A punição tem má fama, é muitas vezes vista como o the dark side of the force, é tema tabu para muitos e quem o defende é normalmente associado à intolerância e insensibilidade, como se de um pequeno ditador se tratasse. No entanto, se olhar à sua volta, a punição faz parte da sua vida, estando associada às mais pequenas coisas. A própria escola deve encará-la com naturalidade, até porque a sociedade funciona assim e a escola é o reflexo da sociedade. Talvez o problema não esteja diretamente relacionado com a punição, mas sim com a tipologia da punição…
Participem também na sondagem semanal do blogue ComRegras. Os resultados serão divulgados no meu blogue na próxima semana.
Tem início, amanhã, dia 13 de Maio, a 1º Fase da Mobilidade por Doença (se há 1ª fase também deve haver uma segunda fase).
Durante 15 dias úteis encontra-se aberta a aplicação, pelo que até ao dia 2 de Junho podem efectuar esse pedido.
Os docentes a quem for conferida a mobilidade por doença são retirados do procedimento de mobilidade interna do concurso nacional, caso venham a ser opositores ao referido procedimento.
Ninguém é retirado do concurso interno, ok? Apenas da Mobilidade interna se forem candidatos.
Reforma curricular inclui ainda ensino de chinês, francês e swahili
A língua portuguesa é uma das quatro que o Zimbabwe quer tornar de aprendizagem obrigatória nas escolas oficiais, a par do francês, do chinês e do swahili.
A introdução das quatro línguas faz parte de uma reforma curricular mais vasta que ainda não foi aprovada, e que inclui também o ensino de agricultura e de temas de ciência pura.
Os planos do Governo do Zimbabwe estão a gerar fortes críticas entre os docentes. “É alucinante”, observa um dirigente de uma associação de professores do ensino superior, David Dzatsunga, que se questiona onde irá o Estado buscar pessoal para ensinar as quatro línguas e dinheiro para lhes pagar. O país tem três línguas oficiais – o shona, o ndebele e o inglês, usado habitualmente nos negócios – e 13 outras línguas minoritárias.
Acho que todos os alucinados devem andar a beber do mesmo bebedouro.
Apesar das médias serem bem abaixo do limite máximo por turma.
Mas turmas do 1º ciclo com vários níveis de ensino e com 26 alunos dentro de uma sala de aula são um autêntico terror para qualquer professor do 1º ciclo.
Turmas podem ter até 26 alunos, algo que não agrada aos diretores de escola que pedem ao ministério de Crato ajudantes
Os diretores escolares querem que o Ministério da Educação permita às escolas ter professores coadjuvantes nas turmas do 1.º ciclo para apoiar o trabalho na aula, já que as turmas podem ter até 26 alunos.
“As turmas do 1.º ciclo deveriam ser mais pequenas, para permitir um ensino mais personalizado. Se as turmas tivessem menos alunos isso iria reduzir as situações de insucesso e indisciplina nos anos seguintes”, disse à Lusa Filinto Lima, vice-presidente Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).
O diploma do Ministério da Educação e Ciência (MEC), publicado no final da semana passada, define que as turmas do 1.º ciclo podem ter um limite máximo de 26 alunos, mantendo o número que já estava definido em anos anteriores.
Para Filinto Lima, mais de 22 alunos é muito e por isso os diretores esperam ganhar créditos escolares para, caso precisem, possam ter mais do que um professor na sala de aula: “Esperamos que o Ministério da Educação nos dê, no próximo ano letivo, mais horas de apoio para podermos ter professores coadjuvantes a apoiar as turmas”, defendeu.
Caso tal não seja possível, os diretores escolares gostariam que “as escolas tivessem mais autonomia para poderem constituir as turmas”, defendeu aquele responsável, explicando que podem existir “turmas de 30 alunos que funcionam lindamente e outras que são tão complicadas que nem com 15 alunos funcionam”.
No pré-escolar, as turmas serão constituídas por um número mínimo de 20 e um máximo de 25 crianças. Mas, caso integrem crianças com necessidades educativas especiais de caráter permanente, o limite máximo da turma será de 20 crianças.
Já no caso do 1.º ciclo, se existirem meninos com necessidades educativas especiais, as turmas terão um limite máximo de 20 alunos, não podendo incluir mais de dois alunos nestas condições, revela o despacho, que estabelece as regras sobre matrículas, frequência, distribuição de alunos e constituição de turmas.
As turmas dos 5.º ao 9.º anos de escolaridade são constituídas por um número mínimo de 26 alunos e um máximo de 30 alunos, segundo o diploma assinado pelo secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar e pelo secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário.
Filinto Lima diz que os diretores aguardam agora o documento sobre a organização do ano letivo que esperam que se mantenha semelhante ao do ano passado: “Esperamos que não haja grandes diferenças. A legislação na educação deve manter-se no tempo, senão lança a confusão nas escolas”, relata a Lusa.
Já vários artigos passados coloquei sobre os erros da BCE de 2014/2015 e apontei alguns caminhos a melhorar com esta forma (um pouco absurda) de contratação.
O primeiro erro que apontei esteve relacionado com o elevado número de subcritérios que o MEC serviu de cardápio às escolas (149).
Seguidamente na fase da candidatura existiu uma enorme confusão com o preenchimento dos subcritérios que levou a ser criado um novo prazo para os docentes rectificarem as respostas dadas.
Evito neste artigo falar sobre o erro da fórmula porque tal já estará resolvido (mal resolvido, mas resolvido).
Após a colocação dos docentes havia a necessidade dos mesmos comprovarem os dados, em muitos casos os dados não puderam ser comprovados e os docentes tiveram de sair da escola, atrasando ainda mais a colocação de outro docente no mesmo lugar.
A BCE foi politicamente mal idealizada e tecnicamente mal elaborada.
Não há volta a dar aos erros sucessivos que estão a acontecer e qualquer ideia em tentar melhorar este sistema é cair no mesmo erro.
Por cada erro que se pretenda corrigir outros erros irão acontecer. A BCE simplesmente não funciona nem nunca funcionará.
Mesmo continuando com a mesma posição sobre a BCE, importa reparar para 2015/2016 os erros que aconteceram em 2014/2015.
E assim, no meu ponto de vista:
os subcritérios devem ser facilmente mensuráveis e reduzidos a um máximo de 20 ou 30;
devem ser previamente validados por uma escola de validação;
deve existir uma forma mais rápida de colocação do docente, sem que o mesmo candidato seja colocado em 100 escolas em simultâneo, pelo menos nas primeiras colocações do ano lectivo, pelo que a colocação em BCE com efeitos ao dia 1 de Setembro de 2015 devia ocorrer bem antes do mês de Setembro e ao mesmo tempo que a Contratação Inicial.
sempre defendi um concurso dinâmico em que um docente a qualquer momento pode integrar-se numa lista de ordenação ou então sair dela (seja nas preferências por escolas ou por intervalos de horário), e nesse caso os docentes deveriam ser obrigados a aceitar uma colocação, qualquer que ela fosse, sob pena de terem penalização para o resto do ano lectivo.
Fica o tema BCE em debate para o caso de quererem intervir nele.
Faz-se público, em conformidade com o meu despacho de 5 de maio de 2015, que se encontra aberto, pelo prazo de 5 dias úteis contados do primeiro dia útil seguinte ao da publicação do presente aviso na Bolsa de Emprego Público-Açores, fixado de 11 a 15 de maio, o período de candidatura ao procedimento concursal/oferta de emprego para recrutamento centralizado de pessoal docente da Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básico, Secundário e Artístico, em regime de contrato de trabalho a termo resolutivo, nos termos dos n.ºs 3, 4 e 5 do artigo 6.º e n.º 7 do artigo 9.º, ambos do Regulamento de Concurso do Pessoal Docente da Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 22/2012/A, de 30 de maio, retificado pela Declaração de Retificação n.º 39/2012, de 17 de julho, alterado pelo artigo 36.º do Decreto Legislativo Regional n.º 2/2013/A, de 22 de abril (adiante designado por Regulamento de Concurso), com vista ao suprimento de necessidades transitórias do sistema educativo durante o ano escolar de 2015/2016.
E a partir de agora e até final do ano lectivo o que se vai ouvir falar nas escolas roda tudo à volta das provas e dos exames e até os alunos do 4º ano já fazem simulações de exame com visita à sede do agrupamento para simular o próprio dia do exame.
Chegamos a um ponto em que tudo é levado ao extremo por parte das escolas.
E será que os alunos e as famílias têm interesse nesta exigência toda, ou são as próprias escolas que tornam tudo isto ainda mais exigente?
Acções desenvolvidas pela Junior Achievement Portugal já abrangeram quase 200 mil alunos. Pais contestam.
Mariana Santos foi surpreendida por um folheto que descobriu, há algumas semanas, na mochila do filho de sete anos. “Disse-me que tinha sido levado por uma senhora que ia voltar à escola às quintas-feiras. Era de uma organização de que nunca tinha ouvido falar, a Junior Achievement Portugal. Fui ler e não gostei. Pesquisei um pouco mais e fiquei muito incomodada por estarem nas escolas”, conta ao PÚBLICO.
Na verdade já estão desde o ano lectivo 2005/2006, com acções que abrangeram 195.891 alunos desde o 1.º ciclo à universidade. Só no ano passado estiveram em 452 escolas, informou o assessor de imprensa da Junior Achievement Portugal (JAP), Nuno Comando. O objectivo, esclarece, é o de levar “o empreendedorismo para dentro das salas de aula”. O que é feito sem custos para as escolas, já que todas as despesas são suportadas pelos 42 associados da JAP, acrescenta.
Esta semana o Cocó da Educação vai ter uma ligeira alteração. Tal como alguns de vocês sou professor e mesmo tendo dia livre (ao contrário do que muita gente pensa e como vocês sabem) não chega para tratar das lides da escola.
Deixo aqui um pequeno apontamento do que vai ser o próximo episódio e algumas reflexões que não quero deixar registadas em vídeo pois podem ser mal interpretadas por pessoas menos atentas que não se dão ao trabalho de ler, mas que gostam de ver filmes brejeiros.
Nascemos na altura errada?
Quando éramos alunos e nos portávamos mal levávamos umas belas reguadas e se nos queixássemos aos nossos pais o cenário piorava. Hoje somos professores e algo mudou.
Fomos Enganados
O mundo mudou e a relação dos pais com a escola é por vezes polémica. Por um lado queixámo-nos que não aparecem, por outro lado quando aparecem desejamos que não tivessem aparecido. Claro que nem sempre é assim e felizmente ainda há famílias exemplares. O problema é que as que são menos exemplares têm muita força nos estragos que fazem. Seja ao nível da educação dos alunos, com quem temos de lidar diariamente, seja pela forma agressiva com que atacam a escola.
O ataque é a melhor defesa?
Se analisarmos do outro lado, do lado dos pais, podemos dizer que os professores têm pouca ou nenhuma formação para lidar com os encarregados de educação. É verdade, não fez parte da nossa formação inicial, nem conheci durante a minha carreira nenhuma formação a este nível. A escola deveria ter uma postura mais “comercial”. Quem é diretor de turma deveria ser porque o deseja e não porque lhe é imposto.
A minha filha é uma boa aluna mas sempre que fui à escola nunca ouvi um elogio dos professores que me atenderam. Jogaram sempre à defesa, ou seja ao ataque. Ela é distraída, não fez o TPC no dia X, não trouxe o livro no dia Y… e por aí fora. Os aspetos negativos são sempre os mais salientados.
Se nos dermos ao trabalho de ver a caderneta de alguns alunos com NEE, podemos constatar que geralmente só servem para dar más notícias. Alguns pais vão à escola só para ouvir “falar mal” dos seus filhos e claro ao fim de algum tempo deixam de ir ou passam a jogar à defesa, ou seja ao ataque.
“Comportamento gera comportamento”, ou de uma forma mais popular “as moscas não se apanham com vinagre” são frases que temos que ter em conta quando recebemos um encarregado de educação.
Só tendo as famílias como aliados podemos vencer este desafio que estamos a perder de dia para dia.
O conceito de economia paralela pode ser definido como o conjunto de atividades económicas que, embora realizadas no território nacional, não se refletem no produto do respetivo país, não tem qualquer correspondência na contabilidade nacional e não entra na quantificação do PIB.
Temos, pois, que uma parte muito significativa da produção realizada em território nacional, quer seja ilegal, oculta, informal ou para uso próprio, tem profundas implicações negativas no grau de eficiência da atividade económica global.
Numa altura em que os níveis de insucesso e abandono escolar continuam elevados, a FNE, a CONFAP e a ANDAEP realizam a III Convenção Nacional para discutir o impacto da Educação para a Infância e do 1º Ciclo do Ensino Básico no futuro dos nossos alunos.
No comentário da semana, secretário-geral da FNE aproveita para alertar para a necessidade de serem criados mecanismos de apoio efetivo que permitam aos alunos ultrapassar as dificuldades.
A valorização do trabalho dos docentes do Pré-escolar e do 1º ciclo foi outras das medidas assinaladas por João Dias da Silva com fundamental para aumentar o sucesso do sistema educativo português.
Estará para breve, com a publicação hoje do Despacho nº 4773/2015, a Mobilidade por Doença que não terá procedimentos muito diferentes do modelo do ano anterior. Contudo, o Despacho deste ano não refere a possibilidade da Mobilidade por Doença numa segunda fase, em Setembro, em função da colocação obtida na Mobilidade Interna.
O procedimento da mobilidade por doença é aberto pela Direção-Geral da Administração Escolar pelo prazo de 15 dias úteis após anúncio a publicar na página eletrónica desta Direção-Geral.
Como ainda não abriu o aviso no site da DGAE o prazo dos 15 dias ainda não começou a contar.
O que é essencial saberem para este processo:
3 — A formalização do pedido de mobilidade por doença é efetuada exclusivamente através de formulário eletrónico, a disponibilizar pela Direção-Geral da Administração Escolar, e deve ser instruída com os seguintes documentos a importar informaticamente:
a) Relatório médico, em modelo da Direção -Geral da Administração Escolar, que ateste e comprove a situação de doença nos termos do despacho conjunto A -179/89 -XI, de 12 de setembro, e a necessidade de deslocação para outro concelho nos termos do ponto 1 do presente despacho;
b) Documento comprovativo da relação familiar ou da qualidade de parceiro na união de facto;
c) Declaração emitida pela junta de freguesia que ateste a relação de dependência exclusiva do ascendente que coabite com o docente;
d) Declaração emitida pelos serviços da Autoridade Tributária que ateste que o docente e ascendente residem no mesmo domicílio fiscal.
Podem ser candidatos à Mobilidade por Doença:
1 — Os docentes de carreira dos estabelecimentos de ensino da rede pública de Portugal Continental e das Regiões Autónomas podem requerer mobilidade por motivo de doença ao abrigo da alínea a) do artigo 68.º do ECD, aprovado pelo Decreto -Lei n.º 139 -A/90, de 28 de abril, na sua redação atual, para agrupamento de escolas ou escola não agrupada situado em concelho diverso daquele em que se encontram providos ou colocados, desde que sejam portadores de doença incapacitante nos termos do despacho conjunto A -179/89 -XI, de 12 de setembro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 219, de 22 de setembro de 1989, ou tenham a seu cargo cônjuge, pessoa com quem vivam em união de facto, ascendente ou descendente a cargo nas mesmas condições, e a deslocação se mostre necessária para assegurar a prestação dos cuidados médicos de que carecem.
Ministério da Educação e Ciência – Gabinetes dos Secretários de Estado do Ensino e da Administração Escolar e do Ensino Básico e Secundário
Estabelece os procedimentos da matrícula e respetiva renovação, as normas a observar na distribuição de crianças e alunos, constituição de turmas e período de funcionamento dos estabelecimentos de educação e de ensino
O próximo quadro faz a comparação do número de inscrições por componente específica com o número de aprovações.
Existiram 755 inscrições que foram não aprovadas ou então que não realizaram a prova específica.
A prova específica com uma maior taxa de insucesso (sem considerar o grupo 920) foram as específicas de Português – nível 2 e Física e Química com uma taxa de insucesso de 66%.
Pode ser consultada a lista dos candidatos aprovados nas provas da componente específica da Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades. Apresentam-se, ainda, informações de apoio à leitura dos resultados e instruções relativas aos pedidos de consulta da prova.
A lista de candidatos aprovados pode ser consultada aqui.
NOTA: Os resultados individuais de cada candidato podem ser consultados na plataforma SIGHRE.
Documento de apoio à leitura dos resultados. Consultar aqui.
Consulta da prova
O pedido de consulta da prova deve ser efetuado de acordo com o definido no artigo 9.º do Decreto Regulamentar n.º 7/2013, de 23 de outubro.
O valor a pagar pelo pedido é o que consta do Despacho n.º 14052-A/2014, de 19 de novembro.
for acompanhado do formulário (EXCEL), que pode ser descarregado aqui, devidamente preenchido;
tiver sido enviado de acordo com o prazo previsto na lei.
Após a boa receção do pedido no endereço de e-mail acima indicado, será enviada para o endereço de e-mail que consta da inscrição do candidato a Referência Multibanco para efetivação do pagamento. O pagamento terá de ser efetuado até ao final do dia seguinte ao do envio da referida Referência Multibanco. Não será emitida nova referência, caso o pagamento não seja efetuado.
Considera-se válido o pedido de consulta após confirmação do pagamento devido, contando a partir dessa data o prazo para o envio da reprodução da prova, de acordo com o artigo 9.º do Decreto Regulamentar n.º 7/2013, de 23 de outubro.
Pedido de reapreciação da prova
Os pedidos de reapreciação devem ser redigidos e submetidos, na plataforma SIGRHE da DGAE, nos cinco dias úteis seguintes ao da receção da reprodução da prova.
Sobre as razões que levaram os docentes QA/QE a concorrer ao concurso interno.
Dos 1098 votos (podem optar por um máximo de 3 respostas) a resposta mais votada foi sem sombra de dúvidas a que eu já previ nesse artigo, 40% dos docentes QA/QE concorrem para se aproximar à sua residência.
Passou a ser surpreendente que exista também uma necessidade dos docentes concorrerem devido às lideranças da escola e por o ambiente ter-se tornado insuportável na sua escola/agrupamento. Estas duas respostas juntas valem 30% das respostas.
Pelo facto dos docentes estarem sem componente letiva ou em vias de a perder, apenas 11% dos docentes apresentam essa razão como uma das que os levaram a concorrer.
Quase 3% dos docentes responderam que concorreram neste concurso interno para tentar mudar de grupo. Tendo em conta que esses números estão de acordo com a realidade, posso partir do princípio que as restantes respostas representem bem a realidade da vontade que levou os docentes QA/QE a concorrer.
Ontem num jornal nacional aqui, surgiu uma noticia interessante.
“840 alunos sem papel higiénico”, era o titulo da noticia. relatava como num agrupamento de escolas lá para os lados da capital, os pais tinham de contribuir com 1 “eurito” para a compra de papel higiénico e toalhetes… isto nas 3 estabelecimentos de 1º ciclo e pré escolar, que estão sob a alçada da autarquia no que diz respeito a manutenção técnica, a produtos de higiene e afins… Referia, também, que são os professores a comprar detergentes para que se possa manter a escola limpa e com condições mínimas de higiene. isto é um exemplo que saiu das paredes de uma escola, mas exemplos como este são mais frequentes do que se julga. Não me esqueço de que no inicio do ano letivo um colega se queixava que, a direção lhe tinha pedido que trouxesse uma resma de papel de casa para que pudesse tirar umas fotocópias…
Aqui temos um bom exemplo de Municipalização e o que vai começar a acontecer por esse país fora…