Category: Arlindovsky

Já Temos Mais um André, Candidato a Presidente

 

Presidenciais: André Pestana formaliza candidatura no TC com 8.000 assinaturas

 

“O Presidente da República tem de estar ao lado das populações que estão a sofrer com grandes sacrifícios, mas que dão diariamente o seu melhor e, nesse sentido, é uma candidatura alternativa”, defendeu o sindicalista

 

André Pestana da Silva, do Sindicato para Todos os Profissionais da Educação (S.TO.P.), formalizou esta segunda-feira a candidatura presidencial, sob o mote “é hora de abrir a pestana”, com a entrega de 8.000 assinaturas no Tribunal Constitucional.

“O Presidente da República tem de estar ao lado das populações que estão a sofrer com grandes sacrifícios, mas que dão diariamente o seu melhor e, nesse sentido, é uma candidatura alternativa, claramente, ao que não temos tido”, afirmou André Pestana aos jornalistas, após a entrega das assinaturas no Palácio Ratton, em Lisboa.

O candidato apontou as desigualdades existentes num “país a duas velocidades”, que tem pessoas a receber pensões de menos de 500 euros por mês e, ao mesmo tempo, empresas com lucros recorde.

André Pestana disse ainda que a sua candidatura é contra os privilegiados, onde incluiu os partidos políticos como o PSD, Chega e PS, que recebem vários milhões de euros dos impostos dos portugueses.

O candidato, que ainda se cruzou à chegada com António José Seguro, considerou estar a ser alvo de discriminação por não ter sido convidado a participar nos debates televisivos entre candidatos. “Há, claramente, também uma falta de democracia, que também viola a Lei Eleitoral, que diz que tem de haver tal igualdade entre todas as candidaturas”, vincou.

Questionado sobre o número de candidaturas às eleições presidenciais de janeiro, André Pestana considerou “a diversidade de ideias” positiva. “Nós estamos a ser roubados, os nossos filhos, o futuro deles está em causa, não só em termos sociais, porque esta reforma liberal vai precarizar ainda mais a juventude, e vai destruir mais o planeta”, apontou o candidato, considerando que “é hora de abrir a pestana”.

As eleições presidenciais estão marcadas para 18 de janeiro de 2026. Esta é a 12.ª vez (incluindo as duas voltas das eleições de 1986) que os portugueses são chamados, desde 1976, a escolher o Presidente da República em democracia.

Às eleições presidenciais anunciaram, entre outros, as suas candidaturas António Filipe (com o apoio do PCP), António José Seguro (apoiado pelo PS), André Ventura (apoiado pelo Chega), Catarina Martins (apoiada pelo BE), Henrique Gouveia e Melo, João Cotrim Figueiredo (apoiado pela Iniciativa Liberal), Jorge Pinto (apoiado pelo Livre) e Luís Marques Mendes (com o apoio do PSD).

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313 Docentes Aposentados em Janeiro de 2026

No dia 1 de janeiro de 2026 existem mais 313 docentes aposentados, de acordo com a listagem mensal de aposentações da CGA publicada hoje.

 

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A Medida Necessária Para Combater a Escassez de Professores

Despacho n.º 14616-C/2025

 

 

Face à escassez crescente de professores em diversos grupos de recrutamento e níveis de ensino, torna-se necessário adotar medidas que reforcem a capacidade formativa das instituições de ensino superior, garantindo uma resposta adequada às necessidades do sistema educativo nacional.

Neste contexto, o presente despacho estabelece, no âmbito dos mestrados que conferem habilitação profissional para a docência na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário, a possibilidade de potenciar o número de vagas fixadas, incluindo o seu aumento após a publicação inicial, devendo essa alteração ser devidamente comunicada pelas instituições de ensino superior ao Instituto para o Ensino Superior, I. P.

Número máximo de vagas para mestrados

1 – O número máximo de vagas para os ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre regulados pelo Decreto-Lei n.º 79/2014, de 14 de maio, na sua redação atual, é fixado nos termos do respetivo artigo 19.º

2 – Tendo em conta a carência de docentes com habilitação profissional, na fixação das vagas a que se refere o número anterior é recomendado que, face ao ano letivo de 2025-2026, as instituições de ensino superior públicas aumentem a capacidade da oferta formativa acreditada e registada, aumentem o número das vagas fixadas ou passem a fixar vagas quando as não tenham fixado.

3 – As instituições de ensino superior podem aumentar o número das vagas a que se refere o presente artigo após a publicação das vagas fixadas, sem prejuízo do cumprimento do disposto no n.º 1.

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Isto é 1 em Cada 5

Mas é 1 em cada 2, na classe mais jovem, que pretende abandonar a carreira.

O futuro não é nada promissor.

 

Cerca de 20% dos professores admitem querer abandonar carreira

 

 

Ao longo da próxima década, será necessário contratar, em média, 3.800 novos docentes por ano para renovar o quadro de professores, segundo o estudo divulgado pelo Diário de Notícias.

Mais de metade dos professores com menos de 30 anos admite a possibilidade de abandonar a carreira. A conclusão faz parte do Estudo da Educação, divulgado, esta terça-feira, pelo Diário de Notícias.

Além dos docentes mais jovens, também entre os professores mais velhos verifica-se uma intenção elevada de deixar as salas de aula.

No total, cerca de 20% dos professores em Portugal afirmam ponderar sair da profissão.

  • Falta de professores obriga crianças do 1.º ano a serem distribuídas por turmas de alunos mais velhos

O estudo indica ainda que, ao longo da próxima década, será necessário contratar, em média, 3.800 novos docentes por ano para renovar o quadro de professores.

O relatório sublinha também que a escassez de docentes já começa a sentir-se no ensino superior.

 

 

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Reserva de Recrutamento 23

Não sabemos se esta é a última Reserva do 1.º período porque não conta qualquer informação no site da DGAE.

Reserva de Recrutamento 23

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 23.ª Reserva de Recrutamento 2025/2026.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de quarta-feira, dia 10 de dezembro, até às 23:59 horas de quinta-feira, dia 11 de dezembro de 2025 (hora de Portugal continental).

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Listas – Reserva de Recrutamento n.º 23

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Taxas de conclusão do Secundário descem ao fim de sete anos a melhorar

Taxas de conclusão do Secundário descem ao fim de sete anos a melhorar

 

As taxas de conclusão no Ensino Secundário baixaram ligeiramente, quebrando uma tendência de melhoria de sete anos. Falta de professores, exames, modelo de financiamento e apoios aos alunos dos cursos profissionais apontados por dirigentes como fatores que penalizam o sucesso escolar.

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O Natal embrulhado no papel errado

O Natal embrulhado no papel errado

 

 

O Natal tornou-se um ritual superficial. É uma espécie de teatro anual onde os figurinos são mais importantes que o guião.

 

Há quem continue a dizer, com ar compenetrado, que o Natal é a época da família, da paz e da união. Repete-se isto com a mesma convicção como se recita uma receita antiga que já ninguém cozinha. Hoje, o Natal é sobretudo uma coreografia de aparências. Mesa farta, fotografias, luzes que piscam, para compensar casas onde quase já não há brilho. Celebramos mais o que se mostra, do que aquilo que se sente. Se o espírito natalício passasse pelas redes sociais, então sim, estaríamos no auge da espiritualidade.

É verdade, muitas famílias perderam a noção do que se festeja. A troca de presentes, tornou-se uma espécie de transação comercial mal disfarçada. Já ninguém pensa no gesto, mas no valor. Na etiqueta da loja. No estatuto da prenda. As crianças ainda acreditam em magia, mas os adultos acreditam, apenas, no talão de troca. O simbolismo evaporou-se, ficou apenas o consumo embalado em papel brilhante.

Houve tempos em que celebrava-se a família. E o curioso é que não foi há séculos, foi há poucas décadas. O significado era outro, mais íntimo, mais humano, mais familiar. Hoje discute-se o preço do bacalhau e a concorrência das rabanadas, como quem discute a bolsa de valores. Fala-se de paz, mas não se pratica. Fala-se de união, mas não se convida quem realmente precisa. Fala-se de amor, desde que não atrapalhe o jantar. Vestem-se roupas novas para impressionar à mesa, mas, por dentro, muitos continuam alinhados com o cinismo que se instalou na vida quotidiana.

E, enquanto isto embrulha as ilusões, esquece-se a parte filosófica da data. O Natal é herdeiro de celebrações muito anteriores ao cristianismo. Antes da história que domina as festividades, os povos ancestrais celebravam o regresso da luz, o solstício de inverno, a sobrevivência num mundo rude. Era a natureza que se honrava, a esperança de novo ciclo, a consciência de fragilidade humana. Hoje, que somos tão modernos, substituímos esse sentido profundo por centros comerciais e por listas de compras intermináveis. Evoluímos tanto que já nem percebemos o que foi perdido.

O Natal tornou-se um ritual superficial e de pouca profundidade. Queremos ceias perfeitas, fotografias perfeitas, famílias que pareçam perfeitas, durante algumas horas. É uma espécie de teatro anual onde os figurinos são mais importantes que o guião. A preocupação com o que está em cima da mesa, ultrapassa quem está sentado à volta dela. E quando isso acontece, nada do que se diz sobre espírito natalício tem validade.

No fundo, este Natal contemporâneo, é um grande paradoxo. Falamos de amor, mas não o praticamos. Falamos de compaixão, mas não a exercemos. Falamos de tradição, mas ficámos, apenas, com os enfeites. O que antes era a celebração da vida e da comunidade, tornou-se numa festa que tenta tapar vazios com objetos e roturas com decorações.

Talvez fosse bom recuperarmos alguma da sabedoria antiga, dos que celebravam a luz, porque dela precisavam, dos que festejavam a união, porque sabiam que sem ela não se sobrevivia ao inverno. Hoje, sobrevivemos a tudo, exceto à falta de sentido que demos a esta data. Por isso, quando dissermos Feliz Natal, talvez devêssemos primeiro perguntar, se ainda sabemos o que isso quer dizer.

Ou se é só mais uma frase embrulhada no papel errado.

Boas Festas…

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E Para o Dia 12 Também Existe Pré-Aviso de Greve

Do SITOPAS.

O que se antevê uma próxima semana muito curtinha.

 

Greve geral é para a semana mas já há escolas a avisar que podem não abrir portas (e durante dois dias)

 

É esperada, segundo os sindicatos, grande adesão, pelo que se espera que vários setores e serviços estejam completamente parados. A situação é agravada na educação por outra greve, decretada para dia 12, pelos Sindicato dos Trabalhadores dos Organismos Públicos e Apoio Social – SITOPAS.

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3 Notícias Sobre a Falta de Vergonha, no Quintal do Paulo

Coisas Que Calculei Serem Possíveis, Mas Que Esperava Que Não Existisse Gente Com A Falta De Vergonha Necessária Para As Aproveitar – 1

 

Diretor, que já ultrapassou a idade da reforma, atribui-se a si próprio uma turma para lecionar e recebe o subsídio de Diretor acumulando os 750€ das medidas contra a falta de professores.

 

 

Coisas Que Calculei Serem Possíveis, Mas Que Esperava Que Não Existisse Gente Com A Falta De Vergonha Necessária Para As Aproveitar – 2

Esta, dizem-me que é por terras de Viriato, mas acredito que não seja caso único, por este ou aquele zunzun que vou ouvindo. Confesso que esta é uma situação que me choca, por razões diferentes, tanto como a anterior, porque é uma dimensão da chico-espertice que acaba por desacreditar os pedidos de serviços moderados.

Professora nas mesmas condições de reforma, em serviços moderados ao abrigo da FAT, que só tem uma turma atribuída mas também aufere o dito suplemento.no âmbito das medidas contra a falta de professores.

 

 

Coisas Que Calculei Serem Possíveis, Mas Que Esperava Que Não Existisse Gente Com A Falta De Vergonha Necessária Para As Aproveitar – 3

Como devem calcular (espero!), eu não invento estas situações. Na sequência das duas anteriores, outr@ director@ fez-me chegar mais uma possibilidade.

Professores que usufruem de Acordo de Cedência de Interesse Público num sindicato, têm um horário ultra reduzido na escola e, por estarem a lecionar após a idade da reforma, usufruem do acréscimo remuneratório. São dezenas…podem ter apenas uma ou duas turmas.

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Escolas pedem mudança na lei e mais apoios para lidar com indisciplina e violência

Uma repotyagem em destque no Público de hoje da página 2 à página 5.

 

Há uma “percepção de insegurança”: escolas pedem mudança na lei e mais apoios para lidar com indisciplina e violência

 

Uma criança com dedos mutilados e vários outros casos puseram o tema em cima da mesa. FNE pede medidas urgentes para escolas onde “indisciplina se encontra fora de controlo”.

 

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Mas É Preciso Reportar ao MECI???

Se a Estratégia de Cidadania é da ESCOLA e se foram dados os passos corretos para a sua elaboração porque é preciso reportar isso ao MECI?

 

Cidadania. Escolas fecham Estratégias pedidas pelo Ministério sem saber o que acontece após o prazo acabar, mas algumas podem falhar prazo

 

 

Escolas têm até 12 de dezembro para definir Estratégia de Educação para a Cidadania. Mas algumas dizem ainda não ter sido informadas sobre “quando” ou “como” vão reportar ao Ministério da Educação.

 

As escolas têm menos de duas semanas para elaborar e apresentar as suas Estratégias de Educação para a Cidadania. O prazo (12 de dezembro) foi estipulado e anunciado pelo Ministério da Educação em agosto deste ano, mas o processo em causa “é longo”, diz o representante dos diretores, Filinto Lima, salientando que obriga à existência de consenso entre “professores, pais, alunos e até funcionários”.

Em agosto, o Ministério tutelado por Fernando Alexandre publicava a nova Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC). O documento surgiu no âmbito da proposta do Governo para a revisão de Cidadania e Desenvolvimento, que gerou polémica em volta do alegado desaparecimento dos conteúdos de educação sexual desta disciplina que não se veio a verificar. A Estratégia assenta em oito dimensões a implementar nas disciplinas dos ensinos básico e secundário: Direitos Humanos, Democracia e Instituições Políticas, Desenvolvimento Sustentável, Literacia Financeira e Empreendedorismo, Saúde, Risco e Segurança Rodoviária, Media e Pluralismo e Diversidade Cultural.

Na nota informativa emitida pelo Ministério da Educação em agosto, lia-se que “os Agrupamentos de Escolas e as Escolas não Agrupadas (AE/EnA) devem elaborar as suas estratégias de Educação para a Cidadania até 12 de dezembro“, sendo que devia constar “o modo de organização do trabalho” e o(s) ano(s) de escolaridade em que serão lecionadas todas as Aprendizagens Essenciais obrigatórias a cumprir. A par disto, na estratégia em causa as escolas devem também definir quais as entidades externas com as quais desejam colaborar.

A Estratégia publicada em Diário da República determina ainda que as escolas definam os critérios de avaliação das aprendizagens dos alunos e o modelo de avaliação da implementação da estratégia da escola, mas tal não é exigido até 12 de dezembro, de acordo com a nota explicativa do Ministério. A Estratégia estabelece que ao Conselho Geral de cada escola, cabe definir orientações e critérios para elaborar a estratégia e a aprovação da mesma; ao Conselho Pedagógico, compete a aprovação dos “critérios de avaliação da componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento”.

elaboração deste documento “é um processo longo”, destaca Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos de Escolas Públicas (ANDAEP). “O processo tem várias fases. Primeiro tem de se ouvir os professores, pais, alunos e até funcionários. E só depois tem uma fase de elaboração e aprovação. Há muita gente para se ouvir, é um documento que exige a auscultação de toda a comunidade e demora”, explica.

E admite que “muitas escolas poderão não cumprir o prazo”. Caso isto se verifique, diz, “o Ministério da Educação terá de o alargar”. No entanto, este não será o caso dos três agrupamentos ouvidos pelo Observador, que adotaram ritmos diferentes na elaboração das suas estratégias.

No agrupamento de escolas Agualva Mira Sintra o documento foi aprovado a 22 de outubro, conta o diretor Luís Henriques. “Fizemos a mesma prática dos outros anos, mas desta vez tendo em conta as orientações enviadas pelo Ministério da Educação: pegámos no documento que já tínhamos e atualizámos em função das indicações. O documento foi logo aprovado em [reunião do] Conselho Pedagógico a 22 de outubro.”

Mas não ficou por aqui, uma vez que “o novo normativo prevê que os pais se possam pronunciar”. “Levei o documento, depois, a Conselho Geral, onde também têm assento os pais. E ainda antes disso, nas reuniões de avaliação intercalar, os conselhos de turma (compostos também pelos encarregados de educação) tiveram oportunidade de analisar os temas propostos para cada ano e pronunciar-se”.

“Não sabemos quando nem como vamos reportar este trabalho. Até ao momento não recebemos nenhuma orientação [do Ministério da Educação]”
Luís Henriques, diretor do agrupamento escolas Agualva Mira Sintra

“De forma geral, não houve dúvidas e os pais aceitaram” a estratégia apresentada pela escola, diz Luís Henriques, pelo que, na sua opinião, “o trabalho da escola está feito”.

Na escola secundária do Pinhal Novo, o processo de elaboração desta estratégia também se deu por encerrado no mês de novembro. “Já temos a estratégia definida e já foi aprovada em Conselho Pedagógico em novembro”, conta Carlos Vilas.

O diretor detalha que a estratégia a aplicar no 3.º ciclo “é relativamente fácil” de definir, uma vez que os temas “estão bastante balizados e são obrigatórios”. “No que toca aos temas facultativos, dividimos em termos de peso, de acordo com o que consta nos conteúdos das diferentes disciplinas”, diz Carlos Vilas. Já no ensino secundário, será o “próprio conselho de turma que vai adaptando os temas abordados na disciplina”.

Aqui surge a única diferença entre o agrupamento Agualva Mira Sintra e a secundária do Pinhal Novo: o segundo ainda está a “preparar as reuniões para avaliação” da estratégia da escola, nas quais “os encarregados de educação e os alunos vão poder definir e aprovar o plano de turma”.

 

Escolas desconhecem se estratégias elaboradas devem ser enviadas para o Ministério da Educação

 

Esta escola e o agrupamento Agualva Mira Sintra partilham, no entanto, a mesma dúvida: não sabem se devem enviar a Estratégia elaborada para a Cidadania para o Ministério da Educação.

“Não sei o que o Ministério da Educação nos vai pedir até ao dia 12 [de dezembro]. Não sabemos quando nem como vamos reportar este trabalho. Até ao momento não recebemos nenhuma orientação”, afirma o diretor do agrupamento localizado em Sintra, Luís Henriques. E o mesmo diz Carlos Vilas, responsável pela secundária do Pinhal Novo: “Até agora não temos indicação para enviar o documento para o Ministério da Educação. Vamos apenas submeter online no site.”

Em agosto, o Ministério não referiu o que aconteceria depois de 12 de dezembro. Mencionou, porém, que “após a aprovação deste plano, os pais e encarregados de educação deverão ser informados de todas as atividades a desenvolver no âmbito da concretização dos projetos que envolvam Educação para a Cidadania”, e que os agrupamentos escolares e escolas não agrupadas têm autonomia “para definirem as suas estratégias e as abordagens pedagógicas mais adequadas para os seus contextos específicos”.

A prioridade “neste momento é elaborar o documento”, salienta o representante dos diretores, Filinto Lima. Quanto ao resto, como o decorrer das aulas de Cidadania, tudo “está a decorrer de forma natural”.

“Acontecem uma vez por semana, lecionadas por professores (sendo que não há um grupo de recrutamento para esta disciplina). Estão a funcionar dentro das dimensões das grandes temáticas” delineadas pelo Ministério liderado por Fernando Alexandre.

“Envolvemos os alunos na escolha de algumas atividades: uma tem que ver com ações de voluntariado e outra com literacia financeira”
Rosária Alves, diretora do agrupamento de escolas de Benfica

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Reserva de Recrutamento 22

Como deixou de haver notas informativas não sabemos se esta é a última reserva do 1.º período ou se para a semana ainda haverá uma ou duas reservas.

Reserva de Recrutamento 22 2025/2026

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03/dez/2024 AJDF na AR, na Comissão de Educação e Ciência

A escola está doente e quem ensina paga a fatura. A Medicina do Trabalho é o remédio tardio que alguns diretores preferem manter proibido.

Há 1 ano, na Comissão de Educação e Ciência, a AJDF denunciou na Assembleia da República as falhas graves na aplicação da Medicina do Trabalho aos professores.

Hoje, depois de duas Notas Informativas do MECI, persistem os incumprimentos de muitos diretores: recusam consultas, ignoram as Fichas de Aptidão para o Trabalho e transformam o poder hierárquico em instrumento de assédio/mobbing para silenciar professores.
É do nosso conhecimento, devidamente documentado, que alguns diretores recorrem a práticas ilegais, atuando pro lubitu suo, como se a legalidade fosse opcional.

IGEC e ACT continuam sem garantir fiscalização eficaz nem responsabilização.
O resultado? Mais assédio/mobbing, mais baixas médicas, mais alunos sem aulas.

É urgente responsabilizar quem escolhe falhar.
A impunidade tem de acabar.

Os professores não podem continuar a ser tratados como peças descartáveis.

Há um discurso que inverte os papéis: o professor é tratado como entrave e a lei como capricho.
Falham os que recusam aplicar a lei e os que transformam um direito num incómodo.

A lei obriga, a dignidade impõe e o dever é de todos: o incumprimento não pode ficar impune.

Delegação da AJDF presente na Audiência:
• Paulo Ribeiro – Presidente
• Sofia Neves – Vice-Presidente
• André Fernandes – Secretário e Tesoureiro
• Carla Gomes – Presidente da Mesa da Assembleia Geral

🎥 Vídeo completo da intervenção na Assembleia da República:

🎥 Vídeo no Canal Parlamento:
https://canal.parlamento.pt/cid/8192/audiencia-a-associacao-juridica-pelos-direitos-fundamentais
📽️ Créditos de vídeo/imagem: @missaoescolapublica

 

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O Guernica do Professor e a Urgência da Ação

Por: Lina Fernandes ( Professora de Educação Especial do Agrupamento de Escolas do Paião – Figueira da Foz)

Iniciemos este trabalho, não com uma celebração, mas com uma sensibilização, assumindo a data que nos convoca: o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. Usamos este termo, muitas vezes camuflado e suavizado por eufemismos, porque a verdadeira mudança e a construção de uma escola inclusiva genuína não se fazem evitando os conceitos, mas confrontando a realidade que eles espelham. É essa realidade complexa e, por vezes, brutalmente caótica que nos remete para o famoso quadro de Pablo Picasso, Guernica .

A tela, com as suas figuras retorcidas, bocas abertas num grito mudo e a sensação de desmembramento, simboliza o estado de angústia e asfixia de muitos alunos e, também de inúmeros professores, perante o novo e nobre paradigma da escola inclusiva. O ideal é luminoso, mas a prática é sombria: queremos e tentamos corresponder às necessidades daqueles que nos são “entregues”, corresponder à imensa diversidade dos alunos, incluindo aqueles com necessidades que o termo “deficiência” tão inequivocamente define, mas mesmo conseguindo recarregar diariamente a bateria da empatia, sentimo-nos esmagados pela falta de apoios e sufocados numa espiral de burocracia que nos impede de ser quem devíamos ser.

A escola, transformada num espaço aberto à “total diversidade”, como defende o jurista Laborinho Lúcio (2018), exige do docente uma postura de permanente reinvenção. O desafio não reside na vontade de incluir – que é inegável – mas nas condições sistémicas para o fazer. Como Laborinho Lúcio alerta: “Aos professores pode pedir-se muito. E pede-se. Mas não pode pedir-se tudo” (2021). O nosso grito de Guernica nasce da exaustão em tentar dar tudo sem ter as ferramentas necessárias. A realidade dos professores, perante este novo paradigma, não é linear. O foco na diferença e na individualidade pressupõe tempo, recursos e autonomia, elementos que escasseiam. A burocracia excessiva faz-nos sentir como as figuras fragmentadas da tela, desprovidas de foco e de força para a ação transformadora.

É neste contexto de complexidade que o professor é urgentemente chamado a adotar uma postura dinâmica e a integrar as mais variadas metodologias ativas. Não podemos continuar a ser meros transmissores de conteúdos; a inclusão exige que sejamos orientadores e facilitadores da aprendizagem.

As metodologias ativas – como o trabalho por projetos, a aprendizagem cooperativa ou a diferenciação pedagógica – são as chaves para responder à diversidade. Contudo, esta mudança de paradigma choca de frente com as restrições impostas e com a dura realidade vivida pela nossa sociedade em geral e pelos nossos alunos em particular.

António Sampaio da Nóvoa alerta precisamente para o perigo do professor ver o seu “espaço vital de ação” diminuído, correndo o risco de se tornar no “professor micro-ondas, ‘aquecendo’ e ‘servindo’ a pedagogia e os conteúdos preparados por outros” (2025). O paradoxo é cruel: somos impelidos a ser dinâmicos e facilitadores, mas o sistema confina-nos a um papel de executantes burocráticos. A energia que deveria ser canalizada para a diferenciação e para o desenho de caminhos ativos para o aluno com deficiência (e para todos os outros) é gasta a preencher relatórios e a lutar por recursos básicos.

O ideal da inclusão, segundo Luís de Miranda Correia, exige que a escola seja um guia para educadores e professores, munindo-os de estratégias para que o aluno se sinta verdadeiramente incluído (2016). Mas como implementar estratégias eficazes de diferenciação sem tempo para planear, refletir e cooperar? Conclusão: Da Denúncia de Guernica à Construção da Paz O quadro Guernica é uma denúncia. O nosso ensaio é uma denúncia. Não podemos construir uma escola inclusiva fingindo que o desafio da deficiência e da diversidade se resolve com a suavização da linguagem ou com normativos sem sustentação real. A verdadeira escola inclusiva passará por reconhecer e valorizar a postura dinâmica do professor enquanto orientador. Passará por investir na formação e na redução da burocracia que nos retorce o espírito. O fim da angústia do professor – o fim do nosso Guernica – só será possível quando o sistema sair da inércia, protegendo o tempo e a autonomia dos docentes para que possam, de facto, ser os arquitetos da inclusão que os nossos alunos merecem.

É tempo de dar forma à paz e à esperança que, mesmo no caos da tela, se insinua. É tempo de transformar a denúncia da dor (o Guernica) na ação concertada que tornará o princípio inclusivo numa realidade escolar sustentável

Lúcio, J. H. L. (2018). O Lugar do Não-Saber: Ensaios sobre a Escola, a Família e a Cidadania. Edições Afrontamento.

Lúcio, J. H. L. (2021). A Escola e a Construção da Confiança. Edições Afrontamento.

Nóvoa, A. S. (2025). Professores: Imagens do Futuro Presente. Edições Educa.

Correia, L. de M. (2016). Inclusão e Necessidades Educativas Específicas: Um Guia para Educadores. Porto Editora.

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Promessas Que Ficaram na Gaveta

Apoio aos diretores de turma ainda não chegou e há quem recuse horários porque não quer assumir o cargo

 

Medida foi anunciada pelo Governo em junho de 2024, como parte do plano “+ Aulas + Sucesso”, mas não saiu do papel. Representante dos diretores escolares alerta para o “cansaço extremo” dos docentes.

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FNE Exige Resposta Urgente do MECI Sobre a Falta de Vagas para a Profissionalização em Serviço

Falta de vagas na Profissionalização em Serviço exige resposta urgente do MECI

 

A Federação Nacional da Educação (FNE) tem recebido várias manifestações de preocupação de professores candidatos à Profissionalização em Serviço, que se deparam com a ausência de vagas suficientes para darem continuidade ao seu percurso profissional. Esta situação está a gerar compreensível apreensão e incerteza num conjunto de docentes que, de boa-fé e cumprindo todos os requisitos, se vê agora sem respostas claras sobre o seu futuro.

A falta de vagas deixa os candidatos sem saber quais os passos seguintes, sem informação sobre alternativas e sem garantias quanto à sua situação profissional imediata e futura. Para a FNE, esta ausência de orientação é inaceitável e contraria os princípios de transparência, previsibilidade e estabilidade que devem nortear a política de recursos humanos na educação.

A FNE considera urgente e indispensável que o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) esclareça, com carácter de urgência, como pretende resolver este problema e quais as medidas previstas para garantir a abertura das vagas necessárias para assegurar a profissionalização de todos os candidatos que reúnem as condições exigidas, a definição de um calendário claro e público, que permita aos interessados tomar decisões informadas, e a garantia de que nenhum docente será prejudicado pela insuficiência de resposta administrativa.

Estes docentes têm desempenhado funções nas escolas, contribuindo diariamente para o funcionamento do sistema educativo e para a aprendizagem dos alunos. Não podem agora ser confrontados com um vazio de informação e com o risco de ficarem numa situação profissional indefinida.

A FNE reitera a sua total disponibilidade para colaborar na construção de uma solução que respeite os direitos destes profissionais e assegure a estabilidade necessária ao sistema educativo. O MECI deve, sem demora, prestar uma resposta cabal e responsável que dê segurança aos docentes e garanta que nenhum fica para trás.

Porto, 28 de novembro de 2025

A Comissão Executiva
Federação Nacional da Educação

Ofício enviado ao MECI – PDF 

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Sobre a Finalização dos Contratos no Mês de Dezembro

A DGAE desde 2023 tem notificado as escolas, no fim da primeira semana de dezembro, que estariam impedidas de finalizar os contratos dos docentes até ao início de janeiro sem efeitos retroativos.

Esta medida é devido à necessidade do docente para ser candidato à vinculação dinâmica ter contrato ativo no dia 31 de dezembro. E como as reservas são suspensas em grande parte do mês de dezembro, os contratos, mesmo que finalizados, são prolongados até ao primeiro dia útil de janeiro.

Em 2023 a informação foi dada no dia 6 de dezembro e em 2024 no dia 7 de dezembro.

O que prevjo é que a mesma informação seja dada por essa altura e semelhante aos anos anteriores.

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Inverteu-se a lógica do Ensino Profissional?

Muito dificilmente alguém com responsabilidades na área da Educação poderá deixar de reconhecer a importância do Ensino Profissional nas escolas públicas, desde logo pela sua natureza essencialmente prática e predominantemente orientada para a inserção no mercado de trabalho.

Os “doutores e engenheiros” fazem falta ao país, mas não bastam para satisfazer as necessidades do mercado de trabalho, em todas as suas vertentes.

O Ensino Profissional deve ser reconhecido e valorizado? Deve.

O Ensino Profissional permitiu reduzir o abandono escolar? Permitiu.

Permitiu reduzir o abandono escolar, mas…

Ao mesmo tempo que o Ensino Profissional tem permitido reduzir o abandono escolar nas escolas públicas, também se foi tornando no “parente pobre” das vias de ensino, frequentemente olhado como a derradeira alternativa/oportunidade para conseguir manter muitos alunos na escola, tendo como principal objectivo o cumprimento da escolaridade obrigatória.

Para muitos alunos, a frequência de um determinado Curso Profissional não é uma questão de vocação ou sequer uma escolha consciente, mas antes a única forma de continuarem na escola até aos 18 anos de idade e, se possível, concluírem o Ensino Secundário.

Dadas as incontornáveis dificuldades de aprendizagem experimentadas no Ensino Básico, um número significativo de alunos acaba por enveredar por Cursos Profissionais, muitas vezes convictos de que os mesmos serão mais fáceis do que as alternativas existentes no dito “Ensino Regular”.

O principal resultado do anterior costumam ser Turmas repletas de alunos, mas nem sempre os próprios saberão bem o que ali estão a fazer.

Muitos desses alunos têm, à entrada para o 10º Ano de Escolaridade, 16, 17 anos de idade, consequência mais óbvia do insucesso escolar ocorrido ao longo do Ensino Básico.
O Ensino Profissional acaba, assim, por ser encarado como uma escapatória, sobretudo para os alunos que, à saída do Ensino Básico, apresentam um perfil plausivelmente incompatível com a frequência de Cursos Científico-Humanísticos.

Por vários motivos, poderá ser difícil assumir o anterior e reconhecê-lo, mas na prática, no quotidiano das escolas, acaba por ser essa a crença vigente.

Mas o Ensino Profissional existente nas Escolas Públicas não pode continuar a ser visto como uma via de ensino “enjeitada”, sobretudo destinada aos “perdedores”.

Enquanto subsistir essa convicção, muito dificilmente se poderá valorizar, de forma efectiva, o Ensino Profissional e promover a dignificação que o mesmo merece, sem esquecer que, diariamente, muitos alunos e profissionais de Educação dão o seu melhor, na prossecução de bons resultados.

Sobretudo pela especificidade inerente a qualquer Curso Profissional, não fará qualquer sentido deixar de lado ou ignorar a necessária vocação/aptidão, para a respectiva área de actividade.

No momento actual, e já há vários anos, parece que se inverteu a lógica do Ensino Profissional:

– As imprescindíveis vocações/aptidões tendem, cada vez mais, a serem desvirtuadas e substituídas por outros factores que, na maior parte dos casos, nada têm a ver com escolhas conscientes e intencionais, por parte dos alunos.

O Ensino Profissional não deveria ser isso. A mentalidade não pode ser essa.

Reduzir o Ensino Profissional a um meio pelo qual se cumpre a escolaridade obrigatória e se diminui, artificialmente, o abandono escolar, como muitas vezes acontece, é subverter a sua essência e a sua finalidade…

Há alunos francamente empenhados e motivados nos respectivos Cursos Profissionais e que conseguem obter resultados escolares consonantes com a sua dedicação, mas esses estão muito longe de ser a maioria.

A maioria vai-se arrastando pelos corredores das escolas, uns à espera que chegue a maioridade, outros à espera de alcançar “o mínimos dos mínimos”, comummente designado por “sucesso escolar”…
Mas no fim o que realmente conta e importa serão os dados fornecidos pelas estatísticas oficiais, tantas vezes irreais e enganadoras, traduzidas por taxas de sucesso a rondar os 100%…

O que poderá estar mal nos Cursos Profissionais quando as respectivas taxas de sucesso rondam a plenitude?

Certamente, tudo estará bem quando uma taxa de sucesso ronda a plenitude…

Ou será que não?

Paula Dias

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Nota Explicativa do MECI Sobre o OE 2026

Clicar na imagem para abrir a Nota Explicativa do MECI sobre o Orçamento de Estado de 2026 na Educação.
 

 

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School Advisor – Uma Ferramenta para Avaliar Escolas

Divulgo esta aplicação de um docente de Informática para uma avaliação de escolas feita pela sua comunidade.
Estou a contactá-lo porque, recentemente, desenvolvi uma plataforma online que permite a avaliação das escolas portuguesas.
É um sistema semelhante a muitos outros, que possibilitam a avaliação de serviços, mas orientado para as escolas.
A plataforma não tem qualquer fim lucrativo (antes pelo contrário, só perco tempo e dinheiro) mas como sou do grupo 550, achei que faltava um verdadeiro sistema de avaliação das nossas escolas, baseado nas opiniões das pessoas que por lá passam, e não aquelas avaliações “tendenciosas” que por aí vemos.
Em relação à avaliação, propriamente dita, pode ser feita na perspetiva dos professores, dos alunos, dos assistentes operacionais e dos encarregados de educação, permitindo desta forma obter uma avaliação transversal e, consequentemente, mais fidedigna.
Para finalizar, como qualquer sistema de avaliação online, este sistema será tão fidedigno quão mais avaliações as escolas tiverem.
O link da plataforma é o seguinte: https://schooladvisor.pt

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Validação do CEE Entre 24 de Novembro e 2 de Dezembro

Concurso Externo Extraordinário 2025/2026 – 1.ª Validação

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 24 de novembro e as 23:59 horas do dia 2 de dezembro de 2025 (hora de Portugal continental) para efetuar a validação das candidaturas ao Concurso Externo Extraordinário, destinado a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

 

SIGRHE – Concurso Externo Extraordinário 2025/2026 – 1.ª Validação

FAQ – Concurso Externo Extraordinário 2025/2026 – 1.ª Validação

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361 Pedidos de Subsídio à Deslocação Invalidados

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As Normas Que Andam à Deriva

… porque ninguém sabe se está em vigor ou não a reinscrição de docentes na CGA.

Ao que parece por este comunicado estamos na fase de não estar em vigor.

 

FENPROF pede declaração de inconstitucionalidade da norma que impede reinscrição de docentes na CGA

 

 

A FENPROF requereu ao Procurador-Geral da República (junto do Tribunal Constitucional – TC) que promovesse, junto daquele Tribunal, a declaração de inconstitucionalidade da norma constante do artigo 2.º, n.ºs 1 e 2, da Lei n.º 45/2024, de 27 de dezembro, que visa impedir a reinscrição de trabalhadores, maioritariamente professores, na Caixa Geral de Aposentações (CGA), na sequência do que o TC já decidiu favoravelmente em mais de uma dezena de processos interpostos por docentes apoiados pela FENPROF. Esta iniciativa foi tomada em defesa dos direitos dos associados e da generalidade dos docentes, que vinham sendo diretamente prejudicados pela incorreta aplicação do disposto no n.º 2 do artigo 2.º da Lei n.º 60/2005, de 29 de dezembro, e poderiam continuar a sê-lo pela manutenção em vigor da citada norma da Lei n.º 45/2024.

Como organização sindical representativa dos professores, a FENPROF tem o dever constitucional e legal de intervir sempre que estejam em causa os direitos, garantias e legítimas expectativas dos trabalhadores que representa. É isso que decorre dos artigos 55.º e 56.º da Constituição da República Portuguesa e dos artigos 338.º e 339.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas.

Ao longo dos últimos anos, dezenas de professores viram os seus processos, em diferentes instâncias, afetados por interpretações e decisões contraditórias sobre a reinscrição na CGA. A situação criada pela nova lei veio agravar este cenário, violando princípios fundamentais, como a proteção da confiança e a estabilidade jurídica e profissional dos trabalhadores.

Perante esta realidade, a FENPROF considerou indispensável agir. O pedido apresentado ao Procurador-Geral da República junto do Tribunal Constitucional visa repor a justiça, garantir o respeito pelos direitos legais dos professores e pôr fim à insegurança jurídica que afeta milhares de trabalhadores.

A posição da FENPROF é clara: não aceitaremos que normas que prejudiquem os docentes e contrariem a Constituição se mantenham em vigor. A defesa dos trabalhadores da Educação é, e continuará a ser, a razão primeira da nossa intervenção sindical.

 

Lisboa, 24 de novembro de 2025

O Secretariado Nacional da FENPROF

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Hoje Também Houve Greve (com serviços mínimos???)

Perdoe-me a ignorância, mas que eu ainda saiba não existem serviços mínimos na área da educação, com exceção nos dias de exames nacionais.

Deixei assinalado a vermelho o que o representante sindical da FESINAP referiu nesta entrevista.

 

Greve na função pública com adesão de cerca de 80% nos setores da Educação e Saúde

 

 

A greve da função pública estava, às 09h00 desta sexta-feira, a registar uma adesão de cerca de 60 por cento nos setores da Educação e Saúde, com uma maior expressão na zona norte. Ao fim da manhã, os sindicatos já indicavam que chegava aos 80 por cento.

A greve da função pública registava às 11h15 uma adesão de cerca de 80 por cento em todos os serviços.

“Temos 80 por cento [de adesão] em todos os serviços da administração pública”, afirmou o dirigente da Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesinap).

Os setores da saúde e da educação são os mais afetados.

No hospital de São João, no Porto, as cirurgias programadas são as que estão a ser mais afetadas devido a esta paralisação. Até às 10h00 da manhã ainda não tinha havido nenhuma cirurgia.

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e Identidades com Fins Públicos afirma estar contra o pacote laboral, alegando que as medidas “não são as ideais para os trabalhadores”.

Em Oeiras, na escola básica Conde de Oeiras, não há aulas. A escola está encerrada, como confirmou o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Estado.

Apesar de ainda ser cedo para fazer um balanço à adesão, Carlos Machado assumiu que se prevê que a “paralisação seja elevada, na ordem dos 80 por cento”.

“A adesão à greve ronda os cerca de 60% sobretudo na saúde, nas escolas e nas IPSS, mas está a ter maior expressão no norte do país. Ainda estamos a recolher dados de todos os setores”, disse o secretário-geral da Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesinap), Mário Rui.

A greve, convocada pela Fesinap, e que tem serviços mínimos, abrange os trabalhadores de todas as carreiras da administração pública sejam gerais ou especiais.

Mário Rui remeteu para mais tarde dados mais concretos sobre a adesão à greve contra o pacote laboral apresentado pelo Governo.

A retirada imediata da proposta de reforma laboral, pedir uma reunião urgente com o Governo sobre a reforma “Trabalho XXI”, o fim da discriminação sindical praticada pelo executivo e participação efetiva da Fesinap nas negociações laborais são os motivos da greve, de 24 horas.

Em declarações à agência Lusa na quinta-feira, o secretário-geral da Fesinap, Mário Rui, disse que a educação, incluindo professores e pessoal não docente, e a saúde, incluindo médicos e enfermeiros “poderão ser os setores mais afetados na sequência da paralisação”.

Mário Rui adiantou também que a greve visa igualmente denunciar a discriminação sindical praticada pelos consecutivos governos, acrescentando que foram decretados serviços mínimos para todas as instituições públicas.

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Para a Greve de Dia 11/12…

…quem Fenprof, quer FNE já anunciaram a sua adesão.

Em breve os restantes sindicatos de professores deverão anunciar a sua adesão à greve.

 

Professores avançam para a Greve Geral: FENPROF entrega pré-aviso no MECI

 

 

FNE: Motivos da adesão à Greve Geral de 11 de dezembro de 2025

 

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Reserva de Recrutamento 19

Reserva de Recrutamento 19

 

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FENPROF não Assinou Protocolo Negocial

FENPROF não abdica de dar prioridade à valorização da carreira

 

O governo não aceitou nenhuma das propostas apresentadas pela FENPROF para o protocolo negocial para a negociação da revisão do Estatuto da Carreira Docente. Na segunda reunião sobre o protocolo, o governo apresentou um documento em tudo semelhante à minuta apresentada na reunião anterior, que não tinha em conta nenhum dos contributos e nenhuma das propostas que a FENPROF enviou ao MECI depois da primeira reunião e que tinham em vista dar prioridade à valorização da carreira docente. Por estes motivos, a FENPROF não assinou o protocolo negocial, explicou o Secretário-geral José Feliciano Costa aos jornalistas.

José Feliciano Costa afirmou que a revisão da estrutura da carreira e do estatuto remuneratório e o modelo de avaliação de desempenho são, para a FENPROF, as prioridades desta negociação, como forma de assegurar a valorização da carreira e a resolução do problema da falta de professores nas escolas. No entanto, na proposta do governo, estas matérias são relegadas para o final do processo negocial. Por outro lado, a FENPROF insiste na necessidade de que as alterações ao ECD possam entrar em vigor no ano letivo 2026/2027, mas o protocolo não define qualquer calendarização e o governo também não aceitou que ficasse estabelecido um prazo previsível para o final das negociações.

Ainda assim, a FENPROF irá participar nas negociações com a mesma postura colaborativa de sempre, apresentando propostas de melhorias ao documento, tendo em mente e como prioridades a valorização da carreira docente e o superior interesse dos professores.

 

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FNE assina protocolo negocial do ECD

FNE assina protocolo negocial do ECD

 

Video com as explicações de hoje no seguinte link.

https://www.facebook.com/reel/819658484244938

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Mais Uma Rodada, Amanhã

FENPROF, em nova reunião com MECI, voltará a exigir prioridade à valorização da carreira!

 

A FENPROF reúne, no dia 19 de novembro, às 15 horas, com o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), nas instalações da Avenida Infante Santo, onde apresentará a sua proposta, entretanto já enviada a Fernando Alexandre, de alteração ao texto do Protocolo Negocial relativo à revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD).

A FENPROF voltará a sublinhar a importância da valorização da carreira docente como condição essencial para garantir o direito de todos os alunos a uma Escola Pública de qualidade. Não haverá abordagem atempada e estrutural do problema da falta de professores sem que a condição profissional dos docentes melhore e sem que isto seja percebido pela profissão e pela sociedade em geral. É urgente dar estes sinais e não continuar a adiá-los.

Nesse sentido, entende a FENPROF que deve ser considerada prioritária, no processo de revisão, a negociação das matérias que assegurem uma valorização efetiva da carreira docente, tais como:

– Encurtamento da carreira e valorização dos índices remuneratórios;

– Contagem integral do tempo de serviço, que ponha fim às ultrapassagens;

– Garantia de horários e condições de trabalho dignos;

– Um processo de avaliação formativo e não punitivo, ou de mero controlo dos desenvolvimentos de carreira;

– Reforço dos apoios à deslocação e incentivos à fixação em zonas carenciadas.

A FENPROF aproveitará a reunião para reafirmar que não abdica do papel da negociação coletiva, nem da sua relevância constitucional e legal, cujo incumprimento constitui uma violação grave das normas laborais em vigor e do próprio funcionamento da democracia.

 

Lisboa, 18 de novembro de 2025

O Secretariado Nacional da FENPROF


Após a reunião com o governo, a FENPROF irá realizar um plenário on-line no dia 20 de novembro, às 17:30 horas, para dar a conhecer o processo negocial, as propostas, as contrapropostas, as dificuldades do processo e as propostas de ação.

LINK para aceder à reunião: https://us06web.zoom.us/j/84353218899

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Perdeu-se um Ministro, ganhou-se um ficcionista?

O Ministro Fernando Alexandre começou bem o seu mandato, mas rapidamente se deixou aprisionar num labirinto de contradições e de incoerências…

O Ministro Fernando Alexandre parece ter-se perdido e deixado enlear numa teia de efabulações, sem correspondência com a realidade vivenciada diariamente em muitas escolas…

O Ministro Fernando Alexandre parece ter cedido à fantasia e à imaginação, através das quais se criam argumentos ficcionados, não baseados em factos reais…

À semelhança do seu antecessor, o actual Ministro da Educação aparenta ter dificuldades para conseguir percepcionar e aceitar a realidade existente nas escolas, talvez enredado numa espiral de dogmatismo e de afastamento das vivências tangíveis…

Afinal, o que mudou no quotidiano das escolas desde que o actual Ministro iniciou funções, há cerca de um ano e meio?

Falta de Professores? Mantém-se…

Falta de Técnicos Especializados? Mantém-se…

Burocracia? Mantém-se…

Plataformas institucionais de utilidade muito duvidosa, que não comunicam entre si, incapazes de cruzar dados de Alunos e de Professores? Mantêm-se…

Deficiente apetrechamento tecnológico? Mantém-se…

Más condições físicas e materiais? Mantêm-se…

Estatuto da Carreira Docente? Mantém-se…

Estatuto do Aluno? Mantém-se…

Modelo de Avaliação do Desempenho Docente? Mantém-se…

Modelo de Gestão e Administração Escolar? Mantém-se…

Modelo de “Inclusão”? Mantém-se…

Muitos Alunos com acentuadas lacunas em tarefas como ler, interpretar e escrever? Mantêm-se…

Na realidade, mantêm-se todos os constrangimentos existentes há já demasiados anos, em particular certos enquadramentos legais claramente ineficazes ou até iníquos e pouco transparentes…

O que mudou?

Permitiu-se a recuperação faseada do tempo de serviço dos Professores…

Descontinuou-se o Projecto MAIA…

Proibiu-se o uso de smartphones em espaços escolares, para os Alunos até ao 6º Ano de Escolaridade…

Extinguiram-se muitas estruturas do Ministério da Educação, mas na verdade foram criadas outras tantas, com novas nomenclaturas, nalguns casos, substituíram-se protagonistas, noutros mantiveram-se os anteriores…

Transferiram-se algumas competências da área da Educação para as CCDR…

O que se pretende implementar?

Com grande alarido mediático, no futuro próximo, pretender-se-á:

“De acordo com Fernando Alexandre, o grupo de trabalho que está a desenvolver a estratégia para a digitalização deverá divulgar as conclusões em maio, altura em que o Governo apresentará o programa anunciado pelo ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, e que passa por “dar a cada aluno um tutor de inteligência artificial, que ouve, orienta e inspira a aprendizagem”. (Jornal de Notícias, em 13 de Novembro de 2025)…

Em resumo, mantém-se, na Escola Pública, uma epidemia de enfermidades e de constrangimentos, mas apresenta-se com grande aparato, como se de uma panaceia se tratasse:

“…dar a cada aluno um tutor de inteligência artificial, que ouve, orienta e inspira a aprendizagem.”

Fantástico “mundo encantado”, o de alguns Governantes!

Fica-se, no mínimo, incrédulo e perplexo perante esta clara inversão de prioridades, que acaba por subliminarmente passar esta mensagem:

O que realmente importa é parecer aquilo que não se é… O que importa é salvar as aparências e continuar a fazer de conta que na Escola Pública tudo funciona bem…

Funciona tudo tão bem que a prioridade passará a ser algo que, por comparação com outras necessidades prementes que afectam negativamente o seu dia-a-dia, não apresenta qualquer relevância…

Avançar para uma digitalização como a que agora é pretendida sem que a mais elementar esteja plenamente concretizada em todas as escolas públicas, não tem qualquer lógica, nem coerência… Será como construir uma casa ignorando a necessidade da sua fundação…

Há “mundos encantados” que só existem na cabeça de alguns Governantes…

Perdeu-se um Ministro, ganhou-se um ficcionista?

A Escola Pública não precisa de mais ficção, já lhe basta a que a vitimou nos últimos anos…

A Escola Pública precisa de quem a enfrente de forma séria, olhos nos olhos, sem subterfúgios e sem fantasias delirantes…

Os problemas que a afectam nunca se resolverão com medidas meramente ficcionais…

E os Profissionais de Educação estão cansados de serem obrigados a desempenhar papéis, a serem actores, em argumentos ficcionados, não baseados em factos reais…

Paula Dias

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Mesmo Que Existam Os Computadores

… as plataformas do MECI não conseguem comunicar umas com as outras de forma correta para exportar os dados dos alunos com vista à realização dos contratos de comodato. Muitas vezes porque falta o número do cartão de cidadão (agora imagine-se quantos alunos estão nas escolas sem cartão de cidadão).

 

 

Há escolas que têm turmas inteiras sem computadores

 

Há turmas inteiras, sobretudo de anos iniciais de ciclo, em que nenhum aluno tem kit digital atribuído pela escola, garante a presidente da Confederação Nacional de Pais (Confap), Mariana Carvalho. Os presidentes das duas associações de diretores confirmam que o número de computadores disponíveis é cada vez menor.

O Governo garante que vai, tal como no último ano letivo, contactar os agrupamentos para “identificar devidamente as suas necessidades na preparação para a realização das provas em suporte digital”.

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Pelo JN

Número de professores reformados diminui pela primeira vez em sete anos

 

De acordo com as listas mensais da Caixa Geral de Aposentações, este ano, aposentam-se, até ao final de dezembro, 3625 educadores e professores. Apesar de ser o segundo maior número da última década, são também menos 275 reformas do que no ano passado e a primeira quebra nas saídas em sete anos, desde 2018.

Uma das apostas do “Plano + Aulas, + Sucesso”, que pretende reduzir o número de alunos sem professor, é a atribuição de um suplemento mensal de 750 euros aos docentes que aceitem adiar a aposentação.

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Relatório Nacional do Diagnóstico da Fluência Leitora

Clicar na imagem para acederem ao relatório.

Não posso deixar de ficar espantado com o 1.º quadro do relatório com o universo de alunos do 2.º ano que realizaram esta prova porque sempre pensei que o limite de idade no 1.º ciclo fossem os 14 anos.

 

 

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Provas e Exames de 2026

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A Carta de Solicitação para a Avaliação Externa

Onde parece que vamos continuar a ter provas ensaio em Fevereiro e serão realizadas provas ModA no mesmo dia para todas as escolas.

 

O que eu aconselhava nesta carta de solicitação é que fosse o EduQA a enviar os relatórios das provas finais aos Encarregados de Educação (através de uma qualquer plataforma), pois muitos alunos quando terminam o 4.º, o 6.º ou 9.º ano mudam de escola e deixa de haver qualquer contacto com alunos/Encarregados de Educação na hora que as escolas recebem os relatórios para dar conhecimento aos Encarregados de Educação, como foi o caso desta semana que passou.

 

Carta de solicitação para a Avaliação Externa da Aprendizagem ao Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA), nº 1/2025

 

 

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O Papel Destrutivo do Deslumbramento Tecnológico na Educação

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Não Sei Se Já Repararam

… mas foi publicado uma nova Portaria de Vagas e uma Declaração de Retificação a um concurso em andamento e até ao dia de hoje a DGAE ainda nada colocou na sua página sobre estas alterações.

 

São estas as 3 últimas notícias no site da DGAE.

 

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Relatórios Nacionais das provas ModA e das Provas Finais do Ensino Básico

Relatórios Nacionais das provas ModA e das Provas Finais do Ensino Básico

 

Encontram-se disponíveis os relatórios nacionais das Provas de Monitorização da Aprendizagem (ModA) e das Provas Finais do Ensino Básico, de 2025.

Aceda aqui:

Relatório Nacional das Provas de Monitorização da Aprendizagem (ModA) 2025

Relatório Nacional das Provas Finais do Ensino Básico 2025

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Muito Se Tem Falado na Reforma Laboral

E julgo que ainda não tinha publicado o anteprojeto de Lei da Reforma da Legislação Laboral aqui no blog.

E é este anteprojeto de Lei que será negociado com os sindicatos e patrões que leva a uma greve geral para o dia  11 de dezembro.

 

 

Anteprojeto de Lei da reforma da legislação laboral

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Reserva de Recrutamento 17

Reserva de Recrutamento 17 

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