Category: Rui Cardoso

Comunicado – Governo investe 500 mil euros em Educação Ambiental para Interior

Governo investe 500 mil euros em Educação Ambiental para Interior

O programa de Educação Ambiental para Territórios do Interior – EducarTE: Educar para o território – vai receber 500 mil euros do Fundo Ambiental para apoiar projetos enquadrados nas seguintes áreas chave: descarbonizar a sociedade, tornar a economia circular e valorizar o território.
Podem ser beneficiadas iniciativas imateriais, com abordagem inovadora e impacto reconhecido no domínio da Educação Ambiental no Interior, segundo o aviso lançado pelo Fundo Ambiental.
As candidaturas dos territórios do Interior, que abrangem 165 municípios e 73 freguesias, podem ser realizadas através da página eletrónica do Fundo Ambiental até ao dia 22 de abril.
O novo apoio surge no âmbito da Estratégia Nacional de Educação Ambiental para concretizar medidas previstas no Programa de Valorização do Interior, aprovado em julho de 2018, e que define uma Agenda para o Interior.
A Agenda inclui a promoção de um território interior mais sustentável, com o objetivo de potenciar a diversidade geográfica, integrando a paisagem, os recursos endógenos, o património natural e cultural em prol de uma maior sustentabilidade, valorizando os espaços de montanha, de fronteira e os territórios mais periféricos.

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Propostas de Alteração do PCP ao Dec. Lei 2,9,18

Propostas de Alteração do PCP

1. Garantir a contabilização integral do tempo de serviço

O tempo de serviço é tempo trabalhado que tem de relevar para a progressão na carreira. Isso é o que se encontra estabelecido nas Leis do Orçamento do Estado para 2018 e para 2019. Por isso, o PCP propõe a contabilização integral do tempo de serviço: 9 anos, 4 meses e 2 dias ou 3411 dias. Este tempo de serviço corresponde aos períodos de congelamento que ocorreram entre 30 de agosto de 2005 e 31 de dezembro de 2007 e entre 1 de janeiro de 2011 e 31 de dezembro de 2017.

2. Adotar a mesma solução negociada, em termos de faseamento, entre os sindicatos e o Governo Regional da Madeira: 7 anos

O PCP propõe a harmonização com a solução alcançada pela via negocial na Região Autónoma da Madeira e que foi proposta pela Plataforma dos Sindicatos dos Professores no abaixo-assinado subscrito por mais de 60 mil docentes entregue na Assembleia da República. Assim, a valorização remuneratória que resulte da recomposição da carreira docente verá o seu impacto distribuído ao longo de 7 anos, iniciando-se em 1 de janeiro de 2019.

3. Assegurar, em 2019, a recuperação do tempo de serviço previsto no Decreto-Lei do Governo: 2 anos, 9 meses e 18 dias ou 1027 dias

Significa isto que o PCP propõe que ocorra a contabilização e reposição dos 9 anos, 4 meses e 2 dias de forma faseada por um período de 7 anos sem ignorar a evolução própria de todo o processo, da luta dos professores e do processo negocial que decorreram no continente. Deste modo, articula-se a necessidade de contabilização de todo o tempo de serviço com o tempo a recuperar constante do Decreto-Lei já em 2019. O tempo de serviço restante será recuperado ao longo de um período de 6 anos, até 2025.

4. Eliminar a existência de ultrapassagens

O Governo estabelece no Decreto-Lei que o tempo de serviço recuperado apenas se repercute no escalão para o qual o docente progrida a partir de 2019. Tal opção cria situações de profunda injustiça, ao permitir a ultrapassagem de docentes com maior graduação por docentes com graduação igual ou menor. De acordo com os dados divulgados pelos sindicatos haverá cerca de 43.000 docentes afetados por este problema das ultrapassagens. O PCP elimina a ocorrência de ultrapassagens estabelecendo uma solução que determina a relevância do tempo de serviço recuperado já no escalão em que o docente se encontra atualmente posicionado.

5. Possibilitar a utilização do tempo de serviço para efeitos de aposentação ou de dispensa de obtenção de vaga

Tendo em conta a elevada média etária dos professores que se encontram atualmente nas escolas, muitos iriam beneficiar pouco ou nada da recuperação do tempo de serviço para efeitos de recomposição da carreira. Por outro lado, as barreiras colocadas ao desenvolvimento da carreira por via do afunilamento ditado pela obrigação de obtenção de vagas em determinados escalões (5.º e 7.º) acabam por penalizar muitos professores, pois dificultam a progressão. Como tal, para além da progressão e reposicionamento, a proposta do PCP prevê que, alternativamente e a pedido do professor, o tempo de serviço a recuperar possa ser usado para efeitos de aposentação ou para dispensa da obtenção de vaga para acesso aos 5.º e 7.º escalões.

6. Garantir que o trabalho prestado enquanto professor contratado releva para efeitos de progressão

Os professores não entram diretamente para a carreira e estão, muitas vezes, décadas como contratados, apesar de serem corresponderem a necessidades permanentes das escolas. A proposta do PCP salvaguarda que o tempo de serviço prestado em regime de contrato a termo resolutivo seja inequivocamente contabilizado para efeitos de posicionamento, nos termos do Estatuto da Carreira Docente.

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Apreciação Parlamentar de iniciativa PSD ao Dec-Lei dos 2,9,18

 

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Reserva de recrutamento n.º 26

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 26.ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 25 de março, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 26 de março de 2019 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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Concurso para 1067 funcionários arranca hoje

Concurso para mais mil funcionários arranca esta sexta-feira nas escolas

Assistentes operacionais que não fiquem em nenhuma das 1067 vagas abertas pelas escolas entram numa bolsa de recrutamento.

O concurso para contratar mais mil funcionários para as escolas e criar uma bolsa que permita aos diretores substituir trabalhadores em falta será lançado na sexta-feira, anunciou esta quinta-feira a secretária de estado da Educação.

Um mês depois de ter revelado que o Ministério da Educação ia contratar mais 1.067 assistentes operacionais a tempo indeterminado, a secretária de Estado da Educação, Alexandra Leitão, anunciou hoje que o processo está pronto e os concursos abrem na sexta-feira. “Vão começar a chegar às escolas os avisos para a abertura dos concursos. São tantos avisos quantas as escolas que receberão assistentes operacionais, porque o concurso é aberto por agrupamento de escola”, explicou Alexandra Leitão.

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PSD requer Apreciação Parlamentar dos 2,9,18

Como já o tinha anunciado aqui o PSD avança na próxima sexta-feira com um Pedido de Apreciação Parlamentar do Decreto-Lei dos 2,9,18.

 

 

Uma semana depois do Executivo de António Costa ter publicado o diploma que recupera apenas dois anos dos nove anos “perdidos” pelos professores, o PSD anuncia que vai apresentar no Parlamento um pedido de apreciação desse decreto-lei. Ao ECO, a deputada Margarida Mano garante que a bancada social-democrata não se “revê nos motivos” usados pelo Bloco de Esquerda e pelo PCP para pedir a apreciação deste diploma, tendo o PSD decidido avançar com um pedido próprio, que deverá dar entrada na sexta-feira.

“Ponderámos e decidimos que vamos pedir a apreciação”, adiantou a deputada, explicando que o pedido será entregue na Assembleia da República na sexta-feira. A bancada social-democrata será a terceira a pedir a apreciação parlamentar deste diploma, depois do Bloco de Esquerda e do PCP.

In ECO

 

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Onde estão os mais de 1000 funcionários?

Há um mês o sr. ministro anunciava a contratação de mais de mil funcionários para as escolas. As escolas têm necessidade de quase o quadruplo do número de funcionários anunciada. Mas onde estão eles?

 

Governo prometeu mais de mil funcionários. Nas escolas… nem sinal deles

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Demitida docente por violação de confidencialidade no caso do Exame de Português 639

O Ministro da Educação determinou a aplicação da sanção disciplinar de demissão à docente que, em violação do dever de confidencialidade a que estava vinculada, deu a conhecer informação relativa a conteúdos do exame de Português 639, realizado em 19 de junho de 2017.
Na sequência do processo de inquérito pela Inspeção-Geral de Educação e Ciência (IGEC), foi instaurado um processo disciplinar à docente para apuramento de responsabilidade. Todas as infrações constantes dos artigos da acusação foram consideradas provadas, concluindo-se que a docente terá agido, de forma consciente e intencional, desrespeitando gravemente os seus deveres funcionais e o interesse público. A docente foi já notificada da decisão.
Foram, assim, acionados e cumpridos os mecanismos legalmente previstos, dando sequência ao que o Ministro da Educação havia sublinhado sobre a matéria.
Tal como tem sucedido ao longo deste processo, a IGEC continua a prestar toda a colaboração solicitada pelas instâncias judiciais.

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Comunicado – Reforçada educação ao consumidor nas escolas

Reforçada educação ao consumidor nas escolas

 

As escolas portuguesas estão a contribuir para que os alunos de todos os ciclos, enquanto atuais e futuros consumidores, façam escolhas criteriosas, informadas e responsáveis, no âmbito da utilização do Referencial de Educação do Consumidor.
O Referencial de Educação do Consumidor foi elaborado como resposta à necessidade da existência de um documento orientador que facilite a abordagem da Educação do Consumidor, na senda de outros referenciais para domínios da Educação para a Cidadania, que a Direção-Geral da Educação (DGE) tem vindo a produzir, em colaboração com organismos e instituições públicas e com diversos parceiros da sociedade civil.
O documento resulta de uma colaboração entre o Ministério da Economia e o Ministério da Educação, envolvendo o trabalho da Direção-Geral do Consumidor e da Direção-Geral da Educação e da sociedade civil, através da DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.
Este é um guia orientador para abordar diferentes dimensões do domínio do consumo, propondo aos docentes da educação pré-escolar, do ensino básico e do ensino secundário as competências consideradas essenciais para que as crianças e os jovens sejam cidadãos consumidores ativos, conhecedores, com comportamentos de consumo informados e responsáveis, promotores do seu bem-estar.
O documento aborda oito temas desde os direitos e deveres do consumidor, passado pelo marketing e publicidade, consumo sustentável e consumo no mundo digital.
«Crianças e jovens conhecedores serão, depois, adultos informados, capazes de tomar melhores decisões no domínio do consumo», segundo o Secretário de Estado da Defesa do Consumidor, João Torres.

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Quando a civilização recua – Santana Castilho

Quando a civilização recua

1. Nos Estados Unidos da América, dirigidos pelo homem que popularizou a expressão fake news, diz a Gallup que 18% dos cidadãos acreditam que o sol gira em torno da terra, 42% afirmam que Deus nos criou há menos de 10.000 anos e 74% dos republicanos no Senado negam a validade das mudanças climáticas, apesar das evidências científicas aceites no mundo. Com os olhos postos nisto e nas previsíveis campanhas de desinformação em ano de eleições, o PS propôs a discussão do assunto no plenário da Assembleia da República, defendendo um projecto de resolução que recomenda ao Governo a adopção do plano de acção contra as fake news, aprovado pela Comissão Europeia em Dezembro passado. Tratando-se de matéria em que o Governo é exímio especialista, o êxito está garantido. Dêem-lhe espaço de manobra e, agora que já temos uma agência espacial, Pedro Marques ainda anunciará que seremos os segundos a pôr o pé na Lua.

Factos que se contradizem deixam-me perplexo. O que será falso? O desvelo com que o Governo recentemente se ocupou das mulheres, a propósito do seu dia mundial e da violência de que são alvo, ou o ódio que dispensa a duas classes profissionais maioritariamente compostas por elas (professoras e enfermeiras)? Não será igualmente falso um primeiro-ministro falar das vítimas de Pedrogão enquanto pica cebola para uma cataplana, porque o que procura é a popularidade que o avental da Cristina lhe confere? Não será falso o homem pensar que assim se aproxima dos cidadãos, quando o problema seria fazer algo para que os cidadãos se aproximassem dos políticos (quase 50% de abstenção)?

Como um primeiro problema só é primeiro se existir um segundo, ao medo do Governo relativo às redes sociais juntaram-se dois programas televisivos deprimentes, que nos fazem recuar ao século passado, pelas humilhações degradantes e trogloditas que reservam às mulheres: “Quem quer namorar com um agricultor?”, da SIC, e “Quem quer casar com o meu filho?”, da TVI (mais de um milhão de espectadores cada).

A mentalidade de rebanho é ali preponderante. A complacência intelectual continuada vai cedendo passo às trivialidades e ao voyeurismo, que alimentam audiências orientadas para o consumismo boçal, sem decoro nem pudor. Tudo em nome de um entretenimento selvagem e predador, que nada acrescenta ao que socialmente importa e afasta as massas dos verdadeiros problemas do nosso viver.

Dir-se-ia que não sabemos o que fazer com a nossa liberdade. A televisão portuguesa, onde sobra o entretenimento, campeia o futebol e falta a análise séria que contribua para uma informação jornalística de qualidade, soçobra às pressões económicas que a guerra das audiências gera, enquanto os membros de uma certa elite política parecem apenas preocupados com a criação de uma sociedade de manequins, onde só eles, porque têm nela lugares cativos, podem decretar o que está certo e o que é falso.

2. Quanto desalento me é reportado por professores competentes e interessados que, por mais atraentes que sejam as aulas que preparam, apenas colhem tédio e desinteresse dos alunos. Quantos comportamentos agressivos, quanta linguagem obscena vulgarizada nas escolas, quanto equipamento gratuitamente destruído, quanto alheamento do importante substituído pelas futilidades das redes sociais no dia-a-dia de muitas das nossas escolas.

Muitas vezes me questiono sobre o que pensam os mais novos sobre tantas coisas que me afligem. Muitas vezes penso que eles nada pensam sobre o que me aflige. Agora que pararam umas horas para reclamar sobre um dos mais sérios problemas da humanidade, deixaram-me antes a pensar sobre o que pensam alguns que os dirigem. Com efeito, à adesão inspiradora dos jovens portugueses à greve estudantil climática, sinal importante de internacionalismo que questiona a irresponsabilidade da elite mundial insensível ao futuro, responderam alguns directores com faltas que não puderam ser justificadas e testes que não puderam ser adiados. Como se na formação de um jovem a dicotomia legal/ilegal fosse mais importante que um juízo de consciência sobre o futuro do planeta. Como se o seu compromisso público fosse apenas com o regulamento, quais recipientes só abertos à obediência cega à norma, consciências ocas quanto a um dos problemas que mais marcará os alunos que devem ajudar a crescer.

In “Público” de 20.3.19

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Sondagem – Carreiras: PSD devia aprovar reivindicações dos Professores?

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Quem nos aconselhou a emigrar? O Passos e o Costa.

De vez em quando surgem, nas redes sociais, noticias já com algum tempo alusivas ao tema, O Polígrafo foi investigar.

A conclusão não surpreende. Por mais que se diga e desdiga sobre o diz que não disse a diferença está na “Alternativa” e na “Oportunidade”.

 

 

António Costa sugeriu aos professores de português sem colocação que emigrem?

Aliás, dois dias depois de ter proferido essa declaração, perante a controvérsia gerada, por entre comparações relativamente a uma declaração similar de Passos Coelho em 2011, Costa publicou uma mensagem na rede social Twitter a refutar essa comparação, garantindo: “A estrada da Beira e a beira da estrada não são a mesma coisa, pois não? Pois… Eu também não apelei à emigração!”

Importa salientar que entre as declarações de Passos Coelho (2011) e Costa (2016), incidindo sobre os professores “sem colocação” ou “ocupação”, a única diferença substancial é que o primeiro sugeriu “o mercado de língua portuguesa” como “uma alternativa“, enquanto o segundo apontou para França como “uma oportunidade“.

Avaliação do Polígrafo:

Verdadeiro

 

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Da apreciação parlamentar à constitucionalidade dos 2,9,18

 

O Decreto-Lei 36/2019 foi promulgado e publicado em Diário da República. O texto do mesmo diz-nos muito de quem o escreveu, como o Paulo Guinote o chamou na semana passada no Público Online, é “perverso”, mas isso não nos resolve o problema.

O PCP já requereu a apreciação parlamentar, o BE também já o fez e, pelo que ouvi, o PSD seguirá o mesmo caminho. O CDS quer que, no próximo ano, se regresse às negociações (não têm seguido as sondagens) e o PAN não considera os professores como animais ou parte da natureza, logo nada quer ter a ver com isto.

Se o sr. Presidente não tivesse promulgado o diploma, o parlamento não o poderia apreciar, ou seja, nenhum partido poderia requerer a apreciação parlamentar do “dito”. Se o sr. presidente tivesse requerido ao Tribunal Constitucional que apreciasse a inconstitucionalidade do “dito”, ficariamos uns tempos no “Limbo” à espera que tal organismo se pronunciasse. Não tenho grandes dúvidas que o documento está ferido de constitucionalidade, mas isso sou eu que não sou legislador nem escrivão de diplomas legais. Entenda-se que não estou a dizer que concordo com a forma como o processo decorreu, mas, neste momento esta meia solução até nem é desajustada de todo. Mas uma coisa é certa, o sr. Presidente anda a dar poucas explicações sobre as razões porque promulgou o “dito” e até fez uma pergunta que, como ele bem deve saber, se a pensou não a devia ter proferido.

A Apreciação Parlamentar vai ter lugar. Resta-nos saber se vai ser aprovada e em especificidade, o que decidirão os partidos que a discutirão. Que tipo de recuperação estará na forja, o modo, a forma e o tempo. Essa incógnita está a levar muitos docentes a querer demonstrar o seu descontentamento e a pressionar, os partidos envolvidos, através da Manifestação do dia 23 de março. É mais uma Manifestação, mas pode muito bem ser uma prova de força que poderá levar a um entendimento entre a oposição.

Quanto à constitucionalidade, este diploma não cumpre o princípio de igualdade uma vez que gera ultrapassagens sobre os professores que progrediram em 2018 que, de acordo com o Acórdão n.º 239/2013, do Tribunal Constitucional, é inconstitucional. Da mesma forma que fere o mesmo princípio em ralação aos docentes a exercer nas Regiões Autónomas. Já nem falo do incumprimento do Orçamento de Estado, isso é lei para encher pneus, como se viu este e no ano passado.

Se os partidos da oposição não chegarem a um acordo que, os professores, considerem justo e equitativo, resta aos sindicatos recorrer aos tribunais, nomeadamente ao Tribunal Constitucional.

Para já, embora não fosse necessário (se a lei tivesse sido cumprida), a “bola” foi passada do sr. Presidente para os deputados e serão eles a” chutar” para onde lhes der mais jeito. Esperemos que “chutem” para o lado do que é justo igualitário e equitativo, ou terão de ser os Magistrados a receber a “bola”.

 

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Educação sexual porque sim – João André Costa

Educação sexual porque sim

Os anos passam, as gerações passam, as décadas também, e as perguntas ficam por responder. As gerações passam, os nossos professores também, os que não sabiam responder às perguntas inquietantes, aos ímpetos inquietantes, às vontades em ebulição dos corações adolescentes, os nossos, os vossos. Agora somos nós os professores e, surpresa das surpresas, continuamos sem saber responder, e no entanto sabemos, experienciámos, aprendemos às nossas custas, por tentativa e erro, batendo com a cabeça na parede e, por vergonha, por falta de à vontade, revelamo-nos tão incapazes como quem nos precedeu para ajudar quem, diante de nós, faz as mesmas perguntas, e outras, vinte anos depois.

Sejamos francos e falemos, portanto e um pouco, sobre educação sexual. Sim, somos todos sexuados desde a nascença. Nascemos com um sexo, fruto do sexo, e preparamo-nos para o sexo. Por uma questão reprodutiva? Não só, por prazer, por amor, porque se o sexo não desse prazer, tanto prazer, a probabilidade de por aqui andarmos seria tão menor. O que é o orgasmo? É o clímax sexual, quando um homem ejacula e uma mulher também e os fluidos assim libertos potenciam a viagem dos espermatozóides ao óvulo, se houver um óvulo, se estivermos a meio do ciclo feminino. É errado um rapaz gostar de um rapaz e uma rapariga gostar de uma rapariga? É a expressão de amor pelo outro errada? Não. É errado gostar-se do sexo oposto? É errado sentir-me do sexo oposto? É errado não me identificar com nenhum dos sexos ou movimentar-me entre os mesmos? Também não. Como é que se faz para evitar uma gravidez? Sabem colocar um preservativo? Então, nada de contacto com a vagina antes de colocarem o mesmo, sob risco de meia dúzia de espermatozóides no líquido seminal. Basta um. E fazer um bebé é o mais fácil. Querem uma rapariga? Tenham relações 4 ou 5 dias antes da ovulação. Querem um rapaz? 2 ou 3 dias antes da ovulação, os espermatozóides Y são mais leves (têm uma perninha a menos) mas duram menos tempo e vice-versa. É possível engravidar se o rapaz e a rapariga estiverem juntos no banho? É, os espermatozóides nadam. Os métodos contraceptivos são 100 por cento seguros? Não. 100 por cento seguro é a abstinência. Quando se faz um aborto estamos a matar um ser humano? Sim. Devemos ir para a prisão por isso? Não, e ninguém aborta porque quer. Em vez de condenar, é preciso apoiar, é preciso educar, para que não se tenha de tomar uma decisão tão difícil. A probabilidade de contrairmos uma doença sexualmente transmissível aumenta com o número de parceiros sexuais? Sim, desde clamídia, gonorreia, sífilis, herpes genital, SIDA, só para citar as mais comuns. Pode-se morrer de SIDA? Sim, mas hoje em dia, e graças ao desenvolvimento da medicina, a SIDA é uma doença crónica. É uma vergonha falar de sexo? Vergonha é não falar e acabar com uma gravidez adolescente e uma criança sem culpa da ignorância dos pais.

Sem amor, o mundo não anda. É preciso amar, e para amar é preciso aprender. É preciso aprender a respeitar o outro, o parceiro, a parceira, o companheiro, a companheira, é preciso falar, ouvir, aprender, ceder, negociar, compreender, desculpar, perdoar, acariciar, abraçar, amar, e o amor, a educação sexual, não é só sobre sexo, é sobre relações interpessoais. Como nos vestir, como falar, como nos darmos a conhecer ao outro, o que se deve dizer e não dizer, o que é insultuoso e o que é socialmente aceite, os direitos das mulheres e os direitos dos homens, os direitos, a liberdade de expressão, a afirmação sexual, a liberdade sexual, o papel da igreja, a castração física, química, social, e por aí fora, há tanto por falar. Acredito como tudo o que fazemos na vida, fazemo-lo por prazer sexual e Freud tinha razão. Sexo em grupo? Troca de casais? É um campo de minas, falem com o vosso parceiro, liberdade sexual sim e respeito também. Qual a idade certa para falar de educação sexual com as crianças? Qualquer idade a partir do momento em que nos compreendem e aos 4 anos as crianças compreendem, e querem compreender, as diferenças sexuais, não sejamos hipócritas e Freud tinha razão. Outra vez.

Vamos falar de sexo, vamos educar para a sexualidade. Não falar de sexo é negarmo-nos, é negar a nossa existência e origem e a razão de ser. 20 anos depois, nós sabemos. Aprendemos às nossas custas. Não há motivo nenhum para não partilhar quanto aprendemos, é nosso dever, é a nossa obrigação, para que os erros básicos não se perpetuem no tempo só porque temos vergonha de falar de, e sobre, educação sexual.

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Catarina! O cenário é bem pior, é de ULTRAPASSAGENS…

Muito bem Catarina, queres resolver o problema das carreiras na Função Pública. Acho bem e apoio, mas tens de saber que isto está pior do que o pintas…

“Não é aceitável, seja nas escolas, no Serviço Nacional de Saúde, nas forças de segurança, nos tribunais, onde quer que seja, que trabalhadores que têm 15 anos de serviço estejam a receber o mesmo que trabalhadores que começaram a trabalhar agora”, criticou.

No que diz respeito aos professores, os “mais novos” ultrapassaram os “mais velhos” (leia-se tempo de serviço) e já há alguns a auferir vencimentos superiores.

(Será que possível que algum assessor do BE faça o trabalho de casa completo?)

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Magistrados recuperam 70% do tempo de serviço congelado…

Será porque a Ministra da Justiça é Procuradora? Não será um benefício em causa própria, de certeza que não devemos pensar nisso. Ou porque durante o período em causa continuaram a existir promoções e aumentos?

Governo disposto a pagar recuperação de 70% do tempo de serviço dos magistrados do MP

 

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Validação das Candidaturas – Concurso Externo / Contratação Inicial / Reserva de Recrutamento

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 18 de março e as 18:00 horas de dia 22 de março de 2019 (hora de Portugal continental), para efetuar a validação das candidaturas ao Concurso Externo/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento.

 

SIGRHE

 Manual de instruções

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Dia 23 não te manifestes, alguém o fará por ti…

Esse alguém serão aqueles que muitos dizem que não os representam. Vamos lutar orgulhosamente sós. Sim, cada um que se manifeste no dia à sua escolha, pela causa que mais lhe aprouver. Assim, de certeza, veremos os problemas individuais de cada um resolvidos. Teremos voz…

Por mais defeitos que possamos atribuir aos sindicatos. Por mais desiludidos que estejamos com as suas práticas. Por mais que estejamos revoltados com a sua atuação noutras fases desta luta e de outras lutas. Por mais que possamos dizer que nenhum deles defende, como nos convém, os nossos direitos. por mais que tenham, ou não, agendas escondidas… Sim, já ouvi isto e muito mais, mas os meus problemas não se vão resolver sozinhos e nenhum governo me vai ouvir só por eu querer falar.

Não te manifestes pelos sindicatos, MANIFESTA-TE POR TI.

 

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Monitor da Educação e da Formação de 2018

O “Monitor” é uma publicação anual da Comissão Europeia sobre educação e formação na UE.

Entretanto ficamos a saber que:

A despesa com a educação mantém-se estável. O financiamento não está suficientemente ligado ao desempenho e não é flexível na resposta aos desafios. 

Portugal está a aplicar uma estratégia nacional de educação para a cidadania em todas as escolas.  Apesar de uma melhoria considerável, Portugal depara-se ainda com níveis de abandono escolar precoce e taxas de retenção elevados. O envelhecimento da população docente será um desafio de monta no futuro. 

A participação no ensino superior está a aumentar, principalmente no setor politécnico. As taxas de licenciados em TIC, ciências naturais e matemática estão abaixo da média da UE. 

O país enfrenta um desafio educacional importante, com mais de metade da população adulta com baixo nível de escolaridade.

 

Monitor da Educação e da Formação de 2018 Portugal

 

Monitor da Educação e da Formação de 2018 Portugal – Ficha informativa

 

Novo site da UE sobre Educação e Formação.

Education and Training – UE

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GREVE do Pessoal Não Docente dias 21 e 22

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Apreciação Parlamentar do BE

 

 

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Reserva de recrutamento n.º 25

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 25.ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 18 de março, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 19 de março de 2019 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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Aulas de manhã, brincadeira à tarde

Sempre defendi que esta seria a melhor opção pedagógica para o 1.° Ciclo. Aulas da parte da manhã e outras atividades da parte da tarde. Está mais do que provado que o cérebro humano está mais desperto para a aprendizagem da parte da manhã, mas ainda há quem julgue que a escola à tempo inteiro, como está instituída no nosso país, é a melhor opção para as famílias, como se as famílias fossem à escola.

Enquanto aluno sempre gostei de ter aulas da parte da manhã. Como professor, verifiquei que as crianças estavam mais predispostos a aprender de manhã do que a seguir ao almoço.

Há escolas que estão a proporcionar aos alunos esta opção é os resultados têm-se mostrado promissores.

Gostávamos de saber a vossa opinião.

Crianças de escola de Famalicão estudam de manhã e brincam à tarde

“Para já o balanço é positivo, com as crianças mais motivadas, professores e encarregados de educação satisfeitos”

As crianças da escola do 1.º ciclo de Requião, em Vila Nova de Famalicão, trabalham de manhã e brincam à tarde, num projeto educativo implementado este ano letivo e cujo balanço “é positivo”, anunciou hoje o município.

Em comunicado, o município refere que componente letiva se inicia pelas 08:30 e termina pelas 13:30, “para deixar espaço para a brincadeira”.

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Informação Conjunta DGE/ IAVE: Avaliação Externa

 

A Direção-Geral da Educação disponibiliza a informação em epígrafe sobre o objeto de avaliação das provas das disciplinas do 11.º ano de escolaridade sujeitas a avaliação externa, no ano letivo de 2018/2019.

Informação Conjunta Direção-Geral da Educação/ Instituto de Avaliação Educativa, I.P., de 7 de março de 2019

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Diploma 2,9,18 publicado

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O CURRÍCULO EXIGE EDUCAÇÃO FINANCEIRA COMO DISCIPLINA AUTÓNOMA – APROCES

 

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Candidaturas abertas para mais 100 psicólogos nos Serviços de Psicologia e Orientação das Escolas

Candidaturas abertas para reforço de mais 100 psicólogos nos Serviços de Psicologia e Orientação das Escolas

​Com uma dotação de Fundo Social Europeu (FSE) de 11.500.000€, esta candidatura visa o reforço da rede de Serviços de Psicologia e Orientação em meio escolar, dotando a escolas de mais 100 psicólogos em equivalente a tempo integral, para além de manter o apoio ao total de 200 psicólogos, também em equivalente a tempo integral, apoiados na sequência do concurso anterior lançado pelo PO CH e cujas operações aprovadas terminaram a 31 de dezembro de 2018, com um valor pago FSE até esta data de cerca de 4,5 Milhões €.

Este apoio do PO CH, agora reforçado até finais de agosto de 2020, aposta na prevenção do abandono escolar precoce, através do diagnóstico das dificuldades que afetam a aprendizagem, de modo a agir atempadamente sobre as mesmas, identificando e analisando as causas do insucesso escolar, propondo medidas tendentes à sua diminuição, promovendo uma adequada orientação escolar e profissional dos jovens, em estreita articulação com os Centros Qualifica.

Nota ainda para a meta de realização fixada na programação do PO CH que pretende reforçar a rede, até 2023, com 300 psicólogos em equivalente a tempo integral nas Unidades Orgânicas a abranger, permitindo por essa via reduzir o rácio do número de alunos por psicólogo de 1.586, em 2013, para 1.140 na referida data.

As operações a apoiar enquadram-se na tipologia de operação 4.5 – Desenvolvimento de Serviços de Psicologia e Orientação em meio escolar – e o prazo para a apresentação das candidaturas termina no dia 29 de março de 2019.

São destinatários finais do presente Convite os alunos dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas do ensino público, do ensino básico ou secundário, das regiões de intervenção do PO CH, Norte, Centro e Alentejo e que irão beneficiar da atividade dos psicólogos que desempenham funções nessas escolas.

Dúvidas ou questões relacionadas com as candidaturas devem ser remetidas prioritariamente para o endereço de correio eletrónico do PO CH ou para o suporte do Portugal 2020.

|Consulte o Aviso POCH-67-2019-03

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SOLIDARIEDADE COM A ESCOLA RAUL BRASIL MINUTO DE SILÊNCIO – UM ATO SIMBÓLICO DE CIDADANIA – AEAbelheira

Deviam ser muitas mais Escolas…

SOLIDARIEDADE COM A ESCOLA RAUL BRASIL MINUTO DE SILÊNCIO – UM ATO SIMBÓLICO DE CIDADANIA

As imagens que nos chegam do Brasil, país com quem partilhamos a língua e tantos aspetos fundamentais da cultura, não podem deixar ninguém indiferente.

Crianças, professores e assistentes mortos e gravemente feridos num atentado a uma escola devem fazer-nos pensar sobre o grau de violência neste nosso mundo atual e tirar um momento para olhar o caso com solidariedade.

É um ato de cidadania refletir sobre como nos posicionamos perante estes atos de violência, infelizmente comuns em escolas dos EUA, que agora nos aparecem contados em português e sem precisar de legendas.

Estamos muito longe de chegar a esse ponto, mas a violência sempre nos surpreende e não nos deve deixar indiferente num mundo global.

Pouco podemos fazer, mas, como dizia Sophya de Mello Breyner, Vemos, ouvimos e lemos/Não podemos ignorar.

Por isso, nesta escola vamos fazer, de forma simples, o que é usual. Um minuto de silêncio coletivo dos alunos e corpo docente e não docente da escola que decorrerá às 10h25m, do dia 18 de março, segunda-feira

Os alunos devem concentrar-se no campo de jogos (futebol) onde haverá orientações sobre o que se passará.

Depois de ser tocado o hino brasileiro, será lido por alunos um poema a que se seguirá um minuto de silêncio pelas pessoas assassinadas, no dia 13 na escola brasileira do estado de São Paulo.

Mesmo parecendo um ato insignificante, com o mesmo mostramos, simbolicamente que nos preocupamos com o problema e que estamos solidários com as vítimas da violência (para mais num contexto com elementos de tanta proximidade).

 

 

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PSD quer “solução sustentável”

 

PSD quer “reconhecer direito” dos professores com solução sustentável

Partido pretende avançar com solução que seja “aceite por todos” mas não se compromete com os nove anos, quatro meses e dois dias. Exige que o governo clarifique as contas do impacto orçamental da devolução do tempo congelado

 

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Pré-requisitos para candidatura ao ensino superior de 2019/20

Foi publicada a deliberação que fixa os pré-requisitos para a candidatura ao ensino superior de 2019-2020.

 

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Greve Climática Estudantil, 15 de Março

 

A onda de greves pelo clima que começou com uma adolescente  e tornou-se global. Milhares de estudantes faltaram às aulas para se manifestarem pelo clima na Alemanha, Bélgica, Suíça, Austrália e Inglaterra. A 15 de março, esta sexta-feira, espera-se que a primeira greve global mova milhões de jovens e menos jovens. 

Em Portugal estão marcadas Manifestações para Braga, Porto, Coimbra, Leiria, Lisboa, Évora, Faro, Funchal, Vila do Porto e Horta. 

Vamos apoiar estes jovens, eles estão a dar-nos o exemplo. Pelo seu futuro e pelo nosso.

 

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Dona Cristas, Obrigado e Não Obrigado

Ainda não deu conta que negociar com este governo ou outro que venha não trará aos professores justiça? Ou está a pensar ser primeira ministra? Não é o que mostram as sondagens. Como ministra, nós já sabemos o que a casa gasta…

 

CDS propõe nova negociação de tempo de serviço dos professores em 2020

CDS diz que votará, na generalidade, a favor das apreciações parlamentares feitas pelo PCP e BE e no debate em comissão, na especialidade, vai propor a abertura de um novo período de negociações entre os sindicatos e o Governo

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Lamento intimista de um cidadão professor português roubado – Luis Braga

Lamento intimista de um cidadão professor português roubado

Os episódios desonestos no parlamento, sindicatos e comunicação social à volta e contra a ILC do tempo de serviço docente fizeram-me descrer da Democracia. Dos deputados, do parlamento e dos sindicatos. O impacto pessoal, na minha visão particular, do que se passou é muito profundo. Deixei de acreditar na capacidade de o sistema político e social português se regenerar sem um movimento social que ultrapasse o institucionalismo vigente. Em termos pessoais, essa visão é todo um novo horizonte de vida.

A ILC é um projeto generoso e corajoso de muitas pessoas, que muito me honra que tenham depositado em mim confiança para os representar em vários momentos.

No vídeo do que disse no parlamento creio que se vê essa desilusão pessoal e até emoção pessoal, por trás do esforço de fazer bem o papel que me atribuíram.

…

Porque havia uma carreira e certos direitos…..Roubaram-ma.

Querem os melhores na profissão? É isso? E que tal pagarem com o mesmo ângulo com que pagam aos “melhores gestores”.

Os meus alunos têm resultados comigo (por seu mérito, mas também porque, pelo menos, façam-me essa justiça, não os estrago…). Podem dizer-me o mesmo dos que gerem ou geriram os bancos e empresas que tanto reverenciam?

Se eu for multado na estrada que me leva à escola posso meter a multa à escola? Pois não…. Isso era roubar.

 

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Marcelo Promulgou os 2,9,18

Os Partidos que façam o que vêm a discutir e a dizer nos media…

Presidente da República promulgou contagem de tempo dos professores

O Presidente da República promulgou o diploma do Governo que mitiga os efeitos do congelamento ocorrido entre 2011 e 2017 na carreira docente, pelas seguintes três razões:

1.ª O Governo e os Sindicatos deram execução ao disposto no artigo 17.º da Lei do Orçamento para 2019, realizando encontros negociais já neste ano, assim cumprindo o apontado no veto presidencial de 26 de dezembro de 2018.

2.ª Tendo falhado as negociações, se o Presidente da República não promulgasse o diploma, isso poderia conduzir a deixar os professores sem qualquer recuperação na carreira durante o ano de 2019.

3.ª A promulgação permite aos partidos com assento parlamentar, que já manifestaram ao Presidente da República as suas objeções ao diploma, por o considerarem insuficiente, que, se assim o entenderem, suscitem a sua apreciação na Assembleia da República, partindo já de uma base legal adquirida, podendo, se for essa a sua vontade maioritária, procurar fórmulas que não questionem os limites do Orçamento para 2019.

 

 

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Divulgação – Reunião Sindical – Lamego

 

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O currículo dos sexos em Educação Física – João André Costa

 

O currículo dos sexos em Educação Física

Este é o tema de uma pesquisa de mestrado para as Universidades do Porto e São Paulo, publicada no Verão de 2018 e disponível no Google para quem quiser saber mais.
Nesta pesquisa, os autores debruçaram-se sobre a educação física e os papéis de género, logo à partida citando frases de alunos de uma escola do ensino básico e sublinhando a ideia que os alunos fazem do papel das raparigas e rapazes no desporto: “Eles jogam melhor!”, “Os rapazes têm muita força para chutar!”, “As raparigas ficam a brincar nas aulas de Educação Física!”.
Por aqui se começa a perceber como o que se diz influência o comportamento de um género, moldando expectativas sociais desde uma tenra idade em relação ao papel de raparigas e rapazes e, futuramente, de homens e mulheres.
Quem sai destes papéis é rapidamente ridicularizado, seja porque a rapariga quer jogar à bola e é Maria-rapaz, seja por o rapaz querer dançar e de menina para baixo ser chamado de tudo.
Assim sendo, é essencial que a escola não veicule modelos de comportamento em função do género mas de cada aluno, individualizando o ensino sem olhar a diferenças biológicas.
Aliás, basta abrir um qualquer manual escolar onde se verse as diferenças entre homem e mulher para, de imediato, encontrar um chorrilho de asneiras, asneiras essas responsáveis por encaixar homens e mulheres, raparigas e rapazes, meninos e meninas, em modelos de comportamento discriminatórios, para não dizer caducos, desajustados e insultuosos. Assim, os homens são em geral mais musculosos que as mulheres, com um metabolismo mais rápido alimentado a testosterona enquanto as mulheres tendem a transformar os alimentos em gordura para sustentar a gravidez.
Ou seja, e dependendo dos manuais escolares e das escolas que os veiculam, os homens têm a função de combater e as mulheres de conceber. A mulher trata da família, o homem providencia o sustento, de pouco interessando se estamos no século XXI ou XXXI quando a conversa é sempre a mesma de há 5 mil anos para cá. Ou mais.
Voltando à nossa pesquisa de mestrado, o discurso biológico influencia o comportamento do género, concluindo-se no fim ainda haver muito por fazer num mundo onde as poucas excepções continuam a confirmar a regra.
Mude-se o discurso, por favor, não é pedir muito, quando eu vou na estrada de bicicleta vejo-me sempre à rasca para ultrapassar uma qualquer ciclista, normalmente altas, magras e aerodinâmicas nas suas bicicletas de carbono e hoje em dia qualquer homem leva uma coça de uma mulher na pista ou na estrada, na piscina ou no ringue.
Assim, para quando a igualdade salarial para ambos os géneros em todas as modalidades, a começar pelo futebol?
Para quando a não resignação das raparigas quando é a própria professora, professora, sim, no feminino, a dar a dois rapazes a escolha das equipas de futebol, equipas essas onde as raparigas ficarão sempre para último? Para quando o ensino para a cidadania desde o infantário mas também para adultos? Agora a sério para adultos?
Para quando o desporto misto e a obrigatoriedade da igualdade de géneros? Para quando o fim da segregação de género no desporto? Porque não às equipas de futebol, andebol, rugby, só para citar alguns exemplos, onde metade dos elementos são de um género, a outra metade de outro e no fim que vença o melhor?
Convençamo-nos, enquanto se impedir às mulheres o acesso às equipas masculinas, os homens continuarão convencidos da sua superioridade física, muscular, atlética. Por não terem nenhuma mulher que lhes faça frente.
Terão medo? Terão miúfa? Saberão, no seu âmago, ser essa a verdade, assim explicando o seu silêncio, a sua reticência?
Para quando uma mulher presidente de um clube de futebol? Para quando uma mulher à frente do Benfica?
Tudo é uma construção social, por isso a importância do desporto. Fica aqui o pedido, não, o desejo, não, a vontade de viver num mundo onde as mulheres correm a par e par com os homens, nos Jogos Olímpicos, mas também naquela futebolada na praia. Porque somos todos iguais. Quando esse dia chegar, não haverá mais vítimas de violência doméstica e as mulheres também têm pêlo na venta.

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Resultados escolares: o essencial e o acessório – José Eduardo Lemos

 

Resultados escolares: o essencial e o acessório

 

O sucesso escolar dos alunos deve ser a luz que ilumina o caminho a trilhar por uma Escola pública de massas e pelos seus profissionais.

1. A educação sempre foi uma área da governação fértil em polémicas e debates intensos, o que é natural. Muitos deles, penso eu, com origem na alteração cíclica das políticas educativas, que ocorre a cada mudança de governante.

Desde 2004, sem necessidade de qualquer pacto de regime, começou a afirmar-se uma linha de política educativa constante, centrada na melhoria dos resultados escolares e na redução do abandono, que se manteve até 2016, mesmo com ministros da Educação de diferentes quadrantes políticos.

Estes objetivos ocuparam o centro da agenda educativa e do discurso político durante anos. As Escolas tinham a perceção interiorizada de quais as metas que deveriam perseguir; entendiam o que delas pretendia, não só o poder político, como a sociedade portuguesa. A melhoria das taxas de sucesso (progressão de ano e conclusão de ciclo) e a redução das taxas de abandono escolar foram duas metas, de fácil enunciação e escrutínio, que iluminaram o caminho percorrido pelas Escolas e concentraram muitos dos esforços dos professores e do sistema educativo.

 

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Divulgação – Lançamento de “Supervisão Pedagógica e Desempenho Docente” por Queiroga L. C., Barreira C. e Oliveira A. L.

 

 

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Sondagem CM: É justa a devolução de 2 anos, 9 meses e 18 dias?

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5033 assinaturas levam professores “lesados nos descontos” à Assembleia da República

Este grupo de colegas tem-se mostrado irredutível na sua luta por justiça. Na Luta por algo que nem sequer devia ter lugar. Mais uma maneira de prejudicar quem trabalha no futuro e não proporcionar a estes professores os mesmos direitos que a outros.

 

Definem-se como “os mais precários” dos professores e dizem que estão a ser “lesados” há anos

Nova petição foi entregue nesta sexta-feira no Parlamento. Em causa está o modo como os contratos em horários incompletos são encarados para efeitos de descontos, levando a que “vinte anos de trabalho diário sejam convertidos em apenas entre cinco a dez anos de carreira contributiva”.

 

 

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