Embora tenha sido excluído, vamos voltar a pontuar uma vez que foi detetado que os seus e-mail’s foram encontrados na pasta SPAM. Pelo motivo pedimos desculpas.
Nenhum docente dos 461 que indiquei reunirem as condições para a 1ª prioridade foram alvo de confirmação de registos biográficos.
A 24 docentes que não se encontravam na lista dos 461 também não foi pedida a confirmação dos dados com o envio do registo biográfico pela escola. Terão estes docentes anulado a 1ª prioridade ou terão sido excluídos dessa prioridade na fase de reclamações?
Que me perdoem aqueles que acham que não deveria andar a mexer nestes assuntos e que ficava melhor calado e sem mostrar estes dados.
Se encontram-se correctamente ordenados na 1ª prioridade escusam de se sentirem ofendidos com a publicação destes dados.
Acima de tudo o que se pede é justiça nesta forma injusta de vinculação.
E se incomoda a alguém que estes dados sejam publicados, temos pena.
Composição da prova de Português do 6.º ano pedia aos alunos para descreverem algo que os deixasse contentes. Um exame “muito fácil” deixou quase todos de sorrisos no rosto.
NEG – 19 MAIO 2015 – EXAME DE PORTUGUES NA ESCOLA ANDRE SOARES
O enunciado da prova pedia aos estudantes que imaginassem algo que os deixasse muito felizes. Martim imaginou que encontrava um cachorro dentro de uma caixa, abandonado na rua. “Levámo-lo para casa e ficamos com ele”, descreve. E o exame, também o deixou feliz. “Sim, não foi assim tão difícil”.
… se depois se desconfia de uma simples validação do tempo de serviço?
Quem desconfiou dessas validações e pediu os registos biográficos foi a DGAE.
Se chamei de suspeitos aos docentes a quem foi pedido às escolas que enviassem os registos biográficos, estou a usar o próprio termo que a DGAE de forma disfarçada o fez.
Tenho quase certeza que 99% dos docentes que se encontram na 1ª prioridade têm todo o direito a estar nessa prioridade. Mas não vou dizer que confio a 100% na lista da 1ª prioridade porque tenho a certeza que isso não é verdade.
Penso que se recordam que disse em Setembro de 2014 que havia 461 docentes que reuniam as condições para vincular pela norma travão.
Também cruzei os dados dos 461 docentes nessas condições com os 865 que disseram reunir as condições para essa vinculação.
A diferença entre esse número é de 404 docentes.
A DGAE pediu o registo biográfico de 403 docentes.
Se quiserem comparar as duas listas podem ver esta que fiz com a lista pedida pela DGAE.
Na minha lista estão com cor branca os docentes que não consegui comprovar terem ficado colocados em pelo menos um ano nos últimos 5 anos lectivos (incluindo este) e na lista da DGAE os 403 docentes a quem foi pedido o registo biográfico às escolas.
Coincidências?
Pelo que já analisei as listas são em tudo idênticas.
Com a prova de Português do 4.º ano, arranca esta segunda-feira a temporada de exames. Mais de 200 mil alunos realizam esta semana as provas finais do 4.º e 6.º ano, que contam 30% para a nota final. Quanto mais cedo se aprender a lidar com a avaliação mais fácil será progredir no futuro, defende o ministro da Educação, em entrevista ao Expresso.
A Comissão Especializada Permanente de Educação, Desporto e Cultura, reúne amanhã, dia 19 de maio de 2015, pelas 15:30 horas, com a seguinte ordem do dia:
1- Verificação do cumprimento do dever de auscultação relativo à da Proposta de Decreto Legislativo Regional que “Altera o regime dos concursos para seleção e recrutamento do pessoal docente da educação, dos ensinos básicos e secundário e do pessoal docente especializado em educação especial na Região Autónoma da Madeira, aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 25/2013/M, de 17 de julho, na redação dada pelo Decreto Legislativo Regional n.º 7/2014/M, de 25 de julho”;
E a prova correu bem? A resposta de João Pedro é igual à de muitos outros dos seus colegas. “Sim! Foi fácil.” A secundária Vergílio Ferreira é a escola sede do terceiro maior agrupamento do país. Esta manhã, na escola dos crescidos, estavam também 253 alunos do 4.º ano para fazerem o seu primeiro exame.
Que até as “mães” do ensino doméstico pretendem fazer uso desse campo de treino.
É ver os alunos do 4º ano em roda viva com simulações práticas para a realização dos exames e da matéria que fica suspensa apenas para rever provas e exames de anos anteriores.
Mas não são apenas os alunos do 4º ano que já estão sujeitos a estes níveis de stress. Também muitos alunos do 2º ano estão a preparar as provas intermédias da mesma forma.
Mais de 200 mil alunos realizam, a partir de amanhã, os exames de Português e Matemática do 4º e 6º ano, que contam 30% da nota final do aluno.
Integradas num sistema de ensino assente em provas nacionais que avaliam várias centenas de metas curriculares, “as escolas transformaram-se em campos de treino para exames”, criticam professores, diretores, pedagogos e psicólogos. Segundo Manuel Pereira, presidente da associação de dirigentes escolares (Ande), as escolas “deviam preparar para a vida. Não se pode ensinar apenas o que vai ser avaliado nos exames”.
As críticas recaem, não só sobre a aplicação dos exames, mas também sobre a valorização social excessiva que lhes é cedida, insistem, mais uma vez em uníssono. “Valem 30% da nota final. É mais um teste”, explicam.
Dirigentes das associações de diretores, das associações de professores de Português (APP) e de Matemática (APM), o coordenador do grupo de psicólogos escolares e o pedagogo Renato Paiva, pensam que as metas são desadequadas para a faixa etária destes alunos e tornaram, ainda, os programas demasiado extensos. Consequentemente, este modelo de ensino que valoriza a memorização, mas desvaloriza a capacidade de raciocínio e de compreensão, desvalorizando a aprendizagem, defendem.
Segundo Renato Paiva “há pouca consistência nesta numerologia estatística. Ainda que atinjam as metas, não quer dizer que alcancem automatização. Por exemplo, podem ler as 95 palavras num minuto, o não quer dizer que as compreendam”.
Por sua vez, Filomena Viegas, da APP, julga assustador o facto de as metas insistirem em verbos como “identificar, classificar e reconhecer em vez de sistematizar, aprofundar, aplicar e justificar”.
Os responsáveis acham, ainda, que os programas, especialmente o do 1º ciclo, são demasiado extensos. “Não há tempo para consolidar as matérias”, frisa Filinto Lima, vice-presidente da associação de diretores de agrupamentos e escolas públicas (Andaep).
Em relação à pressão psicológica, Jorge Humberto Costa, do grupo de psicólogos escolares (Psiscolas) alerta que com estas metas e programas é inevitável que professores e alunos se sintam pressionados e sofram de ansiedade.
Renato Paiva afirma que cada vez mais cedo, os alunos sentem-se desmotivados por não conseguirem acompanhar o ritmo imposto. “Como se todos os meninos fossem iguais”, insurge-se Filomena Viegas.
Os exames vão ser realizados entre amanhã e quinta-feira. Será mais uma pausa letiva para milhares de alunos, já que centenas de escolas básicas têm de encerrar para receber a realização de exames.
Presidente do Conselho Científico do Iave critica Crato e defende que é “normalíssimo que exista uma diferença de dois ou três valores entre as classificações internas e as que resultam dos exames nacionais.
O presidente do Conselho Científico do Instituto de Avaliação Educativa (Iave), João Paulo Leal, criticou neste sábado o facto de Nuno Crato ter decidido avançar com o incentivo às escolas que consigam baixar a diferença entre as classificações internas e as externas, apesar de alegadamente ter sido avisado pelo presidente do Conselho Directivo do Iave “de que isso teria efeitos perversos”, que na sua opinião “já se estão a verificar”. “Já há escolas a baixarem de forma artificial as notas internas”, disse.
João Paulo Leal referia-se ao chamado “indicador de eficácia educativa”, um dos critérios para a atribuição de crédito horário que as escolas podem usar para actividades educativas. Neste caso, a tutela compara os resultados das escolas com a média nacional nos exames, avalia os progressos, de um ano para o outro, bem como as diferenças entre as classificações que os alunos da escola obtiveram nas provas e aquelas que lhes foram atribuídas pelos professores. O número de horas de crédito a atribuir ao estabelecimento de ensino varia em função dos níveis de superação atingidos. Por exemplo: se um agrupamento ou escola do básico conseguir uma média de exame que fique 0,50 pontos (numa escala de 1 a 5) acima da média nacional recebe 30 horas.
A família é sempre espetacular e a relação com a escola varia de família para família e de escola para escola. Para dançar o tango são sempre precisos dois. Por vezes o aluno faz de DJ, ou seja dá-nos música.
E aqui acaba a saga. Muito havia para dizer mas é como nos filmes cada um pode imaginar o seu fim e se calhar lutar por ele.
Segundo comentários no chat do blogue há quem afirme que a DGAE pediu às escolas o registo biográfico dos docentes que se encontram na 1ª prioridade do concurso externo.
Se não fosse o facto de a própria DGEstE ter dito em circular que o registo biográfico de nada serve como prova da prestação de serviço (apenas as listas de antiguidade fazem essa prova) acharia normal esse pedido para verificarem quem se encontra realmente na 1ª prioridade do concurso externo.
Mas estranho mais que a DGAE na posse dos contratos dos docentes não consiga fazer essa triagem e analisar correctamente quem tem o direito a essa prioridade.
Deixo este post apenas para confirmarem se esse pedido da DGAE foi feito às escolas todas ou se apenas não passa de algum mal entendido e que esse pedido tenha sido feita apenas a alguma escola em concreto por dúvidas na validação dessa 1ª prioridade.
Que está direccionado para a problemática da Educação Especial.
O que se pretende é criar um espaço para todos, em especial para aqueles que, de alguma forma, dividem os seus dias com meninos/as com Necessidades Educativas Especiais.
Deseja-se que seja um ponto de encontro, de partilha de ideias, de divulgação de atividades, de troca de experiências e uma base de dados/recursos onde todos podem recorrer para enriquecer as suas práticas.
Advogada Elizabeth Fernandez refere que a ideia é pedir ao tribunal que os alunos de ensino doméstico que estejam apenas dispensados das aulas, mas que não possam ser proibidos de nelas comparecer.
A advogada do rapaz de 10 anos do Porto impedido esta semana por tribunal de assistir às aulas na escola em que está inscrito por ser aluno do ensino doméstico anunciou hoje que vai recorrer da decisão.
Em declarações à Lusa, a advogada, Elizabeth Fernandez, afirmou que vai “interpor recurso da decisão judicial que negou ao Afonso, como aluno do ensino doméstico, assistir às aulas, mas que lhe permite, paradoxalmente, ir ao recreio e à cantina da escola almoçar”.
Para a semana vai começar o trabalho voluntário. Terça feira cairão as sortes para Português e quinta feira para Matemática. As reuniões de informação e entrega dos exames serão na quarta feira para quem tiver a sorte de corrigir Português e sexta feira para aqueles que se entreterão com a Matemática.
Valha-nos o dinheiro de despesas de deslocação, uma fortuna, há colegas que até vão de férias à custa desse dinheirito…
No segundo ciclo está-se a preparar o mesmo cenário…
Que a cada ano que passa se centra mais nas paragens para os PET, as provas e os exames.
Qualquer dia é necessário criar um calendário escolar para as actividades lectivas.
Que formas as entidades promotoras encontraram para dar as férias aos técnicos das AEC?
Como as férias têm de ser gozadas dentro dos contratos, será que existem entidades promotoras que andam a repartir as férias pelas interrupções lectivas, ou a antecipar o fim das actividades de enriquecimento curricular para os técnicos poderem gozar as suas férias ainda dentro do contrato?
O único documento que tenho sobre as AEC é este e omite o período de férias desses técnicos.
Há alguma orientação oficial da DGEstE sobre este assunto?
Para quem estiver disposto a transformar os 149 critérios usados na BCE de 2014 em critérios justos para 2015.
O documento de 2014 encontra-se em Excel e quem estiver disposto a riscar a inutilidade pode fazê-lo reduzindo-os a um mínimo possível de critérios justos e mensuráveis.
Darei conta em novos artigos das vossas propostas.
“A liberdade de escolha foi dada aos pais do aluno de optarem pelo ensino regular, doméstico ou individual” e, tendo os pais do aluno “optado pelo ensino doméstico, devem os mesmos conformar-se com a natureza e funcionamento do mesmo”, escreve o juiz de direito do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto na decisão, a que a Lusa teve acesso.
Um em cada três professores portugueses sofre de elevados níveis de stress e 37% têm problemas de voz, alertou a Federação Nacional de Educação, que vai lançar uma campanha e exigir que o stress seja considerado doença profissional.
Duas investigadoras da Unidade de Investigação em Psicologia e Saúde, do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), inquiriram 800 docentes portugueses e descobriram que 30% tinham níveis elevados de burnout (estado de esgotamento físico e mental provocado pela vida profissional).
Os resultados da investigação, que ainda não terminou, foram agora divulgados pela Federação Nacional de Educação (FNE), que sublinhou a “relação direta entre o elevado nível de burnout e os baixos níveis de satisfação no trabalho”.
As investigadoras do ISPA perceberam que a idade, o tipo de contrato, a experiência profissional e o tipo de ensino têm influência nos níveis de stress: os professores mais velhos têm níveis de burnout superiores assim como os que dão aulas no secundário.
“Os professores do ensino secundário apresentam valores mais elevados de stress, exaustão emocional e maior falta de reconhecimento profissional”, recorda a FNE, sublinhando que as mulheres também são mais afetadas.
No mesmo sentido, os docentes responsáveis por alunos com necessidades educativas especiais também sofrem mais de ansiedade, burnout e preocupações profissionais.
Turmas muitos grandes e com muitos alunos e estudantes mal comportados são duas das causas que provocam stress nos docentes, que se queixam dos baixos salários, das condições de trabalho precárias, da grande exigência de tarefas burocráticas, pressão de tempo para o desempenho das tarefas e as exigências na relação com alunos e pais.
Vídeos de bullying entre jovens, que retratam um pouco da realidade actual e que provam as dificuldades que hoje em dia as escolas têm em controlar muitos desses jovens em contexto de sala de aula.
Ou Vídeos de bullying com caricaturas a aspectos físicos de alguém, em especial de jovens.
Perdi paciência para todas estas coisas que a cada ano que passa, em vez de diminuírem, aumentam.
E dar muita importância a isso é valorizar comportamentos que devem ser completamente recriminados por toda a sociedade. E ao que parece as autoridades competentes estão já a tratar disso, nestes dois casos.
E quem ainda pensa que o trabalho docente é alguma coisa de muito agradável e com muitas regalias profissionais que comece a fazer uma análise ao comportamento dos jovens actuais e às dificuldades que é manter esses jovens motivados dentro de uma sala de aula.
E este tipo de comportamento já não acontece apenas na faixa etária da adolescência e cada vez mais os comportamentos de violência e agressões entre colegas/docentes/auxiliares chegam ao 1º ciclo e até mesmo ao pré-escolar.
Preocupante é imaginarmos como será a próxima década, tendo em conta a evolução que todos estes casos têm tido nos últimos anos.
O reforço da autoridade do professor ficou apenas nas palavras e o tema da convivência escolar desapareceu quando o Secretário de Estado João Grancho saiu do MEC.