Pela alteração das regras da Mobilidade por Doença – FNE

FNE promove concentração em frente ao Ministério da Educação, no próximo dia 21 de julho, às 15h, exigindo alteração das regras da Mobilidade por Doença.

 

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10 comentários

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    • Irene on 17 de Julho de 2023 at 21:36
    • Responder

    O ministro tem pena dos doentes, por isso, não os deixa trabalhar!….

      • António on 17 de Julho de 2023 at 21:59
      • Responder

      O palhaço, grande FdP, sabes que um professor pode não nem estar doente para ter direita à MPD.

    • Gaza on 17 de Julho de 2023 at 23:23
    • Responder

    Saíram as listas agora!

      • Carmen t. on 17 de Julho de 2023 at 23:49
      • Responder

      Saíram as listas de….?

    • sapinhoVerde on 17 de Julho de 2023 at 23:27
    • Responder

    Pelos vistos os docentes são os únicos que não têm direito à MPD ….
    Mas não só!
    Não têm direito a aumento salarial, nem ajustes em relação à inflação,
    Não têm direito a uma avaliação justa, sem quotas,
    Não têm direito a recuperação justa do tempo de serviço congelado
    Não têm direito a desligar a ficha depois de sair do trabalho,
    Não têm o direito de gozar férias quando querem, nem mesmo a metade que é de lei o trabalhador escolher,
    Não têm direito a remuneração suplementar, quer pelo trabalho de casa ou reuniões fora de horas …
    Apenas têm o direito ao salário, que em inicio de carreira é praticamente o SMN ….
    Só vos digo, que com estas condições há professores a mais …… deveriam de existir muitos menos …..

      • Antero on 18 de Julho de 2023 at 14:01
      • Responder

      Deverias DE estar calado.

  1. Haver??

    • Johnny do Montijo on 18 de Julho de 2023 at 10:45
    • Responder

    A FNE exige!

    E depois? Não passa daí.

    • Lino on 18 de Julho de 2023 at 12:55
    • Responder

    ma nova vaga de especialistas em alavancas e trampolins, achou que a “luta dos professores” com a qual se anunciaram “pactos de sangue” ou equivalente, seria a oportunidade ideal para o lançamento de novos “movimentos” ou proto-partidos e catapultar esta ou aquela figura para o estrelato da política mainstream nacional. Tudo preparado nos bastidores, desde há vários meses, e atirando testas de ferro para diante – tipo “hermínios martinhos” ou “manuelas eanes” – enquanto as verdadeiras lideranças se preparavam para entradas apoteóticas e os operacionais da coisa se mantinham na sombra. Os danos causados à causa dos docentes, em nome de um frentismo periférico, que passou pela diluição das causas dos professores em outras dos “profissionais da educação” e de gente que só se designa “professor” se não puder passar por outra coisa, culminou em iniciativas anti-partido X à mistura com o pessoal do alojamento local e fotos de grupo “irónicas”.

    Percebeu-se que o “sangue novo” do sindicalismo usa tácticas velhíssimas da política do pós-prec e que o “carisma” pode ser usado de muitas formas, por quem o tem, mas em especial por quem o quer aproveitar, manipulando as coisas.

      • Antero on 18 de Julho de 2023 at 13:58
      • Responder

      Parece uma cassete comunista.

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