A FNE esteve presente esta manhã no Centro de Caparide para uma reunião com o MECI sobre a matéria da Mobilidade por Doença.
Manuel Teodósio, Vice Secretário-Geral da FNE, fez o balanço deste encontro.
No seguimento do acordo celebrado entre FNE e MECI sobre a recuperação do tempo de serviço, foi-nos referido estar em fase de testes o simulador e que está para breve a aprovação do decreto-lei em Conselho de Ministros.




15 comentários
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Espero que o Ministério mete alguma ordem nisto porque têm sido décadas de abusos com falsas doenças. Há sempre aqueles que precisam mesmo…
Plenamente de acordo! Pela estupidez e pelo abuso de uns, pagam os outros.
Os que não precisam são aqueles que têm o multiusos com maior percentagem. Fazem se de malucos pagam uns bons euros e pronto
Por acaso sabe como se obtém um multiusos?????
Acho que fala sem saber do que fala…
Não generalize.
Eu, por exemplo, tenho atestado multiusos até ao final do ano com % elevada e não paguei nada para o ter. Infelizmente tenho muitos problemas de saúde que o justifiquem.
Genericamente, há duas situações que permitem o pedido de MPD.
1. por necessidade de acompanhamento de pais idosos, em que as Juntas de Freguesia atestam que os requerentes vivem com os pais (que, por sua vez, podem ser doentes).
2. por doença do próprio, do descendente ou cônjuge, atestadas por relatório médico – e existe legislação com a lista de doenças que dão direito à MPD, como sabemos.
A haver abusos (ou falsas declarações), são na 1., pois um idoso pode ser doente, mas não viver com o filho, mesmo que uma declaração lavrada pela JF ateste que sim… E estas não são a maioria.
Parece-me indesmentível que a maior parte das MPD (tendo em conta a faixa etária da classe docente) é por doença do próprio (2).
Não podemos apenas generalizar um “ouvi-dizer-que” para “são-todos-iguais”…
Email que enviei para os sindicatos:
Boa tarde.
Vejo com alguma preocupação as recentes tentativas dos sindicatos de alterar o decreto atual da MPD.
Atenção!!! Concordo que se deva proteger, e muito, os colegas que, infelizmente estão doentes!!!
Mas desde sempre houve imensos abusos: colegas sem qualquer doença (e sem familiares com qualquer doença) a pedir mobilidade por doença para escolherem a escola que querem – enquanto muitos se sujeitam a andar com a casa às costas, outros andaram anos a fio a escolher onde querem ficar (alguns bem protegidos por alguns sindicatos!!! )
Outros estavam efetivos ao lado de casa e pediam mobilidade para uma escola diferente porque “gostavam mais” e que ficava até mais longe de casa do que a sua escola. (Essa parte, foi das poucas coisas que o anterior MinEdu fez bem, quando não permitiu concorrer se a escola já se situar a um determinado raio da sua residência). Portanto não façam o MINEdu voltar à balburdia e abusos que sempre existiram. Devem defender todos os docentes!!! E alterar o que está mal. O que está bem, não se deve alterar!!!!!
Por exemplo, não deveriam ter sido obrigados a concorrer no concurso interno os colegas que habitualmente vão à MPD para efetivarem em escolas perto da sua casa???? Muitos não o fizeram para continuarem longe e e na MPD ficarem quase onde querem. (Sim, há quem tenha feito isso!!! ) E aqueles que pedem por familiares, que nem doentes estão? e vão ocupar imensos horários e obrigar outros a ficar bem mais longe de onde ficariam se esses lugares não estivessem indevidamente preenchidos. Vocês preocupam-se com esses colegas, que foram “empurrados” para longe por colegas menos graduados e que inventaram “doenças” para os passarem à frente? (novamente, estou a excluir quem, infelizmente tem problemas de saúde!! )
Pensem em todos e não só em alguns!!!!
RESPEITO! SFF… O atestado de incapacidade multiusos é coisa séria. Desejo-lhe que nunca tenha necessidade desse documento, será muito bom sinal…, que tem saúde, o bem mais precioso! Seja feliz…, preserve a sua saúde, e tenha SEMPRE muito respeito por quem infelizmente se vê privado do maior bem que um ser humano pode almejar.
Não inveje o mal do outro!
Colega,
devem estar e bem salvaguardados todos os colegas que, como referi, infelizmente precisam da MPD. Sobretudo os que atestado multiusos.
Mas…
Todos assistimos a “colegas” que , sem qualquer problema, e durante anos, escolhiam a escola que queriam, mudavam de escola se não lhes agradava o horário/alunos; eram efetivos numa escola e mudavam para outra a 1km porque “gostavam mais” isto sempre protegidos por falsas MPD e muitas vezes com a proteção e apoio dos sindicatos!!! Quantos colegas foram “atirados” para mais longe por causa destes horários indevidamente preenchidos.
É isso e os atestados. Colegas que sistematicamente estão de atestado sem doença nenhuma, aproveitam para tirar mestrados e doutoramentos da treta, não dão aulas e sobem de escalão na mesma. Este tipo de gente, que ganha o seu dinheirinho do Estado sem fazerem um caralho toda a vida, metem nojo e destroem a imagem pública daqueles que trabalham. É correr com eles da escola para fora.
Isso pode e deve ser resolvido. Há serviços competentes para tratar desses cambalachos e dos “chicos espertos”. Se sabe , porque não denuncia para os serviços de inspeção da educação?
Este Zé Manuel é uma aberração. No entanto, caracteriza muito bem o nível de sociedade a que chegámos. O Hitler tinha também essas expressões, e o povo adorava! Só emoções de raiva, e o povinho, como o “Zé Manel” até deliram.
Dido, delira. É o que deve constar na última palavra da mensagem anterior. Se não retificar agora, o “Zé Manuel” revoltado, até pode pensar que se encontra bem escrito.
Para estes, e outros que tais, bom, bom era voltar à macacada de antes: 100 docentes em MPD numa escola, a maioria a ler o Público na Biblioteca.
Mobilidade por Doença só deveria ser autorizada aos próprios e pelo filhos. Excepcionalmente, também pelo conjuge. MAIS NADA.
A palhaçada de ser por progenitores que, mesmo estando em lares, permitem aos filhos não dar aulas mas receber o vencimento por inteiro.
Coitados de quem realmente precisa.
Concordo plenamente. A mobilidade deveria ser apenas para os próprios e para os filhos. Faz algum sentido meterem mobilidade pelos pais e esses pais estarem em lares? Esses pais, na maioria tem mais filhos que podem cuidar deles ou não? O que precisamos é de uma boa fiscalização, ameaçam e não atuam e tudo continua igual. Pobre de quem tem problemas e tem que se deslocar, tendo um lugar à porta e ser preenchido por outros docentes com muito menos tempo de serviço e sem requisitos. Também, faz algum sentido a distribuição que os Agrupamentos fazem e já o fizeram este ano, ficando em ata , em relação à capacidade de acolhimento dos docentes dos diferentes grupos de recrutamento? !