Através do Despacho 2 do Ministro da Educação são estabelecidas as primeiras medidas de simplificação e modernização administrativa a terem lugar a partir do dia 1 de setembro de 2023 nas escolas portuguesas.

Ago 03 2023
Através do Despacho 2 do Ministro da Educação são estabelecidas as primeiras medidas de simplificação e modernização administrativa a terem lugar a partir do dia 1 de setembro de 2023 nas escolas portuguesas.

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12 comentários
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Honestamente, nenhuma destas medidas se traduzirá, na prática pedagógica, em qualquer desburocratização significativa. Tantas medidas para quase tudo permanecer na mesma. Aliás, o essencial nem sequer é mencionado. Enfim…
Claro. Aliás, várias delas já são aplicadas desde o início da pandemia. Nada de novo.
O mais importante não é tocado, nem sequer falado, como é o caso da quantidade de documentos que tem de ser feito para justificar uma qualquer atividadezinha que se faça na escola.
De qualquer modo, nada ou quase nada será feito, uma vez que, se a Inspeção for a uma escola, quererá sempre ver tudo em papel.
Se houver necessidade de um documento a fornecer a uma entidade oficial (por exemplo tribunal), terá de ser em papel, devidamente acompanhado por páginas e páginas de papelada (em papel ou em ficheiro).
E depois, claro, há as famigeradas “evidências” de tudo e mais alguma coisa. Se não as houver, então é porque “não foi feito” (LOOL).
Não há desburucratização sem que se prescinda de muita coisa que se tornou “obrigatório” nos últimos anos. E com as avaliações de professores e das escolas a serem como são, é cada vez mais necessário “papel”.
Só quando disserem que o professor tem a sua autonomia, só tem que dar as suas aulas e fazer a avaliação dos alunos, e mais nada, é que acaba a burocracia.
também acho que vai eliminação das evidências das atas pode trazer problemas na avaliação docente. cheira-me a estrito!!
também acho que a eliminação das evidências das atas pode trazer problemas na avaliação docente. cheira-me a esturro!! (desculpem foi o corretor)
Deve ser para eliminar as evidências exceto de “alguns” para isentarem de vagas aos 5.º e 7.º escalões.
Há que fazer pela vidinha dos amiguinhos e correlegionários.
Sistemas de pulhas feito por gente de m***a.
Falta ainda :« Eliminar a distinção entre tempo de serviço antes e depois da profissionalização» ! É tempo de serviço e ponto! Nos outros setores públicos não existe tal distinção. Se querem saber se este é profissionalizado ou não, basta verificar suas habilitações!
Meu caro Nooooh,
Esse não é um problema de burocracia das escolas. Esse é um velhíssimo problema da carreira docente. Do estatuto.
Muitos/ Todos licenciados das faculdades que ainda não tinham estágios integrados foram lançados no mercado de trabalho sem ele. Resultado: foram ultrapassados pelas professores com estágio integrado das recentes universidades do Minho e de Aveiro .
Um problema com cabelos e barbas brancas.
O tempo de serviço é distinto de modo a que se previligie quem tem habilitações profissionais para tal. Sempre foi assim.
Caso contrário qualquer um vai dar aulas e está-se nas tintas para ser profissionalizado.
Claro que é este o caminho que o governo quer, quando diz que basta uma licenciatura para ser professor, lecionar qualquer coisa, independentemente de ter formação específica para lecionar.
É o caminho da mediocridade que existia há 35 anos atrás, por necessidade do sistema e por não haverem professores suficientes porque não havia licenciados suficientes. Não deveria ser o caminho agora, em que há licenciaturas e licenciados mais do que suficientes.
A falta de professores não deve ser combatida com soluções que prejudiquem os alunos e que tirem autoridade moral e científica aos professores.
Ponha 50 nisso e não 35! Foi a seguir ao 25 de abril quando as pessoas acorreram às escolas em massa.
Mas se me permite discordar, não fale em mediocridade porque as pessoas saiam das universidades com uma excelente formação científica . E só depois faziam estágio de 2anos.
E mesmo os que ainda não o tinham feito eram muito competentes.Tinham conhecimento científico. Que é o que hoje falta muito.E sentido crítico.
A prática pedagógica dá nos alguma sensibilidade para problemas que nunca tinhamos visto nas aulas, mas não nos torna nenhumas águias no ensino.
Conheço alguns que apesar do estágio, etc, etc, são uns corvos, digo, nabos.
E mais, há estágios integrados que Deus me livre!
Há faculdades, institutos de educação e ESES que preparam muito mal os professores.
A formação de professores que se faz devia ser discutida. E há muito que é duvidosa. temos de o dizer.Alguns jovens professores nunca lecionaram numa turma antes de serem colocados numa escola. Só tem o diploma e umas cadeiras de ciências da educação.
Nem componente científica nem pedagógica, foi o que criaram com alguns dos cursos da via ensino:”Ensino de…”
Boa noite srª Professora: Não sendo especialista no assunto, mas trabalhando na educação há muitos anos, alguns docentes afirmam que no curso nem falaram do estatuto dos mesmos.Será assim? não deveriam falar de alguns artigos? se for assim temos algumas explicações para o fraco ensino ou não? zé toy