Quem comentar este artigo e caso saía o primeiro prémio ele será dividido por todos os que tenham comentado.
É muito dificil saber o que fazer sózinho com 174 milhões.

Mar 03 2026
Quem comentar este artigo e caso saía o primeiro prémio ele será dividido por todos os que tenham comentado.
É muito dificil saber o que fazer sózinho com 174 milhões.

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Mar 03 2026
A AGSE anunciou no dia 25 de fevereiro que o apuramento de vagas seria feito em novo formato e que a informação seria disponibilizada no dia 3 de março na plataforma SIGRHE para análise das escolas validação ou não das vagas a disponibilizar.
A DGAE tinha por hábito (mas nem sempre) lançar as plataformas pelas 10:00 da manhã, a AGSE já sabemos que não irá cumprir esta prática e que se calhar lá mais para o fim do dia a plataforma estará disponível.
Vamos ver se sairá alguma nota informativo ou manual a acompanhar este pedido.
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Mar 02 2026
Porque preferiu manter a manifestação na rua.
São opções.
Após uma hora a aguardar o início da reunião, o Stop foi informado que negociações só aconteceriam se o protesto terminasse. O sindicato escolheu não interrompê-lo, ficando de fora das conversações.
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Mar 02 2026

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de terça-feira, dia 3 de março, até às 23:59 horas de quarta-feira, dia 4 de março de 2026 (hora de Portugal continental).
SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 310 – Latim e Grego
Grupo 330 – Inglês
Grupo 340 – Alemão
Grupo 360 – Língua Gestual Portuguesa
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 560 – Ciências Agropecuárias
Grupo 610 – Música
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 920 – Educação Especial 2
Grupo 930 – Educação Especial 3
Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 300 – Português
Grupo 330 – Inglês
Grupo 400 – História
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 910 – Educação Especial 1
Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 300 – Português
Grupo 310 – Latim e Grego
Grupo 320 – Francês
Grupo 330 – Inglês
Grupo 340 – Alemão
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 360 – Língua Gestual Portuguesa
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 560 – Ciências Agropecuárias
Grupo 600 – Artes Visuais
Grupo 610 – Música
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 910 – Educação Especial 1
Grupo 920 – Educação Especial 2
Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 300 – Português
Grupo 330 – Inglês
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 600 – Artes Visuais
Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica
Grupo 300 – Português
Grupo 330 – Inglês
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 600 – Artes Visuais
Grupo 910 – Educação Especial 1
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Mar 01 2026
Afirmação ouvida, frequentemente, em contexto escolar: “Eu não sou maluco para ir ao Psicólogo…”
Apesar de nos últimos tempos ter ocorrido muita discussão sobre Saúde Mental, propalada nos mais variados lugares e a propósito de inúmeras circunstâncias, a verdade é que subsistem, ainda, em contexto escolar, alguns preconceitos, quanto à aceitação de acompanhamento psicológico, em particular por parte de alguns alunos adolescentes, às vezes quase maiores de idade, mas também de certos pais/encarregados de educação…
Quanto a estes últimos, infere-se, por vezes, a existência de algum receio quanto ao que os seus educandos pudessem revelar acerca do funcionamento do agregado familiar…
E também existem jovens que usufruem de acompanhamento psicológico, mas que recusam qualquer possibilidade de ser dado conhecimento desse facto aos respectivos pais/encarregados de educação… Frequentemente, alguns desses jovens referem que os seus pais nunca iriam compreender e, talvez, nem sequer aceitar, a sua procura de ajuda junto de um Psicólogo…
Ao invés do anterior, também acontece com alguma frequência a existência de pais que expressam a vontade de verem os seus filhos acompanhados por Psicólogos, mas cujos filhos enjeitam essa possibilidade… Obviamente que nesta situação não pode deixar de prevalecer a vontade e a decisão dos filhos…
A propósito do anterior, costumo afirmar, em tom de brincadeira, que mesmo que todos quisessem, incluindo o Presidente da República e o Papa, que um aluno tivesse acompanhamento psicológico, tal não será possível de se concretizar desde que o próprio não o aceite…
Na verdade, a eventual intervenção de Psicólogos ainda é vista, por muitos, como algo a evitar, sobretudo por se associar isso à existência de qualquer forma de insanidade mental…
Ir ao Psicólogo não pode deixar de ser um acto voluntário, naturalmente aceite por quem se constitui como alvo da intervenção psicológica…
Sabendo que a intervenção dos Psicólogos nunca poderá ser imposta por terceiros, em particular quando se trata de jovens ou adultos, coloca-se o problema de existirem alunos que necessitariam de acompanhamento psicológico, mas que acabam por não usufruir desse apoio porque os próprios rejeitam esse tipo de abordagem…
E os Psicólogos serão só para “malucos”? Quem vai ao Psicólogo não é “normal”?
À partida, muito dificilmente alguém que procura um Psicólogo poderá ser considerado como “maluco”, desde logo porque teve o discernimento ou a lucidez de solicitar algum tipo de ajuda… Por outras palavras, a consciência de que se pretende aconselhamento face a algo que é visto/sentido como um problema ou como um desejo de mudança muito dificilmente poderá ser sinónimo de insanidade mental, muito pelo contrário…
Já o conceito de “normalidade” costuma ser, como todos sabemos, altamente subjectivo e questionável… Ainda assim, talvez se possa afirmar, de forma sucinta, que a “normalidade” corresponderá a um conjunto de atitudes, comportamentos e desempenhos esperados numa determinada faixa etária, observados na maior parte dos sujeitos que integram esse grupo etário, ou seja, típicos desse grupo…
Mas, e sem dramas desnecessários, não nos esqueçamos destas palavras de Caetano Veloso, com as quais, por sinal, concordo plenamente: “De perto, ninguém é normal”…
Como já afirmei noutras ocasiões, contrariamente a alguns mitos, os Psicólogos também são gente, em vez de criaturas “assépticas”, a quem está vedada a expressão de sentimentos, emoções ou estados de alma e também têm que cuidar da sua Saúde Mental…
Afinal, os Psicólogos também choram, também riem, também se indignam, não são sempre serenos e, às vezes, também sofrem, mesmo que isso não seja visível… De resto, se assim não fosse muito dificilmente conseguiriam ser Psicólogos…
Recorrendo ao humor, o resumo da vida profissional de um Psicólogo talvez possa ser ilustrado desta forma:
– Quantos Psicólogos são necessários para mudar uma lâmpada?
– Apenas um, mas a lâmpada tem que querer mudar…
Nas escolas, há, frequentemente, “lâmpadas que não querem mudar”…
E não, não, estou a falar só de alunos… Mas também não estou a excluir os próprios Psicólogos…
Urge desconstruir o preconceito e desmistificar a intervenção dos Psicólogos, nomeadamente em contexto escolar…
(Escrito sem recurso a qualquer forma de IA).
Paula Dias
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Fev 28 2026
A Dona Clarice não era apenas a nossa professora da Primária.
Não. A Dona Clarice era uma instituição na forma de uma pessoa só.
A Dona Clarice sempre perfumada num desafio claro a Cronos e ao peso dos anos.
A Dona Clarice não queria saber. E não se importava dentro do seu cabelo impossível, encaracolado até à teimosia, negro por natureza, ou talvez não, e a velhice é para ser enganada à custa de tanta tinta.
Quanto a nós, petizes sentados em carteiras demasiado pequenas para tamanha agitação dentro do corpo, pouco mais fazíamos para além de esperar por quem cometesse o primeiro erro, não para aprender, mas para medir toda a extensão da régua mais o peso da madeira.
Ou seja, a culpa é equivalente à distância entre a régua e a palma da mão.
E a culpa era sempre nossa. Indiscutível. Fatal. Certíssima. Justa. Merecida.
E um castigo não se discute se ninguém nos ensinou a discutir.
É de propósito.
E se chorávamos, lágrimas rápidas, também elas a querer fugir às farpas da madeira gasta à custa de tantos anos, tantas palmas, tantos alunos, tantas crianças.
E mesmo assim, no meio do choro, havia qualquer coisa parecida com respeito, ou medo, ou talvez as duas coisas embrulhadas uma na outra, como pão com manteiga a meio da manhã.
Porque falámos com o colega do lado.
É verdade.
Porque copiámos no teste.
É verdade.
Porque chegámos tarde.
É verdade.
Porque existimos, e existir, naquele tempo, já era uma forma de culpa.
A sala era um mundo inteiro, da primeira à quarta classe, idades misturadas como vozes numa igreja, os mais velhos a fingirem não ter medo, mas tinham, e os mais novos a aprenderem cedo a ordem natural das coisas a vir de cima e com força.
Sejamos claros: o exercício da violência e da agressão física não era apenas permitida, era socialmente aceite, era incentivada, e a culpa não era da Dona Clarice.
A Dona Clarice era a nossa professora.
E nós uma turma inteira ainda hoje com a síndrome de Estocolmo.
Só pode.
E em cada reguada a assinatura dos pais por baixo e não é preciso assinar a caderneta.
E nós, pequenos cidadãos desta distopia imensa dentro dos nossos lindos bibes verdes, a distopia dentro dos bibes e não nós, entenda-se, assinávamos igualmente por baixo.
Por não conhecermos outra língua senão esta, a da régua, o silêncio é para ser imposto e a obediência cega é a virtude máxima.
Porque a Dona Clarice era a ternura encarnada, era a dedicação de manhã à noite, a mãe de todos e de ninguém.
A Dona Clarice com as costas curvadas de tanto cansaço às cavalitas dos ombros diante das crianças a testar os limites mais a existência do mundo.
Um suspiro antes de abrir o livro, o mesmo suspiro antes de explicar, um suspiro antes de repetir e outro ao sabor da régua, porque é preciso bater e educar é endireitar à força.
Hoje, quando penso na Dona Clarice, não penso na dor da régua, penso nas mãos, nas mãos a escrever no quadro, as mãos a folhear cadernos, a corrigir erros numa paciência seca.
As mãos de uma professora pobre num país pobre, a fazer quanto sabia e quanto lhe tinham ensinado a fazer.
A Dona Clarice já não está entre nós. Há muitos anos. E, no entanto, não me esqueço. Não consigo.
E não guardo rancor. Guardo saudade. E trago comigo um perdão ainda hoje por dizer.
P.S.: O nosso 25 de Abril? Foi quando a Dona Clarice partiu a régua contra uma mesa. Ainda hoje vejo diante dos olhos aquela metade a voar pela sala fora para morrer junto à parede. Naquela noite, a liberdade. E nunca mais houve reguadas. Pelo menos com aquela régua.
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Fev 27 2026
Hoje já recebi e-mails de dirigentes do MECI que se despedem e outros nas redes sociais a anunciarem a despedida dos lugares que têm ocupado nos últimos anos nas diversas estruturas do MECI.
Sendo hoje o último dia útil de fevereiro, a maioria das restruturações entram em vigor já na segunda feira e os seus lugares são extintos.
Na minha opinião foi uma mudança demasiado brusca que vai deixar muitos serviços em stand by nos próximos meses.
A todos eles deixo aqui publicamente o meu agradecimento por tudo o que serviram na Educação em Portugal e desejo que muito do que foram construíndo em diversos setores do MECI não se perca pelo caminho.
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Fev 27 2026
Mas acho que sobre isso estamos todos de acordo.
Mas em que moldes poderá ser feito ainda é uma incógnita e tenho muitas dúvidas que isto se venha a aplicar para 2026/2027, tanto mais que as vagas de professores para esse ano letivo começam a ser trabalhadas a partir da próxima terça-feira.
Começar com uma experiência piloto até pode ser uma boa ideia, mas já se percebeu que as experiências piloto fracassam quase sempre.
No meu ponto de vista o 1.º e 2.º ano de escolaridade deve manter sempre a monodocência e aceito de alguma forma que a partir daí se possa passar para um alargamento do número de docentes em cada um dos anos, tal como agora existe com o Inglês no 1.º ciclo a partir do 3.º ano.
Considero que as AEC devem acabar e que em sua substituição possa ser implementado no currículo dos alunos áreas artísticas ou físicas com a criação de novos grupos de recrutamento ou mantendo-se os grupos atuais, alargando a sua abrangência a partir do 3.º ano de escolaridade.
No caso do 2.º ciclo a matriz curricular, que se deveria iniciar no 3.º ano poderia ser mantida, criando-se assim um novo ciclo do 3.º ao 6.º ano com as mesmas áreas curriculares.
No fundo, este novo ciclo poderia ser único, com especificidades nos dois primeiros anos de escolaridade que mantinha a monodocência intacta e uma pluridocência a partir daí com um currículo pensado para 4 anos, antecipando uma entrada num ensino secundário a partir do 7.º ano onde já poderia haver áreas de escolha por parte dos alunos, como agora existe no 10.º ano.
Mas a mudança do 3.º ciclo e ensino secundário não está no programa do governo por isso nem vale muito a pensa pensar nisso para já.
Ouvir no Spotify aqui
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Fev 27 2026
A FENPROF foi convocada pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) para uma reunião negocial no âmbito do processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD).
De acordo com comunicação remetida pelo MECI, tal corresponderá ao prosseguimento do processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente, através de uma reunião negocial a realizar no próximo dia 2 de março de 2026, às 17H00, nas instalações sitas na Avenida Infante Santo.
A ordem de trabalhos integra um ponto único: Apresentação de proposta revista sobre “Habilitação para a docência, recrutamento e admissão”.
A FENPROF confirma a sua participação nesta reunião, no quadro do processo negocial em curso, reafirmando disponibilidade para discutir soluções que valorizem a profissão docente, garantam rigor na habilitação para a docência e assegurem transparência e justiça nos mecanismos de recrutamento e admissão.
Importa, contudo, sublinhar que a FENPROF já emitiu um parecer profundamente crítico, tanto no plano político como no plano jurídico, relativamente às orientações e propostas apresentadas pelo ministério e pelo governo nesta matéria. Nesse parecer, a Federação alerta para riscos sérios de desvalorização da profissão docente, neles incluindo o aligeiramento das exigências de qualificação e possíveis desconformidades legais, para além de a proposta do governo indiciar a intenção de fragilização dos vínculos, de dissolução da carreira docente no quadro global da Administração Pública, de descaracterização da profissão e de pôr fim à carreira de corpo especial dos professores e educadores.
O referido parecer pode ser consultado na íntegra no site oficial da FENPROF .
Tendo em conta a complexidade, a importância e necessidade de perceção da opinião pública relativamente às ameaças de desvalorização da profissão docente, a FENPROF espera poder contar com a presença dos/as senhores/as jornalistas.
Da parte do STOP está marcado um Plenário/Concentração à porta do MECI, às 14:00
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Fev 26 2026
Porque não é apenas a chuva, o sol e o mau tempo que afetam a qualidade das escolas.
Tantas por aí fora existem em funcionamento com péssimas condições para estarem abertas.
Será feita uma recomposição da oferta escolar em vez de soluções temporárias, anunciou o ministro.
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Fev 25 2026
Pelo que percebi do comunicado da FNE da semana passada “As alterações dificilmente entrarão em vigor no ano letivo 2026-2027, sendo mais provável a sua aplicação a partir de 2027-2028“. Assim, o mais certo é que a abertura do concurso não esteja dependente desta negociação e que a qualquer momento se iniciem os procedimentos para o concurso 2026/2027.
A primeira etapa do concurso será verificar o número de vagas a preencher pelo concurso interno.
Para isso a AGSE deve questionar as escolas pelas suas necessidades permanentes para a abertura dessas vagas (positivas ou negativas).
Até hoje ainda nada se sabe sobre este pedido às escolas.
Também importa saber se alguém que ficou na AGSE tem conhecimento destes procedimentos, pois a DGAE extingui-se recentemente.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2026/02/para-quando-o-concurso-interno-2/
Fev 25 2026
Desconheço se a vontade do MECI em substituir o período probatório pelo ano de indução já se está a aplicar este ano, visto que em final de fevereiro ainda não existe qualquer lista publicada dos docentes que dispensam ou não do período probatório.
O ano passado a lista foi publicada em 5 de fevereiro.
Será que como já me disseram a AGSE não tem as palavras passe da DGAE?
A Federação Nacional da Educação reuniu com o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), no âmbito da negociação relativa à habilitação para a docência, recrutamento e admissão à carreira.
Na abertura da reunião, o Secretário de Estado apresentou a proposta de articulado enviada à FNE no dia anterior, salientando:
A FNE apresentou as suas posições e colocou diversas questões, tendo sido obtidas as seguintes clarificações e garantias:
O MECI garantiu que:
2. Período probatório substituído por período experimental
O Ministério propõe substituir o atual período probatório por um período experimental, que corresponderá a um ano de indução à profissão, integrando:
O MECI manifestou abertura para analisar condições de isenção do período experimental, em linha com o regime atualmente aplicável ao período probatório.
A FNE considera que esta matéria exige especial cuidado, nomeadamente quanto:
O objetivo deve ser assegurar rigor, credibilidade e justiça, evitando transformar este mecanismo num fator de instabilidade.
3. Formação pedagógica mantém-se obrigatóriaFica expresso que o exercício de funções docentes exige formação pedagógica na área da docência e que não haverá redução das exigências de habilitação, mesmo face à escassez de professores.
Foi igualmente reconhecida a necessidade de:
4. Situação dos docentes que concluem profissionalização este ano
Foi identificada uma situação potencial de injustiça relativamente aos docentes que terminam a sua formação inicial ou profissionalização até julho.
O MECI reconheceu a necessidade de:
A FNE acompanhará esta matéria com particular atenção.
5. Articulação com legislação subsidiária e ECD
Foi ainda esclarecido que:
6. Entrada em vigor
As alterações dificilmente entrarão em vigor no ano letivo 2026-2027, sendo mais provável a sua aplicação a partir de 2027-2028.
A FNE continuará a intervir com propostas concretas, reafirmando que a mesa negocial é o espaço próprio para garantir estabilidade, justiça e valorização da profissão docente.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2026/02/informacao-da-fne-sobre-a-reuniao-com-o-meci/
Fev 24 2026
Até agora os pedidos de autorização de acumulações de funções eram deferidos pela DGAE, após parecer prévio do diretor do agrupamento. E só a partir desse deferimento é que os docentes podiam acumular funções.
Em diversos casos, é condição essencial para a acumulação de funções esse deferimento da DGAE, que agora tarda em ser dado na plataforma SIGHRE.
Existem formadores para os diversos Centros de Formação que não podem começar as suas ações de formação enquanto esse deferimento não for dado.
Será que alguém na AGSE ficou encarregado de dar esse deferimento?
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Fev 23 2026
Porque deixaram de ser publicadas para o público em geral.
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Caro/a Diretor/a,
A AGSE informa que foi publicada a Mobilidade Interna do Concurso Externo Extraordinário (CEE).
Colocações por mobilidade interna CEE (MICEE):
A AGSE permanece disponível para quaisquer esclarecimentos que considere necessários.
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Com os melhores cumprimentos, O Presidente da Agência para a Gestão do Sistema Educativo Raúl Capaz Coelho |
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Fev 21 2026
E neste momento vai ser preciso andar aos “papéis” com as notas informativas anteriores.
Foram ontem publicadas as colocações e não colocações da Mobilidade Interna do Concurso Externo Extraordinário e os docentes não colocados não sabem onde se vão apresentar na próxima semana.
Fica aqui a nota informativa da Mobilidade Interna do CEE do ano passado que se deve aplicar novamente este ano.
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Fev 21 2026
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 23 de fevereiro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 24 de fevereiro de 2026 (hora de Portugal continental).
SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato
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Fev 11 2026
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de quinta-feira, dia 12 de fevereiro, até às 23:59 horas de sexta-feira, dia 13 de fevereiro de 2026 (hora de Portugal continental).
SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato
Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 120 – (Inglês 1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica
Grupo 300 – Português
Grupo 310 – Latim e Grego
Grupo 320 – Francês
Grupo 330 – Inglês
Grupo 340 – Alemão
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 360 – Língua Gestual Portuguesa
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 560 – Ciências Agropecuárias
Grupo 600 – Artes Visuais
Grupo 610 – Música
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 910 – Educação Especial 1
Grupo 920 – Educação Especial 2
Grupo 930 – Educação Especial 3
Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica
Grupo 300 – Português
Grupo 310 – Latim e Grego
Grupo 320 – Francês
Grupo 330 – Inglês
Grupo 340 – Alemão
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 360 – Língua Gestual Portuguesa
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 560 – Ciências Agropecuárias
Grupo 600 – Artes Visuais
Grupo 610 – Música
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 910 – Educação Especial 1
Grupo 920 – Educação Especial 2
Grupo 930 – Educação Especial 3
Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica
Grupo 300 – Português
Grupo 310 – Latim e Grego
Grupo 320 – Francês
Grupo 330 – Inglês
Grupo 340 – Alemão
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 360 – Língua Gestual Portuguesa
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 560 – Ciências Agropecuárias
Grupo 600 – Artes Visuais
Grupo 610 – Música
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 910 – Educação Especial 1
Grupo 920 – Educação Especial 2
Grupo 930 – Educação Especial 3
Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica
Grupo 300 – Português
Grupo 310 – Latim e Grego
Grupo 320 – Francês
Grupo 330 – Inglês
Grupo 340 – Alemão
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 360 – Língua Gestual Portuguesa
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 560 – Ciências Agropecuárias
Grupo 600 – Artes Visuais
Grupo 610 – Música
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 910 – Educação Especial 1
Grupo 920 – Educação Especial 2
Grupo 930 – Educação Especial 3
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Fev 10 2026
Fenprof vai atravessar o país entre 19 de Fevereiro e 4 de Março para dar visibilidade à falta de professores, ao envelhecimento da profissão docente e a outros problemas que afectam a profissão.

A Federação Nacional dos Professores alertou esta terça-feira para um aumento do número de alunos sem aulas face ao ano passado, estimando que a falta de professores tenha afectado mais de 158 mil estudantes em Janeiro.
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Fev 10 2026

A média de idades dos 1.639 professores que foram colocados no último Concurso Externo Extraordinário (CEE) lançado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), cujas listas foram conhecidas a 26 de janeiro, é de 41,4 anos. Dos mais de 1.600 professores que vincularam, apenas 396 são efetivamente novos no sistema. Os outros já davam aulas, mas não pertenciam aos quadros do MECI. Quando se olha para os docentes novos no sistema, a média de idades sobe para os 43,6 anos.
A análise dos dados resulta de uma parceria entre o movimento Missão Escola Pública (MEP) e o professor Davide Martins. É no pré-escolar que a situação é mais expressiva. Neste grupo de recrutamento, a média de idade dos educadores de infância agora vinculados é de 53 anos. “As faixas etárias mais representadas são as dos 45–49 anos (305 colocados) e dos 40–44 anos (260 colocados)”, nota a MEP, em nota enviada às redações.
Mas, na análise destes dados, merecem destaque os seis docentes que têm mais de 65 anos. O professor mais velho a vincular tem 66 anos. Ou seja, está, no máximo, a um ano e nove meses de se reformar.
Além disso, há 396 professores com redução de componente letiva por causa da idade. A partir dos 50 anos, os docentes vinculados beneficiam de reduções na componente letiva (duas horas a partir dos 50 anos, quatro horas a partir dos 55 e oito horas a partir dos 60). Os professores contratados não têm direito a essa redução. “Portanto, questionamo-nos até que ponto estes concursos externos extraordinários não estão a agravar o problema de alunos sem aulas. Um recurso que, enquanto contratado, estava a assegurar 22 horas letivas, passa a assegurar só 20, 18 ou 14 horas. As outras horas dão lugar a outras tarefas na escola que não correspondem a aulas”, sublinha Cristina Mota, porta-voz da MEP.
Quando comparados o número de professores com menos de 30 anos colocados no último CEE com o número de professores com mais de 50 igualmente colocados, é possível concluir que há mais colocados em idade de redução da componente letiva (396) do que jovens a entrar na profissão (352). Há mesmo grupos de recrutamento que não têm na lista de colocados nenhum professor abaixo dos 30 anos. É o caso do Pré-escolar, de Português e de Estudos Sociais/História do 2.º Ciclo.
Além dos docentes com mais de 50 anos, há outros 697 que não têm formação pedagógica e que foram integrados no sistema com a premissa de fazerem essa profissionalização em quatro anos. Os docentes que estão a fazer a profissionalização também beneficiam de uma redução de quatro horas na componente letiva, o que significa que também não podem assegurar um horário completo.
“De maneira nenhuma estamos contra os colegas que vincularam. Vincularam, têm direito à redução de horário e claro que devem usufruir dela. Mas esses colegas podiam vincular, por exemplo no concurso anual que deverá abrir no próximo mês”, sublinha Cristina Mota.
A MEP defende que os dados que agora apresenta desmontam a narrativa do MECI de que o CEE está a renovar o corpo docente e levanta questões sérias sobre a eficácia da medida. “O ministério está a adotar medidas que, em termos economicistas, são prejudiciais ao próprio ministério, quando esse dinheiro poderia estar a ser investido em medidas como valorização salarial, que efetivamente iriam trazer professores novos ao sistema e não professores novos, que afinal são velhos”, defende ainda a porta-voz da MEP.
O movimento diz que “está igualmente em causa uma questão de justiça na carreira docente”. “Num momento em que o Parlamento discute a correção das ultrapassagens, o CEE cria novas ultrapassagens, permitindo que docentes – alguns sem qualificação profissional – ultrapassem outros que estão há anos no sistema”, acrescenta.
Em causa estão professores que vincularam sem profissionalização e também “professores que vêm do privado e passam à frente de docentes que estão há anos a assegurar o funcionamento da escola pública”.
A Missão Escola Pública questiona, assim, se os concursos externos extraordinários “não estarão, afinal, a agravar o problema que dizem querer resolver: mais horários sem professor, mais alunos sem aulas, mais injustiça numa carreira já profundamente fragmentada”.
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Fev 10 2026
Na listagem mensal de aposentados com efeitos ao dia 1 de março são aposentados 250 docentes da rede pública do MECI, de Portugal Continental.
Mais um conjunto de antigos subscritores que não os que considero nesta análise.

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Fev 06 2026
No dia 22 de dezembro publiquei o vencimento base dos 10 escalões da carreira docente que mostro novamente aqui:

O IGEFE publicou ontem no Processamento de Vencimentos 2026 as tabelas dos 10 escalões e não falhei um único cêntimo em nenhum dos escalões.

No dia 6 de janeiro já tinha publicado os valores com base das retenções para 2026.
Sinal que isto já podia ter sido processado no vencimento de janeiro em vez de termos de aguardar pelo mês de fevereiro para receber o mês de janeiro com retroativos.
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Fev 06 2026
Podia ao menos o MECI ter a preocupação de mudar o calendário para os mesmos dias da semana de cada prova.
Porque assim bastava apenas mudar o dia em vez de ser necessário rever toda uma calendarização.

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Fev 05 2026
Já diversos professores me questionaram quando irá abrir o concurso interno de 2026.
Geralmente ele abre no mês de março, conforme comprova o quadro seguinte com as datas dos concursos desde 2020.

Este ano até poderá atrasar a abertura do concurso interno porque em cima da mesa negocial encontra-se para discussão o tema “Habilitação para a docência, recrutamento e admissão”.
Esta primeira reunião para a negociação deste tema estava prevista para o dia de ontem, mas o MECI por motivos de força maior adiou a reunião.
Se o primeiro tema da negociação MECI/SIndicatos demorou perto de um mês a ser concluído e tendo em conta que este segundo tema é bem mais sensível que o primeiro é provável que a negociação apenas termine em finais de março.
Portanto, o mais provável é que apenas no mês de abril abra o concurso interno com as novas regras a negociar com os sindicatos.
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Fev 04 2026
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de quarta-feira, dia 4 de fevereiro, até às 23:59 horas de quinta-feira, dia 5 de fevereiro de 2026 (hora de Portugal continental).
SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato
Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica
Grupo 300 – Português
Grupo 310 – Latim e Grego
Grupo 320 – Francês
Grupo 330 – Inglês
Grupo 340 – Alemão
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 360 – Língua Gestual Portuguesa
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 560 – Ciências Agropecuárias
Grupo 600 – Artes Visuais
Grupo 610 – Música
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 910 – Educação Especial 1
Grupo 920 – Educação Especial 2
Grupo 930 – Educação Especial 3
Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica
Grupo 300 – Português
Grupo 310 – Latim e Grego
Grupo 320 – Francês
Grupo 330 – Inglês
Grupo 340 – Alemão
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 360 – Língua Gestual Portuguesa
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – MatemáticaGrupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 560 – Ciências Agropecuárias
Grupo 600 – Artes Visuais
Grupo 610 – Música
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 910 – Educação Especial 1
Grupo 920 – Educação Especial 2
Grupo 930 – Educação Especial 3
Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica
Grupo 300 – Português
Grupo 310 – Latim e Grego
Grupo 320 – Francês
Grupo 330 – Inglês
Grupo 340 – Alemão
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 360 – Língua Gestual Portuguesa
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 560 – Ciências Agropecuárias
Grupo 600 – Artes Visuais
Grupo 610 – Música
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 910 – Educação Especial 1
Grupo 920 – Educação Especial 2
Grupo 930 – Educação Especial 3
Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica
Grupo 300 – Português
Grupo 310 – Latim e Grego
Grupo 320 – Francês
Grupo 330 – Inglês
Grupo 340 – Alemão
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 360 – Língua Gestual Portuguesa
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 560 – Ciências Agropecuárias
Grupo 600 – Artes Visuais
Grupo 610 – Música
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 910 – Educação Especial 1
Grupo 920 – Educação Especial 2
Grupo 930 – Educação Especial 3
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Fev 01 2026
Uma parte significativa da Classe Docente parece ser conservadora e isso será independente da crença em eventuais ideologias políticas, sejam de Direita, sejam de Esquerda…
Ou seja, em termos gerais, o conservadorismo da Classe Docente não estará directamente relacionado com convicções políticas, será, porventura, mais abrangente e profundo do que essa possível dicotomia, assente em doutrinas ideológicas…
Uma parte significativa da Classe Docente é conservadora, mas muitas vezes os próprios Professores não aparentam dar-se conta disso…
Quem está do lado de fora da Educação também não costuma percepcionar o conservadorismo docente, confundindo frequentemente, por exemplo, adesão a Greves com efectivo activismo de classe profissional…
Não creio que exista esse activismo na Classe Docente, mesmo que, em certos momentos, possa verificar-se uma adesão significativa a determinadas Greves e gerar-se, por aí, a ideia ilusória de que há uma real e genuína união entre Professores…
Os dicionários online dizem-nos que “ser conservador” significará, mais ou menos, isto:
– Apego ao que é conhecido e costumeiro; posição de quem defende a continuidade de um sistema ou posição;
– Alguém que não gosta de mudanças em relação ao que é habitual ou tradicional…
A Classe Docente que, de resto, costuma andar ciclicamente “a reboque” de políticas educativas, conforme os Partidos Políticos que se encontram no Governo, reage, frequentemente, de forma negativa quando se discute política em certos contextos educativos, nomeadamente em Blogues de Educação…
Quando tal sucede, “aqui D’el-rei”, exaltam-se os ânimos, pois que não há neutralidade nem isenção! Num “Blogue de Professores” não se deveria permitir tal veleidade!
E a seguir também costuma vir um coro de acusações: ora se acusa alguém de ser de Esquerda, ora se acusa o mesmo de ser de Direita, ora de defender ou de atacar o Partido do Governo, seja ele qual for… Na verdade, existem acusações para todos os gostos e feitios…
Exaltam-se os ânimos, parecendo ignorar que as políticas educativas surgem porque existem Partidos Políticos que as conceberam e que são responsáveis por elas, em cada Legislatura…
Não assumir isso e considerar que quando se fala e discute sobre Educação não se pode falar nem discutir sobre Política e/ou sobre Políticos é um acto de profunda hipocrisia e de negação da realidade…
A neutralidade e a isenção não é fazer de conta que não existe qualquer interdependência entre Educação e Política… A neutralidade e a isenção é conseguir analisar e discutir as políticas educativas, assumindo e reconhecendo as eventuais des(virtudes), sem o apego redutor a ideologias, ainda que as convicções políticas/partidárias de cada um sejam um direito inalienável…
Mas, e paradoxalmente, “não vale a pena fazer ondas” ou “não estou para me chatear” também são duas expressões do conservadorismo docente, que se ouvem frequentemente e que acabam por legitimar o status quo instituído e contribuir para a respectiva manutenção…
Fazer tudo sempre da mesma forma, mas esperar resultados diferentes, não parece plausível nem congruente… Em termos gerais, em muitas situações, a Classe Docente parece estar refém de si própria, presa num labirinto de contradições…
“Não tomar partido” também parece ser o lema de muitos, em particular daqueles que consideram que não se deve falar sobre política e/ou sobre Políticos num Blogue de Educação, pretensamente para não se colocar em causa a isenção e a neutralidade…
Perante o anterior, sarcasticamente, apetece afirmar isto:
– O Povo é sereno de mais, o rebanho tem muitas dificuldades em admitir ovelhas negras, tende a bani-las ou a “apedrejá-las”, quando as mesmas se revelam como discordantes do status quo vigente ou quando se sai do que é habitual e tradicional, por exemplo, falando-se de assuntos tidos como inusitados ou “tabu”, muitas vezes vistos ou interpretados como potenciais afrontas a certas “convenções” artificiais, existentes na Classe Docente…
Mas, e afinal, o que têm ganho os Professores com uma atitude recorrentemente conservadora, conformista, submissa, silenciosa e de acomodação ao ritual? Algum dos problemas que afectam a Classe Docente foi resolvido por essa via? Conseguiram conquistar, dessa forma, o tão almejado respeito ou a valorização do seu trabalho?
A realidade mostra que só conseguiram ganhar alguma coisa quando, em momentos excepcionais, conseguiram, em primeiro lugar, desobedecer a si próprios, desassossegar-se e infringir a “lei do silêncio” auto-imposta…
Por outro lado, em contexto educativo, os Professores são os principais transmissores daquilo que habitualmente se designa por “currículo oculto”…
“Currículo oculto” que, de forma sucinta, corresponderá a um conjunto de aprendizagens informais, implícitas, que não fazem parte do “currículo oficial” ou formal e que vão além deste último…
Trata-se, assim, de um sistema de valores, crenças e atitudes, transmitido pelos Professores na interacção com os Alunos e que, de alguma forma, poderá ser interiorizado pelos discentes e servir até como modelo de comportamento futuro…
Nas circunstâncias anteriores, será isso isenção e neutralidade? Não, não é…
Não, não é… Mas enquanto formos humanos (e espera-se que nunca deixemos de o ser) é praticamente impossível abolir esse aspecto de qualquer relação pedagógica…
E, então, isso significa que os Professores serão parciais, tendenciosos ou facciosos?
Não, isso significa que a subjectividade é parte intrínseca do comportamento humano e que, como tal, é praticamente impossível eliminá-la… Sendo assim, a isenção e a neutralidade são, por lado, praticamente impossíveis de alcançar e, por outro, nem sempre fazem sentido…
Na maior parte das vezes, a isenção e a neutralidade, tão perorados por muitos, não passam de uma fantasia ou de uma expressão do “pensamento mágico”…
Revejo-me em Antonio Gramsci, nestas duas convicções:
– “ Odeio os indiferentes, viver significa tomar partido”…
– “Tudo é político, inclusive o silêncio conivente e fantasiado da neutralidade!”…
Enquanto persistir, da parte de muitos, a convicção de que, em Educação, não se deve “tomar partido” e que há assuntos “tabu”, interditos, por poderem ser causadores de algum tipo de melindre, muito dificilmente a Classe Docente abandonará o seu conservadorismo…
Quando falar de política em certos contextos relacionados com Educação é visto como uma espécie de “excentricidade despropositada”, abre-se o caminho para que esse tipo de pensamento contribua para reduzir a Educação à ingenuidade e à artificialidade…
De qualquer forma, e por motivos óbvios, esse é o género de pensamento que mais convirá aos políticos, sobretudo se forem Governantes…
“Viver significa tomar partido!”
Paula Dias
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Jan 29 2026
Começam a ser inúteis estas reservas de recrutamento quando metade ou mais dos professores não aceitam as colocações.
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 33.ª Reserva de Recrutamento 2025/2026.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de sexta-feira, dia 30 de janeiro, até às 23:59 horas de segunda-feira, dia 2 de fevereiro de 2026 (hora de Portugal continental).
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Jan 28 2026

A Organização Nacional de Apoio eTwinning tem a honra de anunciar os vencedores dos Prémios eTwinning 2025, uma distinção que reconhece projetos educativos de referência, desenvolvidos através da colaboração entre professores, alunos e parceiros internacionais.
Os projetos premiados destacam-se pelo seu contributo para uma educação inclusiva, inovadora e alinhada com os valores europeus, evidenciando práticas pedagógicas de elevada qualidade e forte impacto nas aprendizagens dos alunos.
Os Prémios eTwinning distinguem iniciativas em diferentes níveis de ensino e categorias, valorizando a criatividade, a integração curricular, o uso significativo das tecnologias digitais e a cooperação internacional eficaz.
Esta distinção reafirma o papel do eTwinning como uma comunidade dinâmica de aprendizagem e partilha, que continua a inspirar práticas educativas transformadoras em toda a Europa.
A todos os docentes, alunos e escolas vencedoras, endereçamos os nossos parabéns por este reconhecimento, que reflete o empenho, a dedicação e a excelência do trabalho desenvolvido.
Os Prémios eTwinning 2025 reforçam, assim, a importância da cooperação europeia no contexto educativo e o papel essencial dos professores na construção de uma escola mais inovadora, aberta e colaborativa.
Parabéns a todos os premiados!
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Jan 27 2026
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Jan 27 2026
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2026/01/Comunicado_MECI_concurso_externo_extraordinário_26.01.2026.pdf”]
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Jan 26 2026
Das 1.800 vagas abertas para o Concurso Externo Extraordinário nos 10 QZP e nos 28 Grupos de Recrutamento apenas 1 QZP ocupou todas as vagas que abriram (QZP40).
O QZP com maiis vagas por preencher foi o QZO 45 (imagine-se, LISBOA), com 75 vagas por ocupar. O QZP 46 também teve 38 vagas por ocupar.
A Educação Pré-Escolar e o 1.º Ciclo ocuparam todas as vagas em concurso, assim como outros 12 grupos de recrutamento.
O único grupo de recrutamento que não ocupou nenhuma das vagas abertas foi o grupo 920 – Educação Especial 2.

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Jan 26 2026
Das 1.800 vagas abertas para o concurso externo extraordinário de 2025/2026.
Em 1.ª prioridade vincularam 942 docentes e com habilitação própria vincularam 697 docentes.
Em breve vou analisar onde ficaram por ocupar as 161 vagas.

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Jan 26 2026
Porque hoje já foram notificadas as decisões da reclamação.
Encontra-se disponível para consulta a notificação da decisão da reclamação ao Concurso Externo Extraordinário 2025/2026
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Jan 24 2026
Mas eu não me acredito que o objetivo seja transferir os alunos do 2.º para o 1.º ciclo.
O que acho que pode vir a acontecer é apenas uma mudança curricular que possa eliminar a obrigação da monodocência no 1.º ciclo, não transferindo os alunos de estabelecimentos de ensino por causa dessa fusão entre 1.º e 2.º ciclo. E que seja dada alguma, ou bastante liberdade para que as escolas escolham uma gestão dos alunos em função da sua realidade escolar.
O ministro da Educação anunciou que a fusão do 1.° e do 2.° ciclo entra em vigor no ano letivo 2027-2028. Professores, diretores, sindicatos e escolas superiores de Educação querem conhecer o modelo escolhido por Fernando Alexandre. A mudança representa uma reforma profunda do sistema de ensino que pode implicar, inclusivamente, a reorganização dos espaços escolares em pouco mais de um ano.

“As escolas, os próprios edifícios, não estão preparados porque foram criados para outro modelo. Por isso, qual será a reorganização?”, questiona Luísa Brandão, professora de 1.º ciclo e dirigente do Movimento de Professores em Monodocência. “A fusão pode ser muito boa ou muito má”, aponta, referindo: em escolas mais pequenas, com seis salas, por exemplo, os atuais professores titulares podem continuar a dar as áreas nucleares de Português, Matemática e Estudo do Meio e os alunos terem outros docentes a Inglês, Música ou Educação Física, com horários desfasados para acesso ao recreio e cantina. Em estabelecimentos maiores, essa organização é mais difícil, o que significa a junção de crianças dos seis aos 12 anos. E isso já “pode ser um foco de novos conflitos”, alerta. Há muitas dúvidas que têm de ser esclarecidas, reclama.
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Jan 23 2026
Depois do acto eleitoral realizado no passado dia 18 de Janeiro, os dois candidatos mais votados foram António José Seguro e André Ventura…
Assim sendo, serão esses os candidatos sujeitos a sufrágio no próximo dia 8 de Fevereiro, pelo que um deles será o próximo Presidente da República Portuguesa…
Nos últimos dias, e face à inevitável Segunda Volta das eleições para a Presidência da República, muitas foram as personalidades que vieram a público expressar o seu apoio a António José Seguro, tanto signatários da Esquerda como da Direita, todos alertando para os perigos de uma eventual vitória de André Ventura…
Contrariando o anterior, o 1º Ministro Luís Montenegro que, na Primeira Volta não se furtou a esforços para expressar, publicamente, o seu apoio ao candidato Marques Mendes, decidiu, agora, remeter-se à “neutralidade”, arrastando o próprio PSD para essa monumental insensatez:
– “Não emitiremos nenhuma indicação, nem é suposto fazê-lo.” (SIC Notícias, em 18 de Janeiro de 2026)…
Por essa afirmação, não é suposto fazê-lo no presente, mas ainda há poucos dias, durante a última campanha eleitoral, não houve qualquer renitência em emitir uma indicação a favor de Marques Mendes…
Que coerência poderá ser reconhecida a essa decisão, conhecida no passado dia 18 de Janeiro?
Poucos dias mais tarde, Luís Montenegro veio tentar justificar a citada decisão:
– “Por liderar um Governo de Centro, não apoia nem André Ventura nem António José Seguro porque estes candidatos representam o espaço político da Direita e o espaço da Esquerda.” (CNN Portugal, em 21 de Janeiro de 2026)…
Com franqueza, a anterior justificação mais parece uma “desculpa esfarrapada”, tendo em consideração que, em várias ocasiões, o Governo de Luís Montenegro se aliou em termos parlamentares, sem mostrar qualquer hesitação, ora com o Partido Socialista, supostamente de Esquerda; ora com o Chega, supostamente de Direita…
Portanto, quando dá jeito não se rejeitam apoios parlamentares e não importa de onde venham os mesmos, tanto faz que procedam da Direita como da Esquerda, mas na Segunda Volta das eleições presidenciais, subitamente, isso passou a ter uma relevância tão acentuada que impede o 1º Ministro de expressar o seu apoio a um dos candidatos…
Mas, e mais grave do que o anterior, é o facto de Luís Montenegro, pela sua alegada “neutralidade”, ter, subliminarmente, mostrado tolerância e “dado permissão” ao despotismo e às intenções autocráticas de André Ventura, sempre muito saudoso do Estado Novo e, subentendendo-se, também das respectivas malvadezas e perversidades…
Na prática, Luís Montenegro, pela sua alegada “neutralidade”, não mostrou a coragem, nem a inteligência, necessárias para enfrentar publicamente os desígnios de André Ventura que, pasme-se, em vez de um Salazar, até defende que seriam necessários três…
Para muitos dos que votaram na AD nas últimas eleições legislativas, em particular os defensores da ideologia Social-Democrata, esta será, com certeza, uma das maiores decepções até agora protagonizadas por Luís Montenegro…
Não sei que “calculismos” poderão assolar Luís Montenegro, mas esta estratégia assente no maniqueísmo dogmático Direita/Esquerda poderá vir a revelar-se como desastrosa para o próprio PSD… Se isso acontecer, será um péssimo sinal para a democracia no nosso país… O tempo o dirá…
A propósito da neutralidade, quando a mesma se revela como imprudente e perniciosa: “No Inferno, os lugares mais quentes são reservados àqueles que escolheram a neutralidade em tempos de crise moral”…
(Discurso de John Fitzgerald Kennedy em Berlim Ocidental, Junho de 1963, aludindo a Dante Alighieri)…
André Ventura representa uma ameaça ao Estado de Direito e, sob esse ponto de vista, estes são efectivos “tempos de crise moral”, sobretudo se forem levados em consideração os expectáveis planos para limitar o exercício da democracia…
Nunca como agora, a democracia, instaurada pelo 25 de Abril de 1974, parece ameaçada por ludibriosos apelos ao nacionalismo e ao extremismo ideológico, aparentemente muito saudosos do ideário do Estado Novo, que, se não forem travados, poderão levar ao ressurgimento do fascismo, do autoritarismo e da arbitrariedade…
Escusamos de ter ilusões ou de sermos ingénuos: se não for combatida, a difusão de mensagens populistas, eivadas de radicalismo anti-democrático e de intolerância, acabarão por levar ao regresso das “trevas” e da opressão…
Os principais Partidos Políticos, em particular os que contribuíram para a instauração da Democracia pelo 25 de Abril de 1974, entre eles o PSD, não poderão escusar-se dessa responsabilidade, nem abster-se pela neutralidade, pelo silêncio ou pela inacção…
Karl Popper tem razão: “devemos reivindicar em nome da tolerância, o direito de não tolerar o intolerante.”
António José Seguro não é, por natureza, uma figura que, à partida, suscite grandes entusiasmos em termos mediáticos, mas é, inequivocamente, um democrata…
António José Seguro não personificará o “paradigma das virtudes”, mas é um democrata…
E entre um democrata e um aspirante ao despotismo, escolho, obviamente, o democrata…
Um democrata que, contra a vontade e o desprezo de muitos “barões” do próprio Partido Socialista, teve a coragem de avançar com a sua candidatura, apresentando-se de forma humilde e cordata… Não parece que esses factos possam ser ignorados ou desvalorizados…
Há momentos em que a dicotomia Direita/Esquerda deixa de fazer sentido, sobretudo quando, num certo momento, o que está em causa é um Valor mais alto, como o Estado de Direito… E, neste momento, é.
A eleição do próximo dia 8 de Fevereiro muito dificilmente poderá ser considerada como uma disputa entre a Direita e a Esquerda… O que está em causa não é a escolha entre duas opções ideológicas em sentido estrito, mas sim a escolha entre a honestidade intelectual e a propaganda intencionalmente enganosa…
Na realidade, acabará por ser uma disputa entre o Bem e o Mal; entre a defesa do Estado de Direito e a submissão ao despotismo; entre o exercício da democracia e o anseio pela arbitrariedade e pela intolerância…
Por oposição à sobriedade de António José Seguro, André Ventura é a personificação do espalhafato e do show-off repetitivo e encenado, com uma cartilha que já todos conhecem e adivinham, vociferada ad nauseam… É, no fundo, uma caricatura do cargo de Presidente da República…
Por tudo o anterior, recuso terminantemente a neutralidade e manifesto, sem qualquer reserva, o meu apoio a José António Seguro, contra a ameaça à democracia, personificada e protagonizada por André Ventura…
“Acordai!
Acordai, homens que dormis…” (José Gomes Ferreira)
(A opinião expressa no presente texto apenas me vincula a mim, que o escrevi.)
Paula Dias
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Jan 22 2026
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Jan 21 2026
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 31.ª Reserva de Recrutamento 2025/2026.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de quinta-feira, dia 22 de janeiro, até às 23:59 horas de sexta-feira, dia 23 de janeiro de 2026 (hora de Portugal continental).
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Jan 20 2026
Em especial nos exemplos que vêm no corpo da notícia.

Caso a proposta seja aceite, os colégios privados vão, por exemplo, poder contratar um licenciado em ciência política para dar aulas de História.
Os colégios querem ter autonomia para contratar licenciados de áreas variadas que permita, por exemplo, que um psicólogo seja professor do 1.º ciclo, uma proposta que vão apresentar na quarta-feira no parlamento.
A Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) acredita que seria um “passo importante” deixar os colégios contratar as pessoas que “entendem que devem lecionar as disciplinas” independentemente da sua área científica, disse o presidente da AEEP, que vai apresentar esta ideia aos deputados da Comissão de Educação e Ciência.
No âmbito do processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD), a AEEP propõe que os privados possam contratar livremente, cabendo ao diretor pedagógico decidir quem tem mais perfil para dar aulas, disse à Lusa Rodrigo Queiroz e Melo, explicando que poderiam ser contratados licenciados pré-bolonha ou pessoas com mestrados pós-bolonha.
Desta forma, um licenciado em Ciência Política podia dar aulas de História ou de Economia, um psicólogo poderia ser “um ótimo professor de 1.º ciclo” e uma pessoa formada em Filosofia ou Sociologia poderia ensinar Português.
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