A de colocados.
A de não colocados.
A partir de hoje e até às 18 horas do dia 13 quem ficou colocado tem de fazer a aceitação na aplicação.
Ago 07 2013
A de colocados.
A de não colocados.
A partir de hoje e até às 18 horas do dia 13 quem ficou colocado tem de fazer a aceitação na aplicação.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2013/08/listas-do-concurso-internoexterno-do-ensino-artistico/
Ago 07 2013
Foi publicado pela DGAE, na área das escolas, o manual de instruções da validação das candidaturas à Mobilidade Interna.
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Ago 06 2013
Dizem-me que quem colocar 10 QZP para uma determinada duração ou tipo de horário não pode voltar a repetir os mesmos 10 QZP para outra duração e outro tipo de horario porque ultrapassa o limite máximo de 10 QZP.
Se for verdade, este concurso não permite que os docentes concorram a todos os horários que possam estar em concurso.
Para quem se queixava que havia horários que ficavam desertos por não haver candidatos que tivessem concorrido para eles e a manter-se este limite na aplicação vão haver muitos mais este ano, em especial nos horários tipo 3.
Agradeço confirmação desta situação.
ADENDA (16:30) parece que por esta hora o problema detectado neste post encontra-se resolvido e já é possível manifestar preferências aos vários tipos de horários para todo o país.
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Ago 06 2013
Abriu hoje a aplicação para a manifestação de preferências à contratação e encontra-se disponível até às 18 horas do dia 12 de Agosto.
Fica aqui disponível o manual de instruções para esta fase:
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/08/Manual-de-Instruções-–-Manifestação-de-Preferências-–-Necessidades-Temporárias-2013.pdf”]
Ao início da tarde foi publicada a lista de códigos para a contratação.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2013/08/manual-de-instrucoes-para-a-manifestacao-de-preferencias/
Ago 05 2013
… desta vez questionando a impossibilidade de um docente do quadro não poder ser opositor a outro grupo de recrutamento na fase da mobilidade. De memória lembro-me que este assunto já foi resolvido mas apenas para a “requalificação”. Já abordei também por diversas vezes este assunto aqui no blog.
Eu, Tânia de Jesus Aparas, professora do QZP-03, portadora do CC nº 10877281, afeta ao Agrupamento de Escolas da Murtosa, no grupo de recrutamento 110, venho por este meio expor e questionar o motivo das seguintes situações:
Situação:
Possuo uma licenciatura em Professores do 1.º CEB e dois cursos de formação especializada em Educação Especial, respetivamente no domínio cognitivo e motor (grupo 910) e no domínio da visão (grupo 930).
Neste último concurso, tal como nos antecedentes, apresentei a minha candidatura a Quadro de Agrupamento ao grupo de recrutamento 110 (de forma obrigatória) e ao grupo 910 (domínio cognitivo e motor).
Questão 1:
Questiono em primeiro lugar o motivo pelo qual sou impedida de concorrer a todos os grupos de recrutamento para os quais tenho formação adequada e experiência profissional.
Situação:
Caso de repita o que ocorreu no ano de concurso nacional, em 2009, os docentes que não ficaram colocados em Quadro de Agrupamento, são obrigados no concurso de afetação a concorrer exclusivamente ao grupo de recrutamento ao qual já pertencem. No meu caso, e no caso de milhares de professores que se encontravam na mesma situação, ficámos impedidos de aceder às vagas para a Educação Especial que posteriormente surgiram e que foram ocupadas por professores contratados, muitos deles com zero dias de serviço.
Questão 2:
Por que motivo nos é negada a possibilidade de concorrer, no período de afetação, às vagas para a Educação Especial, antes destas serem ocupadas por professores contratados, como tem sido feito nos últimos anos?
Questão 3:
Por que motivo não se segue a lista de graduação do concurso à Educação Especial, uma vez que manifestámos preferências nessa área?
Questão 4:
Por que motivo se deixam professores do quadro de zona pedagógica sem atividade letiva, podendo estes, tal como no meu caso, se pudessem concorrer a afetação no grupo da Educação Especial, ocupar essas vagas? (Vagas estas que são posteriormente ocupadas por professores contratados.) Esta medida permitiria, ainda, que muitos docentes sem componente letiva (como é caso dos QZP) não passassem à Mobilidade Especial.
Nestes últimos 13 anos, a par da minha atividade letiva, realizei formação diversificada, participei em congressos como proponente e redigi artigos científicos, que foram publicados em revistas da especialidade. Indico de seguida, alguma da formação que efetuei:
Parte Curricular do Mestrado em Educação em Ciências no 1º Ciclo do Ensino Básico, Universidade de Aveiro
Curso de Formação Especializada em Educação Especial – domínio cognitivomotor, Instituto Superior de Ciências da Informação e da Administração de Aveiro
Mestrado em Activação do Desenvolvimento Psicológico, Universidade de Aveiro
Curso de Educação Especial – domínio da visão, Universidade Católica Portuguesa.
Toda a minha formação complementar foi paga por mim, sem qualquer contributo do estado. Além dos valores monetários, devo contabilizar o tempo retirado à minha vida pessoal, que obrigatoriamente canalizai para as viagens de deslocação às universidades, ao estudo e à produção de pesquisas e trabalhos académicos.
Sempre me esforcei para conseguir os melhores resultados, acreditando que a qualidade do meu trabalho enquanto docente, seria incrementada e aprimorada, com os contributos e os saberes resultantes de uma formação atualizada e diversificada, onde primou sempre o extremo rigor cientifico
Tenho experiencia profissional na área da Educação Especial, e mérito reconhecido por pais, alunos, colegas e diretores de escolas onde trabalhei com alunos com Necessidades Educativas Especiais.
Ser professor deste tipo de alunos, deve ser algo realizado por vocação, com o máximo respeito e profissionalismo. Lamento profundamente que em virtude de injustiças burocráticas (não sei como melhor as qualificar), me veja impedida de realizar um trabalho que gosto de fazer. Não se trata de não haver vagas, simplesmente não é dada a devida atenção e o devido respeito ao perfil dos candidatos que manifestam as suas preferências para a Educação Especial.
Continuo na esperança que muito mude no âmbito da gestão da educação no nosso país, que o princípio da graduação profissional seja cumprido e que as questões colocadas possam obter uma resposta plausível.
Espero que as situações expostas, que considero profundamente injustas, sirvam de base para reflexão séria e responsável.
Atenciosamente
Tânia Aparas
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Ago 05 2013
Nos últimos tempos, muito se tem falado da prova de acesso à carreira docente ficando com isso ofuscada uma decisão do Ministério da Educação e Ciência que colocará grandes dificuldades ao início do ano letivo e que irá resultar numa grande despesa desnecessária para o Estado.
No comunicado do MEC no dia 22 de Julho de 2013 (http://www.portugal.gov.pt/
“Os candidatos externos (contratados) fazem a manifestação de preferências para o concurso de contratação inicial no princípio de agosto. Por forma a haver melhor aproveitamento dos recursos humanos das escolas, a colocação de docentes contratados para as necessidades transitórias serão conhecidas a partir das reservas de recrutamento, sendo que as primeiras decorrerão no início de setembro, com efeitos para a contagem de tempo de serviço a 1 de setembro para os colocados.”
Esta decisão levará a que a contratação de professores ocorra por volta do dia 12 de setembro e não no dia 1 como acontece há mais de 10 anos.
Estando o início das aulas previsto para as datas entre 12 e 16 de setembro é óbvio que muitos alunos começarão o ano letivo sem vários professores ou com professores que acabaram de chegar a uma escola com procedimentos, regulamentos e instalações que não conhecem, não tendo estado presentes nos conselhos de turma de preparação do ano letivo, num meio social desconhecido e sem possibilidade de serem integrados convenientemente pelos colegas pois, com as aulas a decorrer, é muito difícil apoiar quem chega de novo.
A juntar a estas dificuldades, que terão como principais prejudicados os alunos, julgo que a parte financeira também é importante. Esta medida trará um grande prejuízo ao Estado. Não sendo nem economista nem contabilista, passo a explicar o raciocínio que me leva a chegar a esta conclusão:
Um professor contratado, com horário completo recebe 1373,13€ brutos por mês. Se for para o desemprego nos 12 dias do início de setembro receberá 375€ (65% do ordenado) de subsídio de desemprego. Se estivesse a trabalhar receberia 531€. Com isto o estado poupa 186€. Mas como terá de pagar a compensação da caducidade do contrato terá uma despesa de 915€ (que não teria se a colocação fosse a 1 de setembro). Isto dá um prejuízo ao estado de 729€ por cada professor nesta situação. Tendo em conta que em maio de 2013 existiam 16.477 professores com contrato a termo certo no MEC mesmo baixando esse número para 10.000 o valor do custo desta medida passará os 7 MILHÕES de Euros (7.290.000€).
Isto sem falar nas despesas relacionadas com as inscrições em centros de emprego e processos de subsídios de desemprego que não existiriam se a colocação fosse no dia 1 de setembro (tratar de mais 10.000 processos que seriam desnecessários também deve ser contabilizado como desperdício, ou não).
Podemos juntar ainda o facto dos subsídios de férias dos 8 primeiros meses do ano de 2013 terem de ser pagos em setembro e não em novembro como está previsto e também o caos que criará às contratações das escolas TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária) que já decorreram de forma caótica no ano anterior e que com este atraso ainda terão mais problemas.
Todos estes gastos desnecessários juntamente com todas as dificuldades criadas ao normal funcionamento das escolas no início do ano letivo com o objetivo de “… haver melhor aproveitamento dos recursos humanos das escolas…”.
Gostava de saber que recursos humanos não foram devidamente aproveitados nas escolas nos últimos anos ao ponto de levar o MEC a tomar esta medida?!
Helder Pereira da Costa
05 de agosto de 13
(Professor contratado desde setembro de 2001 e com contratos consecutivos desde dezembro de 2002)
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Ago 05 2013
Para a fase de manifestação de preferências para contratação apenas podem aceder os docentes que fazem parte da lista definitiva de ordenação de Julho, ou aqueles que tendo sido excluídos foi-lhes dada razão no recurso hierárquico.
Para esta fase todos os docentes são obrigados a manifestar preferências de acordo com limites mínimos e máximos. (quem optar por escolher os 10 QZP está da mesma forma obrigado a manifestar as preferências mínimas por códigos de agrupamento e de Concelho)
Os limites míminos e máximos de códigos são os seguintes:
Os intervalos de horários para que podem concorrer são os seguintes:
Ainda podem manifestar a duração previsível do contrato para cada uma das preferências de acordo com as alíneas seguintes:
Nesta fase não existe obrigatoriedade de entregar qualquer documento na entidade de validação.
Para quem concorreu a mais de um grupo de recrutamento e ordenou os grupos (exemplo, concorreu primeiro ao 110 e depois ao 910) tem de manifestar preferências primeiro para o grupo 110 e depois para o grupo 910 não podendo alterar a ordem dos grupos.
De acordo com comunicado do MEC a primeira fase de publicação de listas de colocação será no início de Setembro (provavelmente na reserva de recrutamento 1), retroagindo o tempo de serviço ao dia 1 de Setembro.
Logo que seja publicado o manual de manifestação de preferências colocarei em novo post, no entanto este post servirá para tirarem dúvidas sobre a fase de manifestação de preferências.
Este ano não arrisco qualquer tipo de previsões nem tentarei influenciar as vossas decisões. O panorama para 2013/2014 não é muito animador e se quiserem mesmo trabalhar vão ter de alargar ainda mais as vossas preferências.
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Ago 05 2013
… e prolonga-se até ao dia 12 de Agosto.
Conforme previ vai haver sobreposição de datas entre o concurso da mobilidade e o da contratação. Quem ainda não manifestou preferências para a mobilidade não aconselho a deixarem para amanhã.
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Ago 05 2013
Encontra-se neste link.
Entre o dia de hoje e o dia 19 de Agosto os docentes candidatos ao concurso interno podem efetuar a permuta, não sendo necessário que tenham obtido colocação no concurso interno.
A permuta é feita na aplicação dos concursos da DGAE, no entanto podem procurar eventuais interessados numa permuta no seguinte site:
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Ago 05 2013
Governo e professores voltam hoje a negociar prova de acesso à carreira
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) e os sindicatos dos professores voltam hoje a sentar-se à mesa para mais uma ronda negocial sobre a prova de acesso à carreira, criticada pelos docentes, sobretudo os que têm vínculo mais precário.
A Federação Nacional de Professores (Fenprof) e a Federação Nacional da Educação (FNE), as duas estruturas mais representativas dos professores, são recebidas durante a manhã, entre as 9:00 e as 13:00, apesar de ambas defenderem que esta negociação devia ser adiada para setembro, uma vez que o mês de agosto é o período de férias dos professores, não sendo possível ouvi-los sobre as matérias em discussão.
O Governo pretende continuar a negociar com os sindicatos uma proposta que prevê que os professores não integrados na carreira docente terão de obter 14 valores em provas de avaliação para poderem lecionar.
Num comunicado divulgado a 23 de julho, o MEC informou ter enviado às organizações sindicais três diplomas que se destinam a “implementar a prova de avaliação de conhecimentos dos candidatos aos concursos de seleção e recrutamento prevista desde 2007 na legislação em vigor, a adaptar o estatuto da carreira docente a essa implementação” e a regulamentar a formação contínua de professores.
O que diz respeito à prova de acesso à carreira é que tem gerado mais polémica, sobretudo entre os professores contratados, que são os principais visados, que já disseram, pela voz do presidente de uma associação nacional que os representa, que acreditam que o modelo de uma prova de acesso ao sistema de ensino “vai cair por si próprio”, por ser “tão gritante” a sua insuficiência para cumprir o objetivo de avaliar a qualidade dos docentes.
A Fenprof acusou o MEC de ser “hipócrita e cobarde” ao querer instituir uma prova de acesso à carreira, preferindo atacar os professores em vez dos “lobbies” instalados nas universidades, com cursos dos quais desconfia.
Também a FNE já se manifestou contra a proposta, considerando que “põe em causa” a formação inicial.
Por seu lado, o Governo, no final da primeira ronda negocial dedicada ao tema, que decorreu na passada semana, já disse, pela voz do secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, que está convencido de que os professores têm condições para ficarem aprovados na prova de acesso à carreira docente, contestada pelos sindicatos do setor.
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Ago 04 2013
O ministro da Educação-mercadoria
As coreografias políticas de inferior qualidade, geradas pela irresponsabilidade de Gaspar, Portas, Passos e Cavaco, varreram o importante sério em função do urgente falso. O país viveu as últimas semanas à espera da salvação e acabou condenado. Os pequenos delinquentes políticos foram premiados. Tudo voltou ao princípio. Os mesmos de sempre ficaram satisfeitos. Passos Coelho, qual garoto a quem perdoaram a última traquinice, retomou a sua natureza profunda. Foi escasso o tempo necessário para o ouvir recuperar o discurso de ódio à Constituição e aos funcionários públicos. Sem vergonha, resgatou a União Nacional.
Com tal e eloquente fundo, surpreendem os dias de desespero que Nuno Crato vem laboriosamente oferecendo aos professores e à escola pública? Só a quem tem memória curta. E são, infelizmente, muitos. Atropelam-se os exemplos.
1. Repito o que já escrevi: não houve nem há qualquer concurso nacional de professores. Houve, e continua a haver, um enorme logro. Uma espécie de dança macabra para dividir a classe, tornando mais fácil reduzir e despedir. Navegar por entre a teia kafkiana da legislação aplicável é um desesperante exercício de resistência. Só legisladores mentalmente insanos e socialmente perversos a podem ter concebido, acrescentando sempre uma nova injustiça à anteriormente perpetrada. O caso da Educação Especial é um belo exemplo. De um decreto exigente (nº 95/97), que uns respeitaram, a um despacho permissivo (nº 866/2013), que outros aproveitaram, vai apenas o poder discricionário do pequeno secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. Professores com formação sólida e prática longa nas diferentes vertentes da Educação Especial estão a ser ultrapassados por colegas, oriundos de outros grupos de recrutamento, com especializações bem menos exigentes e sem prática no sector. Pelo meio, reclamações sobre o mesmíssimo problema decididas pelo ministério de forma oposta, recurso a tribunais e a deputados, que expressam indignação mas nada fazem, e a confiança no Estado reduzida a zero.
2. Nos últimos dias, as escolas foram literalmente abalroadas com a imposição ministerial da redução do número de turmas e cursos profissionais. Trata-se de alunos já matriculados e aceites no pré-escolar, 1º ciclo, cursos de educação e formação e planos de currículos alternativos. A leviandade do ministério, promotor da autonomia das escolas pelo discurso e ferozmente dela castrador, pela prática centralizadora, deita fora o trabalho já feito para preparar o ano-lectivo. Para os poucos professores ainda contratados, adensa-se a negritude do futuro. Sobre o destino a dar aos alunos que escolheram as escolas públicas, só a mente capta de Crato nos poderá esclarecer. Colégios privados? IEFP? Recorde-se ao cidadão incauto, vítima da desinformação que se vai seguir, que isto ocorreu na véspera da publicação das turmas, na véspera da comunicação das necessidades de professores, na véspera dos concursos de Agosto, na véspera da concepção dos horários. Os directores dizem-se chocados. Mas até ao momento em que escrevo, não conheço um só que se tenha demitido.
3. O Estado de direito é constantemente posto em causa pelo Ministério da Educação e Ciência. No caso vertente, que acima citei, o despacho nº 5048-B/2013 acaba de ser incumprido pelo ministro e pelos dois ajudantes que o assinaram. Nada lhes acontece. E o trio ri-se na cara dos directores, professores, pais e alunos.
A 13 de Março transacto, denunciei aqui um caso grave em que o director-geral dos Estabelecimentos Escolares, José Alberto Duarte, foi alvo de queixa disciplinar. Que aconteceu? Gaveta funda do esquecimento. O ministro, o dito, seu amigo de estimação, e o secretário de Estado Casanova riram-se da cidadã que se queixou. Aparentemente, apenas se divisa uma consequência: as juntas médicas, pelo menos na jurisdição de Lisboa e Vale do Tejo, eclipsaram-se misteriosamente. Seria bom saber porquê e tornar clara a estranha relação com a estranha clínica que as executava.
Sucedem-se cenas canalhas envolvendo directores (a última que me chegou refere-se ao Agrupamento de Escolas de Lagares e tem de tudo, droga e sexo incluídos). O arrastamento destes episódios, invariavelmente com disputas entre lóbis locais, sem esclarecimento e apuramento da verdade, deteriora a vida nas escolas, a níveis inaceitáveis. A Inspecção parece estar, neste e noutros casos, em licença sabática. O ministro cala-se, sem entender que a liberdade não pode ser apenas formal. Pais, professores ou alunos que não tenham dinheiro para procurar a Justiça nos tribunais, não têm, verdadeiramente, liberdade. Quem não tem dinheiro para pagar a justiça fora da Escola, por injustiças geradas na Escola, não tem liberdade para exigir justiça dentro da Escola. Nuno Crato não entende isto. Preocupa-o um só poder: o absoluto dos credores. É ministro da Educação-mercadoria.
* Professor do ensino superior
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Ago 04 2013
Foram publicadas nos dia 2 de Agosto mais 7 listas de Mobilidade no site da DGAE
Os links de baixo não funcionam e só amanhã os vou conseguir arranjar.
art º 68 al b) – Associações Professores
art º 68 al b) – Entidades de Cariz Religioso
art º 68 º al b) Portaria 1102-97
art º 68 º al a) – Ensino no Estrangeiro – DILI
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Ago 01 2013
E segundo o SPZN, pode seguir-se a via judicial caso o MEC insista em aprovar essa prova de acesso:
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Ago 01 2013
Depois de ser preenchido o formulário ficam visíveis os resultados ou podem editar os dados inseridos.
Podem partilhar este post ou enviar este link para o preenchimento do formulário.
Apenas considerem para este tratamento os docentes de quadro de agrupamento/escola que perderam a componente letiva na escola de provimento. Os dados dos QZP já estão tratados por grupo de recrutamento e zona pedagógica neste post.
As respostas ficam visíveis para todos aqui.
Se verificarem que alguma escola tem dados errados ou insuficientes podem acrescentar novamente esse agrupamento e enviar-me mail que faço a eliminação das linhas que têm esses dados insuficientes ou errados.
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Ago 01 2013
Fica este post em aberto para colocarem as vossas dúvidas sobre o concurso da mobilidade.
Até sábado terei dificuldade em postar novos artigos, no entanto enquanto durarem as baterias terei oportunidade de vir até aqui ver algumas perguntas e respostas.
Porque estou farto deste verão murcho aqui no norte.
… e vou rumar ao paraíso. 😀
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Ago 01 2013
… e depois das medalhas de bronze sucessivas chegou ao ouro. 😀
Lista do mês de Julho aqui onde existiram 53842 comentários de 736 nicks diferentes.
| Lugar | Nick | Comentários |
| 1 | Tareco | 4334 |
| 2 | Lucretia | 2527 |
| 3 | Nuno Coelho | 2414 |
| 4 | Faltoso Kratov | 2379 |
| 5 | Tucha | 1757 |
| 6 | caloira910 | 1472 |
| 7 | jimmy doyle | 1198 |
| 8 | Comandante Perestrelo | 1189 |
| 9 | DJ | 1160 |
| 10 | give | 1085 |
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Jul 31 2013
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Jul 31 2013
… porque faltam subtrair os QZP da Regiões autónomas que não ficaram colocados e que não podem concorrer à mobilidade interna.
É só uma questão de pormenor que me custa ver passar. 😀
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Jul 31 2013
… e têm de escolher pelo menos um agrupamento de escolas de outro QZP no 2º quadro.
Digam qual é o vosso QZP de origem e a qual escola concorrem nesse 2º quadro (se concorrerem apenas a um agrupamento nesse quadro)
Só para demonstrar que a obrigatoriedade de se escolher pelo menos um agrupamento de um segundo QZP não faz qualquer sentido.
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Jul 31 2013
E fica mais uma vez uma denúncia sobre o tratamento diferente que a AEEP “promove” dentro das suas escolas ultrapassando mesmo o que determina o Contrato Coletivo de Trabalho que foi recentemente denunciado pela própria AEEP.
Nos últimos anos, os professores do ensino particular e cooperativo têm vindo a ver os seus horários letivos aumentados na componente letiva à custa do ensino profissional, podendo mesmo chegar aos 30 tempos letivos por semana. Os horários têm sido calculados tendo por base a divisão do número de horas a lecionar no ano pelos meses do ano, esquecendo que a componente letiva tem lugar a uma equivalente componente não letiva que não tem sido atribuída. Assim estes docentes apesar de estarem a contrato ou efetivos na escola são pagos como se de um recibo verde se tratasse.
Os diretores esquecem também que a hora letiva de um professor é de 50 minutos e não de 60, como está definido no Despacho normativo 7/2003 de 11 de junho de 2013.
Esta diferente forma de tratamento dos docentes do particular em relação ao ensino público necessita urgentemente de ser averiguada.
AL
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Jul 31 2013
Devem enviar em massa esta carta aos grupos parlamentares mostrando o erro desta prova de acesso.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/07/carta-grupos-parlamentares-prova-de-acesso-30-07-2013.docx”]
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Jul 31 2013
A Directiva 1999/70/CE do Conselho, de 28 de Junho de 1999 (a mesma que impulsionou a Vinculação Extraordinária) tem como um dos objectivos “Melhorar a qualidade do trabalho sujeito a contrato a termo garantindo a aplicação do princípio da não discriminação”.
Se o MEC quer sujeitar todos os professores contratados à prova de avaliação de conhecimentos, essa prova traduzir-se-á na manutenção ou não do seu emprego. Assim, as condições de emprego serão, mais uma vez, diferenciadas relativamente aos colegas do quadro. Esta ideia parece chocar de frente com o artigo 4.º da mesma directiva:
“No que diz respeito às condições de emprego,…não poderão os trabalhadores contratados a termo receber tratamento menos favorável do que os trabalhadores permanentes numa situação comparável pelo simples motivo de os primeiros terem um contrato ou uma relação laboral a termo, salvo se razões objectivas justificarem um tratamento diferente”.
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Jul 31 2013
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Jul 31 2013
… concurso submetido, em 1ª prioridade. 🙁
… por não ser possível atribuir pelo menos 6 horas de componente letiva.
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Jul 31 2013
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Jul 30 2013
A menos que quando fizeram os 55 anos de idade não tivessem os 30 anos de serviço.
Mais um quadro do Assistente Técnico.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/07/06Mapa-Estatistica-Os-+-Velhos-e-Com-+-Tempo-de-Serviço-A-APOSENTAR-LISTA-DE-ORDENAÇÃO-DEFINITIVA-2013.pdf”]
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2013/07/685-docentes-que-concorreram-e-que-reunem-condicoes-para-a-aposentacao/
Jul 30 2013
Produzido pelo Assistente Técnico.
O maior número de candidaturas por idades dos candidatos situa-se entre os 32 e os 38 anos. Cada uma das faixas etárias supera as 5 mil candidaturas.
Mapa de Estatística dos Candidatos Pela Idade
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/07/05Mapa-Estatistica-Idade-dos-Candidatos-LISTA-DE-ORDENAÇÃO-DEFINITIVA-2013.pdf”]
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Jul 30 2013
Apesar do MEC dizer que não.
Basta pegar nas ideias de David Justino e na sua anterior proposta chumbada por Jorge Sampaio para sabermos o que pode vir ai.
Vou começar algumas pesquisas sobre o período de 2004 em que foi construída por David Justino essa proposta de Lei que só foi vetada por não existir um consenso de 2/3 (julgo eu. A memória pode estar a atraiçoar-me e ter sido outra razão). Apesar de ter sido vetado o Decreto-Lei a escolaridade obrigatória até aos 18 anos acabou por ser aplicada por MLR.
De memória acho que havia nessa Lei de Bases uma divisão no 6º ano entre o ensino básico obrigatório e o ensino secundário.
Mas essas questões são de pormenor tendo em conta a exigência das funções do estado virem a ser reduzidas o que pode levar a que o cheque ensino e a liberdade de escolha possam voltar a ser discutidas.
Para o ministro da Educação, o novo presidente do CNE é “uma pessoa altamente competente e conhecedora”, que teve “o mérito de questionar algumas vacas sagradas da educação, abrindo caminho para que fossem discutidas de forma mais realista”. Como tal, os pareceres que irá produzir em nome do CNE, órgão consultivo e independente, “são sempre bem-vindos.
Um dos próximos pareceres a ser elaborado por David Justino será a proposta de revisão, “quase artigo a artigo”, da Lei de Bases do Sistema Educativo, alteração que não é prioritária para o governo.
“Não temos como prioridade a revisão da Lei das Bases porque a nossa política é de pequenas mudanças graduais no sentido de melhorar o ensino, com formação de alunos com conhecimentos básicos mais sólidos, o que não quer dizer que não olhemos com boa vontade para a proposta da revisão da lei das bases. Há coisas um pouco desactualizadas, históricas, como a separação entre o terceiro ciclo e o secundário. Faz mais sentido que a divisão apareça mais cedo, quando o 9º ano deixa de ser um ano terminal”, concluiu Nuno Crato.
ADENDA: A história do percurso da lei de bases do sistema educativo vetada por Jorge Sampaio pode ser vista aqui.
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Jul 30 2013
O ministro da Educação e Ciência garantiu esta terça-feira que o Governo não pretende voltar a adiar o prazo para as escolas identificarem os professores em turmas atribuídas, depois do executivo ter alargado para o final desta terça-feira a apresentação do número de professores necessários em cada escola.
“Não estamos a pensar nisso [em voltar a adiar o prazo das escolas] porque a 14 de agosto há a possibilidade de recuperação desses professores. Podemos garantir que todos os alunos terão turma e será uma turma adequada à modalidade de ensino de cada um”, disse o governante à margem da tomada de posse do ex-ministro da Educação David Justino como novo presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), no salão nobre da Assembleia da República, em Lisboa.
Questionado sobre as críticas dos sindicatos da educação sobre as orientações enviadas às escolas, na tarde da passada sexta-feira, que alteram a rede escolar do próximo ano lectivo e apontam para a redução do número de turmas e de cursos profissionais, Nuno Crato reiterou que não há motivos para “dramatizar”.
“É um processo em curso. Não dramatizemos. Estamos a rever todas as propostas, estamos a ter cuidado para que não haja turmas com três ou quatro alunos quando estes se podem juntar. Não vale a pena especular”, declarou Nuno Crato.
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Jul 30 2013
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Jul 30 2013
Boa tarde, Gostaria do seu parecer de uma situação que se está a passar aqui na Região Autónoma da Madeira. Há colegas (grupo 500, pelo menos), com graduação de licenciatura de 14 e apareceram agora com dois valores a mais! Estes colegas fizeram o mestrado integrado de matemática na UMA, contudo, o Dr. Morgado disse a alguns professores e aos sindicatos que tal não era possível! Pelos vistos, foi possível para 4 docentes e gostaria de saber se tal é legal ou não! Caso o seja, agradecia que informasse todos os colegas do país desta nova forma de subir aos 2/3 valores a sua nota de licenciatura/mestrado.Prova:Listas do concursos extraordinário:AVCC RAM 1.ª Sim 3288 366 2922 3288 16.000 1980-03-12 MPM RAM 1.ª Sim 2544 365 2179 2544 17.000 1980-12-17 LGR RAM 1.ª Sim 2544 365 2179 2544 17.000 1981-11-14 PASPA RAM 1.ª Sim 1374 1374 0 1374 16.000 1982-10-29Listas anteriores:AVCC RAM 1.ª Sim 21.504 366 2556 2922 14.000 MPM RAM 1.ª Sim 20,467 365 1 813 2 178 15,000 1980-12-17 LGR RAM 1.ª Sim 20,467 365 1 813 2 178 15,000 1981-11-14 PASPA RAM 1.ª Sim 16.762 0 1008 1008 14.000
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Jul 30 2013
Neste post vão ficar todas as ferramentas que possam ser úteis às opções de candidatura para a mobilidade ou a contratação.
Existe um site com um calculador de distâncias muito bom que pode servir para fazerem as vossas contas. Este calculador mede a distância e a rota de uma localidade a outra.
Podem também usar este roteiro do MEC para saber a localização exata de alguma escola.
Os novos códigos das escolas deverão ser conhecidos no dia em que abrir a candidatura. O último documento publicado pela DGAE é este e data de 3 de Julho.
O Decreto-Lei 132/2012, de 27 de Junho.
O Aviso de Abertura nº 5466-A/2013.
O habitual mapa dos QZP. Este mapa encontra-se revisto e é uma versão corrigida pelo Paulo Pereira em 25 de Abril de 2013.
Podem usar o blog também como ferramenta para apoio aos concursos. Na barra horizontal encontra-se um menu identificado como concursos. A partir desse menu podem pesquisar varias lista em formato Excel. Podem também na caixa de pesquisa em cima do lado direito procurar por algum tem que vos interesse sobre concursos. Muitos estudos foram aqui feitos que podem ser consultados.
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Jul 30 2013
… professores e direções das escolas vão precisar de férias.
As direções:
Os professores:
Já para não falar em coisas “menores” como a constituição de horários ou a planificação do ano letivo 2013/2014.
Estamos a entrar em Agosto, amigos…
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Jul 30 2013
Sei que este retrato é extensivo a tantas escolas deste interior – numa análise superficial parece que as “reduções” que atingiram os grande meios (por exemplo em Viseu..) centraram-se nas ofertas dos CEF´s e cursos profissionais…., e não tanto nas turmas da “mono docência”. E esta leitura parece confirmar a forma como tudo isto nasceu e os critérios “pedagógicos” que presidiram às decisões – uma redução à cabeça de x turmas para cada região, aplicada sobre uma grelha de Excel, independentemente da localização e tipo de agrupamentos atingidos, se têm ou não os alunos concentrados em centros escolares ou mais dispersos, como acontece por exemplo aqui na nossa região de Seia, Gouveia, Trancoso…., com algumas zonas afastadas das sedes de Concelho ainda a manterem as suas escolas, com alunos/turmas devidamente constituídas, cumprindo o determinado por lei. Se assim não fosse é óbvio que as mesmas já teriam sido extintas na devida altura e com a concordância (que a lei exige…) por parte da autarquia, o que não foi o caso…. cai assim por terra a explicação naif / delicodoce de hoje ao fim do dia do nosso ministro Crato, quando vem afirmar que as escolas têm a oferta necessária…..poeira meus caros, poeira para os olhos!
Na sequência do teu recente post sobre a “tortura” que está a ser infligida aos docentes (com o adiamento da indicação para Dacl), então o que dizer das ultimas decisões da DGEsTE relativas a assuntos de rede. Após planeamento das escolas (com pelo menos um Mês), preenchimento de plataformas (Sinaget), reuniões de rede, distribuição (inicial…) de serviço, planeamento do próximo ano e férias, cai nas escolas durante a tarde de Sexta, a surpreendente (ou não!)decisão final sobre a aprovação das turmas. Além do timing – lembro os prazos para indicação dos colegas a DAQL (Segunda), início dos concursos etc, o que dizer de todo o trabalho entretanto efectuado pelas escolas e seus responsáveis no sentido de gerar e garantir a maior tranquilidade (possível) para o próximo ano escolar. Será este o tipo de tranquilidade de que tanto fala o nosso ministro Crato? Se isto não é falta de respeito eu não sei o que isto será?. Em resumo, partilho as informações anexas relativas a um Concelho do interior , “esquecido e ostracizado”. Isto só não seria trágico se fosse original – este é, infelizmente, o retrato hoje do resto do país.
– Os 3 Agrupamentos Locais receberam na Sexta (26 de Julho, durante a tarde), e as diferenças e efeitos em relação ao previsto (negociado) inicialmente, em função do qual as escolas trabalharam, distribuíram os horários, fizeram as previsões para DACL.. e programaram férias de “dirigentes”;
– Agrupamento de Escolas A:
– Jardins-de-infância: em 11 Jardins menos 8 Turmas;
– 1º Ciclo: em 27 Turmas iniciais, passam para 18, perdem 9 Turmas;
– Não aprovaram 1 CEF…(na profissional ao lado, um Instituto privado, aprovaram os 3 CEF´s previstos) e outras 4 Turmas (3ºCiclo/Profissionais) –
– Total – menos 22 Turmas;
– Nº Total de Professores previstos a indicar para DACL: 30
– Agrupamento de Escolas B
– 1º CEB e Pré-Escolar: de 39 propostas, aprovadas 29 – Menos 10 Turmas;
– Regular (2º,3º,CEF/Profissionais) – menos 5 Turmas;
– Total: menos 15 Turmas;
– Cerca de 22 Professores para DACL
– Agrupamento de Escolas C
– 1º CEB e Pré-Escolar: de 27 propostas, aprovadas 15 – Menos 12 Turmas;
– Regular (2º,3º,CEF/Profissionais) – menos 8 Turmas;
– Total: menos 20 Turmas;
– Cerca de 50 Professores para DACL
Questões anexas relevantes: As turmas previstas para os 1º CEB/Pré-Escolar estavam propostas segundo a Lei; o Concelho ainda tem Escolas dispersas por outras localidades, que não a sede de Concelho, algumas, a 40 Km da sede do Concelho/Centro Escolar…; A Câmara Municipal em causa não foi informada desta “nova rede”, o que viola claramente a lei pois esta tem algo a dizer sobre o assunto…Transportes?
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Jul 29 2013
… na TVI.
Nós poderemos apanhar estas regras um ano e meio depois, com as devidas adaptações ao que ficou “acordado” este mês com as organizações sindicais.
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