Mestrados e Doutoramentos enquanto contratados passam a contar

Foi publicado em 29 de dezembro o Decreto-Lei n.º 139-B/2023, referente ao concurso de vinculação, à aquisição de mestrado e doutoramento (enquanto docente contratado).

A leitura da alteração ao ECD pode ser vista aqui consolidada nos artigos 31.º e 54.º

Mestrado e Doutoramento — Quando um docente for integrado na carreira, verá reconhecidas estas formações (um e dois anos, respetivamente), mesmo que as tenha concluído ainda antes desse ingresso.

 

A DGAE em breve enviará orientações.

 

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24 comentários

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    • Carlota on 9 de Janeiro de 2024 at 8:11
    • Responder

    Meio ano e um ano?
    Não eram 1 e dois anos, mestrado ou doutoramento, respetivamente?

    1. Claro que são 1 e 2 respetivamente.
      Já foi corrigido.

      1. Tenho uma questão que o referido normativo não me parece responder. Desde que o processo de Bolonha tomou conta das nomenclaturas no ensino superior fica um pouco complicado analisar situações que as envolvem quando essa distinção não é feita de um modo claro e objectivo.
        Licenciatura pré-bolonha eram 5 anos mas pós-bolonha são 3 anos. Quem conclui esta última só fazendo Mestrado atinge o mesmo número de crédito que os pré-bolonha, no entanto, são considerados mestres. A minha questão, que talvez já se adivinhe, é: essa distinção está a ser feita pelos serviços do ministérios quando essa situação se impõe?
        Se essa distinção não é feita verificar-se-à que profissionais com o mesmo tempo de formação têm direito a um bónus, neste caso de um ano, mas os outros não. Sabemos que a equidade é algo que não assiste ao dito ministério e daí, dessa desonestidade intelectual e de práticas, surge a minha dúvida.
        Agradeço antecipadamente qualquer esclarecimento.

          • Maria on 9 de Janeiro de 2024 at 23:08

          São contemplados apenas os mestrados e doutoramentos académicos, independentemente de terem sido tirados antes ou depois de Bolonha.
          Os mestrados profissionalizantes não!

        • Flora on 10 de Janeiro de 2024 at 9:35
        • Responder

        E peço desculpa pela pergunta, mas quando se tem pós graduação de 2 anos com estágio incluído, também conta?

    • sapinhoVerde on 9 de Janeiro de 2024 at 8:20
    • Responder

    Cara Carlota,
    Em tempos idos, o mestrado = 2 anos e doutoramento 4 anos…..
    No mínimo 1 ano para o mestrado e 2 para doutoramento.
    Mas não esquecer de abolir de uma vez por todas as quotas de acesso ao 5 e 7 escalão.

    • Carlota on 9 de Janeiro de 2024 at 8:23
    • Responder

    Mas neste post diz apenas meio ano e um ano, é lapso?

    • Carlota on 9 de Janeiro de 2024 at 8:24
    • Responder

    Mas neste post diz apenas meio ano e um ano, é lapso?

    • Manuel on 9 de Janeiro de 2024 at 8:42
    • Responder

    Atializem a informação, por favor!

    • Carlos D. on 9 de Janeiro de 2024 at 8:52
    • Responder

    E se já estiver na carreira, não tendo ainda usufruído da respetiva bonificação, está contemplado?
    Penso que é meio ano e um ano, as qualificações pouco valem para o ensino, apenas para doutores e engenheiros.

    • Paula Maria on 9 de Janeiro de 2024 at 12:23
    • Responder

    O artigo mencionado (Decreto-Lei n.º 139-B/2023 de 29 de dezembro -Regula os concursos de recrutamento do pessoal docente das escolas portuguesas no estrangeiro) não está relacionado com o tema do post. 🙁

    • Ana on 9 de Janeiro de 2024 at 12:52
    • Responder

    A bandalheira é total. E pelos vistos vai continuar.
    Tudo o que se anda a fazer para comprar o voto dos professores dignifica muito a profissão. É de uma equidade sem limites.

    • Advoga on 9 de Janeiro de 2024 at 13:33
    • Responder

    Até que enfim alguma justiça, pequena, mas não deixa de ser benéfica, e para os ressabiados invejosos e maldizentes que se acham a última bolacha do pacote e menosprezam os diplomados pós Bolonha, quando todos sabemos que as licenciaturas antes de bolonha nem precisavam de realizar uma defesa pública, terminavam o curso e entravam no Ensino e muitos sem nenhuma componente na área da pedagogia ou metodologias de Ensino, era o «desenrasca». Se se acham assim tão bons como é que explicam o declínio nos resultados dos alunos? ex: «Estudantes portugueses registam o pior desempenho desde 2006 a ciências» e começou em 2000, nessa altura, não havia tanta indisciplina nem COVID…Nos concursos, é ver candidatos com Mestrado em Ensino e Doutoramento, a serem ultrapassados por quem tem apenas licenciaturas com notas miseráveis de fim de curso e são colocados, só porque tem mais tempo de serviço, logo, mais graduação, é um bom sistema para perpetuar a mediocridade..uns até vêm do privado com tempo de serviço inflacionado, Nos concursos, quem devia ser colocado em 1ª prioridade deveria ser quem tem doutoramento,depois, mestrado,depois licenciatura, etc….Assim era uma forma de impulsionar a qualidade de ensino pois estes docentes com mestrado /doutoramento, têm obrigação de fazer jus aos seus diplomas. Mais, num país dito evoluído, os docentes com mestrado em Ensino e/ou doutoramento na área da Educação, deviam ser logo efetivados!

      • Carneirada on 9 de Janeiro de 2024 at 22:04
      • Responder

      Basicamente, qualquer tolinho(a) diz o que quer sem saber nada de coisa nenhum. No pre-bolonha havia sim defesa pública da tese (eu tive), ano completo de estágio numa escola (eu fiz). E sim, as licenciaturas/mestrados atuais nem sem comparam. Fiz uma pós-graduação recentemente (faculdade pública reconhecida) e, as cadeiras em comum com a malta do mestrado valha-me Deus!!!!!! Já para não falar da postura e forma como esta juventude encara a faculdade (só faltava o papá ir lá levar a criança à sala…alguns até emails enviavam aos professores hahahah). Mas isto vai-se pagar…e bem caro! Antes de ingressar estava com ideias de, posteriormente, avançar para mestrado. Afastado do ramo académico há algum tempo, de tal forma me assustei com o estado em q está o superior que pura e simplesmente desisti…desperdício de dinheiro avançar para o que quer que seja,principalmente na nossa área!

        • Carneirada on 9 de Janeiro de 2024 at 22:09
        • Responder

        Ah, didáticas e pedagogia tb havia…com fartura!

        • tui on 9 de Janeiro de 2024 at 23:58
        • Responder

        Conversa de merda, borrego. Tenho 2 licenciaturas, uma antes de Bolonha e uma depois. A única coisa que mudou além da decrepitude dos teus neurónios, foi a redução de um ano, ou ects.

          • Carneirada on 10 de Janeiro de 2024 at 8:24

          Menino, aproveita o embalo e tira um mestrado! Ou isso ou trabalhar para deixares de viver em casa dos pais até aos 90. Pelo teu texto foste mais dos tantos q por lá vi…um nhó nhó!

    • Integrada on 9 de Janeiro de 2024 at 22:16
    • Responder

    E a situação de docentes já integrados e que tinham, antes da integração, concluído Mestrado ou Doutoramento?
    Também beneficiarão? Ou não está previsto?

    • Maria Natália Azevedo Pereira on 10 de Janeiro de 2024 at 10:47
    • Responder

    No meu caso estou no 430 – economia e contabilidade e fiz o doutoramento em psicologia?

    • Gabriel on 10 de Janeiro de 2024 at 15:13
    • Responder

    E esta reconhecimento só se aplica a contratados profissionalizados ou tb aos de habilitação própria?

    • Júlia Braz on 10 de Janeiro de 2024 at 16:08
    • Responder

    Eu já tenho o Mestrado desde 2006. No entanto, quando concorri , não me deixou concluir e tive de escrever “Magistério” e eu nunca lá andei. Eu tirei o Bacharel na UTAD, depois a Licenciatura e a seguir o Mestrado. Mas sou do QZP antigo!!! Tenho 30 e pouco de tempo de serviço. Porque é que eu não posso, colocar aí, as minhas habilitações? Que mudem a maravilha que têm… Obrigada

    • Sara on 12 de Janeiro de 2024 at 16:08
    • Responder

    Olá a todos, peço ajuda a quem conseguir me responder. Eu tirei o CIPELT pelo British Council para ficar habilitada a lecionar o grupo 120. Essa formação não está contemplada?

  1. Por amor da santa! Isto vai aqui um desvario total! LEIAM com atenção, nas linhas e nas entrelinhas!
    Sara: quando e onde fez o curso não a/se informou das equivalências?

    • Ana on 3 de Setembro de 2024 at 23:43
    • Responder

    Boa noite. Gostaria de saber se, depois de concluído o mestrado, a nota que usamos para concorrer (graduação) é a da licenciatura ou a do mestrado?
    Muito obrigada

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