Aplicação disponível entre o dia 26 de abril e as 18:00 horas de 3 de maio de 2019 (hora de Portugal continental).
Abr 26 2019
Aplicação disponível entre o dia 26 de abril e as 18:00 horas de 3 de maio de 2019 (hora de Portugal continental).
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Abr 25 2019
A maior conquista de Abril? Educação
A resposta à pergunta do título é imediata e óbvia. Não apenas a liberdade daquela madrugada, mas mais do que a liberdade quando a liberdade de nada serve se não usada para libertar mentes de crenças e modos de vida.
Antes do 25 de Abril, a educação era um privilégio das classes dirigentes. E o povo, pá? O povo aprendia até à quarta classe e o trabalho infantil era norma num país tão subdesenvolvido como os do terceiro mundo, onde os senhores doutores e os engenheiros eram os pais e os filhos da minoria política dirigente.
Minoria essa alicerçada no trabalho de sol a sol de toda uma nação a troco de nada, quando muito um tecto, duas cadeiras e a cama no chão partilhada entre pais e filhos, a assinar de cruz e a dizer que sim ao senhor e ao prior, geração após geração sob o signo da ignorância e o medo do castigo eterno, prisioneiros da fome e do temor.
E ai de quem dissesse alguma coisa, ai de quem reclamasse, protestasse ou fugisse numa terra onde as prisões, a tortura e a morte não precisavam de se justificar.
Com o 25 de Abril veio a educação e o ensino até à universidade, universidade essa gratuita até aos anos 90. A educação foi o fim do medo, a descoberta da verdade, a exposição da mentira, o questionar da informação, duvidar das decisões, participar e sair à rua, expressar a nossa opinião, manifestar, aderir a greves, o poder escrever, provocar, desassossegar sem receio de represálias, da polícia ou o medo dos bufos ao virar da esquina, dentro de casa ou à mesa à hora de jantar.
Porque a educação é uma chatice para as chefias e classes governantes e não há nada pior do que um povo que escreve livros, que lê livros e viaja, curioso por querer saber mais, contactar com outras culturas e maneiras de ver o mundo, ansioso por viver mais e melhor, como se isso fosse possível — e é.
Por tudo isto, viva a liberdade, viva o 25 de Abril. A educação é para a vida e pela mesma perdemos conta ao sangue derramado, às mortes e execuções em Peniche, no Aljube, no Tarrafal.
Por isso, o ataque à escola pública, a delapidação da escola pública ao longo de anos e governos desde então, despida de meios, com uma classe docente dividida entre professores envelhecidos e precários, na esperança do retrocesso a outros tempos, quando a educação era o privilégio de meia dúzia, educados em casa ou em colégios particulares. E a universidade? É paga por quem pode, nem por isso por quem quer.
A educação não é um privilégio, é uma conquista de Abril, é um direito pelo qual lutamos em cada palavra, em cada casa e rua e os professores são a sua maior arma.
Sem educação não há liberdade. Sem educação não há resistência. Sem educação não há Abril, só esquecimento e um povo embrutecido entre a praia, futebol e centros comerciais.
Por isso continuamos a lutar e a repetir, ano após ano, antes do 25 de Abril, durante o 25 de Abril e depois do 25 de Abril, viva a liberdade, 25 de Abril sempre!
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Abr 25 2019
Eu não vivi o 25 de abril, não vivi, porque não era nascido. Há quem diga que vivo em Liberdade, porque o 25 de abril de 1974 a trouxe a Portugal. Disso, não há duvidas. Eu, pelo menos, não as tenho.
Não sei o que é viver sem Liberdade de expressão, porque nunca vivi sem expressão. Expresso-me livremente todos os dias, digo o que penso, concordo e discordo sem olhar por cima do ombro com medo que me ouçam ou que leiam a Liberdade que tenho.
Hoje comemora-se a Liberdade, mas eu não sei o que é viver sem ela, não tenho essa experiência. Apenas ouço, e ouço com muita atenção, os que viveram sem Liberdade, que começam a ser menos e não gostam de recordar esses tempos. É necessário recordar, contar, recontar, vezes sem conta, para os que nunca viveram sem Liberdade tenham a noção do que seria viver sem ela e para que reconheçam o que é viver sem a Liberdade se um dia, no futuro, nos faltar.
A Escola tem um papel importante no exercício da Liberdade, mas para isso a Escola tem de ser Livre. Houve tempos em que até na Escola faltava Liberdade. Que isso não volte a acontecer. Sejamos Livres todos os dias.
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Abr 24 2019
Comunicado do Conselho de Ministros de 24 de abril de 2019
…
4. Foi autorizada a realização de despesa relativa aos apoios decorrentes da celebração de contratos de associação para o ciclo de ensino compreendido nos anos letivos 2019/2020, 2020/2021 e 2021/2022, até ao montante global de €45.160.500,00. Os contratos de associação visam colmatar as falhas de rede nas áreas geográficas carenciadas de oferta pública escolar, na sequência da análise da rede escolar para o ano letivo de 2019/2020.
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Abr 24 2019
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Abr 24 2019
Termina hoje, às 18h00 (hora de Portugal Continental), o prazo para efetuar a formalização do pedido de mobilidade por doença para o ano 2019/2020, na plataforma SIGRHE.
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Abr 23 2019
O vencedor, que será conhecido no próximo dia 6 de maio, vai receber um prémio de 30 mil euros.
São eles:
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Abr 23 2019
PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR NOS AÇORES
Acompanhando as novas tendências educativas em termos de flexibilidade e inclusão (com os efeitos que se conhecem nas escolas) os Açores têm em discussão um novo currículo.
As consequências são imprevisíveis, ou por outra calculáveis por já termos assistido a filme semelhante.
A proposta legislativa indicia o fim da EVT e consequente separação da EV e da ET no 2.° ciclo e fim do par pedagógico (o que por cá se mantinha), com tudo o que isso implica em termos de abanão no sistema com professores a mudar de grupo e a agarrarem-se a tudo o que podem em todas as latitudes. Pior ainda, é que isso decorre em simultâneo com o possível esmagamento da carga letiva destas áreas com o aparecimento da nova disciplina de TIC.
Um exotismo interessante de analisar é a disciplina de História e Geografia dos Açores.
Pareceres decorrem até 31 de maio, ver aqui:
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Abr 23 2019
O desfasamento entre o material para a prática de Educação Física, existente na maioria das escolas do 1.º Ciclo, e a realidade de quem elabora uma Prova de Aferição são de tal ordem que, pode muito bem, pôr em risco a integridade física das crianças. Já para não falar da desigualdade em que as provas podem ser realizadas em diferentes escolas, mas isso não deve importar, porque as Provas de Aferição “não contam para a nota”…
Um espaldar é igual a uma parede lisa? Durante as provas de aferição pode ser
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Abr 22 2019
Encontram-se abertos, a partir do dia 23/04/2019, os concursos de afetação aos quadros de zona pedagógica, mobilidade interna, de contratação inicial e de reserva de recrutamento de pessoal docente, da educação dos ensinos básico e secundário e do pessoal docente especializado em educação e ensino especial na Região Autónoma da Madeira, para o ano escolar de 2019/2020, ao abrigo do Decreto Legislativo Regional n.º 28/2016/M, de 15 de julho, alterado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 9/2018/M, de 29 de junho, estando o respetivo aviso de abertura disponível para consulta no JORAM n.º 67, II série, de 22 de abril de 2019.
A candidatura aos concursos de contratação inicial e de mobilidade interna é precedida de uma inscrição obrigatória, nos seguintes momentos:
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Abr 22 2019
No âmbito do projeto “Educação para a Cidadania”, a Fundação Gonçalo da Silveira e o Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano da Universidade Católica Portuguesa – Centro Regional do Porto informam que se encontra aberto Concurso para a apresentação de propostas de consórcios de ONG / agrupamento de escolas para a elaboração e implementação de planos de ação de Educação para a Cidadania em contexto escolar durante os dois próximos anos letivos (2019/2020 e 2020/2021), com início previsto em setembro de 2019 e fim em agosto de 2021.
Podem candidatar-se consórcios constituídos por uma ou mais ONG e um agrupamento de escolas / escola não agrupada. Para além destas, os consórcios poderão associar outras entidades. A participação de uma ONG que atue/trabalhe no território de intervenção da proposta é obrigatória.
Serão apoiados três consórcios de ONG / agrupamento de escolas, sendo o montante disponibilizado para apoiar cada consórcio de 25 000€.
É indispensável a leitura dos Termos de Referência (disponíveis aqui), que contêm toda a informação necessária para a preparação e submissão da candidatura.
As candidaturas devem ser submetidas até ao final do dia 6 de junho.
Mais informações aqui em https://fgs.org.pt/concurso-para-consorcios-ong-e-escolas/.
O projeto “Educação para a Cidadania” é uma iniciativa do Programa Cidadãos Ativ@s, financiado pelos EEA Grants e gerido em Portugal pela Fundação Calouste Gulbenkian em consórcio com a Fundação Bissaya Barreto.
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Abr 22 2019
Vigília Nacional contra a violência contra os professores
TODOS os professores e os membros de TODAS as comunidades educativas, UNIDOS, devem expressar ao país o seu total repúdio face a todo o tipo de violência: A escola é para ensinar e aprender não é para sofrer!
No último episódio visível de violência escolar, amplamente público, um professor de 63 anos, na Escola Básica Francisco Torrinha (Porto) foi vítima de um crime público na sala de aula.
Mas este episódio é apenas a “ponta do iceberg”, pois todos nós já estivemos em escolas e/ou conhecemos colegas que foram vítimas, muitos dos quais por medo, vergonha, ou por receio da Direção, ficam calados!
Sentir repúdio não basta para combater uma problemática como esta, é preciso AGIR!
-Todos os colegas devem inscrever-se na cidade onde participarão (inscrição até dia 25 de abril)!
Basta clicar no LINK do evento / “Discussão“
-Embora esteja aberta a marcação de vigílias em qualquer localidade, apenas os locais com 100 ou + colegas garantidos serão incluídos no cartaz, a publicar e divulgar, depois de dia 25 de abril (para evitar vigílias pouco participadas e contraproducentes, como todos certamente concordaremos).
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Abr 20 2019
Uma tendência que põe muitos docentes em causa.
Este ano letivo estão inscritos em Educação Moral e Religiosa 183 429 alunos do 1.º ao 12.º ano. São menos 8308 do que no ano passado e quase menos 82 mil do que em 2010/2011, quando estavam matriculados 265 372.
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Abr 18 2019
Os camionistas conseguiram um compromisso. A julgar pelo que caminho que o compromisso que o governo assinou com os professores, vamos ter que comprar uns bidões para armazenar combustível, ou vamos de bicicleta para a escola.
Bem, fazíamos a vontade ao ministro e entrávamos na linha para a praia…
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Abr 18 2019
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 27.ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 22 de abril, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 23 de abril de 2019 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Abr 18 2019
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Abr 17 2019
As explicações do deputado Pedro Alves sobre a apreciação parlamentar apresentada pelo PSD no parlamento para a recuperação dos 942.
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Abr 17 2019
O PS requereu hoje a audição urgente do ministro das Finanças sobre os impactos para as contas públicas em resultado da eventual aprovação da recuperação total do tempo de serviço.
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Abr 17 2019
Aplicação disponível entre o dia 17 de abril e as 18:00 horas de 24 de abril de 2019 (hora de Portugal continental).
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Abr 17 2019
“Um aluno de 12 anos agrediu a pontapé e a soco um professor de 63, depois de este o admoestar por estar a brincar com uma bola dentro da sala de aula”, podia ler-se numa peça recente deste jornal. No desenvolvimento do texto, ficava-se a saber que o pequeno marginal tinha proferido a bazófia que “puxei” para título desta crónica. O tema foi objecto de múltiplas referências em jornais e televisões mas, 12 dias passados, está arquivado no limbo do esquecimento, para onde são remetidos os sucessivos episódios que documentam o mais grave problema da escola pública: a indisciplina. Com efeito, entre tantos outros, quem se lembra do caso de um aluno de 11 anos, violado por um colega no interior de uma escola de Montemor-o-Novo, do Leandro, 12 anos de vida, que se suicidou nas águas do Tua para fugir ao bullying dos colegas, ou do Luís, professor de música, que se atirou da Ponte 25 de Abril, “empurrado” por pequenos marginais que não o deixavam dar as suas aulas?
Voltando à agressão, já que da boca do ministro da Educação não se ouviu uma palavra e o Presidente não fez selfie com o professor agredido, arrisco eu a fotografia breve da situação que explica a cena.
Por vias e com motivações diversas (algumas perversas), tem-se imposto um conceito pedagógico que associa a defesa da disciplina a pulsões autoritárias de quem não consegue afirmar-se por outros meios (supostamente paradisíacos). Paulatinamente, tem-se imposto na escola uma ideologia protectora do aluno mal comportado, ao qual só assistem direitos.
Dizer que não há dois alunos iguais é um lugar-comum. Mas mais comum se tornou tratar em modo de esquecimento a maioria. Refiro-me aos alunos que não causam problemas de comportamento e que são permanentemente prejudicados pelos pequenos marginais, que não deixam as aulas funcionar. A pouca diferenciação que se aplica nas escolas está adulterada por um modo afunilado de interpretar o conceito de inclusão, que atira todos os apoios para cima dos pequenos marginais e termina excluindo os que se portam bem, sem resolver o problema daqueles. Esta situação tem vítimas: os alunos cumpridores, os professores que lutam pela reconquista da disciplina e a escola pública amputada de um meio central de eficácia.
Sejamos claros: se uma vertente nuclear da educação for (e é) tornar o ser moralmente responsável pelos seus actos, perante a sua consciência e perante os outros, resulta evidente que não o podemos deixar entregue à sua natureza instintiva. Outrossim, temos de o orientar num processo que o leve a admitir que a sua liberdade tem limites e que a entrada na sociedade supõe a aceitação de um conjunto de normas e de regras (disciplina) a que terá de obedecer. Assim sendo, o acto de educar supõe uma vertente disciplinar, que não dispensa a coerção necessária para substituir instintos (animais) por virtudes (humanas).
Não entender isto tornou-se politicamente correcto, mas denunciar isto vale o risco de ser queimado na fogueira inquisitória dos “pedabobos”. A autonomia que sempre tenho defendido para as escolas não serve se for entregue a (ir)responsáveis que escondem que a indisciplina é o maior problema das instituições que dirigem.
Dir-se-ia que a indisciplina se normalizou, assumindo-se como coisa inevitável. Dir-se-ia que a obsessão pelos cuidados a prestar às crianças e aos adolescentes obliterou a obrigação de os responsabilizar. É tempo de os responsáveis encararem a dureza da realidade que negam: a manifestação da crueldade de muitos pré-adolescentes e adolescentes, vinda da incompetência ou da demissão parental, não pode ser aceite na escola com os panos quentes da pedagogia romântica. Muito menos com as artes demagogicamente inclusivas, branqueadoras e flexíveis, dos tempos que correm. Os problemas maiores das escolas não são gerados na sala de aula. São trazidos para a sala de aula, anulam a aula e não são resolvidos depois da aula. É um ciclo vicioso que vai minando a escola pública e violentando a maioria que nela labuta: alunos, professores e funcionários. A impotência face aos agressores é uma razão de peso para o desespero e para a ausência de esperança que domina parte dela. Erram os que identificam disciplina com repressão, sem lhe reconhecer a capacidade transformadora de um ser bruto num ser social, ética e culturalmente válido.
In “Público” de 17.4.19
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Abr 16 2019
“Eu acredito que os professores de Portugal são isto. Eu, como professor, tenho a certeza que os professores de Portugal são dos melhores do mundo, porque têm esperança, porque transmitem essa esperança, porque olham para o futuro e porque estão disponíveis” Marcelo Rebelo de Sousa
Aos “melhores professores do mundo” tira.se a esperança com migalhas.
Aos “melhores professores do mundo” rouba-se o futuro, a eles e aos seus filhos.
E ainda querem que os “melhores professores do mundo” estejam disponíveis.
Tenham vergonha e sejam justos, os “melhores professores do mundo” querem o seu tempo de serviço.

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Abr 16 2019
Vamos abrir uma Pupil Referral Unit em Portugal?
Não por me apetecer, não apetece, já trabalho numa e agora de férias a última coisa que me apetece é falar sobre, e das, Pupil Referral Units (PRU). E, Sr. Ministro, não fosse pelos desenvolvimentos recentes e os repetidos casos de abusos físicos de alunos sobre professores e por aqui continuaria, calado que nem um rato, a aproveitar as férias.
Pupil Referral Unit é o nome dado às escolas no Reino Unido cuja função é continuar a educar os alunos da primária e secundária após a sua expulsão da escola. Sim, no Reino Unido um aluno pode ser expulso do ensino regular desde o 1.° ano por mau comportamento. Em Portugal, só depois de fazer 18 anos, quando já não estão abrangidos pela escolaridade obrigatória. Porquê, Sr. Ministro?
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Abr 15 2019
… hoje, alguém que, daqui a dois meses, fará a tal idade que eu teria quando me aposentasse.
Há gente que acredita demasiado nos avanços da ciência, há outros que não dizem coisa com coisa e já deviam estar a apanhar sol num banco de jardim… E ainda há, alguns, que vivem neste mundo que dizem ser real.
Haja paciência…
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Abr 15 2019
PROFESSORES AMANHÃ JUNTO À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA PARA VEREM APAGADO O «APAGÃO» IMPOSTO PELO GOVERNO
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Abr 15 2019
… a recuperação de tempo de serviço docente. É a recuperação do tempo de serviço congelado de todas as carreiras especiais da Função Pública.
Não se esqueçam que a solução que for encontrada para os professores será aplicada a todas as carreiras especiais.
Isto não é um problema exclusivo dos professores, é de todas as carreiras especiais. (no seu intimo e no seu silêncio devem estar a apoiar-nos com as suas rezas…)
Ao lutar não o fazemos só por uma classe, mas por 16…
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Abr 14 2019
«D. Maria II, a menina rainha» por Isabel Stilwell, chega às livrarias a 17 de abril e é o primeiro de uma coleção de livros infantis sobre as rainhas de Portugal. Ilustrações por Violeta Cor de Rosa.
Maria da Glória nasceu no Brasil, entre papagaios, o calor abrasador e flores coloridas. Aos sete anos tornou-se D. Maria II, rainha de Portugal, um país que só veio a conhecer aos 14, quando chegou a Lisboa para assumir um trono que era seu por direito.
Esta é a história de uma «menina rainha» que foi mãe de onze filhos e que, entre guerras e lutas, governou Portugal com pulso de ferro.
Isabel Stilwell, a autora bestseller de romances históricos, traz-nos o primeiro título da coleção «Rainhas de Portugal», dedicada aos mais novos. Livros apaixonantes, sobre mulheres inspiradoras que fizeram a História de Portugal.

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Abr 13 2019
“O meu sobrinho anda na inclusão”
Tenho um sobrinho surdo que nem uma porta. Mas ele não pode saber, pode ficar traumatizado. Nem na escola se pode falar nisso porque seria logo apontado a dedo.
Sai ao pai que não era surdo, era mouco, como se chamavam naquele tempo. Tudo por causa do mau olhado quando a minha mãe ficou de esperanças. Comigo já não foi assim porque a experiência faz toda a diferença. Logo que engravidou a segunda vez, foi à Ti Ingrácia, fez as rezas e os vapores contra o mau olhado e eu saí bom, saudável, via-se logo na cara.
O meu sobrinho saiu ao pai, porque a mãe não acredita em bruxas nem em mau olhado e pumba, quem pagou foi o filho.
O meu irmão andou na escola de moucos, entrou mudo e saiu calado. O curandeiro que o observou tinha um búzio e uma corneta para os seus testes. O búzio era muito útil no tempo da azeitona. Tocava-se ao cimo do povo e os trabalhadores juntavam-se e iam todos em rancho para a colheita. Mas o curandeiro usava-o nestes casos. Se o meu irmão ouvisse o búzio lá em casa, a doença não era assim tão grave. Mas não ouviu nada, quem ouviu foi a minha mãe, que o trouxe logo de seguida e o curandeiro experimentou com a corneta enfiada no ouvido. Soprou, o meu irmão desviou a cabeça e o curandeiro gritou: afinal ouve, é preciso é falhar-lhe a gritar. E toda a gente gritava e ele não ouvia, tudo por causa do mau olhado, e teve mesmo de ir para a escola de moucos.
Falar, aprendeu tanto como a cabra do curandeiro. Mas aprendeu a fazer figas, manguitos e todo o tipo de gestos e caretas, não nas aulas, porque aí tinham de estar com as mãos atrás das costas, atadas com barbante, para os obrigar a falar, uma chatice quando precisavam de ir fazer xixi, tinha de vir a assistente, que lhes abria o fecho das calças, libertava a proeminência, faziam, escorria, às vezes demais, mas eles gostavam, e voltava a pôr tudo no lugar. Gestos com as mãos em tempo de aula, nem pensar. Mas fora das aulas, aí, sim, o mano aprendeu toda a escola dos surdos.
O meu sobrinho aprendeu os gestos com o pai, em casa nenhum problema, a mãe ia aprendendo a pouco e pouco. O problema foi na escola, agora já não há escola de surdos nem mesmo surdos, agora todos vão prá inclusão, todos juntos, há lugar para todos. A minha cunhada chegou e explicou que o filho era surdo, benzeram-se todos e foram chamar a senhora coordenadora, que disse logo que ia primeiro para as medidas universais e depois logo se veria.
Ele ia fazendo os seus gestos e quando podia os seus manguitos, mas ao fim de três meses a senhora coordenadora disse que afinal as medidas universais não chegavam, tinham de passar para as medidas seletivas, juntamente com as medidas universais, tinham de resultar, era dose dupla, tinha de dar. Mas ao fim de três meses, coitado, afinal, continuava a falar tanto como a cabra, só mé-mé, e mais nada.
A senhora coordenadora acalmou toda a gente, isto é normal, mas nós ainda temos mais medidas, agora vamos experimentar as medidas adicionais, muito mais eficazes. Uma vez que ele vê e se mantem de pé sem cambalear, talvez seja de experimentar o ensino bilingue, pode ser que dê. A mãe, retorcida, que nem acredita em bruxas nem em curandeiros, ficou exaltada. Bilingue!? O problema do meu filho é não poder falar e querem enfiar-lhe com mais duas línguas? E quais? Ficou de olhos em bico, a pensar que lhe iam impingir o chinês, para uma pedagogia mais visual, com aquelas sinalefas todas, talvez seja mais atraente que a nossa escrita de que não entende patavina. Ou talvez grego, ou russo, talvez perceba melhor os carateres cirílicos.
Ao fim de mais três meses, a senhora coordenadora chegou e disse: não, afinal vai aprender primeiro língua gestual e, como bónus, leva também a língua portuguesa, não vá o rapaz descobrir que é surdo.
No ensino bilingue, as únicas pessoas bilingues são os alunos, nem todos, e os intérpretes, que se vão repartindo pelas várias escolas do agrupamento e estão sempre longe do sítio onde são precisos. Como os professores de língua gestual, sim, porque agora já há professores de língua gestual, o pior é que também circulam muito, como os intérpretes.
A mãe, vendo o filho desesperado, porque não entendia o professor monolingue de matemática, nem o de português, nem o de ciências naturais, que não tinham nada que se preocupar com surdos mas apenas com as suas disciplinas, claro, foi à bruxa, em desespero de causa, finalmente teve um acesso de lucidez e perguntou o que deveria fazer. A bruxa, em silêncio, foi buscar um tinteiro antigo de se molhar o aparo, agora sem uso, encheu de azeite, pôs uma torcida, acendeu e cobriu com uma campânula de tecido preto transparente. Soprou, viu o sentido da inclinação da chama e disse: o seu filho apanhou uma bactéria terrível, a inclusion equitas. Pega-se e mata que se farta. Apanhou essa bactéria na escola. Vá e reclame. O seu filho tem o direito de aprender na sua língua natural, a língua do pai e da comunidade surda, perdão, das pessoas que não ouvem. Repito, vá e reclame.
A mãe foi e reclamou. O senhor diretor foi muito atencioso, explicou que a senhora tinha toda a razão, os direitos do filho não estão em causa, mas a escola tem de funcionar com os meios de que dispõe e não com os meios de que o seu filho precisa. Tem de ser compreensiva, minha senhora. E a senhora compreendeu que o filho estava bem lixado!…”
Texto de José Afonso Baptista.
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Abr 12 2019
O PSD apresentou esta sexta-feira uma proposta para que os professores recuperem a totalidade do tempo de serviço que reclamam, mas diz que a forma como essa recuperação vai ser feita tem de ser alvo de acordo na Concertação Social. O partido exige também a contagem imediata, e para todos os professores, independentemente da progressão, dos dois anos e nove meses que o Governo aprovou por decreto-lei.
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Abr 11 2019
Aplicação eletrónica disponível entre o dia 11 de abril e as 18:00 horas de dia 17 de abril de 2019 (hora de Portugal continental), para efetuar a reclamação das candidaturas ao Concurso Externo.
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Abr 11 2019
Está disponível o verbete provisório dos candidatos ao Concurso Externo/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento de 2019/2020.
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Abr 10 2019
Encontra-se disponível, de 10 a 24 de abril de 2019, o período de audiências dos interessados que efetuaram a sua candidatura ao Concurso Interno/Externo de Provimento 2019/2020.
Dentro do mesmo prazo, podem ainda os candidatos desistir do concurso ou de parte das preferências inicialmente manifestadas. Candidatos ao Concurso Interno/Externo de Provimento 2019/2020 – Audiências / Desistências
Se concorreu ao Concurso Interno/Externo de Provimento 2019/2020, clique aqui para iniciar a sua sessão
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Abr 09 2019
Projeto de lista ordenada de graduação
Projeto de lista ordenada de graduação
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