– Aumentar o limite para 10 horas semanais extraordinárias a atribuir a cada docente. Programa prevê mais 30 mil horas extraordinárias nos grupos e escolas sinalizadas
– Desenho dos horários para evitar sobreposição de disciplinas críticas, para permitir compensar a ausência de professores
– Permitir a seleção de candidatos de forma mais célere durante o ano letivo
– Permitir a agregação de horários no mesmo ou em agrupamento distinto daquele onde o docente está colocado. Medida refere-se a docentes com horários incompletos
– Alargar de 3 meses para 1 ano o período da substituição dos docentes cuja junta médica indica incapacidade para exercício de funções todo o ano letivo
– Atrair docentes aposentados dos grupos de recrutamento deficitários com o pagamento da devida compensação pelo índice 167
– Reduzir o total das mobilidades atribuídas nos grupos de recrutamento deficitários relativamente ao ano letivo 2023/2024
– Remuneração adicional, até 750 euros mensais brutos, para quem queira atingir a idade de reforma e queira continuar a dar aulas
– Campanha de sensibilização para potenciar o regresso de docentes à profissão
– Regime de mobilidade intercarreiras na administração pública com reposicionamento na carreira – 500 docentes de regresso
– Simplificar os procedimentos conducentes ao reconhecimento de habilitações para a docência e integração no sistema educativo português de professores imigrantes, prevendo o recrutamento de 200 novos docentes
– 2000 bolsas anuais para alunos que ingressem em Licenciaturas e Mestrados em Ciências da Educação/Ensino
Aguem identifica UMA medida positiva ou atrativa para a carreira?
Zero, obviamente. Pelo contrário, apostam também nas novas oportunidades para se ser professor: umas horitas de formação sobre o éter e vai lá aturar putos para uma qualquer escola.
Caro Rui Cardoso, nesse plano existe a seguinte medida:
– Simplificar os procedimentos conducentes ao reconhecimento de habilitações para a docência e integração no sistema educativo português de professores imigrantes, prevendo o recrutamento de 200 novos docentes.
Como professor com habilitação própria à espera da profissionalização, como posso integrar estas 200 vagas? Tenho que ir ao Brasil? Tenho que ter um cartão do PSD?… Isto está destinado a quem e quais os critério?
1a medida – Terminar com destacamento/requisições de docentes no sindicatos, associações que por lá andam ad eternum (ex. Mário Nogueira).
2ª medida: acabar com gestão das escolas por parte de professores ( necessários na profissão para o qual têm habilitação) e colocar gestores profissionais
3ª medida: credibilizar a profissão criminalizando fortemente agressões e ofensas
4ª medida: Atualizar a carreira docente de maneira a torná-la atrativa e protegida dos paizinhos agressivos e alunos mal educados.
E muito mais
Agora pensar que há docentes, que anseiam pela chegada dos 66 anos e 7 meses, em continuar a aturar malucos, é só uma ideia utópica
O ME deve investigar os docentes que estão de baixa durante o ano escolar, porém, repentinamente, melhoram em junho e os docentes contratados ficam sem trabalho. Falta de ética.
Tornar a carreira atrativa para os jovens? Esqueçam. É preferivel convocar os que já se reformaram. Assim, ocupam novamente as vagas daqueles que estão à espera de ficar numa escola mais próxima.
AD? Não contem comigo.
E quais são as medidas para os docentes com habilitação própria, que já lecionam a alguns anos e ainda não têm 5 anos de serviço completos e sempre quiseram fazer a profissionalização para serem melhores no que fazem?
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– Aumentar o limite para 10 horas semanais extraordinárias a atribuir a cada docente. Programa prevê mais 30 mil horas extraordinárias nos grupos e escolas sinalizadas
– Desenho dos horários para evitar sobreposição de disciplinas críticas, para permitir compensar a ausência de professores
– Permitir a seleção de candidatos de forma mais célere durante o ano letivo
– Permitir a agregação de horários no mesmo ou em agrupamento distinto daquele onde o docente está colocado. Medida refere-se a docentes com horários incompletos
– Alargar de 3 meses para 1 ano o período da substituição dos docentes cuja junta médica indica incapacidade para exercício de funções todo o ano letivo
– Atrair docentes aposentados dos grupos de recrutamento deficitários com o pagamento da devida compensação pelo índice 167
– Reduzir o total das mobilidades atribuídas nos grupos de recrutamento deficitários relativamente ao ano letivo 2023/2024
– Remuneração adicional, até 750 euros mensais brutos, para quem queira atingir a idade de reforma e queira continuar a dar aulas
– Campanha de sensibilização para potenciar o regresso de docentes à profissão
– Regime de mobilidade intercarreiras na administração pública com reposicionamento na carreira – 500 docentes de regresso
– Simplificar os procedimentos conducentes ao reconhecimento de habilitações para a docência e integração no sistema educativo português de professores imigrantes, prevendo o recrutamento de 200 novos docentes
– 2000 bolsas anuais para alunos que ingressem em Licenciaturas e Mestrados em Ciências da Educação/Ensino
Aguem identifica UMA medida positiva ou atrativa para a carreira?
Zero, obviamente. Pelo contrário, apostam também nas novas oportunidades para se ser professor: umas horitas de formação sobre o éter e vai lá aturar putos para uma qualquer escola.
Caro Rui Cardoso, nesse plano existe a seguinte medida:
– Simplificar os procedimentos conducentes ao reconhecimento de habilitações para a docência e integração no sistema educativo português de professores imigrantes, prevendo o recrutamento de 200 novos docentes.
Como professor com habilitação própria à espera da profissionalização, como posso integrar estas 200 vagas? Tenho que ir ao Brasil? Tenho que ter um cartão do PSD?… Isto está destinado a quem e quais os critério?
Cumprimentos
1a medida – Terminar com destacamento/requisições de docentes no sindicatos, associações que por lá andam ad eternum (ex. Mário Nogueira).
2ª medida: acabar com gestão das escolas por parte de professores ( necessários na profissão para o qual têm habilitação) e colocar gestores profissionais
3ª medida: credibilizar a profissão criminalizando fortemente agressões e ofensas
4ª medida: Atualizar a carreira docente de maneira a torná-la atrativa e protegida dos paizinhos agressivos e alunos mal educados.
E muito mais
Agora pensar que há docentes, que anseiam pela chegada dos 66 anos e 7 meses, em continuar a aturar malucos, é só uma ideia utópica
E por terem gestores profissionais que os hospitais estão bem geridos?
Sempre estão a ser melhor geridos que as escolas. Pelo menos, não há diretores ad eternum.
O ME deve investigar os docentes que estão de baixa durante o ano escolar, porém, repentinamente, melhoram em junho e os docentes contratados ficam sem trabalho. Falta de ética.
Mais medidas necessárias:
– Juntas médicas credíveis para verificar as MPD dos docentes e as “doenças” de longa duração por unhas encravadas.
– Terminar com MPD para acompanhamento de familiares com a exceção de filhos e cônjuges.
– Reativar a Profissionalização em Serviço
E dos técnicos especializados? Nem uma palavra.
Que desilusão…
Tornar a carreira atrativa para os jovens? Esqueçam. É preferivel convocar os que já se reformaram. Assim, ocupam novamente as vagas daqueles que estão à espera de ficar numa escola mais próxima.
AD? Não contem comigo.
E quais são as medidas para os docentes com habilitação própria, que já lecionam a alguns anos e ainda não têm 5 anos de serviço completos e sempre quiseram fazer a profissionalização para serem melhores no que fazem?