E agora, Sindicatos?
Na sequência da publicação do Dec. Lei nº 74 de 23 de Agosto (“acelerador” da Carreira Docente) e do conhecimento dos resultados do Concurso de Professores, o que se poderá esperar da acção dos principais Sindicatos nos próximos tempos?
Decorrente da publicação do Dec. Lei nº 74 de 23 de Agosto (“acelerador” da Carreira Docente) e do conhecimento dos resultados do Concurso de Professores, instalaram-se o caos, a incerteza e a confusão quanto ao futuro profissional de muitos Docentes e agudizaram-se os sentimentos de injustiça, de desânimo, de frustração e de indignação de tantos outros…
Pelos dados já conhecidos, confirmaram-se as expectativas mais pessimistas:
– A Vinculação Dinâmica constitui-se como o maior embuste de que há memória ao nível dos Concursos de Professores…
– A promulgação, pelo Presidente da República, do Diploma da “aceleração da Carreira” instaura a injustiça, a discricionariedade, a aleivosia e a manigância como partes integrantes e “oficiais” da progressão na Carreira Docente…
– O Ano Lectivo que está prestes a começar ficará marcado pela significativa falta de Professores, em vários Grupos Disciplinares…
Perante o anterior, o que farão os principais Sindicatos, como a FENPROF, a FNE ou o STOP?
Sobretudo depois de vários meses passados em simulacros de negociação com o Ministério da Educação, em que o único resultado visível foi a sucessiva imposição da vontade da Tutela, a FENPROF, a FNE e o STOP devem a todos os profissionais de Educação, e em particular aos Professores, muito mais do que meros discursos de circunstância…
Face ao rumo dos acontecimentos, palavras bonitas, mas que não resolvam qualquer problema, deixarão de fazer sentido:
– Resumidamente, Mário Nogueira (FENPROF) defende que não existem condições para baixar o nível da justa contestação, sobretudo devido à falta de vontade política e forte obstinação de governantes, aliadas à má consciência a ditar a aprovação de diplomas legais (Jornal Público, em 23 de Agosto de 2023);
– Resumidamente, André Pestana (STOP) advoga que a história demonstra que só continuando uma luta forte é que se poderá fazer mover o poder das suas posições iniciais (Jornal Público, em 24 de Agosto de 2023);
– Resumidamente, Pedro Barreiros (FNE) alega que o próximo ano letivo é uma página em branco, pronta para ser preenchida com acções concretas que demonstrem um compromisso verdadeiro com a valorização dos professores e por uma educação de qualidade (Jornal Público, em 24 de Agosto de 2023)…
Pelas anteriores palavras dos três líderes mencionados, será legítimo depreender que não se tenciona baixar o nível da contestação (Mário Nogueira), que a luta deve continuar forte (André Pestana) e ser preenchida por acções concretas (Pedro Barreiros)…
Dito dessa forma, poder-se-ia acreditar que os três líderes estariam, no essencial, de acordo e dispostos a concertarem formas de luta e a promoverem uma acção em uníssono, evidenciando, desse modo, a competência e a união necessárias para demonstrar ao Governo que o tempo de “malhar” nos Professores acabou…
Pura ilusão!
No fim de contas, o que mais se observou nos últimos meses foram quezílias entre estruturas sindicais, previsivelmente, procurando, umas e outras, o controlo e o protagonismo dos protestos…
Portanto, será talvez caso para afirmar que existirão discursos que dificilmente deixarão de ser interpretados como plausíveis “conversas para boi dormir” ou como “conversas de treta”, conforme a designação preferida…
E perante discursos que não passem disso mesmo e que não tenham qualquer relevância em termos práticos ou efeitos reais, a única coisa que apetecerá afirmar será esta:
– “A sua mensagem foi recebida e ignorada com sucesso” (frase de autor desconhecido, roubada da net)…
E agora, Sindicatos?
Aguarda-se pela resposta dos principais Sindicatos ao delírio, à malvadez e à perversidade patentes nas medidas decretadas pelo Governo, suficientemente ilustrados pela publicação do Dec. Lei nº 74 de 23 de Agosto (“acelerador” da Carreira Docente) e pelos resultados do Concurso de Professores…
Preferirão, os Sindicatos, fazer de conta que não se passa nada, deixando os Professores a “arder em lume brando”, em vez de, como lhes compete, decretarem acções de efectiva ruptura com as políticas educativas da Tutela?
Depois de terem sido humilhados em sucessivos simulacros de negociação com o Ministério da Educação, continuarão dispostos a acreditar na possibilidade de uma negociação séria e consequente?
Aceitarão o retorno a rondas negociais, onde, mais uma vez, expectavelmente, nenhuma pretensão dos Professores será atendida?
A Escola Pública já teria colapsado há muito tempo, não fosse a abnegação e o altruísmo de muitos profissionais de Educação, frequentemente “agraciados”, pela Tutela, com injustiça, discriminação e desrespeito…
Está mais do que na hora de os Professores exigirem o que é seu por direito, de serem ressarcidos e de não aceitarem, entre outros, o ignóbil roubo de tempo de serviço ou a implantação de mecanismos injustos e aberrantes de progressão na Carreira…
Se os Sindicatos não servirem para ajudar os Professores nesses desígnios, então não servirão para nada…
Precisa-se, urgentemente, de Sindicatos dignos dessa denominação, capazes de mobilizar os seus representados e de enfrentar e contrariar as políticas governativas, potencialmente geradoras da desigualdade de oportunidades e destruidoras da Escola Pública…
Irá manter-se o folclore das lutas inconsequentes, sem qualquer efeito relevante ou concreto para o alcance das pretensões dos Professores, ou haverá finalmente a coragem de encetar uma contestação que possa, por exemplo, levar ao encerramento das escolas, pelo tempo que for necessário?
Há momentos em que existem apenas duas alternativas: agir ou “calar–se para sempre“… Este é o momento de agir e de não ficar calado…
“Pecar pelo silêncio, quando se deveria protestar, transforma homens em cobardes”. (Ella Wheeler Wilcox)
Quantas mais hostilidades dirigidas aos Professores serão necessárias para que os Sindicatos passem, definitivamente, das muitas palavras às acções traçadas com inequívocas e inquebráveis intenções de alterar o actual estado da profissão Docente?
(Paula Dias)




29 comentários
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Mas o que é que os sindicatos podem fazer com professores que se acobardam e fazem ainda mais do que aquilo que é pedido? Vi isto acontecer dezenas de vezes…. alguns em luta, outros a esfolarem-se para suprir a falta dos contestatários de rua e grevistas!
Não se pode culpar os sindicatos de tudo!!
Mas os sindicatos devem fazer alguma coisa no que respeita na colocação de professores.
Estão a chegar professores brasileiros a Braga, com casa e com colocação, em Braga. Muitos deles casais.
Estes têm colocação em Braga e nós vamos para Algarve, Alentejo, Lisboa, etc.
Afinal temos ou não sindicatos? Não existe legislação?
Andam a brincar com a nossa cara!
ilustre Irene,
Uma das portas de entrada para indivíduos sem qualificação profissional acederem à docência é através de técnicos especializados. Isto passa-se em todos os grupos de recrutamento, em especial em mecanotecnia, eletrotecnia, texteis, dactilografia (onde já existiram grupos de recrutamento) e outros como saúde, cozinha, termalismo, (onde nunca existiram grupos de recrutamento). Ah! e até já vi tecnicos especializados para Português e fisica e quimica.
Só sei que vários horários que são verdadeiros grupos de recrutamento, vão para técnicos especializados. Obviamente não estou contra os técnicos especializados, mas estou a favor que todos os horários deveriam ser lançados a nível nacional.
Depois um tipo fica fundido das lâmpadas por ir para longe de casa, enquanto que um técnico especializado lhe “usurpou” o lugar.
Depois queixem-se que existem muitas baixas ….
Não se esqueçam disso e de muito mais nos muitos anos de (des) governação do PS, desde Sócrates/Costa (o atual PM), quando forem vota e, depois, não se queixem! É porque gostam!
O mesmo discurso paranóico.
A questão em causa não será os partidos ,mas sim as políticas.
Qualquer partido,infelizmente, mente para que possa eleger o máximo de deputados na AR.
A questão é indissociáveld os partidos, porque no sistema político que se conhece no nosso e em muitos países, não há políticas sem partidos políticos.
É mais do que sabido que o ataque ordinário e feroz aos professores começou com Maria de Lurdes Rodrigues e Sócrates, e continuou nos vários governos socráticos e com vários ministros e secretários de estado.
Ora os governos de Costab são a continuação dos governos de Sócrates, não fosse o próprio PM e muitos outros antigos membros dos governos de Sócrates, que retiraram autoridade, salário e respeito aos professores.
Também o governo de Passos Coelho e de Crato continuou a senda de retirar rendimentos aos professores.
Por isso, não vale a pena dissociar os políticos e os partidos das políticas. No sistema partidário não existem uns sem os outros.
Claro que qualquer partido mente, mas é mais do que sabido quem é que tem mentido mais, quem tem estado a governar mais tempo e quais os resultados recorrentemente.
As políticas dos governos socialistas são sempre as de dividir para reinar.
Deste vez, fazem um diploma que dá um rebuçado a quem mais tem e “congela” efetivamente quem menos tem.
Aqueles que estão no 3.º escalão ou noutros abaixo ficam a ver navios para o resto da vida.
Os restantes vão progredindo, ainda que lentamente.
Esta é a verdadeira política do PS. Dar a uns, tirando a outros, em particular a quem menos tem.
Enganar a população, dizendo que a Educação está bem, os professores até recuperaram e não têm razões para protestar, e que este PM até é muito bom para eles ao contrário de outros que os congelaram (como se ele não tivesse feito parte de um Conselho de Ministros que promoveu o primeiro congelamento dos professores de sempre, e como se não tivesse prometido recuperar o tempo roubado).
Parece-me que paranóia será mais de quem não quer ver a realidade do que esta gentinha anda a fazer à sociedade desde que iniciou funções em 2005, com interrupção pela bancarrota.
É sim uma questão de prioridades políticas! Exemplos não faltam desde a banca à TAP! Com muitos negócios duvidosos, familiares e amiguinhos no sistema…. até o SUS, veja-se bem…
Não votarei PS e ou geringonça, garanto!
*SIS
É *SIS
Idem.
Acelerador???? acelerador o tanas! mais desigualdades….
As quotas para os 5 e 7 escalões deveriam de ser de uma vez por todas abolidas.
Depois, ou há moralidade ou comem todos…. uns recuperam (o que recuperam) e outros este diploma passa-lhes ao lado.
Confesso que este diploma é um pouco confuso na sua interpretação, mas nada de mais, nada que já não se saiba deste desgovernanço total.
Totalmente de acordo.
Somos a única profissão onde há quótas para aceder a escalões remuneratórios.
Não existe mais nenhuma.
E apenas existe no público.
No privado nem sequer se colocam estas questões. A maioria dos colégios usa a avaliação para dar prémios ao final do ano e não para travar ninguém na carreira.
Este não é um dioploma para acelerar.
É um diploma para beneficiar uns à custa dos restantes (que até são os que estão mais para baixo e, por isso, recebem menos).
Dividir para reinar é sempre a tática dos governos socialistas, que na verdade não passam de fascistas travestidos.
Sempre foi assim, desde o 2.º governo de Guterres. Apenas se escapou o 1.º governo que ainda tinha gente séria. A seguir foi sendo sempre po descalabro, porque as gentes que por lá orbitam são reles a esse ponto.
Enquanto houver gente desta na política, estejam em que partidos forem, e governarem, este país será sempre uma miséria a céu aberto. Uma estância turística para quem tem dinheiro e poder, e um inferno distópico para quem pouco ou nada tem.
Para se fazer uma luta temos que olhar para o exército, entre os quais os oficiais, os soldados e respetivos meios e a comunicação.
1- os oficiais ( dirigentes sindicatos) devem pugnar por uma estratégia de uniao e coordenação, em vez de competições entre si por protagonismos. Logo o STOP, a FENPROF e a FNE têm que se sentar à mesa e deixar de protogonismos inúteis.
2 – o exército (professores em geral) e respetivos meios (money disponível) devem ter uma mentalidade do tipo ” o que posso fazer pelo exército dentro das minhas possibilidades” e não olhar para o que parceiro do lado pode fazer. Um professor que gasta 2/3 do seu ordenado não pode fazer os mesmos dias de greve que um professor que tem uma vida estabilizada e se encontra nos últimos escalões. Os professores dos ultimos escalões e com vida estabilizada devem ser os batalhões especiais da luta.. Se eu estou no último escalão , já tenho o apartamento pago ao banco então tenho armas e munições que os outros não têm. Se pelo contrário eu for daquele tipo daquele que pensa ” já tenho a vida estabilizada e os outros que se desenrasquem” então nenhuma luta valerá a pena. Por outro lado temos que deixar o lado paternal/maternal do tipo ” não vou prejudicar os meus alunos” de nada adianta. Ir à secretaria tipo Ghandi e dizer ” marquem-me falta” e depois dar aulas de nada vale. Nós somos profissionais e não somos “paizinhos/mãezinhas”. Temos de pensar em nós e não em mim.
3 Os oficiais (dirigentes sindicais) têm de ser ótimos oficiais na informação/contra informação), sair de casa e ir às escolas onde faltam professores e mostrar à comunicação social, tém de fazer espetáculo à saida de uma escola e um professor acabou de ser espancado por um aluno/ encarregado de educação , têm de mostrar o ridiculo da ADD , têm de estar presentes em frente à comunicação social quando um professor com doença cancerosa foi mobilizado para 300kms da zona de residência, têm de mostrar aos órgãos de comunicação social as grelhas de avaliação dos alunos mais de 70 colunas e incentivar os encarregados de educação para se manifestarem à entrada das escolas pelos filhos que ainda não têm professores. Temos que saber trabalhar na informação como fazem os médicos.
Os tempos mudaram e não estamos no século passado.
Continuo a pensar que a melhor forma de luta contra este cancro instalado na política é votar noutros! Cartão vermelho para geringonça/PS!
Os dirigentes sindicais são paus mandados dos partidos (PS, PCP, PSD e agora BE e similares).
Querem protagonismo, e, desde há muitos anos, fazem acordos “por fora” com os dirigentes partidários e com o ministério para assegurar o seu interesse pessoal, estando-se nas tintas para os sindicalizados.
Lembram-se dos titulares? E outras coisas do género. Inicialmente os sindicatos estavam caladinhos, porque grande parte dos dirigentes (alguns já reformados atualmente) entravam nesta categoria e passavam mais depressa.
Só com a contestação fora dos sindicatos e dos professores mais novos é que começaram a ter de agir.
Se permitirem que este diploma passe sem luta SÉRIA, prejudicando os professores com menos tempo de serviço, só estarão a mostrar que nada mudou e que não passam de uns vendidos e traidores.
Escrevi o último comentário atraves de tlm numa estação de serviço e há frases com lapsos. Peço desculpa mas acho que perceberam em geral a minha mensagem.
Simplesmente vergonhoso e ordinário. Os professores portugueses que andam com a casa às costas há uma vida vincularam pela dinâmica vão ter de continuar escravizados e um estranja só porque é técnico fica ao pé de casa. Grande embuste foi a vinculação dinâmica ,só para assegurar o sistema, claro! É assim que o Governo continua a enganar e a roubar os professores.
VOTEM PS, NÃO SE ESQUEÇAM!
A luta não pode parar, porque isto é mesmo uma afronta total!
Chega!
Não são os partidos políticos, PM, PR e ministros que estão no governo que mandam no país.
Vivemos em democracia!
Estas pessoas estão a arruinar o nosso país.
Quem não sabe governar, ou não tem perfil, demite-se.
Palavras bonitas no estrangeiro e Portugal a viver na miséria
As minhas férias foram passadas em casa!..
Tal como as minhas.
Tem toda a razão. Mas são eles que mandam, sobretudo quando os outros se demitem da sua cidadania.
E agora?
E que tal os sindicatos interporem ações judiciais contra este diploma, invocando a sua inconstitucionalidade?
Como pode um diploma que supostamente visa promover a aceleração na progressão das carreiras deixar para trás todos os que estão abaixo do 4.º escalão, levaram com os dois congelamentos quase por completo e são os que ganham menos?
Como se podem beneficiar uns professores em detrimento dos restantes, quando as funções são exatamente as mesmas ou, em vários casos, até menores?
Como podem uns usufruir da isenção de vagas a alguns escalões remuneratórios, e outros, só porque entraram algum tempo depois e levaram com os congelamentos, ou até entraram primeiro mas ainda estão em escalões remuneratórios inferiores, terem de ser, na verdade, congelados ad eternum no 4.º escalão, por falta de vagas de acesso ao 5.º, quando lá chegarem?!
Para quando uma posição dos sindicatos realmente consistente?!
E porque não recorrer à justiça europeia, como fizeram em relação à questão dos contratados?
Se houve vinculação extraordinária foi porque os tribunais europeus deram razão aos professores!
Então os professores que estão abaixo do 4.º escalão não são gente? São menos do que os professores contratados, para se interporem ações judiciais?!
O problema foi que o governo sempre se apercebeu que os sindicatos não se querem chatear e a sua maioria sempre estiveram do lado do governo e diretores.
Mais ainda , os professores não calçam os sapatos uns dos outros .
Já agora, os sindicatos ainda não sabem dizer aos sócios em que fase se encontram as ações que foram metidas em tribunal em 2018, precisamente, por causa das ultrapassagens?
Será que também fomos enganados e não foram metidas ações?
É uma boa questão.
Pelo que ouvi dizer (mas não é informação oficial dos sindicatos, porque eles não respondem objetivamente), essas ações não deram em nada, porque são ações coletivas, e os tribunais dizem ter dificuldade em apreciar casos coletivos em vez de casos individuais.
Se assim for, parece-me que é o descrédito da Justiça em Portugal (mais uma machadada), e dos sindicatos.
Está na hora dos sindicatos irem mais longe e de forma mais aguerrida. Não é com “fofuras” e compadrios com os camaradas de partido e os amigos que os problemas dos professores serão resolvidos.
Concordo – “agir ou calar-se para sempre”, sem palavreado desnecessários…
E agora? Agora é necessário uma nova ordem social, com gestores apartidários. Valorização das pessoas com currículo científico e pedagógico. Um modelo novo de gestão e avaliação, que seja justo. Um Estado Social e Democrático de Direito que o negaram com políticos cheios de interesses privados, pessoais, familiares e dominaram todas as instituições públicas e privadas desde o 25 de abril! Um país que nasceu com uma revolução falsa, hipócrita, um mero jogo secreto de espionagem, com a criação de partidos políticos que são redes de crimes nacionais e internacionais, nunca defenderam o interesse nacional, mas interesses de familias e até de outros países. E agora? Só com uma revolução verdadeira. E agora? As pessoas estão agarradas aos cartões políticos e com o cu preso! Os sindicatos estão com o cu preso, muitos professores e a maior parte gestores com o cu preso, militares com o cu preso, universidades com o cu preso, justiça com o cu preso. E agora? Agora ou damos o cu ou não chegamos a mestres, doutores, advogados, juízes…está tudo com o cu preso! Temos de fugir para outro planeta! Porque estou convencido que mesmo a trabalhar noutro país vão-nos perseguir a procurar o cu preso! TODOS COM O CU PRESO! O Presidente da República e o Governo tem o cu preso, porque as sociedades secretas controlam tudo! O País em vez de Portugal passou a ser o CU PRESO!
Afinal, estão todos com o cu preso?
Eu não tenho o meu preso.
Quem tem conhecimento de algumas situações devem desmascarar!
Vivemos em Portugal!…
Será que já temos receio de cair do décimo andar, cheirar o que comemos, etc, etc.!…
Ou então, vamos todos viver para debaixo da ponte, não trabalhamos, a segurança social envia uns para os todos os meses!…
Ou ainda, optamos pelo ordenado mínimo, que no final do mês entra mais na nossa carteira , temos mais benefícios e o Estado amealhar menos por cada um.
Estado rico , Cidadão pobre! Isto não é Democracia!
O que faz a Europa perante isto!… Somos ou não europeus?
Os sindicatos estão e sempre estiveram acantonados de forma subserviente à tutela. Enquanto dependerem da bonomia do ministério no que respeita a pessoal destacado nas suas direcções e pago por todos nós não há que esperar nada mais do que discursos ocos e de ocasião…
Tem sido sempre assim… será que vai continuar a ser?
Os professores têm que ser unidos e acabar com os políticos medíocres e com sindicatos amorfos .
Boa tarde.
Eu colocaria a questão de outra forma :
“quando é que as direções das escolas põem o lugar à disposição? ”
O que acham que poderia acontecer? 🙄🙄🙄🤔🤔