Category: Rui Cardoso

Há quem não fique satisfeito…

… não ficam satisfeitos e já estrebucham.

 

Colégios ameaçam avançar com ações contra o governo

Os colégios frequentados gratuitamente pelos alunos, a troco de uma comparticipação estatal, “não terão outra alternativa” a não ser avançar para os tribunais contra o Ministério da Educação, caso este não recue numa medida que, defendem, ameaça “fechar” vários estabelecimentos. Em causa está um despacho recente onde, a propósito dos chamados “contratos de associação”, a tutela limita a comparticipação de novas matrículas a alunos que vivam nas mesmas freguesias onde a escola está inserida.

(clicar na imagem) in DN by Pedro Sousa Tavares

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Os cortes aceitáveis…

…tardios, mas mais do que aceitáveis…

Há quem não vá ficar muito satisfeito, mas saúdo a coragem…

 

Governo aperta cerco aos contratos de associação

“Não serão perturbados os percursos a meio de ciclos” mas governo avisa que novos alunos só podem frequentar os colégios com contrato de associação se residirem na área geográfica.

(clicar na imagem) in TSF by Judith Menezes e Sousa

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“De um “conservador” para um ignorante” – Opinião – Santana Castilho

1. O ministro da Educação afirmou que a sua política é “progressista” e que quem a critica “apresenta uma visão conservadora do país”. Crítico que sou da política em análise, Tiago Brandão Rodrigues chamou-me conservador. É altura de lhe dizer que é ignorante.
Porque só um ignorante da complexidade do insucesso julga que o combate com fornadas de formação para os professores. Estou a referir-me às indizíveis acções que acabaram de ter lugar em Évora, Leiria e Braga. Em golpe de mão, onde a surpresa e a rapidez da convocatória nem permitiram a muitos saber ao que iam, arregimentaram-se professores para ouvirem em dois dias (no primeiro, das 09.30 à meia-noite), fechados num hotel, as mais finas tretas de um “eduquês” que agora será reproduzido “em cascata”, primeiro para directores, coordenadores de directores de turma e coordenadores de 1º ciclo (numa imposta maratona até Junho) e, posteriormente, para todos os professores. Aos que preferiam ver-me como o patinho sentado da história que o ministro mandou contar às escolas, e se apressarão a decretar o exagero do meu sarcasmo, deixo um naco da prosa que extraí dos respectivos documentos de apoio:
Se as organizações fossem vistas como jardins, os líderes não poderíam mandar que crescessem. Teríam que enfrentar as impredictibilidades, os fatores ambientais, trabalho em equipa e fatores de risco que normalmente se caracterizam quando se pensa em desenvolver algo. Os líderes só podem promover o desenvolvimento ao ‘reorganizar as condições e as estruturas’… Para os jardins, estas condições são o sol, humidade, solo, nutrientes e temperatura; para as escolas são o tempo, espaço, materiais, incentivos, formação, colegialidade, respeito, confiança e recursos humanos”.
(Os erros ortográficos, mesmo o do verbo ter, estão no documento consultado).
Se os leitores quiserem mais, acedam à indigência dos PowerPoint usados. Encontrarão, por exemplo, um slide piroso com um gatinho amarelo frente a um espelho, que lhe devolve a imagem de um leão de farta juba. Ao lado, a mensagem profética que vai resolver o insucesso:
Os professores com altas expectativas dos seus alunos transmitem essa atitude (intencionalmente ou não) e em geral estes estudantes obtêm melhores resultados do que os dos professores cujas expectativas são baixas”.
Preparem-se, professores, para mais trabalho, em ambiente de piolheira palavrosa, a somar às aulas e aos cargos, às provas que foram extintas mas podem ser feitas ao mesmo tempo das outras que, sendo facultativas, começam por ser obrigatórias. Preparem-se, ainda, que a cena está programada para os próximos três anos lectivos. E, sobretudo, preparem-se, mais uma vez, para serem os maus da fita, responsabilizados, no fim, pelo insucesso do combate ao insucesso.
Ignorante por permitir que do ministério que tutela saia um normativo tão repugnante como o despacho 1-H/2016, segundo o qual as turmas que integrem alunos com necessidades educativas especiais só poderão ter a dimensão reduzida que a lei prevê se esses alunos estiverem, pelo menos, 60% do tempo em contacto com os colegas. Quer isto dizer que quanto mais graves e profundas forem as deficiências dos alunos (porque é essa gravidade que dita a separação deles do grupo “normal”, em determinadas ocasiões) maior será a dimensão da turma, quando integrados. Dizer depois, como o ministério disse, que esta enormidade tem como “único objectivo induzir mais inclusão”, é de um primarismo sádico, intolerável. Bem pior que as “salutares bofetadas” do outro!
2. Sem surpresa (a questão estava no programa eleitoral do PS e está no programa do Governo), o presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses anunciou que a “municipalização” da Educação avançará em 2018. Ainda sem surpresa é que se avance sem que se conheça qualquer avaliação das experiências em curso e sem que se analisem criteriosamente os maus resultados das alheias (descritos por mim em artigo do PÚBLICO, de 11/2/15). Com efeito, a estratégia é abocanhar, de qualquer jeito, as verbas comunitárias possíveis, ampliando as iniciativas de outsourcing educativo, tão ao gosto dos que dizem uma coisa e fazem o oposto. Surpresa é o olímpico silêncio de Mário Nogueira sobre o tema. Em tempos de Nuno Crato e face a dezena e meia de experiências-piloto, a luta foi vigorosa (11 providências cautelares accionadas nos tribunais, 50 mil professores inquiridos, com 43 mil a manifestarem-se contra, e toda uma incansável intervenção pública denunciadora dos malefícios da “municipalização”. Agora, que a intenção parece ser generalizar a todas as autarquias e a todo o sistema de ensino, o ruído deste silêncio é difícil de acomodar.
Já não se trata de antagonismos no que toca a soluções e processos. Trata-se de suportar um ministro tecnicamente incompetente e politicamente irresponsável. Com o silêncio dos cúmplices.

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Mais de dois mil “funcionários” serão suficientes?

Os “funcionários” existentes nos quadros são manifestamente insuficientes. Mas os contratados a termo certo não colmatam todas as necessidades, por isso… só por si, esta medida, peca pela insuficiência dos números.

 

Mais de dois mil funcionários das escolas vão renovar contrato

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, garantiu esta terça-feira, no parlamento, que os mais de dois mil assistentes operacionais nas escolas, contratados a prazo, vão ter o seu contrato renovado para o próximo ano.

O ministro da Educação disse ainda que está a ser estudada a aplicação do horário de trabalho de 35 horas tanto para o pessoal docente como para o não docentes

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Promulgada lei que elimina requalificação de professores

 

Presidente da República promulga a Lei que elimina a requalificação de docentes

No pressuposto de que foi observada a audição legalmente exigível, não existem efeitos orçamentais relevantes e o regime de retroação obedece à preocupação de salvaguarda de legítimos direitos dos interessados, o Presidente da República promulgou a lei que elimina a requalificação de docentes, procedendo à quarta alteração ao Decreto-lei n.º 132/2012, de 27 de junho, à décima quarta alteração ao Decreto-lei n.º 139-A/90, de 28 de abril, e à primeira alteração à Lei n.º 80/2013, de 28 novembro.

(clicar na imagem)

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Sobre a Mobilidade por doença…

… devemos ter novidades, lá para finais do mês.

 

O Secretariado Nacional da FENPROF reuniu e avaliou positivamente o facto de o ME ter, finalmente, convocado, nos termos da lei, a primeira reunião de negociação sindical que se realizará em 26 de abril. Para esta reunião, o gabinete do ministro Tiago Rodrigues agendou dois pontos: 1. Organização do ano letivo; 2. Mobilidade por doença.

 

A FNE vai reunir, no próximo dia 29 de abril, pelas 10h00, com o Ministério da Educação com uma agenda proposta pela tutela e que elenca a preparação do próximo ano letivo e o destacamento por doença como assuntos em destaque.

 

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Faltam os recursos… E já não é de agora. Mas há quem concorde…

… na escola portuguesa também se aplica a máxima “a tropa manda desenrascar”. Mas o problema é que já não se tem como nem por onde… ou seja, há quem o considere vergonhoso.

 

Escolas sem meios para lei de alunos especiais

(clicar na imagem) in CM by Bernardo Esteves

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Recomeçaram os truques na Educação?

(clicar na imagem) in Público by Paulo Guinote

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Depois, há quem o considere como um avanço.

Nova norma para educação especial é “passo importante” para inclusão

(clicar na imagem) in DD

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“Alunos com deficiência têm de estar em salas de aula regulares”

(clicar na imagem) in Noticias ao Minuto

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Calendarização e etapas do regime concursal 2016/2017

 

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25 dias de férias… vão voltar…

O BE apresentou hoje no parlamento um projeto de lei para a reposição dos 25 dias de férias para todos os trabalhadores, setor privado incluído, “como direito e não majoração” por assiduidade.

 

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Perdoem-me, mas duvido…

… ou então, os tais 26%, estão em maioria à minha “porta”!

Também temos aquela interpretação de que, ajudar os filhos a estudar é inscreve-los num centro de estudos ou “arranjar-lhes” uma “explicadora”…

A realidade, muitas vezes, não está plasmada nestes estudos que emergem por aí. Não questiono os investigadores ou a sua interpretação dos dados. Questiono, sim, a sua confrontação com a realidade que pode sofrer variações com a “disposição” que os “questionados” respondem…

 

Cerca de 72% dos portugueses com filhos com idades entre os 6 e os 15 anos garantem que ajudam habitualmente os filhos nas atividades da escola. A conclusão surge num estudo sobre o Valor Atribuído pelos Portugueses à Educação.

 

(clicar na imagem) in TSF by Nuno Guedes

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Concursos de hoje…

Aviso n.º 4869/2016 – Diário da República n.º 71/2016, Série II de 2016-04-1274116249

Educação – Direção-Geral da Administração Escolar

Procedimento concursal para provimento do cargo de direção intermédia de 1.º grau – diretor(a) de     serviços do Ensino Particular e Cooperativo

 

Educação – Direção-Geral da Administração Escolar
Procedimento concursal para provimento do cargo de direção intermédia de 1.º grau – diretor(a) de serviços de Gestão de Recursos Humanos e Formação
Educação – Direção-Geral da Administração Escolar
Procedimento concursal para provimento do cargo de direção intermédia de 1.º grau – diretor(a) de serviços do Ensino e das Escolas Portuguesas no Estrangeiro
Educação – Direção-Geral da Administração Escolar
Procedimento concursal para provimento do cargo de direção intermédia de 2.º grau – chefe de divisão de Informática
Educação – Direção-Geral da Administração Escolar
Procedimento concursal para provimento do cargo de direção intermédia de 2.º grau – chefe de divisão de Gestão de Recursos Humanos

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Mais uma professora agredida…

Infelizmente, estes casos, repetem-se… ontem, já era necessário tomar medidas!

 

Uma professora com 55 anos, da EB 2,3 de Nogueira, em Braga, foi insultada e agredida por duas alunas, de 15 e 16 anos, no final de uma aula de Educação Tecnológica, pelas 13.20 horas desta segunda-feira.

 

(clicar na imagem) in JN by Sandra Freitas

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É assumida a Redução do número de alunos por turma. Um novo modelo para 2017/2018.

 

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(clicar na imagem)

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“Jogos digitais são cada vez mais usados nas escolas”

Um projeto sobre o qual até tenho curiosidade…

 

A iniciativa Programação no 1.º Ciclo do Ensino Básico, da responsabilidade da Direção-Geral da Educação (DGE) e que se encontra em funcionamento desde o início do presente ano letivo”, é uma das mais relevantes. Quanto mais não seja pela dimensão, “abrangendo mais de 700 professores e de 27 000 alunos dos 3.º e 4.º anos de escolaridade e obedecendo também a uma lógica de jogo (o Scratch e o Kodu, por exemplo)”.

 

(clicar na imagem) in DN by Pedro Sousa Tavares

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Novas regras no IRS podem custar mais 84 milhões às famílias…

… mas os orçamentos continuam a “mingar”…

 

Com as novas regras, as famílias deixam de poder deduzir despesas que antes eram aceites, como o material escolar ou as refeições escolares. Isso vai reflectir-se na factura fiscal e saem a ganhar os cofres do Estado.

 

(clicar na imagem) in Económico by Filomena Lança & Elisabete Miranda

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Governo cria “Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar”

Publicado em DR a resolução que cria o Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar. Agora resta esperar pela tal formação…

 

Princípios para o Programa:
a) A criação de um vasto compromisso social sobre o desígnio natural do processo de escolarização, da função  social da escola e do estabelecimento do sucesso como meta a atingir, através de um debate público alargado sobre o papel da escola na capacitação dos indivíduos;
b) O envolvimento de todos os atores sociais com impacto na comunidade educativa, em particular nas estruturas e entidades locais, na convergência de medidas indutoras de boas práticas e de corresponsabilização na promoção do sucesso escolar;
c) A criação de dinâmicas locais de diagnóstico e intervenção, a partir do conhecimento produzido pelas escolas, da sua capacitação para uma intervenção ajustada aos contextos locais e às necessidades específicas das suas populações -alvo;
d) A promoção de práticas que permitam antecipar e prevenir o insucesso, através de uma aposta na intervenção precoce, em detrimento de um enfoque em estratégias remediativas;
e) A dinamização de um programa de formação contínua, que capacite as escolas para a reflexão sobre práticas locais e para o desenvolvimento de estratégias inovadoras e indutoras de mudança;
f) O acompanhamento e supervisão das estratégias locais de promoção do sucesso escolar;
g) A produção de conhecimento científico sobre o sucesso escolar, suas condicionantes, fatores preditores,
estratégias de prevenção, estratégias de remediação de insucesso, práticas letivas, monitorização de estratégias e medidas de avaliação do sucesso em educação;
h) A avaliação periódica do Programa, nas suas múltiplas dimensões, com principal enfoque na avaliação de impacto das estratégias localmente definidas e identificadas como relevantes para a promoção do sucesso escolar.

 

Resolução do Conselho de Ministros n.º 23/2016

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“O mito da formação de professores”

Temos muito conhecimento proveniente da investigação e de situações empíricas produzido sobre a formação de professores.  Precisamos em Portugal -— e urgentemente — de melhorar os programas e os processos que conduzem à formação de professores.  Mas não nos iludamos: os professores não são o problema — eles são é a solução do problema da inovação, da reforma dos sistemas educativos.

Diz-se que nenhum sistema educativo é melhor do que os seus professores, mas não são eles os únicos agentes de modificação dos sistemas educativos. Se não soubermos disto, vamos continuar a dizer que “tudo depende da formação dos professores”. E é errado.

 

(clicar na imagem) in Público by David Rodrigues

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CALENDÁRIO ESCOLAR PARA 2016-2017 – INÍCIO DO PROCEDIMENTO TENDENTE À ELABORAÇÃO DO DESPACHO QUE O DETERMINA

 

Serve a presente publicitação de início de procedimento para informar que poderão constituir-se como interessados, bem como apresentar contributos ou sugestões, todos os particulares e as entidades que comprovem a respetiva legitimidade no âmbito do procedimento tendente à elaboração do despacho que determina o calendário escolar para 2016-2017.

  • Publicado a 7 de abril de 2016. A constituição como interessado pode fazer-se nos 10 dias úteis subsequentes.

 

A constituição como interessado no presente procedimento depende de declaração escrita nesse sentido, dirigida ao Diretor-Geral da Educação e enviada para o endereço eletrónico [email protected]

 

 

 

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Avizinham-se novas mudanças…

As escolas têm apontado, essencialmente, a falta de adequação de alguns conteúdos aos níveis de escolaridade e a falta de tempo para o exercício e a consolidação de conhecimentos.

 

Ministério cria grupo de trabalho para melhorar ensino da Matemática

(clicar na imagem) in Público

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Informações-Prova para as Provas de Aferição e Matriz nacional para as Provas Finais de Ciclo

Publicadas as Informações-Prova para as Provas de Aferição, bem como a Matriz nacional para a elaboração de Provas Finais de Ciclo.

 

Informações-Prova 

 

Matriz para elaboração de PFC

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Escola em Viagem – Candidatura

Escola em Viagem – Vai decorrer, de 11 a 22 de abril, o período de candidatura à 3.ª edição deste Programa

A Direção-Geral de Educação, o Instituto Português da Juventude e a Movijovem estabeleceram, em março 2015, um Protocolo de Cooperação que tem como objetivo a implementação do Programa Social Escolar – Escola em Viagem.

Este protocolo permite, a todos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas, públicos e privados, que lecionam o 3.º ciclo do ensino básico e ou o ensino secundário, a realização de visitas de estudo, com alojamento gratuito para alunos e professores, no período de 09 a 31 de maio de 2016, nas seguintes Pousadas de Juventude: Abrantes, Alcoutim, Alfeizerão, Almograve, Alvados, Areia Branca, Beja, Braga, Castelo Branco, Foz Côa, Ofir, Idanha-a-Nova, Lousã, Ovar, Portimão e São Pedro do Sul.

O processo de atribuição de estadias obedece à apresentação de um projeto/candidatura, no período de 11 a 22 de abril, e ao cumprimento de um conjunto de pré-requisitos.

Consulte a informação e o Regulamento do concurso disponível em www.pousadasjuventude.pt

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Admitida a Petição Nº 66/XIII/1 (Regime Especial de Aposentação para Educadores e Professores do 1º Ciclo)

Foi admitida na Comissão de Educação e Ciência  a Petição Nº 66/XIII/1 (Regime Especial de Aposentação para Educadores e Professores do 1º Ciclo) que solicita a aprovação de um regime especial de aposentação para os docentes da educação pré-escolar e do primeiro ciclo do ensino básico.

Vamos esperar que a Comissão de Educação e Ciência se digne a ter tempo para a discutir…

 

(clicar na imagem)

Nota admissibilidade

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Opinião – Santana Castilho – Intenções, palavras gastas, folclore

Na penúltima semana de Março, o Governo falou ao povo. A 24, Tiago Rodrigues deu-nos a conhecer o resultado de um Conselho de Ministros dedicado à Educação. São cinco as epígrafes que sintetizam outras tantas políticas definidoras do rumo para a legislatura:
1. “Sucesso escolar”, com o anúncio de mais um Programa Nacional (este não é “integrado”) visando envolver toda a gente, menos, significativamente, os alunos e recuperando os mais gastos e vulgares lugares comuns sobre a matéria.
2. “Orçamento participativo”, isto é, demagogia primária e gongorismo cívico, que consistirá em atribuir, no dia do estudante do próximo ano (desta feita Marcelo não poderá invocar falta de previsibilidade), aos alunos do Secundário e do último ciclo do Básico, uma verba adicional, que será gasta segundo decisão deles, em prol da escola, entenda-se.
3. “Formação de adultos”, ou seja mais um programa, este “integrado”, como manda o prontuário de serviço, que recupera e elogia as Novas Oportunidades, de má memória (adiante fundamentarei).
4. “Educação inclusiva”, decidindo-se nesta sede a criação de um grupo de trabalho para reorganizar leis (como se o problema não fosse cumpri-las) e juntar aos diplomas dos graus não superiores um suplemento que ateste o que os titulares fizeram em contexto extracurricular (admitindo eu que torneios de caricas não sejam elegíveis).
5. “Parcerias”. Sim, parcerias. Uma com o Ministério da Saúde, para habilitar os alunos do 10º ano com competências em Suporte Básico de Vida. A outra, com o Ministério da Economia, a cargo de estudantes do Ensino Artístico, tratará da “animação turística” das ruas das nossas cidades.
Aos que achem que estou a ser sarcástico em excesso, peço que leiam o documento com que o ministro comunicou com o país. Confiram a linguagem redonda, as formulações gastas, a pobreza de frases sem sentido. Reparem nesta, que explica o Programa Integrado de Educação e Formação de Adultos (PIEFA):
Este programa deverá assentar numa maior integração das respostas na perspetiva de quem se dirige ao sistema, tornando, na ótica do formando, coerente e unificada a rede e o portefólio dos percursos formativos, que no percurso individual devem ser passíveis de combinação personalizada”.
Entenderam? Por aqui é que vamos?
A 29 falou António Costa. No Centro de Congressos de Lisboa, apresentou-nos o Programa Nacional de Reformas 2016-2020, um PowerPoint foleiro (prosa em slides é cábula de comunicador de vão de escada) com diagnósticos e objectivos. Mas o que falta ao país não são diagnósticos. São soluções. O que falta ao país não são objectivos. São processos, saber e autonomia financeira para os cumprir. Mas sobre o concreto para gastar os 12,5 mil milhões de euros de que Costa espera dispor, Costa disse nada, sendo por isso vazia de sentido a discussão pública que propôs até final de Abril. Em matéria de Educação retomou a conversa da treta de Tiago Rodrigues e acrescentou-lhe mais a universalização da frequência do pré-escolar aos três anos, até 2019. Este tópico e a recuperação das Novas Oportunidades merecem um comentário.
A educação de adultos é importante? Obviamente que sim. Todas as iniciativas que visem a qualificação dos cidadãos são importantes. A taxa de analfabetismo de 5,15%, apurada pelo censo de 2011, (sendo que o analfabetismo funcional não está determinado) tem repercussões relevantes do ponto de vista pessoal e social e muitos dos professores sem emprego poderiam combatê-la. Neste quadro, o reconhecimento e validação de competências adquiridas em percursos profissionais consistentes, para efeitos de equivalência a processos de escolarização formal, afigura-se um mecanismo aceitável. Desde que sério e aplicado com rigor. E é bom que não esqueçamos que os Centros Novas Oportunidades do consulado de Maria de Lurdes Rodrigues sucumbiram à pressão política para passarem certificados em prazos insuficientes para formar. Aí residiu o logro genérico: confundir certificação com qualificação. No apogeu do programa, o discurso oficial orgulhava-se da cadência de 10.000 certificações mensais, mas clamava pelo objectivo das 30.000, o que, pese embora a seriedade e a dedicação de muitos, foi, globalmente, um embuste.
Sendo certo que a qualificação dos portugueses está longe dos níveis dos nossos parceiros mais desenvolvidos, pode António Costa atribuir o atraso económico a esse fenómeno? Como assim, num país que exporta médicos, engenheiros e enfermeiros (só no Reino Unido estão 12.000), e que por cá desperdiça no desemprego, nas caixas dos supermercados e nos “call centers” dezenas de milhares de licenciados (professores, arquitectos, juristas,etc.)? Quanto ao pré-escolar, a Fundação Francisco Manuel dos Santos, apoiada pelo Conselho Nacional de Educação, promoveu um estudo que concluiu que a taxa de retenção (uma vez, pelo menos, até aos 15 anos) dos jovens que o frequentaram é 29%, enquanto a daqueles que não tiveram tal experiência se cifra em 46%. Poderão estes dados permitir o estabelecimento de uma relação directa, sobretudo única, entre a frequência dos jardins-de-infância e a diminuição do insucesso escolar? Não parece prudente fazê-lo, quando os dados estatísticos disponíveis mostram, do mesmo passo, uma correlação directamente proporcional entre o estatuto sócioeconómico das famílias e a apetência para colocarem os filhos no pré-escolar. Assim sendo, quem para lá vai e contribui para o abaixamento da taxa de retenção, transporta outras vantagens favoráveis ao desenvolvimento, que acrescem às que retirarão da passagem pelo pré-escolar. Não contesto a correcção das políticas que tendam a universalizar o acesso ao pré-escolar aos três anos. Tão-só pretendo sublinhar que não será a panaceia decisória para o insucesso, sobretudo se essa universalização for marcada pela antecipação das aprendizagens de cariz escolar. A imaturidade psicológica das crianças (defendo, de há muito, os 7 anos como idade de entrada no básico) para serem confrontadas com determinadas aprendizagens, é responsável por muito insucesso. São erradas as pressões para obter mais e melhores resultados escolares cada vez mais cedo. São erradas as políticas que procurem reduzir a educação de infância a uma simples antecâmara da educação escolar. É outra a função dos jardins-de-infância, onde o desenvolvimento de capacidades vitais de crescimento deve ser promovido na condição de crianças, que não de alunos.
A comunidade educativa vive há 40 anos entre a euforia e o desânimo. Não só de modo cíclico, como de maneira polarizada dentro de cada ciclo: de um lado os reformistas do momento, do outro os seus oposicionistas. E as posições trocam-se quando muda a cor dos que chegam ao Governo. Nas fases mais bipolares, como foi o caso da anterior legislatura e é o caso da actual, as oscilações vão do 8 ao 80. A cada recomeço, uns divisam horizontes de milagre, enquanto outros profetizam cenários de desastre.
Quantos mais transplantes para as escolas, de ideologias e de imbecilidades, teremos que sofrer, quanto mais terão que sofrer pais, alunos e professores, para que os partidos políticos aceitem que as reformas em educação devem respeitar ciclos inteiros de aplicação, em nome da estabilidade e da previsibilidade, indispensáveis a avaliações sérias e trabalho pedagógico sereno?
Todos percebemos, tardiamente, que as desilusões têm o tamanho das ilusões. Mas essa percepção não tem sido suficiente para nos poupar à realidade dos fundamentos medíocres das mudanças impetuosas. Quando assim escrevo não penso só em Tiago Rodrigues, que em tão pouco tempo já me esclareceu. Penso em Nuno Crato, também, para não recuar mais. Ante a continuada incapacidade de ter um modelo de ensino pactuado (em que cada força política aceite ceder no imediato para construir vantagens para o país no futuro) é natural que sobrevenha o pessimismo de um lado e o sebastianismo do outro. E lá voltamos à dinâmica bipolar, numa alternância diabólica. Pôr-lhe fim é o desafio do futuro. Tudo o mais, intenções, ideias em quinta mão, palavras gastas, folclore.
In “Público” de 6.4.16

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Estado da Educação – principais dados

Para quem não conhece, por dentro, fica com uma noção… certa ou não…

 

in Público by Clara Viana

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Opinião – João Fernandes – Manuscrito encontrado nos escombros da Educação Portuguesa …

Manuscrito encontrado nos escombros da Educação Portuguesa …

Era uma vez um país , que bem conhecemos , onde um ministro tinha o fetiche dos exames determinando que possuíam o efeito milagroso de melhorar o sistema educativo . Tal efeito apontava para um sistema em que a aprendizagem e a sua consolidação era menorizada e substituída pelo treino sistemático numa corrida contra o tempo para preparar os alunos para a salvação , o dito exame . Esta ideologia substituía o papel essencial de uma aprendizagem respeitadora do ritmo dos alunos por uma corrida visando a obtenção de um bom resultado no exame .
Com a chegada de uma nova personagem ao governo desse país , o novo ministro apressou-se a mudar de paradigma e os exames foram abolidos . Os professores , os alunos e os encarregados de educação sentiram-se aliviados. Em sua substituição reapareceram as provas de aferição agora para os alunos do 2º e 5º ano a serem aplicadas neste ano letivo . O tempo foi passando sem surgirem novidades sobre a aplicação deste novo modelo de avaliação. A expectativa foi-se transformando em apreensão , até que um dia surgiram novas informações , o que antes era de aplicação obrigatória passava a transitório e no seguimento desta surpresa a decisão da sua realização era empurrada para os Agrupamentos , na figura dos Conselhos Pedagógicos e do Diretor .
Se pensavam que estas brilhantes novidades tinham terminado estavam enganados , pois como vivíamos o período pascal deu-se um milagre , as provas de aferição do 4º e 6º ano ressuscitavam . Acabaram os exames mas a pedido de algumas “ famílias “ os Agrupamentos iriam poder realizá-los , não se sabe bem para quê . Podiam dormir todos descansados porque não contavam para a avaliação dos alunos . Os governantes , tal como Pilatos , lavaram as suas mãos e os outros que tratassem do servicinho . Brilhante autonomia , produto de quem não decide e passa a “batata quente “ ao parceiro do lado para que assuma as consequências dessa decisão.
Volta a instabilidade e a confusão . Está aberta a porta para que , no escasso número de dias letivos que vamos ter neste 3º período, retorne a falta de serenidade tão necessária para terminar este ano letivo . Seria importante o retorno do bom senso e que se percebesse o que era melhor para os alunos, pesando as vantagens e desvantagens da realização destas provas no espaço curto de tempo que nos espera até o ano letivo terminar .
A decisão de realizar estas provas neste momento não contribui para a pacificação do trabalho pedagógico a desenvolver e reintroduz uma instabilidade desnecessária em todos os intervenientes .
As provas de aferição do 4º ano, a serem realizadas , só dependem do Ministério da Educação na matriz que fornece aos Agrupamentos , visto que a sua realização e correção será da responsabilidade dos professores indicados pelo Conselho Pedagógico . Estas provas realizando-se dentro deste enquadramento não serão muito diferentes daquelas que se realizam na avaliação interna , razão pela qual são dispensáveis e só acrescentam mais trabalho desnecessário. Não se constituem como aferição nacional porque teremos situações bem diversificadas de realização ou não das provas e muitos alunos não as irão realizar visto que não são obrigatórias . Estas provas, quanto muito , serão mais um registo diagnóstico de que uma aferição real .
Estas surpresas não acrescentam estabilidade ao processo educativo que as escolas desenvolvem e este esforço que se irá pedir às escolas e aos professores não acrescenta credibilidade , nem reforça uma avaliação que se pretende justa e adequada dos alunos com que lidamos dia a dia e com os quais construímos um processo permanente de aprendizagem . Para concluir se os Agrupamentos decidirem realizar as provas iremos ter de operacionalizar em dois meses ,numa correria desgastante , todo um processo que as estruturas educativas do Ministério realizam durante um ano letivo .
Esperemos que realmente o bom senso prevaleça a bem da Educação .

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Nem é para todos, nem é para já…

Redução de alunos por turma só avança em 2017/18

Governo está a negociar a redução de alunos por turma com o BE e o PCP. Tutela quer aplicar a medida de forma “gradual”, mas Bloco e Verdes exigem “sinais” já este ano de que a medida é para aplicar.

As turmas do básico e do secundário vão ter menos alunos, mas só no ano lectivo de 2017/18. Um prazo que desagrada ao Bloco de Esquerda e aos Verdes, que exigem sinais ainda este ano de que a medida será aplicada. O Governo está a negociar com os partidos da esquerda a redução dos alunos por turma e o tema será alvo de debate no Parlamento na próxima quinta-feira, dia 7.

 

(clicar na imagem) in Económico by Ana Petronilho

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Revisão e atualização das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (OCEPE) – Consulta Pública

 

Decorridos 18 anos após a publicação das OCEPE, e sendo este um documento de referência para a construção e gestão do currículo na educação pré-escolar, encontra-se em fase de desenvolvimento a sua revisão e atualização. Esta revisão, embora mantendo os princípios e fundamentos do atual documento, considera a evolução social e os mais recentes estudos nacionais e internacionais. A estrutura global foi reformulada, nomeadamente no que diz respeito às áreas de conteúdo, introduzindo aprendizagens a promover, exemplos práticos e sugestões de reflexão, de modo a tornar este documento mais operacional e facilitar a sua utilização por parte das educadoras e dos educadores.

Tendo em conta os resultados do Estudo de Avaliação das Orientações Curriculares e da qualidade na educação pré-escolar, promovido pela Direção-Geral da Educação e realizado pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto (disponível em http://www.dge.mec.pt/estudo-de-avaliacao-das-orientacoes-curriculares-e…) e da participação das educadoras e educadores na análise da proposta das novas OCEPE, haverá um capítulo mais detalhado relacionado com a intencionalidade educativa e o ciclo Observar, Planear e Avaliar.

 

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REFERENCIAL DE EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO – EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR ENSINO BÁSICO (1.º, 2.º E 3.º CICLOS) ENSINO SECUNDÁRIO

 

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Empacotamento de alunos…

No  ensino básico o sobredimensionamento das turmas é uma realidade visível: no 1.º ciclo há 20% de turmas com alunos a mais, 21% no 2.º ciclo, e 17% no 3.º ciclo. Ou seja, empacotados…

 

As turmas têm, regra geral, uma dimensão média que cumpre a lei, mas no ensino básico 20% estão acima do limite máximo e no ensino secundário 50% não cumprem o limite mínimo, adiantou, este sábado, o Conselho Nacional de Educação.

 

Foi nisto que deu a política de fecho de escolas do 1º ciclo e dos mega… seja lá o que forem…

(clicar na imagem) in JN

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“Um regime de aposentação justo para os docentes”, relatório da Comissão de Educação e Ciência

Há quem não se mostre muito de acordo (ANDAEP, SIPE, ANDE, SINDEP, ANPCV, AEEP e FNE estão de acordo. Já o conselho das escolas, alega que a existência de um regime específico para os professores criaria sentimentos de injustiça e desigualdade).

Mas finalmente saiu alguma coisa da Comissão de Educação e Ciência sobre este tema. Falta, agora, que aqueles que em junho do ano passado se mostraram tão solícitos aquando da apresentação de uma outra proposta idêntica, apresentem uma iniciativa legislativa ou tomada de outras medidas…

 

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Debater e ensinar a Constituição… o PR aconselha.

Embora “muitos” julguem perigoso tal feito, tenho para mim que seria um exercício de cidadania. Não por ser “ele” a dize-lo, mas por ser um direito e um dever de todos.

É necessário dar a conhecer o documento base, aquele que transformou, este “bocado de terra à beira mar plantado”, num país democrático…

 

Marcelo Rebelo de Sousa, em entrevista à TSF, diz que o país está muito afastado das instituições políticas, e admite que talvez seja tempo de começar a ensinar e a debater a Constituição nas escolas.

 

(clicar na imagem) in TSF

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Chutar para canto… A redução do número de alunos por turma não é para todos.

Os bons alunos, parece, vão se ver impedidos de se tornar ainda melhores… mas isso sou só eu a dizer.

A redução do número de alunos por turma a não ser para todos vai causar diferenciação só por si… mas isso sou eu a pensar alto.

Vamos ver até onde conseguem ir os proponentes de tal proposta já aqui publicada.

 

Escolas com altas taxas de ‘chumbos’ ou abandono precoce têm prioridade na redução de alunos

António Costa entende que o “carácter pedagógico” dos alunos terá de ser posto acima da “mera medida administrativa” na hora de se decidir a diminuição de alunos por turma.

A redução do número de alunos por turma é para o Governo uma medida que terá de ser “concretizada com prioridades” e pondo o “carácter pedagógico” acima da “mera medida administrativa”. Por isso, o primeiro-ministro entende que as escolas sinalizadas como Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP), onde há mais insucesso escolar, e nas escolas onde se registem as taxas mais altas de abandono escolar precoce, serão “prioritárias” para que se melhorem os resultados pedagógicos dos alunos.

 

clicar na imagem) in Económico by Ana Petronilho

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DISPONIBILIZA NOVO ESPAÇO DE ESTATÍSTICAS SOBRE DIREITO À EDUCAÇÃO

 

O Ministério da Educação disponibiliza um novo espaço de dados estatísticos com indicadores nacionais na área dos Direitos Humanos, especificamente sobre o tema do Direito à Educação.

Os dados são disponibilizados na página internet da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC).

Este novo espaço de informação resulta dos esforços desenvolvidos por um grupo de trabalho, criado no quadro da Comissão Nacional de Direitos Humanos, que envolveu representantes de diversos Ministérios e organismos nacionais, no seguimento da 7.ª reunião plenária da Comissão Nacional para os Direitos Humanos, realizada em 15 de junho de 2012.

Foi então decidido que esta partilha de indicadores nacionais de Direitos Humanos seria um instrumento muito útil para os Estados cumprirem as obrigações de comunicação de informação aos órgãos dos Tratados das Nações Unidas.

O sítio Direito à Educação – agora disponibilizado em língua portuguesa e em língua inglesa – reúne, no mesmo espaço, indicadores de processo e indicadores de resultado em quatro das principais dimensões da Educação em Portugal: Educação Universal e Obrigatória; Acesso ao Secundário e ao Ensino Superior; Currículo e Recursos Educativos; e Oportunidades e Liberdade.

Tendo como objetivo facilitar a monitorização e a transparência do sistema, poderão ser encontrados, nesta nova área da DGEEC, indicadores tão variados como o número de crianças inscritas e de alunos matriculados/inscritos, taxas de escolarização, taxas de feminidade, taxa de abandono escolar precoce ou número médio de alunos por turma, entre outros.

O Ministério da Educação reforça assim a informação estatística disponibilizada à comunidade educativa e ao público em geral, garantindo decisões mais informadas por parte de professores, alunos e famílias e o reforço do direito de toda a sociedade a cada vez mais e melhor informação sobre a área da educação.

Partilhamos então, os indicadores.

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/03/Matriz_Indicadores_CNDH.pdf”]

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Divulgação – “BATER À PORTA”

Para quem estiver por perto…

“Bater à porta” é um projeto/espetáculo de dança na comunidade, orientado por Pedro Carvalho (uma encomenda/produção do Serviço Educativo do Teatro Municipal de Vila do Conde). Estruturado a partir da ideia de como as opções da vida (nossas ou impostas) nos trouxeram ao agora, e como as opções de vida (nossas ou impostas) nos levam a um depois, o projeto pretende questionar os participantes sobre o seu passado, o seu presente, na construção de um (seu) futuro.
“Bater à porta” é um projeto/espetáculo sobre os afetos, sobre o eu e o outro. É sobre o aqui, o agora, mas também sobre o antes e o depois. E assim estar a (re)construir o mundo, (re)construindo-se a si próprio.

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Finalmente uma proposta de “Simplex” para docentes…

 

FENPROF exigiu, de novo, “simplexificação”

A Assembleia da República aprovou uma lei, publicada em 24 de agosto, que obriga, designadamente os professores e demais trabalhadores das escolas a apresentarem anualmente certidão de registo criminal. O pessoal docente contratado que tenha mais do que um contrato por ano, poderá mesmo ter de se apresentar várias declarações no mesmo ano.

Ora, em tempo de simplificação de procedimentos, não tem qualquer sentido que, anualmente, mais de 150.000 docentes e mais alguns milhares de outros trabalhadores das escolas tenham de cumprir este ritual, para além do que tal significa para as escolas, em alguns casos, como acontece nos mega-agrupamentos, com cerca de meio milhar de trabalhadores. A FENPROF compreende o objetivo deste controlo, mas discorda do procedimento adotado.

Não questionamos se todos os trabalhadores ou pessoas que exercem qualquer tipo de atividade, ainda que graciosa, junto de menores (agentes desportivos, agentes religiosos, trabalhadores de creches ou ATL, etc), estão a ser obrigados a apresentar, anualmente, este tipo de declaração, mas em relação aos profissionais das escolas a pressão é enorme, não lhes sendo passadas as indispensáveis certidões de idoneidade, de que necessitam, por exemplo, para acompanharem alunos em visitas de estudo ou outras atividades.

Admitindo que esta não é uma estratégia para financiamento do Ministério da Justiça, a FENPROF dirigiu-se ao governo, através de uma aplicação (SIMPLEXificada), para apresentar propostas para resolução do problema, tendo em conta que, apesar de ter sido defendida uma solução diferente da que hoje vigora, nada foi feito para simplificar os procedimentos e poupar dinheiro aos bolsos dos professores. Nesse sentido, a FENPROF apresentou três propostas alternativas:

PROPOSTA 1

– Que, uma vez, em 2015/2016 ou 2016/2017, os docentes entreguem certidão de registo criminal, conforme legalmente imposto, para quem não foi já obrigado a fazê-lo, para exercício de funções docentes, no último ano;

– Que, a partir daí, passem os serviços a comunicar, entre si, informando de qualquer situação que ocorra, suscetível de procedimento excecional, relativamente aos docentes que já satisfizeram aquela exigência. Assim, a Justiça enviaria informação sigilosa à Educação sempre que ocorresse alguma situação relacionada com docentes, fossem do ensino público ou privado.

– Tal, porém, não dispensa os professores que se candidatam pela primeira vez de entregar o registo criminal. Os professores contratados terão de entregar a declaração anualmente, sempre que não o tenham feito no último ano.

PROPOSTA 2

Como alternativa, poderão ser as escolas que, devidamente credenciadas pelos professores, solicitariam a informação às entidades competentes. Esta era-lhes fornecida em relação a todos os professores, como outros trabalhadores, estando este procedimento isento qualquer pagamento ao Estado.

PROPOSTA 3

Uma solução que é um pouco um misto das duas anteriores:

– Que, uma vez, em 2015/2016 ou 2016/2017, os docentes entreguem certidão de registo criminal, conforme legalmente imposto, para quem não foi já obrigado a fazê-lo, para exercício de funções docentes, no último ano;

– Que, a partir daí, passem os serviços a comunicar, entre si, informando de qualquer situação que ocorra, suscetível de procedimento excecional, relativamente aos docentes que já satisfizeram aquela exigência. Assim, a Justiça enviaria informação sigilosa à Educação sempre que ocorresse alguma situação relacionada com docentes, fossem do ensino público ou privado.

– As escolas, devidamente credenciadas pelos professores, solicitariam a informação às entidades competentes, apenas relativamente aos professores contratados, sempre que os mesmos não o tivessem feito, por força das suas obrigações legais de concurso, no último ano. Esta era-lhes fornecida apenas em relação a estes professores,  estando estas dispensadas de, anualmente, pagarem qualquer valor pelo pedido, uma vez que em relação aos outros, caso tenham sido condenados em tribunal, a escola receberá informação que deverá circular interna e sigilosamente.

Lisboa, 28 de março de 2016

O Secretariado Nacional da FENPROF

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Reunião de hoje…

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
15:00 Horas

REUNIÃO DO DIA 29 DE MARÇO DE 2016
Ordinária

ORDEM DO DIA

8. Petição n.º 32/XIII (1.ª), da FENPROF – Um regime de aposentação justo para os docentes.
Apreciação e votação do relatório final da petição

Deputado Relator: Deputada Maria Germana Rocha – PSD

 

Na reunião de dia 17 de março era o “ponto 15”, na reunião de hoje é o “ponto 8”. Será que é desta? Ou vamos continuar a “subir na escala”…

E ainda temos o ponto 13…

13. Petição n.º 66/XIII (1.ª), de António Carlos Carvalho e outros, solicitando à Assembleia da República a aprovação de um regime especial de aposentação para os docentes da educação pré-escolar e do primeiro ciclo do ensino básico
Apreciação e votação da admissibilidade da petição Deputado Relator: PCP

… mas este ponto, só lá para 2018…

 

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“Cristela e Estela entre os 16 mil professores e educadores que vivem de «saco às costas»”

 

Todos os anos aparecem, como por magia, este tipo de noticias acerca de professores. Saem sempre em alturas propícias, concursos a decorrer ou início de ano letivo. O problema é que continuam a ser notícia e continuarão a ser notícia. Haverá sempre professores deslocados, de casa às costas.. com a agravante que, cada vez vemos mais professores de faixas etárias mais “avançadas” nesta vida de “caixeiro viajante”. Hoje, já não encontramos só professores com vínculo precário nesta vida…

Com futuros incertos, os professores do nosso país continuam a lutar por filhos que não são os seus…

 

Há doze anos de «saco às costas», Cristela optou por adiar a maternidade por nunca saber onde vai dar aulas e Estela não conseguiu acompanhar o crescimento do filho porque ficou sempre longe de casa.

Cristela Rodrigues tem 35 anos e nos últimos doze deu aulas em escolas do Porto, Leiria, Covilhã, Coimbra ou Madeira.

Já Estela Esteves, 47 anos, tem um filho de 18 anos e admite que sofre por não ter conseguido acompanhar o seu crescimento de perto.

 

(clicar na imagem) in Diário Digital

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“Alunos que frequentam o pré-escolar mais do que um ano chumbam menos”

Os hábitos escolares sempre se apresentaram como um fator essencial para o sucesso escolar. As crianças beneficiam não só nessa área, mas também na socialização…

 

A frequência do pré-escolar faz a diferença? Olhando para a percentagem de chumbos registada entre quem andou num jardim-de-infância durante um ano ou mais e quem só se estreou na escola aos 6 anos tudo indica que sim.

Os investigadores do projeto Aqeduto, apoiado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, cruzaram vários dados do PISA e concluíram que 29% dos alunos com frequência de um ano ou mais de pré-escolar chumbaram pelo menos uma vez até aos 15 anos. Mas essa taxa dispara para os 46% entre os estudantes da mesma idade que não andaram no jardim-de-infância. Ou seja, concluem os investigadores, “estes resultados parecem suportar a ideia de que a influência do pré-escolar se torna mais visível quando as crianças o frequentam por um período mais prolongado”.

 

(clicar na imagem) in Expresso by Isabel Leiria

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As 5 medidas de política educativa nacional…

 

Ontem não se falou só de Orçamento participativo e Formação de adultos. Foram 5 as medidas anunciadas: Sucesso escolar, Orçamento participativo, Formação de adultos, Educação inclusiva e Parcerias. Fica aqui o comunicado oficial…

 

 

O Conselho de Ministros realizado no Dia Nacional do Estudante acolheu um pacote de medidas governativas que incidem sobre a Educação em todos os níveis de Ensino.

São cinco as medidas de política educativa nacional que o Conselho de Ministros adotou e que se inscrevem no quadro de concretização do Programa de Governo para a legislatura que cabe ao Ministério da Educação assegurar.

Sucesso escolar

1) Deu-se agora início ao processo de reflexão, auscultação e proposição que conduzirá à adoção de um Programa Nacional de Sucesso Escolar que enfrente simultaneamente os ainda preocupantes níveis de retenção e de desigualdade presentes no sistema educativo.

Este programa visa, portanto, reforçar o papel da escola, dos seus profissionais e da comunidade, das entidades formadoras, dos formadores e de outros agentes de intervenção comunitária na promoção do sucesso escolar e na valorização da aprendizagem, num esforço continuado de resposta a um dos mais sérios entraves ao progresso na qualificação dos portugueses e na redução das desigualdades.

Orçamento participativo

2) No Dia do Estudante do próximo ano os estudantes (do 3.º ciclo do básico e do secundário) passam a decidir o destino para a aplicação de uma verba adicional ao orçamento executado na sua Escola.

O Orçamento Participativo na Escola cria um mecanismo que permite aos estudantes envolverem-se ativamente na melhoria das vivências ou dos processos de aprendizagem que se desenvolvem localmente.

Promove-se assim o espírito de participação e de cidadania dos estudantes, valorizando a sua opinião em decisões que os afetam diretamente. Ao mesmo tempo estimulam-se as suas escolhas responsáveis, a sua familiaridade com os mecanismos do voto e a sua participação na concretização da execução das escolhas efetuadas.

Formação de adultos

3) São desafios fundamentais para este Governo a melhoria das formações e qualificações dos Adultos, o ajustamento com as necessidades do mercado de trabalho e a aposta em qualificar percursos de formação, das competências básicas e transversais às competências digitais.

Neste quadro, é necessário desenvolver, em parceria com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, um programa integrado de educação e formação de adultos que relance esta prioridade do País.

Este programa deverá assentar numa maior integração das respostas na perspetiva de quem se dirige ao sistema, tornando, na ótica do formando, coerente e unificada a rede e o portefólio dos percursos formativos, que no percurso individual devem ser passíveis de combinação personalizada.

Educação inclusiva

4) Portugal subscreveu, e bem, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada na Assembleia Geral das Nações Unidas em 13 de dezembro de 2006.

Embora tendo feito um notável percurso nesta área, importa assegurar o aperfeiçoamento e a dimensão estruturante da designada Educação Especial.

Assim, o Ministério da Educação, em parceria com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e com o Ministério da Saúde, cria um Grupo de Trabalho com a missão de melhorar o enquadramento legal da Educação Inclusiva, adequando-a às reais necessidades educativas especiais dos alunos.

5) Os alunos do ensino não superior vão ter o seu «suplemento ao diploma», que valorizará e certificará todas as atividades educacionalmente relevantes que o aluno realiza, em contexto escolar, sejam de formação para a cidadania, de artes ou desporto ou ainda a sua participação em órgãos de gestão e atividades de associativismo juvenil e estudantil.

A aposta numa escola pública com qualidade passa, pois, por reforçar o enriquecimento do currículo em todos os domínios, da dimensão pessoal e social ao mundo dos conhecimentos, de forma a garantir a inclusão e o progresso escolar dos alunos.

Parcerias

Adicionalmente, e porque a Educação não se realiza sem parcerias com os outros setores da Governação, são agora concretizadas pelo Ministério da Educação dois protocolos com as áreas da Saúde e da Economia que acrescentam dimensões à educação e formação dos nossos alunos.

A primeira visa assinalar a importância da sensibilização dos jovens para as diferentes questões da saúde e, em linha com a concretização das políticas de reforço das componentes formativas não curriculares, o Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Saúde, conferirá aos alunos que frequentem o 10.º ano de escolaridade a possibilidade de frequentarem ações de formação em Suporte Básico de Vida.

A segunda mostra como o Ministério da Educação está bem consciente de que o Ensino Profissional merece ser complementado com formação em ambiente de aprendizagem profissional.

Deste modo, numa parceria com o Ministério da Economia, o Ministério da Educação promove o acesso dos estudantes do Ensino Artístico a uma dimensão prática e em contexto real da aprendizagem que fazem em contexto escolar, contribuindo para a animação turística nas nossas cidades, num programa intitulado Arte na Rua.

O Ministério da Educação acredita que os símbolos têm, em política, uma importância bem para além do dia que simbolizam.

Essa importância é acrescida quando, para lá do significado que esses símbolos transportam, se traçam objetivos, calendários de execução, protagonistas e destinatários claramente identificados.

É este o caso dos instrumentos através dos quais o Governo decidiu hoje mostrar o relevo que confere à Educação.

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Opiniões… Santana Castilho – “A Palhaçada”

 

É patética a invocação da autonomia da Escola para justificar esta palhaçada.

Segundo a Rádio Renascença, o diploma que instituía o modelo integrado de avaliação externa das aprendizagens no Ensino Básico poderia ser vetado. Para o evitar, Governo e Presidência da República, leia-se Tiago Rodrigues e Isabel Alçada, terão negociado um regime transitório, que assenta na não obrigatoriedade das provas de aferição e na possibilidade de ressuscitar os exames dos 4.º e 6.ºanos, ainda que sem contarem para classificação.
O que de mais generoso me ocorre para qualificar este quadro cobarde, gerador de confusão e instabilidade, caracterizado por três modelos de avaliação num mesmo ano lectivo, três, é que se trata de uma deriva de irresponsáveis. A ser verdade o que disse a Renascença, como pode ter passado pela cabeça do Presidente da República vetar um diploma que, por mais sem sentido que fosse (e era) não feria nenhuma disposição da Constituição e leis correlatas? Como entender que Marcelo presidente passe a vetar normativos de Governo, porque Marcelo, comentador, os criticou?
E porquê cobarde?…
(clicar na imagem) in Público
Santana Castilho

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