Número de professores reformados diminui pela primeira vez em sete anos
De acordo com as listas mensais da Caixa Geral de Aposentações, este ano, aposentam-se, até ao final de dezembro, 3625 educadores e professores. Apesar de ser o segundo maior número da última década, são também menos 275 reformas do que no ano passado e a primeira quebra nas saídas em sete anos, desde 2018.

Uma das apostas do “Plano + Aulas, + Sucesso”, que pretende reduzir o número de alunos sem professor, é a atribuição de um suplemento mensal de 750 euros aos docentes que aceitem adiar a aposentação.




5 comentários
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no outro dia vi alguns funcionários do ministério a esgravatar no cemitério…!
Os professores estão a recusar a reforma por amor à camisola. Deve ser, deve…
Os que o fazem, é pelo dinheiro (são poucos, porque a grande maioria, os que trabalharam a sério, não está para ficar mais tempo e desperdiçar mais tempo no pouco que lhes resta da sua vida).
Gente mesquinha e sem mais nada o que fazer, a grande maioria dos poucos que ficam depois de se reformarem, ou que adiam a reforma.
Que sirvam o dinheiro, já que o dinheiro não os vai servir quando forem para onde todos vão.
Uma vergonha! Até nisto se nota a manipulação da FNE! Andam a dizer aos professores para retardar a reforma com a desculpa de mais uns cêntimos por mês. Mesmo aos que está mais que fundidos!
Os que estão a aceitar prolongar o vinculo com as escolas, escolhem o horariobecas turmas. Se apanhassem o trabalho que os professores mais novos apanham , sem reducoes da componente letiva… nem pelo dobro trabalhariam. Apanharam os primeiros 20 anos com outro tipos de alunos, redução aos 40, 45 e por aí fora… e agora estão a fazer 90 minutos por dua de aulas…. sem cargos… nem nada que os canse muito! Alguns deles nem material levam para a escola. É uma caneta e uma folha….