FNE promove concentração em frente ao Ministério da Educação, no próximo dia 21 de julho, às 15h, exigindo alteração das regras da Mobilidade por Doença.
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10 comentários
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O ministro tem pena dos doentes, por isso, não os deixa trabalhar!….
O palhaço, grande FdP, sabes que um professor pode não nem estar doente para ter direita à MPD.
Saíram as listas agora!
Saíram as listas de….?
Pelos vistos os docentes são os únicos que não têm direito à MPD ….
Mas não só!
Não têm direito a aumento salarial, nem ajustes em relação à inflação,
Não têm direito a uma avaliação justa, sem quotas,
Não têm direito a recuperação justa do tempo de serviço congelado
Não têm direito a desligar a ficha depois de sair do trabalho,
Não têm o direito de gozar férias quando querem, nem mesmo a metade que é de lei o trabalhador escolher,
Não têm direito a remuneração suplementar, quer pelo trabalho de casa ou reuniões fora de horas …
Apenas têm o direito ao salário, que em inicio de carreira é praticamente o SMN ….
Só vos digo, que com estas condições há professores a mais …… deveriam de existir muitos menos …..
Deverias DE estar calado.
Haver??
A FNE exige!
E depois? Não passa daí.
ma nova vaga de especialistas em alavancas e trampolins, achou que a “luta dos professores” com a qual se anunciaram “pactos de sangue” ou equivalente, seria a oportunidade ideal para o lançamento de novos “movimentos” ou proto-partidos e catapultar esta ou aquela figura para o estrelato da política mainstream nacional. Tudo preparado nos bastidores, desde há vários meses, e atirando testas de ferro para diante – tipo “hermínios martinhos” ou “manuelas eanes” – enquanto as verdadeiras lideranças se preparavam para entradas apoteóticas e os operacionais da coisa se mantinham na sombra. Os danos causados à causa dos docentes, em nome de um frentismo periférico, que passou pela diluição das causas dos professores em outras dos “profissionais da educação” e de gente que só se designa “professor” se não puder passar por outra coisa, culminou em iniciativas anti-partido X à mistura com o pessoal do alojamento local e fotos de grupo “irónicas”.
Percebeu-se que o “sangue novo” do sindicalismo usa tácticas velhíssimas da política do pós-prec e que o “carisma” pode ser usado de muitas formas, por quem o tem, mas em especial por quem o quer aproveitar, manipulando as coisas.
Parece uma cassete comunista.