Category: Arlindovsky

Teremos um PM radical?

Sócrates acusa Rangel de «radicalismo», «uma doença muito infantil»

O primeiro-ministro acusou Paulo Rangel de «fazer carreira política com base no radicalismo». Em Bruxelas para uma reunião dos chefes de Estado e de Governo da União Europeia, acrescentou que radicalismo é «uma doença muito infantil da política».

O eurodeputado do PSD acusou no Parlamento Europeu, há dias, o Governo português de tentar condicionar a acção da comunicação social. «Percebo muito bem que fazer essa declaração em Estrasburgo era o primeiro passo de uma candidatura interna», disse José Sócrates, esta quinta-feira.

«Há pessoas que acham que devem fazer carreira política com base no radicalismo e quando mais radicais melhor», atirou, citado pelo Público. «Pois eu acho que isso do radicalismo é uma doença muito infantil da política. A nossa política precisa é de moderação e de responsabilidade», concluiu.

Bem vistas as coisas, prefiro um radical a Primeiro Ministro do que alguém que se auto-intitula como responsável. Se calhar até se acha honesto, fiável e cumpridor.

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Rapaz com Cachimbo

“RAPAZ COM CACHIMBO”. PABLO PICASSO.
“Rapaz com Cachimbo”. Pertence ao chamado “Período Rosa” do autor e data de 1905. Em 2004, foi a leilão na Sotheby’s e ultrapassou as expectativas: 104 milhões de dólares (sensivelmente, 84 milhões de euros; 16,8 milhões de contos). Picasso é talvez o maior pintor do século XX. “Rapaz com Cachimbo” não é (nem será…) a maior pintura do século XX.

Agora expliquem-me as diferenças entre 74,1 milhões de Euros da obra de Giacometti e 84 milhões de euros da obra de Picasso.

Bem sei que o novo record foi estabelecido em 300 mil dólares, mas ficou muito aquém no valor em euros. Vejam bem a queda do dolar face ao euro nos últimos 5 anos.

Somos mesmo uns “ricos”

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Entrevista Visão a Isabel Alçada

Aspectos positivos da entrevista de Isabel Alçaca à revista Visão:

Ter comprado o Livro de Mia Couto, “A Varanda do Frangipani”, por mais 1€.

A entrevista foi com toda a certeza uma encomenda da 5 de Outubro.

Como não vale a pena o trabalho de passar a entrevista pelo scanner, roubei-as daqui.

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Francisco Goulão a professor do ano

Existem causas para as quais dou o meu contributo.

Apesar de ser do grupo de EVT e como tal não poder ser proponente, fica aqui o link para o site  em que propõe o Professor Francisco Goulão para Professor do Ano 2010.

Para mais informações também é possível aceder aqui.

São necessários 50 proponentes do grupo de EV

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A ADD Ministerial Ao Serviço Do Mau Corporativismo Docente

Ao contrário do que querem fazer passar para a opinião pública – assim como a contra-gosto de alguns colegas – eu acho que a ADD é uma ferramenta muito útil para o mau corporativismno docente.

Acho mesmo que, de certa forma, este modelo – simplex ou complex – acaba por ser uma forma de validação de quem queira permanecer na profissão, exercendo a docência em forma de assim, com a anuência complacente da maior parte dos actores envolvidos.

Se não vejamos uma cronologia interpretativa dos últimos anos, sem grandes ligações certificadoras, porque estou assim um pouco cansadito e com a vista embaciada pela derrota.

  • Em 2005 a saudosa MLR e seus dois secretários tomaram posse e com ordem de comando do nosso primeiro elegem a classe docente como a causadora da maior parte das desgraças da humanidade, em geral, e da educação nacional, em particular. O objectivo era diminuir os custos, arranjar um modelo de carreira alternativo que garrotasse a progressão salarial dos professores e fazer passar para a opinião pública que se estava a apostar num modelo meritocrático de avaliação dos professores. MLR encomenda um estudo ao seu mentor político e universitário sobre a questão, o qual é entregue no final do ano. Pelo caminho, os sindicatos atiram uma bombarda nos pés com uma greve aos exames.
  • Em 2006 começa, mais a sério, o processo de descredibilização pública dos docentes, com declarações e noticiário variado sobre o seu absentismo, falta de qualidade, responsabilidade pelo insucesso dos alunos, deficiente formação e inexistente avaliação. As negociações para o novo ECD são uma completa encenação. A opinião publicada vai aceitando, globalmente, com assinalável concordância aquilo que lhe é apresentado: os professores são uma classe conservadora, formada por quem não sabe fazer outra coisa (será que a classe dos advogados ou arquitectos é formada por gente especializada em outras coisas?), muito bem remunerada para o que faz e deve ser disciplinada. Atinge-se o ponto mais baixo da imagem pública dos professores.
  • 2007 começa com a aprovação do ECD e o gradual choque perante as suas consequências em termos de progressão. O ME reforça o discurso que os professores nunca foram avaliados, mistificando o que se passava antes, e que é necessário um sistema que recompense o mérito e permita detectar as más práticas. A contestação e o mal-estar ganha terreno nas escolas. Em 5 de Outubro, no dia do Professor, uma manifestação que costumava ser rotineira atinge os 25000 participantes. Começam a notar-se movimentações de contestação à margem dos sindicatos. As negociações para o modelo de avaliação do desempenho docente decorrem de forma quase unilateral.
  • O ano de 2008 é o da explosão da contestação docente nas escolas, nas ruas, na comunicação social e nas redes alternativas de circulação de informação. Essa história um dia será feita. O que interessa aqui é que em matéria de ADD sai o DR 2/2008, já em pleno segundo período, que vai ser o catalisador de enorme revolta nas escolas, de centenas de tomadas de posição de escolas e agrupamentos. Manifestações regionais sucedem-se a em Março a dos 100.000. Surpresa geral. Pânico nas chancelarias. Seguem-se o entendimento e o simplex1 para tentar apaziguar os ânimos. Sem grande sucesso. O primeiro ano do 1º ciclo de avaliação docente new style é completamente perdido. O ano lectivo de 2008/09 começa em pé de guerra e segue-se a manifestação dos 120.000. Parece que…
  • 2009 abre com o simplex2 (DR 1-A/2009) e a ideia peregrina dos objectivos individuais. O dia 19 de Janeiro marca a data de uma greve com enorme adesão e o fim do prazo traçado pelas escolas mais adesivadas para a entrega dos OI. Surge o aprecer do advogado Garcia Pereira que contesta a obrigatoriedade dessa fase no processo de ADD e que fixa como única obrigação explícita no ECD a entrega da auto-avaliação. O ano lectivo vai-se desenvolvendo com a ADD a ser implementada à moda de uma manta de retalhos. O mesmo se vai passar até final do ano civil. Discute-se a suspensão do modelo. No Parlamento, já no terceiro, as tentativas da Oposição com o apoio de alguns deputados do PS batem na trave e não passam. Nas eleições europeias o candidato vital é derrotado e volta a parecer que… Entra-se numa fase de expectativa em relação às legislativas. O primeiro ministro e a ministra da Educação desdobram-se em declarações públicas que defendem este modelo de ADD como o método quase infalível de distinguir o mérito e as más práticas na profissão docente, repetindo que antes não havia avaliação, uma falta evidente à verdade. As eleições acontecem, a maioria é relativa e pensa-se que no Parlamento a ADD seja suspensa em Novembro. Só que o PSD faz um flik-flak à rectaguarda e propõe que o modelo seja substituído após negociações, concluindo-se o 1º ciclo de avaliação. Entretanto, vai-se percebendo que a avaliação vai sendo feita à bolina e com critérios muito variados pelo país. Há quem ainda não tenha avaliado quem não entregou os OI, quem tenha avaliado toda a gente, quem tenha entregue outros tipos de auto-avaliação e quem não tenha entregue nada. Polemizam-se os efeitos de tal avaliação.Retomam-se as negociações, com a nova ministra, em ambiente de derriço entre os participantes mais destacados.
  • A abrir 2010, antecedendo ronda dura de negociações, o ME faz noticiar que 83% dos docentes foram classificados como Bons e mais de 99% acima da classificação de Regular, nova designação para o antigo Não Satisfaz. Ou seja, para quase todos os efeitos, tudo parece estar como estava com a avaliação anterior. O modelo tão exaltado por Sócrates & Rodrigues, após anos de perturbação, quebra de confiança entre tutela e professores, manifestações históricas e uma erosão brutal do ambiente nas escolas, acaba por dar à luz um roedor raquítico, ainda por cima pouco saudável e com uma sarna congénita capaz de empestar, à sua passagem, ainda mais o clima de trabalho nas escolas, caso se penalize quem teve a coragem de assumir rupturas com o que estava errado e beneficiar quem aderiu a um modelo sem qualidade. Porque, ou o modelo é mau (pois não permitiu detectar as más práticas) ou a tarefa de avaliar foi mal atribuída (e nesse caso é o modelo de carreira que está em causa).

E veio o acordo

E em termos práticos, até este momento, o modelo de ADD legislado e implementado à força de simplificações pelo ME em nada beneficiou a qualidade do ensino ou das aprendizagens dos alunos, apenas servindo para criar e alimentar uma enorme confusão.

As más práticas continuam impunes até porque o modelo em vigor não é capaz de as detectar com clareza e objectividade e os avaliadores supremos são, em muitos casos, aqueles que mais encobrem o que não deviam e chegaram mesmo a premiar aqueles que deveriam ser penalizados.

Ou seja, a continuar nos moldes actuais a ADD é de novo uma mistificação que a ninguém serve. Excepto aos maus profissionais, que os há, mas continuarão, salvo os mais distraídos, a escapar.

Penso eu de que…

 

As derrotas do Sporting fazem bem ao Homem.

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Educação em Números – Portugal 2009

Educação em Números 2009

Interessante o glossário.  Relativamente à tipologia dos estabelecimentos de Educação e Ensino, tive há pouco tempo uma pequena divergência com um Director Regional sobre a tipologia associada a um estabelecimento público com Pré-escolar, 1º, 2º, 3º ciclos e Ensino Secundário.

Perguntei onde se enquadrava essa tipologia. Descobri hoje que afinal tinha razão e que ainda não está tipificada. Houvesse documento do GEPE nessa altura…

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O Fim da Linha

O Fim da Linha

Mário Crespo

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicado hoje (1/2/2010) na imprensa.

CENSURADO

 

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FNE defende nova organização no 1.º Ciclo

A Federação Nacional dos Sindicatos de Educação (FNE) defende uma nova organização curricular no 1.º Ciclo.

Na proposta que enviou ao Ministério da Educação, dia 28, e que será debatida na próxima ronda negocial, entre Governo e sindicatos, na quarta-feira, a FNE vai propor a integração das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC) nas 25 horas de componente curricular de turma. Desse modo, explicou ao JN João Dias da Silva, as actividades (como o Inglês ou a Música) seriam organizadas pelo professor titular da turma em articulação com o docente encarregado pelas AEC.

O problema, insiste o secretário-geral da FNE, é que, “devido a uma intensidade muito grande de actividades”, os professores do 1.º Ciclo têm de permanecer muitas horas extra nas escolas por causa das AEC, reuniões de pais ou reuniões de departamento curricular. A FNE, sublinhou, também tem dúvidas quanto “aos efectivos efeitos do Apoio ao Aluno” e vai pedir ao ME que analise os seus benefícios.

Em cima da mesa negocial está, agora, a organização dos horários de trabalho dos docentes.

“Não pedimos a diminuição do tempo de trabalho dos professores” mas sim a definição de critérios para que “os limites de tempo sejam respeitados”, argumenta João Dias da Silva.

Anteontem, em Évora, num seminário promovido pelo 24.º aniversário do Sindicato Democrático dos Professores do Sul (SDPSul) – uma das estruturas que integram a FNE – “uma das queixas que mais ouvi são as inúmeras reuniões desnecessárias, repetidas e inúteis em que os docentes têm de participar”. É por causa dessa “queixa comum” que a FNE considera que se deve analisar, a partir do 2.º Ciclo, o número de turmas que pode ser atribuído a um professor. João Dias da Silva propõe que cada escola faça um “inventário dos procedimentos que podem ser considerados inúteis, ao nível de reuniões e actos burocráticos” para que o tempo de aulas e da sua preparação não seja penalizado.

Documento FNE

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O Que Faz Falta Nas Escolas Não São Planos De Recuperação

O Que Faz Falta Nas Escolas Não São Planos De Recuperação

Agradecia que se fizesse também um ou outro plano de desenvolvimento.

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O SEF Vai à Escola

Como faço a leitura do Orçamento de Estado?

Em primeiro lugar baixo os documentos. Depois com a função pesquisa procura o que me interessa, no meu caso coloco a palavra educação e faço a leitura do documento de forma rápida.

Descobri que existe uma coisa chamada “Cooperação Internacional e de Imigração e Polítca para Estrangeiros”, algo que me será muito útil pois recebi ontem um aluno de nacionalidade chinesa que não nunca ouviu falar da língua de camões.  Acabou por ser integrado numa turma minha porque já existe outro aluno da mesma origem que domina o Português. Este aluno tem praticamente o seu futuro garantido como tradutor, é ele também que está nas reuniões do Director de Turma com o Encarregado de Educação para traduzir o diálogo entre DT e EE.

Mas o que eu queria mesmo era que o “SEF fosse à escola” não para promover a regularização documental dos menores estrangeiros, mas sim para me ajudar na tarefa de tradução do Português para o Mandarim.

Ou será que é fácil fazer milagres?

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PIDDAC

Quadro III.8. PIDDAC – Indicadores Gerais por Programas

(Milhões de Euros)

Designação 2010 Estrutura

Órgãos de Soberania 3 0,1
Governação 51 1,8

Representação Externa 14 0,5

Finanças e Administração Pública 53 1,9

Defesa 23 0,8

Segurança Interna 57 2,0

Lei Progr. Instal. e Equip. Forças de Segurança 85 3,0

Justiça 132 4,7

Economia, Inovação e Desenvolvimento 186 6,6

Agricultura e Pescas 659 23,3

Obras Públicas, Transportes e Comunicações 153 5,4

Ambiente e Ordenamento do Território 283 10,0

Trabalho e Solidariedade Social 52 1,8

Saúde 60 2,1

Educação 295 10,4

Investigação e Ensino Superior 638 22,5

Cultura 89 3,1

TOTAL 2833 100,0

Fonte: Ministério das Finanças e da Administração Pública.
 

 

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OE 2010

Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2010

  • Relatório do Orçamento do Estado para 2010
    (Ficheiro em PDF, 736 páginas, 5730 KB).
  •  

  • Mapas do OE
    • Mapa I – Receitas dos Serviços Integrados por classificação económica
      (Ficheiro em PDF, 7 páginas, 1706 KB).
    • Mapa II – Despesas dos Serviços Integrados por classificação orgânica, especificadas por capítulos
      (Ficheiro em PDF, 1 página, 24 KB).
    • Mapa III – Despesas dos Serviços Integrados por classificação funcional
      (Ficheiro em PDF, 1 página, 16 KB).
    • Mapa IV – Despesas dos Serviços Integrados por classificação económica
      (Ficheiro em PDF, 1 página, 16 KB).
    • Mapa V – Receitas dos Serviços e Fundos Autónomos por classificação orgânica, com especificação das receitas globais de cada fundo e serviço
      (Ficheiro em PDF, 6 páginas, 27 KB).
    • Mapa VI – Receitas dos Serviços e Fundos Autónomos por classificação económica
      (Ficheiro em PDF, 4 páginas, 26 KB).
    • Mapa VII – Despesas dos Serviços e Fundos Autónomos por classificação orgânica, com especificação das despesas globais de cada fundo e serviço
      (Ficheiro em PDF, 7 páginas, 28 KB).
    • Mapa VIII – Despesas dos Serviços e Fundos Autónomos por classificação funcional
      (Ficheiro em PDF, 1 página, 16 KB).
    • Mapa IX – Despesas dos Serviços e Fundos Autónomos por classificação económica
      (Ficheiro em PDF, 1 página, 16 KB).
    • Mapa X – Receitas da Segurança Social por classificação económica
      (Ficheiro em PDF, 1 página, 23 KB).
    • Mapa XI – Despesas da Segurança Social por classificação funcional
      (Ficheiro em PDF, 1 página, 19 KB).
    • Mapa XII – Despesas da Segurança Social por classificação económica
      (Ficheiro em PDF, 1 página, 22 KB).
    • Mapa XIII – Receitas de cada Subsistema por classificação económica
      (Ficheiro em PDF, 4 páginas, 30 KB).
    • Mapa XIV – Despesas de cada Subsistema por classificação económica
      (Ficheiro em PDF, 3 páginas, 28 KB).
    • Mapa XV – PIDDAC (Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central) – inclui, também, mapas com resumos: por ministérios; por programas; e por programas e medidas
      (Ficheiro em PDF, 698 páginas, 4568 KB).
    • Mapa XV A – PIDDAC (Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central) – Regionalização
      (Ficheiro em PDF, 220 páginas, 981 KB).
    • Mapa XVI – Despesas correspondentes a programas
      (Ficheiro em PDF, 4 páginas, 28 KB).
    • Mapa XVII – Responsabilidades contratuais plurianuais dos Serviços Integrados e dos Serviços e Fundos Autónomos, agrupadas por ministérios
      (Ficheiro em PDF, 8 páginas, 41 KB).
    • Mapa XVIII – Transferências para as Regiões Autónomas
      (Ficheiro em PDF, 1 página, 18 KB).
    • Mapa XIX – Transferências para os municípios
      (Ficheiro em PDF, 5 páginas, 125 KB).
    • Mapa XX – Transferências para as freguesias
      (Ficheiro em PDF, 87 páginas, 217 KB).
    • Mapa XXI – Receitas tributárias cessantes dos Serviços Integrados, dos Serviços e Fundos Autónomos e da Segurança Social
      (Ficheiro em PDF, 2 páginas, 22 KB).
  • Os únicos documentos que geralmente leio são os mapas do PIDDAC. Por aqui faço a minha avaliação ao OE2010. Não gostei. Muita promessa contínua por cumprir.

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    Congelamentos

     

    PSD não exclui apoio a congelamento de salários

    Passos Coelho defende congelamento de salários

     

     

    Vítor Constâncio
     
     
    Final do sistema de quotas na avaliação e a recuperação dos dois anos e quatro meses de carreira que foram congelados.
    Pode estar à vista uma nova luta, já que só o Bloco de Esquerda (BE) e o PCP dizem abertamente que vão defender estas reivindicações que teriam consequências na avaliação de toda a administração pública (AP), enquanto os restantes partidos também não fecham a porta.
    .
    É fácil ser demagógico.
    Começo a perceber o porquê de a FENPROF ter assinado o acordo.
    Levar a luta política para a rua, exigindo para toda a função pública ganhos idênticos ao da classe docente.
    Será o slogan do dia 5 de Fevereiro?
    .
    Fica aqui uma proposta parva, mas se calhar mais eficaz.
    – A cada ano que o valor do aumento seja inferior à inflação desse ano será recuperado tempo de carreira pelos funcionários públicos em 1 mês por cada décima falhada.
    Num instante eram recuperados os 28 meses.
     
     

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    G.A.Y.sada

    Campanha para uso do preservativo dirigida a casais homossexuais

    Iniciar-se-á no dia 18 de Janeiro de 2010 uma campanha da Coordenação Nacional para a Infecção do HIV/SIDA para o uso do preservativo, dirigido especialmente aos casais homossexuais.

    A campanha estará presente também em cinema, mupis de exterior e nos ATMs, visa a consciencialização do risco de infecção por VIH em todas as relações sexuais, independentemente da orientação sexual dos (as) parceiros (as) e das relações serem estáveis ou ocasionais. Serão, por isso, exibidos alternadamente dois anúncios diferentes, representando relações estáveis e ocasionais entre homens que praticam sexo com homens.

    O Sócrates é um homem feliz.

    Ao cinema não tenho ido, não sei o que é um mupi exterior, ’tou’ lixado quando for levantar dinheiro. Vou passar a ir ao balcão. (o problema é se me sai o tipo do filme)

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    Escolas Europeias – Abertura de Vagas

    Encontram-se abertas inscrições para o preenchimento:

    Um posto de professor do 1.º Ciclo do Ensino Básico para a Secção Portuguesa do Ciclo Primário da Escola Europeia de Bruxelas II (Aviso n.º 919)
    Dois postos de professor do 1.º Ciclo do Ensino Básico para a Secção Portuguesa do Ciclo Primário da Escola Europeia de Luxemburgo I (Aviso n.º 919)
    Uma vaga de professor de Matemática do Ensino Secundário na Secção Portuguesa da Escola Europeia de Bruxelas II (Aviso n.º 920)
    Uma vaga de professor de Português do Ensino Secundário na Secção Portuguesa da Escola Europeia de Bruxelas II (Aviso n.º 921)
    Uma vaga de professor de Biologia do Ensino Secundário na Secção Portuguesa da Escola Europeia do Luxemburgo I (Aviso n.º 922)
    Os avisos, do Inspector-Geral da Educação, foram publicados no Diário da República de 14 de Janeiro de 2010.

    Vencimentos acima dos 5000€. Pena não ter nada para o meu grupo.

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    Pay Day

    …Como lhe alguns lhe chamam.

    Amanhã dia 22 é efectuado para os docentes as transferências dos vencimentos referentes ao mês de Janeiro.

    Se tudo corresse com normalidade seria um dia em cheio para quem durante o ano de 2009 mudava de escalão ou que por força da entrada em vigor do Dec Lei 270/2009 visse antecipado em 1 ano  (1º, 2º e 3º escalões) essa mudança com efeitos ao dia 1 de Outubro de 2009. Agora que o ciclo avaliativo terminou poderão ser integrados em novo escalão com efeitos ao mês seguinte.

    Mas a normalidade ao que consta tem sido adiada, imagino que por falta de dotação orçamental, com a desculpa que se espera mais instruções e que de momento existe um processo negocial.

    Pelo que pude observar na página do GEF (não percebo porque não é Ggf) existe um ofício circular com um regime orçamental transitório para 2010 que vive de duodécimos.

    O mais certo é amanhã não contarem com um excedente de direito e pressionarem os serviços administrativos das escolas para rectificarem esta situação já no mês de Fevereiro.

    Pena é que ainda não seja possível imputar estas responsbilidades ao Estado de forma a pagarem juros de demora por aquilo que se atrasa.

    Para quem ainda não sabe se subia de escalão no ano de 2009, questionem os serviços administrativos da data de mudança ou olhem para este quadro que talvez vos ajude.

    Espero que definitivamente seja o quadro final e que serviu para outros objectivos que não para dar esta explicação.

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    50 Anos de Estatísticas da Educação

    Para quem se interessa por números, aqui ficam publicados os três volumes dos 50 Anos de Estatísticas da Educação (ensino não-superior).

    Dá jeito ter sempre à mão.

    Os destaques, e os volumes: Volume 1, Volume 2 e Volume 3

    Curiosas as palavras de Roberto Carneiro na apresentação da obra:

    Antigo ministro diz que políticas educativas não acompanham conhecimento
     

    Roberto Carneiro, ministro da Educação entre 1987 e 1991, criticou, esta quarta-feira, as políticas educativas aplicadas ao longo dos últimos anos. O antigo governante lamentou que o distanciamento em relação aos investigadores que analisam os dados estatísticos.

    «Se calhar o problema é dos investigadores que não escrevem de uma forma clara para os decisores políticos. Têm de ser criadas melhores pontes entre a comunicação dos investigadores e os decisores políticos», afirmou, segundo o Correio da Manhã.

    Como encontrar esse equilíbrio consiste um grande desafio», acrescentou, na apresentação de 50 anos de Estatísticas da Educação, no Instituto Nacional de Estatística, em Lisboa. Roberto Carneiro considera que «o conhecimento vai aumentando e a qualidade das políticas públicas não acompanha essa evolução».

    A ministra da Educação, presente, respondeu: «Falou da importância dos elementos quantitativos para as decisões das políticas. Se analisarmos os elementos quantitativos sem uma visão alargada do que é a realidade não os compreendemos».

    Isabel Alçada sublinhou que os dados referentes a 1964 e a 1986 – quando se aplicou a escolaridade obrigatória para seis e nove anos – «vão permitir analisar melhor os processos e evitar que as medidas agora aplicadas demorem tanto tempo a concretizar como as anteriores».

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    Apreciação intercalar

    Tendo em conta que enquanto não houver outra lei o que nos regula é o Dec Lei 270/2009 de 30 de Setembro. Pelos vistos Isabel Alçada acha que não, que é o acordo que faz Lei, mas isso é lá com ela.  Quero chamar a atenção daqueles que mudarem de escalão durante o ano de 2010 devem pedir, por cautela, uma apreciação intercalar de forma a não terem nenhuma surpresa que possa sair do processo negocial, mesmo que seja deitada ao lixo dentro de um ou dois meses.

    O artigo 7º das disposições transitórias no ponto 6, alínea b) refere:

     

    Os docentes que preencham o requisito de tempo de serviço no ano civil de 2010 podem progredir ao escalão seguinte da categoria desde que, cumulativamente, tenham obtido na avaliação de desempenho referente ao ciclo de avaliação 2007 -2009 a menção qualitativa mínima de Bom e que, a requerimento dos próprios, seja efectuada, em 2010, uma apreciação intercalar do seu desempenho para efeitos de progressão e que a menção qualitativa obtida seja igual ou superior a Bom;

    Na tabela que elaborei deu para perceber que um grande número de docentes tem a possibilidade de subir de escalão já este ano. Imaginem que por acaso até subiam ao indíce 235 (o tal que é necessário aulas assistidas e que está sujeito à contingentação). Das duas uma, ou requereram esta apreciação intercalar e libertam-se da responsabilidade pelo cumprimento de uma lei vigente, ou caso não o tenham feito poderão ficar sujeitos a uma maldade transitória que impeça a subida por falta de “assistência de aulas”.

    Cautela e caldos de galinha…

    Fica de novo a tabela que está num post mais abaixo, rectificada e espero eu que final.

    Actualização do quadro dia 21 Janeiro às 18:00

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    FNE debate sobrecarga dos horários dos professores

     

    Em véspera de nova reunião com o ME e na comemoração do 3º aniversário do defunto 15/2007 eis um tema que nos próximos dias dará que falar.

    A Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE) realiza hoje um seminário no qual vai debater a sobrecarga de horário dos professores, uma das principais preocupações do sector, disse à Lusa o dirigente sindical João Dias da Silva.

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    Acordou tarde

    Interessante como onze dias após alguém se lembra de “acordar“.

    Já tinha comentado com colegas ter estranhado a pró-ordem não ter assinado o acordo, mas agora fazer isso quando o jogo acabou é que nunca pensei.

    Se calhar disseram-lhe que se não assinasse não podia ir às reuniões seguintes. Oh!Oh!

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    Transição na carreira

    Após uma análise ao acordo no que respeita à transição entre modelos e um estudo aprofundado sobre o impacto do alongamento na carreira para os que nela já ingressaram vou pronunciar-me sobre o mesmo.

    Os docentes que perderam mais com o acordo foram os docentes que iniciaram o seu percurso profissional entre o dia 1 de Setembro de 1987 e 1 de Setembro de 2006, tendo entre estas datas ingressado em lugar do quadro.

    Todos estes viram dificultadas as espectativas de alguma vez atingirem o topo da carreira em tempo útil.

    Para estes docentes o tempo de carreira mínimo necessário para atingir o topo (sem considerar bonificações por avaliação de mérito) varia entre os 38 anos e 4 meses e os 40 anos e 4 meses não tendo entraves nos períodos contingentados. Sendo que os docentes que fiquem sujeitos à contingentação máxima só poderão chegar entre 44 anos e 4 meses e os 46 anos e 4 meses de serviço. (ver quadro)

    Para este estudo incluo nos anos de serviço o período compreendido entre 30 de Agosto de 2005 e 31 de Dezembro de 2007, pois foi efectivamente prestado mas ainda não considerado para efeitos de carreira.

    Sabendo que a nova estrutura de carreira foi acordada para que o tempo de chegada ao topo varie entre os 34  e os 40 anos, é de todo justo que os que nela já estejam possam ter as mesmas expectativas de progressão evitando-se um enorme descontentamento e frustação entre a classe docente que foi formada com a Lei de Bases do Sistema Educativo vigente.

    Para que seja reposta a equidade e a justiça na transição entre modelos proponho que seja encontrada a seguinte solução que terá um impacto faseado nas finanças públicas:

    – que os docentes integrados no quadro até à data de publicação do Dec-Lei 15/2007 passem do indíce 218 ao 245.

    – que os docentes integrados em lugar de quadro atè à data de publicação do Dec-Lei 15/2007 vejam reduzidos o tempo de permanência no indíce 272 em 2 anos.

    Desta forma, poderão os docentes integrados na carreira antes da publicação do Dec Lei 15/2007 e após esta data estarem em situação de equidade.

    Tendo em consideração os anúncios camuflados do não aumento dos funcionários públicos para 2010, penso ser oportuno iniciar já este ano um faseamento do descongelamento, substituindo-se este a um aumento salárial miserável previsível. Esta possível solução deverá ser factor de reposicionamento antes da publicação e integração dos docentes na nova carreira.

    Actualizado dia 18 às 23:49 – Nova tabela com rectificação de dados e novo texto para a data de início das maiores perdas.

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    Tabela real de progressão

    Depois de visualizar alguns quadros resultantes do acordo ME/Sindicatos também resolvi fazer um.

    Este quadro enquadra-se nos vários decretos-lei que alteraram a estrutura da carreira.

    A construção deste quadro baseia-se numa situação sem perdas de tempo de serviço para efeitos de carreira contabilizados sempre a partir do dia 1 de Setembro, com a entrega da avaliação nos prazos previstos e com uma suposição de que o primeiro ano de serviço ou todo o período de contratação fosse o 1ºescalão do quadro (3º escalão atè à entrada em vigor do Dec.Lei 15/2007) .

    Este documento entregarei amanhã ao João Dias da Silva, para servir de apoio as negociações. Ainda não tive tempo para verificar falhas. Caso as detectem comentem e avisem-me.

    Contas feitas:

    No meu caso chegarei na melhor das hipóteses com 40 anos e 1 meses de serviço ao 370, ano de 93.

    Nota: a tabela não considera as bonificações por aquisição de graus, quem tem um percurso com perdas de tempo de serviço e sem início a um dia 1 de Setembro terá de fazer as contas para saber a sua data de progressão.

    Nota de 17 de Janeiro: Estou a rever esta tabela com as contagens correctas para efeitos de transição. Logo que a tenha disponível faço a sua substituição.

    Actualização de dia 18 às 00:40 – Coloquei nova tabela que substitui a anterior.

    Actualização de dia 18 às 23:38 – Substituição da tabela por uma nova (ano 87 e 88). Ainda me falta verificar uma situação (ano 86).

    Nota de dia 19 às 17:00 – Estou a trabalhar em algumas situações que estão erradas nesta tabela e que já as detectei. Entrei numa fase de experimentação e apercebi-me que contém alguns erros. Coisas simples mas que estão em articulados transitórios e que dificultam um padrão de normalização desta tabela. Tinha como primeiro objectivo contabilizar as perdas totais para a transição entre modelos, que penso estarem muito aproximadas, mas agora que cheguei aqui quero colocar o quadro perfeito.

    Actualização de dia 19 às 23:00 – Novo quadro que substitui o anterior e espero que definitivo. As questões transitórias de 4 Decretos Lei dão cabo da cabeça de qualquer um.

    Actualização de dia 21 às 18:00 – Novo quadro. Já não garanto que seja definitivo tantas as vezes que na prática se descobre mais alguma coisa.

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    Reflectir

     

    A propósito deste diálogo habitual e desta entrevista blogosférica. 

    Se a carreira de MLR ficou dividida no último terço e se um terço chegavam a titular, posso também supôr que todos poderiam chegar ao topo.

    Arlindovsky

    Farei o quadro real com a carreira de quem se encontra até ao índice 245.

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    Acordados até às tantas

     

    Acordados 

    Desprotegido como sempre.

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    À espera do dia 7

    antecipadamente.

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    FNE rejeita acordo

    FNE rejeita acordo com ministério sobre avaliação e carreira docente

    O Ministério da Educação e a Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE) não chegaram a acordo sobre as alterações a introduzir no estatuto da carreira docente e na avaliação de desempenho, anunciou hoje o secretário-geral da organização sindical.

    A FNE contesta a impossibilidade de docentes avaliados com “Bom” acederem a patamares salariais superiores

     

    “Não houve convergência em algumas matérias consideradas fundamentais”, explicou João Dias da Silva à saída da última ronda negocial entre o ministério e as várias organizações sindicais, a qual contou com a presença da ministra da tutela, Isabel Alçada.

    Em declarações aos jornalistas, o dirigente da FNE apontou a impossibilidade de docentes avaliados com “Bom” acederem a patamares salariais superiores como um dos motivos pelos quais a federação não irá assinar a proposta apresentada pelo Governo.

    A segunda razão, de acordo com João Dias da Silva, deve-se ao facto de o Governo “recusar que todo o tempo de serviço prestado pelos professores” seja contabilizado para efeitos de reforma.

    Apesar de não ter sido alcançado o consenso nestas duas matérias, o secretário-geral da FNE realçou o “esforço feito por ambas as partes” para que houvesse uma convergência de posições.

    Para a FNE, a etapa seguinte consiste em decidir se irá solicitar uma negociação suplementar, estando, para já, colocada de parte a possibilidade de serem realizadas novas manifestações de protesto. “Para já, não estamos a ponderar essa via. Estamos, sim, apostados na procura de soluções”, sublinhou o representante da federação.

    Questionado sobre a eventualidade da avaliação de desempenho voltar a ser tema de debate parlamentar, João Dias da Silva sublinhou que a FNE manifestou sempre a vontade de chegar a acordo com o Governo. “Mas sabemos que esta questão pode transitar para a Assembleia da República”, admitiu.

    Já no final, o secretário-geral da federação garantiu que continuará a lutar por uma carreira docente “exigente”, mas que “ofereça aos professores expectativas e motivações”.

    Durante a tarde, prosseguirão as reuniões do Ministério da Educação com as restantes organizações sindicais.

    Nota: o público terá errado quando escreve “A segunda razão, de acordo com João Dias da Silva, deve-se ao facto de o Governo “recusar que todo o tempo de serviço prestado pelos professores” seja contabilizado para efeitos de reforma.”  não deve ser reforma, mas sim transição de carreira“.

    E ainda bem que não cedeu nesta questão, já aqui e aqui  tinha deixado escrito que não se podia abdicar deste princípio.

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    Esmiuçando as quotas

    Tendo em conta a proposta de “Acordo final do ME” conhecida ontem, vou esmiuçar o sentido das contingências criadas para aceder ao 3º, 5º e 7º escalão, lembro que tinha equacionado uma solução parecida, mas clara, no dia 19 de Dezembro.

    A proposta do ME prevê:  

    O despacho governamental que fixar para o ano de 2010 o número de vagas para progressão ao 3º, 5º e 7º escalões assegurará contingentes suficientes para permitir a progressão de, respectivamente, pelo menos 80%, 50% e 30% dos candidatos estimados a cada um desses escalões.

    Tendo em conta que esta proposta ainda remete para os erros das alterações da estrutura da carreira de MLR., analisemos agora o número de candidatos estimados ao abrigo do Dec Lei 270/2009:

    Estão posicionados no 2º escalão: 18865, no 4º escalão: 14317 e no 6º escalão: 9305+5731 que são ex-titulares, ou seja 15036.

    Se todos os que obtiverem Muito Bom ou Excelente progridem automáticamente e existindo quotas para essas menções (não definido em qualquer lugar do projecto) é fácil de constatar que para esses escalões irão subir ao mesmo tempo docentes com a nomeação de BOM, sendo necessário proceder ao desempate em função da classificação final.

    Imaginando as quotas existentes, sem considerar a avaliação externa da escola, que são de 5% para o Excelente e 20% para o Muito Bom.

    Exemplo prático para subida ao terceiro escalão:

    Se dos 18865, considerarmos que 1/4 por ano sobem de escalão, temos: 4717 professores em condições de progredir: Se 25% obtiverem classificações de Muito Bom e Excelente automaticamente progridem 1179. Para a quota dos 80% progridem juntamente mais 2594 ‘Bons’. Nestas contas de merceeiro ficariam mais um ano no 2º escalão 944 docentes avaliados com ‘Bom’.

    Os 944 docentes subiriam automaticamente no ano seguinte pois seriam prioritários relativamente aos Bons desse ano e encaixavam-se nas quotas que medeiam entre os 25% e os 80%.

    A pergunta que é necessário fazer, é?

    Para que vale o sacrifício que as escolas terão de fazer em gastos e burocracia para se atrasar um ano na progressão a 944 docentes neste escalão?

    Como articular uma progressão com quotas anuais com uma avaliação bi-anual?

    Na subida ao 5º escalão podemos exercitar o seguinte:

    Dos 14317 docentes dividimos por 4 o que dá 3579 docentes com possibilidade de progressão: 895 sobem directamente em função da sua menção de avaliação. 894 Bons têm também essa possibilidade, mas agora 1790 Bons ficam de fora das quotas e terão de agurdar por vaga no ano seguinte. Como nesse ano estão novamente a usar das menções de Muito Bom e Excelente mais 25% de candidatos à progressão e sobram apenas mais 25% de lugares ficam 25% de Bons mais um ano a aguardar vez.

    Até aqui o pior do BOM perdeu 3 anos.

    Na passagem ao 7º escalão o procedimento é o mesmo , só que bastante pior, visto que a margem  que existe na diferença entre a quota de 30% com a percentagem de Muito Bons e de Excelentes é reduzidíssima (5%).

    Esta barreira torna quase impossibilitada a subida de escalão aos que obtêm a menção de BOM.

    Nota: Fez-me luz que o procedimento para o 7º escalão não é o mesmo, pois não estão previstas aulas observadas nesta fase. Porque será?

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    Proposta Final do ME

    Eis a proposta final do ME

    Alexandre Ventura MENTIU ao afirmar que todos os docentes avaliados com BOM poderão chegar ao índice 370.

    Pelas minhas contas e com o que perdi nas transições mesmo com avaliação de Muito Bom ou Excelente poderei lá chegar com 40 anos de serviço, ou seja aos 65 anos. É este o tempo útil??

    Nota: Descobri mais uma vez um documento em pdf protegido pelo ME. E desta vez a sua protecção está diferente, como não estou para chatear-me muito para explicar ao ME como se tira as protecçóes dos documentos pdf segue o mesmo desprotegido.

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    Negociações sobre avaliação e Estatuto dos professores e educadores

    Negociações sobre avaliação e Estatuto dos professores e educadores.

    Eu não quero ver assegurada uma situação correspondente àquela que é determinada pelo Estatuto da Carreira Docente actualmente em vigor. Quero ver assegurada a contagem de todo o tempo de serviço para a nova estrutura.

    É difícil perceber isso?

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    Que prenda de Natal Isabel Alçada entregará aos professores?

    Na passada reunião de dia 16 a João Dias da Silva questionou Alexandre Ventura se era possível a FNE trabalhar para uma solução em que qualquer professor que tenha sempre a menção de ‘Bom’ tenha a garantia absoluta de que chegará ao topo da carreira em tempo útil e a resposta foi sim.

    Ao final do dia Alexandre Ventura garantiu que “Os docentes a quem sejam atribuídas as menções de «Bom» têm garantida a possibilidade de atingir o topo da carreira docente”, acrescentando mais à frente: “com contingentação”.

    A análise que convém fazer neste momento é, como a contingentação se pode fazer em tempo útil.

    Passemos então à análise:

    Actualmente são raros os professores que aos 30 anos de idade se podem considerar estavéis na sua vida profissional. Seria interessante ter dados concretos sobre este assunto. Vou supôr que a média de tempo de serviço aos 30 anos são 3 anos.  Uma coisa sabemos, a idade de aposentação é aos 65 anos, por enquanto, mas não será necessário fazer uma análise com outro cenário.

    O Ministério da Educação propõe uma carreira com contingentação que na melhor das hipóteses permite ao professor chegar ao índice 370 com 34 anos de serviço.

    O tempo útil da vida profissional de um docente, em média, andará entre os 35 e 38 anos.

    O sentido da contingentação que Alexandre Ventura pode equacionar será o de atrasar 1 ano cada patamar contingentado aos que obtiverem bom (3º, 5º e 7º escalões) para que seja possível os docentes com avaliação de apenas ‘Bom’ chegarem ao topo da carreira com 3 anos de atraso relativamente à carreira proposta pelo ME.

    Esta solução permitiria que aos 37 anos de serviço todos os que tiverem apenas Bom chegassem ao último escalão.

    É possível considerar útil este tempo?

    Sempre seria uma solução melhor do que aquela que existe actualmente para a generalidade dos professores. Será esta solução a hipótese para a  possibilidade de um acordo com os Sindicatos?

    Por uma solução deste género acho que deverão ser equacionados os seguintes cenários:

    • abreviar a chegada ao topo para uma carreira de 32 anos com a eliminação de um escalão intermédio;
    • a contabilização de todo o tempo de serviço que resultou em ‘percas’ com a entrada em vigor do Dec Lei 15/2007;
    • Declaração de princípio em que o tempo de serviço do período congelado possa vir a ser recuperado no âmbito de negociações com os Sindicatos da Administração Pública num futuro próximo.

    Fico a aguardar por uma prenda de Natal.

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    Documentos ME enviado às escolas

    ESTRUTURA DA CARREIRA DOCENTE DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA E DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO
    PROPOSTA DE PRINCÍPIOS SOBRE TRANSIÇÃO ENTRE MODELOS
    PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
    Príncipios da Revisão do Estatuto da Carreira Docente e da sua articulação com a avaliação de desempenho

    Parece que estes documentos se encontravam protegidos para publicação. Não sei se o ME sabe, mas pela net existem programas freeware que retiram a proteção aos PDF’s em apenas alguns segundos.
    Se não sabe fica agora a saber que a massa cinzenta da classe docente está bem acima do que pensam.
    Portanto, para a próxima escusam de proteger os documentos.

    Além do mais são documentos antigos que se conhecem desde o dia 2 de Dezembro, com excepção do segundo.

    Lembro também do trabalho realizado por mim com o PDF do aviso de abertura para o concurso 2009/2013 de igual forma protegido.

    Mas mais importante que fazer uma leitura destes documentos será:

    • prever as razões que poderão levar a um acordo do ME com sindicatos;
    • perceber o que existe para lá das palavras escritas nos documentos;
    • como Sócrates sairá de um acordo que terá uma avaliação como aquela que ele próprio disse que não existia.

    Verei se tenho tempo de durante o fim-de-semana expôr aqui os meus pensamentos.

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    os números

    DISTRIBUIÇÃO DOS PROFESSORES DO QUADRO POR CATEGORIA, ESCALÃO E ÍNDICE

    Retirados daqui

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    Novos contributos dos Sindicatos

    Foram entregues dia 7 de Dezembro novos contributos das organizações sindicais (FNE e FENPROF) para as reuniões que se realizam hoje, dia 9 de Dezembro.

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    JS vs AV

    .

    Criação Artística??

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    Proposta ME 2 de Dezembro

    Depois de enviadas as respostas da FNE e da Fenprof surge o documento do ME de 2 de Dezembro.

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    Já Se Podem Encomendar As Faixas?

    Já Se Podem Encomendar As Faixas?

    Ainda é cedo, ainda é cedo…

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    Homenagens

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    Projecto de Resolução do PSD

    Projecto de Resolução nº ___/XI

    Recomenda que, no âmbito do processo negocial em curso e no prazo de trinta dias, seja revogada a divisão da carreira docente

    nas categorias hierarquizadas de “Professor” e “Professor titular” e seja concretizado um novo regime de avaliação do desempenho dos docentes

    O XVII Governo Constitucional introduziu, através do Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro, profundas alterações ao Estatuto da Carreira Docente que careceram de um entendimento alargado entre os parceiros sociais. Esse facto contribuiu para que, desde o início da sua aplicação, tivesse merecido a contestação de uma ampla maioria daqueles que eram os seus destinatários.

    Por sua vez, a regulamentação do referido Estatuto da Carreira Docente foi igualmente acompanhada de episódios de tensão e conflituosidade entre os diferentes intervenientes, designadamente, no que respeita ao modelo de avaliação do desempenho docente.

    Sucede que, entre as alterações introduzidas ao Estatuto, a carreira docente foi dividida, passando a desenvolver-se pelas categorias hierarquizadas de “professor” e “professor titular”.

    A experiência de concretização desta cisão na carreira permite evidenciar a sua artificialidade, não sendo reconhecida, pelos docentes, a razão para a distinção em causa. Acresce que a ponderação limitada aos últimos sete anos de carreira, para efeitos do primeiro concurso de acesso à nova categoria, originou legítimos sentimentos de injustiça na comunidade docente ainda hoje significativamente perceptíveis.

    De igual modo, o actual Estatuto não leva em conta a especificidade da carreira docente, não pondera a singularidade do trabalho nas escolas, não promove o mérito e não incentiva a desejável melhoria de desempenhos. Pelo contrário, tem sido causa de injustiça, angústia e desmotivação para muitos professores.

    Para tal contexto, também o modelo de avaliação de desempenho dos docentes e a imposição administrativa de percentagens máximas para a atribuição das classificações de “Muito Bom” e de “Excelente” por escola (quotas) têm contribuído decisivamente.

    Ora, um processo de avaliação deve ser exigente e distinguir a excelência. E deve ser um instrumento indutor de melhorias do desempenho.

    A divisão na carreira e as referidas quotas não contribuem para este desiderato.

    A acção do Governo deve concentrar-se na melhoria das condições de ensino e de aprendizagem, não abdicando, em momento algum, de uma rigorosa avaliação a todo o sistema educativo: escolas, alunos, professores, programas, curricula, manuais, materiais didácticos, etc.

    Em consequência, a progressão na carreira docente e os correspondentes escalões remuneratórios deverão ser acompanhados de um sistema de avaliação do desempenho que seja justo, exequível e que premeie a dedicação e o mérito individuais.

    Nenhum destes princípios é posto em causa se a carreira docente não se encontrar hierarquizada nas categorias de “professor” e “professor titular”.

     E esses princípios serão mesmo valorizados se não se impuser um sistema de quotas que, administrativamente, possam olvidar a efectiva avaliação do docente, gerando graves distorções e injustiças.

     Não compete à Assembleia da Republica interferir nas negociações que decorrem entre o Ministério e as estruturas representativas dos professores.

     Contudo, é da responsabilidade do Parlamento expressar posições políticas e contribuir construtivamente para a melhoria da qualidade do ensino nas escolas do nosso País.

    A Educação é a melhor e mais duradoura solução para ultrapassarmos os momentos difíceis que o País atravessa.

    Só prestigiando a função do professor na sala de aula e na sociedade e, assim, devolvendo às escolas a imprescindível serenidade para o sucesso do ensino e das aprendizagens, estará criada uma conjuntura favorável para a superação dos desafios que se nos colocam. Só com alunos empenhados e professores motivados, o País caminhará para o salto qualitativo no ensino de que tanto carece.

    É tempo de fazer regressar a paz à comunidade educativa.

    Assim, nos termos da alínea b) do artigo 156.º da Constituição da República Portuguesa e da alínea b) do n.º 1 do artigo 4.º do Regimento, na esteira de um entendimento alargado com os parceiros sociais, a Assembleia da República resolve recomendar ao Governo que, no prazo de trinta dias:

    1. Elabore as normas do Estatuto da Carreira Docente e legislação complementar, designadamente, extinguindo a divisão da carreira docente entre as categorias hierarquizadas de “Professor” e “Professor titular”;

    2. Estabeleça um novo modelo de avaliação do desempenho docente que seja justo, exequível, que premeie o mérito e a excelência e que contenha uma componente de avaliação orientada para o desenvolvimento profissional e melhoria do desempenho dos docentes, e que contribua para o aprofundamento da autonomia das escolas; 

    3. Crie as condições para que do 1º ciclo de avaliação não resultem penalizações aos professores, designadamente para efeitos de progressão na carreira, derivadas de interpretações contraditórias da sua aplicação.

     

    Assembleia da República, 13 de Novembro de 2009.

    Os Deputados,

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    49.000 avaliados?

    A propósito deste post, referi o seguinte:

    O PS de sócrates saiu de um mandato completo sem ter avaliado 10% dos professores.
    Conseguiu num mandato longo que apenas 10% de professores progredissem na carreira.

    Grande exigência.

    Espero com alguma paciência provar estes números num futuro próximo.

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    Como passar a gostar de reuniões!!!

    Chegado por mail.

    Os professores adaptam-se mesmo bem a qualquer situação.
     Mas se estiverem atentos esta estratégia também se pode aplicar às reuniões de empresas, repartições públicas, hospitais, etc. Basta mudar um ou outro termo técnico e já está. Aprendam meus caros e fazem um brilharete.

    Colega:
    Costumas dormir durante as reuniões?
    Sentes um tédio imenso com toda a panóplia de reuniões a que te obrigam e que não servem para nada? 
    Chegou o método eficaz para combater esses problemas!

    O BINGO DAS REUNIÕES!
    Imprime o quadro abaixo antes de começar a reunião, seminário, conferência, etc.
    Sempre que ouvires a palavra ou expressão contida numa das casas, marca a mesma com um (X).
    Quando completares uma linha, coluna ou diagonal, basta gritar ‘ BINGO’!!! 
     

    Planificação
    Alunos
    Objectivos
    Estudo
    Disciplina

    Reunião
    Pais
    Substituição
    Educação
    Estratégia

    Apoio
    Ministério
    Educandos
    Competências
    Recuperação

    Optimização
    Avaliação
    Curricular
    Titulares
    Recursos

    Resultados
    Paradigma
    Projecto
    Implementação
    Integração
    Testemunho de jogadores satisfeitos:
    a.- ‘A reunião só tinha começado há 5 minutos quando ganhei!’;
    b.- ‘A minha capacidade para ouvir melhorou imenso desde que comecei a jogar Bingo das Reuniões’;
    c.- ‘A atmosfera da última reunião foi muito tensa porque 8 professores estavam à espera de preencher a 5ª casa’;
    d.- ‘O director de turma ficou estupefacto ao ouvir oito pessoas gritar ‘BINGO’, pela 3ª vez numa hora’;
    e.- ‘Agora, vou a todas as reuniões da minha escola, mesmo que não me convoquem’.

    E NÃO É SÓ ISSO…

    AINDA LEVAS INTEIRAMENTE GRÁTIS O GUIA ‘COMO IMPRESSIONAR NAS REUNIÕES QUE REQUEREM PARTICIPAÇÃO ACTIVA, QUANDO NINGUÉM VAI PRESTAR MUITA ATENÇÃO AO QUE DISSERES ‘

    A tabela abaixo permite a composição de 10.827 frases: basta combinar, em sequência, uma frase da primeira coluna, com uma da segunda, da terceira e da quarta.
    O resultado sempre será uma frase correcta, mas sem nenhum conteúdo .
    Experimenta na próxima reunião. Ainda te vão propor para titular com direito a uma medalha da Ministra da Educação.
     

    Coluna 1                                        Coluna 2                                     Coluna 3                                 Coluna 4
    Caros colegas,         a execução deste projecto          obriga-nos à análise das nossas opções de desenvolvimento futuro.
     

    Por outro lado,     a complexidade dos estudos efetuados  cumpre um papel essencial na formulação  das nossas metas educativas e administrativas.
     
    Não podemos esquecer que    a actual estrutura da escola   auxilia a preparação e a estruturação    das atitudes e das decisões da direcção.
    Do mesmo modo,   o novo modelo estrutural aqui preconizado    contribui para a correcta determinação   das novas proposições.
    A prática mostra que    o desenvolvimento de formas distintas de actuação   assume importantes posições na definição    das opções básicas para o sucesso educativo.
    Nunca é demais insistir que    a constante divulgação das informações    facilita a definição   do nosso sistema de formação de professores.
    A experiência mostra que   a consolidação das estruturas   prejudica a percepção da importância   das condições apropriadas para uma pedagogia de sucesso.
    É fundamental ressaltar que   a análise dos diversos resultados   oferece uma boa oportunidade de verificação   dos índices pretendidos.
     

    O incentivo ao avanço tecnológico, assim como   o início do programa de formação de atitudes   acarreta um processo de reformulação   das formas de ação.
     

    Assim mesmo,    a expansão de nossa actividade    exige precisão e definição   dos conceitos de participação geral

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