedagogia, consideram não terem levedado o suficiente para permitir o acesso do seu tesourinho ao quadro de mérito. Pais à beira de um ataque de nervos, porque o seu rebento-prodígio não obteve um cinco a uma disciplina, estragando o monocórdico desfile de nota máxima a todas as disciplinas, não permitindo a possibilidade de serem esfregadas na cara da vizinhança e família próxima e distante.

Longe vão os tempos em que se requeria revisão de notas devido a uma negativa que reprovaria um aluno. Agora, os pais recorrem de notas, não porque o seu educando reprovou o ano, ou porque comprometeria o ingresso no ensino superior, mas porque o rebento poderia ficar com baixa autoestima por não poder receber o ilustre papelinho mágico.

Os alunos sabem cada vez menos, o grau de exigência tem vindo a baixar e os professores – fruto da pressão que os diversos detentores da pasta da Educação vêm descarregando sobre eles para não reprovarem alunos – já inflacionam as notas, obrigando a empurrar até ao infinito todas as que estão mais acima. Mesmo assim, ainda há pais a requererem revisão de notas para que os filhos entrem nos quadros de mérito. E a culpa de todas estas situações parte, quase sempre dos papás que, lançando sobre os seus filhos expectativas muito elevadas, sempre que os seus protegidos não conseguem alcançar os resultados desejados, viram-se contra o sistema, as escolas e os professores, tentando à força que as avaliações se adaptem àquilo que expectavam.

Nada como a mediocridade elevada ao mais alto nível para tornar ainda mais perverso e injusto um sistema de avaliação, já de si tão falseado, que premeia o desmérito e o laxismo. Uma mensagem que os pais pretendem passar aos filhos, de que existem outros meios a recorrer para alcançarem aquilo que desejam. Uma imagem de facilitismo exacerbado que está a criar uma sociedade cultural e eticamente estéril.

A indisciplina foi tolerada, a escolaridade foi prolongada e a exigência diminuída, a responsabilidade foi abandonada e substituída por todo o género de atividade lúdica que proporcione o prazer imediato e sem esforço. Os TPC foram considerados trabalho infantil, os testes, uma violência a eliminar, confinados a uma tipologia semelhante à aplicada aos alunos de NEE para que fiquem limitados a escrever o mínimo possível. Com a exigência de há vinte anos, nos dias de hoje, metade dos alunos reprovavam e, só pontualmente, a um ou outro seria reconhecida a excelência. Não satisfeitos com toda esta permissividade e inflação de notas, multiplicam-se os casos de encarregados de educação a contestar os níveis atribuídos aos filhos. Antes, reclamavam com os filhos pelos resultados que ficavam aquém do esperado; nos dias de hoje, culpam os professores sobre quem atiram as suas reclamações.

Os pais mimam os filhos de todas as maneiras, fazem-lhes todas as vontades, superestimam-nos e não lhes permitem que enfrentem qualquer género de frustração, o que acaba por descambar no descalabro de exigirem a inflação de notas para satisfazerem a vontade dos filhos ou, presumivelmente, encherem o seu próprio ego. Esta sobrevalorização dos quadros de mérito é o triunfo da mediocridade no seu expoente máximo.

Se os defensores da existência destes quadros fundamentam que o nosso sistema de ensino só dá atenção aos piores alunos (muitos deles com uma má-postura perante a escola), alegando que o mérito deveria ser publicamente reconhecido para recompensar os que mais se esforçaram, o extremismo desta visão não estará a desvirtuar uma formação holística que se pretende para as nossas crianças e jovens?

Alunos a serem reconhecidos com diplomas apenas pelas notas obtidas, mesmo que apresentem uma postura pouco cívica, é claramente nefasto, pois sobrevaloriza o domínio cognitivo ignorando o domínio atitudinal.

Interessa, pois, refletir sobre que género de cidadãos pretendemos nós formar. Com uma sociedade onde a educação, o civismo e os valores são cada vez mais escassos, sobrevalorizar os resultados académicos (por mais que a avaliação já abarque as atitudes) é formar os alunos só para os resultados e desprezar os valores.

A rigor, são cada vez menos os alunos que sabem dar os bons dias, pedir licença, respeitar as opiniões dos outros, aceitar um reparo a uma falha sua, agradecer e, inundados num tremendo egocentrismo alimentado pelos progenitores, não pensam em nada, nem em ninguém a não ser neles próprios e, numa desmedida falta de humildade, têm dificuldade em pedir desculpa. Um destes alunos que figure num quadro de mérito, só porque tem boas notas, merecerá mais destaque do que um seu colega com aproveitamento escolar inferior, mas portador de valores e atitudes louváveis? Não me parece.

Ao continuarmos a alimentar este exibicionismo exacerbado virado para os resultados, estamos a construir uma agremiação de gente sem uma moral, ética e valores fundamentais que são inegociáveis. Acabamos por ser, enquanto adultos, pais e pedagogos, responsáveis pela incivilização que temos.

E, a propósito dos alunos com necessidades educativas especiais, não estarão a ser discriminados por se verem quase sempre arredados deste pedestal das vaidades?

Tanta preocupação redigida em decretos e portarias, multiplicada em milhares de documentos e palestras defensoras da uma tal «escola inclusiva – de todos e para todos» e, na prática, inconcebivelmente, acabamos todos por ser cúmplices de um sistema segregador de exclusão social precoce para os mais frágeis.

Quantos não são os alunos que apresentam um comportamento excecional de entreajuda, de respeito, de cumprimento, de solidariedade e de civismo, que, por terem dificuldades de aprendizagem ou resultados escolares menos conseguidos, falta de apoio familiar ou financeiro, acabam por ficar invisíveis aos olhos de uma comunidade virada apenas para os resultados?

Um erro coletivo – como tantos outros cometidos ao longo da história por coletividades – não encontra argumentos para que possa ser desculpável.

Supondo, pois, que, a ter de existir algum quadro nas escolas, muito naturalmente, esse deveria ser apenas o quadro de valor e cidadania; um quadro que valorizasse as atitudes dos alunos. Alunos responsáveis que saibam respeitar e aceitar os outros nas suas opiniões e ações, na sua diversidade física, social, cultural e étnica, sem discriminar o seu próximo, valorizando e promovendo a integração da diferença. Mais do que nunca, deveríamos valorizar crianças e jovens com educação – uma polidez que deveria vir de casa e que está, notoriamente, cada vez mais deficitária devido à demissão de muitos pais das suas responsabilidades parentais, enquanto principais educadores e responsáveis pela educação dos seus filhos.

Entretanto, naquela reunião, onde os professores se encontram isolados numa ilha cercada por um vazio moral, a votação da nota toma contornos dramáticos assim que todos se apercebem poderem estar a contribuir para a supressão da justiça nas escolas, violando a verdade do ensino e o mínimo de decência do trabalho que desenvolveram ao longo de todo o ano. Mais trágico se torna o momento quando se apercebem de que, ao vergarem-se a estes caprichos mesquinhos de progenitores irresponsáveis, tornariam quase normal que os conselhos de turma fossem constantemente convocados para satisfazer o desejo de qualquer pai que desejasse água-benta para uma nota que permita ao seu menino entrar no quadro dourado, para poder ser exibido a uma coletividade hipócrita cuja felicidade se reduz a aparências. Se as notas passam a ser ditadas pela vontade dos pais, então que deixe de haver reuniões de avaliação. Já agora, se faça a vontade no ministério da Educação e dos pais, que se passe todos os alunos e, de preferência, com louvores.

Os pais estendem uma passadeira vermelha de facilidades para os meninos não sentirem a menor dificuldade na vida e pretendem que esse caminho aveludado se prolongue até à escola, desejando compelir um séquito de pedagogos a prestar o mesmo género de vassalagem aos principezinhos.

Talvez, por tudo isto, o peculiar avolumar de reclamações de notas para empurrar alunos para um pedestal de pés de barro, seja preocupante e revelador de uma sociedade a entrar em decadência.

Deitamo-nos na cama que fazemos, pelo que, mais tarde iremos colher o que semeámos. A sociedade desumanizada que hoje temos, resultou dos erros que cometemos; o mundo que iremos ter, será o resultado das escolhas que fizermos, de modo que, interessa refletirmos e valorizarmos aquilo que realmente mais importa na formação das nossas crianças e jovens.

Carlos Santos

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Pai invade escola, agride funcionárias e leva a filha

Um homem invadiu a escola EB1 de Fraião, em Braga, nesta sexta-feira, e levou a filha de sete anos. O suspeito não tem autorização para contactar a menor naquele local, apurou a TVI/CNN Portugal.

O pai da menina saltou o portão da escola e, enquanto se deslocava no interior da escola, agrediu várias funcionárias.

O suspeito agarrou na criança e passou-a por cima da rede exterior da escola, onde uma mulher a recebeu. Em seguida, colocaram-se em fuga, estando agora a ser feitas diligências para encontrar a menor.

A menina estava ao cuidado dos avós maternos, uma vez que a mãe se encontra fora do país.

Pai invade escola, agride funcionárias e leva a filha que estava ao cuidado dos avós maternos

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Nota Informativa – Determinação e aplicação de percentis

Nota Informativa Determinação e aplicação de percentis

Com vista à uniformização da aplicação do Despacho n.o 12567/2012, de 26 de setembro, que estabelece os universos e os critérios para a determinação dos percentis relativos à atribuição das menções qualitativas de Excelente e de Muito Bom, esclarece-se que os procedimentos a adotar pelos Agrupamentos de Escolas (AE) e Escolas não Agrupadas (ENA) devem ser os seguintes:
1. Nos termos do n.o 1 do artigo 2.o do Despacho n.o 12567/2012, de 26 de setembro, o cálculo global do número máximo de menções de Excelente e de Muito Bom deve ter por referência a totalidade dos docentes avaliados, em cada ano escolar, sendo o número que resultar deste cálculo arredondado por excesso (cf. n.o 5 do artigo 3.o do referido Despacho).
2. A determinação do percentil 95 e do percentil 75 deve ser efetuada, de forma independente, em cada um dos universos estabelecidos pelo n.o 1 do artigo 3.o do Despacho n.o 12567/2012 (cf. n.o 3 do artigo 3.o do Despacho n.o 12567/2012).
3. O cálculo do número máximo de menções de Excelente e de Muito Bom a atribuir em cada universo é arredondado às unidades mais próximas (cf. n.o 3 do artigo 3.o do Despacho n.o 12567/2012), salvaguardando a possibilidade de atribuição de uma menção de Excelente ou de Muito Bom nos universos em que o resultado daquele arredondamento seja inferior à unidade (cf. n.o 7 do artigo 3.o do Despacho n.o 12567/2012), garantindo o seguinte:
a) A soma do número máximo de menções de Excelente e de Muito Bom do conjunto dos universos, não pode ultrapassar o total referido no ponto 1 (cf. n.o 6 do artigo 3.o do Despacho n.o 12567/2012);
b) É vedada a transferência entre universos de menções qualitativas que não sejam atribuídas (cf. n. 4 do artigo 3.o do Despacho n.o 12567/2012).
4. Conforme determina o n.o 3 do artigo 46.o do Estatuto da Carreira Docente, bem como o n.o 3 do artigo 20.o do Decreto Regulamentar n.o 26/2012, de 21 de fevereiro, sem prejuízo do disposto nos n.os 9 e 10 do artigo 46.o do Estatuto da Carreira Docente, a conversão das classificações quantitativas em menções qualitativas deve ser efetuada ordenando as classificações de forma crescente, por universo de docentes, e verificando, em cada um deles, até ao esgotamento do número máximo de menções de Excelente e de Muito Bom disponíveis, os seguintes requisitos:
a) Excelente se, cumulativamente, a classificação for igual ou superior ao percentil 95, não for inferior a 9 e o docente tiver tido aulas observadas;
b) Muito Bom se, cumulativamente, a classificação for igual ou superior ao percentil 75, não for inferior a 8 e não tenha sido atribuída ao docente a menção de Excelente;
c) Bom se, cumulativamente, a classificação for igual ou superior a 6,5 e não tiver sido atribuída ao docente a menção de Muito Bom ou Excelente;
d) Regular se a classificação for igual ou superior a 5 e inferior a 6,5;
e) Insuficiente se a classificação for inferior a 5.
Lisboa, 30 de junho de 2023
A Diretora-Geral da Administração Escolar
Susana Castanheira Lopes

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Alunos dos cursos de Ensino vão dar 11 horas de aulas e ganhar €800

Amedida vai aplicar-se aos finalistas do 2º ano dos mestrados em Ensino e está prevista no diploma que regula as novas condições para a formação dos futuros professores, que ainda vai ser alvo de discussão pública. Educadores e professores do 1º ciclo deixarão de dar aulas a partir dos 60 anos, mas a entrada em vigor será faseada.

Os requisitos para o acesso aos cursos de ensino vão mudar e o tempo de formação pode ser reduzido. Não há o risco de se perder qualidade na preparação de professores?

Foi uma das propostas do grupo de trabalho que criámos para rever a formação inicial de professores e que decorre do facto de estarmos a ser procurados por pessoas com formação académica superior. Com a situação que temos atualmente, uma pessoa com mestrado, doutoramento ou pós-doc que queira dar aulas na área científica em que se formou [mas que não tenha licenciatura em educação básica e/ou mestrado em ensino] precisa de voltar quase ao início da sua formação, como se tivesse saído do 12º ano. O que está previsto é que estes candidatos, com mestrado ou doutoramento mas sem preparação para dar aulas, possam fazer uma formação mais curta, centrada nas questões pedagógicas, que poderá até ser feita durante o exercício de funções.

Farão um mestrado em Ensino mais curto?

Sim, de um ano.

Quanto é que os finalistas de mestrados em Ensino vão receber nos estágios remunerados anunciados pelo Ministério?

O que prevemos na proposta é que os estagiários, por ainda estarem em formação, tenham um contrato de trabalho a 50%, ou seja, com 11 horas de componente letiva e metade do salário de um professor em início de carreira [correspondente a cerca de €800 brutos]. O facto de darem aulas a meio tempo permitir-lhes-á, em simultâneo, continuar a sua formação nas instituições de ensino superior.

Um dos dossiês a aguardar negociação tem a ver com a redução da carga de aulas para educadores e professores do 1º ciclo. O que vai ser feito?

O que prevemos é que a partir dos 60 anos possa haver uma redução total da componente letiva; ou seja, deixarão de dar aulas, mas mantendo trabalho na escola.

Há um problema sistémico de inflação de notas no privado. mas estamos a atuar

Quando é que poderá entrar em vigor?

Estamos ainda a trabalhar na proposta, mas queremos iniciar em breve a negociação com os sindicatos. Estamos agora a fazer a comparação entre o impacto que esta medida tem e o número de professores que estão a ser formados, porque vai requerer muitas contratações e os alunos não podem ficar sem aulas. A aplicação terá de ser gradual para podermos garantir a reposição de professores.

Essa redução total da componente letiva poderá ser estendida aos professores dos outros níveis de ensino?

Não. A medida decorre da especificidade da monodocência. Ao longo da carreira, os professores do 1º ciclo têm mais horas de aulas do que os professores dos outros níveis de ensino (25 em vez de 22 semanais), não têm redução do horário letivo após os 50 anos, como os outros, e têm um calendário escolar mais longo. E há também uma dimensão física que é mais pesada nestes ciclos de ensino. No pré-escolar, por exemplo, implica pegar nas crianças ao colo.

Também se comprometeu a reduzir a carga burocrática a que estão sujeitos os professores e que é um dos principais motivos de queixa. O que vai ser feito a esse nível?

Estamos já a trabalhar com a equipa da Agência para a Modernização Administrativa, que em breve vai também chamar os sindicatos para os ouvir. Há uma queixa recorrente e justificada dos professores relativamente a um excesso de tarefas burocráticas que não têm razão nenhuma para se manter. E estamos em condições para fazer, já este verão, uma proposta de simplificação desses procedimentos.

Os dados libertados pelo Ministério da Educação mostram que 40% das notas internas dadas nos colégios são de 19 e 20 valores. Há um problema sistémico de inflação de notas no ensino privado?

Sim. Há um problema sistémico e de diferença entre público e privado. Os estudos estatísticos que eram feitos sobre as notas olhavam apenas para as classificações nos exames e para as médias finais, mas em 2017 começámos também a recolher dados disciplina a disciplina e conseguimos perceber em quais é que as notas mais frequentemente atribuídas eram 19 e 20 valores e quando é que uma escola tem uma média estatisticamente anormal. No último estudo que foi feito [que analisou os últimos cinco anos letivos] encontrou-se este fenómeno de inflação de notas em menos de 1% das escolas públicas e em 40% das privadas. Nos últimos três anos aplicámos penas de multa, suspensão de direções pedagógicas e decretámos o encerramento com pena suspensa de um colégio. Agora, temos o trabalho já avançado em relação à alteração do regime sancionatório das escolas privadas, para podermos ter instrumentos mais firmes de punição perante estes comportamentos.

Mas que garantias pode dar às famílias que tenham os filhos na escola pública de que há equidade no acesso ao ensino superior e não há batota na atribuição de notas no privado?

A garantia que podemos dar é que estamos anualmente a fazer um levantamento de todas as escolas onde esses desvios acontecem e a Inspeção-Geral de Educação vai lá exercer uma ação disciplinar e essas escolas ficam a ser acompanhadas.

Expresso

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Mobilidade de docentes por motivo de doença 2023/2024 – Determinação da capacidade de acolhimento do AE/ENA

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 29 de junho e as 18:00 horas de 03 de julho de 2023 (hora de Portugal continental).

SIGRHE – Determinação da capacidade de acolhimento -2023/2024

 

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A escola não serve para nada

A escola deve comprometer-se com a aprendizagem ao longo da vida, isto é, ensinar a não desistir de aprender, provocando e acompanhando processos.

A escola não serve para nada

A frase provocadora que dá título a este texto não é minha. Escutei-a, no passado dia 4 de março, em Braga, no encerramento do 3.º Congresso das Escolas, numa conferência intitulada “O fim da educação”, do Professor Doutor Henrique Leitão. Afirmava o orador, que a escola não serve para nada, porque o saber não se pode reduzir a uma finalidade útil ou produtiva, nem o educador a um mero transmissor de conteúdos, deixando o desafio aos professores presentes de provocar o saber através de um encantamento pelas coisas.

No final de um ano letivo intenso, marcado por sucessivas greves e polémicas, uma semana após a publicação dos rankings e estando a decorrer as provas de exame nacional, gostava de voltar a esta ideia: como sociedade democrática não podemos ideologicamente reduzir a escola a uma função útil e produtiva. A escola não serve, exclusivamente, para transmitir conteúdos, formar para uma profissão, preparar para a faculdade ou o mercado de trabalho, ocupar os alunos. A sua função humanizadora pressupõe um pacto educativo global, como nos propõe o Papa Francisco, que não exclua nenhuma das suas complexas funções, das quais se destacam o gosto e o entusiasmo por aprender. Como nos propõe o décimo Identificador Global da Tradição Viva [1], a escola deve comprometer-se com a aprendizagem ao longo da vida, isto é, ensinar a não desistir de aprender, provocando e acompanhando processos.

A forma como avaliamos a escola, seja como pais, professores ou alunos é determinante, não apenas pelos critérios que usamos, mas, sobretudo, pela narrativa que construímos e as finalidades que lhe atribuímos. Pressupondo o contexto concreto que nos circunscreve e limita, a forma como refletimos sobre a nossa experiência, não só influencia a nossa ação, como também a narrativa de sentido que construímos sobre o nosso próprio processo e o processo dos outros. Por exemplo, quando ao interpretarmos os Rankings das Escolas, ignorando contextos sociais e educativos, nos fixamos apenas na entidade proprietária, acentuando uma divisão ideológica entre ensino público e privado, estamos a criar uma narrativa de oposição competitiva, que não favorece o desenvolvimento plural do sistema educativo português e que tende a reduzir a função da escola à preparação para provas de exame, ignorando o Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória [2].

O mesmo sucede quando nos fixamos exclusivamente no erro e, em vez de o vermos como uma oportunidade, o encaramos como um impedimento ao sucesso. Quando um aluno baixa a sua classificação, como é que o ajudamos a aprender com os erros: exigindo aos professores que proponham medidas de recuperação das aprendizagens; pressionando o aluno a estudar mais; ou ajudando-o a tomar consciência do seu processo de desenvolvimento e a não perder o encantamento pelas coisas. Quando um professor comete um erro, como reagimos: julgando irrefletidamente as suas intenções e escrevendo veemente ao Diretor da escola; ou dando a oportunidade a que se explique e possa melhorar a sua ação. Quando um encarregado de educação julga precipitadamente um acontecimento, o que fazemos: alimentamos um discurso de crítica destrutiva e incendiamos o grupo do WhatsApp; ou ponderadamente contextualizamos e apuramos o que aconteceu junto de quem tem responsabilidade.

Na pedagogia inaciana, a avaliação não é o tribunal da classificação, mas o dinamismo que nos faz reconhecer que a vida é um processo e que a ação criativa brota da reflexão sobre a experiência. Avaliar é reconhecer o caminho percorrido, agradecer vitórias e derrotas e comprometer-se com o Magis. No final do ano letivo, ao avaliarmos a escola ou a nossa ação como educadores, alunos ou pais, tenhamos presente o fim último da escola, como lugar de processos individuais e comunitários de humanização, sem a sobrecarregar com as nossas frustrações insatisfeitas ou a cegueira de que só os outros é que têm de mudar.

 

in Ponto SJ

P. Carlos Carvalho

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“Com este bacano tasse tipo bueda mal. Népia de swag, ganda fail”…

 

A maior parte dos jovens que consome diariamente conteúdos difundidos pelas redes de comunicação virtual como o Facebook, o Instagram, o WhatsApp, o Twitter, o TikTok ou o Youtube adopta, frequentemente, uma espécie de “linguagem alternativa”, baseada num código linguístico marcado por um jargão próprio, onde abundam, por exemplo, abreviaturas, estrangeirismos e expressões idiomáticas…

Sem querer conceber a Língua Portuguesa como uma realidade rígida e imutável, se o contexto académico não prezar o domínio da mesma, falada e escrita, a interiorização dessa “linguagem alternativa” acabará por conduzir a uma amálgama linguística, sem regras e sem identidade…

Por outro lado, é cada vez mais preocupante observar-se durante as pausas entre aulas, muitos jovens literalmente agarrados aos telemóveis, ausentes daquilo que deveriam ser as suas vivências diárias, como que desligados do mundo real… E, muitas vezes, o mundo real está ali mesmo ao seu lado ou à sua frente, bastaria que conseguissem desviar o olhar do ecrã para o percepcionarem…

A alienação proporcionada pelos meios tecnológicos é gritante para muitos desses jovens que, diariamente, repetem a mesma prática: absortos do que se passa à sua volta, não procuram interagir com o grupo de pares, nem se mostram disponíveis para encetar qualquer relação de proximidade social ou afectiva…

O seu mundo está circunscrito a um aparelho tecnológico, começa e acaba num telemóvel, e as interacções, se as houver, serão meramente virtuais… A (falsa) sensação de segurança, proporcionada por tal “zona de conforto”, fá-los remeter-se ao silêncio, tornando-os prisioneiros de uma implacável solidão…

Muitas vezes, os “amigos” não são reais, nem materializados… Cria-se a ilusão de que se está acompanhado, mas não se estabelecem relações interpessoais naturais, assentes na interação presencial…

Coleccionam-se “amigos” como se fossem troféus, as companhias são muitas vezes efémeras e os companheiros ilusórios: fantasiar ou idealizar relações não é o mesmo que vivê-las e experienciá-las na vida real…

Cada vez mais, em muitas escolas, se constacta a existência de jovens vulneráveis, que fogem da realidade, frequentemente sentida por si como insuportável; jovens que se escondem em vidas paralelas, imaginárias e fantasiosas; jovens que tendem a viver num mundo muito peculiar e obscuro; jovens alheados e desligados das vivências quotidianas e das convenções sociais; jovens “invisíveis” e “silenciosos” em termos sociais, camuflados por aparelhos tecnológicos; jovens que se refugiam em redes de comunicação virtual, procurando nas mesmas determinadas recompensas afectivas ou a sensação de pertença a um determinado grupo que, de outra forma, não obteriam…

Há quem não consiga passar sem consumir diariamente uma certa dose de redes de comunicação virtual…

Esse consumo, por vezes compulsivo, pode mesmo transformar-se numa dependência, sobretudo psicológica, e quando, por qualquer motivo, a respectiva privação é forçada por alguma circunstância ou imposta por alguém, podem desencadear-se reacções físicas e psicológicas semelhantes às de um quadro de adição de determinadas substâncias químicas, típicas de uma síndrome de abstinência…

O resultado mais evidente do anterior costuma ser o surgimento de uma certa alienação, originada pelo encarceramento num mundo meramente virtual… As referidas redes de comunicação virtual promovem, efectivamente, o isolamento social e o distanciamento físico, apesar de criarem uma expectativa em sentido contrário…

E alguém com responsabilidades governativas parou para pensar na saúde mental desses jovens?

Face ao problema anterior, também não pode deixar de se estranhar e lamentar o silêncio e a inacção das Associações de Pais…

As Associações de Pais, algumas vezes, tão críticas face a terceiros, por exemplo, em relação aos Professores por motivo de Greve, parecem escamotear ou ignorar o facto de muitas famílias negligenciarem o apoio e o acompanhamento de que os jovens necessitam…

A qualidade da saúde mental dos jovens depende significativamente do modo como funciona cada família e isso não pode ser ignorado… Os jovens precisam do estabelecimento de vínculos afectivos com as respectivas figuras parentais e as famílias não podem demitir-se dessa responsabilidade…

Por seu lado, o Ministério da Educação vai fingindo que não vê os problemas existentes na Escola Pública e, em vez de os assumir e enfrentar, parece ter encontrado uma “solução” absurda, sem justificação credível, mas pretensamente arrojada:

– Digitalize-se a Escola Pública!

Digitalize-se a Escola Pública, sem se saber muito bem que objectivos se pretendem alcançar ou que benefícios concretos poderão daí decorrer…

A digitalização da Escola Pública não passará de uma “fuga para a frente” ou de uma operação de “cosmética” e de propaganda, para fazer esquecer que nenhum dos problemas de fundo está a ser resolvido…

Expectavelmente, a digitalização da Escola Pública contribuirá, ainda mais, para o consumo exacerbado de produtos tecnológicos, reforçando a dependência dos mesmos…

As tecnologias proporcionadas pelo digital, pretensamente muito modernas e inovadoras, muito dificilmente darão aos jovens a possibilidade de olharem nos olhos de alguém, de abraçarem alguém, de sentirem o cheiro de alguém, de rirem e de chorarem com alguém, de festejarem ou de sofrerem com alguém e de se confrontarem com as vivências do quotidiano…

As tecnologias proporcionadas pelo digital devem ser usadas com sensatez e moderação, mas também com a convicção de que, por si mesmas, não resolverão nenhum dos problemas que afectam os seres humanos que povoam a Escola Pública, sejam eles Alunos ou Professores…

O Ministério da Educação tem fomentado, nos jovens, a ilusão do facilitismo, do sucesso artificial e a fuga à realidade, promovendo o alheamento das dificuldades existentes na vida real, acabando por restringir o desenvolvimento de algumas capacidades, como a de auto-controle e a de resistência à frustração

O actual titular da Pasta da Educação exerce as respectivas funções desde o dia 30 de Março de 2022…

Decorrido mais de um ano desde o início do seu mandato, o resumo, em “linguagem alternativa”, frequentemente utilizada pelos jovens nas redes de comunicação virtual, que se poderá fazer da actuação do Ministro da Educação, talvez possa ser este:

– “Com este bacano tasse tipo bueda mal. Népia de swag, ganda fail”…

 

O fracasso das actuais políticas educativas está bem à vista de todos. Só não o vê quem não quer…

(Paula Dias)

 

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Vouchers para manuais gratuitos. Uso “normal” dos antigos não levará a penalizações

 

Ministério confirma que livros do 3.º e 4.º ano têm de ser devolvidos, mas acesso aos manuais gratuitos continuará garantido mesmo que estejam escritos ou com desenhos.

Vouchers para manuais gratuitos. Uso “normal” dos antigos não levará a penalizações

O Ministério da Educação (ME) garantiu, em respostas ao PÚBLICO, que os vouchers para a atribuição de manuais gratuitos serão atribuídos mesmo quando não for possível a reutilização dos antigos, desde que esta circunstância decorra “do uso normal” daqueles livros escolares.

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Mais serviços mínimos…

 

O Colégio Arbitral, nos termos do Acórdão n.º 31/2023/DRCT-ASM, decidiu fixar os serviços mínimos relativamente à greve decretada, nos seguintes termos:

  • Acórdão n.º 31/2023/DRCT-ASM, de 27/06, referente a greve sob a forma de paralisação nacional decretada pelo S.TO.P., a todos os procedimentos, incluindo reuniões, conducentes às avaliações finais (em todos os ciclos de ensino), e greves a todo o trabalho de preparação, aplicação e avaliação das Provas de Aferição, durante o período de funcionamento correspondente ao dia decretado, para os dias 1, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 10, 11, 12, 13, 14 e 15/07/2023, para os trabalhadores docentes, e, greves nacionais de professores decretadas pela ASPL, FENPROF, ENE, PRÓ-ORDEM SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE E SPLIU, com incidência nas diversas tarefas atinentes aos exames do 11.º ano, para o dia 03/07/2023, e greves com incidência nas reuniões de avaliação dos alunos do 1.º ciclo do ensino básico e da educação pré-escolar para os dias 3, 4, 5, 6, 7, 10, 11, 12, 13 e 14/07/2023, o Tribunal Arbitral decidiu:

 

«Nos termos e pelos fundamentos expostos, o Tribunal Arbitral delibera por unanimidade o seguinte:

 

I — não fixar serviços mínimos para as Provas de Aferição;

 

II — Assegurar os meios estritamente necessários à realização de todos os procedimentos, incluindo reuniões, conducentes às avaliações finais (em todos os ciclos de ensino), para os dias 1, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 10, 11, 12, 13, 14 e 15/07/2023, assim como às reuniões de avaliação dos alunos do 1.º ciclo do ensino básico e da educação pré-escolar, para os dias 3, 4, 5, 6, 7, 10, 11, 12, 13 e 14/07/2023, garantindo:      

a) A disponibilização aos conselhos de docentes e conselhos de turma das propostas de avaliação resultantes da sistematização, ponderação e juízo sobre os elementos de avaliação de cada aluno;

b) A realização pelos conselhos de docentes e conselhos de turma das reuniões de avaliação interna final, garantindo o quórum mínimo e necessário nos termos regulamentares.

 

III — Assegurar os meios estritamente necessários à realização dos exames finais do 11.º ano e das atividades e tarefas a elas relativas, garantindo:

a) A receção e guarda dos enunciados das provas em condições de segurança e confidencialidade —1 docente;

b) A existência de 2 professores vigilantes por sala e 1 professor coadjuvante por disciplina;

c) A existência de docentes classificadores em número estritamente necessário à classificação das provas realizadas, incluindo o levantamento das provas;

d) A constituição de secretariados de exames e existência de técnicos responsáveis pelos programas informáticos de apoio à realização das provas, assegurados pelos docentes estritamente necessários, nos termos previstos no Regulamento das Provas de Avaliação Externa e das Provas de Equivalência à Frequência dos Ensinos Básico e Secundário para o ano letivo de 2022-2023».

 

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Lista de docentes com concessão autorizada de Equiparação a Bolseiro – Ano Escolar 2023/2024

 

Listagem dos docentes a quem foi autorizada Equiparação a Bolseiro para o ano escolar de 2023/2024.

Lista Nominal de Equiparação a Bolseiro para o ano escolar de 2023/2024

 

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𝗖𝗼𝗻𝗰𝘂𝗿𝘀𝗼 𝗠𝗼𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗜𝗻𝘁𝗲𝗿𝗻𝗮 – RA Madeira

 

Listas do concurso:

– Lista ordenada provisória de candidatos admitidos – 2023/06/26:

https://www.madeira.gov.pt/Portals/16/Documentos/Docente/Concurso/ListaOrdenadaProvisoriaMobilidadeInterna_20230626.pdf?ver=2021-06-29-145248-487

– Formulário de reclamação:

https://www.madeira.gov.pt/draescolar/Estrutura/Docente/Concursos/ctl/Read/mid/4518/InformacaoId/174675/UnidadeOrganicaId/26/CatalogoId/0

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Validação da Reclamação – Concurso Externo / Concurso Externo de Vinculação Dinâmica / Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento 2023/24

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 27 e as 18:00 horas do dia 29 de junho de 2023 (hora de Portugal continental), para efetuar a Validação da Reclamação das candidaturas ao Concurso Externo / Concurso Externo de Vinculação Dinâmica / Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento de 2023/2024.

SIGRHE – Validação da Reclamação da candidatura eletrónica
Nota Informativa –  Validação da Reclamação da candidatura eletrónica

 

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Licenciados com via verde para mestrados de ensino

Governo prepara “requisitos mínimos” para que licenciados de outras áreas se profissionalizem. Instituições do Superior terão mais autonomia para definir regras de acesso e projetos curriculares.

Licenciados com via verde para mestrados de ensino

Com o país a necessitar de mais de 34 mil docentes até ao final desta década, o Governo está a ultimar a revisão do regime jurídico de habilitação profissional para a docência, cuja proposta de decreto-lei estará brevemente em consulta pública. Alargar o acesso a mestrados de ensino, dar mais autonomia a universidades e politécnicos na definição dos critérios de entrada e reforçar o papel dos professores orientadores são algumas das medidas em cima da mesa.

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As negociações já foram de férias

Enquanto o Marcelo analisa o diploma do acelerador com travões, não se podia continuar a negociação de outro assunto?

A monodocencia continua sem a tal proposta que já foi apresentada, mas não negociada. Cheira-me que a acomodação no OE de qualquer uma das propostas só será feita no OE de 2024.

É poupar em 23 para gastar em 24…

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